sábado, 24 de outubro de 2026

Ministério Público repudia Bolsonaro: ‘Demonstra descaso institucional’

Notícias ao Minuto

 

O candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) (Foto: Reuters)

Após o candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) afirmar, no último sábado (25), que “um país que tem um Ministério Público do Trabalho atrapalhando não tem como ir para frente”, a instituição emitiu nota de repúdio à declaração.

 

 

O texto, assinado pelo procurador-geral do Trabalho, Ronaldo Curado Fleury, e pelo vice-presidente da Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT), Helder Santos Amorim, destaca que “o candidato demonstra descaso com uma das mais importantes conquistas do processo de redemocratização do país”.

 

A declaração de Bolsonaro, classificada pelos órgãos como “inadmissível”, foi dada enquanto o candidato narrava uma conversa que teve com um piscicultor, na cidade de Catanduva (SP), sobre as dificuldades enfrentadas pelo produtor, citando “imposto, energia cara e licença ambiental”.

 

Na nota, o Ministério Público do Trabalho e a ANPT salientam os avanços conquistados a partir do trabalho que desempenham no tocante ao combate ao trabalho escravo e infantil, além da atuação pela melhoria das condições de trabalho e promoção da liberdade sindical.

 

“Lamentável é que reação dessa natureza provenha de candidato à chefia de Estado, a quem incumbe a defesa do Estado Democrático de Direito”, diz outro trecho da nota.

 

Confira a íntegra abaixo:

 

A imprensa repercutiu manifestações do candidato à presidência da República Jair Bolsonaro que, em campanha no interior de São Paulo, teria se referido à atuação do Ministério Público do Trabalho (MPT) como um entrave ao desenvolvimento econômico do país. Segundo afirmação atribuída ao candidato, “um país que tem um Ministério Público do Trabalho atrapalhando não tem como ir para frente”.

 

Com essas afirmações, o candidato demonstra descaso com uma das mais importantes conquistas do processo de redemocratização do país. A partir da Constituição de 1988 o Ministério Público do Trabalho foi incumbido da defesa dos direitos fundamentais sociais relacionados ao trabalho, desenvolvendo uma rica trajetória de atuação no combate ao trabalho escravo e ao trabalho infantil, na defesa do meio ambiente do trabalho e do concurso público nos entes estatais, no combate à discriminação e às fraudes no mercado de trabalho e na promoção da liberdade sindical, dentre outras tantas ações de relevante cunho social.

 

É inadmissível que a atuação social eficaz do MPT seja alvo de ataque por um político descrente do projeto constitucional democrático, que se encontra no exercício de mandato parlamentar há quase 30 anos na Câmara dos Deputados. Nesse mesmo período, o Ministério Público do Trabalho dedicou sua atuação à promoção de melhores condições de trabalho, com respeito igualitário à participação de mulheres, negros, homossexuais, pessoas com deficiência e outras minorias no mercado de trabalho; atuou pela erradicação do trabalho escravo e do trabalho infantil, com vistas à superação do triste histórico brasileiro de desigualdade social; defendeu o regime de emprego e a negociação coletiva como instrumentos de proteção social e zelou pela prevenção de acidentes e adoecimentos no ambiente de trabalho, devotando sua atuação aos mais elevados ideais humanitários e democráticos que inspiraram o Constituinte de 1988.

 

Exemplo de atuação vitoriosa do MPT poderia ter sido observada pelo candidato Jair Bolsonaro, em sua passagem pelo interior do estado de São Paulo, quando visitou o Hospital do Câncer de Barretos, entidade recentemente beneficiada pelo MPT com a destinação de R$ 70 milhões para construção e equipamento do Centro de Pesquisa Molecular em Prevenção de Câncer, que permitirá a pesquisa para o tratamento de vítimas da doença em decorrência da exposição a agentes cancerígenos no ambiente de trabalho.

 

O conhecimento e as reais intenções do sr. Jair Bolsonaro são postos em dúvida quando se refere a reclamações que lhe teriam sido transmitidas por um piscicultor da região de Catanduva e que não guardam qualquer relação com as atribuições do MPT.

 

Estivesse o candidato informado e bem intencionado sobre a atuação do MPT, quando de sua visita àquele estabelecimento de saúde, saberia que esses recursos são provenientes de ação ajuizada em face da Shell, em cuja fábrica de agrotóxicos (Paulínea-SP), posteriormente vendida para a Basf, a exposição a produtos cancerígenos vitimou mais de 60 ex-empregados. Nesta ação, firmou-se acordo judicial que garantiu atendimento médico vitalício a outros 1.058 trabalhadores vitimados.

 

A Constituição e a Lei Complementar 75/1993, que disciplina as atribuições do Ministério Público do Trabalho, lhe garantem instrumentos de atuação institucional que, não raro, atraem a ira de parcela do poder econômico sem compromisso com os direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça no ambiente de trabalho, como valores de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos. Lamentável é que reação dessa natureza provenha de candidato à chefia de Estado, a quem incumbe a defesa do Estado Democrático de Direito.

