sábado, 7 de fevereiro de 2026

Confiança dos comerciantes cresce em fevereiro, mas setor continua cauteloso

Agência Brasil

 

Comerciantes mostram mais confiança na economia, mas mantêm cautela (Foto - Arquivo/Rovena Rosa/Agência Brasil)

A confiança dos empresários do comércio subiu 18,6% em fevereiro deste ano, em relação ao mesmo mês do ano passado. Foi a oitava taxa positiva consecutiva nesta base de comparação, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

 

Na série com ajuste sazonal, o índice aumentou 1% em fevereiro deste ano na comparação com igual período de 2016, alcançando 95,5 pontos. Porém, o resultado, que ficou abaixo dos 100 pontos, mostra que os comerciantes estão “atentos às condições do mercado de trabalho e à restrição da renda das famílias”. “Apesar da redução do ritmo de queda nas vendas, os tomadores de decisão do varejo mantêm cautela diante de incertezas quanto à recuperação tanto deste mercado de trabalho como da restrição da renda”, diz a confederação.

 

Em nota, a economista da CNC Izis Ferreira afirma que a melhora da confiança dos empresários do setor têm relação com as reformas e medidas de ajuste propostas pelo governo, que estão em andamento no Congresso, mas também com a “queda das taxas dos juros e a redução da inflação, que propiciam um ambiente mais favorável aos investimentos e estimulam a confiança dos comerciantes”.

 

Quanto às condições atuais da economia, a avaliação dos comerciantes melhorou 11,5% em fevereiro. Com isso, caiu a proporção de comerciantes que consideram as condições econômicas atuais piores. Em fevereiro, 79,4% dos varejistas fizeram essa avaliação, contra 81,4% no mês passado.

 

Expectativas

 

Sobre o comportamento da economia no futuro, o otimismo do empresariado caiu pelo terceiro mês consecutivo, passando de 82,2% para 73,8% de dezembro para fevereiro. Em janeiro, o percentual era de 75,5%.

 

Para Izis Ferreira, a queda indica que o comércio não acredita na retomada das vendas no curto prazo. “A retração das expectativas mostra que no curto prazo os comerciantes ainda não enxergam retomada das vendas, principalmente por conta da manutenção das condições do mercado de trabalho e da restrição da renda das famílias.”

 

A CNC ouviu cerca de 6 mil empresas em todas as capitais do país. Os índices são apurados mensalmente e variam em uma escala de 0 a 200 pontos.

Melhora das vendas em janeiro refletem retomada econômica de MS

Notícias MS

 

Atuação do Governo de MS para contornar a crise tem sido determinante para retomada do crescimento (Foto - Divulgação)

 

Melhor desempenho nas vendas do comércio varejista e o aumento do índice de confiança dos empresários na retomada da economia. Esses são os principais pontos divulgados na quarta-feira (15), pela Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), por meio da pesquisa do Movimento do Comércio Varejista (MCV).

 

A pesquisa revela que este é o terceiro mês consecutivo a registrar melhora no desempenho em comparação com o mesmo período do ano anterior. O MCV/ACICG é um índice apurado a partir da evolução dos dados do setor, englobando as transações realizadas entre empresas e também entre consumidores e o comércio.

 

Conforme o economista-chefe da Associação, Normann Kallmus, este não é melhor resultado da história, no entanto, os indicadores são definitivamente mais animadores do que os que existiam em 2016. “Basta lembrar que convivíamos com uma taxa de inflação anual de dois dígitos e hoje, pela primeira vez, projeta-se uma taxa abaixo da meta de 4,5%. Do ponto de vista econômico, portanto, quer no cenário nacional, quer no local, os indicadores são de recomposição”, afirma.

 

No conjunto das 27 unidades da federação, Mato Grosso do Sul foi um dos sete estados que conseguiu atravessar o ano com todos os pagamentos em dia. O equilíbrio fiscal possibilitou investimentos em áreas importantes e a concessão de incentivos fiscais para industrias, bem como o aumento do teto do Simples para o comércio, que começou a valer a partir de 2017.

 

Aliado a isso, em dezembro, o Estado injetou quase R$ 1 bilhão na economia, com as folhas de pagamento de novembro, dezembro e o 13º salário. O resultado dos esforços de gestão se traduz na liderança no ranking nacional de geração positiva de emprego – acumulado 2016, e o consequente reaquecimento da economia com aumento das vendas.

 

“Entre as medidas que estão auxiliando o comércio nessa retomada está a ampliação do teto do Simples. As pequenas e microempresas respondem por 90% da oferta de empregos em MS. O incentivo fiscal, a infraestrutura energética, os recursos hídricos, logística de transportes e equilíbrio das contas públicas dão condições para o crescimento da economia. O Estado aposta nesse círculo virtuoso. É preciso entender que a remuneração da produção reflete no aumento dos postos de trabalho e na geração de tributos. Esse conjunto é que faz a engrenagem do motor da economia girar ”, declarou o governador.

