quinta-feira, 12 de março de 2026

Pastor prega ao final de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ e causa pânico no cinema

Gospel +

 

O novo longa-metragem da Marvel é o ponto alto dos filmes produzidos pelo estúdio ao longo dos últimos dez anos, com mortes de personagens de forma dramática (Foto - Divulgação)

 

Um pastor resolveu aproveitar o final do filme Vingadores: Guerra Infinita para falar sobre o plano da Salvação, no meio da sala de cinema. A mensagem sobre o destino após a morte não gerou uma reação tranquila nas pessoas, e no meio do pânico, alguns ficaram feridos.

 

O novo longa-metragem da Marvel é o ponto alto dos filmes produzidos pelo estúdio ao longo dos últimos dez anos, com mortes de personagens de forma dramática. Assim, o pastor Michael Webber, 28 anos, do Truth and Triumph Ministries, achou que era uma boa oportunidade de pregar sobre o destino da alma após a morte para as pessoas em Redlands, Califórnia (EUA).

 

Ele se levantou no meio do cinema e começou a falar alto: “Eu acho que quando ele disse: ‘Se você fosse morrer hoje à noite, sua passagem para o céu seria garantida?’ Algo nesse sentido. Acho que é quando as pessoas começaram a entrar em pânico ”, disse uma testemunha chamada Susie Arias ao canal CBS2 News.

 

A reação de desespero das pessoas é compreensível, afinal, os Estados Unidos vivem sofrendo com atentados terroristas e, além disso, há seis anos, um extremista chamado James Holmes abriu fogo em uma sala de cinema lotada na cidade de Aurora, Colorado, durante a exibição do filme Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge.

 

“As pessoas entraram em pânico e saíram correndo do cinema”, disse Carl Baker, porta-voz da polícia, ao jornal Daily Facts de Redlands. Uma mulher saltou 6 metros sobre um corrimão, e ficou gravemente ferida na queda, além de ter sido pisoteada. “Eu vi a garota… desmaiada e alguém a estava arrastando para fora; outra garota na minha frente estava mancando e entrando em um ataque de pânico ”, acrescentou Susie Arias.

 

Após ser detido o pastor disse à Polícia e à emissora de TV que estava pregando no final do filme, mas não pretendia causar pânico, tanto que mantinha as mãos erguidas para que a multidão pudesse ver que ele estava desarmado. “As luzes não se acenderam, então eu realmente não consegui ver a reação de ninguém, exceto as das pessoas que estavam ao meu redor”, disse ele à emissora.

 

“É extremamente lamentável que alguém tenha sofrido ferimentos por causa disso. Mais uma vez, eu estava desarmado”, acrescentou o pastor.

 

Ao portal The Christian Post, o pastor revelou que seguiu o mesmo roteiro que costuma usar quando vai pregar a um grupo grande de pessoas: “Quando os créditos finais começaram, levantei-me do meu lugar e comecei a pregar. Eu tenho um roteiro que eu sigo quando prego em multidões para ter certeza de que minha mensagem é concisa, consistente com as Escrituras, e para garantir que eu seja claro em minha língua, para que minhas intenções não sejam mal interpretadas”, disse.

 

“Minhas palavras exatas foram: quero que todos aqui saibam que Deus ama você e que Ele tem um plano maravilhoso para a sua vida. Há alguém aqui que não tem certeza se passaria a eternidade no céu? Eu tenho uma boa [notícia]. A Bíblia diz: ‘Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus’ (Romanos 3:23) e ‘O salário do pecado é a morte, mas o dom de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor’ (Romanos 6:23). ‘E todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo’ (Romanos 10:13). Deus disse: ‘Eu serei misericordioso para com a sua injustiça’. E o seu pecado e as suas ações sem lei, eu não me lembrarei mais!’ (Hebreus 8:12). Se houver alguém aqui que gostaria de fazer de Jesus Cristo seu Senhor e Salvador, faça esta oração comigo”, acrescentou o pastor Webber.

 

No entanto, o pastor talvez tenha vacilado a respeito do momento de fazer sua pregação. Ele fez um longo relato sobre o que ocorreu depois de introduzir sua mensagem ao final de Vingadores: Guerra Infinita:

 

“A parte mais incomum sobre essa noite em particular foi que todas as outras vezes que eu tenho pregado nos cinemas, as luzes se acendiam quando os créditos começavam. Mas esta noite eles não fizeram. No entanto, não percebi que era um problema, porque minhas mãos estavam levantadas (evidenciando que eu estava desarmado e não era uma ameaça). E até a metade da oração de salvação, ninguém no teatro se mexeu. Eles estavam apenas olhando para mim. Houve um grito ocasional de volta para mim dizendo-me para ‘sentar’, mas nada que indicasse que o público estava alarmado. Quando eu notei as pessoas saindo durante a oração, não me pareceu que eles estavam evacuando em um ritmo agitado. Talvez porque as luzes estavam apagadas. Mas as pessoas ao meu redor estavam sentadas com calma. Não havia nada que sugerisse que as pessoas estavam em pânico. Sentei-me de novo (pretendendo assistir à cena de crédito final que sempre acompanha um filme da Marvel), e cerca de um minuto depois de me sentar, as luzes se acenderam. Eu ouvi alguém dizer: ‘Quem fez isso?’ Eu levantei minha mão e disse: ‘Eu fiz’. Eles começaram a gritar comigo e xingar para mim. Neste momento, os gerentes de teatro entraram no teatro, juntamente com a segurança do teatro. Até aquele momento, eu não sabia que alguém estava alarmado. Depois de alguns minutos, os gerentes do teatro me pediram para sair. Minha esposa, meu pai e eu saímos pela porta lateral que levava à frente do teatro. Havia uma multidão de pessoas esperando por mim que me confrontaram com gritos e xingamentos. Depois de um momento ou dois, decidi levar minha esposa até o carro, caso a multidão se tornasse violenta. Quando nos aproximamos do carro, vi os veículos da polícia entrando no teatro. Pedi a meu pai que levasse minha esposa para casa e me virei e voltei para o teatro para encontrar a polícia. Oficiais se aproximaram de mim e eu coloquei minhas mãos para cima. Um oficial se aproximou de mim e me algemou, informando que eu não estava sendo preso; apenas detido até que eles pudessem determinar o que aconteceu. Depois de duas horas no banco de trás do veículo da polícia, os policiais voltaram para o carro e me informaram que era uma prisão de um cidadão, facilitada pelo Departamento de Polícia de Redlands. No centro de detenção, a polícia pediu que eu assinasse um formulário de consentimento que permitisse que eles revistassem minha residência para determinar que eu não era uma ameaça. Depois que a busca foi concluída, eles me soltaram”.

