segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Puccinelli e filho deixam Centro de Triagem sob blindagem de assessores

Campo Grande News

 

Puccinelli deixou o Centro de Triagem em veículo de assessor. (Foto: Paulo Francis)

 

O ex-governador André Puccinelli e seu filho, o advogado André Puccinelli Junior, deixaram na tarde desta quarta-feira (19) as dependências do Centro de Triagem Anizio Lima, no Complexo Penitenciário de Campo Grande. A saída ocorreu por ordem da ministra Laurita Vaz, do STJ (Superior Tribunal de Justiça), ao acatar recurso em habeas corpus no início da tarde, e em meio a uma “operação” coordenada por advogados e aliados, a fim de evitar contato dos dois com a imprensa.

 

Presos desde 20 de julho durante a operação Papiros de Lama, Puccinelli e o filho deixaram o Centro de Triagem em um automóvel Toyota Corolla pertencente a um advogado. O veículo adentrou as dependências do complexo penal para buscar o ex-governador e Puccinelli Junior –prática pouco comum até aqui envolvendo presos provisórios no local, que deixavam o Centro de Triagem pela porta da frente e entravam nos veículos já na calçada.

 

Fotografados apenas dentro do veículo por jornalistas, Puccinelli e Puccinelli Junior deixaram o local sem dar declarações. Eles seguiram para o apartamento onde vive o ex-governador, em um edifício no Jardim dos Estados.

 

Minutos antes da soltura, o advogado Renê Siufi disse à imprensa que, provavelmente, o ex-governador e seu filho não sairiam nesta quarta, pois a Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário) não havia sido notificada da decisão soltando os dois –a ministra do STJ determinou, por volta das 15h30 (de MS), que a Justiça Federal fosse notificada quanto ao habeas corpus.

 

Um grupo de pessoas, apontadas como assessores do ex-governador e de seus aliados, aguardavam a liberação tomando tereré em frente ao Centro de Triagem, enquanto um “batalhão” formado por sete advogados cuidava de trâmites burocráticos no local.

 

O habeas corpus põe fim a uma espera que durou cinco meses pela liberação do ex-governador. Puccinelli foi detido em 20 de julho pela segunda vez –em novembro de 2017, foram cerca de 40 horas à disposição da Justiça, também dentro das investigações da operação Papiros de Lama.

 

A operação investiga o uso do Instituto Ícone como suposto destino de recursos ilegais, provenientes de pagamentos de propina e desvios de verbas públicas, a serem entregues para Puccinelli. Registrado em nome do advogado João Paulo Calves –também preso na ação, mas solto em 23 de outubro deste ano e colocado sob medidas restritivas de liberdade–, o Ícone pertenceria de fato a Puccinelli Junior.

 

Durante as investigações, também foi realizada ação de busca e apreensão em quitinetes em Indubrasil, que guardariam documentos e itens de Puccinelli. O Ministério Público e a Polícia Federal apontam haver ali provas de crimes como lavagem de dinheiro, com o uso de atividades rurais para esquentar recursos ilegais. Tais suspeitas foram rechaçadas pela defesa dos suspeitos.

 

O prejuízo apurado na Papiros de Lama supera os R$ 230 milhões. A ação integra a Lama Asfáltica que já chegou à sexta fase e apura ilegalidades em licitações e contratos na gestão de Puccinelli.

 

 

Defesa de Lula entra com pedido de soltura após decisão de Marco Aurélio

Agência Brasil

 

Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Divulgação/PT)

A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entrou há pouco com um pedido de liberdade na Justiça Federal em Curitiba. O pedido foi feito depois de o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio suspender as prisões após o fim dos recursos na segunda instância e determinar a soltura dos presos que estão nessa situação. A questão será analisada pela juíza Carolina Lebbos, da 12ª Vara Federal em Curitiba.

 

Os advogados solicitam a expedição imediata de um álvara de soltura e a dispensa do exame de corpo de delito.

 

Lula está preso desde 7 de abril na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, após ter sua condenação no caso confirmada pelo Tribunal Regional Federal 4ª Região (TRF4), que impôs pena de 12 anos e um mês de prisão ao ex-presidente, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro na ação penal do caso do triplex do Guarujá (SP).

Bolsonaro faz hoje primeira reunião com os 22 ministros indicados

Agência Brasil

 

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (Foto: Fernando Frazão)

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, desembarca hoje (19) em Brasília para comandar a primeira reunião ministerial com sua equipe completa. Os 22 ministros já indicados deverão estar presentes na residência oficial da Granja do Torto, utilizada por Bolsonaro como residência oficial quando está em Brasília.

