Motorista abandona carro carregado com maconha após veículo se envolver em acidente em MS (Foto: Divulgação/PRF)
Um carro carregado com 679 kg maconha embalada em tabletes foi abandonado pelo motorista após o veículo se envolver em uma saída de pista na rodovia BR-267, em Bataguassu, sul de Mato Grosso do Sul, na sexta-feira (19).
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, que atendeu a ocorrência, o motorista não foi identificado até o momento. Já a droga e o carro foram apreendidos e encaminhados para a delegacia de Bataguassu.
Já o veículo, que tem placas de Ponta Grossa (PR), possui registro de furto/roubo em Itajaí. Segundo os policiais, o carro era clonado.
Breno Fernando Solon Borges, filho desembargadora de MS, é considerado imputável (Foto: Reprodução/ TV Morena)
A juíza substituta da Vara Única de Água Clara Thielly Dias de Alencar Pithan e Silva aceitou os três laudos psiquiátricos do empresário Breno Fernando Solon Borges, filho da presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS) e desembargadora Tânia Garcia Lopes, mas negou investigação contra o perito Luiz Felipe Rigonatti.
Com base nos laudos, Thielly afirma que o acusado tinha condição mental do ato praticado. Breno foi preso no dia 8 de abril, quando foi flagrado com 129,9 quilos de maconha e 270 munições calibre 7,62 e 71 munições calibre 9mm, em Três Lagoas, município a 313 quilômetros da capital sul-mato-grossense.
No carro ainda estavam um funcionário e a namorada do empresário, que já foram condenados por tráfico de drogas e porte de munição. Cleiton Jean Sanches Chaves foi condenado a 8 anos e dois meses e Isabela Lima Vilalva a 7 anos, 5 meses e 5 dias. O processo de Breno foi desmembrado porque o juiz suspendeu até a conclusão sobre a insanidade mental dele.
A defesa alegou que o filho da desembargadora portava síndrome de Borderline para conseguir a transferência do presídio de Três Lagoas para uma clínica de tratamento psiquiátrica. Depois de várias decisões do Tribunal de Justiça, no dia 25 de julho de 2017, Breno foi transferido para uma clínica de Atibaia, no interior de São Paulo, onde ficou até 22 de novembro e voltou para unidade prisional.
A substituição da prisão pela internação ocasionou a abertura de investigação no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que vai apurar as circunstâncias da concessão do habeas corpus ao Breno. Agora o Ministério Público do Estado (MPE) entrou com Ação Civil Pública contra a desembargadora Tânia por improbidade administrativa.
Segundo o MPE, ela usou do cargo para ameaçar o diretor do presídio de Três Lagoas, caso o filho dela, Breno Fernando Solon Borges, não fosse solto.
Laudos psiquiátricos
O laudo realizado pelo psiquiatra forense Guido Arturo Palomba constatou que Breno sofre de condutopatia, um desvio de comportamento e que ele entende perfeitamente o caráter criminoso de uma ação.
O parecer da assistente técnica do Ministério Público do Estado (MPE), médica psiquiatra Ana Beatriz Barbosa da Silva, concluiu “ausência de nexo entre o transtorno mental do periciando e o ato criminoso em si por ele praticado”.
Por outro lado, o documento assinado pelo doutor em psiquiatria Talvane Marins de Moraes contradiz as duas avaliações. Segundo a avaliação médica, Breno “não era inteiramente capaz de se autodeterminar” por causa da pertubação da saúde mental.
Outro mandado de prisão
A prisão preventiva foi decretada pela 2ª Vara Criminal em Três Lagoas com base nas investigações da Operação Cérberus, deflagrada pela Polícia Federal no dia 13 de junho de 2017, que desarticulou uma organização criminosa especializada no contrabando de armas e que planejava o resgate de um detento na Penitenciária de Segurança Máxima de Campo Grande.
Mesmo preso, no dia 14 de julho, o juiz de Três Lagoas expediu mandado preventivo contra o empresário após analisar indícios que demonstraram a participação de Breno nas ações criminosas que desencadearam a operação.
Por causa desse mandado de prisão, o empresário conseguiu habeas corpus, mas continuou preso.
Sargento e cabo voltando ao presídio militar após uma audiência de custódia (Foto: Reprodução/TV Morena)
Seis tesmunhas de acusação – uma delas por vídeo conferência diretamente de Mundo Novo (MS) – foram ouvidas pela Justiça na tarde desta quarta-feira (17), no fórum de Campo Grande, sobre o caso dos policiais militares acusados de cobrar R$ 150 mil para liberar um caminhão com carga contrabandeada de cigarro.
