Lud reclamou sobre o YouTube ter classificado o vídeo de "Jogando sujo" para maiores de 18 anos. (Foto: Ag News)
Ludmilla esteve no programa “The Noite”, na quarta-feira (8), e reclamou sobre o YouTube ter classificado o vídeo de “Jogando sujo” para maiores de 18 anos.
“Não entendi. No final aparece bem borrado um cara de costas, nem dá pra ver a bunda. Tem muita coisa pior no YouTube que deveria ser classificada. Isso acaba atrapalhando o andamento do clipe, pois não pode botar como anúncio, botar em publicidade, e o YouTube faz de tudo para ele não ficar em cima. Tive problema nos três primeiros dias”, disse a cantora.
“É o meu [clipe] favorito de todos. Cada vez mais eu estou botando a minha essência, as minhas vontades”, afirmou.
O Youtube foi procurado pelo UOL, mas não quis se pronunciar sobre o assunto.
Após o STF (Supremo Tribunal Federal) aprovar reajuste salarial para os ministros da Corte, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), disse nesta quinta-feira (9) que a Casa vai analisar a proposta sem pressa.
Nesta quarta-feira (8), o Supremo aprovou uma proposta orçamentária para 2019 que prevê reajuste de 16,38%, o que levará os salários dos ministros a R$ 39,3 mil. Para ser efetivado o aumento, o Senado precisa aprovar um projeto que tramita desde 2016.
“Vamos verificar, fazer um debate sobre isso sem açodamento”, disse o presidente do Senado.
Eunício não deu prazo para a análise da proposta e afirmou que isso pode ser feito antes ou depois das eleições de outubro.
O senador defendeu que entre em debate o fim dos chamados “penduricalhos” dos servidores, benefícios, como o auxílio-moradia, que são pagos além dos salários.
“É preciso que a gente analise essa questão dos salários e que a gente tire inclusive outro tipo de penduricalho, como dizem na gíria”, afirmou.
Eunício indicou, porém, que não entrará em confronto com o Judiciário e defendeu a harmonia entre os poderes.
“É preciso, neste momento, ter muita calma. Compreendemos o momento que vivemos do ponto de vista da economia, mas também temos que compreender que cada poder é autônomo e pode tomar suas decisões, desde que não ultrapasse o teto”, afirmou.
O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), foi procurado pela reportagem, mas não se posicionou. Com informações da Folhapress.
Vereador usa tribuna livre para falar sobre descarte correto de resíduos recicláveis (Foto: Thiago Morais)
Na sessão ordinária, realizada no dia 30, o vereador Junior Rodrigues (PR), apresentou indicação à administração, solicitando que o IMAM (Instituto do Meio Ambiente), realize uma campanha de conscientização da população quanto a utilização dos ecopontos em Dourados, para descarte de resíduos recicláveis, de galhos, de pneus.
Ele afirma ainda que futuramente serão implantados, ainda, pontos de entrega voluntária de pilhas, “Papa Pilhas” e de resíduos de construção civil.
De acordo com o vereador, a prefeitura já oferece aos cidadãos alternativas para descarte correto de alguns resíduos como forma de preservar o meio ambiente, no entanto, é preciso ampliar esses pontos de recolhimento.
Porém, muitas vezes, a comunidade não tem a consciência do dever de alguns descartes que devem ser realizados separadamente. “Como exemplo, muitas pessoas se desfaz de lixo eletrônico em locais inadequados, o que pode contaminar o solo severamente, no caso de ser depositados junto com o lixo comum”, explica.
Para o vereador, a campanha, além de ampliar o conhecimento da população douradense sobre o tema, assim como informar quais locais são os locais específicos para o descarte, ela também será capaz de contribuir para que Dourados tenha uma sociedade engajada nas questões ambientais, econômicas, e de saúde pública.
Com apenas 22 anos, Rafaella já revelou ser adepta dos procedimentos estéticos no rosto. A irmã de Neymar respondeu às perguntas dos fãs na noite desta terça-feira (7) e contou quais intervenções já fez e tem vontade de fazer.
“Faço limpeza de pele, às vezes faço peeling, já fiz botox na testa”, explicou a jovem.