 

A previsão é de que a reunião comece por volta das 10h e termine às 16h. Não há detalhes sobre pauta nem entrevistas. Bolsonaro pretende retornar à noite para o Rio de Janeiro. Depois, só voltará a Brasília às vésperas da cerimônia de posse. A data ainda está sendo fechada entre 27 e 29 de dezembro.

 

Ontem (18), vários ministros já indicados se reuniram com suas equipes no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília, que se transformou em gabinete de transição desde 5 de novembro. Eles usaram o dia para finalizar o desenho da estrutura e as prioridades que terão de tocar a partir de janeiro.

 

A expectativa é de que esse tema seja tratado na reunião pelo presidente eleito. Ontem, em transmissão ao vivo nas redes sociais, Bolsonaro reconheceu que a “barra vai ser pesada”, tão logo assuma o poder, e pediu ajuda de todos para governar.

 

“Está chegando o grande dia: 1º de janeiro, quando iniciaremos o nosso governo. Mais do que nunca, preciso de vocês ao nosso lado porque a barra vai ser pesada. Ninguém acreditava. Ninguém que estava lá no poder acreditava nessa vitória. Teremos problemas lá na frente? Sim. Mas acredito em Deus e no apoio de vocês.”

 

A primeira reunião ministerial, com a equipe incompleta, foi conduzida por Bolsonaro no momento em que ele ainda escolhia nomes para o primeiro escalão de governo.

Bebeto participa de reunião com Agentes Comunitários de Endemias

Assessoria

 

Encontro aconteceu hoje pela manhã, no CAM (Foto: Divulgação)

 

Atendendo solicitação dos Agentes Comunitários de Endemias, o vereador Bebeto (PR) participou de uma reunião entre os servidores e o secretário de Governo, Celso Schuch e o procurador do município, Sérgio Henrique, para ouvir as revindicações da categoria. Entre outros, eles pedem principalmente o reajuste salarial.

 

Os agentes estiveram ontem (17) na Câmara Municipal durante a reunião pré-pauta pela manhã e participaram ainda da sessão ordinária, onde a presidente do Sindracse (Sindicato Regional do Agente Comunitário e Agentes de Endemias), Silvia Salgueiro, fez uso da Tribuna Livre para discorrer o tema.

 

De acordo com Bebeto, por solicitação dos agentes de Saúde, o encontro no CAM (Centro Administrativo Municipal) foi agendado ainda ontem junto com os demais vereadores. “Como tratado ontem na pré-pauta e no mesmo dia durante a sessão ordinária, levamos até o conhecimento da administração municipal o anseio da categoria”, disse.

 

Ainda segundo o vereador, durante a reunião, o procurador Sérgio Henrique reconheceu a disposição da prefeita Délia Razuk em atender a entidade e se prontificou em analisar o impacto financeiro que o rejuste pode gerar ao município e ainda o confronto com a Lei de Responsabilidade Fiscal.

 

Também participou do encontro a secretária adjunta, Patrícia Bulcão.

 

 

Recurso de Marçal beneficia a construção de auditório da UEMS

Assessoria

 

A Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) vai ganhar um auditório para 825 lugares. As obras de 1.100,99 metros quadrados já iniciaram e a previsão é que seja concluído em agosto de 2019. O projeto que deu origem aos trabalhos contou com apoio do vereador Marçal Filho, quando exerceu mandato de deputado federal.

Eleito deputado estadual, Marçal diz que vai continuar a trabalhar pelo Estado (Foto - Divulgação)

 

A construção está na fase inicial e deve custar R$ 2.350.784,80, valor total da obra com ar condicionado e som ambiente. Os recursos são de emenda federal garantidos por Marçal Filho no valor de R$ 1.200.000,00 com contrapartida da UEMS de R$ 120.000,00. Os trâmites de aprovação do projeto levaram cinco anos e por isso o custo da obra teve que ser reajustado em R$ 1.030.784,80, o que só foi possível com aporte do Governo do Estado.

 

Com sede em Dourados, a UEMS se destaca pela qualidade dos serviços prestados à comunidade acadêmica e por interiorizar o ensino superior no Estado. Atende 25 cidades com unidades universitárias e polos de Ensino a Distância. Em Dourados são 16 cursos de graduação, 18 especializações, 12 mestrados e dois doutorados.

 

O reitor da UEMS, Fábio Edir dos Santos Costa, diz que o auditório é de fundamental importância e após o término das obras, a instituição poderá sediar eventos de grande porte.