Indústria de MS encerra 2016 com saldo positivo de 943 postos de trabalho

Assessoria

 

Em Mato Grosso do Sul, ao fim do ano passado, 85 atividades industriais apresentaram saldo positivo de contratação (Foto - Divulgação)

 

O setor industrial de Mato Grosso do Sul, que é composto pelas indústrias de transformação, de extrativismo mineral, de construção civil e de serviços de utilidade pública, encerrou o ano de 2016 com saldo positivo de 943 postos formais de trabalho, conforme levantamento do Radar Industrial da Fiems. De acordo com o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende, apesar de o mês de dezembro do ano passado ter registrado o fechamento de 1.974 vagas, a geração de emprego no setor sul-mato-grossense foi positiva na maior parte do ano, revertendo o quadro de demissões observado em 2015, quando foram fechadas 9.243 vagas na indústria estadual.

 

Ainda de acordo com ele, no ano, os melhores resultados foram identificados pelos segmentos da indústria da construção (+2.111), serviços industriais (+453), alimentos e bebidas (+122), indústria da borracha, couro e diversas (+104) e indústria do material elétrico (+103). “Levando em conta todos os setores da economia estadual foram fechadas 7.797 vagas apenas no mês de dezembro, enquanto no acumulado do ano o resultado aponta para o encerramento de 1.123 postos de trabalho. Apesar de negativo, o desempenho observado apresenta sensível melhora na comparação com 2015, quando foram fechadas quase 12 mil vagas no mercado de trabalho sul-mato-grossense”, analisou.

 

Contingente

 

O conjunto das atividades industriais em Mato Grosso do Sul encerrou dezembro de 2016 com 126.178 trabalhadores empregados, indicando queda de 1,5% em relação a novembro. “Mesmo com a redução observada, a indústria terminou o ano com o 3º maior contingente de trabalhadores formais do Estado. Atualmente, a atividade industrial responde por 19,6% de todo o emprego formal existente em Mato Grosso do Sul, ficando atrás dos setores de serviços, que emprega 191.859 trabalhadores e tem participação equivalente a 29,8%, e da administração pública, com 129.958 trabalhadores ou 20,2% do total”, detalhou Ezequiel Resende.

 

O coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems acrescenta que, considerando que em 2016 o salário nominal médio na indústria estadual foi de R$ 2.060,41 – estimado com base no salário nominal médio de 2015 obtido pela RAIS -, a massa salarial paga aos industriários sul-mato-grossenses ao longo do ano alcançou o equivalente a R$ 3,119 bilhões. “O montante é 7,3% superior ao registrado em 2015, quando atingiu o valor de R$ 2,907 bilhões”, informou.

 

Desempenho

 

Em Mato Grosso do Sul, ao fim do ano passado, 85 atividades industriais apresentaram saldo positivo de contratação, proporcionando a abertura de 5.628 vagas, com destaque para a montagem de instalações industriais e de estruturas metálicas (+1.850), construção de rodovias e ferrovias (+456), obras para geração e distribuição de energia elétrica e para telecomunicações (+448). Por outro lado, 127 atividades industriais apresentaram saldo negativo, proporcionando o fechamento de 4.685 vagas, tendo como responsáveis a fabricação de álcool (-455), obras de engenharia civil não especificadas anteriormente (-352), fabricação de produtos de pastas celulósicas, papel, cartolina, papel-cartão e papelão ondulado (-329) e construção de edifícios (-249).

 

Em relação aos municípios, constata-se que em 43 deles as atividades industriais registraram saldo positivo de contratação em 2016, proporcionando a abertura de 4.649 vagas, sendo que as cidades com saldo positivo de pelo menos 100 vagas foram Três Lagoas (+2.464), Aparecida do Taboado (+541), Água Clara (+389), Nova Alvorada do Sul (+265), Mundo Novo (+123) e Nova Andradina (+123). Por outro lado, em 36 municípios as atividades industriais registraram saldo negativo, proporcionando a fechamento de 3.706 vagas, sendo que as cidades com saldo negativo foram Campo Grande (-1.023), Dourados (-647), Bataguassu (-367), Paranaíba (-222), Eldorado (-209), Costa Rica (-155), Terenos (-145), Itaquiraí (-135), Corumbá (-125) e Naviraí (-121).

 

Em 11 meses, exportação estadual de industrializados alcança US$ 2,44 bilhões

Assessoria

 

De janeiro a novembro, os principais destaques ficaram por conta dos grupos “Celulose e Papel”, “Complexo Frigorífico” (Foto - Divulgação)

 

De janeiro a novembro deste ano, a receita com as exportações de produtos industrializados de Mato Grosso do Sul alcançou US$ 2,44 bilhões, conforme levantamento do Radar Industrial da Fiems. Somente no mês de novembro o montante chegou a US$ 246,4 milhões, um aumento nominal de 5% em relação ao mesmo mês de 2015, quando o valor foi de US$ 235,3 milhões.

 

Segundo o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende, no entanto, na avaliação da receita alcançada neste ano na comparação com o mesmo período do ano passado, há uma queda de 7%, diminuindo de US$ 2,61 bilhões para R$ 2,44 bilhões. “Quanto ao volume exportado, na comparação mensal, houve aumento de 17%, enquanto no acumulado do ano a queda foi de 5%, indicando redução superior a 441,4 mil toneladas”, detalhou.

 

Ainda de acordo com o Radar da Fiems, já em relação à participação relativa, no mês, a indústria respondeu por 95% de toda a receita de exportação de Mato Grosso do Sul, enquanto no acumulado do ano, na mesma comparação, a participação ficou em 64%.

