sábado, 20 de junho de 2026

Quando ajudar ou desconfiar de vaquinhas on line

Caso recente chamou a atenção pelo apelo emocional: a história de um pai que pedia ajuda para tratar o filho com câncer.

A campanha se espalhou rapidamente nas redes sociais, com pedidos urgentes de doação. Depois, surgiram indícios de que a vaquinha não era verdadeira.

Situações como essa levantam alerta entre pessoas que querem ajudar, mas têm medo de cair em golpes. Com a popularização das arrecadações on line, cresce também a necessidade de saber quando confiar e quando desconfiar.

O modelo, conhecido mundialmente como financiamento coletivo, ganhou no Brasil o nome popular de “vaquinha”. A expressão vem da ideia de juntar pequenas quantias entre várias pessoas para atingir um objetivo comum, prática antiga que migrou para o ambiente digital.

Segundo a plataforma Vakinha, a maioria das campanhas é legítima, mas fraudes existem e exigem atenção. Entre os golpes mais comuns estão campanhas clonadas, que copiam histórias reais, e casos totalmente inventados, geralmente ligados a doenças ou situações urgentes.

A empresa orienta que o primeiro passo é analisar bem a campanha. Histórias muito vagas, com poucos detalhes ou sem comprovação são sinal de alerta. A ausência de fotos, documentos ou atualizações também deve levantar suspeitas.

Outro ponto importante é observar o engajamento. Campanhas verdadeiras costumam ter comentários, compartilhamentos e participação de pessoas próximas. Quando não há interação ou quando os números não fazem sentido, o indicado é investigar antes de doar.

Também é importante verificar quem criou a vaquinha. Perfis sem foto, sem identificação clara ou com informações inconsistentes podem indicar fraude. Pesquisar o título da campanha ajuda a identificar possíveis cópias.

As plataformas ainda informam que as doações passam por um período de retenção antes de serem liberadas, o que permite identificar irregularidades e, em alguns casos, pedir estorno.

Casos investigados pela Polícia Civil em diferentes estados mostram que os golpes seguem um padrão: uso de histórias emocionais, pedidos urgentes e dificuldade de verificação. Os criminosos exploram a boa vontade das pessoas para arrecadar dinheiro de forma ilegal.

De forma geral, a orientação é simples: antes de doar, é preciso conferir informações, buscar outras fontes e evitar decisões por impulso. Em caso de suspeita ou prejuízo, o recomendado é registrar boletim de ocorrência.

Fonte: Diarinho

Quem é a jovem que fumava vape e que agora tem 18 meses de vida

A jovem Kayley Boda, de 22 anos, que desenvolveu um câncer no pulmão após anos de vício em cigarros eletrônicos na adolescência, é moradora de Manchester, no noroeste da Inglaterra. Ela relatou ao SWNS que sempre foi muito ingênua e não pensava que esse tipo de coisa pudesse acontecer com a sua vida.

No entanto, depois de meses de tratamento, a assistente de loja recebeu o veredito: tem apenas 18 meses de vida, mesmo removendo uma parte do órgão. Agora, a família tenta arrecadar dinheiro online para custear um tratamento experimental na Alemanha.

Como foi a descoberta

Em novembro de 2024, a jovem teve feridas por todo o corpo, que os médicos atribuíram a herpes zoster, catapora ou sarna. Ela fez o tratamento para as três, mas nada funcionou. “Chegou ao ponto de eu me cortar de tanto me coçar”, relatou.

Meses depois, em janeiro de 2025, a assistente começou a tossir  “um muco marrom e granulado”. Embora inicialmente tenha atribuído o problema a um efeito colateral do uso do cigarro eletrônico, os sintomas pioraram e ela procurou um médico. “Então comecei a tossir sangue, e eles fizeram um raio-X e encontraram uma mancha no meu pulmão”, contou.

Ela acrescentou que os médicos lhe disseram que havia 99% de certeza de que, por ser tão jovem, não se tratava de câncer e que, por isso, ela não precisava se preocupar. Os resultados após sete biópsias, no entanto, mostraram que ela tinha câncer de pulmão em estágio 1, fase inicial da doença.

Kayley foi submetida a uma cirurgia para remover metade do pulmão direito, além de fazer quimioterapia (Foto: Divulgação)

Remissão e volta do câncer

Pouco tempo depois, a jovem foi submetida a uma cirurgia para remover metade do pulmão direito, além de fazer quimioterapia. Em fevereiro de 2026, ela recebeu alta, mas dois meses depois, ela retornou ao médico após apresentar um derrame pleural (acúmulo de líquido ao redor dos pulmões).

Ao remover o líquido, os médicos descobriram que o câncer havia retornado e, desta vez, estava no revestimento pleural de seus pulmões. Sua equipe médica disse que ela tinha 18 meses de vida.

“O oncologista disse que isso é muito raro e geralmente acontece em pacientes com 80 anos”, disse ela. Ela acrescentou que seus médicos não podem afirmar com certeza o que causou seu câncer, mas disseram que o uso de cigarros eletrônicos pode ter contribuído para o quadro.

Desde que recebeu o diagnóstico, ela parou de parar e está incentivando outras pessoas a fazerem o mesmo.

Vaquinha online

A família da inglesa criou uma vaquinha online para arrecadar 20 mil libras (cerca de R$ 135 mil na cotação atual) para um tratamento experimental na Alemanha. O objetivo é prolongar a vida da jovem.

Fonte: Portal Terra

Sexo seguro também pode ser prazeroso?

Apesar dos avanços nas discussões sobre sexualidade, ainda é comum que o uso de preservativos seja associado à perda de sensibilidade ou à diminuição do prazer durante a relação sexual.

Esse tipo de percepção, no entanto, está mais ligado a mitos do que à realidade, segundo especialistas em saúde íntima, que defendem que proteção e satisfação podem caminhar juntas.

Dados do Ministério da Saúde apontam que o preservativo é o método mais eficaz para a prevenção do HIV e de outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), sendo também uma importante ferramenta para evitar a gravidez não planejada.

Ainda assim, a adesão ao método segue baixa: uma pesquisa nacional indica que cerca de 59% dos brasileiros afirmam não utilizar camisinha em suas relações sexuais.

De acordo com a Dra. Larissa Cassiano, médica parceira da DKT South America, empresa de planejamento familiar responsável por marcas como Prudence, a resistência ao uso do preservativo muitas vezes está relacionada à falta de informação e à experiência inadequada com o produto.

