sábado, 20 de junho de 2026

Guarda Municipal localiza moto roubada em Dourados

Na manhã desta quinta-feira (11), por volta das 11h, guardas municipais lotados na Diretoria de Trânsito da Guarda Municipal de Dourados (GMD) localizaram uma motocicleta com registro de furto/roubo durante uma fiscalização de trânsito.

A equipe finalizava o abastecimento da viatura em um posto de combustíveis da cidade quando observou uma motocicleta circulando com ruído excessivo, em razão da utilização de escapamento esportivo. Diante da irregularidade, os agentes realizaram a abordagem para fiscalização do veículo e do condutor.

Durante a checagem dos sistemas, foi constatado que a motocicleta, uma HONDA/CG 125 FAN ES vermelha, placas HTP-8304, possuía registro de furto/roubo.

Questionado sobre a procedência do veículo, o condutor informou que desconhecia a restrição existente e relatou ter adquirido a motocicleta há alguns meses após encontrar um anúncio em uma página de classificados de uma rede social.

Considerando que a posse e utilização de um veículo produto de crime podem, em tese, caracterizar o crime de receptação, a equipe solicitou apoio da ROMO (Rondas Ostensivas Motorizada), que compareceu ao local e realizou o encaminhamento do condutor e da motocicleta à Delegacia de Polícia Civil para os procedimentos legais cabíveis.

A Guarda Municipal reforça a importância de que compradores verifiquem a procedência de veículos antes da aquisição, realizando consultas da documentação e da situação do bem junto aos órgãos competentes, a fim de evitar prejuízos e possíveis implicações legais.

Fonte: Assessoria GMD

Instagram, Facebook e WhatsApp Web enfrentam instabilidade na manhã de hoje

Instagram, Facebook, WhatsApp Web e até o Downdetector apresentaram instabilidade no meio da manhã desta sexta-feira, Dia dos Namorados. Sem conseguir acessar os serviços normalmente, usuários correram para o X, antigo Twitter, para descobrir se a pane era geral.

Por volta das 10h, o problema ainda era muito comentado na rede. Usuários de diferentes países relatavam dificuldade para carregar Instagram e Facebook. No WhatsApp Web, a principal reclamação era o travamento na tela de conexão.

Downdetector, usado para monitorar falhas, também saiu do ar (Foto: Reprodução)

A queda do Downdetector também chamou atenção. A plataforma, usada justamente para monitorar falhas em sites e aplicativos, apresentou erro para parte dos usuários. Com isso, ficou mais difícil medir quando a instabilidade começou e qual o tamanho do problema.

Até o momento, a Meta não informou a causa da falha nem previsão para normalização dos serviços. O Downdetector também não tinha se pronunciado sobre a instabilidade na própria plataforma.

Fonte: Diarinho

Golpe da restituição do Imposto de Renda exige atenção dos contribuintes

Com o pagamento do primeiro lote da restituição do Imposto de Renda 2026, realizado no final de maio, criminosos voltam a explorar a expectativa dos contribuintes para aplicar golpes utilizando o nome de instituições financeiras.

Ao todo, mais de 8,7 milhões de pessoas foram contempladas pela Receita Federal, em um lote que soma R$16 bilhões em créditos.

O volume expressivo de recursos movimentados neste período costuma atrair a ação de golpistas, que prometem agilizar o acesso ao dinheiro ou utilizam comunicações falsas para obter informações sensíveis das vítimas.

Em muitos casos, informam que a restituição já está disponível e solicitam atualização cadastral, pagamento de taxas ou confirmação de dados bancários para supostamente liberar o valor.

Também são frequentes ofertas de antecipação da restituição com condições aparentemente vantajosas, que levam o contribuinte a compartilhar informações pessoais ou acessar páginas fraudulentas criadas para capturar dados.

Segundo Lívia Silva, gerente de Prevenção a Fraudes do Banco Mercantil, a principal recomendação é desconfiar de contatos não solicitados relacionados ao tema.

“Os criminosos costumam explorar momentos em que as pessoas aguardam algum benefício financeiro para criar um senso de urgência e induzir decisões precipitadas. Por isso, é fundamental verificar qualquer informação diretamente nos canais oficiais e nunca compartilhar senhas, códigos de autenticação ou dados bancários em ligações, mensagens ou links recebidos de terceiros”, orienta.

A especialista reforça que informações sobre a restituição devem ser consultadas diretamente nos ambientes digitais da Receita Federal e da instituição responsável pelo pagamento. Também é importante conferir cuidadosamente o endereço dos sites acessados antes de informar qualquer dado.

“Ao identificar uma abordagem suspeita, a recomendação é encerrar o contato imediatamente e buscar orientação junto ao banco. Caso haja prejuízo financeiro ou compartilhamento indevido de informações, o consumidor deve registrar boletim de ocorrência e comunicar a instituição para adoção das medidas necessárias”, explica Lívia.

A prevenção continua sendo a principal ferramenta contra esse tipo de crime. Desconfiar de promessas de liberação rápida de recursos, evitar clicar em links enviados por desconhecidos e confirmar informações em fontes oficiais são atitudes que ajudam a reduzir os riscos e proteger a segurança financeira dos contribuintes.

Fonte: Assessoria Banco Mercantil

Burnout, ansiedade e depressão podem gerar direitos importantes no INSS

Burnout, ansiedade, depressão, síndrome do pânico e esgotamento emocional cresceram muito nos últimos anos. E milhares de pessoas continuam trabalhando mesmo sem conseguir manter a mesma energia, concentração e rendimento de antes.

