quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

‘Chaves’ e ‘Chapolin’ estreiam em maio no Multishow com mais de 100 episódios inéditos

G1

 

Chaves (Roberto Bolaños) posa ao lado dos personagens Jaiminho (Raúl Padilla), Dona Clotilde (Angelines Fernández), Chiquinha (Maria Antonieta de Las Nieves), Professor Girafales (Rubén Aguirre) e Dona Florinda (Florinda Meza) (Foto: Divulgação/SBT)

 

Os programas “Chaves” e “Chapolin” vão estrear em 21 de maio no Multishow com mais de 100 episódios inéditos, anunciou o canal de TV por assinatura. A exibição dos mais de 500 episódios dos dois programas vai acontecer em horário nobre, segundo o Multishow.

 

O canal anunciou a compra dos direitos de transmissão de “Chaves” e “Chapolin” em janeiro.

 

“Chaves” foi o programa mais visto da televisão mexicana e foi dublado em 50 idiomas, segundo a Televisa. No Brasil, é exibido há mais de 33 anos pelo SBT e também já fez parte da programação do Cartoon Network, da TV paga.

 

Ele era um dos personagens e segmentos do programa “Chespirito” que começou a ser exibido no México em 1971. O primeiro capítulo de “El Chavo del Ocho” (como era conhecido o personagem nos outros países de língua espanhola) foi transmitido em 20 de junho de 1971.

 

Transmitido na China, Japão e Europa

 

O sucesso das histórias do menino sardento de 8 anos que vive dentro de um barril foi tanto que seu programa era transmitido para quase todos os países da América Latina já em 1973. Chaves foi transmitido também na Tailândia, China, Japão e Grécia.

 

A série foi produzida originalmente entre 1971 e 1980, como programa independente, e entre 1980 e 1992 como esquete do programa de variedades “Chespirito”, que Bolaños estrelou na rede de TV Televisa. Foram mais de 300 episódios, segundo a rede Televisa.

 

Dono de frases antológicas como “ninguém tem paciência comigo” e “não contavam com a minha astúcia”, que marcaram gerações de fãs em toda a América Latina, Roberto Gómez Bolaños, criador dos seriados “Chaves” e “Chapolin”, morreu em 2014.

Miss Dourados acontecerá em maio e está com inscrições abertas

Assessoria

 

Divulgação

 

Após o sucesso do Miss Campo Grande 2018, a coordenação da fase estadual anunciou que em maio acontecerá durante evento de gala a edição 2018 do concurso Miss Dourados. O evento será realizado no espaço de eventos Maria Júlia, que é um dos melhores espaços de Dourados.

 

O evento tem numero limitado de 15 candidatas por categoria, sendo para candidatas e candidatos a partir de 02 anos, até 35 anos. As categorias são; Miss Baby, Mini Miss, Miss Infantil, Miss & Mister Teen, Miss & Mister Oficial, Miss Queen e Miss Plus Size, divididos pelas respectivas idades.

 

As inscrições são feitas exclusivamente via WhatsApp pelo numero 015 67 9 9641 7783

 

“Esta edição teremos diversas novidades, como a aula de marketing pessoal e aula de modelo fotográfica, onde vamos explicar sobre as táticas e formas de tornar um trabalho de imagem mais produtivo em suas redes sociais. E de praxe as aulas de postura, passarela e andamento.” Disse o coordenador Angelo Mariano.

 

Projeto Miss Pelo Bem

 

Mariano ainda destacou o projeto MISS PELO BEM, que vem se destacando em todo estado, e recentemente foi apresentando no programa Balanço Geral da Tv Record MS “No Miss Dourados vamos aplicar uma nova plataforma de trabalho, onde nossas candidatas e candidatos farão parte do projeto MISS PELO BEM, mostrando a importância de trabalho social em prol a instituições e pessoas carentes. Atualmente nosso time já ajuda a casa de idosos da cidade e um abrigo para dependentes químicos. A ideia é aumentar esse projeto e poder ajudar mais pessoas.”