 

Embora tenha encerrado o mandato de deputado federal há quase quatro anos, recursos garantidos por Marçal Filho continuam beneficiando vários municípios do Estado. Eleito deputado estadual para mandato 2019-2022, Marçal diz que vai continuar a trabalhar pelo Estado, com projetos e ações que contemplam as necessidades da população.

Para muitas pessoas o Natal não tem relação alguma com Jesus, diz pesquisa

Gospel +

 

Muitas pessoas estão se distanciando do seu verdadeiro significado, enquanto outras nem ao menos conhecem a sua origem (Foto - Divulgação)

 

O dia 25 de dezembro é tradicionalmente atribuído ao nascimento de Jesus Cristo, muito embora essa data não seja reconhecida oficialmente por teólogos e historiadores. Culturalmente, no entanto, é nesse dia que se comemora o nascimento de Cristo, sendo o significado desse evento a coisa mais importante, uma vez que se trata de um acontecimento histórico.

 

Apesar de o Natal comemorar o nascimento de Jesus Cristo e tudo o que este evento representa para a humanidade, muitas pessoas estão se distanciando do seu verdadeiro significado, enquanto outras nem ao menos conhecem a sua origem. É o que revela uma pesquisa feita pelo instituto LifeWay Research, que estuda a relação entre igreja e cultura.

 

Realizada nos Estados Unidos, a pesquisa descobriu que apenas 65% das pessoas enxergam o vínculo do Natal com o nascimento de Jesus, uma queda de percentual quando comparada ao ano de 2014, que era de 79%.

 

O estudo também mostrou que o número de pessoas que não sabem o significado do Natal subiu de 3% para 16%, considerando a população geral, independente do credo religioso ou mesmo sem religião.

 

Até mesmo entre os cristãos evangélicos os índices chamam atenção. De 91%, o número dos que associam o Natal a Jesus Cristo caiu para 81% este ano, revelando que a cultura festiva ligada ao consumo vem ocupando cada vez mais espaço, também, entre os que conhecem mais a Bíblia Sagrada.

 

Para Scott McConnell, diretor-executivo da LifeWay Research, os cristãos têm a responsabilidade de vivenciar o Natal de modo coerente ao seu significado, transmitindo seus valores para os demais, para que todos saibam que em 25 de dezembro comemoramos o nascimento do Salvador da humanidade e que Ele é o único digno de ser adorado.

 

“Os cristãos podem ser mais bem servidos, encontrando uma maneira de desejar a seus amigos e familiares não-cristãos todas as bênçãos possíveis durante o período em que celebram a Deus por ter abençoado a Terra com Seu Filho”, conclui McConnell.

Ministério Público do RJ abre 22 apurações com base no Coaf

VEJA

 

O MP-RJ investiga a movimentação financeira de assessores de deputados estaduais, com valores muito superiores ao salário que recebiam (Foto: Bárbara Lopes/Agência O Globo)

O Ministério Público do Rio de Janeiro abriu 22 procedimentos de investigação criminal com base no relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) que apontou movimentações atípicas em contas de pelo menos 20 assessores de deputados da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). Entre os investigados está o policial militar Fabricio José Carlos de Queiroz, ex-assessor do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL), filho do presidente eleito Jair Bolsonaro.

 

O Coaf identificou uma movimentação atípica de 1,2 milhão de reais em uma conta no nome de Queiroz, entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017. O documento cita um repasse de 24 mil reais para a futura primeira-dama Michelle Bolsonaro – o presidente eleito disse que se tratava do pagamento de uma dívida antiga do policial militar com ele.

 

O MP-RJ investiga a movimentação financeira de assessores de deputados estaduais, com valores muito superiores ao salário que recebiam. O órgão destaca, entretanto, que as movimentações financeiras atípicas indicadas pelo Coaf não representam, necessariamente, a prática de crimes.

 

Em nota, o procurador-geral de Justiça, Eduardo Gussem, informou que as investigações derivadas do Relatório de Inteligência Financeira do Coaf têm por objetivo esclarecer se há participação de parlamentares “em diversas movimentações financeiras atípicas” da Assembleia do RJ.

 

 

O documento do Coaf mapeou contas de 75 servidores e ex-funcionários da Alerj, ligados a outros 20 deputados. No total, foram contabilizados 207 milhões de reais em transações consideradas não usuais. As apurações criminais serão conduzidas pelo Grupo de Atribuição Originária Criminal do Ministério Público, que atua com o procurador-geral de Justiça. Os procedimentos, no entanto, foram divididos conforme a prerrogativa de cada parlamentar.