Muitos passam o dia cansados, dormem mal, vivem sob pressão constante e precisam de medicamentos para conseguir enfrentar a rotina profissional.

O que pouca gente sabe é que problemas emocionais também podem gerar direitos importantes no INSS e até na Justiça do Trabalho.

Muitas pessoas acreditam que apenas doenças físicas contam para aposentadoria ou afastamento. Mas transtornos emocionais e psicológicos também podem reduzir a capacidade para o trabalho ao longo dos anos.

E isso pode mudar completamente a vida previdenciária do trabalhador.

Em alguns casos, a pessoa pode ter direito ao benefício por incapacidade temporária, antigo auxílio-doença. Quando existe relação entre a doença e o trabalho, o benefício pode ser reconhecido como acidentário.

E isso faz diferença

O auxílio por incapacidade temporária acidentário pode gerar estabilidade no emprego após o retorno ao trabalho e também abrir caminho para pedidos de indenização na Justiça do Trabalho, dependendo das provas e das condições em que o trabalhador exercia suas atividades.

Quando ficam sequelas permanentes e existe redução da capacidade para o trabalho, ainda pode existir direito ao auxílio-acidente, que funciona como uma indenização mensal paga pelo INSS mesmo que a pessoa continue trabalhando.

Além disso, em situações de limitação de longo prazo, o trabalhador também pode preencher os requisitos da aposentadoria da pessoa com deficiência prevista na Lei Complementar 142/2013.

Essa modalidade possui regras mais vantajosas do que a aposentadoria comum.

Na aposentadoria da pessoa com deficiência por tempo de contribuição, o tempo exigido diminui conforme o grau da limitação. Já na aposentadoria da pessoa com deficiência por idade, existe redução da idade mínima em relação à aposentadoria comum.

Em situações mais graves, quando existe incapacidade total e permanente para o trabalho, ainda pode existir direito à aposentadoria por incapacidade permanente, antiga aposentadoria por invalidez.

Na área trabalhista, dependendo do caso, o trabalhador também pode discutir indenizações, danos morais, danos materiais e até pensão mensal vitalícia quando a doença reduz de forma permanente a capacidade profissional.

O ponto principal é que burnout, ansiedade e depressão não devem ser tratados apenas como “cansaço normal”.

Muitas pessoas passam anos sofrendo em silêncio sem imaginar que aquela condição emocional pode ter impacto direto nos seus direitos previdenciários e trabalhistas.

Fonte: Diarinho

Festas juninas acendem alerta para queimaduras e primeiros socorros incorretos

Basta um descuido perto da fogueira, um rojão aceso de forma errada ou uma criança circulando entre barracas de comida quente para que a festa junina termine no pronto-socorro.

Em junho e julho, quando aumentam as celebrações com fogos de artifício, brasas, líquidos aquecidos e fogueiras, também cresce o alerta para acidentes com queimaduras.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, entre 2023 e 2024, aproximadamente 14 mil hospitalizações de crianças e adolescentes foram registradas no Sistema Único de Saúde (SUS) em decorrência de acidentes com queimaduras. Em média, são cerca de 20 internações por dia nessa faixa etária, com intensificação dos casos durante os festejos juninos.

A maioria das ocorrências está relacionada a queimaduras de segundo grau, que podem provocar bolhas e atingir principalmente mãos, punhos, braços, tronco, rosto e olhos.

Crianças estão entre as vítimas mais vulneráveis, mas homens entre 15 e 50 anos também aparecem entre os grupos mais atingidos, especialmente em acidentes relacionados ao manuseio de fogos de artifício e à tentativa de acender fogueiras de forma insegura.

Segundo o médico Luiz Gustavo Orlandi, diretor da Core Help, o que acontece nos primeiros minutos depois da queimadura pode influenciar diretamente na evolução da lesão.

A primeira medida é afastar a vítima da fonte de calor, sem colocar outras pessoas em risco. Depois, a orientação é resfriar a área atingida com água corrente limpa e fria, mas não gelada, por pelo menos cinco minutos. Quando possível, o ideal é manter o resfriamento por até vinte minutos.

“Esse é o cuidado inicial mais importante. A água corrente ajuda a reduzir a profundidade da queimadura, diminui a dor, reduz o risco de infecção e pode evitar complicações mais graves”, explica Orlandi.

A conduta segue princípios adotados em protocolos internacionais de atendimento ao trauma, como o ATLS, sigla em inglês para Advanced Trauma Life Support, ou Suporte Avançado de Vida no Trauma. A formação, certificada pelo American College of Surgeons e oferecida pela Core Help, orienta profissionais de saúde no atendimento inicial de vítimas de trauma, com foco na identificação rápida de riscos e na estabilização do paciente.

O médico reforça que apenas a área queimada deve ser resfriada. O restante do corpo precisa ser protegido com toalha ou manta, especialmente em crianças e idosos, para evitar hipotermia. Depois do resfriamento, a queimadura deve ser coberta com pano limpo e seco, sem apertar, até a avaliação médica, quando necessária.

O que parece cuidado pode piorar a lesão

Na tentativa de aliviar a dor, muitas pessoas ainda recorrem a soluções caseiras logo após o acidente. Manteiga, óleo de cozinha, pasta de dente, clara de ovo, pó de café, mel e pomadas sem prescrição estão entre as práticas mais comuns e também entre as mais arriscadas.

A intenção costuma ser proteger a pele, mas o efeito pode ser o contrário. Essas substâncias podem reter o calor na região queimada, contaminar a ferida, dificultar a avaliação médica e atrasar o cuidado realmente eficaz, que é o resfriamento com água corrente.