 

Desempenho

 

De janeiro a novembro, os principais destaques ficaram por conta dos grupos “Celulose e Papel”, “Complexo Frigorífico”, “Açúcar e Etanol”, “Extrativo Mineral”, “Óleos Vegetais”, “Couros e Peles” e “Alimentos e Bebidas”, que, somados representaram 98,6% da receita total das vendas sul-mato-grossenses de produtos industriais ao exterior. No grupo “Celulose e Papel”, a receita somou US$ 913,2 milhões, apontando queda de 5% sobre igual período de 2015, quando as vendas atingiram US$ 961,9 milhões.

 

A redução observada se deu principalmente pela diminuição nas compras em importantes mercados para a celulose de Mato Grosso do Sul, com destaque para Itália, Holanda, Coreia do Sul e Estados Unidos que somados apresentaram redução equivalente a US$ 97,0 milhões. No “Complexo Frigorífico”, a receita de exportação de janeiro a novembro de 2016 alcançou o equivalente a US$ 712,2 milhões, sinalizando queda de 11% sobre igual período de 2015, quando o total ficou em US$ 798,7 milhões.

 

A redução observada se deu principalmente por conta da diminuição das compras em importantes mercados para as carnes de Mato Grosso do Sul, com destaque para Venezuela, Egito, China, Japão e Arábia Saudita que somados apresentaram redução de US$ 111,9 milhões. No grupo “Açúcar e Etanol”, a receita alcançou o equivalente a US$ 385,9 milhões, aumento de 26% sobre igual período do ano passado, resultado dos aumentos no volume comercializado e preço médio da tonelada do açúcar de cana, único produto do grupo com registro de vendas ao exterior no acumulado deste ano.

 

Outros grupos

 

No grupo “Extrativo Mineral”, a receita de exportação acumulada de janeiro a novembro alcançou o equivalente a US$ 129,2 milhões, indicando recuo de 25% sobre o mesmo período de 2015, quando as vendas foram de US$ 171,9 milhões. Resultado fortemente influenciado pela queda de 23% no preço médio da tonelada do minério de ferro, bem como pela redução de 14% no volume comercializado do produto.

 

Em relação ao grupo “Óleos Vegetais”, a receita somou o equivalente a US$ 121,1 milhões, indicando queda de 31% sobre o mesmo intervalo de 2015, quando as vendas foram de US$ 176,7 milhões. Resultado influenciado, basicamente, pela queda do preço médio de venda das Farinhas e “pellets” da extração do óleo de soja e dos Bagaços e outros resíduos da extração do óleo de soja.

 

Já no grupo “Couros e Peles”, a receita alcançou US$ 99,8 milhões, indicando redução de 9% sobre igual período de 2015, um resultado influenciado principalmente pela queda de 24% do preço médio da tonelada do couro exportado por Mato Grosso do Sul. O grupo “Alimentos e Bebidas” fechou o período com receita equivalente a US$ 23,5 milhões, indicando aumento de 5% na comparação com o mesmo período de 2015, quando as vendas foram de US$ 22,3 milhões. O crescimento foi influenciado, basicamente, pela elevação das compras feitas pelos Estados Unidos, Bolívia, Reino Unido e Hong Kong.

 

Procon orienta consumidores para as compras de Natal

Notícias MS

 

Natal estão se aproximando e muitas lojas, para atrair a atenção dos consumidores (Foto - Divulgação)

 

A Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor (Procon/MS), ligada à Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho (Sedhast), fornece dicas aos consumidores para as compras de fim de ano.

 

As festas de Natal estão se aproximando e muitas lojas, para atrair a atenção dos consumidores, estão com as vitrines repletas de sugestões e promoções. Para não errar na escolha, os Procons de todo o país orientam que é preciso levar em conta o perfil dos presenteados, sem esquecer de considerar a disponibilidade financeira, pois uma compra consciente pode garantir uma comemoração agradável e evitar futuros problemas.

 

Planejar os gastos e pesquisar

 

Planejar os gastos é essencial para fugir das tentações das novidades e não comprar nada que não seja realmente necessário e vá ser usado, alerta a superintendente para Orientação e Defesa do Consumidor (Procon/MS), Rosimeire Cecília da Costa. Além disso, no início do ano, vêm as despesas inevitáveis como IPTU, IPVA e, logo em seguida, de material escolar.

 

Escolhido o presente, é hora de pesquisar preços, pois estes variam entre os estabelecimentos. O Procon alerta que as informações sobre o preço à vista e a prazo, o número de parcelas e as taxas de juros mensal e anual devem estar afixadas em local de fácil acesso de forma legível e clara.

 

Sempre que possível é preferível comprar à vista e pechinchar descontos. Se a compra for a prazo o consumidor deve ficar atento às taxas de juros e número de parcelas para evitar gastos desnecessários.

 

Cuidados nas compras online

 

A pesquisa também deve ser feita se a opção do consumidor for comprar pela Internet. Nessas situações, o consumidor deve ficar atento ao endereço eletrônico, que deve começar com https:// e ao cadeado de segurança que deve aparecer na tela. É importante ainda imprimir o comprovante da compra, com a descrição do pedido, e pedir um e-mail de confirmação, que deve conter a data de entrega do produto. Sites que não disponibilizam telefone, endereço e CNPJ devem ser evitados. Deve-se também evitar efetuar compras em sites que tenham domínio fora do país (sem o “.com.br”).

