Ana Paula anunciou que fixaria residência nos Estados Unidos (Foto - Divulgação)
Ana Paula Valadão e seu marido, pastor Gustavo Bessa, se mudaram para os Estados Unidos anos atrás, e depois de um tempo como pastores auxiliares em uma igreja em Dallas, no Texas, agora o casal está iniciando a Igreja Diante do Trono em Miami, Flórida.
Em março último, durante o Congresso de Adoração, Intercessão e Missão do Diante do Trono – realizado na sede da Igreja Batista da Lagoinha em Belo Horizonte – Ana Paula anunciou que fixaria residência nos Estados Unidos para liderar uma congregação na cidade norte-americana.
No entanto, ao contrário do que se esperava, a igreja não carrega o título da denominação brasileira, e recebeu o nome, em inglês, do ministério de louvor liderado por Ana Paula Valadão: Before the Throne Church.
André Valadão, irmão de Ana Paula, vive com a família em Orlando e dirige uma filial da Lagoina na cidade. No Brasil, a IBL tem aberto filiais em diversas cidades do Brasil, num processo de expansão similar ao de que foi registrado em outras denominações, como por exemplo, a Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), do pastor Silas Malafaia.
A mudança de nome na igreja liderada por Gustavo e Ana Paula, no entanto, não significa uma desvinculação da IBL. A outra filha do pastor Marcio Valadão, Mariana, permanece no Brasil, liderando a filial da denominação ao lado do marido, pastor Felippe Valadão, em Niterói (RJ).
O chef Anthony Bourdain, encontrado morto aos 61 anos (Foto: Reprodução/Instagram)
A atriz Rose McGowan divulgou uma carta nesta segunda-feira em que defende a amiga Asia Argento de comentários que a culpam pela morte do chef de cozinha e apresentador Anthony Bourdain, com quem ela tinha um relacionamento.
“Eu sei que muitos viam Anthony Bourdain como um amigo e, quando um amigo morre, dói. Muitas das pessoas que perderam o amigo querem achar alguém para culpar. Vocês não devem descer a esse nível. Suicídio é uma decisão horrível, mas é uma decisão que cabe somente àquela pessoa”, escreveu Rose.
Rose faz um apelo para que cessem os comentários sexistas que culpam Asia pelo suicídio do ex-companheiro e pede que as pessoas se conscientizem sobre o tema. “Estamos pedindo para vocês serem melhores, terem um olhar mais aprofundado, lerem e aprenderem sobre distúrbios mentais, suicídio e depressão antes de julgar o que não compreendem e o que não pode ser compreendido”, falou.
Rose McGowan defendeu a qualidade da relação de Bourdain e Asia Argento, mas desmentiu as versões de que o cozinheiro estivesse mentalmente saudável nos últimos anos. “Anthony falava abertamente sobre seus demônios, até escreveu um livro sobre eles. No começo do relacionamento com Asia, ele disse para um amigo mútuo que ‘nunca conheceu alguém com mais vontade de morrer do que ele’”, contou Rose.
Ela ainda falou que o cozinheiro chegou a procurar ajuda para tratar a depressão, mas isso não foi suficiente para evitar que ele tirasse a própria vida na última sexta-feira. Rose culpa o estigma sobre saúde mental pela tragédia.
“Meu pai também sofreu de depressão profunda intermitente e, como Anthony, era parte de uma geração que acredita que tem que resistir a tudo. A geração de ‘homens fortes que não precisam de ajuda’. Eu sei que Anthony pediu ajuda antes de morrer, mas não acatou os conselhos médicos. Isso nos levou a essa tragédia, a essa perda”, disse.
Por fim, a atriz pede a todos, na carta, que se juntem a ela para mandar energias positivas a Anthony Bourdain e aos que ficaram desamparados com sua partida. “Para a mídia e os demais comentaristas, Anthony nunca gostaria de ver Asia machucada. Gosto de pensar que ele iria querer que nós tivéssemos conversas coletivas sobre depressão. Culpar alguém não é conversar”, defendeu.
Se você precisa de apoio emocional, entre em contato com o serviço gratuito de prevenção do suicídio CVV, o Centro de Valorização da Vida, através do telefone 188 ou do site www.cvv.org.br.
