Vítima foi morta a facadas e namorado é o principal suspeito. Ele continua foragido (Foto: Reprodução/Facebook)
A delegada Ariene Murad, titular da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), afirmou que a razão de Katiusce Arguelho dos santos, de 31 anos, ter sido morta por 18 facadas, supostamente pelo namorado de 28 anos, em Campo Grande, no último fim de semana, foi o ciúme.
“O crime foi motivado por ciúmes. Como quase todos os crimes de feminicídio, o sentimento de posse do homem em relação a essa mulher; o uso de arma branca também é muito comum nos casos de feminicídio”, afirmou a delegada.
O suspeito continua foragido. A polícia investiga denúncias sobre o paradeiro dele. Apesar disso, Ariene explica que o inquérito será concluído e apresentado ao Ministério Público do Estado (MPE) no rito normal. A polícia aguarda os laudos da perícia da faca usada no crime, apreendida na casa do namorado da vítima, e do corpo de delito.
Segundo a polícia, Katiusce teria terminado o relacionamento de dois anos. O casal estaria separado há quatro meses.
“Já resta bem configurado o crime de feminicídio, que é uma qualificadora do homicídio, a pena é uma reclusão de 12 a 30 anos. Acredito que exista mais uma qualificadora, o motivo torpe, em razão do ciúme”, afirmou Ariene.
Katiusce tinha seis filhos, frutos do relacionamento anterior. A irmã Kamila Arguelho dos Santos, de 29 anos, e mãe dela vão pedir a guarda das crianças na Justiça. Os mais novos tem 4 e 7 anos. Segundo Kamila, o filho de 7 anos é o que mais está sofrendo e fica pedindo a mãe. A menina caçula foi deixada em outra residência para não ver o que está acontecendo.
Estelionatário é preso preventivamente por golpe do empréstimo consignado em Fátima do Sul, MS (Foto: Reprodução/TV Morena)
Um homem de 27 anos foi preso preventivamente em Fátima do Sul, no sul de Mato Grosso do Sul, por aplicar o golpe do empréstimo consignado. Segundo a polícia, ele fechada contratos por um valor, mas quando o dinheiro era descontado do cliente, a cobrança era maior.
A empresa, de acordo com as investigações, pertencia à mãe do suspeito, que assim como ele, foi indiciada no ano passado pelo crime. “Mesmo com o indiciamento do Diego, ele continuou reinterando a prática de estelionato”, afirmou Mayara de Souza.
Segundo a delegada, os crimes começaram a ser cometidos a partir do momento em que o homem passou a fazer parte da empresa. As principais vítimas são idosos e pessoas com baixo conhecimento. Até o momento, 15 ocorrências foram registradas.
A polícia constatou que, até o momento, o estelionatário causou um prejuízo de mais de R$ 200 mil. Atualmente ele falsificava assinaturas das vítimas para soltar cheques sem fundo no comércio, e, assim, comprar veículos de luxo como moto e caminhonetes.
“Algumas vítimas já têm advogado constituído, e esses advogados estão entrando com ações cíveis. Tentando o reebolso dessas vítimas. A gente tem orientado que busque a Defensoria Pública porque lá eles já têm conhecimento do caso para ver se consegue judicialmente o reebolso desse valor ou que cessem os descontos mensaisdos benefícios desses idosos”, explicou a delegada Mayara.
Porção da droga localizada nas partes íntimas da suspeita em MS (Foto: Polícia Civil/Divulgação)
Uma mulher de 28 anos foi presa com 221 gramas de maconha, escondidas na vagina, neste domingo (21). Ao G1 o delegado Roberto Duarte Faria, responsável pelas investigações, disse que a suspeita estava no presídio, quando servidores desconfiaram e a encaminharam para a realização de raio-X, confirmando a droga escondida nas partes intímas.
“Ela permaneceu em silêncio durante o interrogatório e estava assistida por um advogado. A suspeita disse apenas que estava indo ao presídio visitar o esposo, que está preso por tráfico de drogas. Agora será indiciada pelo mesmo crime”, afirmou o delegado.
Conforme o registro policial, a suspeita estava no estabelecimento penal de Rio Brilhante, a 150 km de Campo Grande. Por volta das 9h50 (de MS), os agentes desconfiaram de algo e acionaram a escolta para a mulher. O exame constatou a droga e a médica plantonista retirou o invólucro plástico.
A mulher então foi levada para a delegacia do município e indiciada por tráfico de drogas, cuja pena varia de 5 a 15 anos de reclusão. Ela não possuía antecedentes criminais.
Motorista abandona carro carregado com maconha após veículo se envolver em acidente em MS (Foto: Divulgação/PRF)
Um carro carregado com 679 kg maconha embalada em tabletes foi abandonado pelo motorista após o veículo se envolver em uma saída de pista na rodovia BR-267, em Bataguassu, sul de Mato Grosso do Sul, na sexta-feira (19).
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, que atendeu a ocorrência, o motorista não foi identificado até o momento. Já a droga e o carro foram apreendidos e encaminhados para a delegacia de Bataguassu.
Já o veículo, que tem placas de Ponta Grossa (PR), possui registro de furto/roubo em Itajaí. Segundo os policiais, o carro era clonado.
Breno Fernando Solon Borges, filho desembargadora de MS, é considerado imputável (Foto: Reprodução/ TV Morena)
A juíza substituta da Vara Única de Água Clara Thielly Dias de Alencar Pithan e Silva aceitou os três laudos psiquiátricos do empresário Breno Fernando Solon Borges, filho da presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS) e desembargadora Tânia Garcia Lopes, mas negou investigação contra o perito Luiz Felipe Rigonatti.