Além disso, segundo destaca o UOL, Rafaella disse que gostaria de fazer uma rinoplastia, cirurgia na estrutura nasal para melhorar a estética ou respiração do paciente. No entanto, ela disse que seu pai não autoriza.
Ex-governador André Puccinelli e filho, sendo transportando em veículo da PF (Foto: Gustavo Arakaki/TV Morena)
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou na noite de terça-feira (7) pedido de habeas corpus do ex-governador de Mato Grosso do Sul André Puccinelli, do filho dele André Puccinelli Júnior e do advogado João Paulo Calves.
A decisão foi dada pela ministra Maria Thereza de Assis Moura, da 6ª turma do STJ. A defesa do ex-governador e do filho dele disse que ainda avalia qual medida será tomada, mas que espera o julgamento de outros dois pedidos de soltura: um no Tribunal Regional Federal e outro no Supremo Tribunal Federal.
Eles estão presos desde 20 de julho e são réus por lavagem e desvio de dinheiro e já tinham sido presos pela Polícia Fderal em 2017 na Operação Lama Asfáltica. Os três conseguiram a liberação no dia seguinte. As prisões do mês passado foram determinadas, conforme a polícia, por conta de novas provas envolvendo a Ícone, empresa de cursos jurídicos de Puccinelli Júnior.
Puccinelli tornou-se réu pela segunda vez na Lama Asfáltica acusado de receber propina da JBS em troca de benefícios fiscais. O ex-governador de Mato Grosso do Sul e outras 11 pessoas são acusadas de recebimento de propina da JBS em troca da concessão de benefícios fiscais à empresa entre 2007 e 2015, período em que ele administrou o estado.
O ex-governador já teve 2 habeas corpus negado pela justiça. No dia 27 de julho, o vice-presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Martins, recusou liminar referente ao caso.
A Netflix anunciou nesta terça-feira(7) que a sexta e última temporada de ‘House of Cards’ estará disponível no serviço de streaming a partir do dia 2 de novembro.
O anúncio foi feito através do perfil de Twitter da Netflix.
A última temporada da série, que foi a primeira produção original da Netflix, traz Claire Undrewood (Robin Wright) assumindo de vez o papel principal da trama após alcançar o cargo de presidente dos EUA no final da quinta temporada.
O personagem Frank Underwood, interpretado por Kevin Space), deverá sofrer uma morte fora de tela. Após a demissão do ator por envolvimento em um escândalo de assédio sexual, a sexta temporada precisou ser completamente reformulada para se adequar a ausência do ator.
Vice-reitor da UEMS, Laércio de Carvalho, participa da abertura do CBO (Foto - Eduarda Rosa)
A Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) participa da organização do 55º Congresso Brasileiro de Olericultura (CBO), realizado em Bonito. A abertura do CBO foi na noite desta segunda-feira (6), no Centro de Convenções da cidade. O evento segue até a sexta-feira (10).
O presidente da comissão organizadora do evento, Antônio Correa de Oliveira Filho, que é professor da UEMS, abriu o Congresso dando boas-vindas aos mais de 800 inscritos. “Neste evento temos educadores, merendeiras, pesquisadores e estudantes de diversas partes do Brasil e da América Latina. Como temática do Congresso, foram pensadas a sustentabilidade com menos impacto na produção, a qualidade de vida e o consumo de produtos”, destacou o professor.
Para o vice-reitor da UEMS, Laércio Alves de Carvalho, é de grande importância para a Universidade participar da realização do Congresso. “A UEMS está presente em 15 municípios de MS e desenvolve, junto com instituições parceiras (UFGD, IFMS, UFMS, Embrapa e outras universidades) ciência, tecnologia e inovação para melhoria de qualidade de vida do nosso povo sul-mato-grossense”, ressaltou.
O Secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar, Jaime Elias Verruck, que representou o Governo de MS, enfatizou a importância do evento para a área da olericultura e horticultura no Brasil. “Nós temos neste evento os grandes cérebros da discussão da olericultura e da horticultura brasileira, então acho que nós temos uma missão a cumprir neste Congresso. Pois este trata tanto da produção sustentável quanto do consumo, então aqui temos a possibilidade de fazer defesas relevantes para a coordenação da cadeia produtiva nacional”.