A atriz levou um "puxão de orelha" dos diretores da novela que protagoniza na Globo (Foto - Getty Images)
Com o namorado Neymar no centro dos olhares em plena Copa do Mundo, sobra para Bruna Marquezine parte das especulações, holofotes e, claro, críticas.
A atriz levou um “puxão de orelha” dos diretores da novela que protagoniza na Globo por conta dos seus atrasos, publicou um desabafo sobre o assunto, e se vê em meio à dificuldade de lidar com todas as notícias que saem ao seu respeito.
“Não importa o que eu faça, tudo é associado ao Neymar. Mas minha existência não se resume ao meu namorado. É cruel. Me sinto persgeguida. Disseram que eu teria de escolher entre a carreira e o namoro”, lamentou Bruna em conversa com Marina Caruso para O Globo. Neymar partiu em defesa da amada. “Quem tem de escolher um lado sou eu. E eu escolho o seu”, disse ele por mensagem.
Com mais de 20 anos de carreira, Raimundos vem para o Panta no Rock. (Foto: Divulgação)
Do sucesso inesperado do festival organizado no ano passado, a hamburgueria Tabasco Burguer, de Dourados, esperava reunir 300 pessoas no evento que promoveu com bandas de rock da cidade em 2017 mas, de acordo com a dona, Danielli Martins da Silva, a festa contou com 1.200 pessoas. “A gente nunca tinha visto tanta gente, fizemos num domingo, no estacionamento do restaurante, e mesmo assim lotou”, conta.
Pelo sucesso eles comprovaram que os moradores da cidade são carentes de diversão e por isso lançaram algo maior para este ano. Batizaram o festival de Panta no Rock e, o que no início contou com só um dia de festa e bandas do município, se transformou em dois dias repletos de programação, com seis bandas nacionais e dez regionais.
Quem curte já pode deixar marcado na agenda os dias 29 e 30 de setembro e o local: Clube Indaiá! “Começamos a organizar tudo em janeiro pra que tudo saia nos conformes”.
Bandas de grande renome do cenário do rock nacional, desde as mais comerciais até as clássicas da juventude confirmaram presença nessa primeira edição do Panta no Rock. São elas os Raimundos, que carregam mais de 20 anos de carreira, a Scalene, Hangar, Dead Fish e o Matanza, que faz a penúltima apresentação do grupo em Mato Grosso do Sul. “Eles vão acabar com a banda e nós teremos o privilégio de receber esse show tão marcante”. Danielli adianta que haverá mais um grupo a ser confirmado ainda nesta semana.
Totalmente independente, a galera está organizando tudo isso por acreditar na cena do rock. Eles acreditam tanto que até a hamburgueria tem essa proposta, de valorizar o estilo musical dentro de um Estado em que se predomina o sertanejo. “Esperamos um público de cerca de 6 mil pessoas por dia”, completa.
Já a banda Matanza foi o penúltimo show da carreira em Dourados. (Foto: Divulgação)
Dentre as atrações regionais estão mesmoas bandas que tocaram no ano passado, que são elas Brid, Misbehaviour, Carro Velho, Hajj e Dagata & Os Aluízios, além dos grupos Tonelada, Codinome Winchester, Boca de Onça, Xupacabras e Tonho Sem Medo.
“A maioria delas já fazem parte do circuito de Dourados, inclusive oito desses grupos são do município. Só a Codinome Winchester que virá da Capital e a Tonho Sem Medo que desembarca de Bandeirantes pra cá”.
O nome Panta no Rock Festival é uma alusão ao Estado do Pantanal. “Queremos deixar claro que somos daqui e que temos orgulho disso”, diz Danielli, que já adianta que a intenção deles é fazer deste um evento tradicional daqui. “Com certeza movimentaremos mais e mais gente nos próximos anos”.
Os ingressos estão sendo vendidos na plataforma Sympla pelo link a R$ 220, a inteira, R$ 110, meia entrada para estudantes, e R$ 120 pela entrada solidária, que conta com a doação de um quilo de alimento não perecível. Esses valores são para participar dos dois dias.
