O personagem saci, interpretado pelo ator Isak Dahora em 'Sítio do Picapau Amarelo' (2007 (Foto: Márcio de Souza/TV Globo)
A lenda do saci-pererê ganhará uma versão para o cinema — e não será brasileira. A produtora britânica Hindsight Media, de O Discurso do Rei, comprou os direitos de um roteiro baseado no personagem do folclore brasileiro, segundo anunciou o site Deadline nesta segunda-feira.
A trama será escrita por Nate Atkin — que assina o filme da Netflix Um Príncipe de Natal e S. Darko – Um Conto de Donnie Darko —, em parceria com o brasileiro Rodrigo Brandão. Ainda de acordo com o site, o filme dará um toque de terror ao mito do menino de uma perna só.
O saci é um dos principais personagens da mitologia brasileira. Segundo a lenda, o espírito era, em vida, um menino negro que cortou a própria perna para fugir da escravidão. Ele usa um capuz vermelho que o permite aparecer e desaparecer de qualquer lugar, e gosta de pregar peças e assustar os outros. Diversas produções brasileiras incorporaram a lenda, como Sítio do Picapau Amarelo, baseada no livro de Monteiro Lobato, e o seriado infantil Castelo Rá-Tim-Bum.
Associação dos Advogados Trabalhistas e Previdenciários de Dourados e Itaporã – AATP/DOU/MS, em conjunto com a Associação dos Novos Advogados de Dourados – ANA Dourados, Instituto dos Advogados de Dourados – IAD, União das Advogadas do Brasil Subseção Dourados – UAB Dourados, CAAMS Dourados, ESA e OAB MS, realiza hoje (05/06) a partir das 19h, na Câmara Municipal de Dourados, o “II ENCONTRO DA ADVOCACIA TRABALHISTA E PREVIDENCIÁRIA DA GRANDE DOURADOS”, que tem como objetivo reunir essa classe de Advogados e para discutirem temas importantes de sua atuação profissional.
Serão duas palestras envolvendo as áreas de direito previdenciário e direito do trabalho, a Dra. Juliane Penteado Santana, Advogada com 18 anos de atuação na área previdenciária, professora de graduação e cursos de extensão da ESA/MS, pós-graduada em Direito Civil e Processo Civil e especializada em Direito Previdenciário, falará sobre tema “Questões Práticas sobre o Limbo Previdenciário e Trabalhista.”
O Dr. Marco Antônio Miranda Mendes, Juiz do Trabalho Titular da 2ª Vara do Trabalho de Dourados, e que foi professor de Processo do Trabalho e Processo Civil na UNOESTE-SP, e também professor da Escola da Magistratura do Trabalho do Mato Grosso do Sul (EMATRA-MS), falará sobre tema “O lado Desumano da Reforma Trabalhista”.
A seguir haverá um debate entre os palestrantes, debatedores e o público presente acerca dos temas tratados nas palestras, assim como um painel especial de debates com o tema “A Paralisação dos Caminhoneiros e a relação entre a Lei 13.103/15 e a Reforma Trabalhista”.
A inscrição para o evento é gratuita, serão emitidos certificados de 4h pela ESA MS, e as últimas inscrições podem ser feitas pelo site no link a seguir:
Na entrada do evento serão recolhidos durante o credenciamento 01 Kg de alimento não perecível ou 01 agasalho/cobertor em bom estado de conservação, para serem revertidos à entidades beneficentes. Após o evento haverá uma confraternização, por adesão, no restaurante Kikão, na av. Weimar Gonçalves Torres, 2176A – Centro, Dourados.
Doutor em antropologia da religião ministrará palestra (Foto - Assessoria)
Nesses primeiros meses de 2018, o número de denúncias à Justiça de casos de intolerância religiosa aumentou 800% em comparação a todo o ano de 2017, segundo dados da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos e Coordenadoria de Igualdade Racial. No Brasil, há uma denúncia de intolerância religiosa a cada 15h. Desde agressões verbais, destruição de símbolos religiosos e até ataques incendiários ou tentativas de homicídio.
