segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Após recesso, Câmara de Dourados retorna atendimento ao público hoje

Assessoria CMD

 

A Câmara Municipal de Dourados reabre ao público a partir de hoje (7), após recesso legislativo, acompanhando calendário municipal. O atendimento acontece de segunda a sexta-feira, das 7h às 13h.

 

No mês de janeiro não haverá trabalhos legislativos, como sessões ordinárias, retornando apenas na primeira semana de fevereiro, porém os gabinetes dos vereadores realizam atendimento normal durante este período.

 

Durante o biênio 2019/2020 o vereador Alan Guedes (DEM) presidirá a Mesa Diretora da Casa Leis, acompanhado de Elias Ishy (PT), Sergio Nogueira (PSDB) e Daniela Hall (PSD) que assumem as vagas de vice-presidente, 1º secretário e 2º secretário, respectivamente.

 

Balanço

 

A Casa de Leis encerrou o ano de 2018 com muito trabalho, contabilizando 44 sessões ordinárias e 12 extraordinárias, onde os vereadores votaram, segundo dados da secretaria administrativa da Casa de Leis, 134 projetos de lei ordinária, 28 projetos de lei complementar, 73 projeto de decreto legislativo e seis projetos de resolução.

 

Ainda foram apresentados, durante as sessões, 629 requerimentos e 2587 indicações, além de serem conferidas 268 moções e expedidos 912 ofícios. Os vereadores ainda realizaram 12 audiências públicas durante o ano.

Governo Bolsonaro cogita anular atos de demarcações dos últimos 10 anos

Campo Grande News

 

Indígenas de Caarapó lutam por demarcação de terra (Foto: Helio de Freitas/Arquivo)

O governo federal defende uma revisão dos processos de demarcações de terras indígenas, titulações das áreas quilombolas e desapropriações para a reforma agrária feitas nos últimos dez anos. A informação foi dada pelo secretário especial de Assuntos Fundiários e líder ruralista, Luiz Nabhan Garcia, ao jornal O Globo.

Segundo ele, existe a possibilidade de reversão desses atos caso sejam constatados “falha grave”, “erro inadmissível” ou “fraude processual”.

 

“Será feito um levantamento amplo e geral de tudo que aconteceu em questões fundiárias no Brasil, seja em reforma agrária, demarcação de terras indígenas e quilombolas. Se houve alguma falha e se tiver brecha que mostre para Justiça que houve um erro, tudo é possível anular. Isto é previsto em lei, a possibilidade de abrir um novo processo e rever. Demarcação pode ser revista […] se houve falha”, afirmou Nabhan ao jornal carioca.

 

Ele também afirmou que decisões anteriores foram influenciadas por “processos políticos e ideológicos”. “Houve participação muito grande de processos políticos e ideológicos nessas demarcações, inclusive uma participação indevida de ONGs com interesses escusos. Isto é inaceitável”, completou em entrevista ao O Globo.

 

De acordo com a Funai (Fundação Nacional do Índio), em Mato Grosso do Sul há 16 áreas em estudo envolvendo demarcação de terras, a maioria das etnias Guaraní e Guaraní Kaiowá.

 

Nesta fase são realizados estudos antropológicos, históricos, fundiários, cartográficos e ambientais da área que fundamentam a identificação e delimitação da terra indígena.

 

Outras quatro áreas foram delimitadas, ou seja, são terras que tiveram os estudos aprovados pela Funai com publicação no Diário Oficial da União e do Estado e que estão em fase de análise pelo Ministério da Justiça.

 

O levantamento da Funai aponta que 9 áreas estão autorizadas para serem demarcadas fisicamente e outras 5 homologadas, terras que possuem os seus limites materializados e a demarcação administrativa foi homologada por decreto do presidente da República.

 

Outras 29 áreas no Estado estão regularizadas, fase em que as terras, já com o decreto do presidente, foram registradas em cartório em nome da União e na Secretaria do Patrimônio da União.