O evento vai contar com uma grande estrutura de praça de alimentação e deve recerber gente de todo o canto do país, como explica Danielli. “Tivemos contato de uma galera que virá do Paraná, de Curitiba, Santa Catarina e Londrina, isso sem contar o pessoal do próprio Estado”, finaliza.
Cena de 'Oito Mulheres e Um Segredo' (Foto: Barry Wetcher/Warner Bros)
Em uma era de feminismo forte e de reboots e spin-offs em profusão, vide Star Wars e o incansável universo Marvel, nada parece mais natural que uma franquia famosa por seu numeroso elenco masculino ganhar uma versão feminina. Mais feminina que feminista, de fato. Em cartaz a partir desta quinta-feira, Oito Mulheres e um Segredo, episódio derivado da série iniciada em 2001 por Onze Homens e um Segredo, longa de Steven Soderbergh com George Clooney e Brad Pitt à frente, traz uma provocação ou outra, mas, de modo geral, é um filme engraçadinho que se conforma à fórmula criada e consolidada pelos que vieram antes. No chavão dos críticos de cinema americanos, que agora curtem o calor, é um filme de verão.
Aqui, a dupla estelar no comando do elenco é formada por Cate Blachett e Sandra Bullock, de quem partiu a ideia do projeto – ela foi bater na porta de George Clooney para pedir a bênção do ator para viver a versão de saias de seu personagem, o vigarista Danny Ocean. Mais que versão: Sandra faz a irmã de Danny, Debbie, que surge já na primeira cena do filme, bem maquiadinha na prisão, enquanto tenta convencer um oficial de que merece a liberdade convencional porque, transformada pela experiência do cárcere, deseja ter uma “vida simples”.
Simples é o adjetivo que Debbie deixa para trás, com a roupa laranja de detenta, ao sair da penitenciária Nichols – nome de uma das mais carismáticas personagens da série Orange Is the New Black, da Netflix. A primeira coisa que ela faz, antes de encontrar a parceria de crimes Lou (Cate Blanchet), é tomar um banho de loja – e de espuma, na banheira de uma luxuosa suíte de hotel. De golpe em golpe, o roteiro flui em um ritmo de novela de João Emanuel Carneiro e faz pensar que roubar e aplicar golpes é a maior moleza.
Nada dá errado até o clímax do longa, quando já se contam mais ou menos 70% do filme, regra formulaica da construção de roteiros: Debbie e Lou vão estruturando o plano de roubar um colar de diamantes avaliado em 150 milhões de dólares durante o tradicional baile de gala do Met, o clássico museu nova-iorquino, e para isso vão recrutando outras parceiras. Entram na jogada a decadente estilista Rose Weil (Helena Bonham Carter, repisando o estereótipo de si mesma), a hacker Nine Ball (Rihanna), a dona de casa e gatuna Tammy (Sarah Paulson), a ladra de dedos ágeis (Constance / Awkwafina) e a ourives Amita (Mindy Kaling).
A quadrilha é completada pela atriz (e clichê de celebridade hollywoodiana) Daphne Kluger (Anne Hathaway), que embarca no plano quase sem querer. Vestida “como uma Barbie” – referência ao filme que Anne fará – por Rose Weil para o baile do Met, ela é o veículo para o grupo colocar as mãos no super colar da Cartier. Merchandising, aliás, é o que não falta no filme, que exibe de marca de cerveja a achocolatado. Afinal, é Daphne quem estará com as joias ao pescoço no momento do roubo.
As cutucadas do roteiro na questão diversidade – que são poucas, mas ao menos não são panfletárias – se dão nessa videoclípica estruturação do plano, que conta ainda com uma vingança de Debbie contra um ex-namorado, Claude Becker (Richard Armitage), o dedo-duro que a pôs na cadeia. Em certo momento, as parcerias Lou e Debbie sentem falta de alguém que roube sem se fazer notar. Lou sugere um homem, e Debbie rebate: precisamos ser discretas, maneira de dizer que a mulher é insignificante, ou que a sociedade é indiferente a ela.
Outra crítica está embutida nos papéis que as personagens da caribenha negra Rihanna, da americana de origem oriental Awkwafina e da indo-americana Mindy Kaling assumem no Met. Rihanna em um momento surge vestida de faxineira. Awkwafina é a moça que cuida do banheiro durante a festa e Mindy Kaling lava pratos na cozinha do museu. Já Cate Blachett é uma nutricionista, Sarah Paulson, uma funcionária da glamourosa revista Vogue e Sandra Bullock, uma convidada do evento que troca palavras em alemão com Heidi Klum.
