terça-feira, 18 de agosto de 2026

Universitários erram e jogador perde R$ 100 mil no Show do Milhão

Na noite do último domingo (16), o Programa Silvio Santos, com Patricia Abravanel, exibiu mais uma edição do Show do Milhão. Um dos participantes da edição, André, chegou à pergunta que valia R$ 100 mil e contou com a ajuda dos universitários para tentar acertá-la.

A pergunta era: A milésima parte de 1 litro é 1 mililitro, que também corresponde a:

1) 1 metro cúbico

2) 1 decímetro cúbico

3) 1 centímetro cúbico

4) 1 milímetro cúbico

Ele contou com a ajuda dos universitários, que escolheram a alternativa 4, que estava errada. Com isso, o participante perdeu o prêmio de R$ 100 mil e levou para casa apenas R$ 40 mil.

“Nossa, que strike”, disse Patrícia. “Mas, assim, caramba”, pontuou a apresentadora. A resposta correta seria a alternativa 3: 1 centímetro cúbico.

Nas redes sociais, o público comentou sobre o acontecido: “Minha mãe chama os universitários de ‘Os indecisos’. Dois disseram 90% de certeza e a que não sabia completou com 10%. Assim não dá”, disse um.

“É um desastre esses universitários! Educação Superior?”, disse um segundo. “O problema aí era uma resposta muito óbvia numa pergunta de 100 mil, ou seja, não era para ser óbvia”, comentou um terceiro.

Sobre o Show do Milhão

Criado originalmente em 1999, o formato foi ao ar até 2003 e se tornou um dos maiores sucessos do SBT nos anos 2000. A atração chegou a liderar a audiência em diversos dias e voltou em edições especiais em 2009 e 2021, esta última sob o comando de Celso Portiolli, antes de retornar definitivamente com Patricia Abravanel.

O programa voltou em 2024 como um quadro inédito dentro do Programa Silvio Santos, sob a apresentação de Patricia Abravanel. O retorno chegou a ser cogitado entre 2022 e 2023, mas não se concretizou na época devido a uma disputa judicial entre a Sony e o SBT, na qual a produtora acusava a emissora brasileira de plagiar o formato Who Wants to Be a Millionaire?, atualmente exibido no Domingão com Huck.

Desde o seu retorno, a atração garante bons índices de audiência para o SBT. Em diversas ocasiões, sob o comando de Patricia Abravanel, o quadro conquista a liderança contra a TV Globo e consolida a emissora na vice-liderança isolada na Grande São Paulo.

Fonte: Portal IG

 

Leticia Spiller faz homenagem a Marcello Novaes: “Cara incrível”

A atriz  Leticia Spiller,  de 53 anos, postou, na tarde da última quinta-feira (13), uma homenagem para seu ex, o ator Marcello Novaes, que completou 64 anos. Ela publicou um texto declarando amor ao ex-cônjuge.

Na postagem, Spiller publicou alguns registros com o famoso, incluindo momentos em que os dois estavam juntos, além de outros reencontros.

“Viva você, meu amor!! Os melhores presentes do universo! Obrigado por ser esse cara incrível, generoso, pai maravilhoso, amigo! Sorte, saúde e felicidade hoje e sempre!! Marcello Novaes, te amamos!”, disse a atriz.

Mesmo separados há 20 anos, os famosos mantêm uma relação de amizade e proximidade, além de terem tido um filho juntos, o também ator Pedro Novaes, de 29 anos. Ambos já chegaram a aparecer juntos em eventos para prestigiar o filho.

Leticia e Marcello ficaram juntos entre 1995 e 2000 e se separaram por diferenças no estilo de vida. No momento em que se envolveram, os dois já eram bem estabelecidos na TV brasileira.

Juntos em Quatro por Quatro

Quatro por Quatro é uma novela brasileira produzida pela TV Globo entre outubro de 1994 e julho de 1995. Foi escrita por Carlos Lombardi, com direção de Alexandre Avancini, Luiz Henrique Rios e direção geral de Ricardo Waddington.

Foi aí que Letícia e Marcello se conheceram, nos bastidores da trama das 19h. Babalu (Letícia Spiller) e Raí (Marcello Novaes) foram um dos casais mais marcantes do folhetim de Carlos Lombardi.

O relacionamento de ambos na ficção misturava paixão, ciúme, brigas e reconciliações. Babalu era uma manicure do subúrbio carioca, tinha uma personalidade forte, desbocada, sensual e apaixonada, além de ser muito irreverente e batalhadora.

Ela sustentava a casa depois que o pai saiu e ainda ajudava o irmão Danilo, que estudava Medicina.

Já Raí era considerado um dos melhores mecânicos da ficção. Tinha um jeito mais descontraído, divertido e conquistador. Mas seu jeitão com as mulheres sempre colocava seu relacionamento na corda bamba. Mesmo mulherengo, era apaixonado por Babalu.

Fonte: Portal IG

Gleice Jane apresenta projeto que cria cadastro de pessoas punidas por maus-tratos a animais

A deputada estadual Gleice Jane (PT) protocolou, nesta quarta-feira, 12 de agosto, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (Alems), um Projeto de Lei que cria o cadastro estadual de pessoas físicas e jurídicas punidas por maus-tratos a animais.