A defesa tem agora um prazo de cinco dias para apresentar as próprias testemunhas. Após isso, uma nova audiência será marcada, de acordo com a assessoria de imprensa do fórum da capital sul-mato-grossense, que não informou se os envolvidos compareceram na audiência, apesar de intimados.
Ainda segundo a assessoria, o processo entrou em segredo de Justiça, o que impossibilita que a imprensa tenha acesso às informações e acompanhe o andamento. A audiência desta tarde foi a portas fechadas, sem autorização para que jornalistas e até funcionários do fórum pudessem assistir.
Propina
O caminhão com cigarros contrabandeados foi abordado em uma rodovia da capital sul-mato-grossense e levado para o Jardim Tarumã. Dois policiais teriam cobrado propina no valor de R$ 150 mil para liberar a carga e o motorista. Na negociação, segundo os investigadores, ficou acertado que o valor deveria ser pago naquele momento. O valor não chegou a ser entregue.
Na época, a Polícia Militar informou por meio de nota que os dois policiais militares vão responder pelo crime de corrupção passiva.
Prisões
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) soube do pedido de propina, monitorou a situação e prendeu o cabo Rafael Marques da Costa, de 28 anos, e o sargento Alex Duarte de Aguir, de 38. Os dois policiais estavam em um posto de combustíveis da avenida Guinter Hans esperando que o dinheiro fosse entregue.
Os policiais estavam armados e não resistiram à prisão. O caso foi registrado na Polícia Civil como concussão, que é quando o servidor público pede alguma vantagem para si relacionada à função, estando ou não em serviço, e contrabando. A Polícia Federal também atua no caso.
No dia 7 de dezembro a Corregedoria da Polícia Militar informou que prendeu mais cinco PMs. O motivo das prisões, segundo a corporação, é que os militares teriam participação na cobrança do dinheiro para liberar a carga e o motorista.
Gravação
Com os suspeitos foram encontrados vários celulares, inclusive o aparelho do caminhoneiro e documentos do veículo. Um dos aparelhos é de um homem que ajudou nas investigações e tinha gravações que revelam como foi a negociação dos R$ 150 mil. A polícia também vai investigá-lo para saber se ele fazia parte da quadrilha de contrabando.
Pessoa 1: “Quem abordou mesmo o menino foi o PM, deixaram o trator na estradinha vicinal, pegaram ele e levaram para outro canto. O caminhão ficou lá. Depois eles foram lá e buscaram o caminhão, aí onde eu entrei em contato com o motorista e dois caras veio entrar em contato comigo, num Civic prata, um cara ruivo, de barba ruiva e quem está na jogada lá é os pé preto, Polícia Militar”.
Os policiais pareciam ter pressa para finalizar o acordo e entregar o caminhoneiro.
Pessoa 1: “Ele falou daqui uma hora você me passa o dinheiro. Aí eu falei você é louco? Como é que em uma hora eu vou arrumar R$ 150 mil, vem mais debaixo esse dinheiro aí, você me dá três, quatro horas. Aí eu falei que até cinco horas eu entregava o dinheiro para eles aqui. Sabe o que ele falou para mim cara? Que se até cinco horas eu não entregar o dinheiro, que eu não preciso entregar o dinheiro mais não. Mano os caras vão roubar nossa mercadoria”.
Mas que estava negociando não conseguiu todo o montante exigido e revelou em uma mensagem.
Pessoa 1: “Aí eu não falo para os caras que só tô com R$ 30 [mil] eu falo que tô com tudo né?”
Avenida Afonso Pena, em Campo Grande (Foto: Osvaldo Nóbrega/TV Morena)
Dois motoristas de serviços por aplicativo foram assaltados entre a noite de terça-feira (16) e a madrugada de quarta (17), em Campo Grande. Nenhum suspeito pelos crimes foi preso.
Segundo informações do boletim de ocorrência, o primeiro roubo foi por volta das 22h30 (de MS). A vítima, de 40 anos, foi encontrada pela Polícia Militar (PM) “fora de si”, “aparentemente sob efeito de alguma substância” e não sabia dizer o nome nem o que tinha acontecido.
