Um acidente aéreo com o Dj Alok, um dos mais requisitados do mundo atualmente, vem repercutindo nas redes sociais. Ontem (20), ele iria sair do aeroporto em Juiz de Fora (MG), após ter se apresentado na noite anterior, mas a aeronave saiu da pista durante o procedimento de decolagem.
O DJ, natural de Goiânia (GO), tem 26 anos e tem se destacado no meio musical com a música Hear Me Now, Big Jet Plane, Me & You, dentre outras, que o tornaram um dos principais artistas na cena eletrônica mundial.
Fé
Alok Achkar Peres Petrillo expressou sua fé em outros momentos em que não havia passado por um susto tão grande. Um depoimento nas redes sociais em novembro de 2016 mostrou que o artista havia se convencido de que Deus existe.
“Já duvidei muitas vezes da existência de Deus. Porque ele abandonou a África? Porque permite que tantas pessoas morram de fome? Foi quando conheci a vovó Tessame de 98 anos (atestado no documento). Sua pele marcada testemunhavam os inúmeros sacrifícios já vividos. Porém, seu olhar profundo mostrava esperança e fé, e é exatamente isso que mantém ela tão forte!”, relatou o DJ, após uma visita a Moçambique.
“‘Os miseráveis? Éramos nós, claramente! E ela nos consolou silenciosamente, e nos convidou para sermos fortes e dignos da fé, assim como ela é!’ Deus nunca a abandonou. Quem abandonou o próximo fomos nós!”, acrescentou Alok, que agora dedica a renda da venda de um de seus CDs para um projeto social que atua no continente africano.
O vice-prefeito do Rio de Janeiro, Fernando Mac Dowell, faleceu na noite deste domingo, 20, de acordo com o Hospital Vitória, onde estava internado há uma semana. Engenheiro, Mac Dowell tinha 72 anos e foi eleito em 2016, na chapa liderada pelo atual prefeito, Marcelo Crivella (PRB).
No último dia 13, o vice-prefeito sofreu um infarto no miocárdio extenso e passou por uma angioplastia de emergência. A situação de Mac Dowell veio à público só na quarta-feira, 16, quando foi divulgado o boletim médico.
Em nota, Crivella afirmou que o vice foi um “companheiro exemplar, um notório servidor público com inestimáveis serviços prestados a nossa cidade”. “Neste momento de dor imensa, minhas orações e pensamentos estão com sua família e com todos que admiravam o seu caráter e sua generosidade”, completou o prefeito, que decretou luto oficial de três dias.
No último pleito, Mac Dowell, então filiado ao PR, se tornou vice da chapa vitoriosa depois de uma indicação da deputada federal Clarissa Garotinho (Pros-RJ), de quem ele foi assessor sobre transportes, sua especialidade acadêmica, entre 2015 e 2016, em uma comissão da Câmara dos Deputados dedicada ao tema.
Durante o primeiro ano da gestão de Crivella, o vice-prefeito acumulou a função com a de secretário municipal de Transportes. No entanto, distante politicamente do prefeito, foi substituído no começo de 2018 por Rubens Teixeira.
Em outro momento turbulento, durante o Carnaval, Mac Dowell se queixou do político do PRB por este ter se ausentado da cidade durante as festividades – deixando a responsabilidade para ele. “Eu gostaria que ele estivesse aqui, honestamente, para representar o Rio. A presença dele é importante”, disse.
O vice deixou quatro filhos. Um deles, Fernando Mac Dowell Filho, vinha demonstrando nas redes sociais o nível do estranhamento entre o pai e o prefeito. Pré-candidato à deputado federal pelo Podemos e aliado do senador Romário, Mac Dowell Filho compartilhou recentemente notícias com tom crítico a Crivella. Em uma delas, escreveu a legenda “sem gestão fica difícil… se bem que ele [Crivella] já admitiu que não sabe fazer”.
A partir de agora, caso o político do PRB deixe o Brasil para compromissos internacionais, a Prefeitura passa a ser assumida interinamente pelo presidente da Câmara Municipal, o vereador Jorge Felippe (MDB).
A princesa Diana definitivamente não foi esquecida no casamento de seu filho mais novo, Harry. Além do buquê da noiva, que continha Não-me-esqueças, as favoritas da princesa, para a recepção noturna no palácio Frogmore, Megan Markle usou uma joia do acervo pessoal de Diana: um anel azul de água-marinha.
