sábado, 21 de fevereiro de 2026

Beyoncé emprestará voz a Nala em adaptação de ‘O Rei Leão’

VEJA

Beyoncé dublará Nala no novo filme do 'Rei Leão' (Foto: Christopher Polk/Getty Images)

Beyoncé confirmou nesta quarta-feira os rumores de que emprestaria sua voz à personagem Nala na adaptação da clássica animação da Disney O Rei Leão. A cantora anunciou a novidade com uma postagem em sua página no Facebook que mostra todo o elenco do filme, incluindo Donald Glover como Simba e James Earl Jones repetindo seu papel como Mufasa, como previamente noticiado.

 

Outros nomes confirmados na produção que será dirigida por Jon Favreau (da nova versão de O Livro da Selva) são Chiwetel Ejiofor como Scar, Alfre Woodard como Sarabi, a mãe de Simba, John Oliver como Zazu, e Billy Eichner e Seth Rogen como Timão e Pumba.

 

O longa, com roteiro adaptado da animação de 1994 assinado por Irene Mecchi, Jonathan Roberts e Linda Woolverton, chegará aos cinemas americanos em 18 de julho de 2019.

Alexandre Frota e MBL devem excluir postagens ofensivas sobre Caetano Veloso

Migalhas

 

Liminar determina remoção de palavras ofensivas, no prazo de 48 horas (Foto - Divulgação)

 

O ator Alexandre Frota e o grupo MBL foram obrigados a excluir das redes sociais postagens ofensivas sobre Caetano Veloso e Paula Lavigne. A decisão é do juiz de Direito Bruno Arthur Mazza Vaccari Machado Manfrenatti, da 50ª vara Cível do RJ, que determinou prazo de 48 horas para exclusão sob pena de multa diária de R$ 10 mil.

 

Consta nos autos que as publicações acusaram Caetano de ter praticado suposto ato de pedofilia no início do relacionamento entre o cantor e Paula, visto que ela tinha 13 anos e ele, 40. Além disso, os dois foram acusados de integrarem uma gangue. Caetano e Paula acionaram a Justiça requerendo a remoção das publicações ofensivas.

 

Ao analisar o caso, o magistrado asseverou que as publicações teriam abusado do direito à livre expressão e manifestação concedido pela CF/88, porque se enquadram como ofensas com único intuito de depreciar a imagem dos autores. “Qualquer extrapolação dessa liberdade constitucionalmente garantida não pode ser mantida, mormente quando violadora de outros princípios trazidos pela Constituição, como a proteção dos direitos da personalidade.”

 

Sendo assim, deferiu liminar determinando a remoção, no prazo de 48 horas, das publicações das redes sociais e, também, de qualquer menção acusando Caetano Veloso da prática de atos de pedofilia, sob multa diária de R$ 10 mil.

UFGD exibe filme cobrado no Vestibular ‘Caramujo flor’, dia 17

Assessoria

 

Divulgação

 

No próximo dia 17 será realizada uma exibição do filme de curta metragem Caramujo-flor (1988), que faz parte da lista de obras cobradas no Vestibular 2018 da UFGD. O filme é dedicado ao poeta sul-mato-grossense Manoel de Barros. A exibição acontece às 19h, no auditório central da unidade 2.

 

A exibição será seguida de um bate papo com o cineasta Joel Pizzini, diretor do curta, e com os professores Paulo Nolasco e Gicelma Chacarosqui. Nolasco é especialista em cultura sul-mato-grossense e Chacarosqui é doutora em Comunicação e Semiótica, tendo defendido tese sobre a relação entre a obra literária de Manoel de Barros e o filme Caramujo-flor.

 

O curta acompanha a trajetória do poeta no Pantanal, sua obsessão com o mar e sua nova vida em uma grande metrópole, experimentando o cinema em sua poesia através de uma colagem de fragmentos sonoros e visuais. O elenco conta com Ney Matogrosso, Rubens Corrêa, Tetê Espíndola e aparições de Almir Sater e Aracy Balabanian.

Carlito do Gás viabiliza com deputado Lídio Lopes veículo para a Saúde

Assessoria

 

Carlito do Gás e o deputado estadual Lídio Lopes (Foto: Assessoria)

 

O vereador Carlito do Gás (PEN) esteve na Assembleia Legislativa, onde em audiência com o deputado estadual Lídio Lopes (PEN), obteve do parlamentar o compromisso de viabilizar R$ 35 mil para a compra de um veículo a ser utilizado pela rede municipal de saúde. Os recursos serão liberados através de Emenda ao Orçamento do Estado, que está em discussão pelos deputados.

 

“Assim que soubemos da abertura do prazo para que os deputados apresentassem emendas, fizemos questão de entrar em contato com o deputado Lídio, que é do nosso partido, para que através do seu mandato viabilizasse recursos para aquisição de um veículo para atender a saúde pública da nossa cidade”, afirmou Carlito, lembrando que o deputado do PEN tem se mostrado sensível com as demandas do município e das quais ele, Carlito, tem sido porta-voz.