“Hoje existem preservativos com diferentes texturas, espessuras e estímulos sensoriais que contribuem para o prazer. A ideia de que o uso reduz a sensibilidade não é uma regra e pode estar mais ligada à escolha do produto ou ao uso incorreto”, explica.

Além disso, quando utilizado corretamente, o preservativo pode atingir até 98% de eficácia na prevenção da gravidez, segundo dados de especialistas em saúde , reforçando sua segurança como método contraceptivo. Ainda assim, falhas no uso, como colocação incorreta ou uso tardio durante a relação, são fatores que contribuem para a percepção equivocada de baixa eficácia.

Outro ponto importante é o impacto psicológico na vivência do prazer. Sentir-se protegido durante a relação pode reduzir a ansiedade e aumentar o relaxamento, fatores que influenciam diretamente na qualidade da experiência. Quando o cuidado com a saúde sexual está presente, o foco tende a se voltar mais para o momento, favorecendo a conexão entre os parceiros.

A diversificação dos produtos disponíveis no mercado também tem contribuído para mudar essa percepção. De acordo com o Ministério da Saúde, a oferta de preservativos com diferentes características, como versões mais finas e texturizadas, busca justamente aumentar a adesão ao uso ao tornar a experiência mais confortável e atrativa .

Para a Dra. Larissa, desassociar o preservativo da ideia de limitação é um passo importante para ampliar o uso e promover a saúde sexual. “O preservativo deve ser visto como um aliado, não como um impedimento. Ele permite que as pessoas vivam sua sexualidade com mais liberdade, responsabilidade e tranquilidade”, afirma.

Ao integrar proteção e prazer, o uso do preservativo se consolida como parte natural da experiência sexual, reforçando a importância de escolhas conscientes e informadas para o bem-estar físico e emocional.

Fonte: Assessoria

Mofo: como prevenir problemas comuns no outono dentro de casa

Com a chegada do outono, é comum que as temperaturas mais amenas e o aumento da umidade criem o ambiente ideal para o surgimento de mofo dentro de casa. O problema, além de comprometer móveis, roupas e paredes, também pode afetar a saúde, principalmente de pessoas com alergias e problemas respiratórios.

Ambientes fechados, pouca circulação de ar e acúmulo de umidade são fatores que contribuem diretamente para a proliferação de fungos. Por isso, adotar medidas preventivas simples pode fazer toda a diferença para manter a casa protegida durante a estação.

Confira algumas dicas práticas para evitar mofo e umidade no dia a dia:

1. Mantenha os ambientes ventilados sempre que possível

Mesmo em dias mais frios, é importante abrir portas e janelas por alguns minutos para permitir a circulação de ar. Esse hábito ajuda a reduzir a umidade acumulada e dificulta o aparecimento de mofo.

2. Evite o acúmulo de umidade em armários e gavetas

Roupas guardadas ainda úmidas ou espaços muito fechados favorecem o surgimento de odores e manchas. Utilizar organizadores que permitam melhor distribuição dos itens e evitar o excesso de peças ajudam a manter a ventilação interna.

3. Utilize soluções que ajudam a controlar a umidade

Itens como desumidificadores e produtos antimofo são aliados importantes, especialmente em locais mais críticos, como guarda-roupas, despensas e armários de cozinha. Eles ajudam a absorver a umidade do ambiente e prolongam a conservação de roupas e objetos.

4. Atenção a paredes e áreas com infiltração

Manchas escuras, bolhas na pintura ou cheiro persistente de mofo podem indicar infiltrações. Nesses casos, é importante agir rapidamente, utilizando produtos de vedação e impermeabilização para evitar que o problema se agrave.

5. Evite encostar móveis diretamente na parede

Deixar um pequeno espaço entre móveis e paredes facilita a circulação de ar e reduz a chance de acúmulo de umidade, especialmente em ambientes mais frios ou com pouca ventilação.

6. Cuide da limpeza regularmente

A higienização frequente de superfícies, principalmente em áreas mais úmidas, ajuda a evitar a proliferação de fungos. Produtos específicos para limpeza e manutenção contribuem para manter o ambiente mais seguro e saudável.

Prevenir o mofo é mais simples do que lidar com suas consequências. Pequenas mudanças na rotina ajudam a proteger a casa, preservar móveis e roupas e garantir mais conforto durante o outono.

Fonte: Assessoria

Escorpiões: Como evitar acidentes e o que fazer em caso de picada

Pequenos, silenciosos e muitas vezes escondidos dentro de casa, eles representam um risco real à saúde, principalmente para crianças e idosos. Saber como agir rapidamente pode fazer toda a diferença.

A SES (Secretaria de Estado de Saúde) orienta a população que, em caso de picada de escorpião, a recomendação é clara: procurar atendimento de saúde imediatamente.

A vítima deve ir até a unidade mais próxima, seja uma UBS (Unidade Básica de Saúde) ou uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento), para avaliação clínica. No SUS (Sistema Único de Saúde), o atendimento é organizado de forma que, após os primeiros cuidados, o paciente seja encaminhado, se necessário, para unidades de referência que dispõem do soro antiescorpiônico.

Antes de sair de casa, a recomendação é simples: lavar o local da picada com água e sabão e manter a calma. Não é indicado fazer torniquetes, cortes, perfurações ou aplicar qualquer tipo de substância no local, pois essas práticas podem agravar o quadro.

Nem todos os casos exigem o uso do soro. O tratamento é indicado principalmente para situações moderadas ou graves, conforme avaliação médica. Por isso, a ida rápida a um serviço de saúde é fundamental para definir a conduta adequada.

Se for possível, sem risco, levar o escorpião ou uma foto do animal pode ajudar na identificação da espécie e na avaliação do caso. No entanto, essa medida não deve atrasar a busca por atendimento.

Crianças e idosos exigem atenção redobrada

Acidentes com escorpiões tendem a ser mais perigosos em crianças, especialmente as menores, e em idosos. Nesses grupos, o veneno pode provocar reações mais intensas e evolução rápida, com sintomas como vômitos, sudorese, alterações cardíacas e outros sinais de gravidade. Por isso, o atendimento deve ser ainda mais ágil.

Como o SUS atende esses casos no Estado

Em Mato Grosso do Sul, a rede pública de saúde está estruturada para atender esse tipo de ocorrência. As unidades básicas e de urgência realizam o primeiro atendimento e, quando necessário, acionam a regulação para encaminhamento a hospitais de referência.