De acordo com a Presidente da Associação Brasileira de Horticultura (ABH), Tiyoko Nair Hojo Rebouças, as ações realizadas pela ABH têm reforçado a importância desse setor na sociedade em relação à saúde do consumidor, das perspectivas científicas no estudo de novas tecnologias e inovações para atender as novas exigências dos consumidores e seus novos hábitos alimentares.
“A ABH ao longo de mais de meio século tem contribuído para o desenvolvimento da produção de hortaliças, plantas medicinais, condimentadas e aromáticas, para a melhoria da qualidade de vida do consumidor e da vida dos produtores, além da sustentabilidade do agronegócio”, disse Tiyoko.
I Encontro Latino-americano de Horticultura, que ocorrerá juntamente com o 55º CBO, terá como palestrante de abertura o Presidente do CNPq, Dr. Mario Neto Borges, que discutirá sobre “Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional”. A palestra será na quinta-feira (9), às 8h, no Centro de Convenções.
O 55º CBO e o I Encontro Latino-americano de Horticultura são promovidos pela Associação Brasileira de Horticultura (ABH) e, nesta edição, realizados pela Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS); Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (AGRAER); Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (SEMAGRO); e Sistema Famasul.
UEMS
Com 25 anos de história, a UEMS está entre as principais instituições de Ensino Superior na região Centro-Oeste. Com mais de 20 mil profissionais formados ao longo de sua trajetória, a Instituição já consolidou sua participação no desenvolvimento social, econômico cultural e científico de Mato Grosso do Sul.
A UEMS possui, atualmente, 66 cursos de graduação nas áreas de Agronomia, Agroecologia, Ciências Biológicas, Engenharia Ambiental, Engenharia Florestal, Engenharia de Alimentos e Gestão Ambiental, entre outras, distribuídos em 15 Unidades Universitárias.
A instituição também possui 14 programas de Mestrado e dois de Doutorado nas áreas de Agronomia e Recursos Naturais, entre outras.
Vereador Bebeto fez diversos encaminhamentos na Câmara de Dourados (Foto: Thiago Morais)
O vereador Bebeto (PR) reforçou indicação na Câmara de Dourados, solicitando recursos visando à implantação de novas moradias populares nos distritos de Vila Vargas, Vila Formosa, Macaúba, Indápolis, Panambi, Picadinha, Itahum e Vila São Pedro.
Ele justifica o pedido, tendo em vista contato com os moradores dos distritos citados, onde cobram projetos de novos conjuntos habitacionais. Bebeto também sugere que seja feito um levantamento apontando o real déficit habitacional nestas localidades, incluindo as áreas para implantação das moradias a serem definidas pelo município.
O documento foi encaminhado durante sessão ordinária, endereçado a prefeita Délia Razuk, com cópias ao secretário municipal de Planejamento, Carlos Francisco Dobes Viera, ao diretor da Agehab, Sergio Henrique Martins, aos deputados federais Geraldo Resende (PSDB) e Dagoberto Nogueira (PDT) e ao senador Pedro Chaves (PRB).
Idosos
Em outra indicação encaminhada à prefeita Délia, com cópias ao diretor da Agetran Carlos Fábio e ao diretor de relações institucionais da EXP Parking, Sérgio Iran Soares, o vereador solicitou estudos visando à ampliação do número de vagas de estacionamento de veículos destinadas exclusivamente às pessoas idosas e portadoras de necessidades especiais.
Bebeto justifica o pedido, considerando que atualmente o número de vagas tanto aos idosos, como as pessoas com deficiência são insuficientes para atender a demanda de veículos conduzidos por estas pessoas na cidade. “Muitas vezes os idosos não encontram vagas disponíveis para estacionar seus veículos em um simples compra de um remédio em uma farmácia ou ainda um serviço bancário”, comentou durante sessão, na Câmara.
Aliado apenas com o nanico Avante, o candidato à Presidência da República pelo PDT, Ciro Gomes, disse nesta segunda-feira (6) que adversários que o isolaram na disputa eleitoral querem decidir o pleito de dentro de gabinetes e celas, limitando seu tem de televisão a apenas 33 segundos.