 

O Ministério Público do Trabalho e seus mais de 700 membros em todo o Brasil, ao tempo em que repudiam a manifestação de desprezo institucional e preconceito contra os direitos sociais dos trabalhadores, expressada pelo candidato Jair Bolsonaro, exortam os candidatos à presidência da República ao debate elevado sobre medidas de promoção do pleno emprego e do trabalho decente, com vistas à construção de uma sociedade livre, justa e solidária que, garantindo o desenvolvimento nacional, erradique a pobreza e a marginalização e reduza as desigualdades, para que seja promovido o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação, em sintonia com os ideias da Constituição de 1988.

 

RONALDO CURADO FLEURY

 

PROCURADOR GERAL DO TRABALHO

 

HELDER SANTOS AMORIM

 

VICE-PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS PROCURADORES DO TRABALHO

Eleitor vota primeiro para deputado federal neste ano

Agência Câmara

 

Eleitor começa escolhendo o deputado federal e termina votando para presidente da República (Foto: Divulgação)

Nas eleições deste ano, o eleitor começa a votar escolhendo o deputado federal. Até as eleições de 2014, o eleitor votava primeiro para deputado estadual ou distrital. A mudança na ordem de votação foi aprovada pela Câmara em 2010 e pelo Senado em 2014.

 

 

Mas o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu que a mudança não valeria para aquela eleição. À época, o ministro Dias Toffoli afirmou que a implantação da mudança para as eleições de 2014 demandaria a liberação de nova versão de software, de treinamento, entre outros fatores. Para o deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS), que encaminhou a votação do projeto na Câmara (PL 7522/10), a alteração é importante. “É o primeiro voto. É um voto mais voluntarioso, em que o eleitor está mais animado a votar. Ele abre a série de votações e estimula a ter uma participação maior do eleitor.”

 

De acordo com as regras atuais, neste ano, a ordem de votação será: deputado federal, deputado estadual ou distrital, senador (são dois votos para o Senado), governador e, por fim, presidente da República. Campanhas informativas – O secretário de tecnologia da informação do TSE, Giuseppe Janino, explica que o tribunal já está fazendo campanhas para informar o eleitor.

 

“O eleitor tem uma sequência não lógica [para votar], que começa pelo deputado federal e depois vai para o deputado estadual. O TSE vai se encarregar de divulgar o máximo possível essa ordem de votações para que não haja prejuízo para o eleitor.”

 

A resolução do TSE com os atos preparatórios para o pleito de 2018 determina ainda que deverão aparecer as fotos e os nomes dos candidatos na urna eletrônica. O eleitor digita o número do candidato e, na sequência, aparece a foto para confirmação.

 

Outra pesquisa aponta Odilon na frente e disputa acirrada com Reinaldo

Blog O Jacaré

 

Juiz Odilon durante contato com eleitores na Ceasa em Campo Grande (Foto: Divulgação)

Uma nova pesquisa, divulgada neste sábado, mostra outro cenário na sucessão estadual. Conforme o IPR (Instituto de Pesquisa Resultado), o juiz Odilon de Oliveira (PDT) lidera na espontânea e na estimulada. No entanto, a disputa é acirrada com o governador Reinaldo Azambuja (PSDB).

 

O IPR ouviu 1.200 eleitores em 20 municípios entre os dias 19 e 24 de agosto deste ano. A margem de erro é de 2,9% para mais ou menos. Na Justiça Eleitoral, a pesquisa foi registrada com o número MS-04794/2018.

 

Juiz Odilon durante contato com eleitores na Ceasa em Campo Grande (Foto: Divulgação)

De acordo com o instituto, na estimulada, o juiz Odilon tem 26,27%, contra 25,33% de Reinaldo. Como a margem de erro é de 2,9 pontos percentuais para mais ou menos, qualquer um dos dois pode estar na frente. O presidente da Assembleia Legislativa, Junior Mochi (MDB), fica com 7,33%.

 

O quarto lugar é do petista Humberto Amaducci, com 2,58%, seguido pelo advogado João Alfredo (PSOL), 1,33%, e pelo engenheiro Marcelo Bluma (PV), com 1%. Já 15,5% dos eleitores planejavam votar em branco ou nulo, enquanto 20,17% estão indecisos.

 

Reinaldo fica com o mesmo índice de Delcídio há quatro anos

Uma coincidência marcou a primeira pesquisa do Ibope deste com a realizada há quatro anos. O percentual obtido pelo governador Reinaldo Azambuja e o então senador Delcídio do Amaral é o mesmo: 39%.

 

Conforme a pesquisa divulgada ontem pela TV Morena, o tucano ficou com 39%, contra 24% do juiz Odilon e 3% de Junior Mochi.

 

A primeira pesquisa do Ibope de 2014, também realizada com 812 eleitores em 32 municípios, apontou Delcídio com 39%, contra 20% de Nelsinho e 19% de Reinaldo.

 

O Ibope errou ao prever a vitória de Delcídio no segundo turno, por 51% a 49%. No dia seguinte, abertas as urnas, Reinaldo ficou com 55,34%, contra 44,66% do então petista.

 

O levantamento é totalmente diferente do Ibope, divulgado pela TV Morena, que mostra Reinaldo com 39%, contra 24% de Odilon e 3% de Mochi. Neste cenário, o tucano poderia vencer no primeiro turno.