 

Os casos ligados aos deputados estaduais reeleitos citados ficarão sob a responsabilidade de Gussem. Os procedimentos envolvendo deputados que não foram reeleitos e os parlamentares que conquistaram vaga no Congresso, como no caso de Flávio Bolsonaro, serão conduzidos por promotores de Justiça — isso porque o entendimento é que não há mais foro privilegiado para situações como esta.

 

Já a eventual prática de improbidade administrativa será analisada pela subprocuradoria-geral de Justiça de Assuntos Cíveis e Institucionais. Segundo o Ministério Público, o órgão já adotou as medidas “pertinentes” em relação ao documento, mas tudo está sob sigilo. O ex-assessor de Flávio Bolsonaro deverá depor na quarta-feira (19). A assessoria do deputado não quis comentar o caso. Queiroz ou sua defesa não foram localizados.

 

Silêncio

Nesta segunda-feira, 17, no primeiro evento público em que apareceram juntos desde que o jornal O Estado de S. Paulo revelou o relatório do Coaf, Bolsonaro e Flávio evitaram a imprensa. Eles compareceram à inauguração de um colégio militar batizado com o nome do pai do presidente eleito. Eles discursaram para uma plateia formada basicamente por policiais militares, autoridades estaduais e municipais e convidados da prefeitura de Duque de Caxias.

 

A última manifestação pública de Flávio foi no dia 13 de dezembro, pelo Facebook. “Não fiz nada de errado, sou o maior interessado em que tudo se esclareça pra ontem, mas não posso me pronunciar sobre algo que não sei o que é, envolvendo meu ex-assessor”, escreveu.

 

(Com Estadão Conteúdo)

Ex-assessor de Flávio Bolsonaro fará depoimento sobre caso Coaf na quarta

Exame

 

Flávio e Jair Bolsonaro: assessor do senador eleito e filho do presidente deve prestar depoimento para MP-RH (Foto - Adriano Machado/Reuters)

 

O Ministério Público do Rio abriu 22 procedimentos de investigação criminal com base no relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) que apontou movimentações atípicas em contas de pelo menos 20 assessores de deputados da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

 

Entre os investigados está o policial militar Fabricio José Carlos de Queiroz, ex-assessor do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL), filho do presidente eleito Jair Bolsonaro.

 

O Coaf identificou uma movimentação atípica de R$ 1,2 milhão em uma conta no nome de Queiroz, entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017. O documento cita um repasse de R$ 24 mil para a futura primeira-dama Michelle Bolsonaro – o presidente eleito disse que se tratava do pagamento de uma dívida antiga do policial militar com ele.

 

Nesta segunda-feira, 17, no primeiro evento público em que apareceram juntos desde que o jornal O Estado de S. Paulo revelou o relatório do Coaf, Bolsonaro e Flávio evitaram a imprensa.

 

Em nota, o procurador-geral de Justiça, Eduardo Gussem, informou que as investigações derivadas do Relatório de Inteligência Financeira do Coaf têm por objetivo esclarecer se há participação de parlamentares “em diversas movimentações financeiras atípicas” da Assembleia do Rio.

 

O documento do Coaf mapeou contas de 75 servidores e ex-funcionários da Alerj. No total, foram contabilizados R$ 207 milhões em transações consideradas não usuais. O procurador-geral de Justiça do Rio destacou, porém, que as movimentações atípicas indicadas pelo Coaf não necessariamente podem indicar alguma ilicitude.

 

As apurações criminais serão conduzidas pelo Grupo de Atribuição Originária Criminal do Ministério Público, que atua com o procurador-geral de Justiça. Os procedimentos, no entanto, foram divididos conforme a prerrogativa de cada parlamentar.

 

Os casos ligados aos deputados estaduais reeleitos citados ficarão sob a responsabilidade de Gussem. Os procedimentos envolvendo deputados que não foram reeleitos e os parlamentares que conquistaram vaga no Congresso, como no caso de Flávio Bolsonaro, serão conduzidos por promotores de Justiça – isso porque o entendimento é que não há mais foro privilegiado para situações como esta.

 

Já a eventual prática de improbidade administrativa será analisada pela subprocuradoria-geral de Justiça de Assuntos Cíveis e Institucionais. Segundo o Ministério Público, o órgão já adotou as medidas “pertinentes” em relação ao documento, mas tudo está sob sigilo.