“Querem resolver a eleição nos gabinetes ou em celas, o que é até pior em certos aspectos”, afirmou, em crítica velada à aliança do centrão (DEM, PP, PR, PRB e SD) com Geraldo Alckmin (PSDB) e às articulações promovidas pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para que PSB e PC do B não aderissem à sua campanha.
Após mais de uma hora de sabatina com empresários ligados à Coalizão pela Construção, coletivo de entidades que representam o setor, Ciro fez críticas nominais a seus adversários.
Aos jornalistas, disse que o PT fez aliança de neutralidade do PSB por medo e acusou Lula de agir diretamente para levar o centrão para Alckmin.
“O Lula trabalhou para o Valdemar Costa Neto [comandante do PR] ir para o Alckmin. O Lula trabalhou para o PR ir para o Alckmin. E eu me recusei a conversar com o Valdemar por razões antigas. Tá tudo certo. Eu só acho que é um erro grave. E não é nobre, mas ninguém precisa ser nobre. E pegou mal pra cacete. O que é, afinal de contas? É tirar o meu direito de falar uns segundinhos a mais”, afirmou.
O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) também foi alvo de críticas por se esquivar de perguntas sobre economia. O candidato de direita foi convidado, porém não participou do evento.
“No Brasil, iniciou-se de um tempo para cá, a apologia da ignorância. Porque isso dá uma certa afinidade com o nosso povo. Virou um atributo. ‘Sei de nada não, vou chamar o posto Ipiranga'”, ironizou Ciro Gomes.
Ciro também justificou sua aliança com a senadora Kátia Abreu (PDT), oficializada como sua vice, que, aliás, ele chamou de vice-presidenta. Ela foi ministra da Agricultura do governo Dilma Rousseff e era ligada a pautas conservadoras.
“Duvido que tenha um petista que tenha sido mais heroico e mais sacrificado do que a Kátia Abreu foi, com decência e fidelidade à democracia, ao Brasil e a [ex-presidente] Dilma [Rousseff], ao PT. Ela foi expulsa do partido [MDB] pelos quadrilheiros golpistas porque foi fiel [na época do impeachment]”, disse Ciro Gomes.
Aos empresários da construção, falou de quatro pontos que pretende atacar caso seja eleito: os colapsos do crescimento e fiscal, o endividamento do empresariado e o desequilíbrio da balança comercial brasileira.
O presidenciável criticou a concentração de bancos no país, comparando com o número em países como os Estados Unidos.
“No Brasil, de forma absolutamente irresponsável, permitimos ao longo dos últimos 15 anos que 85% das transações financeiras do país se concentrem em cinco bancos, dois dos quais estatais [Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal], que participam do cartel”, afirmou.
O candidato disse também que Banco do Brasil e Caixa têm que ser forçados a competir com outras instituições financeiras e criticou qualquer possibilidade de privatizar os bancos estatais.
Ao contrário do que aconteceu em sabatina da CNI (Confederação Nacional da Indústria), quando foi vaiado, há pouco mais de um mês, desta vez Ciro foi aplaudido pelos empresários.
O candidato criticou o que considera abusos regulatórios e, para exemplificar, disse que um “garoto do Ministério Público” dita as regras e que órgãos de fiscalização como o TCU (Tribunal de Contas da União) “tem mais engenheiro que os órgãos de execução, só para botar defeito no trabalho dos outros”.
Afirmou que, eleito, fará uma série de mudanças nas leis de improbidade, das licitações, de desapropriações e na estrutura de órgãos de controle.
Ciro prometeu “passar uma lupa” nas despesas de estado e nos R$ 354 bilhões de renúncia fiscal. Se comprometeu também a levar a taxa de câmbio a um patamar estimulante.
O presidenciável criticou o pensamento de estimular a economia através do consumo. “Não podemos mais acreditar que o consumo vai fazer o país crescer.”
Ciro também criticou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), afirmando que ele “jogou no lixo” a oportunidade de reformar o país. Com informações da Folhapress.
