Jair Bolsonaro recebe documento de apoio da FPA (nas mãos do deputado Onyx Lorenzoni) Foto: Divulgação
O presidenciável do PSL, Jair Bolsonaro, e as lideranças que o apoiam, estão comemorando o anúncio da adesão, à sua campanha, da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que reúne 260 parlamentares. Em carta publicada na página da FPA, a presidente da Frente, deputada Tereza Cristina (DEM-MS), diz que a decisão “atende ao clamor do setor produtivo nacional, de empreendedores individuais aos pequenos agricultores e representantes dos grandes negócios”.
No documento, a deputada Tereza Cristina lembra que “as recentes pesquisas eleitorais trazem o retrato da polarização na disputa nacional, o que causa grande preocupação com o futuro do Brasil”. E emenda: “Portanto, certos de nosso compromisso com os próximos anos de uma governabilidade responsável e transparente, uniremos esforços para evitar que candidatos ligados à esquemas de corrupção e ao aprofundamento da crise econômica brasileira retornem ao comando do nosso país”.
Embora setores do agronegócio já tenham prestado anteriormente, mas de forma segmentada, apoio a Bolsonaro, a decisão da frente parlamentar foi considerada importante. A avaliação dos aliados é de que a adesão ajudará na formação de uma bancada no Congresso, considerada essencial para as votações e para a governabilidade, já que o candidato é de um partido pequeno, o PSL, e tem apoio apenas do PRTB. Dos 260 parlamentares que integram a FPA, 27 são senadores e 233 são deputados federais.
TRE-MS já recebeu 83 denúncias em sua página na internet (Foto: Arquivo)
Faltando seis dias para a eleição, o TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul) recebeu 83 denúncias de irregularidades na campanha. Diferente dos outros anos, quem lidera os registros são as queixas sobre propaganda irregular de materiais gráficos, como folhetos e adesivos, que tiveram 28 ocorrências, representando 33,73% do total.
O segundo quesito com maior denúncias é a propaganda por mensagem eletrônica ou telemarketing feitas pelos candidatos, com 18 reclamações. Já a famosa “compra de votos”, que em muitos pleitos lideraram este ranking, desta vez aparece em terceiro colocado, com 10 ocorrências, o que representa 12,04%.
Depois aparecem as propagandas em cinemas, clubes, lojas, centro comerciais, templos, ginásios e estádios, com oito denúncias, seguida por irregularidades em fachadas, muros, paredes, faixas e placas com seis ocorrências.
Irregularidades (propagandas) em vias públicas e bandeiras foram três, mesmo número de reclamações sobre outdoors. Já sobre carreatas e passeatas foram duas (denúncias), reuniões políticas (2) e propaganda antecipada, uso indevido de carros e alto-falantes, assim como irregularidades em debates e entrevistas, uma denúncia para cada quesito.
Cidades – Os eleitores de Campo Grande foram o que mais denunciaram, com 53. Depois aparece bem abaixo o município de Três Lagoas, com 5. Já Bonito, Corumbá, Coxim, Dourados, Glória de Dourados, Miranda e Aquidauana tiveram dois (registros) cada. Ao todo pessoas de 20 cidades diferentes do Estado apresentaram denúncias à Justiça Eleitoral.
O eleitor pode fazer as denúncias por meio do “Web Denúncia”, que fica no site no TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul). Depois de fazer o cadastro, poderá inclusive acompanhar o andamento da investigação sobre o caso, que vai ser avaliado pela Justiça Eleitoral.
Candidato participou do debate promovido recentemente pela FM 92,1 e voltaria a debater pela segunda vez em Dourados (Foto - João Pires)
O candidato ao governo do Estado pelo PDT, juiz Odilon de Oliveira, lamenta o cancelamento do debate entre os postulantes ao chefe do Executivo que seria realizado na manhã deste sábado, 29, em Dourados. Diferente de outros candidatos, o pedetista participou de todos os debates para os quais foi convidado. O espaço de discussão estava sendo organizado pela Associação Comercial e Empresarial de Dourados (Aced) e a Federação das Associações Empresariais de Mato Grosso do Sul (Faems).