Afora isso, o filme nada acrescenta ao debate. Por outro lado, ao mostrar que substituir homens por mulheres, e brancos por minorias, em um roteiro pré-definido dá no mesmo, Oito Mulheres e um Segredo prova que diversidade não é empecilho para o entretenimento e a bilheteria. Como demonstraram Mulher Maravilha e Pantera Negra. Com a alta expectativa nas redes sociais pelo filme, já se fala em continuação em Hollywood. Pode ser a chance de ir além – das convenções, das poucas provocações – e fazer mais que um filme de verão.
XI Arraiá Universitário da UFGD (Foto: Divulgação)
Neste final de semana acontece o XI Arraiá Universitário da UFGD, nos dias 08 e 09 de junho, em frente ao prédio da reitoria. Nas duas noites haverá atrações culturais, dança de quadrilhas da UFGD, brinquedos para crianças, e muita comida típica.
Os acadêmicos da UFGD vão organizar 20 barraquinhas, a maioria oferecendo alimentos. A variedade promete agradar todos os gostos, indo desde comidas tradicionais de festa junina como pastel e milho cozido, dentre outros pratos típicos da região.
Quadrilhas
Foram inscritas duas quadrilhas para se apresentarem na festa, as quais se apresentarão no sábado. Às 20h do dia 09, a Quadrilha das Artes Cênicas se apresentará seguida da Quadrilha Aquicultura no Reino das Águas Claras – Monteiro Lobato, do curso de Engenharia de Aquicultura.
Atrações Musicais
Nos dois dias de festa haverá apresentação do músico Sidnei Alves e banda, que foi o ganhador do concurso do Projeto de Extensão Celebração, o qual seleciona atrações musicais para os eventos de extensão e cultura da UFGD. O grupo animará a festa com chamamés, vaneras, guaranias, forró, xote, etc.
No dia 08 (sexta-feira) o Grupo 4ª Estação, composto pelos músicos Odair Vilela, Osmar Medina e Junior do Acordion, fará uma participação especial, com músicas no estilo de forró, sertanejo universitário, dentre outros.
Após acidente acontecido há 10 anos, Lars Grael se tornou um exemplo de superação e ministra palestra sobre o tema em todos o país (Foto - Divulgação)
O Clube Indaiá vai receber, no próximo dia 19, o velejador e superintendente de Relações Institucionais do (CBC) Comitê Brasileiro de Clubes Lars Grael, que vem a Dourados ministrar a palestra “A trajetória de um guerreiro”. O evento vai acontecer às 19h, no Salão Nobre do clube.
Devido a sua trajetória olímpica, o acidente que sofreu, sua superação e sua visão política, Lars Grael desperta o interesse de muitas organizações públicas, privadas e não-governamentais para ouvi-lo falar sobre sua vida e seus valores, superação, garra, preparação, espírito de equipe, coragem e outros temas.
A vida de um esportista é sempre marcada pelo desafio. A vida de Lars Grael além de ter todos os ingredientes de superação, disciplina, força de vontade, planejamento e garra que marcam as carreiras vitoriosas dos campeões olímpicos e grandes ícones do esporte, trouxe ainda um novo obstáculo: um acidente que quase lhe tirou a vida e o deixou sem uma perna.
A maneira como o homem Lars Grael enfrentou a luta pela vida, a aceitação de sua nova condição, os novos paradigmas e desafios, as mudanças de planos e novos objetivos, a luta contra o preconceito, as novas vitórias no esporte e na gestão pública tem uma carga muito forte de mensagens que servem de exemplo para os mais variados públicos. Por isso, Lars tem sido chamado pelas mais diversas organizações para compartilhar um pouco das suas experiências.
Em sua palestra motivacional, Lars Grael aborda os temas, Dedicação, Superação, Mudança e Adaptação, Treinamento, Liderança, Trabalho em equipe e Planejamento.