Campanha eleitoral não deve aumentar faturamento da Gráficas, como nos anos anteriores (Foto: Divulgação)
As eleições para presidente da República, governador, senadores e deputados federais e estaduais não animam as indústrias gráficas de Mato Grosso do Sul. De acordo com o presidente do Sindigraf/MS (Sindicato das Indústrias Gráficas de Mato Grosso do Sul) e Abigraf/MS (Associação Brasileira da Indústria Gráfica no Estado), Julião Flaves Gaúna, as propagandas dos candidatos por meio de produtos gráficos devem apresentar redução de até 30% em relação aos pleitos anteriores.
Ele aponta como responsáveis para essa projeção de queda no uso de produtos gráficos nas eleições deste ano ao fato de a campanha durar apenas 45 dias, ao intenso uso das mídias sociais por parte dos candidatos e às restrições impostas pela atual legislação brasileira. “Apesar disso, ainda teremos algum lucro, pois, mesmo em volume inferior, os candidatos não deixarão de fazer materiais impressos, como folders, praguinhas (adesivos de papel), santinhos, cartazes e informativos com os currículos”, detalhou. Julião Gaúna acrescenta que a atual legislação impede o uso de cavaletes contendo fotos e números dos candidatos para serem colocados nos canteiros de ruas e avenidas, bem como as bandeirolas tão comuns em eleições do passado.
“Essa proibição aliada ao uso das mídias sociais afeta em cheio o nosso faturamento, mas não podemos reclamar, pois se trata de um reflexo dos tempos modernos. O avanço da Internet limitou um pouco o uso de materiais impressos nas eleições, mas estamos nos adaptando a essa nova realidade”, reforçou.
O presidente do Sindigraf/MS e Abigraf/MS destaca que o segmento ainda passa por um momento de grandes dificuldades e, em outros tempos, o ano período eleitoral sempre trazia algum refresco no orçamento das gráficas. “Infelizmente, eleição após eleição, o uso de material impresso vem diminuindo e a indústria gráfica tem de se adaptar. Agora, só esperamos que os gastos com a campanha, em especial, com os produtos impressos sejam ampliados para que possamos reverter a situação financeira atual”, explicou.
No entanto, Julião Gaúna pontua que o material impresso ainda é a forma mais produtiva e direta para os candidatos se comunicarem com as grandes massas. “Por isso, esperamos que isso possa nos trazer uma grande oportunidade de trabalho. O certo é que haja mais equilíbrio entre o uso das mídias sociais e os materiais impressos para que possamos continuar fazendo o nosso papel, quanto industrial gráfico, que é o de facilitar a comunicação entre as pessoas”, finalizou.
O Filme estreia no Brasil no dia 1º de novembro.(Foto: Divulgação)
Pelas poucas cenas do trailer, parece que o longa “Bohemian Rhapsody”, de Bryan Jay Singer, não decepcionará. O drama, que conta a história da formação da banda Queen e da vida do vocalista Freddie Mercury, estreia no Brasil no dia 1º de novembro.
Interpretar uma lenda do rock que está há gerações de distância foi o que fez Rami Malek, de 38 anos, tremer as pernas. Quando Mercury morreu, o protagonista do longa tinha apenas 10 anos.
“Quando me escalaram, pensei: pode ser o papel que definirá a minha carreira. Dois minutos depois, percebi: meu Deus, também pode arruinar minha carreira para sempre”, disse o ator nascido em Los Angeles, de família egípcia. Além disso, para Malek, tratou-se de seu primeiro papel como protagonista – e só chegou a ele depois de uma produção muito confusa. Sacha Baron Cohen, renomado ator britânico, era quem deveria ser Mercury nas telonas, mas ele renunciou ao papel, aparentemente por desavenças com a banda Queen.
Depois, outro britânico, Ben Whishaw, foi escalado para o papel, mas também desistiu. E então, em dezembro de 2017, a Fox disse que o diretor do longa, Bryan Singer, tinha sido demitido por ausências injustificadas. Logo depois, voltaram atrás e confirmaram Singer na direção.
Em meio a essa tempestuosa produção, há ainda o retrato de uma história realista da vida selvagem do astro Freddie Mercury, dividido entre as drogas e a homossexualidade.