“Infelizmente, por conflito de agendas, não será possível realizar o debate proposto pela Aced e Faems”, informaram as entidades, em nota de esclarecimento enviada à coligação Esperança e Mudança, na tarde desta quinta-feira, 27. “Lamentamos o cancelamento deste debate tão importante nesta reta final. Seria último momento no primeiro turno para os eleitores da Grande Dourados conhecerem as nossas propostas”, observou Odilon.
Esta seria a segunda oportunidade para Odilon detalhar seu projeto de governo aos douradenses e promover o confronto de ideias e propostas com os adversários. O primeiro debate na cidade foi realizado pela rádio Grande FM, no auditório da UFGD, no último dia 17. Além disso, Odilon também participou dos dois debates pelo site Midiamax, em Campo Grande.
Odilon também esteve na Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (Fetems) e o Sindicato dos Policiais Civis de Mato Grosso do Sul (Sinpol-MS) apresentando suas propostas para a educação e a segurança pública, Para ele, a disposição para o debate demonstra respeito com as categorias de servidores e com os eleitores.
Abaixo leia o comunicado de cancelamento do debate na Associação Comercial e Empresarial de Dourados.
Janaina Paschoal é advogada e candidata a deputada estadual em São Paulo (Foto: Agência Senado)
Janaina Paschoal, advogada e candidata a deputada estadual em São Paulo, publicou uma sequência de tuites nesta sexta-feira (28) em que pede ao presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) para que tome as “rédeas da campanha” e que não deixe de participar dos debates por problemas com gases.
“O povo gosta do Sr, tenho falado com muita gente… o senhor tem o dever de enquadrar todo mundo e tomar as rédeas da campanha! Se estiver em condições de ir ao debate, tem que ir! Gases não podem parar um Chefe de Estado! Que brincadeira é essa?”, diz.
As declarações foram feitas um dia após o vice do candidato, Hamilton Mourão, criticar o 13º salário e reprimido por Bolsonaro em mensagem na mesma rede social. Janaina afirma que se o candidato não assumir a campanha o país será entregue “de bandeja para o PT”. Com informações da Folhapress.
Michel Teló e Léo Pain (Foto: Isabella Pinheiro/Gshow)
O gaúcho Léo Pain, 34, é o campeão da sétima temporada do The Voice Brasil (Globo). O reality terminou na noite desta quinta-feira (27), dando o prêmio de R$ 500 mil e a produção de um álbum.
Com esse resultado, o técnico Michel Teló, 37, conseguiu sua quarta vitória seguida no programa. Nos últimos três anos, ele venceu o programa com Renato Vianna, Mylena Jardim e Samantha Ayara. Neste ano, o campeão levará R$ 500 mil e a produção de um álbum.
Morador de Santa Maria, Léo Pain ingressou na música aos 12 anos, e possui mais de 40 prêmios como intérprete de canções nativistas. Desde 2012, no entanto, ele foca sua carreira solo no sertanejo.
Pain chegou à final com os concorrentes Erica Natuza, do time Brown; Isa Guerra, do time Lulu; e Kevin Ndjana, do time Ivete.
Priscila Tossan e Murillo Bispo, que chegaram a ser considerados favoritos para o levar o prêmio, foram eliminados nas semifinais, realizadas na terça (25). Murillo conseguir mais votos do público na ocasião, mas acabou perdendo a vantagem com os 20 pontos dados por Carlinhos Brown a sua concorrente, Erika Natuza.
Priscila Tossan foi, por mais uma semana, a concorrente mais buscada na internet, segundo levantamento feito pelo Google. Na primeira semana de setembro, ela concentrou 72,5% das buscas por participantes do programa. Já Murillo Bispo foi elogiado por Anitta na semana passada: “É um artista pronto”, disse a cantora. Com informações da Folhapress.
Ainda chocado com o vídeo íntimo da perua e de Remy (Vladimir Brichta) exibido no telão, o músico procura a ex para tirar satisfação(Foto: TV Globo)
Karola confessa que traía Beto com Remy e insulta toda a família Falcão.
