segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Prefeitura repara iluminação pública em parques e vias de Dourados

Assecom

 

O trabalho das equipes de reparos da iluminação pública em Dourados segue constante em espaços públicos como parques e nas vias. São pelo menos quatro equipes cumprindo cronograma diário da demanda recebida, para troca das lâmpadas danificadas e manutenção de lâmpadas que estão acesas durante o dia. Manutenção na fiação também tem ocorrido.

São quatro equipes cumprindo cronograma diário da demanda recebida, para troca das lâmpadas danificadas (Foto - Semsur)

 

Nesta quinta-feira (22), uma das equipes esteve no campo de futebol da Vila Ilda, onde um problema foi resolvido com a fiação que, por ação de vandalismo, havia sido cortada. Outro campo de futebol que recebeu reparo na iluminação foi o do Ceper do BNH 3º Plano.

 

As demais equipes da Semsur visitaram o residencial Monte Carlo, Parque Alvorada, Jardim Universitário, Jardim Itaipu, Jardim Christais I, Jardim Primavera, Jardim Novo Horizonte, Jardim Climax, Altos do Indaiá, Jardim Piratininga, Vila Sulmat, Jardim Ouro Verde, Jardim Paulista, BNH 3º Plano, Jardim Mônaco, Alto das Paineiras e Parque das Nações II.

 

Neste último, o trabalho é feito com o acompanhamento do presidente do bairro, Antonio Sales.

 

A Semsur mantém também várias equipes de limpeza no distrito de Vila Vargas, na rua Toshinobu Katayama, na avenida Presidente Vargas, na rua Hilda Bergo Duarte, na BNH III Plano, no campo da Leda, na avenida Guaicurus e na rua Vereador Aguiar, entre a rua Mozart Calheiros e Josué Garcia Pires.

Fugindo da cheia, desalojados levam para abrigos animais de estimação e até égua

G1

 

Jardineiro Marcos Estaqui brinca em abrigo com o cachorro que salvou junto com sua égua, da inundação do rio, em Aquidauana (MS) (Foto: Cláudia Gaigher/TV Morena)

As 50 famílias desalojadas pela cheia do rio Aquidauana, na cidade de mesmo nome, no oeste de Mato Grosso do Sul, foram abrigadas em três salões paroquiais da igreja Católica no município. Retiradas das áreas alagadas ou de risco pela Defesa Civil do município e pelo Exército, elas foram forçadas a transformar os locais onde foram alojadas temporariamente em umaextensão improvisada de suas casas. Além de objetos pessoais, móveis e eletrodomésticos, levaram também seus animais de estimação, como cães e gatos, e alguns até suas criações, como pitinhos e uma égua.

 

A égua no caso, foi trazida para o abrigo pelo jardineiro Marcos Eustaqui. Segundo ele, a companheira de trabalho foi a primeira a ser salva da enchente do Aquidauana. Ele trouxe o animal amarrado na carroça e a deixou na área externa do salão paroquial da Igreja Matriz, onde está abrigado. Depois voltou para pegar o cachorro e o restante das coisas, como roupas e a geladeira.

 

Já dona Floripea Justino Alves tentou salvar a criação de galinhas. As matrizes, conforme ela, acabaram morrendo, mas conseguiu socorrer os pintinhos. Os filhotes estão com ela, em uma caixa, dentro do abrigo.

 

Segundo a prefeitura, os animais que estão no abrigo foram relacionados e vacinados pela Vigilância Sanitária do município. Somente no salão paroquial da Igreja Matriz, estão oito cães e um gato, além de outros bichos.

 

Além da estrutura da igreja Matriz, as famílias também estão abrigadas nos salões paroquiais das comunidades do Guanandi e de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, totalizando 153 pessoas.

 

Salvos da cheia, mas preocupados com o futuro

 

A salvo da cheia do rio, as famílias que estão nos abrigos têm uma preocupação em comum, o futuro. “Isso aí que é problema [consertar a casa alagada]. Dizem que vem dinheiro pra gente consertar. Até hoje nunca peguei nenhum centavo. Minha casa tá lá caindo aos pedaços. O telhado que não prestava acabou de ir embora o resto”, lamenta a dona Floripea.