Marun vai receber 27 mil por reuniões a cada 2 meses e trabalho a distância

Campo Grande News

 

Usina de Itaipu é administrada por governos do Brasil e Paraguai (Foto:Campo Grande News)

 

No centro de uma nomeação polêmica de conselheiro da Itaipu Binacional, com declarada oposição do vice-presidente do Brasil, o ex-ministro Carlos Marun terá salário de R$ 27 mil para um trabalho que requer reuniões a cada dois meses e, no mais, é feito a distância.

 

Conforme a Itaipu, hidrelétrica administrada por Brasil e Paraguai, que confirmou o valor do salários, os conselheiros não recebem jeton, mas “remuneração como qualquer outro empregado do quadro de pessoal da usina”.

 

Do lado brasileiro, os conselheiros estudam em reuniões semanais, não de forma presencial, os temas de diretoria. Já as reuniões presenciais dos membros do conselho ocorrem a cada dois meses na usina de Itaipu, que tem sede em Foz do Iguaçu (Paraná) no lado brasileiro, e, eventualmente, em Brasília (DF) ou em Curitiba (PR).

 

Eles também participam de reuniões extraordinárias. A Itaipu possui um Conselho de Administração composto por doze conselheiros, seis brasileiros e seis paraguaios, e dois representantes dos Ministérios das Relações Exteriores, um de cada país. Os conselheiros são responsáveis pela análise e aprovação ou rejeição dos atos da Diretoria Executiva.

 

Em 31 de dezembro, último dia do ano e do governo de Michel Temer (MDB), o então presidente exonerou Marun do cargo de ministro e o nomeou para Itaipu, com mandato até 16 de maio de 2020. Segundo Marun, a nova função se molda a três necessidades: ter um representante de Mato Grosso do Sul na empresa, ele vai poder exercer a advocacia após quarentena de seis meses e dará um tempo na politica.

 

Novo vice-presidente do Brasil, o general Hamilton Mourão classificou a nomeação como um prêmio. Até surgiu rumores que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) faria a “desnomeação”, mas, sem intercorrências, Marun ficou com o cargo.

Marun fica: Bolsonaro decide manter ex-deputado no Conselho de Itaipu

Campo Grande News

 

Carlos Marun durante visita a obras na Capital (Foto: Henrique Kawaminami/Arquivo)

Ex-ministro da Secretaria de Governo e ex-deputado federal, Carlos Marun (MDB-MS) ficará com cargo de conselheiro da Itaipu Binacional. Foi o próprio emedebista que anunciou no início da tarde desta quarta-feira (2) a decisão do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

 

“Acabo de receber uma ligação do ministro Onyx [Lorenzoni, chefe da Casa Civil] me informando que despachou com o presidente Bolsonaro e que ele decidiu não rever o ato do presidente Temer que me nomeou para o Conselho de Itaipu”, disse Marun por meio de mensagem disparada pelo WhatsApp.

 

O ex-ministro garantiu que vai se empenhar para fazer o melhor trabalho como conselheiro. “Vou, portanto, exercendo esta função com o mesmo empenho que dediquei a todas as funções que exerci”, completou a nota.

 

Pela manhã, o jornal O Estado de S. Paulo havia publica informação de que a nomeação de Carlos Marun estava por um fio. Bolsonaro não teria gostado da decisão do antecessor, Michel Temer (MDB), no apagar das luzes.

 

Ao Campo Grande News, Marun chegou a declarar que a notícia o desagradou. “Não vou ser hipócrita em dizer que vou gostar, mas é prerrogativa do presidente”, avaliou.

 

O ex-ministro e ex-deputado federal deve receber salário de R$ 27 mil para participar de reuniões bimestrais até 2020. O conselho tem seis representantes brasileiros e seis indicados pelo governo do Paraguai.

 

Em vídeo divulgado no último dia do ano, o ex-ministro disse que a função teria papel importante em Mato Grosso do Sul, já que a empresa vai financiar ponte entre Porto Murtinho e Carmelo Peralta (Paraguai), fundamental para tirar do papel a rota bioceânica.

 

Currículo – Da “tropa de choque” de Temer, ele foi nomeado ministro chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República, pasta responsável pela articulação política, em 15 de dezembro de 2017. Para assumir, se licenciou do cargo de deputado federal.