 

“Agradeço ao deputado. O veículo será muito útil para o atendimento deste setor tão importante que é a Saúde e da qual Dourados é polo de prestação de serviços”, afirmou Carlito.

 

O vereador assinalou ainda que a secretaria municipal de Saúde possui uma extensa área sob sua jurisdição, que inclui os distritos e mais de 300 bairros, e há a constante necessidade de deslocamentos das equipes do Programa Saúde da Família (PSF) e dos demais servidores para atenderem as necessidades dos Postos de Saúde, da UPA (Unidade de Pronto Atendimento) e Hospital da Vida (HV).

Secretária de Direitos Humanos é exonerada do cargo

G1

Flávia Piovesan, em imagem de arquivo (Foto: Divulgação/Polyndia Eventos)

O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, exonerou a secretária nacional de Cidadania do Ministério dos Direitos Humanos, Flávia Cristina Piovesan. A portaria com a exoneração foi publicada no “Diário Oficial da União” desta quarta-feira (1º).

 

Em junho de 2017, Piovesan foi eleita para a Comissão Interamericana de Direitos Humanos. Procurada pelo G1, ela disse que vai assumir o novo cargo em janeiro, por isso pediu para deixar o governo.

 

“A minha exoneração foi a pedido, no sentido de viabilizar uma transição adequada para o exercício do mandato junto a Comissão Interamericana de Direitos Humanos, a iniciar em janeiro de 2018. Observo que o exercício do mandato demanda total independência, o que torna incompatível a permanência no cargo”, afirmou a agora ex-secretária.

 

Ela ressaltou que a exoneração não tem relação com opiniões que tenha manifestado durante a permanência no governo. Na semana passada, Piovesan criticou a portaria do Ministério do Trabalho que modificava regras de combate e fiscalização do trabalho escravo.

 

A ex-secretária também criticou as mudanças na Lei Maria da Penha, que constam em um projeto de lei aprovado no Senado Federal em outubro.

 

“Reitero que a exoneração foi feita a pedido e que nenhuma censura sofri em resposta as posições que tenho defendido com coerência em minha trajetória de luta pelos direitos humanos”, ressaltou Piovesan.

 

Perfil

 

Flávia Piovesan foi escolhida para chefiar a secretaria em maio de 2016. Ela é formada em direito na PUC de São Paulo e tem mestrado e doutorado na área. Atualmente, faz parte do corpo docente da PUC-SP e da PUC-PR, além de ser professora de direitos humanos nos cursos de pós-graduação das universidades Pablo de Olavide, em Sevilha (Espanha), e de Buenos Aires (Argentina).

 

Em junho deste ano, foi eleita uma das conselheiras da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), da Organização dos Estados Americanos (OEA).

 

Piovesan foi escolhida secretária de Cidadania em meio a críticas de que não havia mulheres nos ministérios do presidente Michel Temer. Eliseu Padilha justificou na época que os partidos que apoiavam o governo e detinham ministérios não haviam indicado mulheres.

 

Quando assumiu o cargo, ela recebeu críticas na época de alguns setores ligados aos direitos humanos. Piovesan disse na época que encarou a nomeação como um dever. “É melhor que eu esteja lá, que tenho referências na área há 20 anos, do que eventualmente ter sido alguém de uma cota partidária, de um partido qualquer, que esteja lá apenas pelo salário”, disse na época. Militante na área, Flávia Piovesan é defensora de pautas polêmicas como a legalização do aborto.

 

House of Cards: Gravações da 6ª temporada são suspensas por tempo indeterminado

Omelete

A produção da sexta temporada de House of Cards foi pausada por tempo indeterminado seguindo as acusações de abuso sexual envolvendo Kevin Spacey, ator que vive o protagonista Frank Underwood. (Foto: Divulgação)

A produção da sexta temporada de House of Cards foi pausada por tempo indeterminado seguindo as acusações de abuso sexual envolvendo Kevin Spacey, ator que vive o protagonista Frank Underwood. A informação é do Deadline.

 

O anúncio foi feito pela produtora Media Rights Capital: “A MRC e a Netflix decidiram suspender a produção da sexta temporada de House of Cards até segunda ordem, para nos dar tempo de avaliar a situação atual e responder às preocupações do nosso elenco e equipe.”

 

Recentemente, o ator Kevin Spacey- intérprete do protagonista Frank Underwood – foi acusado de abusar de Anthony Rapp (Star Trek: Discovery), que tinha 14 anos de idade na época do ocorrido. Spacey se manifestou no Twitter, pedindo desculpas – saiba mais.