 

O ex-assessor de Flávio Bolsonaro deverá depor na quarta-feira, 19. A assessoria do deputado não quis comentar o caso. Queiroz ou sua defesa não foram localizados.

 

Colégio militar

 

Jair Bolsonaro e Flávio estiveram nesta segunda pela manhã na cidade da Baixada Fluminense para a inauguração do colégio Percy Geraldo Bolsonaro. A escola, que será dedicada a filhos de policiais militares do Rio de Janeiro, foi batizada com o nome do pai do presidente eleito.

 

Eles discursaram para uma plateia formada basicamente por policiais militares, autoridades estaduais e municipais e convidados da prefeitura de Duque de Caxias. Jair Bolsonaro chegou sob forte esquema de segurança. No seu discurso, repetiu falas do período eleitoral.

 

“Hoje nós vemos que os colégios militares estão na frente em grande parte dos demais. Não tem nada a ver no tocante à qualidade do professor, são muito parecidos. É que se perdeu ao longo do tempo a possibilidade do exercício de autoridade por parte dos mestres”, afirmou.

 

Quando pegou o microfone, Flávio enalteceu o pai. “Eu queria dizer o seguinte: o presidente eleito Jair Bolsonaro nem assumiu ainda e já está inaugurando uma escola militar”, disse. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Guedes defende ‘meter a faca’ e cortar recursos do Sistema S

VEJA

 

O economista Paulo Guedes, futuro ministro da Economia do presidente eleito, Jair Bolsonaro (Foto: Adriano Machado/Reuters)

A uma plateia formada por empresários e executivos ligados a indústria, o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, declarou nesta segunda-feira, 17, que pretende mexer no Sistema S, que inclui Sesi, Sesc, Senai e Sebrae. Guedes afirmou ser necessário “meter a faca” na fonte bilionária de financiamento aos serviços de treinamento, cultura e lazer mantidos por federações e confederações patronais.

 

A afirmação foi feita em um almoço da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), integrante do Sistema S. O futuro ministro sugeriu que o corte deve ser de ao menos 30%, mas o porcentual pode chegar a metade dos recursos.

 

“Como você pode falar em cortar isso e aquilo e não cortar o Sistema S? Tem que meter a faca no Sistema S também. Vocês estão achando que a CUT perde o sindicato e aqui fica tudo igual… Acho que tem que cortar pouco para não doer muito”, disse o líder da equipe econômica do futuro governo de Jair Bolsonaro.

 

Com a reforma trabalhista, o imposto sindical foi extinto. A verba – que descontava um dia de salário por ano de empregados com carteira assinada – era a principal fonte de financiamento dos sindicatos.

 

 

Anualmente, a Receita Federal repassa bilhões de reais para o financiamento dos serviços sociais e de treinamentos profissionais mantidos pelas confederações nacionais da indústria, do comércio, dos transportes, da agricultura e para a Organização das Cooperativas do Brasil. Em 2017, o valor ultrapassou 16 bilhões de reais.

 

Com base em lei do governo de Getúlio Vargas, o Sistema S busca fornecer treinamento e oferta de lazer e cultura aos trabalhadores. Os valores são recolhidos na forma de contribuição paga pelos funcionários, por isso a Receita repassa o dinheiro para as entidades patronais.

 

Previdência

Durante o evento, Guedes disse ainda que o atual regime de Previdência, de repartição, é uma “bomba”, mas ressaltou que antes de fazer o trânsito para o regime de capitalização é necessário “acertar o modelo que está aí”.

 

Guedes afirmou que as prioridades econômicas no governo do presidente eleito Jair Bolsonaro serão acelerar privatizações e a reforma da Previdência.

 

O economista voltou a citar o sistema chileno de capitalização como inspiração para a reforma do setor no futuro governo. Guedes chegou a cogitar a possibilidade de tentar viabilizar a reforma enviada ao Congresso por Michel Temer, mas disse que ficou convencido que não seria possível.

 

O futuro ministro criticou o modelo atual, que se mostrou esgotado antes mesmo de um maior envelhecimento da população e pediu a ajuda de municípios e estados na aprovação de alterações previdenciárias.

 

“Tem esse avião antigo que é essa Previdência que já quebrou financeiramente a população antes dela envelhecer. Então, defendi abertamente que o primeiro passo seria tentar botar esse avião para voar de novo por pelo menos três ou quatro mandatos antes de descer outra vez, porque ela [a Previdência] está… condenada”, disse o futuro ministro durante evento da Firjan.