 

Ao final, o pastor argumentou sobre porque discorda das opiniões que consideram sua iniciativa equivocada. “Assim que determinaram que eu não era uma ameaça, eles me trataram gentil e profissionalmente. […] Há leis sendo aprovadas na Califórnia que impedem os cristãos de pregar a Palavra de Deus, em Sua verdade, agora mesmo. A linha comum que ouço de pessoas que discordam do que eu fiz é que não era o ‘tempo e lugar’ certo para se levantar e pregar. Os cristãos precisam perceber que, se não nos levantarmos agora, não haverá mais ‘tempos ou lugares’. Houve um período de tempo na América em que levantar-se para pregar o Evangelho teria sido recebido com aplausos. Mas mesmo nos tempos passados, quando eu preguei, a mensagem foi recebida com maldição, objetos sendo jogados, e assim por diante”.

“A função do riso é transformar a tragédia em comédia”, diz Alexandre Penha, da Escola de Palhaço

João Pires

 

Alexandre Penha é idealizador da Escola de Palhaço, sediada em Maringá - PR (Foto - João Pires)

 

Alexandre Penha (32) é o idealizador da Escola de Palhaço, em Maringá (PR). Ele esteve em Dourados neste final de semana (5 e 6), onde ministrou curso sobre ‘palhaçaria’. Ao Estado Notícias ele conta como surgiu o grupo paranaense a partir do projeto Terapia da Alegria, muito conhecido em trabalho em hospitais. Leia a entrevista:

 

EN – Quantas pessoas compõe o grupo?

 

ALEXANDRE – Existem vários projetos dentro do grupo, sendo que o principal é o Terapia da Alegria, composto de 14 artistas, que tem 16 anos de existência. Já a Escola de Palhaço é formada por quatro pessoas.

 

EN- Como surgiu o projeto Terapia da Alegria?

 

ALEXANDRE – Havia uma carência de artistas, que é muito comum. Artistas preparados para o trabalho de palhaços em hospitais e a partir de 2011 tivemos a necessidade de aumentar nosso quadro de artistas. Éramos compostos por seis artistas. Então a gente abriu um processo de estudo, que foi a Escola de Palhaço, e como isso gerou bons frutos decidimos continuar. De Maringá começou a surgir convites para dar este curso em vários lugares do Paraná, e até fora do Brasil.

 

EN- Você sempre esteve inserido nesta equipe?

 

ALEXANDRE – Sim, o Terapia da Alegria já tem 15 anos de existência e começamos como qualquer projeto pioneiro dentro da nossa cidade, com alguns poucos participantes. Daí vem a demanda em não só atender hospital, mas também o asilo e outros espaços, como exemplo a gente atende o hospital psiquiátrico da cidade com um trabalho bem específico. Então veio essa necessidade, foi quando eu fundei em 2011 a Escola de Palhaço e com essas questões de agenda temos outras pessoas que trabalham, mas ficam mais em Maringá.

 

EN- Qual a tua formação de aprendizado? 

 

ALEXANDRE – Esta é uma é uma das perguntas mais interessantes para o palhaço [risos]. A minha formação acadêmica é em História e Artes Cênicas, pela Universidade Estadual de Maringá e hoje estou no processo de mestrado. São três campos de atuação bem diferentes, mas que colaboram muito na atuação do palhaço. No Brasil não existe nem uma universidade específica de palhaço e o que nós temos são cursos esporádicos com alguns formadores, mas nada de longa duração e que possa ser emitido um certificado em nível universitário.

 

EN – E a experiência? No que contribuí?

 

ALEXANDRE – Então, a minha formação foi acima de tudo pela experiência, pelo trabalho e também por fazer curso, ter contato com outros palhaços, como palhaços de hospital, teatro e circo. Foi uma junção de várias teorias e mestres e também muita leitura, pois tem muito material também para a pesquisa de palhaço teórico. Foi uma formação muito ampla e é óbvio que a minha formação em Artes Cênicas me ajudou muito nesse processo do palhaço, mas eu vou dizer pra você que 50% do palhaço é a prática. É o contato com o dia a dia.

 

EN – Vocês fazem palestras em vários estados?

 

ALEXANDRE – Isso, recebemos convites tanto para apresentações como também cursos. Normalmente temos pensado em dar este suporte para grupos, como estamos fazendo aqui em Dourados neste final de semana, dando suporte para um grupo que já existe e de alguma maneira precisa ter novos aprendizados e refinar o trabalho. Esse é o nosso foco de atuação e o nosso objetivo, que é potencializar os grupos na arte do palhaço.