Dona Floripea Justino Alves observa no abrigo no salão paroquial da Igreja Matriz de Aquidauana (MS), os pintinhos que sobraram de sua criação após a cheia do rio Aquidauana (Foto: Cláudia Gaigher/TV Morena)

 

A Cruz Vermelha Brasileira de Mato Grosso do Sul lançou nesta quarta uma campanha de arrecadação de doações “S.O.S. Pantanal Sul” para as vítimas dos alagamentos das cidades em situação de emergência declaradas nos últimos dias.

 

O presidente Tácito Nogueira esteve em Aquidauana, onde a situação está mais grave, e disse que vai fazer um esforço conjunto em diversos municípios do estado e junto à entidade nacional da Cruz Vermelha Brasileira para arrecadar os recursos e doações.

 

De acordo com a Cruz Vermelha, no momento, a maior necessidade é de itens de higiene pessoal básica como papel higiênico, escova e pasta de dentes, sabonete, shampoo, pente, barbeador, absorvente higiênico e alimentos – água mineral, leite em pó e alimentos não perecíveis.

 

Situação atual

 

O nível do rio Aquidauana recuou mais de um metro entre a noite desta quarta-feira (21), quando estava em 10,42 metros, até a manhã desta quinta (22), quando atingiu os 9,36 metros, mas a cidade que leva o mesmo nome do curso de água, ainda está alagada.

 

O coordenador da Defesa Civil de Aquidauana, Mário Ravaglia, disse ao G1 que as duas pontes que ligam o município a cidade vizinha, Anastácio, e que até ontem estavam totalmente interditadas, já estão com liberação parcial.

 

Na ponte velha, carros pequenos já estão conseguindo fazer a travessia e na nova até veículos maiores. Entretanto, a passadeira flutuante, montada pelo Exército na madrugada de quarta-feira, para impedir o isolamento do município permanece montada. Um trecho onde a estrutura de 144 metros foi ancorada já está seco, mas parte ainda está alagada.

 

Ravaglia disse ao G1 que ainda nesta quarta-feira, em razão da dimensão dos estragos provocados pela cheia do rio, que a prefeitura decretou situação de emergência. Nesta quinta-feira, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB), deve visitar a cidade para conferir a situação e oferecer auxílio.

 

Também em decorrência da inundação, a prefeitura suspendeu as aulas da rede municipal até o fim desta semana. Os 4,8 mil alunos tinham retomado os estudos há três dias.

 

Os frigoríficos de Aquidauana e Anastácio tiveram as atividades suspensas nesta quarta-feira. Na unidade da JBS, três animais morreram afogados, outros 600 foram salvos, sendo parte transferidos para fazenda vizinha e outra sendo abatida. No outro frigorífico, os trabalhadores não conseguiram chegar ao local por causa do alagamento.

 

A cheia deste ano em Aquidauana é a segunda maior em comparação com a de 2011, quando o nível do rio atingiu 10,70 metros e foi a maior registrada da série histórica.

 

 

 

 

Prefeitura de Aquidauana arrecada doações para ajudar atingidos por cheia

Campo Grande News

 

Resgatados estão divididos em três abrigos, mas 102 famílias ainda estão em áreas de risco. (Foto: Saul Schramm)

O número de ribeirinhos desabrigados em Aquidauana, a 143 km de Campo Grande, após chuvarada que atingiu todo o Mato Grosso do Sul e fez transbordar o principal rio que corta a cidade, já chega a 153. Os ribeirinhos estão divididos em três abrigos públicos, mas 102 famílias ainda estão em áreas de risco.

 

Os resgatados são formados por cerca de 50 famílias. Ainda tem 102 famílias em áreas de risco. A Prefeitura organiza uma campanha para arrecadação de mantimentos e donativos em geral – para refeições das famílias já abrigadas -, além de roupas de crianças e adultos, colchões e lençóis, água mineral, itens de higiene pessoal, móveis e eletrodomésticos.

