sexta-feira, 30 de outubro de 2026

Inmet alerta para tempestades em toda a faixa leste do país

Uma área de baixa pressão entre o norte da Argentina, o oeste do Paraguai e o sul da Bolívia aumenta as condições para a ocorrência de tempestades em todo o leste do país, nesta quinta-feira (22). As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Na Região Norte, chove com trovoadas isoladas no Acre, em Rondônia e nas regiões sul e oeste do Amazonas, onde há um aviso amarelo de perigo potencial para tempestades. Pode chover de forma isolada em Roraima, no sul do Pará e no oeste do Tocantins.

Nas capitais, a temperatura mínima será de 23 graus Celsius (°C) em Rio Branco, e a máxima de 37°C em Palmas.

No Centro-Oeste do país, está vigente um aviso amarelo de perigo potencial para tempestades em Mato Grosso do Sul, principalmente na região da fronteira com o Paraguai e divisa com o Paraná, no sul de Goiás e nas regiões noroeste e sul de Mato Grosso.

Na região central de Goiás e no Distrito Federal, também ocorrem chuvas isoladas.

A temperatura entre as capitais varia da mínima de 20°C, em Brasília, até a máxima de 36°C, em Cuiabá.

No Sudeste brasileiro, um aviso amarelo de perigo potencial alerta para tempestades em São Paulo, no Triangulo Mineiro, sul e centro de Minas Gerais. No Rio de Janeiro, Espírito Santo e nordeste de Minas Gerais chove de forma isolada.

A temperatura mínima nas capitais será de 17°C em Belo Horizonte, e a máxima chegará a 28°C também na capital mineira.

Na Região Sul, um aviso amarelo de perigo potencial alerta para tempestades em toda a região.

A temperatura mínima será de 12°C em Curitiba, e a máxima, entre as capitais, chegará a 24°C em Porto Alegre.

Baixa umidade

No Nordeste do país, um aviso amarelo de perigo potencial alerta para baixa umidade relativa do ar no leste do Maranhão, no Piauí, no centro-sul do Ceará, no sudoeste do Rio Grande do Norte, no oeste da Paraíba, no centro e oeste de Pernambuco e no noroeste da Bahia. Há possibilidade de chuvas isoladas em toda a faixa litorânea.

Nas capitais, a temperatura mínima será de 22°C em Recife, e a máxima chegará a 39°C em Teresina.

Fonte: Agência Brasil

Metade de outubro já tem mais chuva do que o mês inteiro em 2025

A tradução em números da chuva acompanhada de granizo que atingiu Campo Grande nesta quinta-feira (15) ajuda a entender o tamanho do estrago.

O volume de ontem, atribuído aos efeitos do fenômeno El Niño, fez o acumulado do mês mais do que dobrar em relação ao mês inteiro do ano passado.

Conforme os dados da Defesa Civil, de 1 a 15 de outubro de 2026 a capital de Mato Grosso do Sul registrou um aumento de 135,91% na quantidade de chuva. Isso significa 2,3 vezes o volume comparado a todo o mês de outubro do ano passado.

Em nota divulgada no site da Prefeitura, a informação é de que, segundo dados do Cemtec-MS (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima de Mato Grosso do Sul), só nesta quinta-feira foram 82 milímetros de chuva, acompanhada de queda de granizo e fortes rajadas de vento. Em um dia, choveu quase a mesma coisa que em todo o mês de outubro de 2025.

A consequência direta foi um festival de problemas por toda a Campo Grande, com a queda de árvores, danos a imóveis, transbordamento do Lago do Amor, trânsito caótico, carro engolido por cratera e famílias vendo as casas invadidas pela enxurrada.

O que está sendo feito – Ainda sem divulgar números  relativos às intercorrências decorrentes do temporal, a Prefeitura informou que,  para responder à emergência provocada por esse elevado volume de água, a atuação está concentrada na desobstrução rápida de vias tomadas por galhos e árvores, limpeza da rede de drenagem urbana, manutenção nos semáforos danificados e suporte social e habitacional às famílias atingidas.

Pelo menos 4 estruturas municipais estão envolvidas nas ações de resposta: a Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil, a Emha (Agência Municipal de Habitação e Assuntos Fundiários), os Cras (Centros de Referência de Assistência Social) e as secretarias e órgãos operacionais de serviços públicos.

Entre os apoios oferecidos à população, informou a prefeitura, a Emha atua na disponibilização de lonas provisórias para cobrir residências que tiveram telhados danificados pelo granizo ou pelos ventos, após avaliação dos casos. Aos Cras, cabe  monitorar seus territórios para prestar auxílio às famílias em situação de vulnerabilidade, com auxílio emergencial, como cestas de alimentos e cobertores.

Para esta sexta-feira, ainda existe previsão de mais chuva e por isso a orientação à população é evitar situações de risco.

“Durante temporais, a Prefeitura orienta a população a não se abrigar debaixo de árvores, devido ao risco de queda de galhos e descargas elétricas. Também é importante evitar atravessar ruas alagadas a pé ou de veículo, manter distância de fios caídos e não se aproximar de estruturas danificadas ou locais com risco de desabamento.”