 

Como acontece com as demais compras efetuadas fora de estabelecimento comercial (catálogo, telefone, porta a porta etc), nas compras pela Internet, o consumidor tem um prazo de sete dias após o recebimento da mercadoria ou da assinatura do contrato de serviço para desistir da contratação. Além disso, todos os valores pagos devem ser restituídos, inclusive o frete.

 

“É importante ainda conhecer o produto que se pretende comprar”, aconselha Rosimeire Cecília da Costa. Assim, ao adquirir um eletroeletrônico, por exemplo, a recomendação é pedir uma demonstração do produto, para conferir se ele está funcionando corretamente. Verificar se o manual de instruções está em português e se o certificado de garantia e a nota fiscal acompanham a mercadoria, também é fundamental.

 

Troca é garantida somente se houver defeito

 

É preciso observar as embalagens dos produtos, que devem ter todas as informações em português. Alimentos e cosméticos devem apresentar, entre outros, dados de: registro no órgão competente, prazo de validade, composição, volume ou quantidade, o fabricante ou importador. É importante verificar a possibilidade de troca se o presente não agradar, pois a troca é garantida pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC) somente se o produto apresentar defeito e após ser levado para a assistência técnica.

 

Caso o consumidor precise acionar o Procon/MS, o Disque Denúncia é o 151. O setor de atendimento do Procon Estadual fica na Rua 13 de junho, 930, centro, em Campo Grande. O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira, das 7 às 19 horas.

Comércio deverá contratar 2 mil temporários em Campo Grande

Assessoria

 

Diretoria do Sindicato dos Empregados no Comércio de Campo Grande (Foto - Divulgação)

O comércio de Campo Grande deverá contratar este ano cerca de 2 mil empregados temporários para ajudar nas vendas de final de ano em todas as áreas (comércio lojista, supermercados, materiais de construção, concessionárias). Apesar de expressivo, esse número representa apenas 5% do efetivo (40 mil) que trabalha hoje nos shoppings, comércio central e periferia da cidade. A estimativa é do Sindicato dos Empregados no Comércio de Campo Grande –SECCG.

 

“Em tempos normais, quando a crise econômica não era tão acentuada no Brasil, Campo Grande vinha contratando em torno de 10% de seu efetivo. Ou seja, se não fosse a crise, a estimativa hoje de contratação seria de 4 mil trabalhadores temporários”, afirma Idelmar da Mota Lima, presidente do sindicato e da Força Sindical Regional Mato Grosso do Sul.

 

Segundo Idelmar, a diretoria do SECCG está otimista com a situação do mercado atualmente, que começa a reagir para sair, a médio e longo prazos, desta que é a maior crise econômica em que o País entrou nas últimas décadas.

 

A diretoria do sindicato tem percorrido o comércio no centro e periferia e constatado o entusiasmo dos empregados no setor com relação às vendas de final de ano. Como grande parte ganha comissão pelas vendas, eles são um termômetro para diagnosticar a situação do mercado. “Temos razões de sobra para acreditar que teremos sim a contratação de pelo menos 2 mil trabalhadores temporários este ano”, afirma o sindicalista.

 

O representante dos comerciários afirma ainda que muitos desses empregados temporários normalmente se destacam tanto nesse curto período de trabalho que acabam sendo efetivados pelas empresas. “A permanência ou não do empregado na empresa vai depender de seu desempenho no dia a dia na loja, no supermercado ou em qualquer outro tipo de comércio em que exercer suas atividades”, explicou.

 

HORÁRIO DE NATAL

 

O SECCG vem enfrentando dificuldade junto à classe patronal para fechar a Convenção Coletiva de Trabalho 2016/17, por conta de divergências na questão salarial. O sindicato laboral quer estabelecer um percentual que cubra as perdas para a inflação, acumulada nos últimos 12 meses, para todas as categorias do comércio varejista da cidade.

 

Os patrões, por sua vez, querem conceder menos que o acumulado na inflação e ainda assim, parcelar para os que ganham acima do piso. Sem chegar a um acordo fica prejudicado também o estabelecimento do horário de funcionamento do comércio nesse período de final do ano para as vendas de Natal e Ano Novo. “Contamos com o bom senso dos comerciantes para que aprovemos percentuais justos que permitam aos trabalhadores sustentarem suas famílias com dignidade”, afirmou Idelmar da Mota Lima.

 

Micros e pequenas empresas passam de 29% para 41% dos fornecedores do Estado

Notícias MS

 

O aumento no interesse dos empresários também se refletiu no grupo de fornecedores cadastrados pela administração (Foto - David Majella)

Com média de 25% de participação dos micros e pequenos empresários nos processos licitatórios dos últimos cinco anos, o Governo de Mato Grosso do Sul, através da Secretaria de Administração e Desburocratização comemora a consolidação das políticas públicas de apoio à pequena empresa. É que em 2016, o número de micros e pequenas empresas saltou de 29% para 41% dos fornecedores quando se trata de compras efetivadas. A informação é do Secretário interino de Administração e Desburocratização, Édio de Souza Viégas, durante o evento Rota do Desenvolvimento.

 

O aumento no interesse dos empresários também se refletiu no grupo de fornecedores cadastrados pela administração. Em 2014, 279 micros e pequenas empresas se inscreveram nos cadastro de fornecedores da administração estadual. Em 2015, o número pulou para 424 empresas e nos primeiros dez meses de 2016, 509 micros e pequenas empresas deram entrada no e-fornecedor, o sistema responsável pelo gerenciamento de cadastro do Governo Estadual. “O aumento no interesse dos empresários em fornecer produtos à administração pública já é resultado efetivo da política que iniciamos em 2015, quando apresentamos de forma inédita todo o planejamento de compras do Governo para que os empresários pudessem se programar para participar dos processos licitatórios”, resumiu Viégas.