 

No dia 28 de dezembro, Marun renunciou ao mandato de deputado federal, a qual teria direito até fevereiro de 2019 e também às funções nos diretórios do MDB, tanto estadual quanto nacional.

‘Não me chame de Barbie’, diz Marina Ruy ao tuitar sobre Bolsonaro

Notícias ao Minuto

 

Marina Ruy Barbosa (Foto: Getty Images)

Uma declaração de Marina Ruy Barbosa, 23, nas redes sociais suscitou que a atriz fosse apoiadora do atual presidente Jair Bolsonaro. Na mensagem, ela desejou apenas que o novo governo fosse bem-sucedido e foi criticada por internautas.

 

“Nós temos que desejar e torcer sempre por um país melhor, independente de quem esteja governando. Vamos aguardar os próximos capítulos…”, escreveu Marina, em seu perfil no Twitter.

 

Logo começaram as críticas sobre o possível posicionamento político da atriz, que atualmente está na novela “O Sétimo Guardião” (Globo). “Essa nunca enganou ninguém”; “Sai do muro Marina, no cenário político atual ou é 8 ou 80”, publicaram alguns internautas. Outros optaram por chamá-la de bolsominion: “Não é surpresa pra ninguém que você é ‘bolsominion’, ‘salsicha privilegiada'”.

 

Marina tentou conversar com os seus seguidores e explicar qual o sentido correto da mensagem. “Nunca disse que apoiava ele, ou outra pessoa. Apenas falei isso diante dos comentários desejando que fosse um governo desastroso. Eu espero sempre que seja o melhor possível dentro do possível, para o nosso país.”

 

Enquanto alguns a chamavam de sensata pela declaração, outros continuaram debatendo com a atriz. “Torcer por um racista, machista e homofóbico? Não, obrigada, Barbie”, afirmou uma das internautas que também disse que Marina vive uma vida de privilégios. “Não é torcer pelo presidente, é torcer pelo país… e não me chame de Barbie”, rebateu a atriz.

 

Marina Ruy Barbosa insistiu em rebater os comentários de internautas que a estamparam como eleitora de Bolsonaro. A atriz reclamou que a “internet” está muito agressiva e avisa que ficará de olho no presidente. “Cobrança sempre. Não só de Bolsonaro, mas de qualquer candidato, seja ele de esquerda ou direita que esteja representando o Brasil”, respondeu. Com informações da Folhapress.

Guedes: reforma da Previdência é o primeiro e maior desafio

R7

Paulo Guedes (Foto:Renato Costa/Estadão Conteúdo)

O novo ministro da Economia, Paulo Guedes, recebeu dos ex-ministros Esteves Colnago — do Planejamento — Marcos Jorge— da Indústria — e Eduardo Guardia — da Fazenda, na tarde desta quarta-feira (2), o cargo de comandante do Superministério criado pelo governo de Jair Bolsonaro.

 

Guedes começou o discurso falando que não existe um “superministro”, pois acredita que ninguém sozinho vai resolver os problemas do Brasil.

 

O ministro também destacou que a previdência no Brasil hoje é uma “fábrica de desigualdades” e, por isso, é necessário aprovar a reforma.

 

 

“Quem julga tem as maiores aposentadorias e, o povo brasileiro, as menores”, disse o ministro.

 

“É o primeiro e maior desafio a ser enfrentado. Se for bem-sucedida (…) nós teremos dez anos de crescimento sustentável”, complementou.

 

“Se abrir economia sem reforma (da Previdência), tem que falar ‘corre que o chinês vai te pegar'”, brincou o ministro.

 

Ele afirmou que a “previdência, privatizações e a simplificação do sistema tributário” serão os pilares da gestão da pasta.

 

Excesso de gastos

 

Guedes, por várias vezes, criticou o descontrole dos gastos públicos, o que chegou a chamar de “mal maior”. “O diagnóstico tem que começar pelo controle de gastos. Não precisa cortar dramaticamente, é não deixar crescer no ritmo que crescia”, afirmou.

 

O novo ministro afirmou que a questão fiscal sempre foi o calcanhar de Aquiles do País e reforçou que o teto de gastos é fundamental, mas é necessário fazer as reformas para que ele se sustente. “O teto sem parede de sustentação cai. Temos que aprofundar as reformas que são as paredes”, completou.