 

O caso fez com que Beau Willimon, criador de House of Cards, se manifestasse ao THR: “A história de Anthony Rapp é profundamente perturbadora. Durante o tempo em que trabalhei com Kevin Spacey em House of Cards, nunca testemunhei ou fiquei sabendo de qualquer comportamento inapropriado dentro do set ou fora dele. Dito isso, recebo com seriedade as informações desse comportamento e não há exceção. Eu sinto pelo senhor Rapp e apoio sua coragem”

 

Na última segunda-feira (30), a Media Rights Capital e a Netflix comentaram o ocorrido. “A Netflix e Media Rights Capital estão profundamente perturbadas pelas notícias recentes ao respeito de Kevin Spacey. Em resposta às revelações, executivos de ambas as empresas foram à Baltimore durante a tarde para uma reunião com o elenco e equipe, garantindo que eles continuem se sentindo seguros e apoiados. Como anteriormente previsto, Kavin Spacey não estará no set por hoje.”

 

Recentemente anunciada como a última, a sexta temporada de House of Cards não tem previsão para retomar suas gravações mas tem estreia prevista para 2018, sem data definida. Seja como for, a Netflix já está planejando derivados do seriado

“Votei por Dourados e não contra os professores”, afirma Idenor Machado

Assessoria

 

Idenor afirma que votou a favor de Dourados (Foto:Thiago Morais)

O vereador Idenor Machado (PSDB) explicou que o Projeto de Lei nº 023/2017, que alterou a Lei Complementar 267/2016, aprovado durante sessão extraordinária de quarta-feira (25), contemplou o mesmo calendário de incorporação ao piso salarial dos professores da rede municipal de ensino.

 

Machado apontou que a alteração do projeto modificou apenas a forma de pagamento, ou seja, os benefícios serão provenientes do royalties decorrentes da exploração de petróleo, gás natural, pré-sal e outros hidrocarbonetos fluidos sob o regime de concessão.

 

Idenor relata que o Plano Nacional de Educação apresenta metas estruturantes para garantir o direito à educação básica com qualidade e, segundo ele, a meta 17 prevê a valorização dos profissionais do magistério das redes públicas de educação básica, de forma a equiparar seu rendimento médio aos demais profissionais com escolaridade equivalente, até o final do sexto ano de vigência. “Dessa maneira é possível compreender que estamos seguindo as orientações do PNE e nos próximos anos, essa equiparação estará concluída”, afirma.

 

Ele explica ainda que a alteração do projeto não descumpre a Lei Federal de nº 101/2000, de responsabilidade fiscal, que “estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal”. “Os recursos para pagamentos das gratificações abre espaço para novos debates, pois este valor, até onde se sabe, ainda não foi creditado aos cofres da prefeitura. Agora, precisamos garantir que esse montante seja disponibilizado para os servidores”, lembrou.

 

Dentre as propostas apresentadas pela diretoria do SIMTED (Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação em Dourados), estava o pedido de transferência do calendário de 2017 para 2018, visando um prazo para que a prefeita fizesse os ajustes financeiros para só então, iniciar a discussão da adequação do piso municipal ao PSPN (Plano Salarial Profissional Nacional). “Levei essa proposta à administração, porém não foi possível adiar a votação. No entanto, é preciso estabilizar o orçamento do município e implementar para garantir o cumprimento do Plano Municipal de Educação.

 

Os profissionais terão aumento escalonado, sendo adicionado o valor gradativamente até 2020, no entanto esta data poderá ser estendida caso necessário. O vereador apontou que a administração municipal necessita realizar um estudo administrativo e financeiro no organograma funcional da secretaria municipal de Educação visando dar transparência as ações para que seja atendida a implementação das 20 horas, igual ao PSPN.

 

Consta no projeto encaminhado pela administração pública, que não haverá a desconstrução do cronograma para chegar ao piso. “Dourados, atualmente, cumpre integralmente a Lei Federal nº 11738/2008, que criou o Piso Federal.

 

“A mudança é que eles receberão gratificação, porém não será incorporado, mas isso não quer dizer que cronograma será alterado”, comentou o vereador. “Essa decisão como vereador não pode ser vista de maneira errônea. Sempre lutei pelos direitos dos professores e neste momento, avaliando a situação financeira da prefeitura, entendi que se esse projeto não fosse aprovado, muitos servidores seriam penalizados, como por exemplo, o parcelamento dos salários. É preciso garantir os recursos e não manter discursos que não podem ser cumpridos”, esclarece Idenor, afirmando ainda que a prefeita se comprometeu a apresentar uma nova proposta garantindo a incorporação do benefício.

Vereador esclarece votação das alterações do PCCR

Assessoria

 

Sergio Nogueira utilizou a tribuna para reafirmar as declarações (Foto - Divulgação)

Após os desentendimentos por conta da aprovação da Câmara de Vereadores do projeto de iniciativa da prefeita Délia Razuk (PR), que alterou a Lei Complementar 267/2014, o vereador Sergio Nogueira (PSDB) divulgou vídeo em sua página do Facebook esclarecendo à população sobre a votação. Conforme o parlamentar, o projeto chegou à Casa de Leis trazendo informações sobre o impacto na folha de pagamento do município de R$ 2.300.000,00.