A proposta busca fortalecer as políticas de proteção e bem-estar animal e criar mecanismos para prevenir novas ocorrências no Estado.

O projeto prevê a inclusão no cadastro de pessoas e empresas que tenham sido condenadas, por decisão administrativa ou judicial transitada em julgado.

A iniciativa ganha ainda mais relevância diante de episódios recentes registrados em Mato Grosso do Sul. Em Dourados, casos de animais envenenados provocaram preocupação e indignação entre tutores, protetores e moradores, reforçando o debate sobre a necessidade de mecanismos que não apenas responsabilizem os autores, mas também ajudem a impedir novas ocorrências.

“Quando um animal é vítima de maus-tratos, estamos falando de uma vida submetida à dor e ao sofrimento. Precisamos garantir a responsabilização, mas também avançar na prevenção. Quem já foi responsabilizado definitivamente por crueldade contra um animal não pode simplesmente continuar tendo acesso a outros animais como se nada tivesse acontecido”, afirma Gleice Jane.

Cadastro como instrumento de prevenção

Pela proposta, durante o período em que permanecerem inscritos no cadastro, os responsáveis por maus-tratos ficarão impedidos de obter a guarda ou a tutela de animais.

Também estarão impedidos de participar de licitações e firmar contratos com a Administração Pública Estadual que envolvam o fornecimento de produtos ou serviços para animais e de receber determinados incentivos, benefícios ou créditos concedidos pelo Estado relacionados às atividades agropecuárias ou ambientais.

O cadastro será público e disponibilizado para consulta por meio eletrônico, respeitando os dados protegidos pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). As informações também poderão servir de apoio à formulação, implementação e execução de políticas públicas de proteção e bem-estar animal.

“Não podemos agir apenas depois que a violência acontece. Precisamos construir instrumentos que ajudem a interromper esse ciclo e protejam outros animais de se tornarem novas vítimas. Esse cadastro também permite que o poder público utilize essas informações na construção de políticas de prevenção”, destaca a deputada.

Legislação já reconhece envenenamento como maus-tratos

O Projeto de Lei utiliza como referência as condutas já previstas na legislação federal e na Lei Estadual nº 5.673/2021, que estabelece normas de proteção aos animais em Mato Grosso do Sul.

Entre as práticas previstas na legislação estadual está o sacrifício de animais com venenos ou por outros métodos não preconizados pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária.

A proposta apresentada por Gleice Jane não cria novos crimes nem altera as penas existentes. O objetivo é criar um instrumento administrativo que reúna informações sobre pessoas já responsabilizadas definitivamente e permita que o Estado utilize esses dados na prevenção de novas ocorrências.

Para a parlamentar, a proteção animal também precisa ser tratada como política pública. “Os animais não conseguem denunciar a violência que sofrem. Essa responsabilidade é nossa. Precisamos denunciar, cobrar investigação e responsabilização, mas também criar políticas públicas capazes de evitar que a crueldade se repita. Proteger os animais é também construir uma sociedade que não naturaliza nenhuma forma de violência”, conclui a deputada.

Fonte: Assessoria

Paula Fernandes transforma reencontro com a infância em música

Depois de passar mais de três décadas nos palcos, Paula Fernandes decidiu olhar para trás para se reencontrar. O resultado desse mergulho pessoal é “Era Eu”, música lançada nesta quinta-feira (13) que abre o projeto audiovisual “30 & Poucos Anos”, uma celebração dos 34 anos de carreira da artista mineira.

Escrita por Paula em parceria com Juan Marcos, a canção nasceu de uma pergunta simples: o que diria hoje à menina que começou a cantar aos 8 anos e sonhava em viver da música?
Em entrevista coletiva, a cantora, que retorna à Festa do Peão de Barretos na sexta-feira (28) após dez anos longe, revelou que a composição se transformou em uma espécie de terapia, um encontro da artista consagrada com a criança que acabou deixando para trás enquanto construía a carreira.
Paula Fernandes celebra três décadas de carreira com o audiovisual “30 & Poucos Anos” — Foto: Divulgação

“Eu pude descobrir que ela era eu e pude dizer para ela que a gente tinha dado certo. Foi uma sensação de alívio e de cura ao mesmo tempo. Esse encontro era necessário para que eu pudesse equilibrar as duas Paulas”

Ao longo da conversa, Paula fez uma distinção entre a artista conhecida nacionalmente e a menina de Minas Gerais que atende pelo sobrenome de batismo, Paula de Souza.

“Eu sinto que aquela Paula de 8 anos ficou lá”, afirmou. Segundo ela, enquanto a carreira crescia rapidamente, a criança e a adolescente foram ficando para trás.

“O artista voou e a menina continuou lá. Eu sempre trabalhei demais. Virei uma máquina de trabalho e acabei deixando essa menina para trás. Ela me faz muita falta.”