O detalhe foi percebido pela imprensa inglesa quando Meghan acenou ao lado de Harry, a bordo do Jaguar, a caminho de Frogmore. A princesa Diana foi flagrada com o mesmo anel em duas ocasiões: durante uma visita à Sidney, na Austrália, em 1996 e em um leilão em 1997.Um porta-voz do palácio de Kensigton confirmou à Vogue que o anel no dedo de Megan é de fato aquele que pertencia à Diana
Especula-se que a joia tenha sido dada à Megan por Harry como presente de casamento. Vale lembrar que o anel de noivado de Meghan, já contém diamantes da coleção pessoal da princesa Diana.
Em sua rotina na penitenciária da Papuda, onde chegou às 14h40 de sexta-feira, o ex-ministro José Dirceu, que foi da Casa Civil no governo Lula, terá direito a duas horas de banho de sol e quatro refeições diárias — café da manhã, almoço, jantar e lanche noturno. O petista começou a cumprir sua pena de 30 anos, nove meses e 10 dias, por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e pertinência à organização criminosa no esquema de corrupção da Petrobras.
A força-tarefa da Operação Lava Jato acusou Dirceu de receber parte das propinas da empreiteira Engevix à Diretoria de Serviços da estatal entre 2005 e 2014. O ex-ministro teria levado R$ 10,2 milhões.
Zé Dirceu foi recolhido no bloco 5 do Centro de Detenção Provisória (CDP), segundo a Subsecretaria do Sistema Penitenciário do Distrito Federal (Sesipe). De acordo com a Sesipe, ‘o bloco 5 do CDP reúne internos que, legalmente, possuem direito de custódia em locais específicos, como ex-policiais, idosos, políticos, além de custodiados com formação de ensino superior’.
“A cela onde José Dirceu permanecerá é coletiva, com tamanho aproximado de 30 metros quadrados. O local conta com camas do tipo beliche, chuveiro e vaso sanitário”, informou a subsecretaria.
Zé Dirceu, fundador do PT, foi o ministro mais poderoso do primeiro governo Lula, mas acabou condenado no processo do Mensalão – 7 anos e onze meses de reclusão por lavagem de dinheiro – em 2013. Durante alguns meses, o ex-ministro cumpriu pena na Papuda, para onde retornou na sexta, agora prisioneiro da Lava Jato.
Odilon e Chico Maia durante reunião com os vereadores da Câmara de Dourados (Foto - João Pires)
Os vereadores da Câmara de Dourados receberam, na tarde desta quinta-feira (17), o juiz federal aposentado Odilon de Oliveira (PDT). O convidado conheceu toda a estrutura da Casa de Leis e ainda participou de uma reunião que discutiu soluções e estratégias para o crescimento do município.
Os vereadores Cido Medeiros (DEM), Juarez de Oliveira (PMDB), Carlito do Gás (PEN), Olavo Sul (PEN), Ramim (PDT), Junior de Oliveira (PR) e o vice-presidente da Casa, Sergio Nogueira (PSDB), participaram da reunião. Os vereadores apresentaram projetos ao juiz e ainda tiraram dúvidas sobre sua carreira na Justiça.
“Nós ficamos honrados em receber o juiz na Casa de Leis, para conhecer nosso trabalho”, comentou o vice-presidente. “É muito importante esse encontro em que podemos ouvir as sugestões e o ponto de vista de todos que passam por aqui, para buscar soluções para nosso município”, completou.
Odilon também salientou a importância de visitar os municípios do Estado, já que por muitos anos atuou na região de fronteira e acompanhou o crescimento das cidades e com o vasto conhecimento jurídico pode contribuir com sugestões para melhor atender a população. “Como percorro muitas cidades, sempre busco falar com o Poder Legislativo do município, porque eles são os representantes diretos da população e representam todos os segmentos”, explicou o juiz.
A cantora diz estudar com afinco os temas que vocaliza. (Foto: Divulgação)
Elza Soares, 87, desliza pelas redes sociais em seu smartphone. Passa por um vídeo de Nina Simone e por uma foto na qual um homem branco senta sobre um negro. Ela procurava trechos de um documentário sobre mulheres que sofrem violência no campo. “Até chorei, é difícil se recompor”, diz enquanto mostra cenas à reportagem.