O soro antiescorpiônico não está disponível em todas as unidades, mas em pontos estratégicos da rede estadual, definidos para garantir acesso rápido e seguro ao tratamento. Essa organização permite que o paciente receba assistência adequada conforme a gravidade do caso.

Prevenção começa em casa

Evitar o aparecimento de escorpiões é a forma mais eficaz de reduzir acidentes.

Medidas simples podem ajudar: Manter quintais limpos, sem lixo, entulho ou restos de obra; Vedar frestas em paredes, pisos e rodapés; Manter ralos fechados ou com telas; Sacudir roupas e calçados antes de usar; Evitar o acúmulo de materiais e objetos e controlar a presença de baratas, principal alimento dos escorpiões.

Segundo o coordenador de Vigilância em Saúde Ambiental e Toxicológica da SES, Karyston Adriel Machado da Costa, a maior parte dos acidentes pode ser evitada com mudanças simples no ambiente doméstico. “Os escorpiões se adaptam facilmente ao meio urbano e encontram abrigo e alimento dentro das residências. Por isso, manter o ambiente limpo, sem entulhos e com os acessos vedados, é fundamental para reduzir a presença desses animais e prevenir acidentes”, destaca.

O período de calor e chuva favorece a reprodução e a atividade desses animais, aumentando o risco de sua presença em residências e, consequentemente, a ocorrência de acidentes, especialmente em áreas urbanas.

Atendimento rápido salva vidas

A SES destaca que, embora muitos casos sejam leves, a evolução pode ser imprevisível. Por isso, não é recomendado esperar os sintomas piorarem. A avaliação profissional é essencial para garantir o tratamento correto e evitar complicações.

Fonte: Portal do MS

É chocolate ou “sabor chocolate”? Páscoa reacende debate sobre o que estamos consumindo

Com a proximidade da Páscoa, o consumo de chocolates cresce em todo o país e, junto com ele, aumenta também a oferta de produtos que apenas imitam o alimento tradicional.

Mais baratos e visualmente semelhantes, os itens conhecidos como “sabor chocolate” ganham espaço nas prateleiras e atraem consumidores, mas levantam dúvidas sobre composição, qualidade e impactos à saúde.

Esse movimento tem relação direta com mudanças na legislação brasileira. A publicação da Resolução RDC nº 264/2005 flexibilizou a composição mínima exigida para os chocolates, reduzindo o teor de sólidos totais de cacau de 32% para 25% nos produtos amargos e ao leite.

No chocolate branco, o percentual mínimo de manteiga de cacau passou a ser de 20%. Na prática, isso abriu espaço para a inclusão de outros ingredientes nas formulações, especialmente gorduras vegetais que substituem a manteiga de cacau, mais cara, contribuindo para a redução dos custos de produção e para a popularização de versões mais acessíveis.

Esse ponto chama atenção para o papel da tecnologia de alimentos na indústria e evidencia um movimento em que, muitas vezes, a qualidade nutricional deixa de ser prioridade.

A substituição de ingredientes nobres por alternativas mais baratas é uma decisão tecnológica mas quem arca com essa perda, no final, é o consumidor.

O que está por trás do chocolate mais barato nas prateleiras

É nesse cenário que se consolidam os produtos rotulados como “sabor chocolate”, “composto” ou “cobertura”.

Apesar da aparência e do gosto semelhantes, eles apresentam diferenças importantes em relação ao chocolate tradicional, principalmente por terem menor teor de cacau e utilizarem substitutos da manteiga de cacau. Como resultado, não podem ser considerados chocolate de fato e tendem a oferecer menor valor nutricional.

A diferença vai além da composição. O chocolate com maior teor de cacau é fonte de compostos antioxidantes, como os polifenóis, associados a benefícios como proteção cardiovascular e ação anti-inflamatória.

Produtos com 60% ou 70% de cacau, por exemplo, concentram essas propriedades. Já as versões com baixo teor de cacau e maior presença de açúcar e gorduras alternativas perdem esses efeitos e se aproximam de alimentos ultraprocessados.

Docente do curso de nutrição da Estácio, Fabiana Casagranda reforça que a atenção deve começar pela composição.

“O que traz benefícios ao organismo é a presença da massa de cacau, rica em compostos antioxidantes. Quando o produto tem baixo teor de cacau e maior quantidade de açúcar e gorduras substitutas, ele perde essas propriedades e pode aumentar riscos metabólicos”, explica.

A nutricionista também chama atenção para a leitura dos rótulos, que vai além da consciência nutricional e se torna uma ferramenta para avaliar a qualidade do produto e a relação entre o que se paga e o que se consome.

Nem tudo que tem aparência de chocolate entrega a mesma composição, os mesmos benefícios ou um valor condizente com o preço. “Termos como ‘sabor chocolate’ já indicam que aquele produto não tem a composição de um chocolate tradicional e, geralmente, possui menos cacau e mais gordura vegetal”, orienta.

Chocolate em pauta

Diante desse cenário, uma nova proposta em discussão no Congresso busca elevar o padrão dos produtos comercializados no país. Em 17 de março, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto que estabelece novos percentuais mínimos de cacau.

A proposta prevê, por exemplo, que chocolates intensos tenham pelo menos 35% de sólidos totais de cacau, acima dos 25% atualmente exigidos pela Anvisa. Também define regras para chocolate ao leite, chocolate branco e cacau em pó, além de tornar obrigatória a informação do percentual de cacau nos rótulos.

O texto segue agora para análise no Senado e pode representar uma mudança importante na qualidade dos produtos disponíveis no mercado brasileiro. Até lá, especialistas reforçam que o consumo consciente é o melhor caminho.

E aqui vale um ponto importante: a Páscoa carrega um significado cultural e simbólico, e o chocolate faz parte dessa experiência. Fabiana lembra que não se trata de evitar o consumo ou reduzir a data a uma discussão sobre nutrientes e calorias. O foco deve estar na qualidade do que se consome e na consciência das escolhas

“Na Páscoa, não é necessário deixar de consumir chocolate, mas é importante priorizar opções com maior teor de cacau e manter o equilíbrio”, conclui a nutricionista.

Em meio a uma oferta cada vez mais diversa, entender o que está por trás do rótulo é essencial para aproveitar a data sem abrir mão da saúde e, principalmente, sem abrir mão da qualidade.

Fonte: Assessoria

Dia da Mentira: saiba como agir se o seu filho mente muito

No Dia da Mentira, celebrado em 1º de abril, o tema costuma aparecer em tom de brincadeira. No cotidiano das famílias, porém, quando uma criança começa a negar fatos evidentes ou inventar histórias para escapar de uma bronca, o assunto pode gerar preocupação.