 

Segundo a administração, uma equipe fará a triagem dos colchões e eletrodomésticos, que têm condições de uso ou não, antes da entrega às famílias que perderam tudo.

 

Pontos de coleta – Os interessados em ajudar os desabrigados podem procurar a Secretaria de Assistência Social de Aquidauana, localizada na Rua Honório Simões Pires, 618, Cidade Nova; Salão paroquial da Igreja Matriz de Aquidauana e em Campo Grande, a Igreja Perpétuo Socorro, perto da Fetems.

Saúde mantém distribuição pontual da vacina BCG em Dourados

Assessoria

 

O secretário municipal de Saúde, em Dourados, Renato Vidigal, distribuiu Nota Informativa da pasta, nesta quinta-feira (22), relatando as dificuldades existentes para a manutenção do estoque de vacina BCG no município. O que ocorre é que o Ministério da Saúde tem garantido o estoque apenas em casos pontuais. Na semana passada, por exemplo, 1,8 milhão de doses foram autorizadas para todos os Estados brasileiros e o Distrito Federal. Nota oficial do Ministério informa que o órgão “trabalha na regularização dos estoques em casos pontuais”.

 

 

“A distribuição da vacina BCG já está sendo regularizada. Na semana passada, foram autorizadas 1,8 milhão de doses aos estados, sendo que todos os estados estarão abastecidos nos próximos dias. Vale esclarecer que o SUS é um sistema tripartite, com responsabilidades compartilhadas entre estados, municípios e União. A distribuição de todos os imunobiológicos pelo Ministério da Saúde é feita com base nos pedidos das secretarias estaduais de saúde e do Distrito Federal, e de acordo com os estoques locais e nacionais disponíveis. Os estados e DF são responsáveis por gerenciar e estabelecer um fluxo de distribuição podendo, inclusive, fazer o remanejamento caso haja necessidade”, segundo o Ministério.

 

 

 

Nesse sentido, o secretário Renato Vidigal observa, na Nota Informativa, que, conforme a nota 134, de dezembro de 2017, do Ministério da Saúde, “a Vacina BCG não foi distribuída por indisponibilidade de estoque no país”. A Secretaria de Saúde de Dourados aguarda o reestabelecimento do fornecimento por parte do Ministério para retomar a distribuição para as unidades de saúde e Hospital Universitário, “e tenta estratégias de remanejamentos e agendamentos a fim de minimizar os atrasos vacinais nos recém-nascidos”. Para maiores informações, a orientação é para procurar uma unidade de saúde, ou, ligar (67) 3410-5500.

Prefeitura de Aquidauana suspende aulas até fim da semana por causa dos estragos da chuva

G1 MS

 

Com cheia do rio, água quase encobriu casas em Aquidauana (MS) (Foto: Cláudia Gaigher/TV Morena)

A prefeitura de Aquidauana suspendeu as aulas da rede municipal até o fim desta semana por causa da interdição das pontes Velha e Nova com a cheia do rio que divide a cidade com Anastácio nesta quarta-feira (21). Os 4,8 mil alunos tinham retomado os estudos há dois dias.

 

O nível do rio atingiu 10,42 metros e entrou em estado de emergência, segundo o Instituto de Meio Ambiente (Imasul). Já não é possível medir o aumento da quantidade de água porque a régua está submersa.

 

A cheia deste ano é a segunda maior em comparação com a de 2011, quando o nível do rio atingiu 10,70 metros e foi a maior registrada da série histórica. Cerca de 150 pessoas foram abrigadas em quatro locais improvisados na cidade.

 

O Exército improvisou uma travessia para pedestres com barcos. A passarela suporta no máximo 20 pessoas por vez e todos têm de usar um colete protetor.

 

Os frigoríficos de Aquidauana e Anastácio tiveram as atividades suspensas hoje. Na unidade da JBS, três animais morreram afogados, outros 600 foram salvos, sendo parte transferidos para fazenda vizinha e outra sendo abatida. No outro frigorífico, os trabalhadores não conseguiram chegar ao local por causa do alagamento.