A palestra é gratuita para os sócios do Indaiá e os convites podem ser retirados na secretaria do clube. Já os não-sócios interessados em participar podem entrar em contato com o clube no telefone 3426 4777 para maiores informações.
Sobre Lars Grael
Dono de duas medalhas olímpicas, dez títulos nacionais e cinco sul-americanos, Lars Grael é um dos maiores nomes do esporte nacional de todos os tempos. Com uma vasta coleção de títulos e medalhas, Lars sempre pautou sua carreira com muita dedicação, suor e treinamento, visando enfrentar os desafios impostos por competições profissionais de alto nível.
Mas Lars Grael teve que provar que podia ir além, pois se deparou com o maior desafio imposto a um atleta de ponta: a possibilidade de nunca mais poder competir.
Em 1998, Lars sofreu um acidente. Uma lancha desgovernada o atingiu, o que o fez perder uma perna e o deixou entre a vida e morte. Após vencer a batalha pela vida, faltava ainda voltar à sua grande paixão: a vela. Lars foi além. Não contente em competir entre os para-atletas, voltou aos campeonatos profissionais mais difíceis do mundo, com ótimos resultados.
Em virtude dessa reviravolta em sua vida, tornou-se um símbolo de superação e vitória, o transformando em uma figura única no esporte brasileiro.
Foi após o acidente que Lars embarcou em outra paixão, a política, convidado pelo presidente Fernando Henrique Cardoso a integrar os quadros dirigentes do Instituto de Desenvolvimento do Desporto. De lá, por sua postura sempre firme, correta e apaixonada na defesa do esporte nacional, Lars galgou vários postos chegando a ser Secretário Nacional de Esportes.
Ao final do governo, foi convidado pelo Governador de São Paulo Geraldo Alckmin para assumir a Secretaria Estadual da Juventude, Esporte e Lazer, cargo que ocupou até março de 2006. É, atualmente, presidente da Federação Brasileira de Vela e Motor.
Sérgio Moro está mesmo atravessando fronteiras carregado o nome do país. Depois de levar o título de “Personalidade do Ano” em Nova Iorque, o juiz da Lava Jato foi homenageado, no último fim de semana, na quarta edição do Brasil Mônaco Project.
O magistrado foi recebido com verdadeiras honrarias no principado: assistiu a um concerto no camarote real, participou de jantar com o príncipe Albert II e prestigiou um leilão beneficente. Tudo como um verdadeiro membro da realeza!
O personagem saci, interpretado pelo ator Isak Dahora em 'Sítio do Picapau Amarelo' (2007 (Foto: Márcio de Souza/TV Globo)
A lenda do saci-pererê ganhará uma versão para o cinema — e não será brasileira. A produtora britânica Hindsight Media, de O Discurso do Rei, comprou os direitos de um roteiro baseado no personagem do folclore brasileiro, segundo anunciou o site Deadline nesta segunda-feira.
A trama será escrita por Nate Atkin — que assina o filme da Netflix Um Príncipe de Natal e S. Darko – Um Conto de Donnie Darko —, em parceria com o brasileiro Rodrigo Brandão. Ainda de acordo com o site, o filme dará um toque de terror ao mito do menino de uma perna só.
O saci é um dos principais personagens da mitologia brasileira. Segundo a lenda, o espírito era, em vida, um menino negro que cortou a própria perna para fugir da escravidão. Ele usa um capuz vermelho que o permite aparecer e desaparecer de qualquer lugar, e gosta de pregar peças e assustar os outros. Diversas produções brasileiras incorporaram a lenda, como Sítio do Picapau Amarelo, baseada no livro de Monteiro Lobato, e o seriado infantil Castelo Rá-Tim-Bum.
Associação dos Advogados Trabalhistas e Previdenciários de Dourados e Itaporã – AATP/DOU/MS, em conjunto com a Associação dos Novos Advogados de Dourados – ANA Dourados, Instituto dos Advogados de Dourados – IAD, União das Advogadas do Brasil Subseção Dourados – UAB Dourados, CAAMS Dourados, ESA e OAB MS, realiza hoje (05/06) a partir das 19h, na Câmara Municipal de Dourados, o “II ENCONTRO DA ADVOCACIA TRABALHISTA E PREVIDENCIÁRIA DA GRANDE DOURADOS”, que tem como objetivo reunir essa classe de Advogados e para discutirem temas importantes de sua atuação profissional.