O gelo também não deve ser aplicado diretamente sobre a queimadura. Embora pareça uma forma rápida de aliviar a dor, ele pode causar dano adicional ao tecido já lesionado e agravar o quadro.

Outro cuidado importante envolve as bolhas. De acordo com Orlandi, quando estão íntegras, elas funcionam como uma proteção natural da pele contra infecções e novos traumas. Por isso, não devem ser estouradas em casa. A avaliação sobre a necessidade de removê-las deve ser feita por um profissional de saúde.

Nos casos em que a roupa fica grudada na pele, a orientação também é não puxar o tecido. O correto é cortar a roupa ao redor da área aderida, manter o tecido no lugar, cobrir com material limpo e buscar atendimento.

Algumas situações exigem avaliação imediata, mesmo quando a queimadura parece pequena. Lesões em rosto, mãos, pés, genitais, grandes articulações ou áreas extensas do corpo precisam de atenção médica. Também devem ser avaliadas com urgência queimaduras causadas por choque elétrico, produtos químicos, explosões ou associadas à inalação de fumaça.

Sinais como tosse persistente, rouquidão, fuligem ao redor do nariz ou da boca e dificuldade para respirar indicam risco de comprometimento das vias aéreas. Em acidentes com fogos de artifício, também é preciso observar possíveis lesões nos olhos, ouvidos e pulmões, além de traumas provocados pela explosão.

As queimaduras de terceiro grau estão entre as mais graves. Nesses casos, a pele pode ficar esbranquiçada, amarronzada, escurecida ou com aspecto semelhante a couro. Um sinal que merece atenção é a ausência de dor em uma lesão aparentemente grave, já que isso pode indicar destruição das terminações nervosas.

“Na dúvida, a recomendação é procurar atendimento. É sempre melhor avaliar e descartar gravidade do que subestimar uma lesão”, orienta o médico.

A prevenção começa antes da festa. Crianças devem permanecer longe de fogueiras, brasas e fogos de artifício, sempre acompanhadas por adultos. Para os adultos, a recomendação é evitar o uso de álcool, querosene ou outros produtos inflamáveis para acender fogueiras, manter distância segura dos fogos e não deixar brasas sem supervisão.

Quando o acidente acontece, a regra é agir rápido, mas sem improvisar. “Queimadura não combina com receita caseira. A conduta inicial deve ser simples e segura: afastar a vítima do calor, resfriar a área com água corrente, cobrir com pano limpo e procurar atendimento quando houver sinais de gravidade”, resume Orlandi.

Em casos de emergência, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência pode ser acionado pelo número 192, e o Corpo de Bombeiros pelo 193.

Fonte: Assessoria

Crescendo Juntas da Sicredi abre inscrições para capacitação de mulheres empreendedoras

A Sicredi Centro-Sul MS/BA está com inscrições abertas para o programa Crescendo Juntas, iniciativa voltada ao fortalecimento de mulheres empreendedoras, associadas e não associadas da Cooperativa.

Em 2026, o programa amplia sua atuação em Mato Grosso do Sul e, pela primeira vez, será realizado na Bahia.

A formação será levada aos municípios de Itaporã, Ivinhema, Laguna Carapã e Maracaju, em Mato Grosso do Sul, além de Lauro de Freitas, na Bahia.

O objetivo é fortalecer negócios liderados por mulheres por meio de capacitação em gestão, finanças, empreendedorismo e comunicação, além de estimular a troca de experiências, a criação de redes de apoio e a aproximação da Cooperativa com a comunidade.

As inscrições estarão abertas até o dia 30 de junho. Podem participar mulheres empreendedoras, associadas e não associadas do Sicredi. As interessadas podem se inscrever diretamente nas agências Sicredi dos municípios participantes ou pelo formulário online:

·Mato Grosso do Sul (MS): link.sicredicentrosulmsba.com.br/crescendojuntasms

·Bahia (BA): link.sicredicentrosulmsba.com.br/crescendojuntasba

Empreendedorismo feminino em alta

A expansão do programa acompanha um cenário de crescimento da presença feminina nos negócios. Na Sicredi Centro-Sul MS/BA, mais de 63 mil associadas são mulheres, sendo que mais de 8 mil estão à frente de empresas.

Outro dado relevante aponta o fortalecimento do crédito voltado às mulheres empreendedoras. Somente na Sicredi Centro-Sul MS/BA, mais de 13 mil operações de crédito foram liberadas em 2025 para esse público, reforçando o compromisso da Cooperativa com a autonomia financeira e o desenvolvimento econômico das associadas.

O programa também já apresentou resultados práticos: na última edição, o programa capacitou cerca de 150 mulheres empreendedoras nos municípios de Angélica, Caracol e Aral Moreira, em Mato Grosso do Sul. Além da realização de palestras sobre finanças pessoais para mulheres de Camaçari, na Bahia, fortalecendo ações voltadas ao empreendedorismo feminino na região.

Atualmente, a Sicredi Centro-Sul MS/BA possui mais de 200 mil associados, sendo mais de 63 mil mulheres. Dentre elas, mais de 8 mil lideram empresas e negócios próprios.

Outro dado relevante aponta o fortalecimento do crédito voltado às mulheres empreendedoras. Somente na Sicredi Centro-Sul MS/BA, mais de 13 mil operações de crédito foram liberadas em 2025 para esse público, reforçando o compromisso da Cooperativa com a autonomia financeira e o desenvolvimento econômico das associadas.

Segundo a assessora de Desenvolvimento do Cooperativismo da Sicredi Centro-Sul MS/BA, Mirtes Moreno, o programa vai além da capacitação técnica e contribui diretamente para o fortalecimento pessoal e profissional das participantes.