A cantora diz estudar com afinco os temas que vocaliza. O calvário e a força das mulheres já haviam sido o alicerce para seu trabalho mais recente, o aclamado “A Mulher do Fim do Mundo”, de 2015, e ressurgem em “Deus é Mulher”, que Elza lança nesta sexta (18).
O título é um verso da faixa “Deus Há de Ser”, composta por Pedro Luís, que arremata a seleção de 11 inéditas do álbum. Filha de uma lavadeira e de um operário, Elza lembra a infância em uma favela carioca e afirma: “Deus tem de ser mulher e mãe”.
“Me assustava muito a vida de Cristo, aquele homem coitado, carregando aquela imensidão de gente, pedindo misericórdia, se arrastando. Me via quase como isso, me arrastando, carregando água, parindo filho quando menina, naquela pobreza, vendo minha mãe sofrendo com as trouxas de roupa na cabeça, negra, subindo ladeiras com latas.”
Ao contrário do álbum anterior, que chegou estruturado à cantora, neste ela atuou mais desde a concepção; Elza escolheu o repertório entre 60 faixas selecionadas pelo instrumentista e produtor Guilherme Kastrup.
O resultado será apresentado ao vivo nos dias 31 de maio, 1º, 2 e 3 de junho no Sesc Vila Mariana, em São Paulo. A venda online de ingressos começa no dia 22 de maio, às 18h. “‘A Mulher do Fim do Mundo’ é muito forte, bonito, mas muito fechado, pesado, uma coisa dark. ‘Deus é Mulher’ vem mais aberto, mais solar, a gente precisa disso”, diz.
É por isso também que ela tem feito aparições de branco, como na sessão de fotos dessa reportagem, quando se esforçou para ficar de pé, apesar da mobilidade tolhida pelas três cirurgias na coluna depois que caiu do palco do Metropolitan, em 1999. O novo álbum também conta com mais mulheres nos bastidores, como instrumentistas ou como compositoras.
Contribuem para o álbum, por exemplo, a percussionista Mariá Portugal, a clarinetista Maria Beraldo e o grupo Ilú Obá de Min, responsável por percussão e vozes de “Dentro de Cada Um” e “Banho”, composição de Tulipa Ruiz.
O álbum aborda também temas que a cantora considera estarem sendo calados. Em “Exu nas Escolas”, de Kiko Dinucci e Edgar, Elza defende o ensino da cultura afrobrasileira nas salas de aula e menciona o esquema de fraudes envolvendo merendas escolares. Em “O Que se Cala”, a cantora clama pelo direito de se manifestar (“minha voz uso para dizer o que se cala/ o meu país é o meu lugar de fala”).
“Tive minha casa metralhada, fui expulsa, não quero mais sair daqui. Tenho receio, temos que ter cuidado para que não aconteça outra vez. É se libertando, gritando, falando. Você está no seu país, na sua terra, no seu chão”, diz, em alusão ao exílio com o marido Garrincha na Europa.
A história, que ela vê como uma lição de vida, será lembrados em musical e em livro neste ano. “É a dificuldade da negritude nesse país. Não acredito que tenha passado por tudo isso para chegar aqui e ser essa mulher que grita.”
Se nas canções vai direto ao ponto, em questões políticas ela evita fazer críticas específicas. “Falar o quê? Dessa repressão, desse movimento, dessa coisa que ninguém sabe o caminho? É uma encruzilhada. Fecharam as porteiras.”
Diz aguardar, mas não em silêncio. “Não me calo nunca e me arrependerei jamais. Me calar como? Sou a cara dessa nação, sou a cara desse país, por que vou me calar? Não tenho culpa de ter nascido aqui.”
Antes da estreia brasileira da nova temporada de Os Simpsons, o canal FOX vai brindar seus telespectadores com uma maratona de 28 horas dos episódios mais icônicos da série. A exibição começa às 18h de domingo, 20, e vai até as 22h da segunda-feira, 21.
Durante a maratona, fãs poderão enviar memes inspirados nos personagens e nas histórias da série americana. As criações compartilhadas poderão ser exibidas na tela do canal. Para participar, será necessário postar a imagem no Twitter, ou nos comentários de uma postagem da página da FOX no Facebook com a hashtag #ViradaAmarela.
Nos Estados-Unidos, a 29° temporada de Os Simpsons começou a ser transmitida em outubro de 2017. A estreia brasileira acontece na próxima segunda-feira, dia 21, às 22h, com a exibição dos dois primeiros episódios.