 

O IPR também divulgou a sondagem espontânea, quando não apresenta o nome dos candidatos. Odilon também aparece na frente, com 16,25%, contra 12,75% de Reinaldo e 2,17% de Mochi.

 

A maior parte do eleitorado, 55,17%, ainda não está totalmente decidida em quem votar para governador. O índice mostra um cenário totalmente indefinido na sucessão estadual, marcada por boatos, mentiras e pela desistência do ex-governador André Puccinelli (MDB) após ter a prisão preventiva decretada na Operação Lama Asfáltica.

 

O instituto também aponta o governador Reinaldo Azambuja como o candidato mais rejeitado. De acordo com a pesquisa, 16,17% dos eleitores não votariam de jeito nenhum no tucano, enquanto o petista Amaducci ficou com 5,42%. Bluma é rejeitado por 4,83%.

 

Odilon ficou em 4º lugar, com 4,33%, seguido por Mochi, 4,25%, e João Alfredo, 3,25%. De acordo com a sondagem, 32,25% dos eleitores não rejeitam nenhum candidato, enquanto 6,83% fazem objeção aos seis postulantes.

 

Zeca empata com Nelsinho na disputa pelo Senado

O IPR aponta empate técnico na disputa pelo Senado entre o ex-prefeito da Capital, Nelsinho Trad (PTB), e o ex-governador e deputado federal Zeca do PT. Por outro lado, é expressivo o percentual de eleitores indecisos.

 

De acordo com o instituto, Nelsinho tem 21,33%, contra 20,34% de Zeca. O terceiro colocado é o senador Waldemir Moka (MDB), com 11,5%, em empate técnico com o procurador de Justiça Sérgio Harfouche (PSC), com 9,42%.

 

Pedro Chaves (PRB) aparece em 5º lugar, com 5,08%, mas ele desistiu de tentar a reeleição. Apesar de estar em campanha desde o ano passado e contar com o apoio massivo dos principais jornais e sites de internet, o ex-secretário de Infraestrutura, Marcelo Miglioli (PSDB), só obteve 3,84%.

 

A advogada Soraya Thronicke (PSL), aparece com 2,92%, seguida por Beto Figueiró (Podemo), 2,17%, Anísio Guató (PSOL), 1,25%, Mário Fonseca (PCdoB), 1%, Dorival Betini (PMB), 0,92%, Thiago Freitas (PPL), 0,83%, e César Nicolatti (PTC),0,75%.

 

Na primeira escolha para senador, 26,75% dos eleitores se mostraram indecisos, enquanto 47,17% não sabem de quem será o segundo voto.

Oscar 2019: veja os filmes brasileiros que estão na disputa

Notícias ao Minuto

 

A Cerimônia do Oscar ocorre no dia 24 de fevereiro do próximo ano.(Foto: Divulgação)

Dos 22 filmes que estão concorrendo, apenas uma produção brasileira será escolhida para concorrer na categoria de melhor filme estrangeiro de 2019.

 

A Secretaria do Audiovisual, do Ministério da Cultura divulgou nesta semana os filmes que estão concorrendo à indicação.

 

Confira:

 

1.”Além do Homem”, de Willy Biondani

 

2. “Alguma Coisa Assim”, de Esmir Filho e Mariana Bastos

 

3. “O Animal Cordial”, de Gabriela Amaral Almeida

 

4. “Antes que Eu Me Esqueça”, de Tiago Arakilian

 

5. “Aos Teus Olhos”, de Carolina Jabor

 

6. “As Boas Maneiras”, de Juliana Rojas e Marco Dutra

 

7. “Benzinho”, de Gustavo Pizzi

 

8. “Canastra Suja”, de Caio Soh

 

9. “Como é Cruel Viver Assim”, de Julia Rezende

 

10. “Dedo na Ferida”, de Silvio Tendler

 

11. “Encantados”, de Tizuka Yamasaki

 

12. “Entre Irmãs”, de Breno Silveira

 

13. “Ex-Pajé”, de Luiz Bolognesi

 

14. “Ferrugem”, de Aly Muritiba

 

15. “Não Devore Meu Coração!”, de Filipe Bragança

 

16. “O Caso do Homem Errado”, de Camila de Moraes

 

17. “O Desmonte do Monte”, de Sinai Sganzerla

 

18. “O Grande Circo Místico”, de Cacá Diegues

 

19. “Paraíso Perdido”, de Monique Gardenberg

 

20. “Talvez uma História de Amor”, de Rodrigo Bernardo

 

21. “Unicórnio”, de Eduardo Nunes

 

22. “Yonlu”, de Hique Montanari

 

O indicado será revelado no dia 22 de janeiro de 2019, que será escolhido por uma Comissão Especial de Seleção. A Cerimônia do Oscar ocorre no dia 24 de fevereiro do próximo ano.

É preciso resgatar a representatividade política de Dourados, diz Neno Razuk

Joao Carlos Torraca

Do jornal Diário MS

 

Neno Razuk visitou o Diário MS ontem e estendeu convite à população para o lançamento de candidatura hoje à noite (Foto – Diário MS)

 

Empresário, 39 anos e filho de políticos, Roberto Razuk Filho, ou simplesmente Neno Razuk, disse ontem durante visita ao Diário MS que está entrando para a política para “dar continuidade ao trabalho social que meus pais sempre realizaram, principalmente em Dourados”.