 

O concurso acontece em maio e as inscrições podem ser feitas até dia dez de março exclusivamente via WhatsApp 015 67 9 9641 7783 – Informações também podem ser encontradas pela página do evento no FaceBook www.facebook.com/missemisterdourados

Abertura da Flip terá encontro de artistas

AE

 

Por Maria Fernanda Rodrigues

 

 

Fernanda Montenegro (Foto: Alexandre Sant'anna )

A atriz Fernanda Montenegro, 88 anos, e a maestrina Jocy de Oliveira, 81 anos, foram as escolhidas para fazer a abertura da Festa Literária Internacional de Paraty (25 a 29 de julho).

 

Contemporâneas de Hilda Hilst (1930-2004), a escritora homenageada desta edição da Flip, elas devem falar da admiração pelo trabalho da poeta ao mesmo tempo em que serão homenageadas pelo evento. As duas têm mais de meio século de palco – Fernanda é uma das principais atrizes brasileiras e Jocy é pioneira da música de vanguarda eletroacústica e da ópera multimídia.

 

“Hilda Hilst reclamava homenagens em vida – queria ser prestigiada enquanto estivesse aqui – e brincava dizendo que seria homenageada depois de morta. É isso que temos de fazer com nossos autores e autoras em atividade, e são duas mulheres admiráveis”, diz a curadora Josélia Aguilar.

 

Assim como foi em 2017 na Flip de Lima Barreto, a abertura será mais artística – e não com conferência sobre o autor homenageado, como era no início -, explica a curadora, que não dá mais detalhes sobre o evento. No ano passado, o ator Lázaro Ramos leu trechos de livros de Lima enquanto a antropóloga, historiadora e biógrafa do escritor, Lilia Schwarcz, falou sobre ele.

 

As duas convidadas vão lançar livros na Flip. Jocy, vencedora do Jabuti em 2015 por Diálogo com Cartas, apresenta, em Paraty, Leituras de Jocy – reunião de textos sobre sua obra a ser lançada pela Sesi-SP Editora.

 

Já Fernanda Montenegro lança sua fotobiografia pelas Edições Sesc e, pela Companhia das Letras, ainda a confirmar se na Flip, Meus Papéis, livro de memórias escrito com a jornalista e dramaturga Marta Góes.

 

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Crueldade de Sophia mãos de tesoura mantém pancadão da novela

VEJA

 

Em 'O Outro Lado do Paraíso', Sophia dá golpe em Rato, o terceiro assassinado a tesourada pela megera, que já mandou para o beleleu Laerte (Raphael Viana) e Vanessa (Fernanda Nizzato) (Foto: Reprodução/TV Globo)

Sophia está se consolidando mesmo como meme. O terceiro assassinato da vilã-mor de O Outro Lado do Paraíso a tesouradas – nesta segunda-feira, ela mandou o capanga Rato (Cesar Ferrario) para o além – inundou as redes sociais de montagens em que Edward Mãos de Tesoura, o estranho personagem vivido por Johnny Depp no filme de Tom Burton, ganha o rosto da megera interpretada por Marieta Severo. Apesar das risadas da plateia, a cena foi pesada, com requintes de crueldade, e manteve a tensão que vem deixando espectadores colados à TV no horário da novela de Walcyr Carrasco.

 

Na semana passada, com o desfecho do caso do delegado pedófilo, Vinicius (Flavio Tolezani), condenado no tribunal e assassinado na prisão, o folhetim das 9 da Globo recorde semanal na Grande São Paulo, com 42 pontos de média por capítulo, segundo o Ibope. O índice é 11 pontos percentuais maior que o da semana de estreia da trama. No Rio, a média alcançou dois pontos a mais: 44.

 

Não tem dia fácil em O Outro Lado do Paraíso. A cada episódio, alguém encara a escuridão do mundo. Nos últimos capítulos, Livia (Grazi Massafera) descobriu que não é filha de Sophia, que a adotou a contragosto, por decisão do marido, e que sequer tem o afeto dela.

 

Nesta segunda-feira, quando pensava que iria mudar de vida, Rato foi enganado pela patroa. Pediu a ela dinheiro para silenciar sobre todos os crimes que cometeu sob as suas ordens e sobre tudo o que testemunhou, dinheiro que usaria para comprar uma fazenda para viver ao lado de Leandra (Mayana Neiva), que será acusada pelo seu desaparecimento. Sophia prometeu uma grande quantia. Ofereceu uma carona a Rato até a capital, Palmas, onde sacariam a bolada em uma agência bancária, mas, no meio do caminho por uma estrada deserta, inventou um prego no pneu para que Rato saltasse e colocasse a cabeça sob o carro, quando foi atacado a tesouradas.