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, durante a Convenção Nacional do PSDB (Foto: Mateus Bonomi/AGIF/Folhapress)
Em uma tentativa de evitar a fragmentação dos partidos do “centro” na eleição presidencial, lideranças de PSDB, DEM, PPS, MDB e PTB uniram esforços para articular um palanque único na disputa. O movimento conta com a chancela do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB).
FHC, o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes (PSDB), o senador Cristovam Buarque (PPS-DF) e o deputado Marcus Pestana (MG), secretário-geral do PSDB, são os primeiros signatários do manifesto intitulado “Por um polo democrático e reformista”, que será lançado em um evento na última semana de maio. O documento defende uma “urgente unidade política nas eleições”.
O projeto surgiu na semana passada, em um jantar na casa do deputado Heráclito Fortes (DEM-PI), em Brasília. Também participaram do encontro o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, o ex-ministro da Educação Mendonça Filho (DEM) e os deputados Jarbas Vasconcelos (MDB-PE), Danilo Forte (PSDB-CE), José Carlos Aleluia (DEM-BA), Benito Gama (PTB-BA), além de Pestana.
O movimento surge no momento que o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), tenta formar um bloco partidário para isolar uma possível aliança eleitoral entre o Palácio do Planalto e o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin, pré-candidato do PSDB à Presidência da República.
A maioria do grupo entende que Alckmin é, hoje, o nome com mais condições de liderar o bloco, apesar de patinar nas pesquisas de intenção de voto. A cabeça da chapa, porém, não será discutida em um primeiro momento.
“Depois do lançamento, vamos buscar em junho bilateralmente cada um dos candidatos. Esse campo vai dos liberais, como João Amoêdo (Novo) e Flávio Rocha (PRB), passa por Paulo Rabello de Castro (PSC), Rodrigo (Maia), Alckmin e Alvaro Dias (Podemos) – e, no limite, vai até a Marina Silva (Rede)”, disse Pestana.
Perigo
O manifesto, que foi obtido pela reportagem, afirma que essa eleição será a mais “complexa e indecifrável” desde a redemocratização. O texto alerta, sem citar nomes, para o risco de uma disputa polarizada entre um candidato de esquerda e o deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ), que lidera as pesquisas de intenção de voto no cenário sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“À direita, se esboça o surgimento inédito de um movimento com claras inspirações antidemocráticas. À esquerda, um visão anacrônica alimenta utopias regressivas de um socialismo autoritário”, diz o documento. Em outro trecho, o texto afirma que a união das forças do “polo democrático” é essencial para que o futuro “não seja espelhado em experiências desastrosas como a vivenciada pelo povo venezuelano”.
O manifesto também prega reforma previdenciária, “descentralização radical”, com fortalecimento do poder local, e uma mudança estrutural no sistema tributário que promova o ajuste fiscal sem aumentar impostos.
‘Erros do passado’
A bancada de deputados do PSDB participou nesta quarta-feira, 16, de um almoço na casa do presidente da Câmara.
Na ocasião, o deputado Marcus Pestana apresentou uma planilha com os números do primeiro turno da eleição presidencial de 1989 para reforçar os riscos da fragmentação do centro. “Lula foi para o segundo turno com 16,6% dos votos. Brizola teve 16% e Mário Covas teve 11%”, disse o tucano.
Pestana argumentou que se os cinco candidatos com o mesmo perfil em 1989 – Guilherme Afif Domingos, Aureliano Chaves, Roberto Freire, Ulysses Guimarães e Mário Covas – tivessem se unido no primeiro turno, o resultado seria outro.
“Com mais 6%, Covas iria para segundo turno, teria grandes chances de ser eleito o presidente da República”, afirmou Pestana. Naquele ano, Fernando Collor de Mello derrotou Lula no segundo turno. “Perguntei ao Rodrigo Maia e ao Alvaro Dias se vamos aprender com a história ou repetir os erros do passado”, afirmou Pestana.
A municipalidade restaurou completamente a sede da Fazenda Bálsamo (Foto - Romeu Luz)
Conhecer o Patrimônio Cultural de Campo Grande andando de bicicleta é o objetivo do Pedal Cultural, encontro de ciclistas gratuito que ocorre no dia 19 de maio, sábado, com saída as 7h30 em frente à Escola Estadual José Barbosa Rodrigues, Rua Elesbão Murtinho, 856, bairro Universitário. A programação faz parte da 16ª Semana de Museus, em comemoração ao Dia Internacional de Museus (18 de maio) e não precisa de inscrição, basta comparecer ao local da concentração.