 

Na verdade, disse, é a primeira vez que vai disputar uma eleição, mas, “desde meus 14 anos, no segundo mandato do meu pai, eu acompanho a política de perto”. Neno chegou a ocupar cargo público, na gestão do então prefeito Ari Artuzi, quando foi secretário de Planejamento.

 

Segundo ele, apesar de ser o primeiro cargo eletivo que pleiteia, tem experiência para o exercício de mandato na Assembleia Legislativa, por conta da convivência. O pai, Roberto Razuk, foi duas vezes deputado estadual e a mãe, Délia Razuk, é prefeita da segunda cidade do Estado.

 

E é por ver as dificuldades que a mãe enfrenta hoje para administrar a primeira cidade do interior do Estado, que levanta como uma das principais bandeiras a luta para melhorar os repasses estaduais per capita para a saúde pública em Dourados e região.

 

“Não é possível que uma cidade do porte de Dourados, com quase 220 mil habitantes e que ainda é responsável em atender a população de outros 33 municípios, estar em quarto lugar em recursos recebidos para a saúde. É preciso melhorar esse índice”, afirma.

 

Hoje, Dourados recebe, por pessoa, irrisórios R$ 6 de repasses da verba do governo para a Saúde, contra R$ 9 de Três Lagoas, R$ 14 de Corumbá e R$ 25 de Campo Grande. “Precisamos melhorar este índice. Daí a importância de recuperarmos a representatividade política de nosso município, de nossa região. E este é um compromisso que assumo desde já com as pessoas”, diz Neno. “Precisamos resgatar a força política de Dourados. Está faltando político com compromisso com Dourados, que vá lutar pelo que Dourados merece. Uma vez na Assembleia, terei força para lutar por isto”, reforça.

 

Indagado sobre entrar para a política em um momento em que os políticos sofrem desgaste muito grande por conta da corrupção, Neno avalia que é preciso repartir responsabilidade, “até porque o eleitor que vende voto é tão corrupto quanto os políticos envolvidos com a Lava Jato, por exemplo”.

 

Para ele, “é preciso fazer uma nova política, a hora é de renovação. Novas ideias e novas pautas devem começar a ser posta para a sociedade avaliar”. Neno vê como desafio a “briga” contra o sistema eleitoral. “Hoje, o sistema favorece quem já está lá, que já tem um nome bem conhecido e que ainda conta com estrutura para custear uma campanha. É preciso enfrentar tudo isso”, observa.

 

“Hoje os noticiários só falam em corrupção. Você liga a televisão e só se fala em corrupção. Então, as pessoas não gostam mais da política. Quem diz que não vai votar tem até certa razão, mas, a gente vive com a política, tudo depende da política. Então, as pessoas precisam buscar alguém que tenha história, trabalho, que tenha transparência e que vá de fato renovar. Eu me sinto pronto e vou fazer parte dessa nova política”, avalia.

 

Para Neno, ir para a Assembleia Legislativa é uma responsabilidade muito grande, ainda mais sendo filho de ex-deputado, que trouxe a Universidade Estadual para Dourados e da primeira mulher a assumir a prefeitura de Dourados. “Eu sei que a responsabilidade é enorme e eu quero dar continuidade nesse trabalho. Tenho certeza que estou preparado para seguir adiante, sempre buscando a igualdade de todos”, falou.

 

LANÇAMENTO

 

Candidato a deputado pelo PTB, Neno Razuk faz o lançamento oficial de sua candidatura às 20 horas desta sexta-feira (24), no salão de evento do Clube Ubiratan. O ato político vai contar com a presença do governador Reinaldo Azambuja (PSDB), que busca a reeleição.

Vice do juiz Odilon participa de adesivagem amanhã em Dourados

João Pires

 

Bispo Marcos Vitor durante reunião política ao lado do candidato Odilon Oliveira (Foto - Arquivo/Estado Notícias)

A coordenação responsável pela campanha eleitoral do candidato juiz Odilon de Oliveira, em Dourados, faz amanhã a partir das 9 horas, adesivagem de veículos e entrega de material impresso no centro da cidade.

 

O bispo Marcos Vitor, vice do juiz Odilon vai participar do ato e logo após está prevista caminhada na Avenida Marcelino Pires, com os apoiadores do candidato ao Governo do Estado. “Lideres dos partidos PRB e Podemos, coligados ao PDT, estarão conosco nesta caminhada. E isto é muito importante, pois só unindo forças vamos conquistar a vitória”, destacou o bispo.

 

O ponto de encontro para a adesivagem será no calçadão da Praça Antônio João, em frente à agência do Bradesco, da Joaquim Teixeira Alves.

 

CAPITAL

 

Hoje (24) o juiz Odilon participa gravações para o eleitoral de TV e  a noite reunião com lideranças de núcleo de base. Já amanhã e domingo a agenda segue com caminhadas em feiras livres e adesivagens.