 

Sophia, cheia de energia depois de golpear o capataz, ainda teve força para cavar uma sepultura, jogá-lo lá dentro e enterrá-lo. Exceto pela mão direita, que erguida, fora da cova.

Brendan Fraser, de ‘A Múmia’, entrou em depressão após assédio

VEJA

 

O ator Brendan Fraser (Foto:Rich Fury/Getty Images)

O ator Brendan Fraser revelou em entrevista que foi assediado sexualmente em 2003, pelo então presidente da Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (organização responsável pelo Globo de Ouro), Philip Berk. A revelação foi feita em entrevista à revista americana GQ. O ator, que fez sucesso no anos 1990, acredita que o episódio atrapalhou sua carreira, já que ele ficou depressivo e teria entrado para uma “lista negra” de Hollywood. Fraser fez filmes como George: O Rei da Floresta (1997) e A Múmia (1999), que ganhou duas sequências, O Retorno da Múmia (2001) e A Múmia: Tumba do Imperador Dragão (2008).

 

Segundo Fraser, Berk o tocou de maneira inapropriada. “Eu me senti nauseado. Como uma criança, com um nó na garganta.” O ex-presidente, contudo, afirma que apertou as nádegas do ator como uma “brincadeira”. Na época, Fraser solicitou à associação um pedido de desculpas por escrito, o que foi feito, com a garantia de que Berk e o ator não se encontrariam novamente.

 

“Eu entrei em depressão”, contou Fraser. “Eu me culpava e me sentia miserável, pois pensava: ‘Não foi nada, esse cara só encostou em mim. Mas, em minha mente, eu sabia que algo tinha sido tirado de mim.” Fraser ainda conta que, após o ocorrido, mal foi convidado para outras edições do Globo de Ouro.

Condenação de pedófilo dá recorde a ‘O Outro Lado do Paraíso’

VEJA

 

 

Vinícius (Flavio Tolezani) no julgamento por pedofilia, em 'O Outro Lado do Paraíso' (Foto:Divulgação/TV Globo)

Apesar do texto didático — de um didatismo que fez lembrar um certo desenho infantil –, o capítulo desta terça-feira de O Outro Lado do Paraíso registrou o recorde de audiência da novela desde a estreia. O episódio que levou à condenação do corrupto delegado Vinícius (Flavio Tolezani) por pedofilia marcou 46 pontos em São Paulo. A melhor marca da trama na cidade, segundo o Ibope, era de 44 pontos, registrados em 29 de janeiro, com a morte do vilão Natanael (Juca de Oliveira).

 

No Rio, o índice foi ainda maior: 48 pontos, também dois acima do recorde anterior na cidade, de 46, número alcançado nos dias 23 de janeiro e 19 de fevereiro.

Bruna Marquezine usou calça de R$ 7 mil no Desfile das Campeãs

VEJA

 

Bruna Marquezine durante camarote no desfile das campeãs do Carnaval do Rio de Janeiro (Foto: AgNews)

 

Encerrando as comemorações de Carnaval, Bruna Marquezine compareceu ao Desfile das Campeãs, na Sapucaí, no Rio de Janeiro, no último sábado, 17. A atriz curtiu a noite no “Nosso Camarote”, a convite de uma marca de roupa que ela anuncia nas redes sociais.

 

Bruna apostou em um body transparente da marca para a festa, customizado exclusivamente. Bruna também optou por uma calça legging de paetês, da grife Gucci, para compor a sua produção. A peça custa cerca de 7 000 reais no Brasil.

 

Para finalizar, argolas grandes e o penteado de cabelo meio preso deram um toque divertido no visual.