A artista contou que imaginava encontrar essa criança interior triste e isolada, mas se surpreendeu durante o processo de composição.

“Eu achava que ia encontrar uma criança num lugar escuro, num cantinho. Mas ela estava num lugar bom. E eu pude dizer que tudo tinha dado certo.”

Uma carta para a própria infância

Mais do que uma música autobiográfica, “Era Eu” funciona como uma conversa entre a Paula adulta e a menina que sonhava em cantar. A inspiração surgiu de forma inesperada durante uma sessão de composição em casa com Juan Marcos.

“Eu estava contando uma história para ele e ele perguntou: ‘Por que você não escreve sobre isso?’. Esse foi o gatilho.”

A partir dali, a composição ganhou forma rapidamente. Para Paula, a música acabou alcançando lugares que nem anos de terapia haviam conseguido acessar.

“Esse resgate terapêutico acontece há muito tempo. Mas a música foi um presente. Ela tocou num lugar da alma que nas minhas terapias eu não consegui.”

A cantora afirmou que a identificação acontece mesmo com quem não compartilha sua trajetória. “Independentemente da história, você vai encontrar a criança que foi. A música faz um portal.”

Fonte: Portal G1 

Lia Nogueira defende prevenção à violência contra a mulher a partir da formação dos meninos

“De que forma nós estamos criando nossos filhos?” A pergunta feita pela deputada estadual Lia Nogueira (PSDB) durante entrevista ao programa Tribuna Livre, da Capital 95 FM, nesta quarta-feira (12), levou o debate do Agosto Lilás para dentro de casa. Ao falar sobre os caminhos para enfrentar a violência contra a mulher, a parlamentar chamou atenção para a formação dos meninos e para uma prevenção que precisa começar antes que a agressão aconteça.

“Você está fazendo a reflexão, o questionamento de que o seu filho possa se tornar um futuro agressor? Nós precisamos trazer isso pra dentro de casa”, afirmou.

Para Lia Nogueira, essa formação também passa pela escola. A deputada destacou as ações de conscientização já desenvolvidas na rede pública e defendeu que esse trabalho alcance também as instituições privadas.

“Nós sabemos que nas escolas públicas hoje já existe todo um programa de combate à violência contra as mulheres, de conscientização, e isso tem que chegar na escola privada também”, disse.

A defesa feita durante a entrevista já foi levada pela deputada ao Parlamento. O Projeto de Lei 43/2026, de sua autoria, propõe estender às instituições privadas de ensino as ações, programas e campanhas de educação e conscientização para prevenção e enfrentamento à violência contra a mulher desenvolvidas no Estado.

A proposta se soma ao PROTEGE MS, programa estadual que reúne ações de prevenção, proteção, acolhimento e autonomia das mulheres. Entre as iniciativas estão atividades educativas desenvolvidas com estudantes da rede estadual para conscientização e prevenção à violência.

Quando a violência já aconteceu, Lia Nogueira defende que a mulher encontre proteção no momento em que decide pedir ajuda. Em Dourados, após sucessivas solicitações da parlamentar ao Governo do Estado, o atendimento especializado à mulher passou a funcionar 24 horas em espaço exclusivo na Depac.

A deputada também apresentou o Projeto de Lei 2/2026, que institui a Política Estadual de Ronda Maria da Penha, de forma complementar nos municípios que ainda não possuem estrutura própria.
Sair da violência, no entanto, não depende ap

enas de proteção policial. Durante a entrevista, a deputada chamou atenção para a dependência financeira, uma das dificuldades que podem manter mulheres presas ao ciclo de violência.

“A mulher não quer ficar nesse ciclo de violência. Só que muitas vezes ela suporta isso porque ela não tem como prover o lar dela”, afirmou.

Essa preocupação também se transformou em lei. A Lei Estadual 6.396/2025, de autoria da parlamentar, autoriza o poder público a instituir ações de incentivo à contratação de mulheres em situação de violência doméstica, ampliando as possibilidades de autonomia financeira para quem precisa reconstruir a própria vida longe do agressor.

Para Lia Nogueira, romper o ciclo da violência exige uma rede que atue em diferentes frentes, da conscientização ainda na formação de crianças e adolescentes ao acolhimento e às condições para que a mulher consiga reconstruir a vida longe do agressor.

Fonte: Assessoria

Gleice Jane debate avanços da Lei Maria da Penha e enfrentamento à violência contra as mulheres

A deputada estadual professora Gleice Jane participou, na última sexta-feira (7), de um encontro no Pizza Pub, em Campo Grande, dentro da programação do Agosto Lilás. O evento reuniu mulheres para debater os 20 anos da Lei Maria da Penha, os avanços conquistados nas últimas duas décadas e os desafios que ainda permanecem no enfrentamento à violência contra as mulheres.

Durante sua participação, Gleice destacou a importância da Lei Maria da Penha para o reconhecimento da violência doméstica e familiar contra a mulher como um problema que exige instrumentos específicos de prevenção, proteção e responsabilização.