 

TRE-MS reúne partidos para distribuir tempo de TV e rádio na campanha

Campo Grande News

 

Sede do TRE-MS vai ocorrer o sorteio e distribuição do tempo de TV e rádio (Foto: Arquivo)

O TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul) reúne os partidos e coligações para distribuir o tempo de televisão e rádio no programa eleitoral. Além disto haverá o sorteio da ordem de veiculação dos candidatos, para as programas que começam a partir do dia 31 de agosto. O evento será na sede da instituição, a partir das 9h.

 

Na última quarta-feira (22) já houve a primeira reunião da direção do Tribunal com representantes dos partidos e das emissoras de rádio e televisão, apenas para definir as questões técnicas sobre a transmissão, com o objetivo justamente de adiantar este processo, para que neste encontro de hoje (24) ficasse priorizada a questão do tempo e ordem da propaganda eleitoral.

 

 

Os programas na rádio e televisão começam a partir do dia 31 de agosto e segue até 04 de outubro. Neste ano, a propaganda eleitoral, com a exposição dos candidatos nas mídias diminuiu de 45 para 35 dias. Já a campanha nas ruas teve início no dia 16 de agosto, após as convenções e registros de candidaturas.

 

A distribuição do tempo obedece a dois critérios: de todo o tempo de propaganda, 10% deve ser dividido igualmente entre todos os partidos, independentemente de terem representação ou não no Congresso. Os outros 90% são distribuídos conforme o tamanho das bancadas eleitas para a Câmara dos Deputados.

 

A projeção inicial para disputa ao governo é que Reinaldo Azambuja (PSDB) tenha 3 minutos e 56 segundos, seguido por Junior Mochi (MDB) com 2 minutos e 23 segundos. O próximo aparece Humberto Amaducci (PT) tendo 1 min 15 segundos. Depois aparece Odilon de Oliveira (PDT) com 54 segundos, Marcelo Bluma (PV) tendo 25 segundos e por último João Alfredo (PSOL) dispondo de 7 segundos.

Ministério Público impugna 16 pedidos de registro de candidatura em MS

Campo Grande News

 

Zeca do PT busca uma vaga no Senado, nas eleições deste ano. (Foto: Arquivo)

Dezesseis candidatos de Mato Grosso do Sul podem não disputar a eleição deste ano, porque tiveram seus pedidos de registro de candidatura impugnados pelo Ministério Público Eleitoral.

 

 

Seis deles tentam chegar à Câmara dos Deputados, seis pretendem disputar uma vaga na Assembleia Legislativa do Estado e outros quatro querem chegar ao Senado, como titular ou suplente.

 

 

Entre eles, está o deputado federal Zeca do PT, que busca uma vaga no Senado, e João Batista dos Santos, o João Grandão, que busca reeleger-se como deputado estadual.

As ações propostas pelo MP Eleitoral serão julgadas pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS), que poderá deferir ou não as candidaturas após intimar os candidatos para apresentar suas defesas. No total, o órgão recebeu 66 pedidos de impugnação, considerando os pedidos encaminhados por outras coligações e partidos.

 

 

Irregularidades que podem ser sanadas pelo candidato com apresentação de documentos serão abordadas por parecer no próprio registro da candidatura. Se o candidato não providenciar correção necessária, terá seu registro indeferido pela Justiça Eleitoral. O prazo é até 17 de setembro.

 

 

Entre os motivos que levaram às impugnações está a Lei da Ficha Limpa. As hipóteses de inelegibilidade previstas na Lei da Ficha Limpa relacionadas a condenações pela Justiça incidem quando o processo já terminou ou já houve decisão dos tribunais.

 

 

A lista completa dos candidatos pode ser acessadas neste link.

Maluma é eleito homem mais sexy da música e ganha elogios de Madonna

Notícias ao Minuto

 

O cantor Maluma (Foto: Getty Images)

 

O cantor Maluma, 24, foi escolhido pela revista americana Vogue o homem mais sexy da música.

 

A nomeação foi feita após a apresentação de Maluma nos palcos do VMA MTV desta segunda-feira (20), performance que rendeu comentários positivos na internet.

 

O cantor colombiano se apresentou com seu hit “Felices Los 4” e afirmou que, fora dos palcos, recebeu bênçãos da cantora pop Madonna. “Ela me disse que eu estava pronto para o próximo nível… Eu te amo, rainha, você é uma inspiração”, escreveu em seu Instagram.

 

Maluma começou sua carreira musical em 2010 e desde então, lançou hits como “Borró Cassette” e “El Perdedor”. Chegou a participar da música “Sim Ou Não”, de Anitta, com quem apresentará o The Voice mexicano, o La Voz, no final deste ano. Com informações da Folhapress.

Bolsonaro decide não participar de debates

Último Segundo

 

Bolsonaro não vai participar de debates no 1o turno das eleições para evitar críticas de adversários (Foto - Wilson Dias/Agência Brasil)

 

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL), pré-candidato à presidência da República, está definindo o tom de sua campanha para o primeiro turno das eleições de 2018. Parte de sua estratégia, informa o jornal O Globo , será não participar dos tradicionais debates televisionados entre os candidatos.