 

Guedes alertou que, após experimentar a hiperinflação, o Brasil está agora à sombra de uma “falsa tranquilidade”, com estagnação econômica. “Estamos em momento de calmaria. As expectativas são favoráveis. Mas há uma hora que tem que ser enfrentado o fenômeno fiscal. A hora é agora”, completou.

 

Para ele, a melhor forma de enfrentar a desigualdade social é com o fortalecimento da economia de mercado. Ele reforçou que o Brasil tem uma economia fechada por quatro décadas. “Implementar reformas causa ciclo virtuoso de emprego e renda e arrecadação. Podemos contar com futuro brilhante”, acrescentou.

 

Guedes fez um histórico sobre o problema fiscal brasileiro e lembrou o endividamento excessivo em dólar no governo de Ernesto Geisel. “O Brasil se tornou vulnerável em política cambial. Precisamos hoje de US$ 400 bilhões (em reservas) para acreditarem que vamos nos comportar bem”, completou.

 

O novo ministro lembrou a inflação crônica causada pelo crédito fácil no governo Figueiredo e disse que, com a democratização, foram combatidos os sintomas, com congelamento de gastos e de ativos financeiros.

 

Simplificação da carga tributária

 

Guedes defendeu a criação de um imposto único, ideia já advogada pelo futuro secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra. Segundo Guedes, a criação do imposto único vai simplificar o pagamento de tributos e ainda ajudará na descentralização de recursos para Estados e municípios poderem reforçar suas políticas.

 

Hoje governadores e prefeitos reclamam do excesso de contribuições sociais arrecadadas pelo governo federal. Pela Constituição, essas contribuições não precisam ser partilhadas com os entes subnacionais.

 

“Marcos Cintra vai simplificar impostos para virar um só. se viramos um imposto único, todas aquelas contribuições criadas para não distribuir (com Estados e municípios) vão começar a descer. O Brasil é pirâmide invertida, vamos colocar ela de cabeça para cima”, afirmou Guedes.

 

“Temos que fazer a descentralização de recursos para Estados e municípios, de forma que o Brasil reassuma característica de República Federativa. O dinheiro tem que ir onde o povo está, para saúde, segurança e saneamento”, disse o ministro.

 

Enxurradas de medidas

 

Guedes prometeu uma “enxurrada” de medidas nos próximos dias. “Não faltará notícia”, avisou. Em seu primeiro discurso à frente do cargo, ele afirmou que haverá nos primeiros 30 dias de governo uma série de medidas infraconstitucionais, e as reformas estruturantes serão enviadas após o novo Congresso Nacional tomar posse, em 1º de fevereiro.

 

“Não adianta eu sair falando medida 1, medida 2, medida 3, tem uma enxurrada de medidas, não faltará notícia”, afirmou. “Acho que vamos na direção da liberal democracia, vamos abrir a economia, simplificar impostos, privatizar, descentralizar recursos para Estados e municípios”, indicou.

 

 

Marun troca ministério por cargo de conselheiro de Itaipu até 2020

Campo Grande News

 

Aliado de primeira hora, Carlos Marun foi ministro de Temer por um ano . (Foto: Saul Schramm/Arquivo)

Carlos Marun (MDB) foi exonerado do cargo de ministro e nomeado para conselheiro de Itaipu Binacional, hidrelétrica

no Paraná administrada por Brasil e Paraguai. A mudança acontece no último dia do governo Michel Temer (MDB), presidente que teve em Marun aliado de primeira hora, atuando principalmente no arquivamento de denúncias.

 

A mudança foi publicada na edição de hoje (dia 31) do Diário Oficial da União. Primeiro, Temer exonerou Marun do cargo de ministro chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República, pasta responsável pela articulação política. Na sequência, o nomeou para a função de conselheiro da Itaipu Binacional, com mandato até 16 de maio de 2020.

 

Carreira – Nascido em Porto Alegre (RS) em 21 de novembro de 1960, Marun é engenheiro civil formado pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) e advogado formado na Unaes (Centro Universitário de Campo Grande), tendo o ex-governador André Puccinelli (MDB) como principal aliado.