Para a deputada, mesmo com limitações e necessidade de aperfeiçoamento das políticas existentes, a legislação representou uma mudança importante na forma como o poder público passou a reconhecer e enfrentar essas violências. “Os instrumentos são falhos, precisam melhorar, mas eles ainda são o que garante proteção às mulheres”, afirmou.

Gleice também relacionou o enfrentamento à violência contra as mulheres ao combate à misoginia. Segundo a parlamentar, é necessário atuar não apenas depois que a violência acontece, mas também sobre a cultura que naturaliza o ódio, a discriminação e diferentes formas de violência de gênero.

“Nós não queremos punir homens. Nós queremos acabar com a violência. E, portanto, a lei da misoginia, para a gente, é fundamental porque é um processo de reeducação”, destacou.

A deputada defendeu ainda que o enfrentamento à violência precisa combinar legislação, políticas públicas e mudança cultural. Para ela, os espaços políticos também precisam compreender melhor as demandas apresentadas pelas mulheres e transformar essas reivindicações em políticas capazes de produzir resultados concretos.

Durante o encontro, Gleice lembrou ainda da participação histórica de Mato Grosso do Sul na construção de políticas públicas voltadas às mulheres e ressaltou a importância da organização e da mobilização feminina para assegurar e ampliar direitos.

A parlamentar também citou sua participação em articulações e movimentos de mulheres, como o MEL – Mulheres em Lutas, e reforçou que as conquistas obtidas ao longo dos últimos anos são resultado da mobilização coletiva em diferentes regiões do país. “Faço um convite a vocês, mais uma vez, para que a gente se junte nessa luta, que a gente possa enfrentá-la juntas e juntos. Eu acredito muito que é possível mudar essa realidade”, afirmou.

Fonte: Assessoria

Ratinho se defende após ser alvo de denúncia por homofobia

O apresentador do SBT Ratinho, de 70 anos, afirmou, durante o seu programa na segunda-feira, 10, que nunca desrespeitou ninguém. O comentário de Ratinho acontece após, na última quarta-feira, 5, ele dizer que o cantor Tiago, da dupla com Hugo, estava com “cara de viado” depois de platinar o cabelo e ser denunciado por homofobia.

“Aliás, queria avisar, teve um episódio na quarta-feira passada e vocês da internet confundem, fazem questão de complicar as coisas. Eu sempre brinquei com todo mundo que vem aqui ao programa. Nunca, na minha vida, em nenhum momento, desrespeitei uma pessoa sequer. O que mais tenho pelas pessoas é respeito”, iniciou o apresentador.

Sem citar Agripino Magalhães Júnior, pré-candidato a deputado estadual em SP e ativista LGBTQIAPN+, Ratinho destacou que o autor dos processos está buscando vantagem.

“O senhor que está me processando está usando uma entidade para levar vantagem. Está usando essa entidade. Não vou falar seu nome, não merece que eu fale. O senhor sabe que eu estava brincando. O Brasil sabe que eu brinco. Faz 28 anos que brinco na televisão. Nunca desrespeitei uma pessoa sequer. Nenhuma pessoa”, afirmou Ratinho.

“Quando eu brigo, eu brigo. Não desrespeito. Vou para o tapa, para o soco, para o pontapé, mas nunca desrespeitei ninguém. Não fala bobagem e para com bobagem. Outra: a Justiça do Brasil já tem muito processo e vai incomodar de novo um juiz a fim de ganhar dinheiro. Para com isso”, acrescentou.

Na sequência, durante o programa, o narrador Galvão Bueno — que apresenta o programa ‘Galvão FC’, exibido após o do apresentador — saiu em defesa de Ratinho. “Não sei nem o que foi, mas sou testemunha. Eu estava lá quando você apresentou o seu primeiro programa de televisão no Paraná, você nunca desrespeitou ninguém. Quer testemunha? Eu sou testemunha”, disse.

“Para com isso de que não brinca mais. Você vai continuar sendo o Ratinho de sempre brincando e você nunca desrespeitou ninguém”, comentou ainda Galvão.

Entenda o caso

No programa do dia 5 de agosto, Ratinho recebeu a dupla Hugo & Tiago e comentou o novo visual do sertanejo. “Você pintou o cabelo? Você está com uma cara de ‘viado'”, disparou o apresentador para Tiago Piquilo. As falas repercutiram negativamente e o ativista Agripino Magalhães Júnior afirmou que denunciou Ratinho para as autoridades.

“Esse tipo de fala não é brincadeira. É preconceito, constrangimento público e reforço da violência simbólica contra a população LGBTQIAPN+”, escreveu Agripino em uma publicação nas redes sociais. “Não vou normalizar esse tipo de violência. Quando a orientação sexual ou a identidade de gênero de alguém é usada para humilhar, ridicularizar ou diminuir uma pessoa, estamos diante de um ataque que precisa ser enfrentado”, completou.

Fonte: Portal Terra

“Não podemos esperar a próxima mulher morrer”, diz Gleice Jane após MS registrar 21 feminicídios

A deputada estadual professora Gleice Jane (PT) apresentou na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul uma Moção de Protesto em razão dos 21 feminicídios registrados no estado em 2026.