O motorista retomou consciência, disse o nome, o trabalho, porém não se lembrava do porque do ferimento a facadas na barriga. Ele foi levado pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para a Santa Casa, fez cirurgia e irá para enfermaria.
Testemunhas disseram à polícia que viram a vítima com mais dois homens dentro do carro brigando e trocando socos. Em seguida, viram o motorista caindo no chão e os demais saindo com o veículo.
O carro foi encontrado na madrugada, na avenida Guaicurus, abandonado.
Outro caso
Por volta das 3 horas, outro motorista assaltado, dessa vez no Centro de Campo Grande, na avenida Afonso Pena.
O homem de 37 anos falou à polícia que tinha acabado de deixar um cliente e após andar alguns metros, o suspeito entrou no carro, pegou o celular que estava no painel, obrigou a vítima a entregar dinheiro e fugiu.
Moradores da região não relataram sobre o assunto (Foto - Luciano Muta)
Na noite deste domingo, 14 de janeiro, em mais uma acidente com um motorista supostamente embriagado, deixou cerca de quatro pessoas feridas na noite deste ontem (14) próximo ao bar Fly na Capital.
Segundo informações preliminares, um veículo em alta velocidade atropelou cerca de três pessoas, ainda não identificadas, deixando uma em estado grave e sendo encaminhada para a Santa Casa de Campo Grande.
O motorista conseguiu fugir e até o momento não foi localizado. Moradores da região não relataram sobre o assunto.
Outro caso
Nessa madrugada Welison Torres, 26 anos, acabou sendo preso por dirigir de forma perigosa, ameaçando populares da via e tentar fugir da polícia.
O suspeito assumiu que teria ingerido bebida alcoólica, mas o exame clínico deu negativo. Ninguém ficou ferido.
Polícia abate drone que sobrevoava penitenciária em Dourados, MS (Foto: Polícia Militar/Divulgação)
Um drone que sobrevoava a Penitenciária Estadual de Dourados, , foi abatido a tiros por policiais militares e agentes penitenciários. O caso aconteceu neste domingo (14).
A suspeita da polícia é que o equipamento fazia o voo na intenção de jogar alguma coisa dentro da unidade de segurança. O susposto controlador fugiu levando um embrulho. Já o aparelho foi apreendido.
A polícia quer saber agora o que o drone realmente fazia sobrevoando a PED. A possibilidade de entregar drogas dentro da penitenciária não está descartada, de acordo com os investigadores que acompanham o caso.
Computadores de duas mesas foram furtados em MS (Foto: Osvaldo Nóbrega/TV Morena)
Os assaltantes que entraram em no Conselho Tutelar do bairro Monte Líbano, em Campo Grande, na madrugada desta quinta-feira (11), se aproveitaram de alimentos que havia no local. Eles comeram o que tinha e ainda tomaram sorvete.
Além disso, fizeram um limpa no prédio: furtaram computadores, seis caixas de brinquedos e até luminárias. Os suspeitos reviraram documentos e arrancaram uma cortina. Uma funcionária que chegou para trabalhar foi quem viu o que tinha acontecido.
Os ladrões entraram aqui no conselho pulando o muro da casa ao lado, que está vazia para alugar. Eles subiram pelo telhado, desceram pela goiabeira e tiveram acesso ao prédio pela janela após quebrarem o vidro.
Segundo funcionários, alguém muito magro entrou pelo buraco feito na janela e abriu a porta com a chave reserva que fica nos armários. Depois do furto, os conselheiros decidiram pedir a troca das chaves e segurança 24 horas.
Avó foi a quarta suspeita presa de torturar menino de 4 anos em Campo Grande (MS) (Foto: Divulgação/ Polícia Civil de MS/Arquivo)
A avó do menino de 4 anos torturado em rituais de magia negra, em Campo Grande, até fevereiro de 2016 foi condenada a 16 anos e quatro meses de prisão por tortura, associação criminosa com envolvimento de adolescentes e por dar bebida alcoólica à criança. A decisão foi publicada no Diário Oficial da Justiça desta terça-feira (9).
O caso chegou ao conhecimento da polícia quando o menino foi internado na Santa Casa de Campo Grande com queimaduras no rosto, fratura em um dos braços, ferimentos nos olhos e saco escrotal, além de quadro de desnutrição e anemia importante.