Fonte: Campo Grande News / Por Marta Ferreira de Jesus https://www.campograndenews.com.br/cidades/capital/metade-de-outubro-ja-tem-mais-chuva-do-que-o-mes-inteiro-em-2025

Ciclone extratropical atinge país nesta sexta-feira

Um ciclone extratropical deve se formar e atingir o Brasil nesta sexta-feira (16). As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Segundo os meteorologistas, um sistema de baixa pressão, que atinge a costa da Região Sudeste, vai se intensificar e dar origem a este  ciclone extratropical.

A atuação da área de  baixa pressão no litoral do Sudeste contribui para a intensificação das chuvas no Centro-Oeste e Sudeste.

Porém, o ciclone extratropical deve estabelecer também uma  frente fria sobre o oceano Atlântico e favorecer a entrada de ar frio sobre parte do centro-sul do país. Com isso, também podem ser registradas rajadas de vento pontuais entre o litoral das regiões Sul e Sudeste.

O Inmet também informou que, inicialmente, o núcleo do ciclone deve ser relativamente frio e com estrutura assimétrica. Isso significa que ela não vai estar muito organizada.

Após a formação, ele deve passar rapidamente por uma fase de núcleo mais aquecido e de menor profundidade, antes de voltar a apresentar características de núcleo frio profundo.

Durante a trajetória do ciclone, ele também deve avançar sobre águas progressivamente mais frias. Isso faz com que a temperatura da superfície do mar caia de aproximadamente 23 °C para 14 °C.

Essa evolução deve favorecer a entrada de ar frio sobre o centro-sul do Brasil.

Sendo assim, a previsão indica que as chuvas vão se intensificar no Centro-Oeste e no Sudeste, e a temperatura deve diminuir no Sul.

Previsão

A chegada do ciclone extratropical deixa os meteorologistas ainda mais em alerta, já que  doze estados podem registrar chuva forte e temporais já nesta quinta-feira (15).

A maior atenção fica para as áreas do Centro-Oeste e do Sudeste. A previsão indica possibilidade de granizo, rajadas de vento e pancadas intensas, principalmente entre a tarde e a noite.

Os estados do Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo aparecem entre os pontos com maior propensão a episódios mais severos. Amazonas, Rondônia, Tocantins, Pará e Bahia também podem ter tempestades isoladas.

Também há aviso de perigo do Inmet para tempestade nesta quinta. O alerta prevê chuva de 30 a 60 milímetros por hora, ou de 50 a 100 milímetros ao longo do dia, além de ventos entre 60 km/h e 100 km/h e possibilidade de granizo.

Fonte: Portal IG

Primavera começa amanhã com El Niño forte

A primavera começa amanhã, terça-feira (22), às 21h05, no horário de Brasília. A estação chega depois de um setembro frio e chuvoso em boa parte do Centro-Sul, mas a previsão é de virada: calor forte e mais frequente do que o habitual, chuva volumosa no Sul e seca no Norte e no Nordeste.

Quem dá o tom é o El Niño, aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico que muda o caminho dos ventos e da chuva em várias partes do planeta. Sob sua influência, no Brasil o padrão costuma ser de mais chuva no Sul e de menos chuva, com mais calor, no Norte e no Nordeste.

E há um agravante: o fenômeno deste ano já é classificado como muito forte, o nível mais alto da escala da agência americana NOAA, agência americana.

A previsão é de que ele ganhe intensidade nos próximos meses até o auge, entre novembro e dezembro, e só perca força no outono de 2027.

Centro-Oeste: calor intenso e menos chuva que o normal

Goiânia e Brasília devem ter um outubro de muito calor e chuva abaixo da média, assim como o norte de Mato Grosso. Mato Grosso do Sul divide com São Paulo a posição de meio de caminho e pode alternar calor e temporais.

Brasília, que costuma ter muita chuva em novembro, deve ter episódios de chuva, mas sempre acompanhados de calor, com possibilidade de ondas de calor fora do período habitual.

Ondas de calor pelo país

O Brasil pode passar por ao menos seis ondas de calor nos próximos meses, segundo uma análise do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).

A estimativa parte de uma pesquisa que analisou o histórico de 47 anos de registros de temperaturas observando o fenômeno em anos de El Niño. Os dados mostram que, com as mudanças climáticas r

ecentes, a média esperada no país é de seis ondas de calor até dezembro.
De acordo com a pesquisadora responsável pelo levantamento, Mabel Calim Costa, doutora em ciências do Sistema Terrestre e pesquisadora de ondas de calor no Cemaden, a frequência pode ser ainda maior com a intensificação do El Niño.

“Essa é uma média, mas vimos no último El Niño o país viver nove ondas de calor, com dias extremamente quentes. Com as temperaturas dos oceanos subindo, pode ser que o cenário seja ainda mais intenso e isso traz consequências para o país”, explica.

Fonte: Portal G1

 

 

Após frente fria, temperaturas voltam a subir nesta terça-feira

Após a passagem de uma forte frente fria para esta época do ano, que derrubou as temperaturas e provocaram instabilidades no fim de semana e no feriado, a terça-feira (8) será marcada pela elevação gradual dos termômetros no Centro-Oeste e pela redistribuição das chuvas pelas demais regiões do país.