Em Dourados, apesar de ser uma região composta por diferentes crenças, não temos notícias de iniciativas de combate a essa violência e a promoção do respeito, do diálogo e da convivência. Devido à falta de informação ou divulgação é possível dizer que é ainda maior o número de silenciamentos. Devido a esses fatores, a audiência pública traz o debate com o tema: “Diálogo e Pluralidades: desafios frente à intolerância religiosa”. O evento será no dia 7 de junho, às 19h, na Câmara de Dourados.
Proposta pelo vereador Elias Ishy (PT), a ideia surgiu por meio de uma demanda do Centro de Estudos Bíblicos de Dourados (Cebi). O vereador lembra que ninguém pode ser discriminado em razão de seu credo religioso e que existe a Lei 9.459/1997 que considera crime a discriminação ou preconceito contra manifestações religiosas e seus adeptos.
A organização é realizada por meio de indivíduos de diversas religiões, que aproveitaram a oportunidade para encontrar um nome comum a todos, trazendo para a atividade, então, o doutor em Antropologia da Religião, Felipe Káyòdé. O palestrante é um jovem teólogo, pesquisador independente, artista interdisciplinar e psicanalista envolvido nos estudos pós-coloniais e interseccionais, como no caso da religião, espiritualidade, violência, traumas, raça e subjetividades, além de trabalhar ativamente na luta antirracista.
Além do Cebi, Ishy destaca o apoio da Aduf Dourados, do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) e da Universidade Federal da Grande Dourados, do Ilê Axé Angola Megemulebaonã, do Instituto Cultural Malungo, do Marista, da Rede Ecumênica da Juventude (Reju), do Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação (Simted) e da Rede de Relações Institucionais e Saúde Mental, “À Flor da Pele”.
Cena da série "3%" da Netflix (Foto: Netflix/Divulgação)
A Netflix divulgou na manhã desta segunda-feira que o seriado 3% ganhará uma terceira temporada. Depois da estreia da segunda temporada em abril deste ano, a primeira série original do serviço de streaming no Brasil receberá novos episódios em 2019.
No vídeo que anuncia a novidade, é possível ver três dos protagonistas reunidos: Michele (Bianca Comparato), Rafael (Rodolfo Valente) e Joana (Vaneza Oliveira). De acordo com o comunicado da plataforma, a nova temporada acompanhará os acontecimentos dos útimos episódios, em que o processo que escolhe apenas 3% da população para viver em um lugar paradisíaco está entrando em colapso, enquanto o grupo de rebeldes Causa fica com mais sede de vingança.
Reinaldo Azambuja em reunião com representantes de diversos segmentos para definição da redução da alíquota do ICMS (Foto - Chico Ribeiro)
Acompanhado de representantes de entidades produtivas, o governador Reinaldo Azambuja entrega à Assembleia Legislativa nesta terça-feira (5.6), às 8h30, o projeto que reduz a alíquota do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do diesel de 17% para 12%.
“Mato Grosso do Sul já tem a menor alíquota do País em relação à gasolina e passa ter agora em relação ao diesel. Entendemos como legítimas as reivindicações dos caminhoneiros. É um setor essencial para o País e trabalhamos incansavelmente para construir essa solução e garantir o direito de ir e vir do cidadão, que é uma cláusula pétrea da Constituição”, disse.
O presidente da Assembleia Legislativa, Junior Mochi, explicou que a proposta será votada no mesmo dia, em duas votações. “O projeto vai entrar na sessão de amanhã [5.6]. Vamos votar em primeira e abrir uma sessão extraordinária para aprovar em segunda. É uma proposta que afeta a vida de todos e que conta com o apoio dos deputados. Vai tornar o preço do diesel mais competitivo e aumentar a renda do comércio”, disse.
Para o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo e Lubrificantes, o governador Reinaldo Azambuja tomou uma atitude ousada, ao abrir mão de uma receita importante. “O Sinpetro considera como uma atitude corajosa por parte do governador a redução da alíquota do ICMS do diesel. Enquanto as contas dos estados estão com dificuldades, mesmo assim Reinaldo Azambuja teve a coragem de reduzir o imposto”, declarou o gerente executivo, Edson Lazarotto.