 

A alteração na Lei muda o Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) da categoria e altera a equiparação do rendimento médio de docentes do Ensino Básico Público com demais profissionais com escolaridade equivalente. “A questão dos adicionais foi discutida em 2014, quando eu estava como presidente da Comissão Permanente de Educação, e eu tinha justamente lutado pela questão do adicional, para que o professor de Dourados recebesse por 20 horas/aula aquilo que é o piso do Governo Federal para 40 horas/aula. Hoje a diferença do piso não chega a R$ 70,00”, afirma o vereador.

 

De acordo com Sergio Nogueira a prefeitura fez um estudo de qual seria o impacto deste valor. “O município não tem esse dinheiro, não pagou a folha de outubro para todo mundo, escalonou o pagamento dos salários, não tem dinheiro para o 13o e para o 1/3 das férias. O município teve uma diminuição de arrecadação de ICMS e FPM. Eu participei em 2016 de outro projeto político, que foi derrotado nas urnas, nem por isso deixarei de dar o meu voto consciente e fazer o que é melhor para Dourados neste momento”, enfatiza.

 

O Poder Executivo se reuniu com o Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação de Dourados-MS (Simted). “No PL 23/2017 está expresso que, assim que chegar o dinheiro do pré-sal, ele será utilizado exclusivamente para repor esse valor. Ninguém votou em uma Lei que se nega a pagar, ou retira recursos do salário dos professores, mas apenas transferindo esse pagamento para um momento posterior”, menciona o vereador do PSDB.

 

Sergio Nogueira destaca ainda: “não sou contra a classe dos professores, se simplesmente lermos e interpretarmos a Lei Complementar, e estou à disposição de quem quiser sentar e ler o texto, vamos analisar sua necessidade para a atual situação. Infelizmente nós vivemos um momento de dificuldade financeira. Como legislador, tenho plena consciência em votar e trabalhar em benefício naquilo que é melhor para Dourados”.

 

Para o parlamentar é necessário ‘afinar o diálogo’. “Precisamos buscar uma saída de tal maneira que todos os funcionários, a Administração Pública Municipal encontre uma forma para sairmos dessa situação”, finaliza Sergio Nogueira.

 

 

Ministro Ricardo Lewandowski é internado após sofrer queda em São Paulo

G1

O ministro Ricardo Lewandowski durante sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) (Foto: Mateus Bonomi/Agif/Estadão Conteúdo)

A assessoria do ministro Ricardo Lewandowski informou que ele sofreu uma queda no sábado (28) enquanto passeava com seus dois cachorros e foi internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. O ministro teve fratura nas costelas, mas passa bem.

 

Nesta segunda (30), ele analisou alguns processos no hospital. A previsão de alta é para esta semana, segundo a assessoria.

 

Lewandowski tem 69 anos e faz parte do Supremo desde 2006, quando foi nomeado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Origem do Halloween: a tradição celta nos dias atuais

 VEJA

Decoração de Halloween é vista na Casa Branca, nos Estados Unidos - 30/10/2017 (Foto: Carlos Barria/Reuters)

Nesta terça-feira é celebrado o Halloween, uma das principais datas comemorativas dos Estados Unidos, que está ganhando cada vez mais fama no Brasil. Na cultura americana, é comum as crianças se fantasiarem e pedirem doces para os vizinhos, enquanto as casas são enfeitadas com adereços de terror. A origem, no entanto, remete à celebrações dos celtas, civilização da Europa que começou a se estabelecer em 2000 a. C.

 

Historiadores apontam, desde o século 18, que o Halloween é baseado no Samhain, antigo festival pagão que começava no dia 31 e durava mais três dias, comemorando o final do verão no hemisfério norte. Uma das características da celebração era o final da colheita, em que havia alimentos em abundância.

 

 

A comemoração do Dia das Bruxas que relembrou esses costumes foi formada entre 1500 e 1800 no Reino Unido, mas foi só depois desse período, que a tradição como conhecemos passou a ser formada nos Estados Unidos. Foi em solo americano em que símbolos como o das abóboras entalhadas e dos espantalhos aterrorizadores em milharais começaram a fazer sucesso.

 

No Brasil, o Halloween está ganhando cada vez mais espaço e possibilita que crianças e adultos se divirtam ao usar fantasias de terror. Desde 2003, uma lei federal ainda instituiu o Dia do Saci na mesma data, em homenagem à figura do folclore brasileiro.