Serão duas palestras envolvendo as áreas de direito previdenciário e direito do trabalho, a Dra. Juliane Penteado Santana, Advogada com 18 anos de atuação na área previdenciária, professora de graduação e cursos de extensão da ESA/MS, pós-graduada em Direito Civil e Processo Civil e especializada em Direito Previdenciário, falará sobre tema “Questões Práticas sobre o Limbo Previdenciário e Trabalhista.”
O Dr. Marco Antônio Miranda Mendes, Juiz do Trabalho Titular da 2ª Vara do Trabalho de Dourados, e que foi professor de Processo do Trabalho e Processo Civil na UNOESTE-SP, e também professor da Escola da Magistratura do Trabalho do Mato Grosso do Sul (EMATRA-MS), falará sobre tema “O lado Desumano da Reforma Trabalhista”.
A seguir haverá um debate entre os palestrantes, debatedores e o público presente acerca dos temas tratados nas palestras, assim como um painel especial de debates com o tema “A Paralisação dos Caminhoneiros e a relação entre a Lei 13.103/15 e a Reforma Trabalhista”.
A inscrição para o evento é gratuita, serão emitidos certificados de 4h pela ESA MS, e as últimas inscrições podem ser feitas pelo site no link a seguir:
Na entrada do evento serão recolhidos durante o credenciamento 01 Kg de alimento não perecível ou 01 agasalho/cobertor em bom estado de conservação, para serem revertidos à entidades beneficentes. Após o evento haverá uma confraternização, por adesão, no restaurante Kikão, na av. Weimar Gonçalves Torres, 2176A – Centro, Dourados.
Cena da série "3%" da Netflix (Foto: Netflix/Divulgação)
A Netflix divulgou na manhã desta segunda-feira que o seriado 3% ganhará uma terceira temporada. Depois da estreia da segunda temporada em abril deste ano, a primeira série original do serviço de streaming no Brasil receberá novos episódios em 2019.
No vídeo que anuncia a novidade, é possível ver três dos protagonistas reunidos: Michele (Bianca Comparato), Rafael (Rodolfo Valente) e Joana (Vaneza Oliveira). De acordo com o comunicado da plataforma, a nova temporada acompanhará os acontecimentos dos útimos episódios, em que o processo que escolhe apenas 3% da população para viver em um lugar paradisíaco está entrando em colapso, enquanto o grupo de rebeldes Causa fica com mais sede de vingança.
O hit ‘Havana’, de Camila Cabello, bateu um recorde no Spotify: com mais de 888 milhões de reproduções, o single se tornou o mais tocado na plataforma entre artistas mulheres. De acordo com a revista Billboard, a canção desbancou ‘Cheap Thrills’, de Sia.
Em entrevista recente à revista Rolling Stone, Camila Cabello relembra que a gravador não apostou inicialmente na música, que passou por diversas formulações antes do lançamento. “Ninguém queria lançá-lo em single. Eles disseram que o rádio nunca tocaria, que era muito lenta, muito fria”, conta.
O single, lançado em setembro do ano passado, chegou ao topo da parada norte-americana Billboard em janeiro.
Dezenas de artistas brasileiros se reuniram em um vídeo comemorativo aos 57 anos da Anistia Internacional no país. O clipe “Manifestação”, lançado no último dia 28 de maio, trouxe as vozes e imagens de nomes consagrados do cenário artístico em torno de uma canção-manifesto que fala de resistência nas causas mais emergentes da realidade nacional.
“E proclamamos que não se exclua ninguém, senão a exclusão”, diz o refrão da letra, cantada por Chico Buarque, Fernanda Montenegro, RussoPassapusso, Camila Pitanga, Criolo, Ana Cañas, Luedji Luna, Rael, Moska e muitos outros.
“’Manifestação’ vem para lembrar que quando os direitos humanos de uma pessoa é violado, os direitos de todas e todos nós estão em risco. A canção se apropria da linguagem universal da música para fazer vibrar nas mentes e corações mais diversos aquilo que nos torna humanidade: a solidariedade e empatia”, informa a Anistia Internacional em seu site, convocando os indignados com os mais de 61 mil homicídios cometidos por ano no Brasil a se manifestarem.