O filme percorre 15 anos da banda britânica, desde a década de 70, com a união de Mercury, Brian May e Roger Taylor (Gwilym Lee e Ben Hardy no longa), até o icônico Live Aid, festival de música de 1985, seis anos antes da morte do vocalista. (ANSA)
Fernando Haddad (Foto:Antonio Cruz/Agência Brasil)
Com aval do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o PT decidiu oficializar neste domingo (5) o nome do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad como vice na chapa do partido ao Planalto.
Com a decisão, o PT deflagrou o chamado plano B, admitindo, mesmo que nos bastidores, que Lula deve ser impugnado antes do primeiro turno, e então poderá ser substituído na cabeça de chapa pelo próprio Haddad.
Após uma negociação que consumiu todo o dia, os petistas conseguiram firmar ainda uma aliança com o PCdoB, que garantirá a vaga de vice ao partido quando o ex-presidente for impedido de concorrer e o ex-prefeito assumir seu lugar.
O martelo foi batido depois de horas de reuniões e divergências, e contrariando o plano inicial do próprio Lula, que queria indicar um vice apenas em 15 de agosto, data limite para o registro das candidaturas.
Em mensagem ao partido neste domingo, o ex-presidente disse que Haddad é a melhor opção para assumir a vaga agora e enfrentar o debate eleitoral pela sigla, mas pediu que o partido não desistisse de um acordo com o PCdoB. E assim foi feito. Durante todo o dia, o PT articulou à espera da aliança.Petistas queriam que o PCdoB abrisse mão de sua candidatura presidencial agora, coligasse com o PT, e esperasse, “na reserva”, para assumir a vice de Lula quando ele fosse declarado inelegível.
Nesse caso, Haddad ficaria com a cabeça de chapa.De início, integrantes do PCdoB não aceitaram a proposta -feita desde o fim da semana passada- e disseram que petistas chegaram a ameaçar romper acordos regionais no Rio e em outros estados caso a sigla não se aliasse ao PT nacionalmente.
Ainda durante o domingo, o PCdoB avaliava três possibilidades: manter a candidatura de Manuela D’Ávila, se aliar a Ciro Gomes (PDT) ou mesmo ao PT. E então, dizem dirigentes do PCdoB, a pressão petista ficou mais forte. O PCdoB chegou a anunciar a manutenção de Manuela na disputa, com Adilson Araújo, também do partido, como seu vice.
Por volta das 22h, uma comitiva petista foi para a sede do PCdoB em São Paulo, para a última tentativa de acordo, que deu certo. A ata do acordo foi registrada pouco antes da meia-noite deste domingo, limite para que o documento fosse fechado.
A partir de agora, Haddad falará em nome de Lula e do partido, com credenciais para defender o programa de governo, do qual foi coordenador, enquanto o ex-presidente não for barrado com base na Lei da Ficha Limpa -ele está preso em Curitiba por corrupção e lavagem de dinheiro desde o início de abril.
A negociação dos últimos dias foi marcada por muita tensão e incertezas mesmo dentro do partido. Com a negativa de Jaques Wagner, cotado como plano B caso o ex-presidente seja impugnado, de assumir o posto de vice, o ex-presidente deu aval para que Haddad ficasse com a vaga. Ele também é apontado como opção quando o ex-presidente for declarado inelegível.O nome do ex-prefeito, porém, sofria resistências internas no PT.
Até os últimos momentos das tratativas, ainda havia dirigentes da sigla que defendiam que a presidente do partido, Gleisi Hoffmann (PR), assumisse a vice de Lula. Gleisi não fazia autopropaganda abertamente e, inclusive, conversou com Wagner por telefone, na sexta-feira (3), insistindo para que ele aceitasse a missão e fosse declarado vice de Lula.
O argumento do grupo que resistia ao ex-prefeito era o de que lançar Haddad seria como antecipar o plano B do partido, expondo precocemente o nome a desgates e admitindo, mesmo que informalmente, que o PT já não conta com Lula na disputa.