Qual pai, mãe ou responsável nunca ouviu de uma criança frases como “não fui eu”, “eu já fiz a lição” ou “o cachorro comeu o chocolate”? Mas afinal, mentir é um sinal de problema no comportamento infantil?

De acordo com Jacqueline Cappellano, coordenadora pedagógica da Escola Internacional de Alphaville, de Barueri (SP), as primeiras mentiras costumam aparecer por volta dos três ou quatro anos de idade, fase em que o indivíduo começa a desenvolver habilidades como imaginação, linguagem e compreensão das regras sociais, e percebe que pode manipular informações para evitar punições ou obter algum benefício.

“Esse é um passo importante no amadurecimento cognitivo”, explica. “Na maioria das vezes, a mentira infantil não está ligada à malícia ou à intenção de enganar de forma grave. Muitas vezes, ela surge por medo de punição, para agradar aos adultos ou simplesmente como extensão do universo imaginativo da criança.” A criança muitas vezes mente por receio de perder o amor do adulto, pois não sabe como será sua reação ao contar a verdade sobre algo “errado” que fez.

Segundo a especialista, nessa etapa o “faz de conta” é um recurso importante para o desenvolvimento emocional e criativo. Por isso, nem sempre o que os adultos interpretam como mentira é uma tentativa deliberada de enganar: a criança não faz para manipular, até porque nem teria condições cognitivas para isso. Em determinadas situações, a mentira aparece como forma de autoproteção: a criança pode negar que quebrou um objeto ou que não fez a tarefa de casa por receio da reação dos adultos.

“É importante lembrar que a criança ainda está aprendendo a lidar com regras sociais e emoções. Mentir pode ser uma tentativa de resolver um problema imediato, sem que ela compreenda totalmente as consequências”, destaca Capellano.

Como os adultos devem reagir?

Diante de uma mentira, a reação dos adultos influencia diretamente a frequência do comportamento. Castigos severos ou humilhações, por exemplo, tendem a produzir o efeito contrário ao desejado. “Quando a mentira é descoberta, o ideal é manter a calma e conversar com a criança. Reações muito duras podem aumentar o medo e fazer com que ela minta ainda mais para evitar punições”, orienta a docente.

Em vez de focar apenas no erro, a recomendação é transformar o episódio em um momento de aprendizado. Algumas estratégias incluem: explicar por que a verdade é importante nas relações; reforçar que todos podem cometer erros; e valorizar quando a criança fala a verdade, mesmo em situações difíceis.

Em uma situação hipotética em que uma criança diga que foi à Disney no feriado, por exemplo, ao ouvir a história, o adulto não deve reagir com repreensão imediata ou constrangimento.

O mais adequado é acolher o relato e ajudar a criança a diferenciar imaginação e realidade. Pode-se dizer à criança algo como: “A Disney parece um lugar muito divertido mesmo, que muita gente sonha em conhecer. Mas o que você fez mesmo no final de semana?”.

Essa abordagem ajuda a criança a refletir sobre o que disse sem se sentir envergonhada e transforma a situação em aprendizado, mostrando que fantasias podem fazer parte das brincadeiras, mas que, nas conversas do dia a dia, a honestidade é fundamental.

Outro ponto importante é dar o exemplo dentro de casa, como em episódios em que o adulto mente que não está em casa para não receber uma visita indesejada. “As crianças observam o comportamento dos adultos o tempo todo. Quando veem pais ou responsáveis mentindo em situações cotidianas, podem entender que isso é aceitável”, afirma Capellano.

A educadora aponta a necessidade de a família refletir sobre o clima da casa, a forma como os conflitos são resolvidos e a abertura para o diálogo – aspectos que influenciam diretamente o comportamento das crianças. Ambientes em que os pequenos se sentem seguros para falar, errar e aprender tendem a reduzir a necessidade de recorrer à mentira como mecanismo de defesa.

Para os pais, o episódio de uma mentira pode ser também um convite à reflexão sobre como anda a dinâmica da família e quais oportunidades existem para fortalecer vínculos, confiança e escuta dentro de casa.

“A criança precisa sentir que pode dizer a verdade sem medo de humilhação ou punições desproporcionais. Quando o ambiente familiar é acolhedor, o diálogo acontece com mais naturalidade e os valores, como a honestidade, são construídos no cotidiano”, afirma Jacqueline Capellano.

Quando é preciso ficar atento?
 

Embora a mentira faça parte do desenvolvimento infantil, existem situações que exigem mais atenção dos responsáveis. Quando o comportamento se torna frequente e compulsivo, se prejudica a criança ou um terceiro envolvido, ou envolve histórias muito elaboradas e distantes da realidade, pode ser um sinal de alerta.

Em casos extremos, o comportamento pode estar associado a dificuldades emocionais ou algum outro problema mais sério. “Se a criança mente de forma persistente, mesmo sem motivo aparente, ou usa a mentira como principal forma de lidar com conflitos, é importante buscar orientação de profissional especializado como um terapeuta infantil que possa orientar a família”, finaliza Cappellano.

Fonte: Assessoria

Vaner Matos apresenta obra “O Rapto” à coordenação do curso de Direito da Unigran

Nesta quinta-feira (19), o jornalista e escritor caarapoense Vaner Matos esteve reunido com o coordenador do curso de Direito da Unigran, em Dourados, professor Joe Graeff Filho, para apresentar sua obra literária “O Rapto”.

Durante o encontro, marcado por um diálogo produtivo, o autor submeteu o livro à avaliação e apreciação do coordenador, discutindo a possibilidade de a obra ser indicada como material bibliográfico complementar no curso de Direito.

Embora reconheça que a universidade adota critérios rigorosos na definição de sua grade bibliográfica, o escritor destaca que “O Rapto” se diferencia por abordar temas profundamente enraizados na realidade social, trazendo à tona discussões relevantes no campo jurídico.

A narrativa percorre questões como a vulnerabilidade social, a dependência química e o papel do Estado, promovendo uma análise crítica de situações que impactam diretamente o cotidiano e os desafios enfrentados pelo sistema de justiça.

Vaner Matos defende que a obra pode contribuir significativamente para o ambiente acadêmico, ao propor reflexões que dialogam com a formação jurídica e cidadã dos estudantes.

“O livro traz temas atuais e necessários, que estimulam o debate e podem colaborar com o aprimoramento do olhar crítico no campo do Direito”, destacou o autor.