Com discurso de vítima de bullying, ‘The Voice Kids’ bate recorde

VEJA

Matheus Loubet sofreu bullying antes do 'The Voice Kids' (Foto: Reprodução/TV Globo)

O primeiro dia de batalhas do The Voice Kids 2018 deixou muita gente emocionada. Jurados e espectadores se encantam com a voz das crianças, mas vê-los em processo de eliminação não é fácil para ninguém, principalmente para os candidatos. Durante o programa deste domingo, o participante Matheus Loubet, de 11 anos, foi responsável por emocionar a todos, após sua eliminação — e contribuiu para o recorde do programa, que pegou uma audiência aquecida do humorístico Escolinha do Professor Raimundo e chegou a 21 pontos no Ibope, melhor índice das suas três temporadas em São Paulo.

 

O menino de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, foi eliminado após Carlinhos Brown escolher o candidato Daniel Arthur. No entanto, seu discurso não foi de tristeza e sim de agradecimento.

 

“Eu só tenho aagradecer por eu estar aqui. Eu queria agradecer a tudo, aos meus amigos, meus familiares, você e principalmente a oportunidade que o programa me deu de participar, de fazer novos amigos, de cantar. E poder lidar com bullying e essas coisas, que é uma coisa que eu sofri e sofro até hoje”, desabafou.

Ex-BBB vai a Portugal com suposto namorado, deputado de 75 anos

Notícias ao Minuto

 

 

Depois de brincarem juntos o carnaval no Recife, eles passaram alguns dias em Portugal. (Foto: Reprodução)

Ao que tudo indica, apesar de não falarem sobre o assunto, a ex-bbb Maria Melilo e o deputado estadual por Pernambuco, Jarbas Vasconcelos, estão mesmo juntos. Depois de brincarem juntos o carnaval no Recife, eles passaram alguns dias em Portugal. A idade não parece ser um problema para o ‘casal’. Ela tem 34 anos e o parlamentar, 75 anos.

 

 

Maria e Jarbas evitaram ser fotografados juntos na viagem, ao contrário do que ocorreu no baile de carnaval que foram, na capital pernambucana o ‘Siri na Lata’. Nas fotos publicaas em seu perfil no Instagram, apenas ela aparece em alguns pontos turísticos de Lisboa.

 

 

Segundo o ‘Extra’, após a viagem, ela postou sua chegada ao Rio para assistir ao desfile das campeãs neste sábado (17). Maria está hospedada no Hotel Fasano, em Ipanema, na Zona Sul da cidade.

 

 

Em Portugal o casal se hospedou no Hotel Tivoli, no centro da capital portuguesa, cujas diárias custam R$ 800, e almoçaram no Restaurante Pinóquio, o preferido do político em Lisboa.

Cachê de MC Loma sobe 20 vezes depois do hit ‘Envolvimento’

VEJA

MC Loma e as Gêmeas Lacração, donas do hit 'Envolvimento' (Foto: Reprodução/Instagram)

Além de desbancar Vai Malandra, de Anitta, do primeiro lugar na lista Top 50 Brasil do Spotify, Mc Loma e as Gêmeas Lacração começam a ver o retorno do sucesso também em dinheiro.

 

O cachê para o show do trio subiu para 10 000 reais, valor quase 20 vezes maior do que o cobrado no início do ano, quando os contratos eram fechados de forma amadora, pela família. Até agora, são 40 shows marcados para as próximas semanas.

 

Para manter a popularidade, as artistas pretendem lançar um clipe por semana. O próximo sai amanhã, sexta-feira, pelo novo canal do YouTube Start World, da empresa de agenciamento de shows com quem as meninas fecharam contrato.

Mais de 80 pilotos vão tremer o chão de Dourados no ‘Rachão 2k18’

Assessoria

 

Evento automobilístico vai mostrar quem é o rei das pistas (Foto - Divulgação)

Acontece na cidade de Dourados (230 km de Campo Grande) o ‘Rachão 2K18’, um evento para quem gosta de aventura em quatro rodas. Mais de 80 carros já estão inscritos para o embate que ocorre neste domingo (18) no Parque de Exposições João Humberto de Carvalho, a partir das 9h.

 

Além do impacto nas pistas o evento automobilístico também mostra uma força social, pois fará arrecadação de alimentos que serão entregues à Casa de Reabilitação ‘Novo Olhar’.