Depois do vexame meteórico que passou no fim do show de Beto (Emilio Dantas), Karola (Deborah Secco) sai do palco e se esconde no camarim. Ainda chocado com o vídeo íntimo da perua e de Remy (Vladimir Brichta) exibido no telão, o músico procura a ex para tirar satisfação:
“Fala! Há quanto tempo você me traía com meu irmão?”
A loira garante que só ficou com o malandro uma vez, mas Beto não acredita:
“Pare de mentir, diga a verdade, nem que seja uma vez na vida! Foi Remy que me apresentou a você! Vocês tiveram um caso esses anos todos, não é? Diga! É claro! Por isso que Remy não aparecia com mulher nenhuma, porque ele já tinha a mulher dele, a minha!”
Sem saída, Karola acaba confessando que traía o cantor com Remy, e ainda, tenta justificar a vida boa que levava: “Fomos nós, eu e Remy, que fizemos você ganhar esse dinheiro todo, esqueceu? Esse dinheiro maldito, como você diz! Nós fomos os mentores da ideia de sua morte, nós merecíamos aquilo tudo!”
A família Falcão chega bem na hora e a loira surta. Cansada de sustentar a máscara, Karola se revela e sai falando mal de todo mundo:
“Uma coisa boa essa noite vai trazer pra mim: finalmente eu vou me livrar dessa família de malas, de otários, de cafonas, que eu sempre tive que aturar! Bando de pobre, gente cafona de alma, ignorante, gentinha!”
“Vou começar por você, Clóvis! Um gordo idiota, destalentado, que não consegue afinar duas notas!”
“E o senhor, seu Dodô?! Cheio de lição de moral e fazendo filho por aí, com essa jaburu que tem idade pra ser sua filha!”
Nem mesmo Naná (Arlete Salles) escapou!
“E a senhora, dona Naná, não fica muito atrás, não! Uma velha adúltera que enganou o marido a vida inteira!”
Beto fica irado com os insultos de Karola e decide tomar uma providência mais enérgica: “Chega, Karola! Cala essa boca! Suma da minha frente antes que eu perca a minha cabeça! Vai, suma! Vai!”
Hamilton Mourão (PRTB), candidato a vice-presidente da República na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), durante encontro com empresários em São Paulo (SP) – 17/09/2018 (Foto: Reuters)
O candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), general Hamilton Mourão (PRTB), criticou, em palestra na Câmara de Dirigentes Lojistas de Uruguaiana (RS), na última terça-feira, 25, o pagamento de 13º salário e o pagamento do adicional de férias no Brasil. Para o general reformado do Exército, os direitos trabalhistas são “jabuticabas” — isto é, ocorrem só no Brasil e em mais nenhum outro país do mundo. Mourão defendeu uma “implementação séria da reforma trabalhista”.
“Temos algumas jabuticabas que a gente sabe que é uma mochila nas costas de todo empresário. Jabuticabas brasileiras: 13º salário. Se a gente arrecada doze, como é que nós pagamos treze? É complicado, e é o único lugar em que a pessoa entra em férias e ganha mais, é aqui no Brasil. São coisas nossas, a legislação que está aí, é sempre aquela visão dita social, mas com o chapéu dos outros, não é com o chapéu do governo”, disse o militar reformado.
O vice de Bolsonaro também criticou o pagamento de imposto sindical, extinto pela reforma trabalhista aprovada pelo Congresso em 2017. “Sabemos perfeitamente o custo que tem o trabalhador essa questão do sindicato, do imposto sindical, em cima da atividade produtiva, é o mais custo que existe”, disse Mourão.
Na palestra na cidade gaúcha, Hamilton Mourão defendeu um ajuste fiscal com “disciplina fiscal”. “Terá que ser produzido um ajuste fiscal, se não for produzido um ajuste fiscal o governo vai fechar. Isso vai importar em sacrifício de toda ordem, quem está dizendo que vai ser anos maravilhosos logo no começo está mentindo escandalosamente para a população”, afirmou ele, que propôs “enxugamento do Estado”, “liberalização financeira”, “desregulamentação”, abertura comercial e revisão progressiva de desonerações.