A condenada ficou presa durante seis meses quando as agressões foram descobertas. Na época, ela negou que soubesse das agressões e tortura durante rituais de magia negra. Ela conseguiu liberdade condicional e, em fevereiro de 2017, a Justiça cassou o habeas corpus obrigando-a a retornar ao presídio.
Outros três familiares do menino envolvidos nas sessões de tortura foram julgados e condenados no ano passado. Os tios-avós confessaram a tortura em rituais de magia negra. Eles tinham a guarda-provisória da criança e afirmaram que as agressões ocorriam também fora dos rituais de magia negra.
A tia da criança foi condenada a 18 anos, 6 meses e 20 dias de reclusão e ao pagamento de 16 dias-multa. O marido dela foi condenado a 17 anos e 5 meses e 10 dias de reclusão e ao pagamento de 16 dias-multa em regime fechado.
Além deles, o irmão da avó paterna biológica do menino também foi condenado. Ele e a esposa teriam sido os familiares mais próximos interessados na guarda da criança, depois que a avó paterna devolveu a criança à Justiça alegando que não tinha condições de cuidá-la.
O irmão da avó paterna, que morava na residência do casal e participava dos rituais, foi condenado a 15 anos, 2 meses e 20 dias de reclusão e ao pagamento de 16 dias-multa.
Segundo a polícia, os pais biológicos do menino são usuários de droga e o abandonaram. Em depoimento, a tia-avó contou que quis adotar a criança com intenção de utilizá-la em rituais de sacrifício.
O menino foi adotado por uma nova família e está bem, mas continua fazendo acompanhamento psicológico para tratar o trauma.
Dupla estava com 12 sacos de alho importado do Paraguai (Foto: PRF/Divulgação)
Dois homens, de 53 e 56 anos, foram presos por contrabando de mercadorias na BR-463, em Ponta Porã, nesta segunda-feira (8). A dupla foi flagrada com maços de cigarros e sacos de alho. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), essa foi a segunda vez que os suspeitos são presos pelo mesmo motivo.
A dupla transportava 4.500 maços de cigarros e 12 volumes com alho importados sem o pagamento do imposto de importação em uma caminhonete. De acordo com a polícia, as mercadorias foram contrabandeadas do Paraguai.
Os policiais encontraram as mercadorias ao fiscalizarem o veículo com placas de Nova Andradina (MS). Ao consultar os sistemas, a equipe da PRF constatou que o motorista e o passageiro tinham ocorrências registradas no dia 19 de maio de 2016. Os registros tinham as mesmas características em relação às mercadorias e argumentos.
Os suspeitos, o veículo e a carga foram encaminhados à sede da Polícia Federal em Ponta Porã.
Um casal foi amarrado por bandidos na noite de quarta-feira (3) e teve a caminhonete e diversos objetos roubados, no bairro Nova Lima, em Campo Grande. Três suspeitos, de 24, 25 e 29 anos foram presos. Outros dois conseguiram fugir.
Um serralheiro de 39 anos estava sentado em uma cadeira na calçada de casa quando foi rendido pelos assaltantes. Ele foi obrigado a entrar na residência e lá os bandidos renderam também a esposa dele, de 56 anos.
O casal foi amarrado com fio de extensão e obrigado a ficar de joelhos com a cabeça no sofá. Foram cerca de 20 minutos de momentos de tensão. Os bandidos pegaram televisor, ferro elétrico de passar roupas, aparelho de som, entre outros objetos, colocaram tudo na caminhonete do casal e fugiram.
As vítimas se soltaram e acionaram a Polícia Militar. A caminhonete tem rastreador e três dos cinco suspeitos acabaram presos na avenida Júlio de Castilho, região do bairro Santo Amaro. Dois fugiram.
O serralheiro disse à polícia que momentos antes do crime viu um grupo de rapazes passando em um carro azul na frente da casa dele obervando o local. O casal falou que suspeita que os bandidos sejam os mesmos que têm a rodado a casa deles a alguns dias.
Kauan 9 anos foi visto pela última vez no dia 25 de junho deste ano (Foto: Reprodução/ TV Morena/Arquivo)
Na primeira audiência sobre o caso de Kauan Andrade dos Santos, de 9 anos, que teria morrido enquanto era estuprado pelo professor de 38 anos, foram ouvidas sete crianças e um adolescente com idades entre 11 e 16 anos. Os depoimentos desta quarta-feira (13) foram realizados na sala especial, onde há o acompanhamento de uma psicóloga.