 

EN – O que são abordados no curso?

 

ALEXANDRE – Então, existem muitas questões interessantes no palhaço, que são questões universais, como exemplo, no aspecto do uso da máscara. Quando o palhaço coloca um nariz vermelho, aquilo lá é uma máscara e então existe toda uma técnica por trás daquilo. É uma técnica milenar, que vem desde lá do Egito, onde os artistas já usavam máscaras e a gente pode de alguma maneira fazer um paralelo com a máscara do palhaço. No Egito eles usavam a máscara de um personagem que estava muito ligado ao gato. Depois a gente vai para a Grécia […]. Então basicamente no curso a gente trabalha muito esta questão dessa técnica do palhaço, nós fazemos o batismo do palhaço, que é uma tradição circense milenar em que o palhaço mais velho batiza o mais novo com o nome e muito trabalho corporal, como você desenvolve seu corpo para que ele seja um corpo cômico e que gere graça. São alguns aspectos que a gente pontua.

 

EN – Estas técnicas podem ser utilizadas em que locais?

 

ALEXANDRE – Como estas técnicas são universais, podem ser aplicadas em qualquer espaço. Nós já tivemos a oportunidade de apresentar em teatros, circos, instituições, igrejas… Hoje, a gente comenta que o palhaço pode estar em todos os lugares, pois ele trabalha acima de tudo a paródia humana. De alguma maneira, com respeito, ele tira sarro do próprio ser humano. Onde tiver ser humano o palhaço pode entrar e é por isso que ele toma todos os espaços […]. Aquela figura do palhaço que só era do circo quase não existe mais.

 

"Aquela figura do palhaço que só era do circo quase não existe mais", disse ao Estado Notícias (Foto - João Pires)

 

EN – Você tem alguma experiência que te marcou?

 

ALEXANDRE – Existem milhões de histórias. Teve uma que aconteceu em um hospital, onde a gente foi atender uma criança que ainda estava na recepção e não tinha entrado para consulta. Ficamos brincando com ela uns 10 minutos, pois estava acompanhada com o pai e, quando fomos finalizar nossa visita perguntamos: O que você tem?. E a menina olha pra gente e fala assim: “Vixe! Eu nem lembro…”. Então ela esqueceu da doença e de alguma maneira a dor não estava mais sendo sentida. Isso pra gente é gratificante.

 

EN – Mais algum caso?

 

ALEXANDRE – Em 2016 e 2017 fizemos um trabalho com refugiados sírios e iraquianos da Jôrdania, onde concentra o maior número de refugiados da Síria. Nós fizemos um trabalho com uma mãe refugiada que tinha três filhos e brincamos com eles. No dia seguinte fomos visitar a família e recebemos um retorno muito gratificante, quando ela disse assim: “Desde que a gente chegou da Síria eu não havia visto meus filhos sorrirem. Então quando vocês chegaram e começaram brincar eu vi meus filhos sorrindo e queria agradecer vocês!”. É lógico que ela contou isso em árabe e a gente não entendeu nada [risos]. Teve intérprete. Ela falava muito “šukran”, que é o ‘obrigado’. São pequenas histórias que pra gente tem o peso e a certeza que tem funcionado, de uma maneira muito simples.

 

EN – Com relação ao trabalho nas igrejas. É bem aceito?

 

ALEXANDRE – Na questão principalmente do palhaço isto é interessante, por ele ser uma figura milenar. Cada um acredita num mito. Por exemplo, na criação de Adão e Eva, no princípio quando existia o ser humano já existia o palhaço, pois,  o palhaço é aquele tira sarro de si mesmo ou de uma situação que aconteceu. Eu sempre brinco, que um dos primeiros momentos do palhaço (pensando na questão do Evangelho), quando você lê em Gênesis e a criação do mundo, existe um momento em que Deus se separa com Adão para dar nome aos animais. Penso que neste momento foi um dos mais engraçados, pois quando Adão olha para um dos animais e fala: “Olha, esse vai se chamar Ornitorrinco”, deve ter sido muito cômico.

 

EN – Existe preconceito?

 

ALEXANDRE – Em algumas igrejas evangélicas existe sim esta barreira, por conta talvez de algumas tradições que veiculavam o palhaço a figuras medievais que eram parecidos com pequenos ‘capetas’ ou pequenos ‘diabinhos’ e eles participavam em feiras livres e eram muito comum ali a encenação da Paixão de Cristo e, no público isso fazia parte do teatro, ver as pessoas fantasiadas de ‘diabinhos’ para ficar atentando o público. As pessoas veiculavam muito o palhaço que a gente tem hoje e que necessariamente não tem a ver, mas que por muito tempo acreditou-se nisso. Algumas igrejas ainda tem essa barreira e eu acho que a melhor coisa para quebrar isso é o conhecimento.

 

EN – É aplicação e resultado?

 

ALEXANDRE – Um dos principais tópicos na aplicação do curso é: “Qual a função do riso?, e “Porque a gente ri?”. Eu penso que é uma das dádivas da criação do homem, pois só o ser humano da risada. E se Deus criou esta capacidade existe um porquê disso. A função do riso é transformar a trajédia em comédia, pois quando a gente faz essa transformação conseguimos suportar a existência, suportar a vida. Existe uma função pra isso e é uma dádiva do Criador, uma benção que o homem tem, pois se ele fosse ter consciência de tudo que ele passou na vida seria muito pesado. O riso serve para relaxar a vida e a gente levar de uma maneira mais aceitável. Não é a toa.