 

Iniciou a carreira política ao assumir em 1997 o cargo de secretário municipal de Assuntos Fundiários. No ano seguinte, passou a ocupar o posto de diretor-presidente da Emha (Agência Municipal de Habitação), ficando até 2004. Marun também foi deputado estadual e federal. Ele assumiu o ministério em 15 de dezembro de 2017.

 

A reportagem não conseguiu contato com Marun nesta segunda-feira.

Bolsonaro estuda aumentar validade da CNH de 5 para 10 anos

Agência Brasil

 

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (Foto:Valter Campanato/Agência Brasil)

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, avisou hoje (28) via Twitter que pretende aumentar o prazo de validade da carteira nacional de habilitação no Brasil. Ele pretende estender o prazo de validade dos atuais 5 para 10 anos.

 

“Informo que faremos gestões no sentido de passar para 10 anos a validade da carteira nacional de habilitação”, disse Bolsonaro que parabenizou o governo do Rio de Janeiro que anunciou a extinção da vistoria anual de veículos.

 

No início do ano o governo revogou uma resolução do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) que obrigava os motoristas a fazer curso teórico de dez horas e uma prova para renovar a carteira de habilitação. A exigência mantida é a realização de um exame médico.

 

A atribuição sobre as regras de trânsito passará, a partir de janeiro de 2019, para as mãos de Gustavo Canuto, que será o titular do Ministério do Desenvolvimento Regional. A pasta incorporará as atribuições das Cidades e Integração Nacional – dois ministérios que foram suprimidos pelo presidente eleito.

 

A quatro dias para o novo governo assumir, Bolsonaro tem indicado prioridades das 22 pastas que integrarão sua gestão. As orientações atingem vão desde ajustes de gastos a medidas pontuais para cada área.

Corpo de Camata será velado e enterrado hoje em Vitória

Agência Brasil

 

Ex-governador do Espírito Santo e ex-senador Gerson Camata (MDB), de 77 anos (Foto: Agencia Senado/Geraldo Magela)

O corpo do ex-governador do Espírito Santo e ex-senador Gerson Camata (MDB), de 77 anos, assassinado a tiros por um ex-assessor em frente a um restaurante na Praia do Canto em Vitória, será velado e enterrado hoje (27). O velório será de manhã no Palácio Anchieta, sede do governo capixaba, aberto ao público.

 

O sepultamento está previsto para as 15h no Cemitério da Serra, na região metropolitana de Vitória. O governador do Espírito Santo, Paulo Hartung, decretou ontem (26) luto oficial de sete dias no estado pela morte de Gerson Camata.

 

O secretário de Segurança Pública do Espírito Santo, Nylton Rodrigues, afirmou que Marcos Venício Moreira Andrade, de 66 anos, confessou ser o autor do disparo que matou o ex-governador. O acusado está preso. A arma utilizada no crime, sem registro, também foi apreendida pela Polícia Civil.

 

Segundo o secretário, Marcos Venício foi assessor de Gerson Camata por cerca de 20 anos e, atualmente, o ex-governador movia uma ação judicial contra o ex-auxiliar, na qual a Justiça já havia determinado o bloqueio de R$ 60 mil da conta bancária do autor do crime.

‘La Casa de Papel’ é a série mais buscada no Google pelos brasileiros

Notícias ao Minuto

 

A série ganhou um Emmy Internacional e foi um dos destaques da Comic Con, em São Paulo (Foto: Divulgação)

 

“La Casa de Papel”, da Netflix, foi a série mais buscada pelos brasileiros no Google neste ano e se tornou a produção de língua não inglesa mais assistida da plataforma de streaming. Não à toa, ganhou um Emmy Internacional e foi um dos destaques da Comic Con, em São Paulo – o estande da série foi um dos mais procurados pelo público da feira.

 

A Espanha não parou aí. A série “Elite”, que estreou na Netflix no início de outubro, é a segunda mais buscada. Ela conta a história de três alunos do ensino público que são transferidos para a Las Encinas, a melhor e mais exclusiva escola espanhola, onde os filhos da elite estudam. O choque entre os menos favorecidos e aqueles que têm tudo culmina em um assassinato.