A iniciativa manifesta indignação diante da sequência de assassinatos de mulheres e cobra respostas mais efetivas do poder público e da sociedade para prevenir a violência de gênero.

Para parlamentar, os casos registrados em pouco mais de sete meses não devem ser tratados como episódios isolados ou tragédias restritas ao ambiente familiar.

“Quando chegamos a 21 mulheres assassinadas em pouco mais de sete meses, não estamos falando de casos isolados. Estamos diante de uma violência que se repete, que possui padrões e que precisa ser enfrentada como um problema estrutural e uma prioridade do Estado”, afirma Gleice Jane.

A moção destaca que Mato Grosso do Sul já vinha apresentando indicadores elevados. Em 2025, foram registrados 39 feminicídios no estado, ante 35 em 2024, crescimento de 10,5%. A taxa estadual chegou a 2,6 casos para cada 100 mil mulheres, acima da média nacional apontada no documento, de 1,43.

No país, segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública citados na proposição, 1.568 mulheres foram vítimas de feminicídio em 2025, maior número desde a tipificação do crime. O levantamento também mostra que a maioria dos autores mantém ou manteve algum tipo de relação afetiva com a vítima.

Para Gleice Jane, enfrentar o problema exige políticas que atuem antes que a violência alcance sua forma mais extrema.

“O feminicídio não começa no assassinato. Muitas vezes, antes dele existem controle, ameaça, perseguição, humilhação, violência psicológica, dependência econômica e agressões. Se queremos impedir essas mortes, precisamos conseguir interromper esse ciclo antes que ele chegue ao seu desfecho mais grave”, diz.

A deputada também chama atenção para o papel das redes de convivência das vítimas. Sinais de violência podem ser percebidos por familiares, vizinhos, colegas de trabalho, amigos, instituições religiosas, escolas, unidades de saúde e outros espaços frequentados pelas mulheres.

“Não basta termos leis se uma mulher ameaçada não consegue chegar a uma rede preparada para protegê-la. Precisamos transformar legislação, orçamento e estrutura pública em proteção concreta, especialmente quando os primeiros sinais de violência aparecem”, afirma Gleice.

Além do protesto institucional, a proposição presta homenagem às 21 mulheres apontadas como vítimas de feminicídio no estado neste ano: Josefa dos Santos, Rosana Candia Ohara, Nilza de Almeida Lima, Beatriz Benevides, Liliane de Souza Bonfim Duarte, Leise Aparecida Cruz, Ereni Benites, Fátima Aparecida da Silva, Marlene Brito Rodrigues, Vera Lúcia da Silva, Zelita Rodrigues de Souza, Fabíola Marcotti, Maria do Carmo, Paula de Souza Conceição, Rosenilda de Oliveira Candelario, Terezinha Nantes de Arruda, Ana Carolina Goes, Adrielle Encarnação Rodrigues, Rose Batista Cabreira, Adriana Barrios e Nathalia Rodrigues Nogueira.

“São 21 mulheres. São 21 histórias interrompidas e famílias que terão de conviver com essas ausências. Dar nome a essas mulheres é também lembrar que atrás de cada número existe uma vida e que cada uma dessas mortes exige de nós responsabilidade”, afirma.

A moção conclama Governo do Estado, prefeituras, sistema de Justiça, forças de segurança e demais instituições públicas a tratarem o enfrentamento à violência contra as mulheres como prioridade permanente. “Cada novo caso precisa nos obrigar a perguntar onde a rede falhou, o que poderia ter sido feito antes e o que precisamos mudar para que outras mulheres permaneçam vivas”, conclui a professora.

Fonte: Assessoria

PL de Lia Nogueira sobre fissura labiopalatina avança na Assembleia

O Projeto de Lei de autoria da deputada estadual Lia Nogueira (PSDB), que permite ao Estado reconhecer a fissura labiopalatina como deficiência em Mato Grosso do Sul, deu um passo importante na Assembleia Legislativa.

A proposta foi aprovada em primeira votação por unanimidade e agora segue para nova análise em plenário. Se aprovada novamente, será encaminhada para sanção do governador do Estado, Eduardo Riedel (PP).

A medida abre caminho para que crianças e famílias que enfrentam essa realidade tenham acesso a benefícios, políticas públicas e atendimento especializado. A fissura labiopalatina é uma malformação congênita que pode comprometer a alimentação, a fala, o desenvolvimento e a qualidade de vida, exigindo acompanhamento contínuo desde os primeiros meses de vida.

“Essa é uma vitória importante para as crianças que nascem com fissura labiopalatina e para as famílias que, muitas vezes, precisam lutar sozinhas por atendimento e reconhecimento. O projeto permite que o Estado enxergue essa realidade e possa garantir mais dignidade, cuidado especializado e acesso a direitos”, destacou Lia Nogueira.

A parlamentar também chamou atenção para a incidência da condição entre a população indígena em Mato Grosso do Sul. Conforme Lia, o projeto leva em conta a realidade de famílias que convivem com essa condição e o trabalho desenvolvido pela Fundação para o Estudo e Tratamento das Deformidades Craniofaciais (FUNCRAF), referência no atendimento a pacientes com fissura labiopalatina no Estado.