Centro-Oeste

No Centro-Oeste, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), pancadas de chuva com trovoadas isoladas ainda estão previstas para o norte, leste e sudeste de Mato Grosso, além de grande parte de Goiás. No Distrito Federal e nas demais áreas do MT ocorrem chuvas isoladas.

Após o frio do feriadão, as temperaturas entram em elevação na região. A mínima será de 17 °C em Campo Grande (MS) e a máxima chega a 35 °C em Cuiabá (MT). A temperatura segue amena no Distrito Federal, com máxima de 27 °C em Brasília.

Sul

Em grande parte da Região Sul será mais um dia de sol e poucas nuvens, com o frio começando a diminuir. No Paraná, a nebulosidade aumenta. Em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, o predomínio será de poucas nuvens e temperaturas baixas.

Há previsão de geada durante a madrugada e ao amanhecer no centro-leste do Rio Grande do Sul e nas serras de Santa Catarina. Entre as capitais, a mínima será de 8 °C em Curitiba (PR) e a máxima de 22 °C em Porto Alegre (RS).

Sudeste

A volta do feriadão no Sudeste terá pancadas de chuva e trovoadas isoladas no Triângulo Mineiro. Chuvas isoladas ocorrem no centro-norte de Minas Gerais e do Espírito Santo. Nas demais áreas da região, o céu fica com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada.

O frio começa a diminuir no Sudeste. Entre as capitais, a mínima será de 11 °C em São Paulo. As máximas voltam a superar a marca dos 20 °C em todas as capitais, chegando a 25 °C no Rio de Janeiro (RJ).

Norte

No Norte, a terça-feira segue com instabilidades sobre grande parte dos estados do Amazonas, Tocantins e no sudeste do Pará, onde ocorrem pancadas de chuva com trovoadas isoladas.

Há possibilidade de chuvas isoladas em outras localidades e tempo com muitas nuvens no norte do Pará e no Amapá. Em relação às temperaturas, a mínima será de 20 °C em Rio Branco (AC), e a máxima, de 36 °C em Rio Branco, Manaus (AM) e Palmas (TO).

Nordeste

Já no Nordeste, as condições para pancadas de chuva isoladas persistem sobre o centro-sul e oeste da Bahia, no sul e noroeste do Maranhão. Também há possibilidade de chuvas isoladas no centro-sul do Piauí e do Maranhão e na faixa litorânea da região Nordeste. Nas demais áreas, o dia terá muitas nuvens, mas sem chuva.

Entre as capitais, a temperatura mínima será de 23 °C em Aracaju (SE) e Maceió (AL), e a máxima chega a 33 °C em São Luís (MA) e 39 °C em Teresina (PI).

Fonte: Agência Brasil

El Niño vai ficar muito forte e deve persistir até fevereiro de 2027

O El Niño deve continuar se intensificando nos próximos meses e alcançar uma intensidade muito forte antes de atingir seu pico no fim de 2026, aponta uma nova atualização da Organização Meteorológica Mundial (OMM), braço meteorológico e climático da Organização das Nações Unidas (ONU).

A previsão chama atenção principalmente pelo grau de confiança. Os modelos reunidos pela agência indicam uma probabilidade de quase 100% de permanência do El Niño tanto entre setembro e novembro quanto entre dezembro e fevereiro de 2027.

Para a OMM, as condições neutras têm chance praticamente nula nesse período, e não há sinal de retorno da La Niña.

🌊 Entenda: O El Niño e a La Niña são as duas fases do mesmo fenômeno climático, chamado ENOS (El Niño-Oscilação Sul). O El Niño é caracterizado pelo aquecimento maior ou igual a 0,5°C das águas do Oceano Pacífico equatorial.

O cenário é sustentado por um forte aquecimento do Oceano Pacífico e por mudanças na atmosfera compatíveis com um El Niño cada vez mais intenso.
A expectativa é de que o fenômeno continue influenciando as temperaturas e as chuvas em diferentes regiões do planeta já durante a primavera e o verão no Hemisfério Sul.

⚠️ Ainda assim, a OMM faz uma ressalva importante: a intensidade do El Niño, sozinha, não permite prever o tamanho dos impactos em uma determinada cidade, país ou região.

Outros fatores, como as condições dos oceanos Atlântico e Índico, também podem reforçar ou enfraquecer seus efeitos.

Nos próximos meses, por exemplo, a organização também prevê o desenvolvimento de uma fase positiva do Dipolo do Oceano Índico, além da manutenção de águas mais quentes que o normal no Atlântico Equatorial, padrões que podem modificar a resposta típica ao El Niño.

Por isso, mesmo regiões que historicamente recebem mais ou menos chuva durante episódios fortes podem apresentar diferenças consideráveis de um evento para outro.

“Já estamos vendo transtornos e devastação provocados por secas e enchentes, e esperamos que esses impactos aumentem à medida que o El Niño se intensifica”, afirmou Celeste Saulo, secretária-geral da OMM.

Pacífico está esquentando rapidamente

Um dos principais sinais do fortalecimento está na chamada região Niño 3.4, uma faixa do Pacífico Equatorial usada pelos cientistas para acompanhar a evolução do El Niño.