Sobre a ideia de Paulo Guedes, economista escolhido por Jair Bolsonaro para um superministério da Economia, de criar um imposto aos moldes da CPMF, o imposto do cheque, Hamilton Mourão disse que “é um imposto que vai tributando em cascata. Para que ocorra algum tipo de imposto dessa natureza, os outros têm que ser abaixados”.
Ao falar sobre juros e por que, na sua visão, “o capital custa caro” no Brasil, Mourão comparou os brasileiros à cigarra da fábula A Cigarra e a Formiga e afirmou que há pouca poupança no país. “Nós somos um país de poupança baixa, o brasileiro poupa pouco, nós somos muito mais cigarras do que formigas, infelizmente”, lamentou.
Bebeto cobra recursos para pavimentação asfáltica em diversos bairros (Foto: Thiago Morais)
O vereador Bebeto (PR) encaminhou indicação, durante a sessão ordinária desta terça-feira (25), na Câmara de Dourados, solicitação visando serviços de tapa-buracos e melhorias na sinalização de trânsito em toda a extensão da Perimetral Norte, em Dourados. O documento foi encaminhado à prefeita Délia Razuk (PR) e ao governador Reinaldo Azambuja (PSDB), com cópia ao secretário de Estado de Infraestrutura, Helianey Paulo Silva.
Segundo o vereador, o trajeto entre a rotatória da BR-163 e da MS-462, no acesso a Laguna Caarapã, está tomada por buracos, comprometendo a segurança dos motoristas que trafegam diariamente naquela localidade. Bebeto também ressalta a sinalização de trânsito insuficiente. “Por ser uma rodovia com muitos declives e curvas, além dos serviços de tapa-buracos, também é necessário melhorar a sinalização, como placas e pintura de faixas”, enfatizou.
Já em outra indicação, o vereador reforçou pedido visando à destinação de recursos, provenientes de emendas parlamentares, para execução de pavimentação asfáltica nos bairros Altos do Indaiá, Jardim Maracanã, Jardim Santa Maria e Jardim Leste. O documento foi encaminhado à prefeita Délia, com cópias ao senador Pedro Chaves (PRB) aos deputados federais Elizeu Dionizeo (PSB), Geraldo Resende (PSDB) e Luiz Henrique Mandetta (DEM).
Serviços
O vereador também encaminhou indicação à administração municipal, solicitando serviços de recapeamento no bairro Jardim Ouro Verde, principalmente nas ruas João Vicente Ferreira e Ciro Melo. Ele justifica o pedido, considerando que algumas ruas do Jardim Ouro Verde, principalmente nas ruas João Vicente Ferreira e Ciro Melo, o trânsito de veículos e motocicletas está prejudicado pela falta de manutenção do asfalto.
Vídeo exibido pela campanha do PT, quando Fernando Haddad ainda era candidato a vice-presidente, gravado antes da prisão de Lula (Foto:PT/YouTube/Reprodução)
Por unanimidade, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou na noite desta quarta-feira um recurso apresentado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso e condenado no âmbito da Operação Lava Jato, para gravar áudios e vídeos para a propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão. Ele foi substituído na campanha presidencial por Fernando Haddad (PT).
Lula está preso desde abril na superintendência da Polícia Federal em Curitiba, após ser condenado a doze anos e um mês de prisão pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) no caso do tríplex do Guarujá. Em 15 de setembro, o relator do caso, ministro Sérgio Banhos, rejeitou o pedido do petista. Na época, Banhos alegou que o TSE não possui competência constitucional para tratar sobre execução de pena determinada pela Justiça comum.
A defesa de Lula entrou com recurso para reverter a decisão de Banhos, que foi analisado pelo plenário do TSE na sessão plenária desta quarta-feira. No julgamento, Banhos reafirmou os fundamentos da decisão proferida monocraticamente (individualmente) semanas atrás.
“O ex-presidente está sujeito à segregação imposta pela Justiça comum considerando o entendimento firmado no âmbito do STF, desse modo, o que pretendem os recorrentes escapa à competência da Justiça Eleitoral. Escapa da Justiça Eleitoral alterar a situação prisional”, disse Banhos.