 

Adiamento das aulas

Em Inocência, Itaquiraí, Bela Vista e Novo Horizonte do Sul, pelo menos 6.254 alunos da rede estadual serão afetados pelo adiamento de 11 dias sem aula. Apesar disso, a jornada pedagógica começou na terça-feira (20), segundo a Secretaria do Estado de Educação (SED).

 

Nesses quatro municípios no sul de Mato Grosso do Sul, o início das aulas foi adiado para a próxima segunda-feira (26) por causa dos estragos causados pelas chuvas desde o fim do ano passado.

 

Campanha

A Cruz Vermelha Brasileira de Mato Grosso do Sul lançou nesta tarde a campanha de arrecadação de doações “S.O.S. Pantanal Sul” para as vítimas dos alagamentos das cidades em situação de emergência declaradas nos últimos dois dias.

 

O presidente Tácito Nogueira esteve em Aquidauana, onde a situação está mais grave, e disse que vai fazer um esforço conjunto em diversos municípios do estado e junto à entidade nacional da Cruz Vermelha Brasileira para arrecadar os recursos e doações.

 

De acordo com a Cruz Vermelha, no momento, a maior necessidade é de itens de higiene pessoal básica como papel higiênico, escova e pasta de dentes, sabonete, shampoo, pente, barbeador, absorvente higiênico e alimentos – água mineral, leite em pó e alimentos não perecíveis.

 

 

Também é possível doar pelo Pag Seguro por meio do site, ou pela conta bancária Banco 748 – Agência 0911 – Conta 90661-1.

Cheia anormal no Rio Paraguai força retirada urgente de gado, diz sindicato

Campo Grande News

 

Região do Passo do Lontra, sob influência dos rios Aquidauana e Miranda, já registra alagamentos. (Foto: Silvio Andrade/Segov)

O Sindicato Rural de Corumbá emitiu alerta aos produtores rurais da planície pantaneira para que iniciem imediatamente a retirada do gado das áreas alagáveis para os campos mais altos, diante da previsão de uma grande enchente este ano no Pantanal, baseada nos níveis atuais do rio Paraguai e a continuidade das fortes chuvas na região.

 

“O Pantanal está cheio, não é ainda uma enchente de grandes proporções, mas vai continuar enchendo porque as águas de Cáceres [no Alto Pantanal, em Mato Grosso] ainda não chegaram”, informou à assessoria do governo estadual o presidente do sindicato, Luciano Aguilar Leite, que se reuniu esta semana com pesquisadores da Embrapa Pantanal, em Corumbá, para avaliar a situação.

 

Os pantanais do Paiaguás e da Nhecolândia, mais ao norte, já estão debaixo de água, segundo moradores da região. Bruno Viégas de Barros, da fazenda Boi Branco, relatou que a região está sendo afetada pelos repiques do rio Taquari. Uma chuva de 120 milímetros na semana passada em Coxim deve ampliar a área de inundação, com reflexos também no rio Paraguai.

 

A enchente nas áreas ao sul do Pantanal (no Nabileque e no Jacadigo) neste período do ano é um indicativo de que a cheia será mais intensa com a chegada das águas de Cáceres, entre abril e junho.

 

“O produtor deve retirar o gado agora, pois continua chovendo e o Jacadigo ainda receberá água do Tucavaca [rio da Bolívia] nesta mesma época”, observou Luciano Leite.

 

Ecoturismo – Na sub-região da Nhecolândia sob influência dos rios Aquidauana, Miranda e Abobral, onde está a Estrada Parque (MS-184), em Corumbá, os campos estão submersos, com forte vazão em direção ao rio Paraguai. A cheia, no entanto, não afetou o ecoturismo, já que o acesso na via está normal até o trevo com a MS-228.

 

“Estamos operando sem problemas na Estrada Parque, mas o ritmo das águas alterna conforme as precipitações mais localizadas nas cabeceiras dos afluentes que cortam a nossa região”, relatou o empresário João Venturini. Nesta região, o governo do Estado realiza manutenção periódica dos acessos na MS-184 e MS-228.