O trajeto inclui pontos como a antiga Olaria de Manuel Secco Thomé, a Cerâmica Aparecida, no Jardim das Perdizes, com encerramento no Museu José Antônio Pereira, na Avenida Guaicurus. Além destes pontos, os ciclistas vão ter percepção da região em relação às necessidades de intervenções públicas como, por exemplo, implantação de ciclovias para oferecer mais segurança para quem opta por este tipo de transporte.
“Será um momento de lazer e reflexão sobre a história de Campo Grande, com destaque para o museu municipal. Também vamos explorar patrimônios desconhecidos, como a Cerâmica Aparecida, antiga olaria no Jardim das Perdizes onde existe uma chaminé cercada de significado para o desenvolvimento da cidade”, explica Eduardo Romero.
O evento é realizado pelo mandato do vereador Eduardo Romero, com apoio da prefeitura por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Sectur) e Museu José Antônio Pereira, com parcerias da Fundação Ueze Zahran, Centro Cultural e Tecnológico Manoel Secco Thomé, Grupo Escoteiro Lobo Guará e Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).
‘Considerando que nós estamos na 16ª Semana de Museus, esse evento vem para que possamos popularizar a cultura e unir com uma atividade esportiva sustentável é maravilhoso, usando a bicicleta como meio de locomoção para contemplar a natureza e conhecer ainda mais história de Campo Grande’, destaca a secretária da Sectur, Nilde Brum.
HISTÓRIA DA INDÚSTRIA DE MS
No período de 1930 o construtor Manuel Secco Thomé construiu uma olaria na Rua José Domingos, região próxima ao Córrego Lageado, atualmente bairro Jardim das Perdizes e Recanto dos Rouxinóis. Telhas, tijolos, além de utensílios domésticos, tais como, moringas, vasos e bebedouros ali produzidos na Cerâmica Aparecida fazem parte da história do Complexo Industrial da família.
Contribuições também em obras públicas importantes como o monumento Obelisco, a Agência de Correios e Telégrafos na Rua Calógeras, o prédio atrás da sede da 30ª Circunscrição do Serviço Militar (atual SESC Cultura) e o complexo militar na Avenida Duque de Caxias, a Santa Casa de Misericórdia na Avenida Mato Grosso, a base do Relógio da 14, além de outras obras como o Hotel Colombo, os Cines Santa Helena, Alhambra e Rialto, Leprosário São Julião, Educandário Getúlio Vargas e diversos prédios no Estado de Mato Grosso, inclusive a primeira ponte de concreto feita no Estado, sobre o rio Taquari, em Coxim.
FUNDADORES DE CAMPO GRANDE
De acordo com a Sectur, o Museu José Antônio Pereira está instalado na Fazenda Bálsamo, terra doada pelo fundador da cidade a um dos seus filhos, Antônio Luiz Pereira. A pequena casa de pau-a-pique, o monjolo, o silêncio entre as antigas árvores e até mesmo em carro de boi nos remetem ainda à saga construída pelos pioneiros desbravadores do sertão.
Para festejar o centenário da emancipação administrativa de Campo Grande, a municipalidade restaurou completamente a sede da Fazenda Bálsamo, com seu monjolo e carro de boi, conjunto tombado como patrimônio Histórico e Cultural da Cidade. No local, o visitante pode apreciar uma escultura de sólida rocha criada pelo artista plástico Índio, um dos ícones da arte sul-mato-grossense, em homenagem ao fundador da futura Capital. A escultura representa a família de Antônio Luis Pereira, sua esposa Ana Luiza e sua filha Carlinda Pereira, antigos moradores do lugar que doaram o prédio à Prefeitura em 1966.
O prazo de vigência definido na portaria é de dois anos, podendo ser prorrogado (Foto - Divulgação)
Um programa de combate à violência contra o público LGBT foi preparado pelo governo federal e deverá ser anunciado nesta quarta-feira, 16 de maio, com termos que obrigam os estados a aderirem e investirem verbas em ações voltadas a esse público.