Dados apresentados pela deputada mostram a dimensão da demanda. Até dezembro de 2025, a fundação mantinha 2.146 pacientes ativos em acompanhamento na linha de cuidado da fissura. De janeiro a novembro do mesmo ano, foram contabilizados 7.355 atendimentos e 24.247 procedimentos.

Durante a discussão em plenário, o deputado estadual Junior Mochi (MDB) parabenizou Lia Nogueira pela iniciativa e destacou que a proposta pode ampliar o acesso a direitos. “É importantíssimo esse projeto. Quando você garante acesso diferenciado a quem tem esse problema, torna possível prestar um atendimento melhor e promover justiça social”, afirmou.

Para Lia Nogueira, o avanço reforça o compromisso do mandato com inclusão, saúde pública e famílias que precisam de mais amparo. “O nosso trabalho é com as pessoas com deficiência, com as famílias atípicas e com quem precisa de cuidado e respeito. Agora esperamos que o projeto seja aprovado também em segunda votação, siga para sanção e se torne lei em Mato Grosso do Sul”, finalizou.

Fonte: Assessoria

Após provocação, Xuxa rebate Mara Maravilha: ‘Quer aparecer’

A troca de farpas entre Xuxa Meneghel e Mara Maravilha voltou a movimentar as redes sociais. Depois que Mara fez críticas aos figurinos usados por Xuxa na turnê O Último Voo da Nave, a apresentadora resolveu se pronunciar publicamente.

A resposta aconteceu nos comentários de uma publicação do influenciador Márcio Rolim, que analisava a repercussão do caso e defendia que artistas não sejam julgados pela idade ou pelo tempo de carreira.

No vídeo, Márcio Rolim destacou que profissionais experientes continuam relevantes no cenário artístico e citou nomes como Maria Bethânia, Caetano Veloso, Jão, Marina Sena, Miguel Falabella, Chay Suede, Gretchen e Ney Matogrosso como exemplos.

Ao comentar a publicação, Xuxa Meneghel concordou com a maior parte da análise, mas afirmou que havia um detalhe importante que precisava ser lembrado. “Você tem razão… mas acho que faltou dizer que ‘ELA SÓ QUER APARECER’, como muita gente que tá querendo pegar carona na nave com insultos, e não com suas opiniões. É diferente você não gostar de mim e desrespeitar a minha história”, escreveu.

Xuxa defende respeito à própria trajetória

Na sequência, Xuxa Meneghel afirmou que evita alimentar discussões envolvendo pessoas que fazem ataques contra ela, pois acredita que isso apenas aumenta a repercussão das críticas.

Ainda assim, deixou claro seu posicionamento sobre esse tipo de atitude ao declarar: “Mas acho que, quanto mais fala de TODOS que me agridem, mais eles vão falar… Na boa… tenho pena. Deve ser horrível (eu não sei) ter que precisar diminuir alguém para crescer ou aparecer.”

Por fim, Xuxa Meneghel reforçou a importância da empatia e do respeito entre pessoas de todas as idades. A apresentadora agradeceu ao influenciador pelo reconhecimento de sua trajetória e encerrou a mensagem com um apelo positivo: “MAIS AMOR PRA TODOS EM TODAS AS IDADES. Isso se chama educação e empatia. E obrigada por respeitar a minha história e a minha maturidade, que só vem com a idade.”

Fonte: Portal Terra

Liandra pede ampliação de linha de ônibus para atender Delegacia da Mulher

om o objetivo de ampliar o acesso aos serviços públicos e garantir mais segurança às mulheres que procuram atendimento na Delegacia de Atendimento à Mulher (DAM), a vereadora Liandra da Saúde (PSDB) apresentou indicação solicitando à Prefeitura de Dourados a implantação ou adequação do itinerário de uma linha de transporte coletivo urbano para incluir parada em frente à unidade policial, localizada na rua Francisco Feitosa Sobreira, na Vila Bela.

O pedido foi encaminhado ao secretário municipal de Serviços Urbanos, Luís Roberto Martins de Araújo, e propõe a utilização do ponto de ônibus já existente em frente à delegacia, o que torna a medida viável sem a necessidade de investimentos adicionais em infraestrutura.

A parlamentar destaca que a iniciativa busca facilitar o deslocamento das mulheres que dependem exclusivamente do transporte coletivo para buscar acolhimento, orientação e proteção na DAM. A proposta também visa oferecer mais segurança às usuárias, evitando que precisem caminhar longas distâncias até a unidade, especialmente em situações de vulnerabilidade decorrentes da violência doméstica.

“Estamos tratando de uma medida simples, mas com grande impacto social. Muitas mulheres chegam à Delegacia em um momento de extrema fragilidade e precisam de um acesso seguro e digno ao serviço público. Ter uma linha de ônibus com parada em frente à DAM representa mais proteção, acessibilidade e respeito a essas mulheres, além de fortalecer a rede de enfrentamento à violência doméstica em nosso município”, afirmou Liandra.