Em maio, a temperatura da superfície do mar nessa área estava cerca de 0,9°C acima da média. Em julho, a diferença já havia chegado a 2°C.

Depois disso, medições semanais entre o fim de julho e meados de agosto mostraram valores aproximadamente 2,2°C a 2,6°C acima do normal, indicando que o aquecimento continuou aumentando.

Possíveis impactos no Brasil

Historicamente, o El Niño altera o padrão de chuva e temperatura no país e causa:

1 – Aumento de chuva no Sul, com risco maior de eventos extremos;

2- Redução de chuvas no Norte e em partes do Nordeste;

3 – Mais irregularidade nas precipitações no Sudeste e Centro-Oeste;

4 – Maior frequência de ondas de calor.

Segundo especialistas, um dos principais efeitos esperados é o aumento de períodos prolongados de calor, especialmente na primavera e no verão.
Mesmo com a alternância entre La Niña, neutralidade e El Niño, os cientistas destacam que o aquecimento global continua sendo o principal fator por trás das mudanças no clima.

Com os oceanos já mais quentes do que a média histórica, a expectativa é de que os próximos meses sigam registrando temperaturas elevadas em várias regiões do planeta.

Fonte: Portal G1

 

Setembro começa com ciclone na costa do Sul e frio que vai ganhar força

Setembro começa com a formação de um novo ciclone extratropical no oceano, na costa da Região Sul.

O sistema ajuda a organizar uma frente fria que espalha chuva pelo Sul, Sudeste e parte do Centro-Oeste já nesta terça-feira (1º). Na sequência, as temperaturas caem e o frio ganha força nos próximos dias, principalmente no Sul e em áreas do Sudeste.

🌀 ENTENDA: Os ciclones extratropicais são sistemas de baixa pressão atmosférica – regiões causadoras de tempo adverso em grande escala – que surgem normalmente em latitudes médias. Eles são formados pelo contraste de temperaturas de diferentes massas de ar (quente e fria).

A mudança ocorre depois de um fim de agosto marcado por calor intenso em várias partes do país.

Agora, a combinação de chuva, uma maior presença de nuvens e a entrada de ar frio derruba as temperaturas no Centro-Sul, ao mesmo tempo em que áreas do Norte e do Nordeste continuam sob calor e tempo mais seco.

Segundo a Climatempo, setembro ainda deve ter novos episódios de frio, chuva mais frequente em algumas áreas e picos de calor no centro-norte do país.

O mês marca a transição do período mais seco para o começo da estação chuvosa em boa parte do Brasil. A primavera começa no dia 22, mas Setembro ainda pode ter características típicas do inverno, como novas entradas de ar frio, quedas acentuadas de temperatura e até episódios de geada no Sul.

A chuva deve ficar acima da média em quase toda a Região Sul, no Sudeste, em boa parte do Centro-Oeste, no Tocantins, no sudeste do Pará e em áreas da Bahia, do Maranhão e do Piauí.

Nos primeiros dez dias do mês, inclusive, pancadas podem alcançar regiões que passaram boa parte do inverno sob tempo seco.

No Sul, apesar da previsão de novos episódios de chuva forte ao longo de setembro, o Paraná deve concentrar os maiores volumes.

Já partes do centro-sul do Rio Grande do Sul podem terminar o mês com chuva abaixo da média, depois de um julho e um agosto bastante chuvosos.

No Sudeste, a tendência também é de maior frequência de chuva em comparação com setembro do ano passado.

São Paulo, Rio de Janeiro e o centro-sul de Minas Gerais devem ter mais períodos de nebulosidade e passagem de frentes frias, o que ajuda a limitar o calor em vários momentos do mês.

Já as temperaturas tendem a ficar próximas ou abaixo da média no Sul, em São Paulo, no Rio de Janeiro, no centro-sul de Minas Gerais e em partes de Mato Grosso do Sul.

Mesmo assim, ainda podem ocorrer dias de calor forte entre uma frente fria e outra.

No Norte, Nordeste e em boa parte do Centro-Oeste, o calor deve continuar sendo um dos destaques de setembro.

Temperaturas acima dos 40°C são comuns nesta época do ano em áreas do centro-norte do país e podem voltar a ocorrer ao longo do mês.

O frio, porém, ainda deve chamar atenção. A Climatempo prevê uma queda mais acentuada das temperaturas já no primeiro fim de semana de setembro, com possibilidade de geada nos três estados do Sul.

Terça-feira de frente fria e temporais

Nesta terça-feira, o novo ciclone extratropical se forma no oceano, perto da costa do Sul. O sistema se afasta gradualmente para o Atlântico, mas ajuda a organizar a frente fria que passa pelo Centro-Sul e mantém áreas de chuva em uma faixa extensa do país.

No Sul, o dia começa com pancadas de chuva no Paraná, em Santa Catarina e no leste do Rio Grande do Sul.

Ao longo da tarde, a chuva perde força em boa parte do território gaúcho, mas ainda pode atingir o leste de Santa Catarina e do Paraná.