 

Bolsonaro , assim, busca evitar que suas ideias e propostas sejam exploradas pelos demais presidenciáveis. O deputado se tornou célebre por sustentar opiniões controversas sobre temas como segurança pública, direitos humanos, representatividade de minorias, saúde, educação e economia, assuntos que fatalmente virão à tona nos debates .

 

Figurando em segundo lugar na maioria das pesquisas eleitorais, ficando atrás apenas do ex-presidente Lula (PT) , o deputado considera que, ao não comparecer aos debates, ele se “blinda” das críticas e mantem, ao menos, a porcentagem atual de apoiadores, que beira os 20% do eleitorado.

 

Candidatos de esquerda como Ciro Gomes (PDT) , Manuela D´Ávila (PCdoB) e Guilherme Boulos (PSOL), de centro como Marina (Rede), e de direita Geraldo Alckmin (PSDB) vêm criticando Bolsonaro nas redes sociais na internet e em entrevistas a jornalistas.

 

Internamente, todas as campanhas consideram que a candidatura do deputado federal pode não ter a consistência que vem demonstrando até aqui. A tese é que, uma vez que tenha que defender suas ideias perante os adversários, Bolsonaro pode se complicar e perder boa parte de seus apoiadores.

 

Além disso, o deputado contará com parco tempo de propaganda eleitoral na TV e magros recursos financeiros para sua campanha. Por isso, outro ponto de sua estratégia está em concentrar esforços no convencimento pela internet, onde ele conta milhões de seguidores e um canal bem estabelecido de comunicação com os eleitores.

 

Mesmo dentro de seu partido, contudo, muitos consideram que Jair Bolsonaro pode já ter atingido um “teto” de apoiadores. A esperança é que ainda assim ele chegue ao segundo turno, quando os tempos de TV dos postulantes à presidência se iguala por força de lei.

 

 

Ciro vive dilema em relação ao Nordeste

Notícias ao Minuto

 

O presidenciável Ciro Gomes (PDT) (Foto: Reuters)

De cada 10 eleitores do presidenciável Ciro Gomes (PDT), 4 estão no Nordeste. Segundo a mais recente pesquisa Ibope, o pedetista tem 14% das intenções de voto na região (o que significa 42% dos votos dele). Com esses dados, nomes fortes da campanha de Ciro afirmam que o cenário ideal, pelo menos para levá-lo ao segundo turno, seria a sua consolidação entre o eleitorado nordestino, dobrando suas intenções de voto e evitando a transferência de eleitores do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva – condenado e preso na Lava Jato – para o ex-prefeito Fernando Haddad, vice na chapa petista.

 

Segundo o presidente do PDT, Carlos Lupi, Ciro é forte no Nordeste e deve consolidar ainda mais sua liderança no Ceará. “E, nos demais Estados, vamos contar com palanques competitivos”, disse Lupi. Apesar do otimismo, a matemática não é tão simples – já que o jogo de alianças regionais do PDT atinge um arco que vai do MDB de Renan Calheiros (em Alagoas) ao próprio PT. Ou seja, a lealdade eleitoral se desenha bastante difusa e pragmática.

 

A situação já é curiosa no próprio Ceará, Estado dominado pela família Gomes. O candidato de Ciro é o governador Camilo Santana, do PT. Líder isolado nas pesquisas, ele não segue a lógica do seu partido e tem empenhado apoio claro ao candidato do PDT em nível nacional. A presença de Cid Gomes, irmão de Ciro e candidato ao Senado, também é considerada fundamental na região.

 

Já nos outros Estados nordestinos, o PDT vai ter de trabalhar muito para garantir seu espaço. Em Alagoas, o partido está na coligação do líder das pesquisas, o governador Renan Filho (filho de Renan Calheiros). A chapa de Renan Filho também terá o apoio do PT. As inclinações do MDB local são totalmente lulistas – o que deve dificultar a vida de Ciro no Estado.

 

No Maranhão a relação também é conflituosa. O PDT está na coligação (com outros 14 partidos) pela reeleição do governador Flávio Dino (PCdoB). Como a deputada estadual Manuela d’Ávila, que também é do PCdoB, é cotada para ser a vice de Haddad, a máquina maranhense deve trabalhar, em nível nacional, pela candidatura petista.

 

Em Pernambuco, o PT tratou de isolar Ciro ao retirar a candidatura própria e apoiar o governador Paulo Câmara. Assim, restou à legenda apoiar Maurício Rands (PROS), que hoje tem 2% de intenção de voto. No Piauí e na Bahia, os pedetistas estão compondo a coligação do PT. Situação um pouco mais confortável o partido só encontra no Rio Grande do Norte (onde tem candidato próprio), Paraíba e Sergipe (onde aparecem na vice do PSB).

 

A campanha de Ciro vai reforçar ataques ao PT e ao próprio Haddad no Nordeste. A missão pedetista é evitar que o ex-prefeito de São Paulo herde os votos de Lula. Para isso, já trabalham com o discurso da “irresponsabilidade petista” e de carimbar em Haddad a ideia do “poste” e de alguém com poucas ligações com o Nordeste.