Projeto que dispõe sobre exploração dos serviços de mototáxi é aprovado na Câmara

Assessoria CMD

 

A sessão ordinária foi realizada no plenário da Câmara Municipal nesta segunda-feira (Foto:Eder Gonçalves)

 

Os vereadores de Dourados aprovaram durante a sessão ordinária, desta segunda-feira (30), quatro projetos de lei e três projetos de decreto legislativo. Dentre os de lei foi aprovado com emenda, em segunda discussão e votação, por unanimidade o que altera a Lei nº 2.152/1997 que dispõe sobre a exploração dos serviços de mototáxi, de autoria dos vereadores Bebeto (PR) e Alan Guedes (DEM). O Projeto aumenta o prazo na utilização de motocicletas no serviço de mototáxi em Dourados, considerando o modelo de fabricação, especificado no documento do veículo.

 

Em primeira discussão e votação o Projeto de Lei de nº 093/2017 de autoria do vereador Olavo Sul (PEN), que dispõe sobre a proibição da utilização de cerol ou qualquer outro tipo de material cortante nas linhas de pipas ou similares no âmbito do município foi votado e aprovado.

 

Dando continuidade aos trabalhos também foi votado o Projeto de Lei nº 105/2017, que Denomina Rua Adelino Cardoso dos Santos, a Rua C, no Jardim Ibirapuera e também o Projeto de Lei nº 107/2017, que Denomina Rua Áurea Azambuja Vedovato, a Rua D, no Jardim Ibirapuera, ambos de autoria do vereador Sérgio Nogueira (PSDB), que também foram aprovados por unanimidade.

 

Já em única discussão e votação foram aprovados três projetos de Decreto Legislativo, sendo eles o nº 030/2017, que concede Título de Cidadão Douradense a Sérgio Fernando Raimundo Arfouche e o nº 035/2017 que concede Diploma de Honra ao Mérito a Euler Coelho Marques, ambos de autoria do vereador Sergio Nogueira.

 

Na ocasião também foi votado e aprovado o de nº 034/2017 e autoria do vereador Pedro Pepa (DEM), que concede Título de Cidadão Douradense a Paulo Ribeiro Silveira.

 

O projeto de Lei nº 027/2017, de autoria do vereador Alan Guedes, que dispõe sobre a garantia de espaço para associação de moradores em eventos promovidos pelo Poder Público, e dá outras providências, teve pedido de vista e foi retirado da pauta de votação.

 

Tribuna Livre

 

Durante a sessão fez o uso da tribuna livre a presidente do Simted (Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação em Dourados), Gleice Jane Barbosa, que falou sobre o Projeto de Lei nº 023/2017, que alterou o PL 267/2016. Os vereadores Alan Guedes, Marçal Filho (PSDB), Madson Valente (DEM), Elias Ishy (PT) e Junior Rodrigues (PR) também discorreram sobre o assunto.

 

 

Chris Hemsworth: ‘Estava cansado da minha interpretação de Thor’

VEJA

Chris Hemsworth, mais humor e menos cabelo para filme 'Thor: Ragnarok' (Foto: Marvel Studios/Divulgação)

Chris Hemsworth encarna pela quinta vez o personagem que o tornou famoso mundialmente em Thor: Ragnarok. Mas quem se acostumou com o super-herói dos filmes anteriores vai ter uma surpresa, começando pelos cabelos, agora curtos. “Ele está bem diferente”, disse o ator australiano de 34 anos a VEJA, em Los Angeles. “É mais moderno. Uma versão mais solta do que antes. Tem menos daquela atitude ‘estou nesta posição por direito de nascença e sou o rei do universo’. Isso fica de lado, e ele se vê numa situação e num planeta onde ninguém se importa com quem ele é ou de onde veio, não há vantagem. Nem fisicamente é tão capaz. E vai ter de enfrentar seres muito poderosos.” Por exemplo, Hela, a vilã vivida por Cate Blanchett.

 

Na trama, Thor vai parar num planeta estranho liderado por Grande Mestre (Jeff Goldblum), levado por uma caçadora de recompensas (Tessa Thompson). Lá, reencontra Hulk (Mark Ruffalo) numa arena de gladiadores. Thor: Ragnarok também tem muito mais humor, graças ao diretor neozelandês Taika Waititi (O Que Fazemos nas Sombras), provando que o astro, além de tudo, tem talento para a comédia. Chris Hemsworth falou das mudanças, dos anos como Thor e da família. Confira abaixo:

 

Como encara essa nova fase do personagem? Eu estava meio cansado de mim mesmo e da minha interpretação do Thor. Assisti aos últimos filmes e pensei: “Que diabos estou fazendo?”. Me pareceu previsível. A culpa não era de ninguém, só minha. Senti que havia mais potencial no personagem que não tinha explorado ainda, então conversei com o Kevin Feige (presidente dos estúdios Marvel) sobre como reinventar o personagem. E Taika Waititi, nosso diretor, tinha uma visão tão única e um estilo tão diferente dos outros diretores. As mudanças se refletiram esteticamente: cortamos o cabelo, o figurino é diferente, tudo isso influenciou.