 

“Qualquer sistema de repartição tem uma bomba demográfica, e essa ainda tem defeitos maiores. Para criar um emprego tem que destruir os outros. Tem 40 milhões de empregos com carteira e 46 milhões sem carteira. Que diabo de sistema que destrói um emprego para segurar a velhice do trabalhador… não é legal”, acrescentou ele.

 

Guedes frisou que a ideia é primeiro “consertar” o regime de repartição vigente no Brasil para, depois, viabilizar a futura implementação do sistema de capitalização. “Temos que transitar para um sistema de capitalização. Demoramos tanto tempo que não dá mais para ser disponível para todo mundo. Temos que proteger agora a geração futura.”

 

“Vamos, então, tentar acertar esse sistema que está aí e depois a gente aprofunda e vai para a libertação das gerações futuras para um sistema de capitalização que democratize o ato de poupança, liberte as empresas dos encargos trabalhistas na direção de um choque de criação de empregos”, destacou ele.

Evangélica, Michelle Bolsonaro manda tirar imagens católicas do Palácio da Alvorada

Fórum

 

Segundo a reportagem, serão retiradas cinco peças de simbologia católica (Foto/montagem)

 

Reportagem de Mariana Carneiro e Gustavo Uribe, na edição desta segunda-feira (17) da Folha de S.Paulo, revela que a futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro, que é evangélica, mandou retirar obras de arte e imagens com simbologia católica do Palácio da Alvorada, onde vai morar com o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL).

 

Segundo a reportagem, serão retiradas cinco peças de simbologia católica: um par de anjos barrocos tocheiros, na biblioteca, e quatro estátuas de santos nas salas de música e de estado. Uma das imagens é uma representação em madeira de Santa Bárbara, do século 18.

“Orixás”, de Dijanira Motta, deixará o Planalto (Foto - Divulgação)

 

As obras terão como destino o Palácio do Jaburu, residência oficial do vice-presidente eleito. O general Hamilton Mourão (PRTB), que é católico, confirmou à Folha que vai receber as obras. “Ela (Santa Bárbara) é, inclusive, padroeira da artilharia”, disse.

 

No Palácio do Planalto, a pintura “Orixás”, da artista Dijanira Motta, será retirada mais uma vez – após ter sido escondida durante o governo ditatorial de Ernesto Geisel, que era luterano.

 

A previsão é que ela seja cedida ao Masp (Museu de Arte de São Paulo) para uma exposição, a partir de fevereiro, e depois viaje pelo país. O empréstimo deve durar cerca de oito meses.

Câmara de Dourados limpa pauta na última sessão ordinária de 2018

Assessoria CMD

 

Última sessão ordinária do ano acontece hoje (Foto: Thiago Morais)

 

Acontece hoje a última sessão ordinária de 2018 da Câmara Municipal de Dourados, onde os vereadores votarão projetos para limpar a pauta para o próximo ano. A partir do dia 21 de dezembro começa o período de recesso da Casa de Leis, retornando no dia 7 de janeiro, sendo que os trabalhos em plenário voltam no dia 7 de fevereiro.

 

De acordo com a presidente da Casa de Leis, Daniela Hall (PSD), a realização da “limpeza” de pauta é para concluir o processo de votação de matérias que tramitam na Câmara e dos que entraram recentemente para discussão. “Nós sempre tentamos votar todos os projetos para que não deixemos nada pendente para o próximo ano, até porque em 2019 uma nova Mesa Diretora irá assumir o comando”, comentou Daniela.

 

A nova Mesa Diretora da Casa de Leis, exercício do biênio 2019/2020, será composta pelos vereadores Alan Guedes (DEM), presidente, Elias Ishy (PT), vice-presidente, Sergio Nogueira (PSDB), 1º secretário, e Daniela Hall, 2º secretário.

Silvio Santos retoma polêmica com Claudia Leitte: ‘Fui sincero’

Notícias ao Minuto

 

Silvio Santos (Foto: Divulgação / SBT)

Silvio Santos falou pela primeira vez em público sobre a polêmica envolvendo Claudia Leitte, no Teleton, quando o apresentador disse que ficava excitado com a cantora. Durante o “Jogo dos Pontinhos” deste domingo (16), o dono do SBT disse que estava sendo “sincero” na ocasião. As informações são do UOL.

 

“Você que andou distribuindo essas camisetas ‘mexeu com uma, mexeu com todas?’ só porque eu fui sincero com a Claudia Leitte? Eu fui sincero, o que eu vou fazer? Ela vem bonita perto de mim”, disse o apresentador para Lívia Andrade. “Eu mexo com a Helen [Ganzarolli] porque ela deixa, com você não porque você não deixa, mas ‘mexeu com uma, mexeu com todas’, eu posso mexer com a Flor, com você, com a Mara Maravilha…”, disse.