Segundo a Climatempo, as rajadas de vento podem ficar entre 50 e 70 km/h em várias áreas dos três estados. Em trechos do litoral sul de Santa Catarina e do litoral norte do Rio Grande do Sul, os ventos podem chegar perto dos 90 km/h.

No Centro-Oeste, Mato Grosso do Sul é uma das áreas que primeiro sentem os efeitos da frente fria. A chuva aumenta desde o começo do dia e pode ser forte em alguns pontos. Também há previsão de pancadas no sul de Goiás e em partes de Mato Grosso. Campo Grande (MS) pode ter chuva desde a madrugada e risco de temporais durante a tarde. Cuiabá (MT), por outro lado, ainda terá calor forte, com máxima perto dos 36°C, apesar do aumento da chance de chuva.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê que os maiores acumulados desta primeira semana de setembro fiquem concentrados principalmente em Santa Catarina, no norte do Rio Grande do Sul e no oeste do Paraná, onde os volumes podem superar os 100 mm.

Em São Paulo, os maiores totais devem se concentrar no leste e em áreas centrais do estado.

Fonte: Portal G1

El Niño aumenta temporada de ciclones em setembro

O El Niño deve se intensificar ainda mais durante o mês de setembro, gerando uma temporada de  ciclones tropicais no Oceano Pacífico.

De acordo com os meteorologistas, fenômeno deve permanecer na categoria de forte intensidade durante o mês que vem, com probabilidade de consolidação superior a 90%.

Além disso, há riscos elevados de  ondas de calor e eventos extremos. As informações são do portal ND Mais.

Segundo o meteorologista do Washington Post, Ben Noll, vai começar uma temporada de ciclones a partir de setembro.

Em uma rede social, o especialista afirmou que vai ser difícil até acompanhar a quantidade de ciclones no Pacífico.

O El Niño já apresenta anomalias de temperatura acima de 1,8°C no Oceano Pacífico Equatorial, na região do Niño 3.4. O fenômeno já havia sido classificado com intensidade forte em índices de monitoramento, tornando-se um Super El Niño.

No próximo trimestre, o fenômeno pode avançar ainda para uma categoria muito forte.

Ainda segundo Noll, em outra publicação, o El Niño está 4,32°C mais quente que a média na região Niño 1+2. Sendo assim, o valor já se aproximou do recorde de todos os tempos de 4,67°C, que foi registrado em 1983.

BRASIL

O fortalecimento do El Niño deve causar períodos quentes mais longos e intensos no Brasil em setembro.

Por outro lado, na região Sul, devem ser registradas entradas alternadas de massas de ar frio e frentes frias. Com isso, há o risco de temporais e episódios de tempo severo na região, mesmo com a previsão indicando períodos mais quentes.

Em dados divulgados, a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) afirmou que o Brasil já está sob influência de um El Niño considerado forte.

Sendo assim, há o fortalecimento de períodos de calor mais longos e intensos, associado à interação oceano-atmosfera.

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) informou que a previsão climática para setembro indica a persistência de um  El Niño forte, impactando as regiões do país de diferentes formas.

Os impactos não serão iguais no território brasileiro e a distribuição de chuvas deve apresentar diferenças importantes ao longo do mês que vem.

No Norte e Nordeste, por exemplo, a previsão indica chuvas abaixo da média e condições de seca.

Já no Sul, a tendência é de volumes de precipitação mais elevados e recorrentes, com ainda a possibilidade de entradas alternadas de massas de ar frio e frentes frias. Também há o risco de temporais, tempo severo, de novos episódios de ciclones e tornados.

O mês de setembro vai ter também uma influência simultânea de diferentes padrões atmosféricos, o que pode causar contrastes entre períodos de calor e a passagem de sistemas de chuva e frio, especialmente no Sul.

El Niño

O  El Niño é caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico Equatorial — ou seja, próximo à linha do Equador. Geralmente, ocorre num intervalo de cinco a sete anos e pode durar entre um ano e dois anos, iniciando-se por volta do mês de dezembro.

Comumente, a temperatura varia entre 2 ºC e 3,5 ºC, levando em consideração que, em condições normais, a temperatura das águas superficiais do Pacífico é de 23 ºC.

Com o aquecimento acima da média do Pacífico, altera-se a circulação atmosférica e, consequentemente, os níveis de chuva e as temperaturas em vários locais do planeta.

Fonte: Portal IG

 

Frio perde intensidade no Sul e seca persiste no centro do país

Após a passagem de uma frente fria associada a um ciclone extratropical, o frio começa a perde intensidade nesta segunda-feira (24), na Região Sul do país.

O aviso laranja de perigo para baixa umidade relativa do ar, de até 12%, permanece ativo para uma área que alcança 11 estados: Piauí, Maranhão, Pernambuco, Bahia, Tocantins, Pará, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e São Paulo

Na Região Sul, o céu fica com muitas nuvens em toda a região e o frio diminui ainda mais a partir do meio da manhã. As geadas ocorrem apenas nos pontos mais elevados de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul.

A temperatura mínima não passa dos 14°C em Porto Alegre e a máxima é esperada em Curitiba, de 18°C.