O garoto foi visto pela última vez no dia 25 de junho deste ano, em um bairro a cinco quilômetros de onde morava, em Campo Grande. O acusado foi preso quase um mês depois, no dia 21 de julho. Um adolescente de 14 anos apreendido pela polícia foi quem relatou como o crime teria ocorrido.
O advogado de defesa Alessandro Farias disse que o professor nega as acusações.
Para a Polícia Civil, Kauan morreu enquanto era estuprado pelo professor, que depois dos abusos forçou os adolescentes a ficarem na casa, esquartejou o corpo e o colocou em um saco preto no porta-malas de seu carro. Depois o acusado teria jogado o saco no rio Anhanduí.
Além das crianças e do adolescente, o juiz da 7ª Vara Criminal expediu ao todo 20 mandados para vítimas, testemunhas e o acusado. O laudo feito no carro e casa do professor, onde foram encontrados fios de cabelo e marcas de sangue ainda não ficaram prontos.
Apesar do corpo não ter sido encontrado, o juiz Marcelo Ivo de Oliveira disse que não se pode falar em ausência de materialidade do crime. O trâmite na Justiça segue normalmente e o processo vai depender do depoimento das outras nove vítimas e testemunhas do caso.
O professor é acusado de um estupro de vulnerável com resultado morte, destruição ou ocultação de cadáver e desprezar o cadáver. Também é acusado de outros dois estupros de vulnerável, quatro estupros, seis induzimentos à prostituição, além de uma contravenção penal de molestar adolescente.
A próxima audiência do caso deve ser realizada no fim de janeiro de 2018.
Homem é acusado de matar jovem e esconder corpo em sofá em 2007, em Campo Grande (Foto: Reprodução/TV Morena/Arquivo)
A Justiça negou nesta terça-feira (12) o pedido de prisão domiciliar a Eduardo Dias Campos Neto, acusado de matar a ex-mulher e esconder o corpo dentro do sofá em 2007, em Campo Grande. Ele faz tratamento contra um câncer.
O desembargador Dorival Moreira dos Santos, relator substituto, considerou os 10 anos que o acusado ficou foragido no Paraguai e só foi preso com a ajuda da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol) em agosto deste ano.
Em relação ao tratamento médico, Dorival afirmou que o Presídio de Segurança Máxima tem uma ala médica e quando for necessário Neto poderá receber atendimento no hospital com escolta.
A defesa argumentou que desde o último dia 21 de setembro, Neto teve uma piora no quadro clínico da doença e precisou ficar internado na Santa Casa. A internação não foi impedimento para o juiz da 2ª Vara do Tribunal do Júri realizar audiência no dia 30 de outubro para ouvir o acusado.
No depoimento, Neto disse que deu uma chave de braço na ex-companheira Aparecida de Oliveira, de 18 anos, durante uma discussão, mas depois dela ter cuspido na face dele e dito que o pai do filho era outro homem. Ele também disse que escondeu o corpo no sofá-cama para o filho não ver.
Antes de morar com Eduardo, a jovem Aparecida de Oliveira vivia com a família, no distrito de Anhanduí, em Campo Grande. Ela era a filha mais nova de dona Maria Iraídes.
A professora se lembra que o relacionamento dos dois era conturbado e que o genro sempre foi agressivo por causa de ciúmes. Um dia depois do crime ela chegou a ir até o apartamento onde o corpo da filha estava escondido.
Polícia encontra 8ª ossada em caso de desaparecidos do bairro Danúbio Azul, em Campo Grande (MS) (Foto: Polícia Civil/ Divulgação)
O jardineiro Luiz Alves Martins Filho, conhecido como Nando do Danúbio Azul, foi condenado a 29 anos, 10 meses e 10 dias de prisão por tráfico de drogas e favorecimento da prostituição ou de outra forma de exploração sexual de criança ou adolescente. O juiz Marcelo Ivo de Oliveira, titular da 7ª Vara Criminal de Campo Grande, ainda o condenou a mil dias-multa.
Segundo a denúncia, Nando foi acusado de organizar e participar de orgias regadas a drogas, especialmente pasta base de cocaína, com adolescentes viciados ou usuários de entorpecentes.
Na maioria das vezes, o acusado ia de carro procurar os jovens e oferecia drogas em troca dos programas sexuais. Conforme o Ministério Público Estadual (MPE), Luiz Alves agiria dessa forma desde 2010 e, com o auxílio de outros seis denunciados, teriam cometido o crime, no mínimo, contra 10 menores identificados.