Em contraponto, os defensores de Haddad -que entrou na CNB, corrente majoritária petista, para tentar vencer resistências- diziam que ele poderia representar o ex-presidente nos debates, entrevistas e eventos dos quais Lula não pode participar, inclusive, nacionalizando seu nome e fortalecendo a imagem do partido. Além disso, afirmam, o ex-prefeito tem o apoio da juventude petista.
Seu desafio, porém, é melhorar o discurso -considerado empolado e bastante frio- e crescer entre os eleitores do Nordeste, principal reduto da sigla.De acordo com advogados do PT especializados em direito eleitoral, com Haddad sacramentado, seria possível indicar um novo nome como vice quando o ex-presidente for declarado inelegível.
O calendário causa divergência dentro do próprio TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Há quem avalie que a oficialização das chapas deve ser feita até o dia final para o registro das candidaturas, como foi até a eleição passada -este ano, a data é 15 de agosto. Mas uma manifestação da corte sobre o fim do prazo das convenções, em 5 de agosto, abriu margem para dúvidas e fez com que os partidos corressem com os prazos para este domingo. Com informações da Folhapress.
André Puccinelli foi preso em 20 de julho pela PF (Polícia Federal). (Foto: Reprodução)
O ex-governador André Puccinelli (MDB) está preso há 17 dias e o pedido de liberdade, encaminhado em 31 de julho ao STF (Supremo Tribunal Federal), depende da escolha da presidente do Supremo, Cármen Lúcia, de quem será o relator.
Primeiro, o pedido de habeas corpus foi distribuído ao ministro Dias Toffoli por prevenção – quando um ministro se torna competente para avaliar qualquer processo referente a um caso concreto, no caso, a operação Lama Asfáltica, que já teve um recurso distribuído a Toffoli.
Na sequência, a Secretaria Judiciária da Corte apontou um equívoco e que a ação deveria ter sido encaminhada ao ministro Alexandre de Moraes. Já a defesa de Puccinelli quer que o pedido seja distribuído para o ministro Marco Aurélio Mello, o primeiro magistrado do Supremo a julgar ações referentes à Lama Asfáltica.
Desta forma, o habeas corpus só vai caminhar depois da escolha do relator, que pode tanto decidir sozinho, numa decisão monocrática, ou repassar para o colegiado. No dia 20 de julho, num desdobramento da fase Papiros de Lama, a quinta da Lama Asfáltica, a PF (Polícia Federal) prendeu o ex-governador, o seu filho André Puccinelli Júnior e o advogado João Paulo Calves.
As prisões estão relacionadas à lavagem de dinheiro por meio do Instituto Ícone, cujo dono oficial é Calves, apontado como testa de ferro de Puccinelli Júnior. Além de ocultação de provas numa quitinete, onde foram encontrados documentos do ex-governador.
A defesa de Calves informa que gostaria de mais celeridade, mas avalia a tramitação no Supremo como normal, apesar de se tratar de réu preso. “Nós gostaríamos que fosse dado maior celeridade. Estamos acompanhando e tem um advogado em Brasília cuidando do assunto. Estamos torcendo muito para decisão nesta semana”, afirma o advogado André Borges.
Pedidos de liberdade já foram negados pelo TRF 3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região) e STJ (Superior Tribunal de Justiça). A reportagem não conseguiu contato com a defesa do ex-governador e o filho.
Calves está preso em uma sala especial no Presídio Militar de Campo Grande, que tem essa prerrogativa prevista em lei por ser advogado. Já o advogado Puccinelli Júnior abriu mão da sala para ficar ao lado do pai numa cela especial no Centro de Triagem Anísio de Lima, destinada a presos com ensino superior.
Escritório – Na semana passada, a cela de Puccinelli virou ponto de visitação de parlamentares e ministro para discutir o processo eleitoral com o ex-governador, que era pré-candidato ao governo e desistiu após a prisão. A situação foi mostrada pelo Campo Grande News e a romaria de políticos foi suspensa na última sexta-feira (dia 3).
O juiz Alexandre Antunes, corregedor do Centro de Triagem, determinou o veto às reuniões políticas no local. O magistrado pediu explicação sobre visitas fora dos horários pré-determinados e também determinou a proibição das reuniões políticas.