O entendimento de Banhos foi seguido pelos demais ministros do TSE. “Quem analisa a questão do regime e cumprimento de pena é o juízo de execução e não o eleitoral. Os condenados à pena privativa de liberdade devem respeito ao sistema penitenciário, sem regalia”, afirmou o ministro Alexandre de Moraes.
Beijo de Leandro em Anitta no palco do Prêmio Multishow. (Foto: Reprodução)
E o reco reco foi finalmente exaltado ontem à noite em transmissão ao vivo do Prêmio Multishow. O percussionista Leandro Martins ficou famoso dando um beijaço na cantora Anitta. O resultado veio em números nas redes sociais nesta quarta-feira.
De 64 mil seguidores no início da manhã, o campo-grandense da banda Atitude 67 passou rapidinho para 105 mil e continua subindo, com cerca de 1 mil pessoas a cada 5 minutos.
O selo azulzinho de contas verificadas no Instagram já está lá para provar a quem chega que aquele é mesmo o cara que beijou Anitta.
Desde o início da manhã, tentamos falar com Leandro, mas os companheiros da banda Atitude 67 dizem que o rapaz resolveu dormir até mais tarde, um dia após o sucesso que divide o público entre surpresa mesmo ou truque de marketing para promover os pagodeiros.
O fato é que Leandro saiu do reco reco do Atitude 67 para bombar em compartilhamentos e memes na internet. Agora é líder na banda em número de seguidores, com o triplo do vocalista Pedrinho.
Leandro nasceu em Campo Grande, é formado em Direito, chegou a trabalhar como advogado, até entrar na banda. O rapaz já tinha o título de maior mulherengo do grupo, status lembrado, inclusive, na letra da música “Tá gostando mais ou menos”.
Solteira, recém-separada de Thiago Magalhães, se depender dos fãs de Anitta e Leandro a pegação vai virar romance. Tem muita gente “shippando” os dois e não falta comentário sobre a “ficada” com transmissão ao vivo. “Em menos de 3 horas já são mais de 20.000 seguidores quero ver no final do dia… quero um beijo desse pra mudar minha vida”, postou um seguidor de Leandro.
Anitta estava ontem no palco ao lado de Tatá Werneck e de Luan Santana, que tinha acabado de ganhar um prêmio. A cantora comentou que não havia aparecido ninguém para dar um beijo, até que Leandro se prontificou. “Rapaz, estão me falando que estão precisando de alguém de atitude aqui. Eu sou do Atitude 67, A Anitta está precisando de um beijo…”, disse.
Depois da festa, ao ser questionado se o beijo foi combinado, ele garantiu que não e justificou dizendo que “sempre foi de atitude. Na verdade eu só fui, só fui… estava vendo ela anunciando ali que precisava de um beijo e só tive atitude”.
Anitta também publicou no Instagram que “nem tudo que acontece no prêmio é combinado. As coisas são ao vivo. Mas eu sou a pessoa que, se eu brinco, eu tenho que aceitar as brincadeiras”.
Ciro Gomes faz campanha em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro (Foto - Divulgação)
O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, reforçou nesta terça-feira (25) o discurso de que representara uma terceira via eleitoral em um cenário polarizado entre as candidaturas de Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL).
Ciro participou de uma caminhada por Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Foi o segundo dia seguido de agendas dele pelo estado.
Em entrevista coletiva, o pedetista comentou os números da pesquisa Ibope divulgada na noite dessa segunda (24) na qual aparece estagnado na terceira colocação, com 11%, atrás de Bolsonaro (28%) e Haddad (22%).
“Vamos falar sério: nenhuma nação no mundo dá aos institutos de pesquisa o direito de escolher por seu destino”, criticou. “Acredito que a questão simples é pedir ao povo brasileiro para pensar, as pesquisas são apenas um retrato de momento. E pensar é o seguinte: será que o Brasil aguenta projetar a crise de 2014, que nos invadiu desde Dilma até hoje, para a frente? Será que o Brasil está obrigado a escolher entre ‘o coisa ruim’ e a volta do PT?”, prosseguiu. “Não sou favorito e não entrei [para disputar] porque era favorito, mas a eleição está aberta”, definiu.