No Centro-Oeste, a nebulosidade volta a aumentar em Mato Grosso do Sul, oeste e norte de Mato Grosso e no sul de Goiás. Nessas áreas, o céu fica com muitas nuvens. Nas demais áreas, o tempo permanece ensolarado, com poucas nuvens.

A temperatura mínima é de 14°C em Campo Grande. e a máxima será de 35°C em Cuiabá e em Goiânia.

Na Região Norte, são esperadas pancadas de chuva e trovoadas isoladas, com o retorno das instabilidades ao centro e oeste do Acre e continuidade no oeste e noroeste do Amazonas e em Roraima. Pode haver pancadas de chuva isoladas no nordeste do Acre e no centro do Amazonas.

A temperatura mínima esperada nas capitais é de 20°C e máxima de 38°C em Palmas.

No Nordeste, há previsão de chuvas isoladas entre o litoral da Bahia e o litoral leste do Rio Grande do Norte. O céu fica com muitas nuvens em toda a faixa leste da região.

Os termômetros marcam mínima de 21°C em Aracaju e a máxima chega aos 38°C em Teresina.

No Sudeste do país, a semana começa com aumento da nebulosidade e com chuva isolada entre o litoral norte de São Paulo, Rio de Janeiro, litoral sul do Espírito Santo e na região de divisa entre Minas Gerais e Rio de Janeiro. No centro e noroeste de Minas Gerais, o céu fica com poucas nuvens.

A temperatura mínima nas capitais é de 14°C em São Paulo e a máxima de 32°C em Belo Horizonte.

Fonte: Agência Brasil

Novo veranico começa hoje, com calor de até 42°C em três regiões

O novo veranico que passa a atuar sobre o Brasil nesta quarta-feira (12) deve espalhar o calor por uma área maior do país nos próximos dias e levar os termômetros para até 42°C em pontos de Mato Grosso, Goiás, Tocantins, Pará, Maranhão e Piauí.

A previsão é de tardes cada vez mais quentes e secas, principalmente no Centro-Oeste e em partes do Norte, do Nordeste, do Sudeste e do Sul.
A Climatempo prevê que o episódio dure, inicialmente, até a próxima quarta-feira (19).

A área afetada vai do norte e noroeste do Paraná a grande parte de São Paulo; passa pelo oeste de Minas Gerais; alcança todo o Centro-Oeste; e inclui ainda áreas do oeste da Bahia, sul do Piauí e do Maranhão, Tocantins, sul do Pará, Rondônia e sul do Amazonas.

Nessa faixa, a principal característica será uma sequência de tardes com temperaturas pelo menos 3°C acima da média de agosto. Em alguns pontos, a diferença pode chegar a 5°C em determinados dias.

O calor mais intenso é esperado em Mato Grosso, Goiás e Tocantins; no sudeste do Pará; e em áreas do sul do Maranhão e do Piauí, onde os termômetros podem marcar entre 40°C e 42°C.

Em Mato Grosso do Sul, centro-oeste e norte de São Paulo; oeste de Minas Gerais; oeste da Bahia; Rondônia; e sul do Amazonas, as máximas podem ficar entre 36°C e 39°C.

A alta das temperaturas também pode fazer algumas capitais superarem as maiores marcas registradas em 2026.

Ainda segundo a Climatempo, Cuiabá (MT), Goiânia (GO), Brasília (DF), Campo Grande (MS), Palmas (TO), Porto Velho (RO) e Teresina (PI) estão entre as cidades que podem estabelecer novos recordes de calor durante o veranico.

Apesar do calor fora de época, o episódio é classificado como veranico, e não como onda de calor, porque as temperaturas mais altas não devem persistir com a mesma intensidade por pelo menos cinco dias. As madrugadas também ainda podem ser mais amenas.

No Centro-Oeste, o calor já é mais intenso nesta quarta. A maior parte de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal terá tempo firme e seco; pancadas isoladas ainda podem aparecer no noroeste de Mato Grosso e no sul de Mato Grosso do Sul.

Fonte: Portal G1

MS promete calor intenso, ar seco e risco de incêndios, aponta previsão

O período que se inicia nesta sexta-feira (31) será marcada por tempo firme, calor acima da média e umidade do ar em níveis críticos em Mato Grosso do Sul, conforme a previsão elaborada pelo Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima (Cemtec), vinculado à Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc).

O cenário, que se estende até segunda-feira (3), traz preocupação com a saúde da população e com o aumento do risco de incêndios florestais.

De acordo com o boletim, a atuação de uma massa de ar seco favorece o predomínio de sol e a variação de nebulosidade em grande parte do Estado, com temperaturas máximas que podem variar entre 36°C e 40°C — caracterizando um período de temperaturas acima da média climatológica para esta época do ano.

A umidade relativa do ar permanecerá entre 10% e 30%, configurando condições de atenção para o tempo seco. A combinação de manhãs mais amenas e tardes bastante quentes favorecerá uma amplitude térmica de 10°C a 15°C em algumas localidades. Os ventos atuam predominantemente do quadrante norte, com velocidades entre 40 e 60 km/h e rajadas superiores a 50–60 km/h.