 

Outro item que contribuiu de forma significativa para o aumento na construção do leque de fornecedores foi a realização de oficinas ensinando o empresariado, na prática, a vender para o Estado. As oficinas de capacitação passaram pelas cidades de Dourados, Três Lagoas, Bonito e Campo Grande.

 

e-fornecedor

 

Responsável pelo sistema de gerenciamento e certificação de todos os fornecedores do Governo do Estado, o e-fornecedor passará a apresentar algumas facilidades a partir de fevereiro de 2017. Na prática, a apresentação de toda documentação trabalhista, jurídica e contábil que hoje é apresentada de forma física passará a ser solicitada apenas na versão virtual. O sistema também estará integrado com a Jucems, Caixa Econômica Federal e Receita Federal o que vai otimizar o acesso das empresas as certidões exigidas para o cadastro.

Em Dourados, preço do feijão já chega a R$ 13

João Pires

 

Feijão carioquinha em Dourados está entre R$ 11 à R$ 13 o quilo nas prateleiras dos supermercados (Foto - João Pires)

 

O preço do feijão em Dourados aumentou em 60% em relação ao valor médio do mês de maio puxada pelo maior preço, segundo pesquisa divulgada recentemente pelo Procon. Foram coletados preços de 28 itens, sendo considerados para levantamento produtos pré-definidos.

 

O feijão carioquinha, por exemplo, está sendo vendido em uma rede de supermercado à R$ 12,98 o quilo e o feijão preto à R$ 8,99, segundo constatou a reportagem do Diário MS. Outros supermercados apresentam variação de preço em 25,29%, segundo aponta a pesquisa do Procon.

 

A nutricionista Andréia Basso, ressalta que o consumo de feijão tem alto valor nutritivo, fonte de proteína vegetal e fibras alimentares, importante para regulação do intestino. “Combinado com o arroz, fornece aminoácidos e como é rico em ferro e cálcio, previne anemias e a osteoporose”, enfatiza.

Portaria publicada ontem no Diário Oficial do Estado prevê uma redução de 28,80% no preço do feijão carioquinha (Foto - João Pires)

 

Outros alimentos podem ser substituídos pelo consumidor, como lentilha, grão de bico, soja e ervilha. “Como o feijão faz parte da família das leguminosas, estes podem servir de opção para alimentação, considerando que dependendo ainda são mais baratos”, explica a nutricionista.

 

OUTROS PRODUTOS

 

Ainda de conforme a pesquisa do Procon de Dourados, também apresentam variação no preço considerável, de um estabelecimento para outro, o caso dos ovos,

sendo que a dúzia teve diferença de 70,86%, tendo em vista que o quilo do alho apresentou diferença de 98,49%. Já a cebola apresentou diferença de 83,80% o quilo e o sal com diferença de 76,04%, entre o estabelecimento com menor preço e o estabelecimento com maior preço.

 

Por outro lado, a fiscalização do Procon de Dourados encontraram, nesta pesquisa, 10 produtos com diferença superior a 100% entre o estabelecimento com menor preço para o maior preço. Como exemplo, o extrato de Tomate e a Erva Mate de Tereré. Entre o estabelecimento com menor preço e o de maior preço nesta pesquisa a diferença encontrada é de 29,8%. Mostrando assim que o consumidor pode economizar significativamente.

 

Já o valor médio da cesta básica deste mês teve alta de 2,3% em relação ao valor médio da cesta básica do mês de maio. O consumidor deve ficar atento às especificações contidas na embalagem: prazo de validade, composição e peso líquido do produto.

 

 

Vendas no comércio da Capital caem em abril

Diário Digital

 

Vendas cairam nos primeiros quatro meses do ano (Foto: Arquivo Diário Digital)

 

O primeiro quadrimestre de 2016 termina com o [índice que mede o Movimento do Comércio Varejista atingindo 330 pontos, 14% menor ao mesmo período de 2015, que registrou 385 pontos, e já era considerado fraco.

 

O levantamento é feito pela Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) apurou por meio de seu Boletim Econômico – MCV – que, no mês abril, o Movimento do Comércio Varejista foi de 87 pontos, cinco pontos inferior a março, e 10 pontos abaixo do mesmo mês em 2015, quando registrou 97 pontos. “Se comparado aos anos anteriores, o resultado é ainda mais preocupante. Basta considerar que em 2012 o MCV foi 129”, expõe o economista da ACICG, Normann Kallmus. “Mas isso é quase nada se compararmos com o ano de 2012, quando o MCV do período chegou a quase 543 pontos, uma queda de quase 40% em relação àquele ano”, lembra Kallmus.

 

O MCV/ACICG é um índice apurado a partir da evolução dos dados do setor, englobando as transações realizadas entre empresas e também entre consumidores e o comércio. Considerando a sazonalidade característica da atividade comercial, o MCV foi desenvolvido com base fixa definida pela média do desempenho do ano de 2014.