 

“Eu já cantei você uma porção de vezes, mas você não quis dar. É diferente, que eu cantei, eu cantei. Se você não concordar em dar, você vai embora. Por que você acha que eu dei aumento para a Ganzarolli? Ganhava R$ 25 mil, agora R$ 100 mil”, continuou o dono do SBT.

Bolsonaro deve inaugurar colégio militar que leva nome de seu pai

Agência Brasil

 

Equipe de transição trabalha em Brasília (Foto: Adriano Machado/Reuters)

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, participa nesta segunda-feira (17) da inauguração do 3º Colégio da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro Percy Geraldo Bolsonaro. O nome é uma homenagem ao pai de Jair Bolsonaro, que morreu em 1995.

 

O convite é do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e do prefeito de Duque de Caxias, Washington Reis (MDB).

 

Há ainda a expectativa de Bolsonaro vir para Brasília ainda esta semana. Mas a viagem aguarda confirmação.

 

 

Em Brasília, a equipe de transição trabalha no CCBB (Centro Cultural do Banco do Brasil).

Reinaldo vê plano de gestão como “baliza” e apoia reformas de Bolsonaro

Campo Grande News

 

Diplomado, Reinaldo afirma que plano de governo será "baliza" para sua segunda gestão. (Foto: Paulo Francis)

Diplomado para um segundo mandato na noite desta sexta-feira (14), o governador reeleito Reinaldo Azambuja (PSDB) apontou a urgência para a realização de reformas em nível federal, de forma a dar sustentação para os Estados realizarem as ações que lhe são de competência, e garantiu que o plano de governo será “a baliza desses próximos quatro anos”, em Mato Grosso do Sul. Segundo ele, a perspectiva é de que o pior da crise que atingiu o país desde 2014 já passou.

 

As declarações foram dadas depois da cerimônia de diplomação, no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo. Último dos eleitos a falar, Reinaldo fez um breve balanço sobre os desafios encarados na sua gestão e demonstrou confiança na gestão do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), na condução de um cenário de melhora no país.

 

No Estado, o governador garantiu que o plano de governo, já em execução por meio de reformas que reduzirão de 10 para 9 o número de secretarias e rearranjam a estrutura de gestão, “será a baliza dos próximos quatro anos”. Segundo ele, mesmo em um cenário ruim para a economia nacional, sua administração cumpriu 77% das metas propostas na primeira gestão, “mesmo na pior crise da história”.

 

O pior momento da economia, na visão do governador, já ficou para trás. “Vejo bons momentos para o futuro. O país pode voltar a crescer com reformas estruturantes”, destacou, considerando essas ações vitais. “Se o país voltar a crescer, vou poder cumprir mais promessas do que fizemos antes. O Estado vai ter mais receitas e poder de investimento”, pontuou.

 

O governador garantiu, ainda, apoio para que Bolsonaro aplique as reformas “e, principalmente, a diminuição de custos”. Ele citou o slogan adotado pelo presidente eleito –menos Brasília e mais Brasil– para prever melhora nas finanças estaduais, a partir de uma partilha mais justa da arrecadação tributária (hoje, cerca de 60% dos impostos ficam com o governo federal e o restante é igualmente partilhado entre Estados e municípios).

 

Discurso – Em sua fala durante a diplomação, Reinaldo fez um breve balanço do quadro encarado desde 1º de janeiro de 2015, quando tomou posse para o primeiro mandato. Ele frisou os problemas gerados pela crise econômica nacional e ações adotadas para evitar que os problemas se espalhassem por Mato Grosso do Sul.

 

Dizendo-se “honrado pela reiterada responsabilidade” dada pela população ao lhe conduzir para um novo mandato, ele emendou que “nunca foi tão difícil governador em meio a uma crise econômica”, destacando a “dramática queda na arrecadação estadual”.

 

“Não havia um novo caminho senão reinventar um novo governo. Não titubeamos um minuto sequer para manter o Estado de pé”, afirmou, listando entre as medidas a reforma administrativa, que encolheu de 14 para 10 o número de secretarias -serão 9 a partir de 2019. Ele ainda destacou que, independentemente da proximidade das eleições, adotou medidas impopulares, como a aplicação da reforma da Previdência.