A iniciativa reforça o papel da literatura como instrumento de reflexão e transformação social, aproximando o universo acadêmico de narrativas que retratam a complexidade da realidade contemporânea.

O coordenador Joe Graeff Filho afirmou que fará a leitura da obra e dará a devida atenção à proposta apresentada pelo escritor.

 “O Rapto”

“O Rapto – Um Polêmico Experimento Social” traz um enredo que gira em torno de um professor aposentado, profundamente marcado por uma tragédia pessoal: a perda dos filhos para as drogas e o suicídio da esposa, incapaz de suportar o sofrimento. A partir desse ponto de ruptura, o personagem passa por uma transformação radical que o conduz a um propósito controverso.

Após receber uma grande quantia em dinheiro, ele decide criar um centro de recuperação clandestino, onde passa a executar um plano extremo: raptar pessoas em situação de rua e dependentes químicos, que considera “invisíveis para a sociedade”, com o objetivo de recuperá-las.

A narrativa se desenvolve a partir desse conflito central: de um lado, a tentativa de “salvar vidas”; de outro, a violação de princípios fundamentais, como a liberdade, a legalidade e a dignidade humana.

O autor constrói a obra em uma linha tênue entre ficção e realidade, levando o leitor a questionar constantemente os limites entre o certo e o errado. A ideia provocativa de que “os fins justificam os meios” permeia a trama, funcionando como eixo filosófico e moral da história.

Além disso, o livro dialoga diretamente com diferentes áreas do conhecimento: Direito: ao tensionar normas, ética e justiça;
Psicologia: ao explorar traumas, vícios e comportamento humano;
Questões sociais: ao evidenciar a fragilidade das políticas públicas voltadas à população vulnerável.

Se você se interessou, a obra está disponível na Amazon.

Fonte: Assessoria

 

Misturar contas pessoais e empresariais: o erro silencioso

Entre os problemas mais comuns enfrentados por pequenos negócios, um dos mais recorrentes costuma passar despercebido por muito tempo: a mistura entre as finanças pessoais do empresário e as contas da própria empresa.

No início de muitas atividades empresariais, essa prática acaba sendo tratada como algo natural. O empreendedor paga uma despesa pessoal com recursos da empresa, cobre um custo do negócio com dinheiro próprio ou utiliza a mesma conta bancária para diferentes finalidades. À primeira vista, parece apenas uma questão de conveniência. Com o tempo, porém, essa confusão gera impactos significativos na gestão.

Quando não existe separação clara entre pessoa física e pessoa jurídica, torna-se muito difícil compreender a real situação financeira do negócio. O empresário deixa de saber quanto a empresa realmente fatura, quanto efetivamente custa operar e qual é o resultado obtido ao final de cada período.

Além disso, a ausência dessa distinção impede a criação de indicadores confiáveis para tomada de decisão. Investimentos, contratações, expansão de atividades e até mesmo a definição de preços passam a ser feitos com base em percepções, e não em informações financeiras precisas.

Outro efeito importante dessa mistura é a perda de organização patrimonial. Sem registros claros, fica difícil acompanhar a evolução do negócio, planejar o crescimento ou estabelecer uma remuneração adequada ao próprio empreendedor.

Empresas saudáveis costumam ter regras simples, mas bem definidas: contas separadas, controle financeiro estruturado e definição clara de pró-labore ou retirada dos sócios. Essa organização permite que a empresa seja analisada como ela realmente é — um negócio com receitas, custos e resultados próprios.

Separar as finanças da empresa das finanças pessoais não é apenas uma questão contábil. É, antes de tudo, uma mudança de mentalidade empresarial.

Porque, no ambiente dos negócios, organização financeira não começa nos números, começa na forma como o empresário decide conduzir sua própria empresa.

Fonte: Diarinho

Por, Por Marcelo Luiz Szynkaruk Júnior – szynkaruk@icloud.com

O que estamos ensinando às crianças sobre emoções?

Pais e cuidadores querem proteger, evitar sofrimento, facilitar caminhos. É um impulso natural. No entanto, ao tentar retirar todos os obstáculos da vida das crianças, às vezes acabamos retirando também algo fundamental para o desenvolvimento psicológico: a oportunidade de aprender a lidar com frustrações.

Frustração não é falha na educação. É parte inevitável da vida. Não ganhar o brinquedo desejado, perder um jogo, ouvir um “não”, esperar a própria vez, lidar com erros ou limites todas essas experiências, quando acompanhadas com acolhimento e orientação, ajudam a criança a desenvolver recursos emocionais importantes. Entre eles, tolerância, paciência, flexibilidade e capacidade de resolver problemas.

O desafio é que muitos adultos também não foram ensinados a lidar com as suas próprias emoções. Assim, diante do choro ou da irritação da criança, surge o impulso de resolver rapidamente a situação: distraindo, cedendo ou evitando o conflito.

Mas emoções não desaparecem quando são evitadas. Elas apenas deixam de ser compreendidas. Crianças não precisam de uma vida sem frustrações. Precisam de adultos que as ajudem a entender o que estão sentindo. Nomear emoções, validar sentimentos e, ao mesmo tempo, manter limites claros é uma das bases da chamada alfabetização emocional.

Quando uma criança aprende que pode sentir raiva, tristeza ou decepção sem perder o vínculo com quem cuida dela, algo importante acontece: ela começa a desenvolver segurança interna para enfrentar desafios futuros.

Na prática clínica, observa-se cada vez mais adolescentes e adultos que apresentam grande dificuldade em lidar com contrariedades simples do cotidiano. Pequenos obstáculos parecem enormes, críticas são vividas como ataques pessoais e decisões difíceis geram intensa ansiedade.

Muitas vezes isso não está ligado à falta de capacidade, mas à ausência de treino emocional ao longo do desenvolvimento.

Ensinar uma criança a lidar com emoções não significa eliminar o sofrimento, mas ajudá-la a atravessá-lo com apoio. Significa mostrar que sentimentos passam, que erros fazem parte do crescimento e que nem tudo acontecerá da maneira que desejamos e ainda assim podemos seguir em frente.

Talvez uma das tarefas mais importantes da educação hoje não seja preparar crianças apenas para o sucesso, mas para a vida real.

E a vida real, inevitavelmente, inclui frustrações. Quando aprendemos a lidar com elas desde cedo, abrimos espaço para algo muito maior: maturidade emocional, resiliência e relações mais saudáveis ao longo da vida. E para isso, a criança também precisa de um adulto que se cuida e dê exemplos.