 

EN – O palhaço é triste?

 

ALEXANDRE – Esta é uma pergunta bem filosófica. Uma das lendas mais tradicionais do palhaço que repercute e tem personagens que tomam pra si é o dia que o palhaço vai ao médico, pois está muito triste, e o médico pergunta: “O que você tem?”, e ele responde: “Estou muito triste” e o cara diz assim: “Então vai no circo aqui da cidade, tem um palhaço fantástico, ele é muito bom e você vai rir muito e vai tirar essa tristeza”. E ele diz assim: “Doutor, esse palhaço sou eu…”. Então, eu acho que não necessariamente nenhum palhaço é em si triste. A questão é que como palhaço vai trabalhar a tragédia, ele sempre tem que estar próximo da tragédia para transformar ela em comédia. Assim, a gente sempre olha e pensa “esse palhaço é triste”. Como o grande palhaço ‘Carlitos’, do Charles Chaplin, que na maior parte que a gente está olhando parece que ele está triste e que na verdade, é este poder de transformar toda está tragédia…

 

EN – Sensibilidade?

 

ALEXANDRE – Isto, o palhaço tem que se muito empático, é se colocar no lugar do outro. É por isso que há 32 anos começou esta ideia de um palhaço se parodiar de médico e entrar no hospital. É muito recente. O palhaço tem esse poder, através da máscara, de se colocar e entender a tragédia do outro e transformar em comédia para suavizar.

 

EN – Primeira vez em Dourados?

 

ALEXANDRE – Já viemos algumas vezes em outros motivos, apresentações em igreja e um tempo atrás para jogar beisebol com os japoneses, pois temos um time em Maringá e viemos pra isso. Aqui é a primeira vez dando curso. O povo é muito bacana, muito receptivo, gosto muito de Dourados, apesar do calor [risos]. Maringá é mais tranquilo.

 

LEIA TAMBÉM – “O GOSPEL MUDOU”, DIZ PR. MANGA EM DOURADOS

 

O que ainda vem por aí na Netflix

Notícias ao Minuto

 

Pelo menos 30 novos títulos entrarão no catálogo da Netflix em maio. (Foto: Divulgação)

Pelo menos 30 novos títulos entrarão no catálogo da Netflix em maio. De filmes a novas séries, as estreias incluem produções como “Cargo”, que estreia no dia 18. O filme é inspirado no curta viral finalista do Tropfest Australia 2013, estrelado por Martin Freeman (“Sherlock”) e dirigido por Ben Howling e Yolanda Ramke. Infectado durante um apocalipse zumbi na Austrália, Andy (Freeman) parte em busca de proteção para a filha antes que seu corpo seja transformado por completo.

 

 

 

Veja a lista

 

Séries

 

Bill Nye Saves the World: Temporada 3 (Dia 11)

 

Geek: Temporada 1 (Dia 13)

 

Mob Psycho 100: Temporada 1 (Dia 22)

 

Brinquedos que Marcam Época: Temporada 2 (Dia 25)

 

Unbreakable Kimmy Schmidt: Temporada 4 (Dia 30)

 

Filmes

 

A Barraca do Beijo (Dia 11)

 

Cargo (Dia 18)

 

Mais uma Página (Dia 18)

 

Ibiza: Tudo pelo DJ (Dia 25)

 

O Caderno de Sara (Dia 26)

 

O Caçador e a Rainha do Gelo (Dia 26)

 

Documentários e Especiais

 

Gênio Diabólico (Dia 11)

 

Guia de Sobrevivência à Prisão (Dia 24)

 

Red Trees (Dia 24)

 

Kids

 

Spirit – Cavalgando Livre: Temporada 5 (Dia 11)

 

Quem foi? – A Série: Temporada 1 (Dia 11)

 

Caçadores de Trolls: Parte 3 (Dia 25)

 

Sabrina Sato deve ficar fora da Record até 2019

Notícias ao Minuto

 

Sabrina Sato terá que se afastar das gravações de seu programa na Record TV (Foto: Divulgação/TV RECORD)

Ao seguir recomendações médicas por conta da gravidez de risco, Sabrina Sato terá que se afastar das gravações de seu programa na Record TV e retornará somente em 2019.

 

De acordo com fontes do site Na Telinha, do UOL, a emissora já discute diversas alternativas para substituir a apresentadora neste período. Dois nomes citados foram Marcos Mion e Ticiane Pinheiro.

 

A Record TV tem material inédito do “Programa da Sabrina” para colocar no ar durante mais três semanas, dividindo. A partir do dia 26 de maio, a emissora teria que seguir somente reprisando material antigo.

Banda Dagata & Os Aluízios lança “A Rua dos Ipês” neste sábado em Dourados

Assessoria

 

Dagata & Os Aluízios lançou em março “A Rua dos Ipês” (Foto - Fabrício Borges/Punto Aureo)

 

Novo disco, novo show! A banda douradense Dagata & Os Aluízios lançou em março “A Rua dos Ipês” e para comemorar com os fãs faz neste sábado (5) o show de lançamento do terceiro álbum. O evento acontece no estacionamento do Tabasco Burguer, à partir das 16h com a participação de bandas convidadas. Ingressos custam R$ 15 e estão à venda no local e ainda com os organizadores.