 

Como foi ter Cate Blanchett neste universo? Ela é incrível. É a pessoa mais pé no chão, disposta a trabalhar e com um grande senso de humor, não importa o que conquistou. Fiquei intimidado, claro, mas também empolgado.

 

E trabalhar só com o Mark Ruffalo, em vez de com todos os Vingadores? Pois é, Mark e eu nunca tivemos um diálogo nos outros filmes. Eu brinquei: “Será que a gente sabe o nome um do outro?”. Neste pudemos criar uma dinâmica entre os dois meio Butch Cassidy e Sundance Kid, de dois caras num filme de estrada. O Hulk também está diferente, então realmente foi possível fazer cenas de camaradagem.

 

 

Como descreveria esses sete anos vivendo Thor? Fantásticos! Eu me lembro de estar em Vancouver, atravessando uma rua, com meu agente no telefone, me explicando os detalhes do que estava me comprometendo a fazer, provavelmente três filmes como Thor e três outros dos Vingadores. E me lembro de dizer: “Será que vou ficar marcado pelo papel?”. Graças a Deus não fiquei com isso na cabeça, porque tive as melhores oportunidades por causa de Thor.

 

Vê uma data de validade para o Thor? Como você disse, já interpretou o personagem cinco vezes. Robert Downey Jr., por exemplo, que faz o Homem de Ferro, já disse que quer parar em breve. Certamente é possível que em dado momento o público não queira mais ver esses personagens. Mas aqui realmente demos novo vigor a esse mundo. Entendo que muitos atores comecem a se sentir cansados e mal podem esperar para se verem livres do contrato. Eu penso de maneira oposta. Tive muita sorte e oportunidades com o personagem. Espero que o público tenha apetite para mais.

 

 

mais jovens, muito tempo é dispendido em se analisar e pensar em si mesmo. Quando você tem filhos, tudo passa a ser para eles e sobre eles, não mais sobre você. E isso é bom. Continuo trabalhando duro, mas me divirto mais. Em alguns dos meus filmes, não foi tão divertido quando deveria. Percebi que, se vou passar tantas horas longe dos meus filhos, então é melhor que seja legal e tenha a sensação de estar fazendo algo especial que eles também possam curtir. Meus filhos agora conseguem assistir e entender filmes. E eles vão ser os jurados mais honestos, vão dizer quando um filme é uma droga.

 

Verdade que você insistiu que o filme fosse rodado na Austrália, agora que se mudou para lá? Não insisti, mas sugeri. Na verdade, achei que jamais topariam. Mas a Disney, que é dona da Marvel, tinha rodado Piratas do Caribe lá. Eles se comprometeram a estudar a possibilidade. E no fim aconteceu.

 

 

Foi mais fácil para sua família visitá-lo no set? Como foi para eles? Minha filha tem 5 anos, e os gêmeos, 3. Para um dos garotos, tudo é incrível. A menina e o outro menino não acham grande coisa (risos). Na verdade um dos gêmeos, Sasha, sempre fala para os outros sobre seu irmão: “É, o Tristan ama Thor. Eu não ligo”. Mas eles visitaram o set e tal. Falei com o Tristan ontem à noite, e ele me perguntou: “Papai, você está trabalhando, lutando contra os monstros?”. Respondi que sim. Não que jornalistas sejam monstros, claro (risos).

 

Então você é um ator/super-herói para eles. É. Acho que eles não entendem direito o que é real e o que é fantasia. Por isso tive uma certa resistência a mostrar os filmes. Mas num voo minha sogra viu o filme com um dos meninos, e ele saiu correndo, dizendo “Papai Thor, pou!” e socando tudo. Pensei: “Ai, que beleza”.

 

O que acha que herdou do seu pai e da sua mãe? Meus pais dão muito valor ao trabalho e são muito humildes. Eu acredito ter herdado isso dos dois. E também acho que têm muito senso de humor e uma boa atitude frente aos obstáculos da vida. Uma coisa meio: “Bem, pelo menos tentei”.

 

 

Performance é confundida com surto e bailarino é sedado no RS

VEJA

Igor Cavalcante Medina (de pé vestindo roupa preta) em apresentação anterior da Cia. Municipal de Dança, de Caxias do Sul (Foto: Cia. Municipal de Dança/Divulgação)

Uma performance artística inspirada na brutalidade do cotidiano acabou com a internação do bailarino em um posto de saúde por suposto surto psiquiátrico. Em Caxias do Sul, na serra gaúcha, o bailarino Igor Cavalcante Medina, de 26 anos, apresentava sozinho o espetáculo “Fim” em uma praça no centro da cidade na manhã do último sábado quando guardas municipais e socorristas do Samu o abordaram.