O Ministério dos Direitos Humanos informou na última terça-feira, 15, que 12 estados já haviam confirmado presença no lançamento do Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência LGBTfóbica, que já foi publicado no Diário Oficial da União.
Segundo informações do portal G1, a proposta desse programa é acabar com a violência contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais – os grupos que compõem a sigla LGBT. O prazo de vigência definido na portaria é de dois anos, podendo ser prorrogado por mais dois.
O ministro dos Direitos Humanos, Gustavo Rocha, justificou a criação do programa citando tratados internacionais, o Programa Nacional de Direitos Humanos instituído no país em 2009 e recomendações das Nações Unidas sobre o assunto. No entanto, a portaria abre brechas para interpretações diversas, pois obriga os estados e o DF a criarem estruturas para “promoção de políticas” ligadas à população LGBT, assim como “equipamentos nos órgãos estaduais para atendimento adequado” ao grupo.
No texto da portaria que instituiu o programa há a afirmação que o objetivo da medida é “promover a articulação entre a União, Estados e Distrito Federal nas ações de prevenção e combate à LGBTfobia”.
E segue a saga da procura da placa do saudoso jornalista Claudio Xavier, que até pouco tempo estava fixada na antiga Casa de Imprensa, no Parque de Exposições de Dourados. A peça teria sido retirada para pintura do prédio pertencente à Unigran e seria fixada novamente no inicio da semana. E até agora, nada….
Mais placa
Incomodado com o misterioso sumiço da placa alusiva ao jornalista Xavier, o presidente do Sindicato Rural de Dourados ligou para a Rapidinhas! no final da tarde de segunda-feira (14), para esclarecer o assunto. Segundo ele, não cabe ao Sindicato Rural a responsabilidade pelo desaparecimento e atribuí a própria imprensa o zelo pela homenagem. “Quem é o responsável do Clube de Imprensa e que deveria estar cuidado dessa placa?”, questionou.
Ainda placa
Na opinião do presidente do Sindicato, a repercussão na mídia envolvendo a placa, incluindo o Estado Notícias, é desnecessária e ofende a memória do homenageado. Para ele, parte da imprensa está usando o nome do Xavier e o fim da Casa da Imprensa para atacar o Sindicato Rural de Dourados.
Picuinha
Por quase 15 minutos Lucio Damalia conversou com a coluna e lamentou por várias verzes a repercussão negativa envolvendo o Sindicato. “Estão fazendo picuinha em cima de um nome que é íntegro. Isso dói na gente por estarem cobrando como se o Sindicato estivesse sumido com essa placa”, desabafou.
Haja placa
Damalia afirmou ainda que a placa já não estava mais no Clube da Imprensa no ano passado e nenhum representante da imprensa procurou o Sindicato Rural na época para informar ou cobrar explicações. “Se sumiu poderiam ter vindo falar comigo e, ninguém até hoje veio. Se não aparecer vamos então fazer outra e resolver isso”, afirmou. “Porque colocaram uma homenagem tão merecida em um local que utilizavam uma vez por ano?”, completou.
Pré campanha
O pré-candidato ao Governo do Estado, o juiz aposentado Odilon de Oliveira (PDT), estará amanhã (17) em Dourados, onde acompanha agenda do presidenciável Álvaro Dias, do Podemos, partido aliançado com o PDT.
Com a imprensa e vereadores
A partir das 8 horas, Odilon inicia sua agenda a diversos veículos de comunicação, incluindo rádio, TV, sites e jornais impressos. As visitas à imprensa encerram às 14 horas e logo em seguida ele estará na Câmara Municipal, onde se reúne com vereadores.
Com o Álvaro
Já no inicio da noite ele tem o primeiro encontro junto com o senador Álvaro Dias, onde se reúnem às 18 horas na Loja Maçonica 20 de Agosto. Em seguida, às 20h30, a agenda segue na Aced (Associação Comercial e Industrial de Dourados), onde será oficializado o Podemos municipal e o lançamento dos pré-candidatos a deputados pelo partido.
Adesivagem
Grupo de apoiadores voluntários do pré-candidato Odilon estará a partir das 18 horas em frente à Aced, disponibilizando adesivos para ser fixados nos veículos. O material pode ser retirado e colado no local.