 

Sucessor do elogiado “TereréFonia”, o novo disco chega com 11 composições inéditas, dez delas de autoria dos componentes da banda e apenas “Como Você Quiser” é uma colaboração do cantor e compositor Dantas para a banda. Essa autossuficiência deve ser apresentada no novo show com apresentação também de músicas que marcaram os trabalhos anteriores.

 

Para marcar a data, participam também as bandas Made In ‘90 e Válvula de Escape, além do já citado Dantas. O grupo de rap Brô MC’s, que faz participação especial na faixa “O Índio Invisível”, também estariam do show, mas eles cumprem agenda em São Paulo nos próximos dias. A escolha dos convidados, segundo Fernando Dagata, não foi aleatória. “Pensando em grupos significativos na música, que agregam público e que tenham coisas muito boas para apresentar”, explica.

 

Os portões do local serão abertos 16h e a programação prevê abertura com Dantas, seguido pelos rio-brilhantenses do Válvula de Escape. Dagata & Os Aluízios sobem ao palco por volta das 20h para mostrar músicas de todas as fases da carreira da banda, além de todas que compõem “A Rua dos Ipês”. O encerramento será com Made In ’90. “Pensamos em uma tarde e noite em que todos possam se divertir com muita música legal, autoral ou não, para marcar o lançamento de um disco feito com muita inspiração, transpiração e carinho”, conclui Dagata.

Contratado para “Os Trapalhões”, Dedé Santana segue “inativo” na Globo

Terra

 

Dedé Santana segue na Globo, mesmo após cancelamento de “Os Trapalhões” (Foto: Divulgação)

 

Dedé Santana, certamente, viveu os melhores anos de sua carreira na Globo. Por décadas, esteve à frente do humorístico “Os Trapalhões” (1977), ao lado de Renato Aragão (Didi), Mussum e Zacarias, exibido todos os domingos em horário nobre. Voltou à emissora ano passado, para integrar o elenco da nova versão do programa.

 

Acontece que o remake não passou da primeira temporada. E, segundo informações do jornalista Fernando Oliveira, Dedé continua contratado da emissora, para uma nova leva de episódios de ‘Trapalhões’ versão anos 2000.

 

Enquanto não volta ao vídeo – já que não há planos para seu aproveitamento em outras atrações do canal – Dedé toca o projeto do Circo Turma da Mônica, em parceria com Mauricio de Souza, criador dos icônicos personagens. O ator possui experiência nesta seara; foi no picadeiro que Santana iniciou sua carreira.

 

O novo espetáculo estreia em São Paulo em junho. E deve passar, na sequência, por dez capitais. Mauro Souza, um dos filhos de Mauricio, e Rodrigo Robleño – o palhaço Viralata – também participam do projeto.

 

 

Belchior é homenageado com discos remasterizados um ano após sua morte

Notícias ao Minuto

 

esta segunda-feira (30) faz um ano que o cantor e compositor Belchior morreu, aos 70 anos. (Foto: Reuters)

Nesta segunda-feira (30) faz um ano que o cantor e compositor Belchior morreu, aos 70 anos. Antes disso, ele viveu isolado por uma década e seus discos permaneceram fora de catálo­go por pelo menos 20 anos.

 

 

Mas começam agora a surgir homenagens ao cantor e compositor cearense, como o boxe “Tudo Outra Vez”, que inclui seis discos de Belchior dos anos 1970 e 1980, em versão remasterizada.

 

 

Há ainda faixas-bônus e encartes especiais. “O boxe estava no meio da produção quando chegou a notícia da morte dele”, lembra o produ­tor musical Renato Vieira, idealizador do projeto, que já havia trabalhado no lançamento da caixa “Três Tons de Belchior”, criada para lembrar os 70 anos do cantor, completos no ano passado, um pouco antes de ele morrer.

 

O boxe, ainda à venda, reúne os CDs “Alucinação” (1976), “Melodrama” (1987) e “Elogio da Loucura” (1988). “Essa no­va caixa é praticamente um desdobramento desse outro lançamento. A grande novida­de é a versão original de ‘Como se Fosse Pecado’. Essa faixa era para ter entrado no disco ‘Co­ração Selvagem’, mas, na época, ela foi censurada pelo regime militar, como muitas outras naquele tempo.

 

Depois, Belchior até conseguiu gravá-la no disco seguinte, mas já não era a versão original”, diz. Com esses lançamentos, Belchior volta às prateleiras das lojas de discos e também estreia com algumas canções nas plataformas digitais. “É uma caixa que todo o mundo estava esperando, porque as capas foram restauradas exa­tamente como eram e a remasterização foi feita direto das fitas originais.

 

As faixas de todos os discos estão lá, salvo algumas faixas-bônus que incluímos, porque na mesma época ele também participou de álbuns de outros artistas”, diz Vieira.

 

Nem só fãs devem curtir a novidade. “Todo o mundo vai gostar, esses discos estão na memória afetiva de muita gente. Foram álbuns que venderam muito e todos têm hits. Meu pai tinha esses discos, eu cresci ouvindo essas músicas e acredito que muito mais gente passou por isso.

 

Mas para os fãs fervorosos será item de colecionador.” Cada encarte tem críticas musicais da época e trechos de entrevistas do próprio Belchior dando a sua visão sobre o disco. “Nos outros trabalhos que fiz, procurei o artista para fazer uma entre vista atual, mas o Belchior estava desaparecido e, logo depois, morreu”, lamenta.

 

CANÇÕES AINDA ATUAIS

 

Quem segue e admira o tra­balho de Belchior está come­morando o lançamento do bo­xe “Tudo Outra Vez”. O músico Ricardo Potí afirmou que a se­leção dos discos traduz bem o que foi a carreira do cantor e compositor.