“A formação possui uma trilha de encontros presenciais e remotos, abordando temas como gestão, modelos de negócios, comunicação e organização financeira. É uma capacitação prática e aplicada, pensada para gerar impacto real nos empreendimentos e na vida financeira das participantes”, destaca.

O Crescendo Juntas conta com apoio do Sebrae/MS e da Icatu.

Sobre a Sicredi Centro-Sul MS/BA

A Sicredi Centro-Sul MS/BA é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 200 mil associados, que exercem o papel de donos do negócio.

A cooperativa possui uma área de atuação de 44 municípios em Mato Grosso do Sul, onde conta com 52 agências, e 54 municípios da Bahia, com oito agências, oferecendo um portfólio completo de soluções financeiras e não financeiras.

O atendimento a todo associado é feito presencialmente, via WhatsApp (51) 3358-4770 ou pelo telefone 0800 724 4770.

Fonte: Assessoria

Grupo Pereira entra para o top 10 nacional em prêmio do Governo Federal

O Grupo Pereira conquistou destaque nacional ao figurar entre as dez empresas brasileiras que mais promoveram inclusão socioeconômica por meio da geração de empregos formais em 2025. A companhia recebeu, em Brasília, o II Prêmio de Inclusão Socioeconômica, concedido pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome.

A iniciativa federal tem como objetivo identificar e valorizar a atuação de grandes empresas privadas que colaboram de forma estratégica para a geração de postos de trabalho formais e ampliação de oportunidades de inclusão socioeconômica, por meio da qualificação profissional e do incentivo ao empreendedorismo.

Para Paulo Nogueira, diretor de Gente & Gestão do Grupo Pereira, o reconhecimento reforça um compromisso que faz parte da cultura da companhia. “Acreditamos que inclusão acontece quando criamos oportunidades reais de desenvolvimento e crescimento para as pessoas. Esse reconhecimento mostra que é possível unir resultados de negócio com impacto social positivo, promovendo acesso ao mercado de trabalho e transformação de vidas”, afirma.

O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, destacou a importância da parceria entre o setor público e as empresas na ampliação do acesso ao emprego e à renda no país. “O Brasil avança quando mais pessoas têm oportunidades, emprego e melhoria na qualidade de vida”, afirmou durante a cerimônia.

Entre essas histórias está a de Iris Sarmento Junior, auxiliar administrativo do Comper. Ele conta de que construiu uma trajetória de crescimento profissional no Grupo, iniciando suas atividades no depósito, até que recentemente ganhou a promoção para auxiliar administrativo.

“Desde que entrei no Grupo Pereira vivi um processo de reafirmação pessoal e profissional. Era um recomeço, sempre enxerguei o trabalho como o caminho para conquistar uma vida melhor e mais digna. Aqui, somos tratados como profissionais e incentivados a crescer. Meu conselho é valorizar a oportunidade, acreditar em si mesmo e buscar evoluir todos os dias”, diz Iris.

Fonte: Assessoria

HIPERFOCO: Até onde ter muito interesse por coisas e assuntos é normal?

O termo “hiperfoco” ganhou popularidade nas redes sociais nos últimos anos e passou a ser usado de forma ampla para descrever qualquer interesse intenso ou entusiasmo momentâneo por um assunto.

Expressões como “estou em hiperfoco nessa série”, “meu hiperfoco agora é academia” se tornaram comuns no ambiente digital. Mas segundo especialistas, gostar muito de um tema, ou passar horas no fim de semana vendo vídeos sobre um assunto específico não configura necessariamente hiperfoco clínico.

Ter interesse por determinada coisa ou assunto é normal

O interesse mais direcionado por determinados assuntos costuma começar a aparecer ainda na primeira infância, geralmente entre os 2 e 6 anos, embora isso varie bastante de criança para criança. Nessa fase, é comum surgirem fascínios intensos e repetitivos por temas específicos, como dinossauros, trens, espaço, animais, mapas, números, princesas, super-heróis, músicas, entre outros.

Segundo o psicólogo e orientador educacional do Brazilian International School – BIS, de São Paulo (SP), Marcelo Freitas, isso acontece por uma combinação de fatores ligados ao desenvolvimento cerebral, emocional e social.

“Conforme a criança cresce, ela passa a reconhecer padrões, criar preferências, exercitar a memória e buscar atividades que gerem prazer e previsibilidade. O cérebro infantil também é naturalmente muito curioso. “Quando algo desperta encantamento ou oferece recompensas emocionais e cognitivas, a tendência é que a criança queira repetir aquela experiência várias vezes. Isto pode ser percebido no dia a dia: a criança vê um mesmo desenho diversas vezes, escuta a mesma música, mesmo sabendo o enredo”, explica.

Na idade escolar, especialmente entre 6 e 10 anos, esses interesses costumam ganhar mais profundidade. A criança já consegue acumular informações, fazer conexões mais complexas e desenvolver senso de identidade (‘eu gosto disso’, ‘quero aprender mais sobre aquilo’). “Em muitos casos, esses interesses ajudam no desenvolvimento da linguagem, da criatividade, da autonomia e até da socialização”, acrescenta Freitas.

Já na adolescência, é bastante comum que jovens desenvolvam interesses intensos por artistas, bandas, séries, jogos, esportes ou influenciadores. Colecionar álbuns, acompanhar entrevistas, decorar informações, participar de fã-clubes e consumir conteúdos relacionados àquilo faz parte do processo típico de construção de identidade, pertencimento social e expressão emocional dessa fase da vida.