Fonte: Diarinho

Quem fica com o pet depois do divórcio? Disputa cresce na Justiça e muda acordos de separação

A população de animais de estimação no Brasil já passa de 150 milhões e pode chegar a 160 milhões, segundo levantamento da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet).

O país tem a terceira maior população do mundo, e o cenário chama atenção por um detalhe que diz muito sobre a vida dentro dos lares: hoje, há mais pets do que crianças. Pelo Censo 2022 do IBGE, o Brasil tem cerca de 40,1 milhões de pessoas com até 14 anos, número menor do que em 2010, quando eram 45,9 milhões.

Esse retrato ajuda a explicar por que, quando um relacionamento termina, uma questão antes tratada como detalhe doméstico tem ganhado peso real e, muitas vezes, disputa judicial: quem fica com o animal de estimação.

A separação de um casal costuma envolver decisões duras, quase sempre práticas: mudança de casa, reorganização financeira, divisão de bens e, quando há filhos, ajustes de convivência.

Mas, em muitos divórcios, o ponto de tensão não está só no que cabe em contrato. Está no que ficou na rotina: o cachorro que dorme no quarto, o gato que acompanha a casa toda, o animal que tem horários, cuidados e dependência.

É por isso que, na Justiça, a resposta nem sempre se resume a quem “tem a posse” formal. Segundo a professora Marcela Caserta, do curso de Direito da Estácio, já existe uma mudança visível na forma como o Judiciário tem enfrentado esse tipo de conflito. “Muito embora o animal de estimação ainda não seja formalmente reconhecido como sujeito de direitos, a Justiça brasileira tem adotado uma posição intermediária, superando a visão do animal como simples bem patrimonial”, afirma.

Na prática, quando o caso chega ao tribunal, o que costuma pesar é o que pode ser demonstrado no cotidiano. “Pode-se afirmar que o critério que mais pesa é quem efetivamente cuida do animal no cotidiano, seguido pela participação nos custos. A titularidade formal (adoção ou compra) tem peso residual e não é determinante”, explica Marcela.

A partir desse olhar, os tribunais têm aceitado diferentes tipos de encaminhamento. Em alguns casos, é definida a modalidade de “guarda” dos animais, cabendo aos “guardiões” definirem a divisão do tempo de convivência de cada um. Mas em outros, havendo animosidade entre as partes, até mesmo a regulamentação de convivência, quando são definidos dias, horários e responsabilidades, pode ser objeto da decisão judicial de forma parecida com acordos familiares já conhecidos. “Nesse contexto, os tribunais têm admitido soluções que consideram a dimensão existencial da relação estabelecida com o animal”, diz a professora.

Quem paga – O acordo não termina na visita. As despesas também entram em pauta, especialmente quando o pet exige gastos contínuos com alimentação, consultas, vacinação, medicação e emergências. “Embora não exista tecnicamente pensão alimentícia para animais de estimação, a jurisprudência admite a fixação de contribuição financeira periódica para custeio de suas despesas”, pontua Marcela.

E, quando a avença ou a determinação judicial é ignorada, o impasse pode voltar para o Judiciário. O descumprimento do direito de convivência ou obrigações assumidas não fica apenas no campo da discussão informal. “Como a decisão judicial que regula a convivência ou a guarda de animal de estimação possui natureza de título executivo, esta autoriza a execução da obrigação de fazer, com aplicação de multa coercitiva”, orienta.

À medida que os pets ocupam um papel definitivo na vida doméstica, cresce também a necessidade de decisões mais claras e acordos bem estruturados. Porque, quando o relacionamento termina, ainda resta um compromisso que segue de pé: o bem-estar de quem continua ali, esperando por cuidado.

Fonte: Assessoria

Bloco Acorda o Galo leva carnaval matutino no dia 14 em Campo Grande

O Bloco Acorda o Galo realiza sua edição de 2026 no dia 14 de fevereiro, na Morada dos Baís, em Campo Grande, com programação das 9h às 14h. Esta é a segunda edição do bloco, que se firma no calendário carnavalesco da cidade como uma opção de festa durante o período da manhã, voltada ao convívio entre famílias, amigos e diferentes gerações.

A programação musical será conduzida pelo DJ TGB e pelo grupo Samba do Caramelo, com repertório voltado ao samba, à música brasileira e aos ritmos tradicionais do carnaval. Além das atrações, o evento contará com cafezinho oferecido aos foliões, reforçando a identidade de bloco matutino e a proposta de acolhimento do público logo nas primeiras horas do dia.

O Acorda o Galo vem se consolidando como uma alternativa para quem prefere viver o carnaval em um ambiente mais leve, em horários acessíveis e em um espaço que favorece o encontro entre pessoas de todas as idades.

A produtora do bloco, Ana Ostapenko, avalia que a edição deste ano tende a ampliar o alcance do projeto. “O segundo ano sempre traz mais maturidade e mais reconhecimento do público. A expectativa é de uma manhã muito bonita, com participação diversa e um clima de alegria que é a marca do Acorda o Galo”, afirma.

O evento integra a programação de carnaval de Campo Grande e deve atrair foliões que buscam uma experiência carnavalesca sem o formato tradicional de grandes aglomerações noturnas, privilegiando a convivência, a música e o clima de celebração durante o dia.

Fonte: Assessoria

Oito dicas para ajudar o seu filho nos estudos durante o ano letivo

A participação da família na rotina escolar é um dos fatores que mais impactam o aprendizado das crianças ao longo do ano letivo. Contudo, entre o trabalho, compromissos, cuidados com a casa e consigo próprios, acompanhar os estudos dos filhos pode parecer um desafio constante para muitos pais e responsáveis.

Mas segundo especialistas, é muito importante este acompanhamento, tanto para os responsáveis sempre estarem atualizados quanto a evolução do processo de aprendizagem de seus filhos, como para os estudantes se sentirem apoiados por seus pais.

Ao longo do ano letivo, o envolvimento da família, aliado a expectativas realistas e a um ambiente de apoio, contribui para formar estudantes mais confiantes, organizados e preparados para os desafios acadêmicos e pessoais, seja dentro ou fora da sala de aula.

Para orientar pais e responsáveis, quatro educadores reuniram, a seguir, oito dicas práticas que ajudam a fomentar nos alunos uma relação mais saudável com os estudos, fortalecendo a autonomia, o interesse pelo aprendizado e o vínculo entre família e escola.