 

“O álbum de 1974 mostra seu trabalho ao mun­do, chamando a atenção pelas melodias, o jeito descompas­ sado de cantar e seu flerte com a literatura. Já ‘Coração Selva­gem’ tem a música que mais me toca de Belchior: ‘Parale­las'”, destaca Potí.

 

A compositora Taciana Bar­ros diz que ainda aprende com Belchior, dia a dia. “Ele é um gênio que fala sobre o nordes­tino que vive em São Paulo, da luta diária pela sobrevivência, ou seja, ele ainda é atual.”

 

O produtor musical Renato Vieira lembra que Belchior ficou conhecido como Bob Dylan do Sertão, pela influência de Luiz Gonzaga em sua música. “Ele usou referências e criou uma identidade única.” Com informações da Folhapress.

Roberto Bolãnos ganhará série biográfica produzida pelo filho

Ei Nerd

 

Roberto Bolãnos, o Chaves (Foto: Divulgação)

Em entrevista para o jornal mexicano El Universal, o produtor Roberto Gómez Fernandéz afirmou que está planejando uma série biográfica sobre seu pai, Roberto Bolãnos, o eterno Chaves, que morreu em 2014 após uma parada cardíaca.

 

 

A ideia de Fernandéz é contar a história da vida de Bolãnos e como ele acabou criando personagens icônicos como o Chapolin.

 

“Me sinto bem com este projeto. Será uma grande responsabilidade, já que contará a história do meu pai. O primeiro passo foi acertar um acordo com os meus irmãos, pois trata-se de uma decisão coletiva e estamos começando a reunir informações”, disse Fernandéz ao jornal.

 

 

“É um processo de pesquisa e temos a vantagem de tê-lo em mãos. Uma vez reunida toda a informação, será decidido qual capítulo, episódio ou qual princípio da vida de Roberto Gómez Bolaños gostaríamos de discutir”, continuou o produtor.

 

Fernandéz também deixou em aberto a possibilidade de trabalhar com Florinda Meza, viúva de Bolãnos que viveu a personagem Dona Florinda em Chaves, apesar do fato de que ambos não têm um bom relacionamento, “Tudo o que possa somar será bom para contar a história”, completou. A série está sendo produzida pela emissora Televisa, que detém os direitos dos personagens criados por Bolãnos.

Corpo de Agildo Ribeiro será cremado na tarde deste domingo

Agência Brasil

 

 

O humorista Agildo Ribeiro, que morreu ontem (28), aos 86 anos (Foto: Divulgação)

O corpo do humorista Agildo Ribeiro, que morreu ontem (28), aos 86 anos, será velado hoje (29) no Cemitério Memorial do Carmo, no Caju, na zona portuária do Rio de Janeiro. O velório ocorre na Capela 1 até as 14h, depois até as 15h, no salão de cremação.

 

Agildo da Gama Barata Ribeiro Filho morreu em casa onde morava no Leblon, bairro da zona sul da capital fluminense, em consequência de problemas cardíacos, segundo a TV Globo, emissora para a qual trabalhava.

 

O humorista começou na televisão na década de 1960 e estrelou programas como Chico City, Satiricom, Planeta dos Homens, Estúdio A… Gildo, Escolinha do professor Raimundo e Zorra Total. Sua última atuação foi no show Tá no Ar: a TV na TV.

 

Ana Clara já é a 4ª ex-BBB mais seguida no Instagram

Notícias ao Minuto

 

A integrante da família Lima, Ana Clara, entrou para a lista dos 10 ex-BBBs mais seguidos do Instagram (Foto: Divulgação/Globo)

A integrante da família Lima, Ana Clara, entrou para a lista dos 10 ex-BBBs mais seguidos do Instagram, segundo informações do “Extra”.

 

 

Ela ocupa o quarto lugar, com 5,1 milhões de seguidores, e aparece atrás apenas da apresentadora Sabrina Sato, da atriz Grazi Massafera, e de Munik Nunes, a vencedora do BBB16.

 

 

Veja a lista:

 

1º lugar: Sabrina Sato, com 12,4 milhões

 

2º lugar: Grazi Massafera, com 11,9 milhões

 

3º lugar: Munik Nunes, campeã do “BBB 16”, com 5,5 milhões

 

4º lugar: Ana Clara, do “BBB 18”, com 5,1 milhões

 

5º lugar: Vivian, vice-campeã do “BBB 17”, com 4,4 milhões

 

6º lugar: Gleici, campeã do “BBB 18”, com 4,2 milhões

 

7º lugar: Emilly, campeã do “BBB 17”, com 3,6 milhões

 

8º lugar: Adriana Sant’anna, do “BBB 11”, com 3,5 milhão

 

9º lugar: Kaysar, do “BBB 18”, com 3 milhões

 

10º lugar: Ana Paula Renault, do “BBB 16”, com 2,7 milhões

Cineclube UFGD exibirá curtas de ficção e documentários de MS

Assessoria

 

Começa neste sábado (28) a exibição dos filmes de Mato Grosso do Sul premiados ano passado na 5ª Mostra de Audiovisual de Dourados (MAD). A sessão trará os curtas que conquistaram as três primeiras colocações nas categorias Ficção e Documentário e começa às 17h, na Unidade 1 da UFGD (Rua João Rosa Góes, 1761, Vila Progresso).