Nando do Danúbio Azul negou ter cometido esses crimes, mesmo após testemunho de cerca de 20 pessoas, entre vítimas, testemunhas e acusados.
Na avaliação do juiz, não houve provas suficientes contra os outros acusados e ao crime de associação criminosa. Pela exploração sexual, que se deu de forma continuada com cada vítima, Nando foi condenado a 19 anos, 10 meses e 10 dias de reclusão, que, somados à pena aplicada pelo crime de tráfico de drogas, totalizaram os quase 30 anos.
Luiz Alves já tinha sido condenado por atentado violento ao pudor e ainda responde outros processos criminais nas varas do tribunal do júri, onde é acusado de vários homicídios, destruição e ocultação de cadáveres e porte ilegal de armas.
Investigação
Para a polícia, Nando é responsável pela morte de 16 pessoas. O jardineiro disse que os crimes em série começaram há 5 anos. A primeira ossada foi encontrada no dia 17 de novembro de 2016, durante as investigações de 10 desaparecidos no bairro Danúbio Azul. O local é bem conhecido por Nando e fica ao lado do bairro onde as vítimas sumiram.
Das 16 vítimas que Nando assumiu ter matado, a polícia suspeita que ele tenha enterrado 13, sendo que 10 foram localizadas durante as escavações e as outras três podem ter ser sido enterradas em outros locais. As três vítimas restantes foram mortas a tiros e os corpos não foram transportados ou enterrados, segundo a Delegacia Especializada de Homicídios (DEH).
Uma família ficou trancada no quarto do casal por cerca de 30 minutos até terem certeza de que os três homens armados e rostos tampados tinham deixado a residência em Campo Grande, na manhã deste domingo (19). Além do homem de 65 anos, mulher de 35 anos, também estavam um menino de 3 anos e uma bebê de 15 dias.
Conforme o registro policial, a mulher foi até um quarto nos fundos da residência quando viu os três suspeitos que ameaçaram: “onde está o dinheiro? temos a informação que tem dinheiro”. O grupo rendeu ela e as crianças no quarto do casal.
Depois de muito insistirem, o homem levou os bandidos até cofre de onde pegaram R$ 7 mil. Em seguida, vasculharam toda a residência e pegaram dois aparelhos celulares, três chaves de veículos e um molho de chaves.
O homem foi levado junto à família e foi amarrado com peças de roupa. Os suspeitos trancaram a porta e ordenou que não saíssem porque iriam voltar para levar os veículos. Depois de meia hora o idoso saiu do quarto e tentou contato com a Polícia Militar.
O caso foi registrado como roubo majorado pela restrição de liberdade da vítima, pelo concurso de pessoas e pelo emprego de arma na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) do Centro.
A apreensão é resultado de ação conjunta de Policiais militares da ALI (Agencia Local de Inteligência) com a Rádio Patrulha do 3º BPM(Foto: Divulgação/PM)
Policiais militares da ALI (Agencia Local de Inteligência) em uma ação conjunta com a Rádio Patrulha do 3º BPM, acabaram efetuando a prisão de Kleiton da Silva Pecarini (34), morador na Vila Industrial em Dourados pelo crime de tráfico de drogas.
Conforme informações, os policiais da ALI monitoravam Kleiton que já era conhecido no meio policial pela pratica do tráfico de drogas e acabaram visualizando o acusado em uma motoneta Honda C100 Pop de cor amarela com placa de Dourados/MS, transitando pela rua Coronel Noronha e pela suspeita do mesmo estar levando drogas, foi realizada a abordagem com apoio de uma das equipes de Rádio patrulha, sendo localizado no bolso do acusado um invólucro contendo 100 papelotes de cocaína.
Questionado ao acusado se teria mais drogas em sua casa, o mesmo acabou confessando que sim, levando os policiais até a rua Fernando Ferrari, próximo a escola Álvaro Brandão na casa que residia e pegou mais dois invólucros contendo mais 182 papelotes de cocaína e entregou aos policiais.
Com o acusado foram apreendidos ainda mais de 800 reais em dinheiro, que segundo o acusado já eram produto da venda da cocaína.
A droga totalizou 258 gramas.
O caso foi registrado como tráfico de drogas no 2º DP.
Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao utilizar nossos serviços, você concorda com tal monitoramento.