“A adolescência é marcada por mudanças cognitivas e emocionais importantes, além de uma busca mais intensa por referências, grupos de identificação e interesses que ajudem o jovem a definir gostos, valores e personalidade. Ter assuntos favoritos faz parte do desenvolvimento típico. Por isso, é natural que determinados temas ocupem grande espaço no cotidiano dos adolescentes durante esse período”, afirma a school

Counselor Alessandra Mafra Ribeiro, da Escola Bilíngue Aubrick, de São Paulo (SP). “Nessa fase, os interesses tendem a ser mais flexíveis, socialmente compartilhados e transitórios, mesmo quando parecem exagerados e obsessivos para os adultos ao redor”, acrescenta.

Segundo Alessandra, o problema é quando o jovem, seja ele neurodivergente ou neurotípico, passa a se isolar socialmente ou deixa de realizar atividades básicas para manter a atividade em que está interessado.

“Em vez de limitar completamente a atividade, algumas sugestões, para os pais, são construir combinados e estabelecer limites junto com a criança ou jovem. Por exemplo: se a família janta todos os dias às 19 horas, pode haver um acordo para que ele faça uma pausa nesse horário, garantindo um momento em família e a refeição com qualidade. Ou ainda, se ele tem uma prova em dois dias, combinar que, após o jantar, ele dedicará um determinado tempo aos estudos”.

Quando o interesse excessivo é um alerta

Os interesses intensos passam a ser um alerta para um hiperfoco clínico, associado a condições como o TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade) e o transtorno do espectro autista, quando o indivíduo apresenta nível muito elevado de concentração e dificuldade de desengajamento em atividades, envolvendo uma absorção muito profunda e persistente, frequentemente acompanhada de perda da noção do tempo.

Segundo Carla Litrenta, psicopedagoga e educadora parental da Escola Internacional de Alphaville – EIA, de Barueri (SP), o que diferencia interesses comuns do hiperfoco clínico é principalmente o nível de intensidade, rigidez e impacto funcional.

“No hiperfoco, a criança e jovem pode apresentar dificuldade real de interromper a atividade ou mudar de assunto, mesmo quando precisa realizar outras tarefas importantes, como estudar, dormir, se alimentar ou interagir socialmente. Também pode haver sofrimento, irritação ou desregulação quando esse interesse é interrompido”, afirma.

No caso do TDAH, crianças e adolescentes podem ter dificuldade para manter o foco em atividades consideradas pouco estimulantes, mas mergulhar intensamente em temas que despertam grande interesse, prazer ou recompensa imediata. “Nesses casos, o transtorno está mais relacionado à dificuldade de regular a atenção do que à incapacidade de se concentrar. É comum que ignorem distrações externas, percam a noção do tempo e tenham dificuldade de interromper a atividade em questão”, explica Carla.

Já no transtorno do espectro autista (TEA), é comum que crianças e adolescentes desenvolvam interesses muito intensos e específicos por determinados temas, atividades ou objetos.

“Esses interesses proporcionam ao autista uma certa sensação de conforto, segurança e bem-estar. Dependendo da intensidade e da forma como se manifestam, podem até mesmo contribuir positivamente para aprendizagem, memória e aprofundamento de conhecimentos”, diz Carla.

“Mas o interesse excessivo, em alguns casos, também pode causar sofrimento, isolamento, dificuldades na rotina ou grande irritação diante de mudanças, interrupções ou da necessidade de realizar outras atividades”.

Pais e responsáveis devem estar atentos

Na opinião de Caroline Sternberg, orientadora parental e educacional do colégio Progresso Bilíngue de Itu (SP), as famílias devem observar não apenas a intensidade do interesse da criança ou adolescente, mas principalmente os impactos deste comportamento na rotina, no bem-estar emocional e nas relações sociais.

“Em vez de proibir ou ridicularizar os assuntos de interesse, o mais indicado é acolher esse entusiasmo, mas ao mesmo tempo ajudar a criança a desenvolver equilíbrio e flexibilidade no dia a dia. Uma forma de fazer isso é estabelecer combinados e incentivar pausas entre as atividades, convidando a criança para outras experiências, como brincar ao ar livre, praticar esportes, participar de momentos em família ou conversar sobre temas diferentes”, afirma Caroline.

“Outra forma de ajudar a criança ou o adolescente é avisar com antecedência sobre mudanças de atividade, criar transições graduais e mostrar que há espaço para o interesse especial sem que ele ocupe toda a rotina”.

A escola também exerce papel fundamental nesse processo, atuando como parceira da família na observação de comportamentos e no desenvolvimento de estratégias para ampliar repertórios e estimular habilidades sociais, emocionais e acadêmicas.

“Educadores conseguem perceber, por exemplo, quando o estudante demonstra dificuldade constante para mudar de assunto, se irrita intensamente ao ser interrompido, evita interações sociais ou deixa de participar de atividades importantes por causa daquele interesse específico”.

O diálogo entre família e escola ajuda a entender se aquele comportamento faz parte do desenvolvimento esperado ou se está trazendo prejuízos reais para a criança ou adolescente.

“Em situações de sofrimento emocional, isolamento excessivo ou impactos significativos na aprendizagem e na rotina, é preciso buscar avaliação com profissionais de saúde mental, como psicólogos, psiquiatras e neurologistas”, finaliza Caroline.

Fonte: Assessoria

 

JBS abre inscrições para Ensino Médio com bolsas integrais em Dourados

A JBS, uma das maiores empresas de alimentos do mundo, está com inscrições abertas para o processo seletivo da Escola VET em Dourados.