Cuidados recomendados

Diante do cenário, o Cemtec recomenda reforçar a hidratação, evitar a exposição prolongada ao sol nos períodos mais quentes e secos do dia e redobrar os cuidados com crianças, idosos, pessoas com doenças respiratórias e também com os animais.

A persistência do tempo quente, seco e com baixos índices de umidade também contribui para o aumento do risco de ocorrência e propagação de incêndios florestais, exigindo atenção redobrada da população.

Entre segunda (3) e terça-feira (4), embora a maior parte do Estado permaneça sob tempo firme, a atuação de uma área de baixa pressão atmosférica, associada ao transporte de calor e umidade e ao deslocamento de cavados, poderá favorecer o aumento da instabilidade, especialmente nas regiões Sudoeste, Pantaneira e Sul do Estado.

Nessas áreas, há possibilidade de chuvas e tempestades, acompanhadas de raios, rajadas de vento e eventual queda de granizo, com acumulados pontuais que podem superar 30 mm em 24 horas.

Temperaturas por região

Regiões Sul, Cone-Sul e Grande Dourados: mínimas entre 17°C e 20°C; máximas entre 29°C e 35°C.

Regiões Pantaneira e Sudoeste: mínimas entre 21°C e 25°C; máximas entre 35°C e 40°C.

Regiões Bolsão, Norte e Leste: mínimas entre 17°C e 23°C; máximas entre 31°C e 38°C.

Campo Grande (Capital): mínimas entre 21°C e 23°C; máximas entre 31°C e 33°C.

Fonte: Portal do MS

Com influência indireta, El Niño favorecerá ondas de calor a partir de agosto em MS

O próximo trimestre de 2026 (agosto, setembro e outubro) será marcado por calor intenso, baixa umidade relativa do ar e pouca chuva nos dois primeiros meses.

Além disso, a influência direta do fenômeno El Niño favorecerá a ocorrência de diversos episódios de ondas de calor. A previsão climática é do Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima) e foi divulgada nesta segunda-feira (13).

Segundo o levantamento, há probabilidade de que as temperaturas nos próximos três meses fiquem ligeiramente acima da média histórica, com formação de ondas de calor principalmente no fim do trimestre.

Essa condição meteorológica está diretamente associada ao fenômeno El Niño, cuja formação foi oficialmente confirmada em 11 de junho e que deve se intensificar de forma contínua ao longo do segundo semestre de 2026.

Ainda de acordo com o Cemtec, durante agosto e quase todo o mês de setembro, os volumes de chuva serão baixos, favorecendo condições de baixa umidade relativa do ar e elevada demanda evaporativa.

Apesar disso, há previsão de precipitação ligeiramente acima da média climatológica, porém com distribuição irregular; ou seja, algumas regiões poderão registrar chuva, enquanto outras terão pouca ou nenhuma precipitação. Esse cenário também contribuirá para a ocorrência e a intensificação de incêndios florestais.

Vale lembrar que esse trimestre corresponde ao período de transição entre a estação seca e o início da estação chuvosa em Mato Grosso do Sul, marcando a passagem do inverno para a primavera e o início da primavera para o verão.

Climatologicamente, na maior parte do Estado, as temperaturas médias variam entre 20°C e 24°C, embora os valores mudem conforme a região. Para este trimestre, a projeção indica temperaturas médias entre 18°C e 20°C no extremo sul e entre 24°C e 26°C nas regiões noroeste e nordeste de Mato Grosso do Sul.

El Niño

Dados mais recentes dos modelos climáticos do El Niño indicam a persistência e intensificação do fenômeno, que agora atinge 100% de probabilidade de ocorrência no próximo trimestre. Já em agosto, o fenômeno deve acontecer com alta magnitude.

Segundo as projeções, a probabilidade de que o El Niño atinja as categorias ‘forte’ ou ‘muito forte’ é dominante, alcançando cerca de 90% de chance, que se distribuem da seguinte forma: 42% de probabilidade para El Niño forte; e 48% para muito forte.

Neste cenário, a consolidação de um El Niño de forte intensidade deve ocorrer no segundo semestre de 2026, com seu ápice de categoria ‘muito forte’ ocorrendo logo nos trimestres seguintes (setembro, outubro e novembro e outubro, novembro e dezembro).

Para o trimestre de agosto, setembro e outubro, há um risco imediato e elevado para a ocorrência de ondas de calor precoces e severas, com potencial intensificação dos períodos de temperaturas acima da média climatológica em Mato Grosso do Sul, marcando a transição do inverno para a primavera.

O Cemtec pontua, no entanto, que o El Niño não atua de forma isolada, mas é um dos principais fatores climáticos que influenciarão a variabilidade do clima no Estado. Em Mato Grosso do Sul, seus impactos serão indiretos e em interação com outros sistemas meteorológicos.

Fonte: Midiamax

Tira casaco, põe casaco: Dourados terá mínima de 12º graus neste fim de semana

O frio voltou a dar as caras em Dourados e promete ganhar força nos próximos dias. A mudança no tempo aconteceu de forma rápida.

Enquanto o início da semana foi marcada pelo calor, a chegada de ventos frios derrubou as temperaturas no fim da tarde desta quarta (2), surpreendendo muita gente que saiu de casa sem agasalho.