 

A subida das águas esta semana no Miranda e Aquidauana, no entanto, deve alterar o cenário na região e ampliar o nível de inundação no Nabileque e Jacadigo. “O que diferencia a cheia deste ano das demais, e nos preocupa, é que as águas de Cáceres vão chegar com o Pantanal já cheio”, explicou o presidente do Sindicato Rural corumbaense.

 

Na previsão da CPRM (Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais), do Ministério das Minas Energia, o rio Paraguai atingirá o nível de alerta de uma cheia pequena na régua de Ladário, ou seja, quatro metros, na primeira semana de março. Para a Embrapa Pantanal, é considerada uma cheia normal a cota de até 5,5 metros, e uma grande enchente, acima deste nível.

Após chuvas, Defesa Civil vai a campo levantar estragos em municípios

Campo Grande News

 

Família ribeirinha foi obrigada a deixar sua casa após alagamento em Bonito. (Foto: Direto das Ruas)

A quarta-feira (21) será de muito trabalho para as equipes técnicas das prefeituras dos municípios afetados pela chuva incessante do dia anterior em Mato Grosso do Sul. De acordo com a Defesa Civil Estadual, o momento agora é de contabilizar os estragos e verificar quais cidades terão de decretar emergência para conseguir apoio financeiro para a reconstrução do que foi destruído com enxurradas e cheias de rios e córregos.

 

A maior preocupação, segundo o coronel Isaias Bittencourt, coordenador da Defesa Civil do Estado, está nos municípios onde famílias estão desabrigadas devido a alagamentos, casos de Aquidauana, Bonito e Bela Vista. “Estamos em contato direto com os coordenadores de cada município e trabalhando em conjunto para ajudar no que for preciso”, afirmou ele.

 

O coordenador explicou ainda, como funcionarão as atividades a partir de agora. “Existe um procedimento técnico muito importante para que exista esse retorno, a reconstrução dos estragos, que é fazer o levantamento e definir se os municípios vão precisar ou não de ajuda, que seja feito algum decreto de emergência, a não ser que o município tenha condições de se reerguer sozinho”.

 

Rescaldo – Só em Aquidauana (a 125 km de Campo Grande), mais de 40 famílias ribeirinhas tiveram de deixar suas casas. Elas foram levadas para abrigos improvisados e transferidas para casa de amigos. O nível do rio atingiu 8,66 metros na tarde de terça, quando o normal é o 3,4 metros.

 

A atenção da Defesa Civil também está voltada para cidades como Nioaque, Jardim, Deodápolis, Taquarussu, Corguinho e Caracol, onde informações preliminares indicam que muito estragos foram registrados, principalmente no que diz respeito a obras de infraestrutura. A situação também é crítica na área rural, nas estradas vicinais.

Criança fica ferida ao cair de prédio em Dourados

MS em Foco

 

O garoto chegou consciente ao Hospital da Vida. (Foto: Adilson Domingos)

Um menino de três anos ficou ferido na noite desta terça-feira (20) depois de cair do segundo andar de um prédio no Residencial Roma 1, em Dourados.

 

De acordo com informações, o menino estava dormindo e sem que os pais vissem ele se levantou e caiu de uma das janelas do apartamento.

 

Ele foi socorrido e levado pelo Corpo de Bombeiros para o Hospital da Vida com fratura no fêmur da perna esquerda e traumatismo craneano.

 

Familiares disseram que ele estava consciente e recebendo os cuidados médicos necessários.

Com pontes fechadas, só pedestres entram ou saem de Aquidauana

Campo Grande News

 

Equipe do Exército construiu passarela para garantir ao menos o acesso de pedestres ao município (Foto: Divulgação/Exército)

As chuvas que caíram sobre Aquidauana durante todo o dia de ontem (20) deixaram a cidade isolada. Neste momento, apenas pedestres conseguem deixar ou entrar na cidade, por meio de uma acesso improvisado construído pelo Exército. Até mesmo a vice-prefeita do município, Selma Suleiman, não consegue voltar para a cidade.

 

“Estou em Campo Grande, de malas prontas, e não consigo voltar por que fechou tudo. As condições na ponte nova e na ponte velha não permitem que carros passem por esses locais”, revelou Selma ao Campo Grande News.