A iniciativa é voltada à formação de jovens lideranças para a indústria. As inscrições são gratuitas, realizadas 100% online, e seguem abertas até 15 de junho pelo link: https://admissao.jef.digital/2/inscreva-se

Em parceria com o Instituto J&F, o programa é destinado a estudantes que atualmente cursam o 9º ano do ensino fundamental e vão ingressar no Ensino Médio em 2027.

É oferecido a todos os alunos aprovados bolsa integral, alimentação, material didático e kit onboarding. O processo seletivo inclui inscrição, curso preparatório, avaliação cognitiva, entrevistas e matrícula. O resultado final será divulgado até dezembro de 2026.

As aulas acontecem em período integral dentro das chamadas “fábricas educadoras”, integradas às operações da JBS, proporcionando aos alunos contato direto com a rotina industrial da companhia. Desde o início da formação, os estudantes participam de atividades práticas remuneradas, vivenciando processos produtivos e experiências alinhadas às demandas do mercado de trabalho. O modelo combina formação teórica e prática, conectando o aprendizado à realidade da indústria.

“Percebemos nesses jovens um desenvolvimento significativo, não apenas na parte técnica, mas também em comunicação, maturidade, engajamento com a escola e na forma de se relacionarem. Além disso, os estudantes têm acesso a uma estrutura diferenciada que faz toda a diferença no aprendizado”, afirma Jucione do Carmo Santos, gerente de RH da unidade da Seara em Dourados.

A iniciativa reforça a estratégia da companhia de investir na formação de jovens talentos nas regiões onde atua. A JBS conta com cerca de 158 mil colaboradores no Brasil e promoveu mais de 70 mil profissionais nos últimos dois anos, fortalecendo sua cultura de crescimento interno e desenvolvimento de carreira. Entre os alunos formados pelo Instituto J&F entre 2022 e 2024, cerca de 85% estão atualmente atuando em empresas do Grupo J&F.

Mantido há 15 anos pelo grupo, o Instituto está presente em mais de 30 unidades da companhia. Atualmente, conta com mais de 1,9 mil estudantes ativos e oferece uma trilha de desenvolvimento que conecta educação básica, ensino técnico, ensino superior e capacitação corporativa. Como resultado, cerca de 85% dos alunos formados são contratados por empresas do Grupo J&F.

Presença em MS

A JBS mantém uma das maiores operações industriais do setor de alimentos em Mato Grosso do Sul, com presença em sete municípios: Anastácio, Caarapó, Campo Grande, Dourados, Naviraí, Nova Andradina e Sidrolândia. Ao todo, são 14 fábricas no Estado, incluindo unidades da Friboi, Seara e JBS Novos Negócios, além de operações de couros, transportadora, incubatórios, confinamento e centro de distribuição.

A Companhia atua nas cadeias de bovinos e suínos, além de segmentos de valor agregado e novos negócios industriais. A JBS é responsável por mais de 18 mil empregos diretos em Mato Grosso do Sul.

Fonte: Assessoria

Faustão é internado para procedimento clínico em São Paulo

O apresentador Fausto Silva, de 76 anos, mais conhecido como Faustão, deu entrada no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, na manhã desta segunda-feira, 25, para a realização de um procedimento clínico.

A assessoria de imprensa do comunicador confirmou à reportagem que Faustão foi internado para realizar a retirada de uma sonda gástrica. O procedimento, inclusive, já estava marcado desde o ano passado.

“Está tudo sob controle e dentro da normalidade clínica”, informou a equipe do comunicador ao portal.

A previsão é que Faustão receba alta na terça-feira, 26, ainda sem horário definido. A reportagem também procurou o hospital, que informou que deve emitir um comunicado oficial nas próximas horas.

Levando uma vida reclusa devido aos problemas de saúde que enfrentou nos últimos anos, como os transplantes de coração, fígado e rim, Faustão está afastado da TV desde maio de 2023. O último trabalho dele foi na Band, onde trabalhou ao lado do filho, João Silva, que comentou a possibilidade do pai voltar.

“A hora que ele estiver 100% zerado acho que ele vai fazer alguma coisa”, disse João em entrevista ao comediante Maurício Meirelles. “Ele está muito na missão de se condicionar fisicamente e depois tomar essa decisão”, completou o apresentador do SBT.

João, entretanto, também ponderou que Faustão pode estranhar voltar a fazer televisão, pois o mercado mudou muito e ele não teria mais todo o orçamento e a liberdade que tinha antes. “Acho muito difícil fazer algo quando o mundo da televisão que ele estava acostumado não é o mesmo que existe hoje”.

“É muito difícil de ter a mesma vontade de fazer as coisas. Ele chegou a um ponto em que poderia fazer o que queria. Hoje tem que ter um cuidado, tem que ver se tem orçamento. Depois de fazer tudo o que ele queria, não poder fazer as coisas talvez ele prefira não fazer”, completou.

O filho de Faustão ainda sugeriu que trabalhar com internet pode ser uma possibilidade para o pai. “Meu sonho é ele fazer alguma coisa no digital. Sempre falo para ele, mas ele tem que fazer algo que ele curta.”

Fonte: Portal Terra

Beto Carrero adota escala 4×2 e quer dobrar equipe: ‘Esse é o futuro’, diz CEO

A disponibilidade de mão de obra qualificada ainda é considerada o principal desafio do setor de parques e atrações turísticas, segundo o Panorama Setorial – Parques, Atrações Turísticas e Entretenime.

Pensando nesse gargalo, o Beto Carrero World, parque de diversão mais visitado do Brasil, aposentou a escala 6×1 e tem adotado a escala 4×2 para reter funcionários.