 

Ciro quer conquistar o eleitor que estiver “órfão” do ex-presidente ao tentar desconstruir a imagem de Haddad. As agendas e ações no Nordeste devem se intensificar na medida em que o ex-prefeito já está visitando os Estados da região. Hoje, segundo a pesquisa Ibope, Haddad tem apenas 5% dos votos dos nordestinos.

 

Outras regiões. O presidenciável do PDT também busca eleitores no Sudeste. Nesta semana, Ciro focou esforços, e suas primeiras ações de rua, na Grande São Paulo, mais especificamente Guarulhos (anteontem) e Osasco (ontem). Apesar de pouca militância nas ruas, a proposta do PDT é buscar o eleitorado petista na região – abrindo mão do voto do interior de São Paulo, que já considera perdido para Geraldo Alckmin (PSDB) e Jair Bolsonaro (PSL).

 

Para sobreviver na corrida presidencial, afirmam interlocutores, Ciro vai ter de correr – mantendo “um olho no peixe e outro na gato”. A agenda dele nos próximos dias confirma essa avaliação. Hoje, Ciro estará em Brasília e, amanhã, segue para uma extensa agenda no Tocantins – região de Kátia Abreu, vice em sua chapa. Com informações do Estadão Conteúdo.

Eleições neste ano têm mais de 300 pastores evangélicos candidatos

Gospel +

 

Cabo Daciolo é pastor evangélico e frequentemente usa passagens da Bíblia em seus discursos (Foto - Divulgação)

 

crescimento dos evangélicos na população brasileira vem se tornando evidente por conta de um detalhe nos dados reunidos pela Justiça Eleitoral: pela segunda eleição consecutiva, o número de pastores candidatos subiu. Em 2018, mais de 300 pastores pleiteiam uma vaga nas eleições.

 

Ao todo, entre “pastor” e “pastora”, são 313 candidatos que inseriram seus títulos eclesiásticos à frente do nome. Em 2014, ano da última eleição presidencial, o número de pastores candidatos era 270, segundo o Tribunal Superior Eleitoral. Em 2010, esse número somava 193 postulantes.

 

Em geral, são mais de 500 candidatos que mencionaram títulos religiosos, incluindo padres, bispos, missionários, pai e mãe de santo, e até “irmão” ou “irmã”. Apenas um dos postulantes a cargos públicos eletivos se identificou como frei.

 

De acordo com informações do G1, não há regras que impeçam esse tipo de nomenclatura para os candidatos. A legislação eleitoral vigente apenas estipula regras para a visualização na urna eletrônica, e por isso o nome do candidato não deve ultrapassar 30 caracteres, podendo ser um “prenome, sobrenome, cognome, nome abreviado, apelido ou nome pelo qual o candidato é mais conhecido”.

 

Além disso, a lei eleitoral proíbe expressamente o uso de templos religiosos para a realização de campanhas visando a propaganda de candidatos. Em diferentes estados, casos de descumprimento dessa determinação tem sido registrados e gerado representações contra os envolvidos.

 

 

Ensino Superior do Mato Grosso do Sul comemora seu dia nesta quarta-feira

Assessoria

 

Nesta quarta-feira (22), o Conselho de Reitores de Instituições de Ensino de Mato Grosso do Sul (CRIE-MS) comemora o Dia Estadual da Educação Superior em MS, instituído pela Lei 5040/2017. Será realizada uma cerimônia na Assembleia Legislativa de MS, onde serão homenageados personalidade da área. A cerimônia também comemora um ano de criação do CRIE-MS.

 

O grupo é formado pela Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), Universidade Anhanguera-Uniderp, Universidade Católica Dom Bosco (UCDB) e Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS).

 

O Ensino Superior de MS agrega mais de 100 mil pessoas nas comunidades acadêmicas das universidades integrantes do Conselho de Reitores de Instituições de Ensino (CRIE-MS), entre estudantes, professores, técnicos administrativos, profissionais terceirizados e demais colaboradores. “Cada universidade nasceu e se desenvolveu seguindo seus próprios passos, com particularidades e com pontos em comum. Com as ações do CRIE-MS, pudemos perceber que esses pontos convergentes podem nos fortalecer de maneira importante e mostram que a união traz vantagens para todos e, principalmente, para Mato Grosso do Sul. Seja na pesquisa, na extensão, na própria graduação, nas políticas públicas que favoreçam o ensino superior — os grupos de trabalho têm atuado para que as ações se desenvolvam e beneficiem a todos”, afirma o reitor da UCDB, Pe. Ricardo Carlos.

 

A atuação das universidades do CRIE alcança todas as microrregiões de Mato Grosso do Sul, intensificando assim a interiorização da educação superior no Estado. São 40 unidades de ensino presencial e 56 polos de educação a distância. Justas, as Universidades oferecem 290 cursos de graduação presenciais e 37 a distância. Na pós-graduação, são 76 especializações, 78 mestrados e 30 doutorados, programas desenvolvidos nas mais diversas áreas do conhecimento.

 

“Se estivéssemos tratando de densidade populacional, se fossemos um município, com esse contingente seríamos o segundo mais populoso de Mato Grosso do Sul, atrás somente da Capital, e possivelmente o segundo maior em arrecadação e orçamento. O CRIE-MS formaliza a parceria entre as universidades públicas e privadas para ações conjuntas e indicações de políticas públicas, tanto na Educação como em inúmeras outras áreas”, afirma o presidente do Conselho, Fábio Edir dos Santos Costa, Reitor da UEMS.