 

Para que a passarela improvisada fosse concluída, o trabalho do militares começou por volta das 23h30 de ontem e só terminou às 4h.”Nossas equipes trabalharam durante toda a madrugada para construir a ponte que chamamos de ‘passadeira’, após recebermos o comunicado da Defesa Civil solicitando apoio”, afirmou o tenente-coronel Fábio Batista Bogoni.

 

 

Ainda segundo ele, quatro equipes foram montadas para atuar durante a cheia do Rio Aquidauana, no qual o nível da água já passa dos 8 metros e desabrigou ao menos 40 famílias ribeirinhas.

 

Desse total, uma ficou responsável pela construção da passarela, enquanto outras duas atuaram na retirada de moradores das áreas alagadas. Com caminhões, barcos e coletes salva vidas, os militares auxiliaram na retirada das famílias e de alguns pertences dos imóveis. Ao menos 20 famílias foram atendidas pelo Exército.

 

A outra equipe de militares trabalha com ajuda de equipamentos de engenharia, na remoção de entulhos em áreas mais afetadas. Ainda de acordo com o tenente-coronel, veículos nem mesmo os veículos mais pesados estão passando pelas pontes, por conta da elevação do nível do rio e a força das águas. “Até então somente os carros de passeio não estavam passando, mas agora de manhã eu já fui informado que o fluxo de veículos voltou a ser interrompido por completo”, concluiu.

 

De acordo com o site O Pantaneiro, a prefeitura do município solicitou a organização de um local para base de apoio de famílias que precisarem de abrigo, visando fornecimento de alimentação e kits emergenciais no caso de famílias necessitarem desse auxílio. A reportagem tentou contato com o prefeito, Odilon Ribeiro, e com o coordenador da Defesa Civil local, mas não tivemos nossas ligações atendidas.

Projeto arrecada doações para família desabrigada por incêndio em Dourados

Assessoria

 

Várias doações já foram confirmadas como materiais escolares para as crianças, roupas, fogão, e alimentos (Foto - Divulgação)

 

O arquiteto e urbanista douradense Fabio Luis está encabeçando o projeto ‘Menos Up e Mais Eis-me aqui’ para mobilizar cidadãos da cidade que possam contribuir com a família do trabalhador Meucíades Torales, de 37 anos, que perdeu a casa e tudo o que tinha dentro, após incêndio registrado na manhã desta terça-feira (20) na Sitioca Campo Belo.

 

De acordo com informações apuradas, as chamas iniciaram após curto-circuito na rede elétrica do barraco que abrigava o pai e mais dois filhos, um de 10 anos e outro de 12 anos. Na hora do acidente estava apenas o filho menor.

 

“Eu fiquei sabendo do caso através da imprensa e vi o estado de vulnerabilidade que a família do Mecíades se encontra. Precisava fazer algo e então aproveitei um grupo de amigos no WhatsApp e comecei a mobilizá-los para a ação social” explica Fabio Luis.

 

O arquiteto afirmou que em uma publicação no Facebook sobre o caso percebeu que várias pessoas apenas comentavam ‘UP’, numa tentativa de impulsionar o post para que alguém pudesse fazer algo. “Nos dias que vivemos, onde a maioria sai em defesa da cidadania e de uma política limpa, tirar as boas intenções do Facebook e leva-las para a prática é essencial e isso nos motivou a fazer isso” destacou.

 

De acordo com Fabio, o grupo reúne colegas douradenses que possuem interesse em discutir questões sociais, políticas e do cotidiano brasileiro. “Vez ou outra levantamos questões como solidariedade e patriotismo e nessas horas vemos quem de fato entende o que é ser patriota. Pra nós, patriotismo é fazer o melhor pelo País e pelo seu povo” enfatizou.

 

Várias doações já foram confirmadas como materiais escolares para as crianças, roupas, fogão, e alimentos. Quem tiver o interesse de colaborar com o projeto pode entrar em contato através do telefone 9 9674-8001.