 

De acordo o organizador Cezar de Leon o rachão oferecerá três premiações e um sorteio de uma televisão de 42 polegadas. “Como esse ano será em um local novo no ‘Parque de Exposições de Dourados’ contará com uma pista de 201 metros e 80 pilotos participantes e por isso a nossa expectativa de público é de aproximadamente 4.000 pessoas,”, explicou Leon

 

A caravana Mato-grossense MotorBull também está apoiando o evento, José Flávio , representante da marca destacou a importância de incentivar em ações esportivas como esta, principalmente agregada uma ideia social.

 

“Apoiar um evento como este significa reconhecer um projeto que tem a qualidade, a praticas esportivas que acabam unindo pessoas e principalmente neste caso, onde parte da verba é destinada a ações sociais da cidade”, enfatizou o representante de produtos automotivos.

 

Flávio disse que fará uma demonstração de um dos veículos MotorBull, que surpreendentemente anda sem óleo no motor. “Vamos fazer uma grande carreata, convidando as pessoas a participarem do ‘Rachão 2k18’ ” , pontuou.

 

Para agitar o evento, os organizadores convidaram o locutor Jackson de Balneário Camburiú, mas de 80 carros já confirmaram participação nas arrancadas. O valor do ingresso é de R$ 20,00 e mais um quilo de alimento não perecível. Crianças com menos de 10 anos de idade não pagam a entrada.

Ed Sheeran pode tocar no casamento do príncipe Harry

VEJA

 

Ed Sheeran se apresenta na Jeunesse Arena na Barra da Tijuca no RIo (Foto: Marcello Sa Barretto/AgNews)

O príncipe Harry pediu pessoalmente ao cantor Ed Sheeran para tocar no seu casamento com a atriz americana Meghan Markle, marcado para 19 de maio.

 

De acordo com a revista americana Us Weekly, Sheeran é o cantor preferido do casal e a proximidade dele com a família real pode ajudar. Além disso, o cantor já demonstrou interesse em tocar no casamento, ao ser ordenado cavaleiro, em dezembro de 2017. “Sim, por que não?”, disse Sheeran à imprensa no dia da cerimônia.

 

Não seria algo inédito um artista pop tocar em um casamento da família real britânica. Na cerimônia do irmão, o príncipe William, com Kate Middleton, a cantora Ellie Goulding se apresentou na parte reservada aos familiares — e cantou a música da primeira dança do casal.

 

 

 

Campeã do carnaval do RJ será conhecida nesta quarta-feira

Notícias ao Minuto

 

 

O critério de desempate das escolas só será conhecido nesta quarta.(Foto:Gabriel Monteiro | Riotur)

Ao todo, são 13 as agremiações que disputaram na Avenida da Marquês de Sapucaí o título de campeã do carnaval 2018.

 

Relembre os temas de cada escola de samba:

 

Império Serrano – homenageou a China e lembrou o sambista Arlindo Cruz

 

São Clemente – inspirada nas obras de grandes mestres da arte brasileira que tem ligação com a escola. O enredo lembrou o incêndio que destruiu parte da estrutura da Escola de Belas Artes em fevereiro de 2016.

 

Vila Isabel – com visual futurista, o enredo “Corra que o futuro vem aí” falou sobre o passado, desde a descoberta do fogo aos biocombustíveis até uma reflexão final sobre os caminhos da ciência.

 

Paraíso do Tuiuti – a escola apresentou uma crítica à atual situação política do país e à reforma trabalhista. Com o enredo “Meu Deus, meu Deus, está extinta a escravidão?”, a Paraíso do Tuiuti desfilou com um “presidente vampiro” e “fantoches de pato amarelo”.

 

Grande Rio – uma homenagem ao Chacrinha em tom irreverente. O último carro quebrou na concentração, a 500 metros da entrada da Marques de Sapucaí, e atrasou o desfile.

 

Mangueira – “Com dinheiro ou sem dinheiro eu brinco” era o enredo da escola que fez questão de contar a história do carnaval no Rio, com foco na base popular e na festa de rua sem objetivo comercial.

 

Mocidade Independente de Padre Miguel – falando das semelhanças entre as culturas brasileira e indiana, a escola apresentou o enredo “Namastê… A estrela que habita em mim saúda a que existe em você”.

 

Unidos da Tijuca – a escola homenageou o ator, diretor e escritor Miguel Falabella, apresentando o enredo “Um coração urbano: Miguel, o arcanjo das artes, saúda o povo e pede passagem”.