O ator Marcello Novaes (Foto: Raquel Cunha/TV Globo)
Marcello Novaes foi vítima de um assalto na Barra da Tijuca, bairro nobre da região oeste do Rio de Janeiro. De acordo com a assessoria de imprensa da Polícia Militar, o ator estava andando de moto na Avenida Érico Veríssimo na terça-feira e teve o seu veículo levado.
O incidente foi relatado pelo 31º Batalhão da Polícia Militar, do bairro Recreio dos Bandeirantes. Até o momento, não foi confirmado se Novaes fez um registro de ocorrência em uma delegacia, após o assalto.
Marcello Novaes estava no ar na televisão como o Renan Cerqueira na novela O Outro Lado do Paraíso. Agora, o ator deve participar da próxima novela de Aguinaldo Silva, O Sétimo Guardião.
Na denúncia, PGR avalia conduta de Bolsonaro como “ilícita, inaceitável e severamente reprovável” (Foto: Agência Brasil)
O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu um prazo de 15 dias para que o deputado e pré-candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL-RJ) apresente sua defesa sobre denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) em 13 de abril. Réu em outro processo, Bolsonaro é acusado pelos crimes de racismo e manifestação discriminatória contra quilombolas, indígenas, refugiados, mulheres e LGBTs.
“Cumpre dar sequência ao procedimento próprio à denúncia apresentada, notificando o acusado para oferecer resposta, no prazo de 15 dias, consoante dispõe o artigo 4º da Lei nº 8.038/1990″, diz trecho do despacho de Marco Aurélio, proferido em 10 de maio. A assessoria de imprensa de Bolsonaro disse ao Congresso em Foco que o congressista ainda não foi formalmente notificado sobre o prazo e que se manifestará no transcurso do processo.
O caso será analisado pela Primeira Turma do STF, colegiado composto, além de Marco Aurélio (relator do caso), pelos ministros Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Luiz Fux. Ainda não há data para que a denúncia entre na pauta de julgamentos da turma.
Em abril do ano passado, durante palestra no Clube Hebraica do Rio de Janeiro, em pouco mais de uma hora de discurso, Jair Bolsonaro fez ataques de cunho racista contra negros e também disparou contra indígenas, mulheres, homossexuais e refugiados. Em palestra para cerca de 300 pessoas, na ocasião, o deputado afirmou que, se for eleito, pretende acabar com todas as reservas de terra de indígenas e quilombolas (descendentes de escravos que vivem em quilombos).
“Eu fui num quilombo. O afrodescendente mais leve lá pesava sete arrobas. Não fazem nada. Eu acho que nem para procriador ele serve mais. Mais de R$ 1 bilhão por ano é gasto com eles”, discursou. Na denúncia, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, avaliou a conduta do parlamentar como “ilícita, inaceitável e severamente reprovável”.
Para Raquel Dodge está evidenciado que Jair Bolsonaro praticou, induziu e incitou discriminação e preconceito contra comunidades quilombolas, inclusive comparando-os com animais. Durante o evento, o deputado também incitou a discriminação com relação aos estrangeiros, estimulou comportamentos xenofóbicos e discriminação contra imigrantes – o que é vedado pela Constituição e pela lei penal.
Misoginia
A denúncia reúne ainda outros discursos de Jair Bolsonaro contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros. Logo no início do discurso, o deputado faz um paralelo da formação de sua família para destilar preconceito contra as mulheres: “Eu tenho cinco filhos. Foram quatro homens, a quinta eu dei uma fraquejada e veio uma mulher”.
Se condenado, ele poderá cumprir pena de reclusão de um a três anos; a PGR também pede o pagamento mínimo de R$ 400 mil por danos morais coletivos. Já no caso de Eduardo, a pena prevista – de um a seis meses de detenção – pode ser convertida em medidas alternativas, desde que sejam preenchidos os requisitos legais.
O parlamentar já é réu em duas ações que tramitam no STF, ambas sob relatoria do ministro Luiz Fux. Em uma das ações, Bolsonaro é acusado por injúria e apologia ao crime. Na outra, é acusado de incitação ao crime de estupro.
São cada vez mais intensos os burburinhos de que a prefeita Délia Razuk (PR) seria alvo de um complô para derruba-la do cargo (Foto - Divulgação)
Nos bastidores da política sul-mato-grossense são cada vez mais intensos os burburinhos de que a prefeita Délia Razuk (PR) seria alvo de um complô para derruba-la do cargo, numa articulação que envolveria próceres públicos e da iniciativa privada. O assunto é debatido abertamente em confrarias e nos botequins da cidade.