 

Há algum tempo, a Netflix vem mostrando que não há barreiras de língua ou cultura para emplacar uma série. A produção alemã de suspense “Dark” foi bastante comentada nas redes sociais, e a brasileira “3%”-que também aparece na lista das produções mais buscadas no Brasil deste ano- foi bem assistida nos Estados Unidos, segundo a empresa.

 

Na lista do Google aparece a série nacional “O Mecanismo”, com Selton Mello, inspirada no livro “Lava Jato – O Juiz Sérgio Moro e os Bastidores da Operação que Abalou o Brasil”, de Vladimir Netto. A TV paga não ficou de fora. A série adolescente “Riverdale”, da Warner, também aparece entre as mais buscadas pelos brasileiros. A trama gira em torno do assassinato de um adolescente em uma pequena cidade do interior.

 

O humor negro de “Lucifer” conquistou os brasileiros. A série americana teve três temporadas produzidas pela Fox, que desistiu da produção, foi salva pela Netflix. A quarta temporada já foi anunciada para 2019.

 

A lista do Google inclui, na sétima posição, a série americana “The Good Doctor”, com o ator Freddie Highmore, do catálogo da Globoplay. Para atrair os brasileiros para plataforma, a Globo exibiu uma versão reduzida, em forma de filme da série.

 

Futuros distópicos estão estão na moda. A americana “The 100”, produção da CW, que está disponível na Netflix, é a quinta da lista. O futuro que se passa em um parque de diversões em “Westworld”, série da HBO com Rodrigo Santoro no elenco, é a nona da lista. O ranking termina com “Scandal”, produzida pela ABC, e exibida pelo canal Sony e Netflix no Brasil.

 

AS SÉRIES MAIS BUSCADAS NO GOOGLE EM 2018

“La Casa de Papel”2. “Elite”3. “Riverdale”4. “Lucifer”5. “The 100″6. “O Mecanismo”7. “The Good Doctor”8. “3%”9. “Westworld”10. “Scandal”

Com informações da Folhapress.

Bolsonaro diz que conterá desperdício de recursos

Agência Brasil

 

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (Foto: Agência Brasil)

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, disse hoje (26) no Twitter que assim que assumir o governo, em 1º de janeiro de 2019, vai trabalhar para um controle rígido de concessões de recursos. Para Bolsonaro, o uso do dinheiro público deve ser repensado e direcionado a setores prioritários no país.

 

“Há claro desperdício rotineiro de recursos, que podem ser aplicados em áreas essenciais”, afirmou Bolsonaro. “Num só dia, o gerente de Responsabilidade Sociocultural de Furnas [Furnas Centrais elétricas S.A, subsidiária da Eletrobras] autorizou, via Lei Rouanet, R$ 7,3 milhões para 21 entidades”, acrescentou. O presidente eleito é um crítico ao atual modelo de distribuição de recursos via Lei Rouanet, norma que trata de repasses federais a projetos artísticos-culturais, por meio de empresas que recebem incentivos fiscais.

 

“O que acabará são os milhões do dinheiro público financiando ‘famosos’ sob falso argumento de incentivo cultural, mas que só compram apoio! Isso terá fim!”, completou.

 

Na gestão Bolsonaro, a pasta da Cultura foi incorporada pelo Ministério da Cidadania, área do futuro ministro Osmar Terra.

 

Desde o período da campanha, Bolsonaro têm se manifestado sobre a Lei Rouanet. Em setembro, antes mesmo de ser eleito, reforçou que os benefícios continuariam sendo concedidos. “Mas para artistas talentosos, que estão iniciando suas carreiras e não possuem estrutura”, disse no Twitter à época o até então candidato.

‘Apelido Carinhoso’, de Gusttavo Lima, é a mais tocada nas rádios

Notícias ao Minuto

 

Cantor sertanejo, Gusttavo Lima(Foto: Retrattos Studio Fotográfico)

A Crowley, que mede o número de vezes que uma música toca nas rádios, divulgou uma prévia do ranking de 2018. A música “Apelido Carinhoso”, de Gusttavo Lima, ficou em primeiro lugar na lista do ano por ter tocado mais de 100 mil vezes nas quase 300 rádios monitoradas pela empresa.