1. Estabeleça rotinas claras

Defina horários previsíveis para a criança e o adolescente estudar, se alimentar, descansar, brincar e realizar seus hobbies. Isso ajuda o estudante a se organizar e se sentir mais seguro “Rotina não é rigidez, é cuidado. Quando a criança sabe o que esperar do dia, ela consegue se concentrar melhor e administrar seu tempo com mais tranquilidade”, explica Marcelo Freitas, orientador educacional do Brazilian International School – BIS, de São Paulo (SP).

2. Ajude seu filho a se organizar e planejar os estudos

Apoiar a criação de um cronograma, definindo metas alcançáveis e pensando em estratégias para cada disciplina – desde aquelas que o estudante tem mais facilidade, até as difíceis que requerem mais dedicação – contribui para o desenvolvimento da autonomia. “O papel da família é ensinar a criança a planejar, e não planejar por ela. Mostrar como dividir tarefas e estabelecer prioridades é um aprendizado que vai além da escola e que fará diferença na vida do adulto”, diz Freitas.

3. Ofereça um ambiente de estudos e diferentes formas de aprender

Um espaço adequado – como um quarto, escritório ou cantinho apropriado – organizado, iluminado, silencioso e sem distrações, favorece a concentração durante os estudos. Além disso, o aprendizado não está obrigatoriamente apenas nos livros. “Filmes, leituras, visitas a museus e até viagens ampliam o repertório cultural e tornam o aprendizado mais significativo. A criança aprende quando consegue relacionar o conteúdo com o mundo real”, afirma Maria Eugênia D’Elia, orientadora educacional do colégio Progresso Bilíngue Taquaral, de Campinas (SP).

4. Participe da rotina escolar e mantenha diálogo com a escola

Estar presente em reuniões, acompanhar comunicados e manter um canal aberto com a equipe pedagógica fortalece o processo educativo. “Família e escola precisam caminhar juntas. Quando há troca, alinhamento e confiança, a criança percebe que existe uma rede de apoio em torno dela”, explica acrescenta Maria Eugênia.

5. Evite estudar pelo aluno

Fazer a lição de casa ou resolver atividades no lugar da criança pode parecer ajuda, mas compromete o aprendizado. “Quando o adulto interfere demais no processo de criação do conhecimento, tira da criança a chance de pensar, testar e aprender com os próprios erros”, recomenda Isis Galindo, orientadora educacional da Escola Bilíngue Aubrick, de São Paulo (SP).

6. Não cobre perfeição nem sobrecarregue o estudante

O excesso de cobranças pode gerar ansiedade e insegurança, causando no indivíduo uma aversão ao conhecimento. “O aprendizado é um caminho, não uma corrida. Respeitar o ritmo da criança é essencial para que ela desenvolva uma relação positiva com os estudos. Colocar pressão tem um efeito negativo e nunca é recomendado”, acrescenta Isis.

7. Ofereça suporte emocional

Mais do que acompanhar as notas, é fundamental que as famílias ofereçam escuta ativa e acolhimento às frustrações e validem sentimentos. “Quando o estudante se sente emocionalmente seguro, ele aprende melhor. O apoio emocional, na escola e em casa, é tão importante quanto qualquer conteúdo curricular. Acreditamos no impacto positivo que o suporte emocional tem no processo de ensino-aprendizagem”, opina a coordenadora pedagógica da Escola Internacional de Alphaville – EIA, de Barueri (SP), Juliana Nico.

8. Reconheça e celebre as conquistas

Valorizar o esforço e as pequenas vitórias fortalece a autoestima e a motivação. “O reconhecimento não precisa estar ligado apenas a resultados. Celebrar o empenho e a evolução diária ajuda a criança a perceber que aprender vale a pena. Mas é importante que esse reconhecimento esteja baseado em valores e não em recompensas materiais”, conclui Juliana.

Fonte: Assessoria da International Schools Partnership – ISP

Estado de saúde Mara Maravilha é atualizado

O estado de saúde de Mara Maravilha segue inspirando cuidados e atenção. A cantora permanece internada na UTI de um hospital de São Paulo, onde passa por uma série de exames e recebe medicações específicas, sem autorização para visitas.

A atualização foi divulgada nesta segunda-feira (2) por meio das redes sociais da própria artista. Segundo a equipe médica, o quadro ainda está em investigação, e não há diagnóstico conclusivo até o momento, o que reforça a cautela adotada no acompanhamento.

Em nota oficial publicada no Instagram, a assessoria detalhou a situação clínica.

“Mara Maravilha permanece internada na UTI do Hospital Nove de Julho, onde continua realizando exames e recebendo as medicações necessárias, sob acompanhamento médico. Por hora, entendemos que visitas estão suspensas”, informou o comunicado. A equipe também fez questão de agradecer o apoio recebido desde a internação e pediu respeito às orientações médicas e às informações oficiais.

Comunicado, boletim médico e reação do público

Ainda no texto divulgado, os representantes da artista reforçaram que apenas os canais oficiais estão autorizados a atualizar o público. “Agradecemos a compreensão, carinho, respeito e principalmente a oração de todos. Ressaltamos que apenas o contato informado nesta nota está autorizado a prestar esclarecimentos oficiais”, afirmou a equipe. Em complemento, alertaram: “Qualquer informação divulgada por terceiros, inclusive conteúdos inverídicos, não é reconhecida pela equipe”, pedindo que as manifestações continuem sendo de fé e apoio à recuperação da cantora.

Mara Maravilha foi internada no domingo (1º/2), após precisar de atendimento médico emergencial. Na ocasião, ela anunciou a suspensão temporária de seus compromissos profissionais e se manifestou publicamente. “Por hora, comunico que minha agenda de trabalho está suspensa”, escreu.]

 “Não abrirei mão das minhas escolhas, inclusive não cederei por causa de perseguições e ameaças por motivações políticas. Preciso da sua oração e apoio🙏”. O boletim médico confirma que Eliemary Silva da Silveiraa segue internada “sem previsão de alta médica”. Nos comentários, fãs enviaram mensagens como “Melhoras 🙌”, “Deus abençoe” e “Em oração por você”, demonstrando carinho e esperança pela plena recuperação da artista.

Fonte: Portal Terra

 

Início das obras do novo Teatro Municipal consolida parcerias por Dourados

A Noite Cultural que marcou o início das obras do novo Teatro Municipal de Dourados na noite desta terça-feira também serviu para consolidar as parcerias que o município firmou no primeiro ano da gestão Marçal Filho em prol do desenvolvimento da segunda maior cidade de Mato Grosso do Sul.