Além da Delegacia de Atendimento à Mulher, a adequação do itinerário beneficiará também o Centro Estadual de Educação de Jovens e Adultos de Dourados (CEEJA/MS), localizado ao lado da unidade policial. Diariamente, estudantes, professores, servidores e demais usuários utilizam o espaço, e a disponibilização de uma parada de ônibus no local contribuirá para facilitar o acesso à educação e melhorar a mobilidade da comunidade escolar.

Segundo a vereadora, a existência de um ponto de ônibus já instalado em frente à DAM torna a proposta ainda mais viável, permitindo a inclusão da parada em uma linha já existente, sem a necessidade de novas obras.

Para Liandra, a iniciativa representa um avanço na mobilidade urbana e no acesso a serviços públicos essenciais. “Essa é uma reivindicação da comunidade e uma ação que beneficia diretamente quem mais precisa. Estamos falando de garantir o direito de ir e vir com segurança, tanto para as mulheres que buscam atendimento na Delegacia quanto para os alunos e profissionais do CEEJA. É uma medida que promove inclusão, cidadania e qualidade de vida”, concluiu.

Fonte: Assessoria

Luiza Ribeiro entrega homenagens a personalidades em Campo Grande

a primeira sessão ordinária do segundo semestre legislativo da Câmara Municipal de Campo Grande, realizada na terça-feira (4), a vereadora Luiza Ribeiro (PT) entregou a Medalha “Destaques da Década de Reconhecimento – Juvêncio César da Fonseca” a três personalidades que deixaram importantes contribuições para a cidade.

Foram homenageados a advogada Tânia Regina Noronha Cunha, referência na defesa dos direitos das pessoas com deficiência e na promoção da acessibilidade e da inclusão social, o fotojornalista Roberto Suei Higa, que ajudou a preservar a memória de Campo Grande e de Mato Grosso do Sul por meio de seu acervo fotográfico, e a defensora pública Neyla Ferreira Mendes, reconhecida pela atuação em defesa dos direitos humanos, da cidadania e do acesso à justiça.

Durante a entrega das homenagens, Luiza Ribeiro destacou que reconhecer essas trajetórias é valorizar pessoas que dedicaram suas vidas à construção de uma sociedade mais justa e democrática.

“Cada um, à sua maneira, ajudou a transformar Campo Grande. Tânia abriu caminhos para a inclusão das pessoas com deficiência, Roberto registrou a história da nossa cidade com sensibilidade e compromisso, e Neyla fez da defesa dos direitos humanos uma missão de vida. São legados que merecem ser celebrados e preservados”, afirmou a vereadora.

A homenagem a Tânia Regina Noronha Cunha reconhece sua atuação na promoção dos direitos das pessoas com deficiência e no fortalecimento de políticas públicas inclusivas. Roberto Higa recebeu a medalha por mais de cinco décadas dedicadas ao fotojornalismo e à preservação da memória histórica de Campo Grande.

Já Neyla Ferreira Mendes foi homenageada por sua trajetória na Defensoria Pública, marcada pela defesa dos direitos fundamentais, da igualdade, dos povos indígenas e das populações em situação de vulnerabilidade.

Fonte: Assessoria

Absolvido por falta de provas, ex-vereador Cirilo Ramão comemora decisão da Justiça de MS

O ex-vereador de Dourados Ramão Cirilo foi absolvido das acusações de supostas fraudes em licitações na Câmara Municipal, além de corrupção passiva e ativa, investigadas no âmbito da Operação Cifra Negra, deflagrada pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) em dezembro de 2018.

Ao analisar o processo, que tramitou na 1ª Vara Criminal da Comarca de Dourados, o juiz Marcelo Cassavara concluiu que não havia provas suficientes para sustentar as acusações contra o ex-parlamentar. A sentença foi fundamentada no artigo 386, inciso VII, do Código de Processo Penal, que prevê a absolvição quando não existirem provas suficientes para a condenação.

Ao Estado Notícias, Cirilo Ramão afirmou que recebeu a decisão com tranquilidade e classificou o desfecho como uma reparação diante do que chamou de “pré-julgamentos e narrativas baseadas em boatos”.

“A Justiça reconheceu a ausência total de provas e colocou um ponto final nos boatos sobre o meu envolvimento com atos ilícitos”, declarou.

Conhecido como Pastor Cirilo, ele foi eleito vereador de Dourados nas eleições de 2012 e exerceu dois mandatos, entre 2013 à 2020. Durante esse período, também ocupou o cargo de vice-presidente da Câmara Municipal no biênio 2015/2016. Sua atuação parlamentar foi voltada principalmente às áreas da saúde, educação, família, mobilidade urbana e às demandas da comunidade evangélica.

Ao comentar a decisão judicial, o ex-vereador agradeceu o apoio recebido ao longo dos anos. “Agradeço a Deus e a todos os amigos e irmãos que sempre acreditaram na minha inocência. Após todos esses anos de investigação, não foi encontrado nada que desabonasse minha trajetória política”, afirmou.