 

Portela – uma das campeãs de 2017, junto com a Mocidade, a Portela apresentou um enredo sobre os refugiados.

 

União da Ilha do Governador – o enredo “Brasil bom de boca” trouxe para a avenida os sabores brasileiros, cores, ingredientes e até aroma da culinária brasileira.

 

Acadêmicos do Salgueiro – inspirada em um enredo que homenageou Xica da Silva, há 55 anos, a escola fez um tributo às mulheres negras, cantando as “Senhoras do ventre do mundo”.

 

Imperatriz Leopoldinense – uma mistura entre realeza e ciência, a escola apresentou um desfile sobre os 200 anos do Museu Nacional, que fica na Quinta da Boa Vista e também foi palácio da família real.

 

Beija-Flor de Nilópolis – um paralelo entre o romance “Frankenstein” e mazelas sociais brasileiras fez com que a escola trouxesse para a avenida a corrupção, desigualdade, violência e intolerâncias de gênero, racial, religiosa e até esportiva.

“O gospel mudou”, diz pr. Manga em Dourados

João Pires

 

Primeiro vocalista da banda gospel Oficina G-3, pastor Luciano Manga, 56 anos, falou com exclusividade ao Estado Notícias nesta segunda-feira (12) pela manhã, no Alphonsus Hotel, onde esteve hospedado durante o final de semana, período em que participou do Congresso de Carnaval na IPI (Igreja Presbiteriana Independente), em Dourados. Na entrevista, ele relata experiencias em que vivenciou na banda e no mundo gospel e ainda sobre o quadro político atualConfira:

 

Reprodução/Instagran

EN – Como surgiu o apelido ‘Manga’?

 

MANGA – Minha mãe me vestiu com a manga da camisa maior do que todas as camisas das outras crianças. Então um ‘gaiato’ olhou e disse: “olha a manga desse moleque”. Dai pegou… Dizem que seria bulling se fosse hoje [risos]

 

EN- Hoje você faz parte do Vineyard. O que mais te chamou atenção neste ministério?

 

MANGA – Eu conheci o movimento do Vineyard em 1998. Foi através de amigos norte americanos que tinham a ideia de implantar a igreja no Brasil e me envolvi com este projeto. Na verdade o que mais me chamou atenção do ministério Vineyard no Brasil foram as canções, que se tornaram muito mais conhecidas até hoje do que as igrejas da Vineyard, principalmente no aspecto da adoração. Isto é fruto de relacionamento, onde me envolvi fui convidado à implantar igrejas no Rio de Janeiro e é o que venho fazendo desde então.

 

EN – Já esteve em Dourados outras vezes?

 

MANGA – Se não me engano já é quarta vez que estive aqui em Dourados. Também já fizemos show com Oficina G3 em Campo Grande e Naviraí. Já em 1996 a banda veio em Dourados e por alguma questão eu não pude vir.

 

EN- Qual a sua impressão da cidade?

 

MANGA – Dourados é uma cidade extremamente hospitaleira, as pessoas são agradáveis e gentis. E vocês comem para caramba! [risos] Aqui eu vi a picanha mais bonita da minha vida [risos].

 

EN – Gostou do nosso tereré?

 

MANGA – Gostei muito do tereré. Ainda mais que fizeram um tereré pra mim sofisticado, com gengibre e limão.

 

EN- O que motivou sua saída da Oficina G-3?

 

MANGA – Na época eu estava pastoreando no Rio de Janeiro e eles (integrantes da banda) em São Paulo e neste período fui enviado ao RJ para implantar igrejas. Daí ficou difícil para conciliar na questão de pastorear, aconselhar pessoas, fora outros compromissos que eu tinha com a igreja e ainda conciliar os ensaios, pois eu tinha que ir em São Paulo para ensaiar. Isso ficou muito pesado, a logística ficou muito complicada. Então eu disse para eles: “não vai dar”. Na época também existia uma certa pressão da denominação para o projeto que estava acontencendo no RJ e tinha que ter uma dedicação maior. Não tinha realmente condições de fazer as duas coisas. Ficou inviável.

 

EN – Foi difícil essa ruptura com a banda?