 

Essa é uma oportunidade para quem quiser ver ou rever os curtas apresentados na MAD de 2017 e fazer um “esquenta” para a MAD de 2018, que ocorrerá de 15 a 20 de maio, no Teatro Municipal. Também é uma chance de conhecer um pouco sobre a produção cinematográfica de Mato Grosso do Sul e de Dourados.

 

Os curtas que serão exibidos são: “O último”, de Steffany Aparecida Nataly de Souza Santos (1º lugar – ficção); “Vírus F-17 Capítulo I: O rei dos Derretz”, de Anderson Caires Campos (2º lugar– ficção); “Smile” (3º lugar– ficção), “Porto, maravilha pra quem?”, de Gabriela Cristina Maia Oliveira (1º lugar – Documentário), “Três gerações”, de Renata Meffe Franco (2º lugar– Documentário) e “Procuram-se bonecas negras”, de Marcio Matheus Carneiro Capetta (3º lugar– Documentário).

 

Já a sessão com os curtas das categorias Experimental/Arte, Trash, Videoclipe e Grande Prêmio MAD e os premiados em melhor direção, melhor roteiro, melhor fotografia, melhor montagem e melhor atuação serão exibidos em exibidos em 05 de maio.

 

INSCRIÇÕES

 

Todos os interessados podem participar das sessões do Cineclube UFGD que são abertas ao público. Somente aqueles que quiserem receber certificado de atividade de extensão precisam fazer a inscrição até 04 de maio, enviando nome completo e telefone para o e-mail cineclube@ufgd.edu.br. O certificado será emitido para quem participar das sessões de 05 de maio a 21 de julho, totalizando carga horária de 24 horas.

Curso de ‘palhaçaria’ será no dia 5 de maio em Dourados

João Pires

 

Acontece no dia 5 de maio, em Dourados, o curso de ‘palhaçaria, que tem como objetivo aprofundar a técnica e atuação de palhaço e ainda oportunizar a descoberta de novos elementos cômicos, principalmente em eventos voltados ao evangelismo cristão.

O curso será ministrado pelo ator Alexandre Penha, de Maringá (Foto: Divulgação)

 

A oficina será ministrada pelo ator Alexandre Penha, da Escola de Palhaço, com sede em Maringa (PR). O aprendizado tem como base a experiência de 15 anos em pesquisa e atuação, com foco na experimentação de diversas técnicas de grandes mestres palhaços.

 

Serão abordados temas como: “A Máscara do Palhaço”, “Caracterização: Figurino e Maquiagem individual”, “Identidade: Buscar pela personalidade cômica e nome artístico” e “Improvisação: Como atuar em diversos locais: hospitais, rua, teatro e outros espaços a partir dos jogos cênicos”.

 

O valor da inscrição é R$80,00, com vagas limitadas.

 

Mais informações no telefone: (67) 99201-1249 (com a Jeane) ou (67) 99803-8448 (Elisa)

 

 

 

 

ESCOLA DE PALHAÇO

 

A Escola de palhaço foi fundada em 2011 e desenvolve uma metodologia do estudo do palhaço para artistas e não artistas, para profissionais e voluntários. Atua no Brasil e exterior buscando uma democratização do saber da arte do palhaço, bem como, um aprofundamento no estudo de palhaços atuante em hospitais, asilos, escolas, rua, teatro, e etc.

 

Mais belos índios serão escolhidos no dia 30 em Dourados

Correio do Estado

 

Rafaela Dorneles é uma das candidatas ao título de Miss Indígena de Dourados (Foto: Associação de Jovens Indígenas)

A Associação de Jovens Indígenas de Dourados (AJI) realiza na próxima segunda-feira (30), no espaço de eventos da Escola Municipal Tengatui Marangatu, os mais belos representantes das etnias Guarani, Caiuá e Terena que vivem no município.

 

Os jovens entre 15 e 23 anos que se inscreveram no Concurso Miss e Mister Indígena de Dourados versão 2018 participaram de uma seletiva no dia 21 de abril, quando foram escolhidos os representantes de cada etnia e de cada escola das aldeias Jaguapiru, Bororo e Panambizinho.

 

O concurso, que acontece anualmente, conta com o apoio de toda a comunidade indígena, da Fundação Nacional do Índio (Funai), do Grupo Juntos Somos Fortes e do Grupo de Apoio aos Jovens Indígenas do Mato Grosso do Sul (GAPK).

 

Este ano, segundo os organizadores, o local do evento, que sempre foi no ginásio de esporte da Vila Olímpica, teve que ser mudado para a Escola Tengatui por causa da interdição do antigo local por questões de segurança.

 

Uma das candidatas ao título de mais bela indígena de Dourados é a estudante Rafaela Martins Dorneles. Pertencente a etnia Guarani, Rafaela tem 18 anos e pretende cursar Direito para atuar como promotora de Justiça.

 

“Temos que manter a nossa cultura viva para vencer os preconceitos e construirmos uma sociedade mais justa”, disse a candidata.

 

(( Matéria atualizada para correção de informação))

Ator Wagner Moura recusou papel em Mulher-Maravilha 2

Ei Nerd

 

Wagner Moura em cena de Narcos (Foto: Reprodução/Netflix)

O ator brasileiro Wagner Moura, famoso pelos filmes da série Tropa de Elite e pela série Narcos, da Netflix, por pouco não esteve no elenco de Mulher-Maravilha 2. O papel que Moura teria no filme não é conhecido, mas sabe-se que para seu lugar foi escolhido o ator Pedro Pascal, de Game of Thrones e também de Narcos.

 

O principal motivo de Moura ter recusado é o fato de estar trabalhando em Marighella, filme onde fará sua estreia na função de diretor. O longa irá retratar a vida do poeta e guerrilheiro Carlos Marighella, morto em 1969 enquanto lutava contra a ditadura militar no Brasil.