A decisão encerra o processo em relação ao ex-vereador, reconhecendo a insuficiência de provas para fundamentar uma condenação.

Crédito: João Pires

Justiça absolve vereador Pedro Pepa e reconhece total ausência de provas

A Justiça de Mato Grosso do Sul absolveu o vereador Pedro Pepa (União Brasil) no processo em tramitação na 1ª Vara Criminal da Comarca de Dourados.

A decisão, fundamentada no artigo 386, inciso VII, do Código de Processo Penal, destaca a total inexistência de provas para fundamentar as acusações apontadas pela promotoria.

Pepa foi investigado, junto com os ex-vereadores Cirilo Ramão e Idenor Machado, pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) que, junto com a Polícia Civil, deflagrou a operação Cifra Negra, em dezembro de 2018, que apurava um suposto esquema de fraude em licitações, corrupção ativa e passiva e organização criminosa envolvendo contratos da Câmara Municipal de Dourados.

Na sentença, o magistrado concluiu que não foram produzidas provas capazes de demonstrar a participação de Pedro Pepa em qualquer prática criminosa, reconhecendo que a acusação se baseou em presunções, ilações e declarações de terceiros, sem confirmação por provas produzidas durante a instrução processual.

“É que toda a tese acusatória se baseia em elementos de presunção e provas informais, não ratificadas em juízo. Pedro Alves de Lima, deve ser absolvido, já que não existem mínimas provas de autoria delitiva com relação aos referidos réus”, destacou o juiz na decisão.

Entre os principais fundamentos da decisão, o Judiciário destacou a ausência de provas de autoria, especialmente em relação às funções exercidas pelo então vereador na Mesa Diretora da Câmara Municipal.

Também foi consignado que não existem elementos materiais que indiquem adesão a organização criminosa ou participação em fraudes licitatórias. Com a decisão, a Justiça restabelece a presunção de inocência do parlamentar no processo analisado, reconhecendo que não houve comprovação das acusações formuladas pelo Ministério Público.

Em manifestação após a sentença, durante a Sessão Ordinária da Câmara de Dourados, nesta segunda-feira (27), Pedro Pepa afirmou receber a decisão com serenidade e gratidão, destacando que sempre acreditou na Justiça. “A verdade venceu. Recebo esta decisão com a consciência tranquila, a cabeça erguida e a certeza de que a Justiça prevaleceu”, declarou.

Segundo ele, a absolvição representa o reconhecimento da verdade e reforça seu compromisso de continuar atuando com responsabilidade, transparência e respeito à população de Dourados.

Emocionado, o vereador do União Brasil também fez questão de ressaltar o apoio irrestrito do deputado estadual Zé Teixeira (PL) durante toda a tramitação do processo.

Segundo Pedro Pepa, o parlamentar foi uma importante referência e esteve ao seu lado nos momentos mais difíceis.

“Quero agradecer de forma especial ao meu líder político, deputado Zé Teixeira, que sempre acreditou em mim, confiou na minha inocência e nunca deixou de me apoiar. Nos momentos mais difíceis, sua amizade, sua confiança e suas palavras de incentivo foram fundamentais para que eu seguisse firme, com fé e esperança de que a verdade prevaleceria. Minha gratidão será eterna”, declarou.

Redação

Liandra é atendida com operação tapa-buracos no Parque Alvorada

A Prefeitura de Dourados atendeu à solicitação da vereadora Liandra da Saúde (PSDB) com a operação tapa-buracos na Rua Arthur Frantz, no Bairro Parque Alvorada. A melhoria foi executada após a parlamentar encaminhar indicação ao secretário municipal de Obras Públicas, solicitando a recuperação da via.

A indicação foi apresentada em resposta às diversas reclamações de moradores e motoristas que enfrentavam dificuldades para trafegar pela rua devido à grande quantidade de buracos. A situação comprometia a segurança no trânsito, aumentava o risco de acidentes, causava prejuízos aos veículos e dificultava a mobilidade urbana, especialmente durante os períodos de chuva.

Com a execução dos serviços, a Prefeitura recuperou os trechos mais danificados da via, garantindo melhores condições de tráfego, mais segurança para condutores, motociclistas, ciclistas e pedestres, além de proporcionar mais conforto aos moradores da região.

A vereadora Liandra agradeceu pela atenção e rapidez no atendimento, ressaltando que acompanhar as necessidades da população e buscar soluções para os problemas dos bairros é uma das prioridades do seu mandato.

“Fico muito satisfeita em ver nossa solicitação sendo atendida. Essa é uma conquista importante para os moradores do Parque Alvorada, que aguardavam essa melhoria há bastante tempo. Continuaremos trabalhando para levar mais infraestrutura, segurança e qualidade de vida à população de Dourados”, destacou a vereadora.

A realização da operação tapa-buracos reforça o compromisso da administração municipal com a manutenção da infraestrutura urbana e demonstra a importância da atuação conjunta entre o Poder Legislativo e o Executivo para atender às demandas da comunidade.

Manutenção das vias do Parque Alvorada atende solicitação da vereadora Liandra (Foto: Assessoria)

Fonte: Assessoria