 

Como ocorre na internet, o gênero sertanejo domina as primeiras colocações da lista. O segundo lugar é de Zé Neto & Cristiano, com “Largado as Traças”, que liderava esse ranking até o primeiro semestre do ano. A música também já é a mais ouvidas das plataformas de streaming do ano. Na sequência, Marília Mendonça emplaca duas, “Transplante” e “Ausência”.

 

Gusttavo Lima também aparece entre as 20 mais tocadas com “Zé da Recaída”. As duplas Henrique & Juliano e Jorge & Mateus, que são bastante queridas do público sertanejo, também são citadas, respectivamente, com as músicas “Mais Amor e Menos Drama”, e “Propaganda”.

 

VEJA AS DEZ PRIMEIRAS DA LISTA

 

1º “Apelido Carinhoso”, Gusttavo Lima

 

2º “Largado às Traças”, Zé Neto & Cristiano

 

3º “Transplante”, Marília Mendonça com participação de Bruno & Marrone

 

4º “Ausência”, Marília Mendonça

 

5º “Mais Amor e Menos Drama”, Henrique & Juliano

 

6º “Olha Ela Aí”, Eduardo Costa

 

7º “Rapariga”, João Neto & Frederico com participação de Simone & Simaria

 

8º “Propaganda”, Jorge & Mateus

 

9º “Beijo de Varanda”, Bruno & Marrone

 

10º “Quem Ensinou Fui Eu”, Maiara & Maraisa

 

Com informações da Folhapress.

Equipe econômica de Guedes terá nove nomes do governo Temer

Agência Brasil

 

O futuro ministro Paulo Guedes(Foto:Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

O superministério que cuidará da política econômica nascerá com diversos nomes do governo atual. Secretários, assessores e até ministros da gestão Michel Temer serão aproveitados na equipe do futuro ministro Paulo Guedes. A maioria em cargos adjuntos, os quadros atuais serão mantidos no futuro governo por causa do conhecimento da máquina pública, segundo informações da equipe de transição.

 

Até agora, oito nomes da equipe econômica atual serão aproveitados no Ministério da Economia e um na diretoria do Banco Central (BC). O levantamento não leva em conta a situação de Ilan Goldfajn, que continuará à frente do BC até a aprovação, pelo Senado, do nome de Roberto Campos Neto, prevista para ocorrer em março.

 

Braço direito de Guedes no Ministério da Economia, o secretário executivo Marcelo Guaranys atualmente trabalha no Palácio do Planalto, como subchefe de Análise e Acompanhamento de Políticas Governamentais da Casa Civil da Presidência da República. Ele tem experiência em outros governos. De 2011 a 2016, foi diretor-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). De 2007 a 2010, ocupou a Diretoria de Regulação Econômica da Anac e foi assessor especial para Infraestrutura na Casa Civil por seis meses, em 2011.

 

Entre os secretários especiais da pasta, o futuro secretário especial da Fazenda, Waldery Rodrigues Júnior, estava cedido pelo Senado desde 2016, para um cargo de assessor especial no Ministério da Fazenda. Ele também preside o Conselho Fiscal da BB Corretora de Seguros e Administradora de Bens, subsidiária do Banco do Brasil.

 

Responsável por diversos órgãos hoje vinculados à Fazenda e ao Ministério do Planejamento, essa secretaria terá dois nomes da atual equipe econômica reaproveitados no novo governo. O ministro do Planejamento, Esteves Colnago, será o secretário-geral adjunto da Fazenda. O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, foi mantido no cargo.

 

Receita

 

Outra secretaria especial que contará com um nome que atuou no governo atual será a da Receita, que vai ser ocupada por Marcos Cintra. Até o fim de novembro, ele era presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), órgão vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia. Cintra, no entanto, dividia-se, desde meados do ano, entre a Finep e a campanha do presidente eleito Jair Bolsonaro, sendo aproveitado na equipe de transição. O adjunto de Cintra será o subsecretário de Arrecadação e funcionário de carreira da Receita, João Paulo Fachada.