A solução para o problema foi construída por meio do diálogo com diversos setores. O presidente da Associação Sul-mato-grossense de Supermercados (Amas), Edmilson Verati, afirmou que um prolongamento da greve dos caminhoneiros poderia deixar a população impaciente e resultar em saques no comércio. “O governador Reinaldo Azambuja soube ter sensibilidade de entender a crise e ao baixar a alíquota do diesel ajuda outros estados a fazer a parte deles também”.
Para o caminhoneiro Giuliano Roberto de Souza, a redução da alíquota vai tornar a cobrança mais justa. “Vamos ter a mesma alíquota que São Paulo e Paraná e os postos serão fiscalizados para que essa redução chegue para nós”, concluiu.
Para os presidentes do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a margem de manobra orçamentária é muito pequena para o governo atuar na redução do patamar. (Foto: Ueslei Marcelino/Reuters)
Com o fim da greve dos caminhoneiros -que resultou em desconto de R$ 0,46 no litro do óleo diesel- e a normalização do abastecimento de combustíveis, o comando do Congresso não vislumbra um cenário de queda de preços de gasolina, etanol e gás de cozinha. Em Brasília, o litro da gasolina é vendido à população por aproximadamente R$ 5 nos postos. O botijão de gás chega a R$ 80.
Para os presidentes do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a margem de manobra orçamentária é muito pequena para o governo atuar na redução do patamar.
Maia destaca ainda que o governo se depara com travas da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e da emenda à Constituição que estabeleceu um teto para os gastos.
O deputado acredita que a única política a ser feita no momento é o uso de impostos flutuantes, que seriam reduzidos no caso de alta do valor do petróleo. A providência, porém, não reduz o patamar de preço dos combustíveis, apenas suaviza as oscilações.
Essa medida ganha força desde de semana passada no Ministério de Minas e Energia como forma de amortecer o impacto da volatilidade do preço na bomba.
Está prevista para esta segunda-feira (4) uma reunião de representantes da pasta com técnicos do Ministério da Fazenda e da ANP (Agência Nacional de Petróleo) para tentar aprofundar a discussão.
Na sexta, ao anunciar Ivan Monteiro como seu escolhido para comandar a Petrobras, o presidente Michel Temer disse em pronunciamento que não haveria mudança na política de preços da empresa.
No caso do gás, Maia, que é pré-candidato à Presidência, defende que o governo crie um mecanismo que beneficie os mais pobres. Uma solução seria ampliar o benefício do Bolsa Família, direcionando o recurso para a compra do botijão. Mas, reconhece que a proposta tem limitações.
“Agora tem que ter paciência, entender que não tem mágica, que a Petrobras já foi usada de forma equivocada. Há um problema grave, o orçamento público está esgotado. Não há mais espaço para grande interferência no Orçamento”, disse à reportagem.
SENADORA
A líder do MDB no Senado, Simone Tebet (MS), afirma que a Petrobras é uma empresa estatal e, por isso, precisa dar uma parcela de contribuição para que a população não seja penalizada. Para ela, o atual patamar dos combustíveis e do gás de cozinha é “irracional, absurdo e precisa ser reduzido”.
Tebet afirma que o estabelecimento de um colchão que evite variações bruscas nos preços não é suficiente. Defende que a solução do problema passe necessariamente por cortes no ICMS, imposto arrecadado pelos estados.
Em média, 28% do preço da gasolina na bomba corresponde à cobrança de ICMS. A emedebista argumenta que a alta dos combustíveis levou a um aumento da arrecadação do tributo, o que engordou os cofres estaduais: “Não há como negar que quem mais está ganhando com a alta dos combustíveis são os estados.”
Os governos estaduais, no entanto, dizem não poder abrir mão do que arrecadam.
Em Pernambuco, por exemplo, o secretário de Planejamento, Márcio Stefanni, diz que o combustível representa 20% da arrecadação do estado.
“Estamos executando o orçamento com a previsão de receita. O ICMS paga saúde e educação. Reduzir este tributo seria mais um ataque ao pacto federativo”, disse Stefanni.