 

O artista foi sedado e levado para o Pronto-Atendimento 24h, o Postão, conforme apuração de VEJA. O bailarino só foi liberado oito horas depois quando “acordou”, segundo um integrante da equipe enfermagem do Postão. A médica psiquiatra que atendeu o bailarino constatou que o artista não apresentava sinais de surto psicótico e o liberou.

 

“Cheguei no lugar (da apresentação) e a guarda municipal me abordou junto com o Samu. Foram invadindo sem me perguntar nada, já foram chegando. Eu falei que tinha autorização da prefeitura para estar ali, mas não quiseram me escutar. Disseram que eu tinha um surto psicótico. Me amarraram na maca e me colocaram na ambulância. Me deram uma injeção de tranquilizante e fiquei oito horas amarrados no Postão aguardando um psiquiatra atestar que eu estava lúcido”, disse Medina a VEJA.

 

“Falei que estava no meio de uma apresentação e não quiseram me escutar. Quando me abordaram eu estava declamando um poema. Se tivessem parado para me ouvir, isso não tinha acontecido. Eu não tinha como reagir porque eram cinco pessoas me segurando. Tentei conversar porque não dava conta de reagir. Na ambulância, um deles pressionou o punho cerrado no meu peito para eu ficar sem fôlego e parar de falar”, relatou o artista à reportagem.

 

Quando foi abordado, Medina fazia movimentos com o corpo e declamava uma poesia sobre questões de discriminação racial e social. “Mata, espanca, xinga , mutila, esquarteja, destrói, sangra, mas isso é só se for pobre, preto e sofredor”, dizia um trecho do texto decorado.

 

O bailarino é integrante da Cia. Municipal de Dança de Caxias do Sul e apresentava performance da programação da 8ª edição do “Caxias em Movimento”, evento com dezenas de apresentações agendadas até o dia 5 de novembro. Procurada por VEJA, a prefeitura da cidade, responsável tanto pela Guarda Municipal, Cia. De Dança e Postão, disse por meio de nota que “está apurando as informações sobre a abordagem ao bailarino”. Os funcionários da prefeitura não estão mais autorizados a falar com a imprensa.

O diretor da Guarda Municipal disse ao Pioneiro, jornal de Caxias do Sul, que o departamento foi acionado para verificar o que estava acontecendo com o “homem parado” na praça. “O que chamou a atenção é que ele usava umas roupas da performance e tinha um arame farpado no pescoço. A equipe tentou falar com ele, mas o bailarino ficava mudo. Olhava para o céu, para cima e para baixo. De repente, começou a soltar frases filosóficas, citava a Somália a todo momento. Os guardas entenderam que poderia ter algum problema de saúde e acionaram o Samu”, disse ao jornal.

 

No material de divulgação do “Caxias em Movimento”, o espetáculo “Fim” é descrito como um “trabalho que aborda a violência e põe o corpo em evidência para trazer à tona as diversas formas de brutalidade do cotidiano, sejam elas físicas ou psicológicas. Os corpos vão sendo envenenados até a total desumanização. Será que já não somos nada mais além de um mero pedaço de carne incapaz de sentir, incapaz de resistir, incapaz de se rebelar?”.

 

A prefeitura disse ainda que “partir desta segunda-feira (30/10), a Secretaria Municipal de Segurança Pública e Proteção Social (SMSPPS) começará a ouvir os relatos dos envolvidos para esclarecer a situação e dar os encaminhamentos necessários. Logo os fatos sejam esclarecidos, a prefeitura voltará a se manifestar oficialmente sobre o caso”.

Stranger Things – 2ª Temporada | Crítica

OMELETE

Ninguém podia prever o fenômeno iniciado em 15 de julho de 2016.(Foto: Divulgação)

No princípio, Stranger Things era apenas uma série sobrenatural estrelada por Winona Ryder. Por mais que a Netflix esperasse um retorno positivo – o serviço de streaming requisitou antes da estreia que os irmãos Duffer planejassem um segundo ano – ninguém podia prever o fenômeno iniciado em 15 de julho de 2016. Oito episódios depois, em um fim de semana em frente à TV, a cultura pop ganhava novos personagens para amar e criar teorias mirabolantes em uma embalagem confortavelmente familiar – a quantidade de referências à década de 80 fez muita gente pensar que a série era o produto de um algoritmo da Netflix, reunindo os produtos favoritos dos seus assinantes.

 

Logo, a segunda temporada já começa muito diferente da primeira, com uma alta dose de expectativa para ser administrada pelos criadores, roteiristas e diretores, Matt e Ross Duffer, e pelo produtor-executivo e diretor Shawn Levy. A estratégia foi tratar o novo ano como uma continuação mais cinematográfica do que televisiva: Stranger Things 2 dizem os créditos de abertura. Ganchos são respondidos, mas o objetivo principal é ampliar o universo e os personagens em um grande filme de 9 horas (ou 8 horas e um longa derivado).