 

O atual número dois do Ministério do Planejamento, o secretário executivo Gleisson Cardoso Rubim, também será aproveitado na equipe de Paulo Guedes. Um dos responsáveis por coordenar a rotina dos servidores públicos federais e por iniciativas para reduzir o custeio (manutenção) da administração pública, ele será o secretário especial adjunto de Desburocratização, Gestão e Governo Digital. A secretaria será comandada por Paulo Uebel, ex-secretário de Gestão da prefeitura de São Paulo.

 

Banco Central e PGFN

 

O atual secretário de Política Econômica e de Promoção da Produtividade, Advocacia da Concorrência do Ministério da Fazenda, João Manoel Pinho de Mello, foi indicado para ocupar a Diretoria de Organização do Sistema Financeiro do Banco Central, que conduz os processos administrativos instaurados pelo BC e acompanha a intervenção e liquidação de outros bancos. Ele entrará no lugar de Sidnei Corrêa Marques, que ficará no cargo até o futuro diretor ser aprovado pelo Senado e tomar posse.

 

Responsável por representar o Poder Executivo em questões fiscais e por inscrever contribuintes na dívida ativa da União, a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) será chefiada por José Levi Mello do Amaral Júnior. Atual procurador-geral adjunto de Consultoria Tributária e Previdenciária, Amaral Júnior é servidor de carreira da PGFN e foi secretário executivo do Ministério da Justiça na gestão do ministro Alexandre de Moraes, em 2016 e 2017. O futuro procurador-geral teve o apoio do sindicato da categoria.

Vistoria encontra moedas estrangeiras em cela de Pezão

R7

 

Pezão está preso em batalhão da PM (Foto:Record TV Rio)

Moedas estrangeiras foram encontradas na cela do governador do Rio Luiz Fernando Pezão durante uma vistoria realizada no Bep (Batalhão Especial Prisional) de Niterói, na Região Metropolitana, nesta sexta-feira (21).

 

Segundo a Polícia Militar, Pezão será levado para prestar depoimento após ser flagrado com 70 euros, 36 dólares, 6000 pesos colombianos, e 25 yinhag.

 

A inspeção da Corregedoria Interna da Polícia Militar, que teve o apoio do Comando Conjunto, localizou ainda sete aparelhos celulares que estavam enterrados na horta da unidade prisional.

 

 

No mesmo local também foram achados pequenos objetos proibidos, como uma pequena tesoura e seringas descartáveis.

 

O material apreendido será analisado por peritos da Corregedoria Interna da PM. Já os suspeitos serão ouvidos.

 

Cerca de 160 militares das Forças Armadas e 100 policiais militares participaram da vistoria. Durante a ação, os militares do Exército realizaram inspeção visual e varredura eletrônica e magnética em todas as celas.

Ney Matogrosso ganhará filme biográfico em 2020

VEJA

 

O cantor Ney Matogrosso (Foto: Daniel Ramalho/VEJA.com)

Ney Matogrosso autorizou a produção de um filme sobre a sua vida, que começará a ser gravado no próximo ano e tem previsão de estreia para 2020 nos cinemas. O cantor assinou contrato com a distribuidora Paris Filmes, que ainda adquiriu os direitos das músicas de Ney para um espetáculo e uma série de televisão.

 

De acordo com um comunicado divulgado pela Paris, a cinebiografia será produzida por Renata Rezende, que também trabalhou em Nada a Perder, filme sobre a vida do pastor Edir Macedo. O longa acompanhará a trajetória do cantor, desde a sua infância no Mato Grosso e a relação com o pai militar, até os dias atuais.

 

Passagens como a mudança do músico para o Rio de Janeiro, quando ele vendia artesanato, o sucesso do grupo Secos e Molhados e a luta contra a censura e pelas Diretas Já também serão abordadas.

 

Ainda em 2019, duas cinebiografias de cantores são aguardadas: um longa sobre a história de Wilson Simonal estrelado por Fabrício Boliveira e Minha Fama de Mal, baseado no livro de memórias de Erasmo Carlos, protagonizado por Chay Suede.