“Os estados e municípios estão com orçamentos estrangulados. Ajustar o equívoco da política de preços dos combustíveis no atual modelo de receitas públicas é gravíssimo, vai comprometer serviços”, ponderou André Horta, secretário de Tributação do Rio Grande do Norte e coordenador dos secretários estaduais no Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária).
Diante da crise, no entanto, dois projetos foram apresentados no Senado com o objetivo de estabelecer um teto para a cobrança de ICMS. Hoje, cada estado tem liberdade para definir sua alíquota.
Um dos textos, apresentado pelo líder do governo no Senado, Romero Jucá (MDB-RR), e pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) define que a alíquota de ICMS não poderá ultrapassar 7% no caso do diesel e 18% para gasolina e etanol.
O segundo projeto, de autoria do senador Ronaldo Caiado (DEM-GO), fixa em 12% a alíquota máxima de ICMS sobre o gás de cozinha. Hoje, a média nacional está em 14%.
Mas Eunício Oliveira, que comanda a pauta do Senado, diz não ter previsão de colocar estas propostas em votação na Casa. Ele também insiste que é preciso garantir a previsibilidade dos preços e inclui na discussão das mudanças tributárias os interessados em assumir a Presidência da República em 2019.
“Reforma tributária tem que ser debatida com os candidatos a presidente, assim, a população vai escolher sabendo o que pensa e o que fará o novo presidente que será eleito. É necessário este debate com aqueles que pensam em governar o país”, disse Eunício.
Desde 2016, quando a Petrobras adotou a nova política de preços, que leva em conta o valor do dólar e do barril de petróleo, o litro da gasolina teve alta de mais de 20%.
No caso do ICMS, o presidente da Câmara afirmou que é preciso dialogar com os governadores. “Está todo mundo quebrado”, disse, defendendo também reformas administrativa e tributária.
O hit ‘Havana’, de Camila Cabello, bateu um recorde no Spotify: com mais de 888 milhões de reproduções, o single se tornou o mais tocado na plataforma entre artistas mulheres. De acordo com a revista Billboard, a canção desbancou ‘Cheap Thrills’, de Sia.
Em entrevista recente à revista Rolling Stone, Camila Cabello relembra que a gravador não apostou inicialmente na música, que passou por diversas formulações antes do lançamento. “Ninguém queria lançá-lo em single. Eles disseram que o rádio nunca tocaria, que era muito lenta, muito fria”, conta.
O single, lançado em setembro do ano passado, chegou ao topo da parada norte-americana Billboard em janeiro.
A notícia que chegou aos petistas era de que o confinamento em um quarto adaptado como cela, no prédio da Polícia Federal, em Curitiba, estava afetando o humor do ex-presidente Lula. Acostumado a debater política e discursar para multidões, o petista está limitado a conversar com os poucos amigos e familiares que fazem visitas semanais -fora as consultas com os advogados.
Um visitante, porém, teve uma surpresa ao abrir a porta do aposento do quarto andar da Superintendência da PF. Lula, em pé, contava uma história a um policial que, sentado na beirada da cama do petista, ouvia com os olhos vidrados.
A história que retrata o ex-presidente falante, como era de costume, não desmente, porém, que ele esteja com o ânimo abalado. Pessoas do círculo de Lula e também policiais dizem que ele anda irritado.
Amigos aconselharam Lula a pedir transferência para o Complexo Médico Penal (CMP), em Pinhais (PR), que abriga outros presos da Lava Jato. A mudança foi inclusive sugerida pelo ex-ministro José Dirceu, em entrevista à Folha de S.Paulo. Dirceu, que já cumpriu pena no CMP, disse que lá o ex-presidente conviveria com outros presos, o que seria bom para ele.
+ Nos anos 90, Bolsonaro defendeu novo golpe militar e guerra
Lula refutou a possibilidade. Não por avaliar que o presídio fosse inadequado, mas porque, ao fazer qualquer solicitação, estaria admitindo a condenação imposta pelos juízes da Lava Jato.
Em outro gesto simbólico, o ex-presidente recusou-se a receber alimentos de fora da prisão, uma oferta dos familiares e dos advogados. O petista segue a mesma dieta dos outros presos da carceragem.