 

O evento, que será aberto a população, terá início às 19h30, no Plenário Deputado Júlio Maia.

STF vai julgar denúncia de racismo contra Bolsonaro

Notícias ao Minuto

 

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar no próximo dia 4 de setembro se aceita ou não denúncia por racismo contra o candidato à Presidência da República pelo PSL, deputado Jair Bolsonaro. O ministro Marco Aurélio Mello, que é relator do caso na Corte, liberou anteontem a denúncia para julgamento.

 

Os cinco ministros da Turma vão decidir se o parlamentar se torna réu ou não pelas acusações de ofensas praticadas contra quilombolas, indígenas, refugiados, mulheres e LGBTs. Além de Marco Aurélio, integram a Turma os ministros Alexandre de Moraes (presidente), Luiz Fux, Rosa Weber e Luís Roberto Barroso.

 

De acordo com denúncia apresentada em abril pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, em uma palestra no Clube Hebraica do Rio de Janeiro, em 2017, o deputado federal, em pouco mais de uma hora de discurso, “usou expressões de cunho discriminatório, incitando o ódio e atingindo diretamente vários grupos sociais”.

 

Na denúncia, Raquel avalia a conduta de Bolsonaro como ilícita, inaceitável e severamente reprovável. “A conduta do denunciado atingiu bem jurídico constitucionalmente protegido e que transcende a violação dos direitos constitucionais específicos dos grupos diretamente atingidos com suas manifestações de incitação ao ódio e à discriminação para revelar violação a interesse difuso de toda sociedade, constitucionalmente protegido”, escreveu a procuradora.

 

Se Bolsonaro virar réu e no julgamento for condenado, ele poderá ter pena de reclusão de 1 a 3 anos. Não há prazo para um eventual julgamento do caso. Se a Primeira Turma entender que a denúncia não deve ser aceita, o caso pode ser arquivado.

 

Raquel pede ainda o pagamento mínimo de R$ 400 mil por danos morais coletivos. Em outubro de 2017, a juíza Frana Elizabeth Mendes, do Rio, condenou o deputado em ação civil pública ao pagamento de indenização no valor de R$ 50 mil por danos morais coletivos a comunidades quilombolas e à população negra.

 

Procurada, a assessoria de Bolsonaro não respondeu até a conclusão desta edição. Ao STF, a defesa do parlamentar afirmou que a denúncia é genérica e negou que no discurso tenha havido estímulo a práticas delituosas.

 

Em abril, após a denúncia da PGR, a assessoria informou que Bolsonaro considerava “lamentável assistir a ataques infundados, cujo objetivo precípuo é o de gerar notícias sensacionalistas, a fim de denegrir a imagem” do parlamentar. Segundo a nota, a assessoria dizia “que, mais uma vez, a PGR se presta a papel de viés político, não condizente com a sua função constitucional”. “Como parlamentar, ele tem o direito, e o dever, de debater temas polêmicos que afligem o povo brasileiro e seu eleitorado.” Com informações do Estadão Conteúdo.

Ator se machuca nas filmagens de It: A Coisa 2 em luta contra Pennywise

 

EI NERD

Em It: A Coisa 2, o Clube dos Perdedores retorna a Derry para enfrentar novamente o assustador Pennywise, mas parece que o palhaço não está dando vida fácil aos atores durante as gravações. O ator James McAvoy postou uma foto mostrando que se machucou em uma luta com “A Coisa”.

 

McAvoy teria sofrido distensões nos músculos das coxas e aparece na imagem colocando bolsas de compressa para aliviar a dor. O próprio ator explicou na legenda que se machucou durante uma cena em que luta contra Pennywise, interpretado por Bill Skarsgard. Veja a foto:

A lesão parece não ser muito séria e McAvoy deve voltar para as filmagens muito em breve. Ele viverá a versão adulta de Bill Denbrough, uma das crianças que teve a vida mudada pela presença do palhaço na cidade fictícia de Derry, no estado americano do Maine.

 

Sobre It: A Coisa 2

It: A Coisa 2 é a sequência do aclamado reboot de 2017, que contou com Bill Skarsgard no papel do aterrorizante palhaço Pennywise. A história, baseada na obra do escritor Stephen King, fala sobre a relação de um grupo de crianças conhecidos como o Clube dos Perdedores, da cidade fictícia de Derry, no estado do Maine, com a entidade sobrenatural representada pelo palhaço.

 

No segundo filme, as crianças do Clube dos Perdedores já são adultas, mas as tragédias do passado continuam a atormentar suas vidas quando retornam a Derry 27 anos depois dos eventos do primeiro filme.

 

Além de Skarsgard reprisando seu papel, o filme conta com James McAvoy, Jessica Chastain, Jay Ryan, Bill Hader, Isaiah Mustafa, James Ransone e Andy Bean, entre outros. As crianças do primeiro filme voltam em flashbacks. A direção fica novamente a cargo de Andy Muschietti.

 

It: A Coisa 2 chega aos cinemas em 6 de setembro de 2019.