 

Pascal estará ao lado de Gal Gadot, que reprisa seu papel como a heroína da DC e Kristen Wiig, que viverá a vilã Mulher-Leopardo. Todos serão dirigidos por Patty Jenkins, que retorna para a sequência.

 

Mulher-Maravilha 2 tem previsão de estreia para novembro de 2019.

 

Sady Bianchin lança o livro “Tráficos Utópicos” em Campo Grande

Assessoria

 

Sady Bianchin, natural de Amambai (Foto - Divulgação)

 

O sul-mato-grossense Sady Bianchin, natural de Amambai/MS, vem do Rio de Janeiro, cidade onde reside desde 1977, a Campo Grande para lançar seu livro Tráficos Utópicos – Editora Mais Que Palavras – o evento acontecerá no Circo do Mato no próximo dia 05 de maio, às 20h, iniciando com uma performance artística do autor que também é diretor teatral.

 

Tráficos Utópicos, com capa do fotógrafo Pierre Crapez, apresenta uma safra de poemas inéditos nos quais o autor vem trabalhando há alguns anos, em que fala do ser humano em sua dimensão social, onde rememora também seu percurso de vida, as lutas por transformação em nosso país, sem deixar de confessar questões afetivas e com um espaço privilegiado para a metapoesia. Logo no texto de apresentação, Washington Quaquá Siqueira nos lembra o quanto Sady Bianchin sempre foi um personagem “onipresente” na cultura fluminense, seja com seus poemas, performances em saraus ou as peças teatrais que dirigiu.

 

Já o prefaciador Ivan Proença destaca que “O universo imagístico transita, ostensivo por comparações em seus jogos metafóricos ou em símiles em que comparante e comparado “se entendem” plenamente.” Além dos poemas inéditos, o autor nos brinda com uma biografia fotográfica de sua atuação no campo das Artes Cênicas, com dezenas de fotografias que ilustram suas 4 décadas dedicadas como autor, ator e diretor em peças teatrais, performances e no cinema. Tráficos Utópicos foi apresentado no Congresso Brasileiro de Poesia, em Bento Gonçalves, em Havana, Cuba, em Niterói e no Rio de Janeiro.

 

QUEM É?

 

Sady Bianchin é poeta, ator, jornalista, diretor teatral e sociólogo. Doutor em Teatro e Sociedade pela Università di Roma – Sapienza, Itália (sua tese de doutorado Teatro e Sociedade: Aspectos da cena, foi orientada pelo Prêmio Nobel Dario Fo); Mestre em Ciência da Arte – UFF; Pós-Graduado em Comunicação e Cultura – UFRJ; Bacharel em Ciências Sociais – UFF; Bacharel em Comunicação Social – FACHA.

 

Foi Consultor Cultural do Ministério da Cultura (2004-06); Coordenador de Projetos Especiais da Secretaria Estadual de Direitos Humanos do Governo do Estado do Rio de Janeiro (2007-08); Secretário de Cultura de Maricá, RJ (2009-10); Presidente do Conselho Municipal de Cultura de Niterói, RJ (2010-13).

 

Publicou 5 livros de poesia, entre eles: Nervo Exposto, Poesia no Sentido Litoral e Circo Armado. No Rio de Janeiro criou os projetos de poesia: Rio de Versos, Barca das Dez, Ponte de Versos e Fórum Poesia. Foi publicado em 7 países e participou de 11 antologias, entre elas:Poesia do Brasil, Poesia Brasileira Ontem e Hoje, Poesia Carioca – Ponte de Versos e Entre o Samba, o Fado e a Poesia.

 

Foi aluno de Jerzy Grotovski, tendo sido bolsista do Centro Experimental de Teatro de Pontedera, Itália, sob a direção de J. Grotovski; Integrou o Centro de Pesquisa Teatral – CPT, sob a direção de Antunes Filho; É diretor do grupo de teatro Grutacha há 20 anos; Criador do grupo multiarte Mymba Kuera.

 

Coordenador do Núcleo Artístico e Cultural – NAC e da Pós-graduação dos cursos de Gestão e Produção Cultural e de Teatro e Sociedade – Estudos do Espetáculo, na FACHA; Professor e coordenador do Curso de Fotografia na Estácio de Sá – UNESA.

 

Em 40 anos de teatro dirigiu e atuou em inúmeras peças, como: O Mambembe, Hamlet Imaginário, Édipo Rei, O Alienista, A Terceira Margem do Rio, Morte e Vida Severina, Rasga Coração, Espumas Flutuantes, Transgressões – o espetáculo, O Último Carro, Desafinando o Coro dos Contentes e Navalha na Carne, dentre outras.

 

Participou de 13 filmes, com destaque para Como Ser Solteiro no Rio de Janeiro (dir. Rosana Swartman), América Roteiro da Paixão(dir. Luiz Martínez), Os Tambores (dir. Sady Bianchin), Terra Guarany (dir. Marcos Yokavski), Castro Alves: 150 anos (dir. Nelson Pereira dos Santos).

 

Recebeu os prêmios: Mambembe (melhor ator); Festival de Teatro de Canela, RS (melhor ator – 1991); Festival de Monólogos de Teresina, PI (melhor diretor – 2001); Festival de Teatro do Rio (melhor diretor – 1995); Rio Versos Niterói, RJ (diretor de teatro – 2006); Troféu Maysa – Maricá, RJ (artista multiarte – 2009).