 

O Índice é composto de dois outros sub índices que ajudam a avaliar sua evolução: o MCV-PF, que analisa as transações entre Pessoas Físicas e as empresas do setor terciário, e o MCV-PJ, que avalia as transações entre as empresas. Conforme o economista da ACICG, o MCV-PF de abril foi de 89 pontos, contra os 98 registrados no mesmo mês de 2015, e 92 em abril de 2014. “Isso demonstra outra vez uma redução significativa das transações registradas para o mês”, conta.

 

Já o MCV-PJ foi de 76 pontos, e também apresentou redução. O mesmo indicador em abril de 2012 foi de 101; 108 em 2013; 103 em 2014, e 94 em 2015. Em um ano caiu, portanto, de 94 para 76, configurando uma perda de 18 pontos.

 

As razões para tal comportamento, de acordo com o economista da Associação Comercial, devem-se: à queda do poder de compra do consumidor; à inflação de custos, que restringe ainda mais a

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demanda, e à alteração da carga tributária estadual, que freou a reposição de estoques para nova composição de preços. “Uma análise da série histórica demonstra que os resultados do mês de abril sempre foram melhores do que os de março, o que não ocorreu neste ano e piora as projeções. Se em março, portanto, havia alguma expectativa ligeiramente otimista em relação a abril, hoje a projeção em relação a maio indica exatamente o contrário, independentemente da ocorrência do dia das Mães, a segunda melhor data do calendário do comércio”, analisa Kallmus.

 

Inadimplência do consumidor avançou 3,5% nos últimos 12 meses

Migalhas

 

A inadimplência do consumidor obteve alta de 3,5% no acumulado em 12 meses até abril (acumulado entre maio de 2015 e abril de 2016 contra os 12 meses antecedentes) de acordo com dados nacionais da Boa Vista Serviços S/A. No acumulado do ano a elevação foi de 4,3% quando comparado ao mesmo período em 2015. Na avaliação contra o mesmo mês do ano anterior houve queda de 0,1%, enquanto na série com ajuste sazonal a inadimplência recuou 0,2% na comparação com o mês anterior.

 

 

Regionalmente, em termos interanuais (abril de 2016 contra abril de 2015) o Norte apresentou a maior elevação, de 4,0%, seguido pelo Sudeste, onde o indicador subiu 1,0%. As demais regiões apresentaram quedas,

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sendo a mais acentuada na região Sul, de 5,5%, seguido pelo Nordeste e Centro Oeste, ambas com variações de -0,5%.

 

O aumento do desemprego e a queda dos rendimentos têm contribuído decisivamente para diminuição do orçamento das famílias, levando ao atraso nos pagamentos. Após três anos de estabilidade, a inadimplência dos consumidores esboça sinais de que sua taxa poderá se elevar até o fim de 2016.

 

 

Metodologia

 

O indicador de registro de inadimplência é elaborado a partir da quantidade de novos registros de dívidas vencidas e não pagas informados à Boa Vista pelas empresas credoras. As séries têm como ano base a média de 2011 = 100 e passam por ajuste sazonal para avaliação da variação mensal. A partir de janeiro de 2014, houve atualização dos fatores sazonais e reelaboração das séries dessazonalizadas, utilizando o filtro sazonal X-12 ARIMA, disponibilizado pelo US Census Bureau. Em virtude da lei estadual de SP 15.659/2015, a partir de setembro de 2015 passou-se a usar como referência para este estado o número de cartas de notificação enviadas aos consumidores em vez dos números de débitos ativos na base do SCPC.

Apesar da crise, comerciários acreditam na recuperação da economia

Assessoria

 

Apesar da crise econômica, que ainda não deu sinais de recuperação, e da crise política, que colocou o país em suspense http://cialisfordailyuse-right.com/ sobre quem fica na presidência, os comerciários, maior categoria de trabalhadores de Mato Grosso do Sul, com quase 100 mil profissionais empregados, estão otimistas de que tão logo o Senado Federal defina sobre o impeachment, o país começará a trilhar rumo ao desenvolvimento. “Isto, graças à força do trabalho do povo brasileiro, que é um povo trabalhador, aguerrido e que não fugirá à luta por um Brasil melhor”, afirma Pedro Lima, presidente da Fetracom (Federação dos Trabalhadores no Comércio e Serviços de Mato Grosso do Sul).

 

Com a proximidade do Dia do Trabalhador, no domingo, 1º de maio, Lima tem sustentado esse discurso e vai reforça-lo na solenidade de comemoração a esse dia especial na festa dos comerciários de Dourados, onde ele preside o Sindicato dos Empregados no Comércio da cidade, o Secod. A entidade vai realizar um dia de viagra coupon atividades culturais e de lazer em seu clube de campo durante todo o domingo.

 

“Não somos otimistas à toa. Acreditamos realmente na força de trabalho do povo brasileiro. Nossas autoridades precisam apenas corrigir os problemas políticos e evitar que a conta seja jogada sobre as costas dos trabalhadores. A nossa parte faremos, e muito bem para que o país volte a crescer, prosperar e gerar emprego e renda para as milhares de famílias que estão desempregadas”, afirmou Pedro Lima.

 

O sindicalista também quer que o judiciário e o legislativo brasileiro tomem as devidas providências para punir todos os envolvidos em atos ilícitos. cialisfordailyuse-right.com “Isso é fundamental, pois, como brasileiros, queremos que todos sejam julgados e responsabilizados pelos seus atos. E que a justiça seja feita em igualdade para todos, sem privilégio para este ou aquele”, reforça Pedro Lima.