 

O plano dá certo. A temporada se divide como os três atos de um roteiro: os primeiros episódios reencontram personagens e estabelecem a ameaça (o Monstro das Sombras), a metade da temporada mostra as suas complicações e os dois últimos capítulos trabalham em torno da resolução. Elementos que parecem desimportantes em um momento ganham importância em outro e o grande mérito é como os Duffer amarram tudo ao final. A dupla sabe que não ganhou o coração do público só com mistérios e referências. A alma está nos personagens (e seu elenco perfeitamente escalado). Assim, ao mesmo tempo em que é um grande filme, Stranger Things sabe ser uma série de TV: há tempo para que todos os núcleos tenham a atenção merecida, há espaço para que todos tenham importância dentro da história.

 

Novas adições, como os irmãos Max (Sadie Sink) e Billy (Dacre Montgomery), encontram espaço para crescer em um arco criado para traçar um paralelo entre ameaças fantásticas de outras dimensões e o terror mundano, com efeitos igualmente devastadores em escalas diferentes. Bob Newby, o personagem de Sean Astin, também completa a trama, sendo usado tanto com uma peça para colocar a narrativa em movimento, como uma figura emocional (somado ao fato de ser easter egg afetivo dentro desse universo). Murray Bauman (Brett Gelman), o louco da teoria da conspiração, é outro usado com propósitos claros, mantendo o clima de paranoia da guerra fria.

 

As pontas soltas ficam com o laboratório de Hawkins. Dr. Owens (Paul Reiser), por exemplo, é inexplicavelmente bonzinho no mesmo ambiente em que antes reinava o Dr. Martin Brenner (Matthew Modine). Seu papel é limpar a bagunça deixada pelo vilão, mas seu o posicionamento ameno deixa muitas perguntas para a próxima temporada sobre o experimentos do Departamento de Energia. O mesmo vale para as revelações sobre o passado de Eleven (Millie Bobby Brown). Seu episódio solo – “A Irmã Perdida” -, que propositalmente destoa dos outros, inicia a sua autodescoberta, o seu amadurecimento, mas deixa novas evidências e velhos fantasmas para um outro momento.

 

Mesmo sem a amarra simples do primeiro ano – o desaparecimento de Will -, a série se mantém coesa. O foco são as novas relações entre os personagens, dividindo grupos para criar os conflitos que desenvolvam suas personalidades. O complemento são as referências – Caça-Fantasmas, Aliens – O Resgate, Gremlins, Contatos Imediatos do Terceiro Grau, A Garota de Rosa-Shocking, O Ataque dos Vermes Malditos, O Exorcista, entre (muitas) outras do cinema, da TV , da música e dos games – que mexem com o imaginário do público, como se essa fosse uma grande brincadeira comunitária armada pelos Duffer. A série só peca quando tenta ser legal demais, quando a necessidade de inserir uma referência ou criar uma nova marca visual fica no caminho da lógica narrativa.

 

No todo, porém, Stranger Things 2 entende que não basta um orçamento maior para ser melhor e se mantém fiel às suas origens. A ameaça do Mundo Invertido cresceu, a série é mais ambiciosa visualmente, com belas tomadas abertas, bons efeitos visuais e uma montagem ágil, mas a conclusão permanece a mesma: é muito prazeroso assisti-la. Sai o impacto da surpresa da primeira temporada, fica a consistência para provar que esse não é um fenômeno vazio.

Temer foi submetido a duas biópsias; resultado sai na segunda

VEJA

Presidente Temer: exames preliminares indicaram que não há células malignas (Foto:Marcos Corrêa/PR)

Durante a cirurgia à qual Michel Temer foi submetido na noite de sexta-feira, 27, no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, foi extraído material da bexiga para passar por biópsia. O material foi retirado da área ao redor do coágulo que havia se formado no órgão – a causa da obstrução urinária que o acometeu. Os médicos também coletaram um pedaço do tecido da cápsula da próstata para análise. Em 2011, o presidente foi submetido a uma operação que removeu todo o miolo da glândula, segundo VEJA apurou com exclusividade.

 

Exames preliminares, realizados durante o procedimento cirúrgico, indicaram que não havia células malignas na bexiga e na cápsula prostática. Os resultados definitivos das biópsias sairão na próxima segunda-feira.

 

 

O problema de saúde do presidente começou na última quarta-feira, quando ele deu entrada no Hospital do Exército em Brasília com sintomas de obstrução urinária. O coágulo na bexiga foi a causa do problema. Ele se formou pela combinação dos remédios anti-agregantes que Temer consumia há alguns meses (aspirina e clopidogrel), com a dificuldade na passagem de urina, provocada pela compressão da cápsula da próstata.

 

Temer toma os medicamentos anti-agregantes para tratar de uma placa de gordura na artéria coronária, problema causado por aterosclerose.

 

O presidente passa bem e já caminha pelos corredores do hospital. A sonda deverá ser retirada no domingo. A alta está prevista para ocorrer na segunda-feira.