Para o pedetista, uma eventual escolha entre Bolsonaro e Haddad jogaria o país em um cenário de “ódio, de violência, de sectarismo” a exemplo do que, segundo ele, ocorreu quando Dilma Rousseff venceu o tucano Aécio Neves, em 2014, por uma margem apertada de votos.
“Isso [o ódio] é o que aconteceu quando a Dilma ganhou a eleição por quase nada, e o Aécio se negou a reconhecer o resultado. Se cria no Brasil a ambiência para destruir a economia, e quem está pagando um preço muito caro é a população mais pobre”, destacou. “Temos agora uma chance de ter um caminho novo para o Brasil”, arrematou, sobre sua própria candidatura. “Acho que a população está amadurecendo e vai decidir.
“Não sou favorito e não entrei porque era favorito”, diz Ciro sobre Ibope.
Ciro ainda salientou que, em um quadro no qual mais de metade do eleitorado é composto por mulheres, a tendência é que a rejeição a Bolsonaro aumente, já que é entre o público feminino onde o capitão reformado do Exército encontra hoje maior resistência a seu nome.
“Elas [mulheres] vão à rua em massa dia 29 para defender o Brasil do fascismo, do machismo, da misoginia, da segregação de pessoas que têm orientação sexual diferente. Isso vai tudo repercutir muito fortemente”, avaliou.
Ciro também disse esperar que os últimos três debates –“três debates fundamentais”, classificou– com presidenciáveis durante o primeiro turno sejam decisivos. O próximo acontece amanhã, e é feito pelo UOL em parceria com “Folha de S.Paulo” e SBT, nos estúdios da emissora, em Osasco, na Grande São Paulo. No domingo (30), acontece o debate promovido pela TV Record, em São Paulo, e, no dia 4, os presidenciáveis debatem na TV Globo, no Rio.
Terceiro disco de estúdio do Scalene, foi um passo firme em um terreno ainda não explorado (Foto - Breno Galtier)
O lançamento de magnetite (agosto de 2017), terceiro disco de estúdio do Scalene, foi um passo firme em um terreno ainda não explorado.
A banda brasiliense abarcou caminhos sonoros novos e agregou ao trabalho influências da MPB, da música eletrônica e do R&B. Bem-recebido pelo público e pela crítica, o álbum ganhou um desdobramento em abril, quando o grupo lançou – pela slap – o EP +gnetite nas plataformas digitais. Com show marcado em Dourados no Panta no Rock Festival para o dia 30 de setembro (domingo), o quarteto aproveita para mostrar as novas músicas ao vivo.
Produzido por Diego Marx e gravado nos estúdios Red Bull Studio (São Paulo) e Yebba Daor (Brasília), o +gnetite lista 7 faixas e chega com capa assinada por Bruno Luglio. “impulso”, “tempo” e “zamboni” representam a safra inédita, enquanto “cartão postal”, “maré” e “phi” (co-produzida por Aloizio Michael) ganharam novos olhares do grupo, que é formado por Gustavo Bertoni (voz), Tomás Bertoni (guitarra), Lucas Furtado (baixo) e Philipe “Mkk” Nogueira (bateria). Única faixa que não pertence a magnetite, “vultos” completa o EP. Até então, esta só havia sido registrada no DVD Ao Vivo em Brasília (2016). Em +gnetite, ela ganha a sua primeira versão de estúdio.
SHOW
Data: 30 de setembro (domingo)
Horário: a partir das 13 horas
Local: Clube Indaiá l R. Indaiá, 850 – Altos do Indaiá, Dourados – MS
Chico, Caetano e Gil assinam manifesto contra Bolsonaro (Foto: Reprodução/Instagram)
Mais de 300 personalidades, intelectuais, cientistas e empresários brasileiros assinaram um manifesto contra Jair Bolsonaro, candidato do PSL que lidera as intenções de voto das eleições presidenciais de outubro, no qual denunciam que o político representa “uma clara ameaça”.
“É preciso dizer, mais que uma escolha política, a candidatura de Jair Bolsonaro representa uma ameaça franca ao nosso patrimônio civilizatório primordial. É preciso recusar sua normalização, e somar forças na defesa da liberdade, da tolerância e do destino coletivo entre nós”, diz o texto.