 

HISTÓRIA

 

Sobre a história do Dia do Trabalho, Pedro Lima lembra que ela remonta o ano de 1886 na industrializada cidade de Chicago (Estados Unidos). No dia 1º de maio daquele ano, milhares de trabalhadores foram às ruas reivindicar melhores condições de trabalho, entre elas, a redução da jornada de trabalho de treze para oito horas diárias. Neste mesmo dia ocorreu nos Estados Unidos uma cost of cialis vs viagra grande greve geral dos trabalhadores.

 

Dois dias após os acontecimentos, um conflito envolvendo policiais e trabalhadores provocou a morte de alguns manifestantes. Este fato gerou revolta nos trabalhadores, provocando outros enfrentamentos com policiais. No dia 4 de maio, num conflito de rua, manifestantes atiraram uma bomba nos policiais, provocando a morte de sete deles. Foi o estopim para que os policiais começassem a atirar no grupo de manifestantes. O resultado foi a morte de doze protestantes e dezenas de pessoas feridas. Desse trágico episódio surgiu o 1º de Maio, Dia do Trabalhador.

 

COMEMORAÇÕES

 

Sindicatos filiados à Fetracom, segundo Pedro Lima, em cidades como Dourados, Ponta Porã, Corumbá, Três Lagoas, Campo Grande e outras, vão comemorar o 1º de maio com atividades esportivas e de lazer, para prestigiar os comerciários nesse dia especial, Dia free viagra coupon do Trabalhador.

 

O Sindicato dos Empregados no Comércio de Ponta Porã, por exemplo, vai realizar o concurso de online pharmacy rx Miss Comerciária, com atrações culturais e de lazer para a família comerciária do município.

 

Já o Secod, de Dourados, vai abrir seu clube de lazer durante todo o domingo, para receber a família comerciária para atividades esportivas, culturais e de lazer. “Será uma grande festa. Afinal, nossos comerciários merecem o melhor”, afirmou Pedro Lima.

Indústria quer dobrar a qualidade da carne produzida em MS

Assessoria

 

Mato Grosso do Sul se destaca em relação aos demais estados, quando o assunto é índice de Farol Verde, que indica o nível da carne deseja pelo mercado. Na régua estabelecida pelo JBS, frigorífico com maior representatividade no Estado, do total de animais encaminhados para abate no ano passado, 23,3% representaram excelência. A meta da indústria é dobrar esse volume em 2016 e atingir 50% dos animais enquadrados no Farol Verde. Os números foram revelados nesta quinta-feira (7), pelos representantes da multinacional, Tiago Carneiro e Fábio Dias, em evento realizado pela Prefeitura Municipal de Figueirão, que reuniu pecuaristas do Norte de MS para debater qualidade da carne e Cadastro Ambiental Rural (CAR).

 

Segundo as explanações do JBS toda a qualidade produzida da porteira para dentro é valorizada pela indústria, podendo o pecuarista ser bonificado com até R$ 7,00 a mais por arroba. “Temos diversos programas de bonificação e para remunerar melhor aquele criador que se dedica à qualidade, avaliamos o acabamento do animal, maturidade e o seu peso. A partir dessas informações

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podemos identificar os animais que merecem um plus em relação ao valor praticado no balcão ou até aplicar uma penalização de R$ 3,00 para a carne indesejada”, destaca Carneiro.

 

Entre os procolos de classificação a equipe do JBS destacou o Programa Carne Angus Certificada, que pode agregar até R$ 5,00 por arroba e outros R$ 2,00 pelo Farol Verde. E também apresentou a forma de valorização da Cota Hilton, que pode atingir até R$ 6,00 por arroba, além do preço praticado no mercado. “Convidamos a indústria a conversar diretamente com os pecuaristas para exibir, de forma didática, que a produção com qualidade estimula a renda. Os mercados internos e externos se mantêm exigentes, mas os pecuaristas devem ser ainda mais”, pontuou o prefeito de Figueirão, Rogério Rosalin, que compartilha do objetivo de tornar Figueirão a capital do bezerro Cota Hilton.

 

Para o pecuarista Rubens Catenacci, independente do preço praticado ao consumidor, é indiscutível a necessidade de se estabelecer um padrão. “A qualidade deve ser nítida e Mato Grosso do Sul tem a obrigação de encabeçar esse projeto de padronizar a qualidade, a

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ponto de construirmos uma marca própria da carne produzida em pasto sul-mato-grossense”, enfatiza o proprietário da Fazenda 3R.

 

Além da palestras que tratou das bonificações da indústria, também foram debatidos o Cadastro Ambiental Rural (CAR) e o fortalecimento do Banco Original, da holding J&F, voltado espeficamente ao produtores rurais.

Reajuste da tarifa de energia trará impacto de R$ 24,7 milhões sobre indústria de Mato Grosso do Sul

Assessoria

 

O reajuste de 6,75% da tarifa de energia elétrica dos consumidores industriais sul-mato-grossenses atendidas pela Energisa trará um impacto de R$ 24,7 milhões sobre o setor neste ano, conforme levantamento feito pelo Radar Industrial da Fiems com base nos dados da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) apresentados pela Abradee (Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica). O índice de aumento faz parte do reajuste tarifário anual autorizado nesta terça-feira (05/04) pela Aneel e que começará a valer a partir da próxima sexta-feira (08/04).