 

Árvores são cortadas para não “atrapalhar” outdoor em Dourados

João Pires

 

Árvores foram cortadas em frente ao outdoor localizado na rua Camilo Ermelindo da Silva, centro de Dourados (Foto - João Pires)

 

Leitor do Estado Notícias enviou fotos de pelo menos duas árvores que foram cortadas e podadas radicalmente em frente a um painel publicitário em Dourados.

Caso ocorreu na semana passada (Foto: Leitor)

 

O caso teria ocorrido na semana passada, em frente ao outdoor localizado na área central, no cruzamento das ruas Camilo Hermelindo com a Major Capilé, porém, outros registros na cidade já foram feitos por internautas e divulgados nas redes sociais.

 

No início da tarde desta terça-feira (20) a reportagem foi até o local e constatou que uma das árvores em frente ao outdoor teve o tronco totalmente quebrado e outra ainda resiste com nova brotação.

 

IMAM

 

Em contato com o diretor do Imam (Instituto do Meio Ambiente), Fábio Luis da Silva, ele afirmou que o caso já foi notificado, sendo que foram atuados por crime ambiental tanto a empresa responsável pela instalação da placa publicitária, assim como o proprietário do imóvel onde existem as árvores.

 

O diretor do Iman justifica que apesar da árvore ser considerado um bem público, como está localizada na frente de um imóvel, é de responsabilidade do proprietário zelar pela mesma.

 

Segundo Fábio Luis, outro caso envolvendo poda radical de árvore em frente à outdoor em Dourados também está sendo investigado pelo Iman, mas não tem conhecimento se o corte foi feito pela empresa ou pelo proprietário do imóvel.

 

Da árvore registrada na semana passasda pelo leitor, ficou só o "pitoco" do tronco (Foto - João Pires)

 

CRIME AMBIENTAL

 

Cortar ou podar ilegalmente uma árvore é considerado crime ambiental e a pena prevista, além da multa, também o replantio da mesma espécie e o cuidado da mesma por dois anos consecutivos para que ela restabeleça.

 

Em Dourados, qualquer cidadão que flagrar alguém cometendo algum crime ambiental, incluindo o descarte de lixo em via pública, poderá enviar denúncia por foto ou vídeo no e-mail do Imam: fiscalização.imam@dourados.ms.gov.br

 

Foto: Enviado por Leitor

 

 

Chuva alaga trecho de avenida de Campo Grande

G1/MS

 

Fila de veículos em ponto de alagamento na avenida Prefeito Heráclito Martins (Foto: Osvaldo Nóbrega/TV Morena)

 

A chuva que cai em Campo Grande desde a madrugada desta terça-feira (20) alagou um trecho da avenida Prefeito Heráclito Diniz Figueiredo, no bairro Octávio Pécora, em Campo Grande.

 

Está alagado um ponto no sentido Centro/bairro. Veículos passam com dificuldade e teve morador da região que afirmou ter visto carros ‘boiando’ no local, no início da manhã. Alguns tiveram problemas mecânicos e pararam por lá.

 

De acordo com o meteorologista Natálio Abrahão, até por volta das 6h (de MS) havia chovido 35 milímetros em Campo Grande.

 

Além de chuvosa, a terça-feira está com temperaturas mais amenas. A mínima foi de 18,7°C, segundo Natálio Abrahão.

 

Conforme o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a temperatura não deve passar dos 28°C na capital.

 

Outros municípios de Mato Grosso do Sul também estão com o tempo bem diferente dos típicos de verão. Aquidauana registrou o maior volume de chuva: 58 milímetros e temperatura mínima de 20,1°C.

 

Ponta Porã, no sul do estado, teve a menor temperatura do estado: 17,7°C e 20 milímetros de chuva.

 

Previsão

 

A quarta e a quinta-feira devem ser chuvosas em Mato Grosso do Sul, mas o sol deve aparecer. Porém, só volta com mais força na sexta-feira (23). Nestes dias, as temperaturas ficam mais amenas.