Ao encerrar a solenidade formal, depois das brilhantes apresentações culturais que abriram a noite, o prefeito Marçal Filho fez questão de destacar a presença do Governo do Estado em Dourados, bem como a presença dos deputados estaduais Renato Câmara e Lia Nogueira, do deputado federal Rodolfo Nogueira, bem como a sintonia entre o Executivo Municipal e a Câmara de Vereadores.

O prefeito Marçal Filho voltou a enfatizar que sozinho ninguém faz nada e que as parcerias são fundamentais para superar dificuldades, driblar a crise econômica e desenvolver ações concretas que transformam para melhor a vida das pessoas.

Ele lembrou que os investimentos de quase R$ 9,3 milhões no projeto que vai entregar à população um novo Teatro Municipal, com toda cenografia, iluminação, sistema de ar condicionado, elétrico, hidráulico, acessibilidade, poltronas, paisagismo novos, é resultado dos esforços da equipe de trabalho, sobretudo das secretarias municipais de Cultura e de Obras Públicas, do governo do Estado e de Rodolfo Nogueira, a quem Marçal Filho chamou de “deputado federal de Dourados”.

Ele agradeceu nominalmente a participação na solenidade dos vereadores Márcio Pudim, Rogério Yuri, Alex Cadeirante, Dalton Ribeiro, Jânio Miguel e Franklin Schmalz, convidando todos para assinarem juntos a ordem de serviço de início das obras.

“É preciso reconhecer essa parceria com a Câmara Municipal, porque sem os vereadores não é possível administrar”, enfatizou. “É preciso que os poderes se unam em torno de um objetivo comum e o Poder Legislativo faz toda a diferença para uma administração”, prosseguiu. “Quando o Executivo vai bem, a Câmara de Vereadores vai bem também e agradeço muito a compreensão de todos os vereadores nessa missão de temos de reconstruir nossa cidade”, completou Marçal Filho.

Na mesma linha, o secretário de Estado de Turismo, Esporte e Cultura, Marcelo Miranda, que representou o governador Eduardo Riedel na solenidade, lembrou que as parcerias possibilitaram que muita coisa fosse feita pela Cultura em Dourados.

“A gente tem um prefeito, que tem uma série de problemas para resolver na cidade no setor de logística, de pavimentação, de saúde, mas que também tem esse olhar para a cultura e para o esporte”, ressaltou Marcelo Miranda. “Parabéns por essa gestão transformadora, que em um ano conseguiu destravar inúmeras obras que fazem a diferença na vida das pessoas”, completou.

Marcelo Miranda ressaltou que o governador Eduardo Ridel tem compromisso com Dourados e, em especial, com a cultura. “Esse setor faz a diferença na vida das pessoas, gera renda para os nossos trabalhadores da cultura e fomenta o comércio e toda uma cadeia produtiva que é diretamente impactada quando a gente entrega um projeto como este que está sendo iniciado hoje”, enfatizou. “Parabéns prefeito Marçal Filho, que Deus o ilumine para você continuar fazendo essas entregas que têm mudado a vida do douradense”, finalizou.

DOURADOS TERRA DO TEM

Durante o discurso que marcou a assinatura da ordem de serviço para reforma e revitalização do Teatro Municipal, o prefeito Marçal Filho voltou a enfatizar que a época de Dourados tinha, passou. “Dourados tinha aeroporto, agora tem aeroporto funcionando e a partir de abril com voos diários para Guarulhos, São Paulo, ligando Dourados a todo o Brasil e a um bom pedaço do mundo”, destacou.

O prefeito também lembrou que Dourados tinha Ginásio Municipal de Esportes, que está fechado há anos. “Daqui a alguns dias Dourados terá novamente seu ginásio porque vamos inaugurar e entregar essa importante obra para a população”, continuou Marçal Filho. “Dourados tinha teatro, há muitos anos abandonado, mas agora vai ter Teatro Municipal de novo porque aqui não é lançamento, não faço lançamento, aqui é início de obra, que começa e termina”, completou o prefeito.

O prefeito também falou das obras que estão em andamento. “Nós estamos fazendo um dos melhores postos de saúde, unidade básica de saúde aqui de Dourados, na região do Jardim dos Estados”, ressaltou.

“Nós estamos construindo, pela primeira vez, a sede do Samu, obra que está de vento e popa e logo estaremos entregando mais qualidade no atendimento à população”, continuou Marçal Filho. “Nós estamos construindo novas salas de aula, na região do Guaicurus e precisamos destacar que há muito tempo Dourados não teve uma sala de aula construída, enquanto muitas crianças estão fora da escola e estamos reformando a Escola Avani, que será referência para nossa cidade”, completou Marçal Filho.

AMOR POR DOURADOS

Durante o discurso, o prefeito ressaltou melhorias em setores como a saúde, educação, infraestrutura como pavimentação asfáltica e recuperação de ruas, mas enfatizou que ainda tem muita coisa que precisa ser feita. “Estamos cuidando da limpeza da nossa cidade, trabalhando para destravar a licitação da iluminação pública e sei que fizemos muita coisa em um ano e que temos mais 3 anos pela frente para fazer muito mais por Dourados”, afirmou.  “Quero dizer que estou muito feliz, feliz mesmo, porque esse espaço que está sendo construído aqui, que eu chamo de um novo teatro porque tudo aqui vai ser mudado, será para o povo de Dourados”, anunciou.

Marçal Filho ressaltou que o novo Teatro Municipal vai oferecer condições para as crianças da Rede Municipal de Ensino assistirem espetáculos, para se apresentarem no novo espaço que será entregue.

“Queremos que o povo participe da programação do novo teatro porque essa é uma obra para todos”, enfatizou. “Eu quero pedir ao cidadão e a cidadã douradense que eles se sintam donos da cidade, não é dono no sentido da posse, no sentido da propriedade, mas no sentido que a cidade pertence a cada um de nós”, afirmou.

“Eu me sinto dono de Dourados porque eu cuido da minha casa e estou cuidando de Dourados como se fosse a minha casa e vamos todos cuidar da cidade como se fosse a nossa casa. Vamos ter esse sentimento de amor a Dourados. Porque essa cidade é maravilhosa. Então viva a cultura de Dourados. Viva a arte. E viva a melhor cidade do Mato Grosso do Sul para se viver”, finalizou Marçal Filho.

Fonte: Assecom