 

Ele ainda citou atos de gestão como a Caravana da Saúde (que realizou dezenas de milhares de atendimentos no setor, incluindo cirurgias), investimentos na segurança pública, “que fizeram do Estado o terceiro mais seguro do Brasil, reduzindo a taxa de crimes contra a vida” e a construção de 26 casas populares “mesmo diante do fato de a Caixa (Econômica Federal) reduzir seu nível de operação” –o banco gerencia os programas federais na habitação.

 

Resultados – Agradecendo ao apoio “da grande maioria dos prefeitos e vereadores, que caminharam junto conosco”, Reinaldo ainda afirmou que o respaldo é resultado da presença do governo no interior e da transparência das ações de gestão –o qual citou ser um dos mais transparentes do país, sendo o segundo em solidez fiscal, quinto em competitividade e segundo na geração de empregos.

 

“O ajuste fiscal já produziu uma nova realidade, temos uma carga tributária diferente da de quando assumimos o governo”, apontou, citando ainda o “ambiente propício” para a aplicação de ações como a redução de impostos.

 

Ainda em sua fala, o governador reeleito se voltou contra ataques sofridos na campanha eleitoral e de denúncias as quais, frisou, confia que serão arquivadas. “Fiz questão de, no cenário eleitoral, manter a campanha limpa e honrada. Assim fiz, em respeito rigoroso às normas e legislação”.

 

Reinaldo disse reiterar “cada compromisso” firmado na gestão. “Vamos continuar enfrentando os problemas com coragem, cuidar bem de cada centavo e reduzir a desigualdade”, pontuou, lembrando que 77% das metas estipuladas na campanha de 2014 foram atingidas. “Agora poderemos fazer muito mais”.

Cirurgia de Bolsonaro é adiada para 28 de janeiro

Notícias ao Minuto

 

Jair Bolsonaro (PSL) - (Foto: DR)

A cirurgia de fechamento da colostomia a que o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), se submeterá foi agendada para o dia 28 de janeiro, segundo o cirurgião Antônio Macedo, que o acompanha.

 

A confirmação veio nesta quinta (13), logo após Bolsonaro passar por consulta médica de rotina no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Inicialmente, o procedimento tinha sido planejado para a última quarta (12), mas foi adiado no mês passado após exames detectarem uma inflamação no peritônio (membrana que recobre as paredes do abdômen e a superfície dos órgãos digestivos) e um processo de aderência entre as alças intestinais.

 

O fechamento da colostomia -ou reconstrução do trânsito intestinal- consiste em abrir novamente o abdome e religar as alças do intestino grosso para que o trânsito intestinal volte ao normal e o paciente deixe de usar a bolsa coletora de fezes.

 

Segundo Macedo, a expectativa é que, após a cirurgia, Bolsonaro fique no hospital de cinco a sete dias, até que o intestino começar a funcionar (em geral, após dois ou três dias) e que ele possa se alimentar normalmente.

 

Outra alternativa, segundo o médico, é manter o presidente eleito em São Paulo por mais cinco dias até a retirada dos pontos cirúrgicos, o que deve ocorrer entre o 10º e 12º dia após a operação. Ao todo, a previsão é que o tempo de recuperação mínimo seja de 15 dias.

 

Segundo Macedo, os riscos envolvidos são os inerentes a toda cirurgia, mas muito menores em relação à operação realizada em 12 de setembro, quando Bolsonaro apresentava peritonite grave, com grande contaminação e obstrução intestinal. “Mas sempre existem riscos em qualquer tipo de cirurgia”, diz Macedo.

 

Entre as complicações mais frequentes estão infecções, hérnias, fístulas (abertura da emenda e extravasamento de conteúdo fecal para fora ou para dentro da cavidade abdominal) e obstruções (fechamento da área da emenda causando dificuldade da passagem do conteúdo fecal).

 

Pelo fato de o presidente eleito já ter sido submetido a duas cirurgias anteriores, não será possível fazer o procedimento por meio de técnicas menos invasivas, como a videolaparoscopia ou a robótica.

 

Bolsonoro se submeteu à primeira cirurgia em 6 de setembro, data em que foi esfaqueado, e sofreu três perfurações no intestino delgado e uma no intestino grosso.

 

Foi feita uma colostomia para isolar as áreas lesionadas da passagem de fezes, diminuindo, assim, o risco de infecções. O intestino foi completamente separado para que uma das pontas ficasse exteriorizada até a pele para a saída de fezes na bolsa coletora.

 

Em 12 de setembro, ele passou por uma segunda cirurgia de emergência para corrigir uma obstrução intestinal causada por aderência das alças intestinais. Com informações da Folhapress.