 

 

Vereadores de Dourados aprovam Comissão de Políticas de Prevenção às Drogas

Assessoria

 

O projeto foi aprovado durante a sessão desta segunda-feira (Foto - Thiago Morais)

 

Durante a 3ª sessão ordinária de 2018, realizada nesta segunda-feira (19), os vereadores de Dourados aprovaram três projetos. Dentre eles o Projeto de Resolução nº 001/2018, de proposição do vereador Junior Rodrigues (PR), que cria a Comissão Permanente de Políticas de Prevenção às Drogas.

 

A ideia da criação dessa comissão, surgiu a partir de uma audiência pública proposta pelo vereador Junior Rodrigues (PR), em 2017, onde o tema foi discutido por diversas autoridades, e então foi proposto a criação, que já funciona em outras câmaras do país.

 

Essaa comissão terá o dever de acompanhar e fiscalizar a política municipal antidrogas, criando medidas para a prevenção do uso, tratamento, recuperação, reinserção social, redução dos danos sociais e à saúde de usuários e dependentes, opinar e/ou emitir parecer sobre as proposições e matérias relativas ao assunto, colaborar com entidades governamentais e não governamentais, articular com os demais órgãos da Administração Pública (Federal, Estadual e Municipal), entre outras funções.

 

Junior ressalta que “a escola como espaço destinado à formação dos jovens e crianças, deve ter papel fundamental na prevenção, mas que o controle informal também exige que informações sejam adquiridas, processadas e transformadas em atitudes. As consequências da presença das drogas em nossa sociedade atingem a todos, independentemente de cor, credo ou lugar de moradia. Portanto necessitamos que os jovens do futuro compreendam a importância do combate às drogas, para assegurarmos um futuro menos violento e mais racional, pois, crime e drogas são companheiros quase inseparáveis”.

 

Depois de discutir alguns temas polêmicos nas redes sociais, Junior quer deixar claro que é totalmente contra a legalização da maconha, mas que usará seu mandato como vereador para trazer à tona um assunto tão delicado como esse, e que hoje atinge tão diretamente a família douradense.

 

O projeto foi aprovado por unanimidade, sendo ele de única discussão e votação.

 

DOF apreende veículo com quase uma tonelada de maconha na MS-164

Campo Grande News

 

No total, foram apreendidos 1086 tabletes da droga. (Foto: Divulgação)

Veículo carregado com 918 quilos de maconha foi apreendido por agentes do DOF (Departamento de Operações de Fronteira), em abordagem pela rodovia MS-164 em Maracajú.

 

Ao notar o bloqueio policial pela rodovia, no final da tarde deste domingo, o traficante tentou fugir por estrada vicinal. Houve perseguição até que o veículo Meriva, branco foi deixado às margens da estrada. O condutor não foi encontrado.

 

A droga estava dividida em 1086 tabletes distribuídos por todo o interior do carro que tinha registro de furto em São Paulo. O carro e a droga foram encaminhados a Defron (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira).

Em quatro cidades de MS que estão em emergência, ano letivo nas escolas estaduais começa nesta terça

G1 MS

 

Em Itaquiraí, grande volume de água provocado pelo excesso de chuva no início do ano destruiu a tubulação que canalizava o córrego Filomena, provocando a interdição da estrada Erechim, na zona rural do município (Foto: Arquivo/Defesa Civil de MS/Divulgação)

O ano letivo nas escolas da rede estadual de ensino de Mato Grosso do Sul começou oficialmente na quinta-feira passada (15), mas para alunos de quatro cidades do estado, que estão em situação de emergência, por conta dos estragos provocados pelo excesso de chuva, o calendário escolar sofreu uma alteração. As aulas vão ter início somente nesta terça-feira (20).

 

O calendário para as cidades de Bela Vista, Inocência, Itaquiraí e Novo Horizonte do Sul foi publicado nesta segunda-feira (19), no Diário Oficial do estado. Estipula que o ano escolar terá 208 dias, sendo 204 letivos e quatro para exames finais.

 

Determina ainda que para o cumprimento dos dias letivos estão previstas aulas em 14 sábados, sendo o primeiro o já no dia 3 de março e o último em 8 de dezembro. O término do ano letivo nestas quatro cidades está previsto para 14 de dezembro.