Em 1 ano e meio de administração, Délia Razuk já foi alvo de mais de 3 mil denúncias anônimas na ouvidoria do Ministério Público Estadual, que para não prevaricar é obrigado a tomar providências como requerer informações ou delegar diligências.
É dado como certo que as acusações, na quase totalidade improcedentes, são formuladas para desestabilizar Délia Razuk a mando de adversários políticos. O objetivo é não deixa-la governar, ou seja, se não bastassem os problemas recorrentes à administração, a prefeita se vê obrigada a ficar na defensiva.
A enxurrada de queixas de autoria desconhecida tem causado transtorno na Prefeitura onde muitos funcionários passam o tempo todo respondendo ao MPE.
Nesse ínterim, se é ou não verdade a trama covarde, o vice-prefeito Marisvaldo Zeuli (PPS) não esconde de ninguém que se assumir a Prefeitura com a suposta deposição de Délia Razuk demitirá 1200 funcionários e reduzirá para apenas 5, as secretarias municipais, ou seja, discurso muito parecido com o de Michel Temer.
Nesta quarta-feira, 16 de maio, tem início as exibições de filmes da sexta edição da Mostra Audiovisual de Dourados (MAD-UFGD).(Foto: Divulgação)
Nesta quarta-feira, 16 de maio, tem início as exibições de filmes da sexta edição da Mostra Audiovisual de Dourados (MAD-UFGD). Todas elas acontecerão no Teatro Municipal e as primeiras sessões serão da Mostra Infantil, às 8h e às 14h. Às 19h, será a vez dos curtas das categorias Documentário e Ficção, da Mostra Competitiva de Curtas.
Para participar da Mostra Infantil, as escolas interessadas devem entrar em contato com a Coordenadoria de Cultura da UFGD, pelo telefone (67) 3410-2872 ou pelo e-mail culturaufgd@gmail.com.
Sinopse: Um koala preside um grande teatro que tem caído em tempos difíceis e decide recuperar a glória através da produção da maior competição de canto do mundo. Os concorrentes são um rato, uma adolescente elefante com medo do palco, uma mãe sobrecarregada esperando uma ninhada de 25 leitões, um jovem gorila gangster e um porco-espinho punk-rock lutando para largar seu namorado arrogante.
Recomendado para turmas de 2º a 5º anos do Ensino Fundamental.
Sinopse: Kubo vive uma normal e tranquila vida em uma pequena vila no Japão com sua mãe até que um espírito vingativo do passado muda completamente sua vida ao fazer com que todos os tipos de deuses e monstros o persigam. Agora, para sobreviver, Kubo terá que encontrar uma armadura mágica que foi usada pelo seu falecido pai, um lendário guerreiro samurai.
Recomendado para turmas de 7º a 9º anos do Ensino Fundamental.
Mostra Competitiva de Curtas
As exibições da competição acontecerão dias 16, 17 e 18, no mesmo horário, às 19h. A premiação será dividida entre Prêmio Curta do Mato e Grande Prêmio MAD. No primeiro, serão premiados os três primeiros colocados nas categorias ficção, documentário, experimental/arte, trash e videoclipe, todos produzidos por residentes no Mato Grosso do Sul. Já no segundo, será premiado apenas um curta, independentemente da categoria, com competidores de qualquer estado do Brasil.
Além de assistir às produções, o público poderá votar em seus curtas favoritos para a premiação Voto Popular.
Confira os curtas que concorrem ao Prêmio Curta do Mato, exibidos no dia 16 de maio:
A janela da outra
Ficção | 09m50 | Direção: Larissa Anzoategui
Eu te amei essa noite
Ficção | 11m58 | Direção: Ana Ostapenko
Menino visível
Ficção | 11m | Direção: Gabriel P.C.
Parei de fumar
Ficção | 16m57s | Direção: Adriano Paes e Davi Rocha
Na canoa do Bata
Documentário | 17m49 | Direção: Carlos Velázquez
Sobre a MAD
A Mostra Audiovisual de Dourados (MAD) é uma realização da Coordenadoria de Cultura da UFGD, vinculada à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEX). Utilizando-se de diferentes linguagens, formas e propostas, o objetivo é proporcionar um encontro de exibição, debate e discussão da produção do audiovisual regional e nacional.
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