As participações dos artistas foram intercaladas com registros de movimentos de resistências e com cenas diversas de violência e intolerância registradas no país. A letra da música tema do vídeo, que tem duração de pouco mais de sete minutos, retrata a luta contra o machismo, a intolerância religiosa, a desigualdade social e a homofobia.
As mortes de Amarildo, Rafael e Marielle Franco também foram lembradas na letra, composta por Carlos Rennó, com música criada por Xuxa Levy, Russo Passapusso e Rincón Sapiência. O clipe produzido pela Querosene Filmes teve direção de João Wainer e Fabio Braga. Confira!
Neste domingo (3) apreciadores de música clássica poderão desfrutar gratuitamente de um show, Projeto Quinteto 5 – Brahms & Schumann, promovido pela Anoreg-MS (Associação dos Notários e Registradores de Mato Grosso do Sul) em parceria com a University of Georgia, Sothwestern Adventist University, UFMS, Movimento Concerto, Prefeitura de Campo Grande, Governo do Estado e Secretaria de Turismo do Estado.
O show será às 18 horas de domingo no auditório da Anoreg-MS ( Travessa Tabelião Nelson Pereira Seba, 50, Chácara Cachoeira).
Será uma noite repleta de musicalidade preparada especialmente para você, com músicas de Levon Ambartsumian, Shakhida Azimkhodjaeva, Rogério Nunes, David Starkweather, Eugeny Rivkin.
As vagas são limitadas e podem ser feitas no site da anoreg: www.anoregms.org.br e para maiores informações, ligue no (67)3326-7468
AULA NA UFMS
Os integrantes desse grupo musical vão ministrar uma aula sobre música na UFMS às 10h30 de domingo(3) no seguinte endereço: Rua Senador Filinto Muller, 1555. A entrada será franca para estudantes ouvintes.
Filme "Irmãos de Alma" aborda a questão do assedio sexual infantil (Foto: Reprodução/G1 MS)
O curta-metragem sul-mato-grossense “Irmãos de Alma”, que trata de assédio sexual infantil, foi liberado nesta mês de maio para exibição gratuita na internet, por meio do Youtube. Com direção e roteiro de Filipi Silveira, a produção foi exibida no Festival América do Sul Pantanal, promovido no fim de semana passado em Corumbá, onde sua temática provocou diversos debates.
O curta foi filmado em 2015, mas foi finalizado recentemente. O filme teve como locação o parque Itanhangá, em Campo Grande, espaço que acaba se tornando um personagem na trama que acompanha o drama de Thelma interpretada por Nadja Mitidiero e Rui interpretado por Filipi Silveira.
No enredo, os dois têm sua amizade estremecida após a revelação de um segredo de Thelma que acaba provocando grandes consequências e reabrindo cicatrizes de seu passado. Participam também do filme os atores Pedro Araújo, Fernanda Filiú e Tero Queiroz.
“Este curta-metragem eu considero um exercício, na época eu fui contemplado em um edital cultural para realizar um curta chamado “Vampiros”, senti que fazia um tempo que não dirigia desde “O Florista”, eu precisava me aquecer e usar este filme para começar a formar uma equipe que já estivesse aquecida para o filme, sendo assim escrevi uma trama que se passa em uma locação apenas e que se focasse na atuação dos atores, mas que trata de um tema que é necessário ser debatido e que são problemas e crimes que muitas mulheres e crianças sofrem que é o assédio sexual e estupro”, comenta Filipi Silveira.
O diretor disse que achou muito emblemático o fato do filme ser exibido justamente no mês conhecido como “Maio Laranja”, em que é reforçada a campanha de combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, e que, por isso, resolveu disponibilizar o filme na internet, de modo que possa também servir como um aviso ou material de debates e reflexões.
Filipe Silveira ressalta que o filme não exibe o ato de violência, mas mostra como ela pode impactar na vida de uma pessoa e divide o público quando entra em cena outro crime que é da justiça com as próprias mãos.
“O filme é de 2015, mas certos temas infelizmente nunca envelhecem e a arte tem inúmeras funções é uma delas é denunciar”, finaliza o diretor.
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