 

Na avaliação do presidente da Fiems, Sérgio Longen, o reajuste na tarifa de energia elétrica é mais um duro golpe sobre o setor industrial. “Já estamos sofrendo com aumentos de tarifas e de impostos quase que constantes, seja por parte da União, do Estado ou dos municípios. Está ficando cada vez mais difícil produzir neste País”, reclamou.

 

Ele reforça que, com certeza, essa elevação da tarifa de energia elétrica será repassada para o preço final dos produtos industrializados e os consumidores, que já enfrentam dificuldades para comprar, agora terão mais um agravante. “Fica até difícil avaliar a atual situação porque acabamos de sair da cobrança da tarifa vermelha e já no mesmo mês vem o reajuste tarifário anual sobre a conta de energia. Para mim, esse aumento é um disfarce porque o Governo Federal não tem capacidade para fazer uma gestão competente em todos os sentidos, ainda mais no setor elétrico, que ele desmantelou, como fez com a Petrobras e com outras estatais brasileiras”, analisou.

 

Detalhamento

 

De acordo com o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende, para se chegar ao montante de R$ 24,7 milhões, o levantamento levou em consideração que o preço médio do mWh (Megawatt-hora) para o setor industrial do Estado em 2016 será de R$ 459,40 com o reajuste de 6,75%. “Com o consumo industrial cativo estimado para 2016 em 702.740 mWh, o valor será de R$ 322.838.756,00, ou seja, uma diferença de R$ 24.799.002,80 para mais na comparação com os R$ 298.039.753,20 apurados no ano passado”, detalhou.

 

Ezequiel Resende acrescenta que, considerando as informações apresentados pela Semade (Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico), por meio do Perfil Estatístico de MS 2015, o Estado conta com 8.768 consumidores cativos na classe industrial, que consumiram em 2014 o equivalente a 692.552 mWh. “Dados da Aneel apontam que a tarifa média para o setor industrial cativo em Mato Grosso do Sul atendido pela Energisa em 2015 era de R$ 430,35 por mWh. Estima-se ainda que, em 2015, o consumo tenha permanecido no mesmo nível do ano anterior e que em 2016 apresente até 1,5% de crescimento”, pontuou.

 

No ano passado, o preço médio do mWh da classe industrial do Estado foi de R$ 430,35 e o consumo chegou a 692.552 mWh, totalizando como valor gasto pelos consumidores industriais cativos R$ 298.039.753,20. O coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems explica que o levantamento não leva em consideração os 27 consumidores industriais que não estão sujeitos ao reajuste da concessionária porque compram energia diretamente no mercado livre. “Esse grupo deve ser responsável por um consumo equivalente a 553.130 mWh ao longo deste ano, o que representa 44% de todo o consumo industrial de energia elétrica em Mato Grosso do Sul”, finalizou.

Arábia Saudita habilita exportação de carne de nove frigoríficos sul-mato-grossenses

Notícias MS

 

Até o fim do mês nove frigoríficos de Mato Grosso do Sul realizarão os primeiros embarques de carne bovina para a Arábia Saudita, que habilitou as importações tanto para carne in natura quanto para industrializada.

 

Segundo a Autoridade Saudita de Alimentos e Medicamentos (SFDA), foram habilitadas as exportações de três unidades JBS, sendo duas de Campo Grande e uma de Naviraí, duas unidades Marfrig, em Bataguassu e Porto Murtinho, do frigorífico Total, de Paranaíba, Minerva, de Batayporã, Vale Grande, de Iguatemi e Mataboi, de Três Lagoas.

 

As indústrias fazem parte de uma lista que conta com 49 frigoríficos brasileiros aptos a exportar carne para o país do Oriente Médio. Os sauditas também habilitaram seis unidades em Mato Grosso, cinco em Minas Gerais, dois no Rio Grande do Sul, dois em Rondônia, dois no Paraná, 10 em São Paulo, oito em Goiás, três no Pará e um em Tocantins. A expectativa é que a quantidade de estabelecimentos aumente nas próximas semanas.

 

O setor estima que as exportações alcancem US$ 42 milhões em 2016. O potencial para os próximos anos, de acordo com cálculos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), chega a US$ 74 milhões. Para a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne, esse é um mercado com grande potencial: o país consome anualmente 108 mil toneladas de carne (85% são importadas), com expectativa de aumentar o consumo em até 8% até 2019.

 

Em 2015 as exportações de carne bovina brasileira para os países árabes atingiram faturamento de US$ 1,4 bilhão – 24% do total exportado no ano. Somente os Emirados Árabes Unidos importaram do Brasil 18 mil toneladas de carne bovina no ano passado, gerando faturamento de US$ 84 milhões.

 

O mercado saudita foi reaberto após negociações entre o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento com o ministro da Agricultura do Reino da Arábia Saudita, Abdulrahman Al Fadhlyé. A suspensão das importações ocorreu em 2012, após um caso atípico da doença da vaca louca.

 

O fim do embargo à carne brasileira representa abertura não apenas do mercado saudita, mas de todos os países do Golfo. Somente a Arábia Saudita comprou, em 2014, US$ 355 milhões do produto, o que equivale a quase 100 mil toneladas. O valor representa 10% de tudo o que o Brasil exporta em carne bovina, que soma 1,1 milhão de toneladas anualmente.