Com tempo sobrando, Lula dedica boa parte do dia a escrever cartas. Coloca no papel sua avaliação sobre o país e recado a familiares. Entrega a papelada para os advogados, que depois distribuem para os destinatários.
O quarto onde o petista vive não fica com a porta trancada. Mesmo assim, Lula só sai de lá para as duas horas de banho de sol, numa varanda do prédio. Os agentes entram sempre para levar a ele água gelada ou ouvir as histórias do ex-presidente. Com informações da Folhapress.
Dezenas de artistas brasileiros se reuniram em um vídeo comemorativo aos 57 anos da Anistia Internacional no país. O clipe “Manifestação”, lançado no último dia 28 de maio, trouxe as vozes e imagens de nomes consagrados do cenário artístico em torno de uma canção-manifesto que fala de resistência nas causas mais emergentes da realidade nacional.
“E proclamamos que não se exclua ninguém, senão a exclusão”, diz o refrão da letra, cantada por Chico Buarque, Fernanda Montenegro, RussoPassapusso, Camila Pitanga, Criolo, Ana Cañas, Luedji Luna, Rael, Moska e muitos outros.
“’Manifestação’ vem para lembrar que quando os direitos humanos de uma pessoa é violado, os direitos de todas e todos nós estão em risco. A canção se apropria da linguagem universal da música para fazer vibrar nas mentes e corações mais diversos aquilo que nos torna humanidade: a solidariedade e empatia”, informa a Anistia Internacional em seu site, convocando os indignados com os mais de 61 mil homicídios cometidos por ano no Brasil a se manifestarem.
As participações dos artistas foram intercaladas com registros de movimentos de resistências e com cenas diversas de violência e intolerância registradas no país. A letra da música tema do vídeo, que tem duração de pouco mais de sete minutos, retrata a luta contra o machismo, a intolerância religiosa, a desigualdade social e a homofobia.
As mortes de Amarildo, Rafael e Marielle Franco também foram lembradas na letra, composta por Carlos Rennó, com música criada por Xuxa Levy, Russo Passapusso e Rincón Sapiência. O clipe produzido pela Querosene Filmes teve direção de João Wainer e Fabio Braga. Confira!
Deputados Lídio Lopes (PEN), João Grandão (PT), Pedro Kemp (PT) e José Carlos Barbosa (DEM), durante sessão (Foto: Luciana Nassar)
Os deputados que pretendem disputar a eleição alertam que a Justiça Eleitoral precisa agir rápido em relação aos casos de “fake news”, na campanha deste ano. Eles alegam que se uma “notícia falsa” ficar muito tempo nas redes sociais pode prejudicar de forma “decisiva” as chances de um candidato se eleger.
“A justiça eleitoral precisa se aparelhar nesta eleição para combater os casos de fake news, assim como tabloides com difamação que são distribuídos à população. A ação precisa ser eficiente, pois estas notícias falsas possuem efeito devastador”, disse o deputado José Carlos Barbosa (DEM).
Para Amarildo Cruz (PT) esta agilidade na hora de apurar estes casos é fundamental. “Estas mentiras e boatos na internet precisam ser coibidos e combatidos pelo Judiciário, que precisa ter instrumentos eficientes para conter os casos. Depois identificar os autores para que sofram os rigores da lei”, avaliou o petista.
Monitoramento – Herculano Borges (SD) espera que haja “monitoramento” nas redes sociais e trabalho em conjunto com a Polícia Federal. “Precisa se agir rápido para não prejudicar a eleição e a democracia, tendo uma justiça preparada para lidar com a situação”.
Já Renato Câmara (MDB) lembra que as mídias sociais já tiveram grande influência em eleições fora do Brasil, como nos Estados Unidos. “Esta disputa nas redes (sociais) teve impacto na eleição do (Donald) Trump, aqui as denúncias precisam ser apuradas, com respostas rápidas, inclusive com a formação de um comitê de trabalho”.
Foco – A Justiça Eleitoral de Mato Grosso do Sul já divulgou que os casos de “fake news” serão prioridades nesta eleição. O secretário Judiciário do TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de MS), Hardy Waldschmidt, ressaltou que haverá uma atenção maior sobre o tema, que segundo ele, já teve várias ocorrências na eleição passada, mas que devem aumentar pelo fortalecimento das redes sociais.