A adoção da nova escala começou em 2024 e exigiu um aumento de cerca de um terço no número de funcionários por área, mas vem trazendo benefícios operacionais.

“Isso acaba sendo um diferencial importante em disputas por mão de obra, especialmente nas áreas de atendimento e operação, percebemos que muitas pessoas preferem trabalhar no Beto Carrero pelos benefícios oferecidos”, diz o CEO Alex Murad.

A mudança reflete nos visitantes, que tem uma recepção mais acolhedora dos funcionários, diz o parqueiro. Com atendimento eficiente somado aos novos investimentos do parque, o Beto Carrero espera receber 5 milhões de visitantes anuais em quatro anos.

Como funciona a escala 4×2

A escala 4×2 prevê quatro dias consecutivos de trabalho seguidos por dois dias de folga, em um modelo de revezamento contínuo. Diferente da escala 5×2, que segue a lógica da semana tradicional, o formato 4×2 opera em ciclos independentes do calendário semanal, permitindo que as folgas aconteçam em dias variados ao longo do mês.

O revezamento contínuo desta escala permite manter equipes em operação todos os dias da semana — característica importante para atividades como a do parque, que funciona diariamente.

Assim, em 2024, o parque passou a adotar a escala 4×2. Segundo o CEO, a principal mudança é um incremento de 25% a 35% na folha de pagamentos. A jornada de trabalho diária se manteve em oito horas.

Alex Murad, CEO do Beto Carrero World: ‘Não é uma questão de falta de vontade de trabalhar, mas de enxergar o trabalho de uma forma diferente, com mais flexibilidade e qualidade de vida’ (Foto: Divulgação)

Na prática, as equipes foram estruturadas em três grupos: enquanto dois atuam, um permanece em descanso. Os dias de folga variam a cada ciclo.

“Começamos o modelo de forma gradual nas áreas de frente, como operação de brinquedos e atendimento. Os benefícios foram tão claros que expandimos para alimentos, bebidas e varejo”, afirma Murad. 

Murad conta que os principais benefícios aparecem na qualidade de vida e na experiência do atendimento – o que diminui o turnover e torna a empresa mais atrativa para novos funcionários, especialmente entre a geração mais nova.

“Percebemos que a nova geração busca mais equilíbrio entre vida pessoal e trabalho. Não é uma questão de falta de vontade de trabalhar, mas de enxergar o trabalho de uma forma diferente, com mais flexibilidade e qualidade de vida”, diz. “Esse é o futuro, veio para ficar”, afirma.

Fonte: Revista Exame

 

Exames ajudam a diferenciar o resfriado de uma alergia respiratória

A chegada do tempo seco e as variações climáticas ressecam as vias aéreas, tornando as mucosas mais suscetíveis a inflamações. Espirros em sequência, coriza, tosse persistente e falta de ar se tornam parte da rotina.

Embora os sintomas apontem para um simples resfriado, eles podem ser, na verdade, os protagonistas de uma crise de alergia respiratória disfarçada.

Leonardo Abreu, médico de família e comunidade da Amparo Saúde, empresa do ecossistema do Grupo Sabin, afirma que o diagnóstico preciso auxilia no controle das crises e evita a progressão de quadros como rinite alérgica e asma. “As alergias respiratórias são desencadeadas por gatilhos específicos, como ácaros, fungos, pelos de animais ou tipos de pólen”, explica.

Segundo ele, sem identificar o agente causador, o tratamento perde eficácia e o impacto na qualidade de vida se torna cada vez maior. “O ideal é que o médico consiga traçar a estratégia mais eficiente, desde orientações para o controle do ambiente, como reduzir a exposição a poeira e umidade, até a indicação de tratamentos mais assertivos, como a imunoterapia”, destaca.

O papel do médico de família

Para um controle eficaz das crises e a melhora da qualidade de vida, a Atenção Primária à Saúde (APS) tem uma grande contribuição para o paciente alérgico com um olhar integral sobre o indivíduo.

“O médico de família e comunidade foca no paciente como um todo. Buscamos entender seu contexto de vida, seus hábitos e até seu estado emocional. Muitas vezes, as alergias possuem um componente psicossomático, em que o estresse e a ansiedade podem intensificar as reações alérgicas”, explica.

Diagnóstico precoce

Além do desconforto físico, uma alergia não controlada pode prejudicar a qualidade do sono, a prática de atividades físicas e a produtividade no trabalho. O médico afirma que as empresas que investem no diagnóstico e tratamento corretos também garantem um ambiente de trabalho mais saudável e produtivo.

Dessa forma, o diagnóstico precoce permite que o paciente e o médico possam adotar medidas direcionadas e eficazes, controlando a inflamação das vias aéreas e devolvendo o bem-estar do dia a dia.

Exames

Entre os principais aliados no diagnóstico estão os exames laboratoriais que avaliam a resposta do organismo a diferentes substâncias. Um dos principais é o IgE Específica, exame de sangue mede a concentração de anticorpos do tipo Imunoglobulina E (IgE) para um alérgeno específico. Ele oferece uma resposta clara e objetiva sobre a sensibilidade do paciente a uma determinada substância, como um tipo específico de ácaro ou fungo.

Outro exame é o Painel de Alérgenos Respiratórios (ImmunoCAP), que permite uma investigação mais ampla, testando simultaneamente a sensibilidade a múltiplos alérgenos presentes no ar. É um mapeamento completo que pode incluir os principais “suspeitos” do dia a dia: poeira doméstica, diferentes espécies de ácaros, fungos (mofo), epitélios de cães e gatos, e pólens de gramíneas.