No último sábado (dia 4), ao lançar a candidatura ao governo do Estado, a senadora Simone Tebet (MDB) reclamou que Puccinelli está numa cela com mais de 20 pessoas e usa gordura para conservar a carne, pois não tem geladeira.
Candidaturaa estão colocadas pelos partidos (Foto: Arquivo DD)
A disputa pelo Governo do Estado em Mato Grosso do Sul terá seis candidatos já a as duas vagas para o Senado tem 10 concorrentes sendo que todos os nomes devem ser encaminhados para a Tribunal Regional eleitoral ainda hoje. Esse pedido de registro poderá ser aceito ou recusado até o dia 15 de agosto e o julgamento dos pedidos de impugnação das candidaturas devem ser concluídos até o dia 17 de setembro.
O PSDB foi a sigla que recebeu o apoio do maior número de partidos para apoiar a reeleição do atual Governador Reinaldo Azambuja PP, DEM, PSD, PMB, Patriota, PPS, Pros, SDD, PSB, PTB, Avante, PSL e PMN. Esses partidos estarão nas ruas e no palanque de Azambuja. O governador terá como vice o ex-prefeito de Dourados Murilo Zauith (DEM) candidatos ao Senado Marcelo Miglioli (PSDB) e Nelsinho Trad (PTB).
Já Simone, (MDB), terá o apoio do PSC, PRTB, PR, PTC, DC (antigo PSDC), PHS. Simone terá como vice o procurador Sérgio Harfouche (PSC) e como candidatos ao Senado Waldemir Moka (MDB) e Cesar Nicolati (PTC). O PDT que tem o juiz Odilon de Oliveira como candidato decidiu no sábado (4) a noite o nome do Bispo da Igreja Sara Nossa Terra em Dourados Marcos Antonio Camargo Vitor.
Pedro Chaves será o candidato ao Senado, ao lado da professora Leocádia Petry Lemes (PDT). O PT vai de chapa pura na disputa majoritária, e aposta no ex-prefeito de Mundo Novo, Humberto Amaducci, para encabeçar a chapa. A advogada Luciene Maria da Silva e Silva será a candidata ao cargo de vice-governadora, e o ex-governador e deputado federal Zeca do PT o candidato ao Senado. O Partido Verde lançou o ex-vereador Marcelo Bluma ao governo tendo Ana Maria Bernadelli como vice. Mário Fonseca (PCdoB) vai disputar o Senado na chapa.
O Psol – Partido Socialismo e Liberdade -,foi o último partido a anunciar seu candidato foi que escolheu o advogado João Alfredo de Ribas do Rio Pardo, que terá como vice Diná Freitas Anísio Guató (Psol) completa a chapa como candidato ao Senado Já o PSL não terá candidatura ao Governo do estado mas terá Soraya Tronicke concorrendo a uma vaga ao Senado.
Demi Lovato sempre contou sobre sua luta contra a depressão e a dependência química (Foto - AFP/Arquivos)
A estrela pop Demi Lovato disse neste domingo (5) estar agradecida por estar viva e que precisa de tempo para se recuperar nas primeiras declarações depois de ter sofrido uma overdose há quase duas semanas.
Escrevendo para seus mais de 70 milhões de seguidores no Instagram, Lovato deu poucos detalhes sobre sua hospitalização em 24 de julho, mas observou que sempre foi aberta sobre sua luta contra a dependência química.
“O que eu aprendi é que esta doença não é algo que desapareça com o tempo”, escreveu a jovem de 25 anos. “Isto é algo que preciso continuar a superar e ainda não superei”, acrescentou.
“Quero agradecer a Deus por me manter viva e bem”, afirmou ela, acrescentou que ela será “sempre grata” pelo apoio dos fãs e atribuiu o salvamento de sua vida à equipe do hospital Cedars-Sinai Medical em Los Angeles.
Lovato, que cancelou um show em Atlantic City, previsto dois dias após a hospitalização, sugeriu que pode não voltar a se apresentar em breve. “Agora eu preciso de tempo para me curar e focar na minha sobriedade e no caminho para me recuperar”, escreveu.
Lovato sempre falou sobre sua depressão, distúrbios alimentares e dependência.
Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao utilizar nossos serviços, você concorda com tal monitoramento.