A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, disse em evento em Campo Grande, que os “fake news” se tratam de um “fenômeno” nunca antes enfrentado na democracia brasileira e que para manter a lisura na eleição, os órgãos de fiscalização precisam agir de forma preventiva e que os partidos também precisam estar em vigília.
Punição – O deputado federal Fábio Trad (PSD) já apresentou projeto no Congresso Nacional pedindo que estes casos (fake news) sejam definidos como crime contra a fé pública. A intenção é que haja um aumento de penas e agravamento no processo criminal nos casos em que as divulgações falsas tenham conteúdo que incite a violência física ou psicológica.
Ministro-chefe da casa civil participa de reunião na Caixa Econômica Federal (Foto:Paulo Francis)
O governo federal pretende adotar uma postura firme para que a queda no preço dos combustíveis chegue às bombas dos postos. Segundo o ministro-chefe da casa civil, Carlos Marun (MDB), o preço só vai cair se, de fato, for repassado pelos postos aos consumidores. Ainda assim, o ministro garante que a diferença já será sentida a partir de segunda-feira (4).
“O governo faz a maior absoluta questão de que o desconto que concedemos que retira os tributos da Cide e PIS/CONFINS chegue na bomba e ao consumidor”, enfatizou o ministro.
Segundo Marun, foi publicado uma portaria do Ministério da Justiça que exige o repasse, com base no código de defesa do consumidor. “Quem não repassar está sujeito às penalidades de crime pela prática de preço abusivo”, declarou. O ministro também afirma que preços abusivos podem culminar na interdição dos postos.
Atender à reivindicações dos caminhoneiros deve custar aos cofres públicos aproximadamente 13,5 bilhões de reai – 9,6 bilhões em subsídios e mais 4 bilhões na redução das alíquotas do Cide e PIS/COFINS do óleo diesel. A queda no valor será de 46 centavos.
Marun também afirmou que há um disk denúncia, criado para denunciar aumentos abusivos no preço. “Esse desconto é para a sociedade. Nós não aceitaremos que ninguém se aproveite dessa conquista e desse sacrifício”, disse.
Questionado sobre a possível desvalorização da estatal perante o mercado, o ministro respondeu que o governo “trata a questão com muita responsabilidade” e que “o preço da Petrobras deve preservar a saúde financeira da empresa”.
O ministro participa de reuniu junto ao prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD), na Caixa Econômica Federal.
Neste domingo (3) apreciadores de música clássica poderão desfrutar gratuitamente de um show, Projeto Quinteto 5 – Brahms & Schumann, promovido pela Anoreg-MS (Associação dos Notários e Registradores de Mato Grosso do Sul) em parceria com a University of Georgia, Sothwestern Adventist University, UFMS, Movimento Concerto, Prefeitura de Campo Grande, Governo do Estado e Secretaria de Turismo do Estado.
O show será às 18 horas de domingo no auditório da Anoreg-MS ( Travessa Tabelião Nelson Pereira Seba, 50, Chácara Cachoeira).
Será uma noite repleta de musicalidade preparada especialmente para você, com músicas de Levon Ambartsumian, Shakhida Azimkhodjaeva, Rogério Nunes, David Starkweather, Eugeny Rivkin.
As vagas são limitadas e podem ser feitas no site da anoreg: www.anoregms.org.br e para maiores informações, ligue no (67)3326-7468
AULA NA UFMS
Os integrantes desse grupo musical vão ministrar uma aula sobre música na UFMS às 10h30 de domingo(3) no seguinte endereço: Rua Senador Filinto Muller, 1555. A entrada será franca para estudantes ouvintes.
Filme "Irmãos de Alma" aborda a questão do assedio sexual infantil (Foto: Reprodução/G1 MS)
O curta-metragem sul-mato-grossense “Irmãos de Alma”, que trata de assédio sexual infantil, foi liberado nesta mês de maio para exibição gratuita na internet, por meio do Youtube. Com direção e roteiro de Filipi Silveira, a produção foi exibida no Festival América do Sul Pantanal, promovido no fim de semana passado em Corumbá, onde sua temática provocou diversos debates.