De acordo com dados do Climatempo, uma nova frente fria avança sobre Mato Grosso do Sul a partir desta sexta-feira (3), provocando queda nas temperaturas e mantendo o tempo mais fechado durante o fim de semana.

Amanhã (3), os termômetros devem variar entre 15°C e 22°C, com muitas nuvens ao longo do dia e céu bastante encoberto durante a noite.

No sábado (4), o frio deve ser ainda mais intenso. A mínima prevista é de 12°C, enquanto a máxima não passa dos 22°C. O dia será marcado por muitas nuvens e períodos de céu nublado.

Já no domingo (5), as temperaturas começam a subir gradualmente, mas o amanhecer ainda será frio. A mínima prevista é de 15°C e a máxima pode chegar aos 26°C. O dia terá sol entre nuvens e possibilidade de nevoeiro nas primeiras horas da manhã.

Para quem já havia guardado os casacos e cobertores após a última onda de frio é melhor tirar tudo da gaveta de novo. O fim de semana será de temperaturas mais amenas e clima típico de inverno no sul do Estado.

A boa notícia é que, pelo menos por enquanto, não há previsão de chuva significativa para Dourados nos próximos dias.

Estado Notícias

Cemtec alerta para onda de frio intensa em Mato Grosso do Sul

O Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima de Mato Grosso do Sul (Cemtec) emitiu alerta para a chegada de uma forte massa de ar polar que deve provocar queda acentuada das temperaturas em todo o Estado nos próximos dias.

Antes da mudança no tempo, uma frente fria avança sobre Mato Grosso do Sul nesta sexta-feira (19), trazendo chuvas intensas, rajadas de vento acima de 50 km/h e possibilidade de queda de granizo em diversas regiões.

De acordo com a previsão, amanhã ainda será marcado por instabilidade, mas a chuva começa a perder força à medida que o ar frio avança pelo Estado. Em Campo Grande, as temperaturas devem variar entre 13°C e 18°C, enquanto municípios da região sul poderão registrar mínimas próximas dos 8°C.

Já no domingo, o sol volta a aparecer entre nuvens, mas o amanhecer será gelado. No extremo sul do Estado, os termômetros podem marcar entre 5°C e 7°C nas primeiras horas do dia.

A previsão indica ainda a chegada de uma nova frente fria na segunda-feira, reforçando as condições para temporais e preparando o cenário para uma das ondas de frio mais intensas do ano.

Segundo o Cemtec, entre quarta (24) e sexta-feira (26) há possibilidade de temperaturas próximas de 0°C em algumas localidades da metade sul do Estado, além de elevado risco de geada.

FRIO INTENSO EM DOURADOS

Em Dourados, a próxima semana deverá ser marcada por tempo firme e temperaturas baixas. Na terça-feira, os termômetros variam entre 9°C e 16°C. Já na quarta-feira, a mínima prevista é de 7°C, com máxima de 15°C.

O frio mais intenso deve ocorrer na quinta-feira (25), quando a temperatura pode chegar a 5°C durante a madrugada e o amanhecer, com possibilidade de formação de nevoeiro em alguns pontos da cidade. Na sexta-feira (26), a mínima prevista é de 6°C e a máxima de 18°C.

Já a partir de sábado, o frio começa a perder intensidade, com previsão de mínima de 9°C e máxima de 22°C, sob predomínio de sol e elevação gradual das temperaturas durante a tarde.

As autoridades recomendam atenção especial com crianças, idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade, além de cuidados redobrados com a saúde durante os dias de frio mais intenso.

Estado Notícias

Tempo começa a mudar hoje e frio pode chegar a 5°C nos próximos dias

O tempo segue quente e seco em Mato Grosso do Sul nesta quinta-feira (7), mas o cenário começa a mudar já durante a noite com a aproximação de uma frente fria acompanhada por instabilidades e risco de temporais.

Municípios do extremo sul podem enfrentar temperatura na casa dos 5°C nos próximos dias.

Segundo o Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima), o avanço do sistema, aliado à atuação de um cavado pré-frontal e à formação de um ciclone extratropical conhecido popularmente como “ciclone bomba”, deve provocar chuva forte, rajadas de vento e queda acentuada nas temperaturas em praticamente todas as regiões do Estado.

Durante esta quinta-feira, o calor ainda predomina.

Em Campo Grande, os termômetros variam entre 20°C e 31°C. Em Dourados, a máxima chega aos 33°C, enquanto Corumbá pode atingir 34°C e Porto Murtinho, 35°C.

O tempo permanece com sol e aumento de nebulosidade ao longo do dia, mas as mudanças mais intensas começam entre a noite de quinta e a sexta-feira, quando a frente fria avança pelo sul do Estado trazendo pancadas de chuva, trovoadas e ventos que podem superar os 60 km/h em alguns municípios.

Os maiores volumes de chuva devem atingir a faixa sul e sudoeste de Mato Grosso do Sul. E

Em Dourados, a previsão indica acumulado de até 39 milímetros entre sexta e sábado, com máxima despencando de 31°C nesta quinta para apenas 19°C no domingo.

Fonte: Campo Grande News