Fonte: Assessoria

Afastamentos por burnout crescem mais de 800% no Brasil

O Brasil enfrenta um agravamento expressivo da crise de saúde mental no ambiente profissional.

Dados recentes da Previdência Social mostram que os afastamentos por burnout cresceram mais de 800% em apenas quatro anos, saltando de 823 casos em 2021 para 7.595 em 2025.

O número reforça um cenário de adoecimento emocional cada vez mais presente nas relações de trabalho e reacende o debate sobre responsabilidade das empresas, condições laborais e direitos dos trabalhadores.

Para o advogado trabalhista André Theodoro, o crescimento dos casos não é isolado e reflete mudanças profundas no ambiente corporativo.

“O burnout não surge de um dia para o outro. Ele normalmente é consequência de pressão constante, excesso de trabalho, metas abusivas, jornadas exaustivas e ambientes organizacionais adoecedores”, afirma.

Reconhecida oficialmente pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como síndrome relacionada ao trabalho, a condição pode gerar afastamento pelo INSS e, dependendo do caso, até consequências trabalhistas para a empresa.

Segundo Theodoro, muitos trabalhadores ainda não sabem que possuem direitos quando o adoecimento está ligado ao ambiente profissional.

“Quando existe relação entre o trabalho e o esgotamento mental, o trabalhador pode ter acesso a benefícios previdenciários e, em determinadas situações, estabilidade e indenizações”, explica.

Além dos impactos individuais, o crescimento dos afastamentos também acende um alerta econômico. Milhares de dias de trabalho são perdidos todos os anos em razão de transtornos emocionais, afetando produtividade e aumentando custos para empresas e Previdência.

O tema ganha ainda mais relevância diante da atualização da NR-1, que passa a incluir fatores psicossociais no gerenciamento de riscos ocupacionais, reforçando a obrigação das empresas de prevenir situações que possam comprometer a saúde mental dos funcionários.

“A legislação trabalhista está caminhando para uma visão mais preventiva. Saúde mental deixou de ser um tema secundário e passou a fazer parte da responsabilidade legal das empresas”, destaca André Theodoro.

Para o especialista, o aumento dos números mostra que o debate sobre saúde mental no trabalho deixou de ser tendência e se tornou necessidade urgente.

“O ambiente profissional não pode continuar sendo um espaço de adoecimento silencioso. Ignorar isso hoje significa enfrentar consequências humanas e jurídicas amanhã”, conclui.

Fonte: Assessoria

Anvisa aprova novo remédio contra asma e rinossinusite

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) acaba de registrar um novo medicamento para tratamento de asma e rinossinusite crônica grave com pólipos nasais.

O remédio se chama Densurko, nome comercial do depemoquimabe. Ele vem em solução injetável, em seringa preenchida ou caneta aplicadora pronta para uso.

Para asma, o produto é indicado como tratamento complementar para adultos e adolescentes a partir de 12 anos. O foco são pacientes com inflamação alérgica do tipo 2, ligada ao excesso de eosinófilos no sangue.

Os eosinófilos são células de defesa que, em excesso, podem aumentar a inflamação das vias respiratórias e o risco de crises fortes de asma.

A aplicação deve ser feita uma vez a cada seis meses. Segundo estudos clínicos, o medicamento reduziu de forma significativa as crises graves quando comparado ao placebo, sempre junto ao tratamento padrão.

No caso da rinossinusite crônica com pólipos nasais, o remédio é indicado apenas para adultos. Ele vale para pacientes que não tiveram controle adequado com tratamento convencional, como corticosteroides sistêmicos ou cirurgia.

A rinossinusite crônica é uma inflamação do nariz e dos seios da face que dura mais de 12 semanas. Em alguns casos, surgem pólipos benignos que atrapalham a respiração.

Fonte: Diarinho

Naviraí inicia avaliações para implantação do projeto de Equoterapia

Naviraí, que foi contemplada com o projeto de equoterapia gratuita do Governo do Estado, iniciou na segunda-feira (11) as avaliações para definição do público a ser atendido. Voltada para pessoas com deficiência e idosos com baixa mobilidade, a iniciativa faz parte do projeto “Laços de Cidadania”, que visa ampliar o acesso a terapias especializadas no município.

Nesta primeira fase, serão selecionados os candidatos indicados pelo Núcleo de Atenção Especial de Educação, pela Apae e pela Gerência de Saúde. De acordo com o coordenador Edvan Barbosa, ainda não há abertura para novas inscrições, tratando-se exclusivamente de um período de avaliação técnica dos pacientes pré-indicados.

“É preciso trabalhar com esse grupo selecionado para identificar quem se adaptará melhor à metodologia e ao modelo da terapia com cavalos”, explicou o coordenador.

O Projeto em Naviraí A iniciativa integra o plano de expansão do Governo do Estado, com investimentos para implementar polos de equoterapia que oferecem tratamento para o desenvolvimento físico, emocional e social.

O método é indicado para o tratamento de paralisia cerebral, Transtorno do Espectro Autista (TEA), síndrome de Down, TDAH, além de dificuldades de equilíbrio, postura ou coordenação motora.

Projeto Laços de Cidadania O projeto “Laços de Cidadania: Equoterapia e Inclusão” é uma iniciativa do Governo de Mato Grosso do Sul, em parceria com a Acrissul e prefeituras.

Com investimento de R$ 1,4 milhão, o projeto estabelece três polos estratégicos — Campo Grande, Naviraí e Paranaíba — para beneficiar o público com deficiência e idosos com mobilidade reduzida.

Fonte: Assessoria