O curta foi filmado em 2015, mas foi finalizado recentemente. O filme teve como locação o parque Itanhangá, em Campo Grande, espaço que acaba se tornando um personagem na trama que acompanha o drama de Thelma interpretada por Nadja Mitidiero e Rui interpretado por Filipi Silveira.
No enredo, os dois têm sua amizade estremecida após a revelação de um segredo de Thelma que acaba provocando grandes consequências e reabrindo cicatrizes de seu passado. Participam também do filme os atores Pedro Araújo, Fernanda Filiú e Tero Queiroz.
“Este curta-metragem eu considero um exercício, na época eu fui contemplado em um edital cultural para realizar um curta chamado “Vampiros”, senti que fazia um tempo que não dirigia desde “O Florista”, eu precisava me aquecer e usar este filme para começar a formar uma equipe que já estivesse aquecida para o filme, sendo assim escrevi uma trama que se passa em uma locação apenas e que se focasse na atuação dos atores, mas que trata de um tema que é necessário ser debatido e que são problemas e crimes que muitas mulheres e crianças sofrem que é o assédio sexual e estupro”, comenta Filipi Silveira.
O diretor disse que achou muito emblemático o fato do filme ser exibido justamente no mês conhecido como “Maio Laranja”, em que é reforçada a campanha de combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, e que, por isso, resolveu disponibilizar o filme na internet, de modo que possa também servir como um aviso ou material de debates e reflexões.
Filipe Silveira ressalta que o filme não exibe o ato de violência, mas mostra como ela pode impactar na vida de uma pessoa e divide o público quando entra em cena outro crime que é da justiça com as próprias mãos.
“O filme é de 2015, mas certos temas infelizmente nunca envelhecem e a arte tem inúmeras funções é uma delas é denunciar”, finaliza o diretor.
Ele afirmou que as autoridades não conseguiram prever os efeitos da dependência da malha rodoviária, do incentivo à compra de caminhões e da oscilação dos preços do petróleo.(Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)
O senador Cristovam Buarque (PPS-DF) criticou nesta terça-feira (29) o conjunto de fatores que levaram à greve dos caminhoneiros e protestou contra o que chamou de soluções improvisadas do governo diante da crise. Ele afirmou que as autoridades não conseguiram prever os efeitos da dependência da malha rodoviária, do incentivo à compra de caminhões e da oscilação dos preços do petróleo.
Cristovam também contrastou a força da “guerrilha cibernética”, que facilita a organização de manifestações pela internet, com a aparente incapacidade da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) de acompanhar os acontecimentos.
“Parece que o governo não tem um serviço de informações. Ou será que o presidente recebe as informações e não leva em consideração? Falaram aqui todos esses dias de demissão do presidente da Petrobras. Ninguém falou da demissão do diretor da Abin, que não informou o presidente, eu suponho, dos riscos que nós corríamos. Ou, mais grave, o presidente sabia e não levou em conta”.
O senador classificou como irresponsáveis os frequentes aumentos de preços dos combustíveis da Petrobras, situação que considera agravada pela falta de concorrência no setor. Para Cristovam, a reação à crise será marcada por “discursos para a plateia”, quando o momento requer responsabilidade e previdência.
Andrew Lincoln, o rick Grimes de 'The Walking Dead' (Foto: Divulgação)
O ator Andrew Lincoln, o protagonista de The Walking Dead, deixará a série. Segundo o site especializado Collider, o ator que interpreta o personagem Rick Grimes só estará em seis dos doze episódios da nona temporada. Norman Reedus, que representa Daryl, vai passar a ser o personagem principal do seriado.
Apesar de ser uma das séries mais bem-sucedidas dos Estados Unidos nos últimos anos, The Walking Dead foi perdendo audiência ao longo do tempo.
Segundo a revista Variety, o último episódio da oitava temporada do seriado foi o de menor audiência entre os capítulos finais do programa desde sua estreia.
Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao utilizar nossos serviços, você concorda com tal monitoramento.