 

MANGA – Foi muito difícil, pois era algo que eu gostava demais e também foi no período que a Oficina estava vivendo seu melhor momento. Tinha acabado de lançar o CD “Indiferença” e a gente ainda estava fazendo as canções que para mim foi o melhor trabalho da Oficina G-3. E também estavamos na iminência de gravar um novo CD. Então você imagina não poder participar daquilo que a gente pensou junto…

 

Pastor Luciano Manga falou com exclusividade ao Estado Notícias (Foto - Maurício Lemes)

 

EN- O que fica desta época de Oficina G-3?

 

MANGA- Fica a amizade e fica as lembranças da diversão, pois eu me diverti muito… Como eu me diverti, meu Deus! A gente ria o tempo todo e satirizava o outro o tempo todo. Qualquer coisa que um fazia já era motivo da gente satirizar. Era uma família, um momento muito importante na minha vida. Agora fica a lembrança também dos eventos, dos lugares que acabaram se tornando muito significativos e que marcaram muito a nossa presença e aquilo que aconteceu ali.

 

EN- Por exemplo?

 

MANGA – Tinha um evento que era feito na cidade de Vitória em uma rua chamada Rua da Lama, que eram eventos de rock roll, porém, não evangélicos. E nos convidaram para tocar neste evento, onde diria que 90% das pessoas não eram evangélicas. Então, eu diria que foi um marco! A Oficina tinha um marco, pois nós tocávamos e parávamos para transmitir a mensagem do evangelho e, era nesse momento que as pessoas eram tocadas, nós oravamos com as pessoas e, lógico, tem a ação sobrenatural de Deus e vidas foram realmente tocadas. Nós tivemos muitos testemunhos e muitas respostas extremamente positivas deste evento da Rua da Lama, que não era um evento de cunho evangélico. Me marcou bastante.

 

EN – Por falar em eventos, em seu livro você relata um dos principais eventos evangelísticos da década de 90, o “SOS da Vida”, promovido pela igreja Renascer em Cristo, onde reunia mais de 120 mil pessoas, como exemplo em 1994, no estádio Pacaembú, em SP. Daquela época para cá, o que mudou?

 

MANGA- Eu acho que mudou a proposta ministerial. As pessoas faziam eventos por uma questão mesmo de proclamação do evangelho. E o SOS da Vida tinha essa propósta de proclamar o evangelho.

 

EN – O público mudou ou o gospel mudou?

Manga participou do Congresso de Carnaval,neste final de semana na IPI de Dourados (Foto: Reprodução/Instagran)

 

MANGA – Eu acho que o gospel mudou. As pessoas deveriam entender que existe uma ferramenta que Deus nos deu que é a música! E você pode usá-la em prol da evangelização. Também é preciso saber como usa-lá e pensar em novas estratégias de como fazer que esta música alcance o coração de quem não conhece o evangelho. É por ai…

 

EN – Em que o casal Hernandes, líderes da igreja Renascer em Cristo acertou?

 

MANGA – Eles acertaram no foco, no comprometimento e na missão. Havia sim um desejo estrondoso de proclamar o evangelho, de trazer novas propostas e quebrar alguns paradigmas, que na verdade eram regras meramente humanas que não levavam as pessoas a lugar nenhum. Então estes tabus de uma certa forma foram quebrados. Daí sim tem o seu valor a Renascer.

 

EN- E onde foi que errou?

 

MANGA – Eu acredito que a Renascer foi crescendo e desfocou um pouco desta proposta, abrançando umas outras propostas teológicas, quem sabe a da “prosperidade” que hoje tem uma enfase muito forte em algumas denominações e, lógico, você vai para outro foco e você vai trabalhar tentando atingir um outro público. Essa é minha reflexão.

 

EN – Muitas bandas daquela época sairam do cenário da música gospel e outras simplesmente acabaram. Isso se deve a que?

 

MANGA – Para você dar continuidade é muito difícil. As pessoas vão se casando, tendo filhos, envelhecendo… Daí tem o momento que você tem que fazer um projeto de vida: “Eu quero viver de música o resto da vida?”. Pois muitas vezes você não tem tempo para estudar e para pensar em uma outra profissão. Por isso que alguns integrantes vão assumindo um outro lado e buscando uma outra função profissional para não viver só de música. Eu acabo vendo que algumas bandas vão terminando por causa disso, naturalmente.