Entre os principais nomes que apoiam o manifesto estão os dos cantores Chico Buarque e Gilberto Gil; Maria Alice Setúbal, educadora e acionista do Itaú Unibanco; do economista Bernard Appy; do empresário Guilherme Leal, sócio da Natura; de Caetano Veloso e Paula Lavigne; do advogado e professor da FGV Carlos Vilhena; e do médico Drauzio Varella.
No documento sob o título “Pela democracia, pelo Brasil” não há indicações de apoio a outros candidatos, mas garante que é necessário um movimento contra o projeto antidemocrático de Bolsonaro. O texto também adverte que “líderes fascistas, nazistas e vários regimes autocráticos” da história foram originalmente eleitos com a promessa de “resgatar a autoestima e a credibilidade da nação antes de subordiná-las aos mais variados desmandos autoritários”.
Tivemos em Jânio e Collor outros pretensos heróis da pátria, aventureiros eleitos como supostos redentores da ética e da limpeza política, para nos levar ao desastre. Conhecemos 20 anos de sombras sob a ditadura, iniciados com o respaldo de não poucos atores na sociedade”, explica. Além disso, “Pela democracia, pelo Brasil” relembra a população brasileira que em um “momento de crise, é preciso ter clareza máxima da responsabilidade histórica das escolhas que fazemos”.
Todos as personalidades defendem a democracia “em qualquer situação”. “Nós estávamos juntos na construção democrática do Brasil e precisamos saber como defendê-lo agora”, acrescenta o documento. Jair Bolsonaro lidera as intenções de voto, mas está impossibilitado de fazer campanha política desde o dia 6 de setembro, quando foi esfaqueado durante um comitê em Juiz de Fora, Minas Gerais. Segundo pesquisa Ibope, ele lidera em 13 estados e no Distrito Federal. Com informações da Ansa.
O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad (Foto: Reuters)
Em ascensão nas pesquisas de opinião e dez horas após se reunir, nesta segunda-feira (24), com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, partiu para o ataque contra o adversário do PSL, Jair Bolsonaro.
Poupando Bolsonaro de ataques pessoais -mas disposto a polarizar desde já com o líder das pesquisas-, Haddad criticou recentes declarações de aliados do capitão do Exército.
Após citar polêmica declaração do vice de Bolsonaro, general Hamilton Mourão -de que famílias sem pais e avôs são fábricas de desajustados-, Haddad disse que, há cinco anos, não se imaginaria que alguém fosse capaz de fazer essa afirmação.
“Pensar isso já é uma loucura. Agora, falar…E falar como candidato…”, discursou Haddad, durante ato sobre educação e ciência e tecnologia.
O ex-prefeito criticou também proposta apresentada pelo economista Paulo Guedes, guru de Bolsonaro, de criar uma alíquota única de Imposto de Renda no país.
“Temos um sistema tributária dos mais regressivos do mundo, e o sujeito quer diminuir o imposto de renda dos ricos e aumentar dos pobres”, afirmou Haddad.
Depois se queixar também de uma naturalidade com que a imprensa trataria essas declarações, Haddad disse que isso viraria pó após as eleições.
“Não é possível que o país tenha mudado tanto a ponto de tolerar esse tipo de declaração.”
Nesse esforço de polarização com Bolsonaro, Haddad apresentou sua candidatura como fruto de um processo que nasceu na luta pela democracia.”Não começamos há 15 dias esta campanha. Começamos no fim do regime militar”, afirmou.
No discurso, Haddad citou seu encontro com Lula e disse que, se fosse adversário do ex-presidente, nunca o deixaria trancado 24 horas do dia pensando em política e no pais.
Afirmando que a democracia está em risco no Brasil, Haddad disse: “Não estamos a fim de ir para casa. Ninguém está a fim de pendurar a chuteira”.
Ao falar da situação do PT, Haddad disse que os adversários não imaginavam que a legenda era um instrumento de transformação social do Brasil. Ele reafirmou a disposição de Lula de lutar por sua inocência. “Depois de tantos anos de massacre, a primavera começou de novo.” Com informações da Folhapress.
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