 

EN – Incluindo a Oficina G-3?

 

MANGA – Já a Oficina esta completando agora 30 anos né. Então eles vão fazer um período sabático para eles refletirem o que irão fazer. Eu acho que tem a ver com isso. E agora?…. Você tem que olhar para frente, eles vão viver mais 20 anos juntos? A idade chegando, os filhos crescendo, alguns tentando uma Universidade, como que fica isso?.

 

EN – A amizade com os integrantes da banda continua?

 

MANGA – Nós tivemos um encontro em dezembro de 2017, que foi esta despedida do Oficina G-3, onde reuniu todo mundo. Foi memorável, marcante. Nos reecontrarmos novamente, incluindo musicos que fizeram parte da Oficina, bateristas, guitarristas… Veio o Luff, que é o Luís Fernando que está morando na Califórnia, o Valtão veio, o Tulio Regis…

 

Pr. Luciano Manga (Foto - Maurício Lemes)

 

EN – Sobre a IPI de Dourados, gostou do final de semana com a igreja?

 

MANGA – Gostei muito! Achei uma igreja com uma visão muito conteporânea, acolhedora e que está se preocupando com famílias, adolescentes e jovens. Se tem um grupo que a gente tem que ter um olhar muito carinhoso e preocupante são com os adolescentes. Acho que a gente tem que investir muito, pois são eles que vão dar continuidade. Tem que ter uma enfase forte neste seguimento.

 

EN – O Brasil vai dar certo?

 

MANGA – Esta é pergunta que não é dificil responder, até mesmo porque existem muitos pré-candidatos por ai. Mas eu tenho dificuldade de ver um candidato hoje apropriado para o momento brasileiro. Porém, há muitos candidatos que ainda não mostraram a sua cara né. Recentemente vimos ai a questão do Luciano Hulk, que não tem nada no aspecto político, onde temos um personagem diferente. Você vai ter o Bolsonaro que é uma outra proposta diferenciada desde então. Você pode ter o Fernando Collor retornando. Pode ter o Lula. Pode vir uma Marina e também pode vir um Ciro Gomes, que no quesito vida política eu diria que é um camarada que tem know how. Ele foi governador do Ceará e vejo nele alguém que tem bagagem política.

 

EN – Quais nomes ainda poderiam surgir?

 

MANGA – Outros nomes, como o Alckmin, quem sabe… Então, essa febre de Bolsonaro na hora que aparecer os nomes isso pode diminuir. Essa febre pode passar!

 

ASSISTA:

 

Império Serrano faz homenagem a Arlindo Cruz

VEJA

 

 

Regina Casé participa de ala em homenagem ao cantor Arlindo Cruz, durante o desfile da Império Serrano no Sambódromo da Marquês de Sapucaí (Foto: André Freitas/AgNews)

De volta à elite do Carnaval do Rio de Janeiro depois de oito anos, a Império Serrano desfilou na Sapucaí na noite deste domingo e fez uma bonita homenagem a um de seus torcedores mais ilustres, o sambista Arlindo Cruz. Se recuperando de um acidente vascular cerebral (AVC) sofrido há quase um ano, Arlindo não pôde estar na avenida, mas foi lembrado no desfile de retorno da agremiação.

 

“Esse samba é para ele”, falou, muito emocionado, o filho Arlindinho, um dos compositores do samba-enredo da Império, à TV Globo. “É muito difícil desfilar na escola sem o meu pai, mas a gente vai lutar muito, a gente vai chegar lá. Vamos embora, Império. Vamos embora, pai. Vamos lutar.”

 

 

A mulher de Arlindo, Babi Cruz, também participou do desfile, e a filha do sambista, Flora Cruz, foi a terceira porta-bandeira da escola.

 

Ala especial

Amigos do sambista integraram uma ala especial em homenagem a Arlindo. Antes mesmo da comissão de frente, o grupo de 270 pessoas – que incluía a cantora Maria Rita e a apresentadora Regina Casé – cruzou a Sapucaí, vestindo calça branca e uma camiseta com a foto de Arlindo e a frase “O show tem que continuar”.