Com base nos laudos, Thielly afirma que o acusado tinha condição mental do ato praticado. Breno foi preso no dia 8 de abril, quando foi flagrado com 129,9 quilos de maconha e 270 munições calibre 7,62 e 71 munições calibre 9mm, em Três Lagoas, município a 313 quilômetros da capital sul-mato-grossense.
No carro ainda estavam um funcionário e a namorada do empresário, que já foram condenados por tráfico de drogas e porte de munição. Cleiton Jean Sanches Chaves foi condenado a 8 anos e dois meses e Isabela Lima Vilalva a 7 anos, 5 meses e 5 dias. O processo de Breno foi desmembrado porque o juiz suspendeu até a conclusão sobre a insanidade mental dele.
A defesa alegou que o filho da desembargadora portava síndrome de Borderline para conseguir a transferência do presídio de Três Lagoas para uma clínica de tratamento psiquiátrica. Depois de várias decisões do Tribunal de Justiça, no dia 25 de julho de 2017, Breno foi transferido para uma clínica de Atibaia, no interior de São Paulo, onde ficou até 22 de novembro e voltou para unidade prisional.
A substituição da prisão pela internação ocasionou a abertura de investigação no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que vai apurar as circunstâncias da concessão do habeas corpus ao Breno. Agora o Ministério Público do Estado (MPE) entrou com Ação Civil Pública contra a desembargadora Tânia por improbidade administrativa.
Segundo o MPE, ela usou do cargo para ameaçar o diretor do presídio de Três Lagoas, caso o filho dela, Breno Fernando Solon Borges, não fosse solto.
Laudos psiquiátricos
O laudo realizado pelo psiquiatra forense Guido Arturo Palomba constatou que Breno sofre de condutopatia, um desvio de comportamento e que ele entende perfeitamente o caráter criminoso de uma ação.
O parecer da assistente técnica do Ministério Público do Estado (MPE), médica psiquiatra Ana Beatriz Barbosa da Silva, concluiu “ausência de nexo entre o transtorno mental do periciando e o ato criminoso em si por ele praticado”.
Por outro lado, o documento assinado pelo doutor em psiquiatria Talvane Marins de Moraes contradiz as duas avaliações. Segundo a avaliação médica, Breno “não era inteiramente capaz de se autodeterminar” por causa da pertubação da saúde mental.
Outro mandado de prisão
A prisão preventiva foi decretada pela 2ª Vara Criminal em Três Lagoas com base nas investigações da Operação Cérberus, deflagrada pela Polícia Federal no dia 13 de junho de 2017, que desarticulou uma organização criminosa especializada no contrabando de armas e que planejava o resgate de um detento na Penitenciária de Segurança Máxima de Campo Grande.
Mesmo preso, no dia 14 de julho, o juiz de Três Lagoas expediu mandado preventivo contra o empresário após analisar indícios que demonstraram a participação de Breno nas ações criminosas que desencadearam a operação.
Por causa desse mandado de prisão, o empresário conseguiu habeas corpus, mas continuou preso.
Sargento e cabo voltando ao presídio militar após uma audiência de custódia (Foto: Reprodução/TV Morena)
Seis tesmunhas de acusação – uma delas por vídeo conferência diretamente de Mundo Novo (MS) – foram ouvidas pela Justiça na tarde desta quarta-feira (17), no fórum de Campo Grande, sobre o caso dos policiais militares acusados de cobrar R$ 150 mil para liberar um caminhão com carga contrabandeada de cigarro.
A defesa tem agora um prazo de cinco dias para apresentar as próprias testemunhas. Após isso, uma nova audiência será marcada, de acordo com a assessoria de imprensa do fórum da capital sul-mato-grossense, que não informou se os envolvidos compareceram na audiência, apesar de intimados.
Ainda segundo a assessoria, o processo entrou em segredo de Justiça, o que impossibilita que a imprensa tenha acesso às informações e acompanhe o andamento. A audiência desta tarde foi a portas fechadas, sem autorização para que jornalistas e até funcionários do fórum pudessem assistir.
Propina
O caminhão com cigarros contrabandeados foi abordado em uma rodovia da capital sul-mato-grossense e levado para o Jardim Tarumã. Dois policiais teriam cobrado propina no valor de R$ 150 mil para liberar a carga e o motorista. Na negociação, segundo os investigadores, ficou acertado que o valor deveria ser pago naquele momento. O valor não chegou a ser entregue.
Na época, a Polícia Militar informou por meio de nota que os dois policiais militares vão responder pelo crime de corrupção passiva.
Prisões
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) soube do pedido de propina, monitorou a situação e prendeu o cabo Rafael Marques da Costa, de 28 anos, e o sargento Alex Duarte de Aguir, de 38. Os dois policiais estavam em um posto de combustíveis da avenida Guinter Hans esperando que o dinheiro fosse entregue.
Os policiais estavam armados e não resistiram à prisão. O caso foi registrado na Polícia Civil como concussão, que é quando o servidor público pede alguma vantagem para si relacionada à função, estando ou não em serviço, e contrabando. A Polícia Federal também atua no caso.
No dia 7 de dezembro a Corregedoria da Polícia Militar informou que prendeu mais cinco PMs. O motivo das prisões, segundo a corporação, é que os militares teriam participação na cobrança do dinheiro para liberar a carga e o motorista.
Gravação
Com os suspeitos foram encontrados vários celulares, inclusive o aparelho do caminhoneiro e documentos do veículo. Um dos aparelhos é de um homem que ajudou nas investigações e tinha gravações que revelam como foi a negociação dos R$ 150 mil. A polícia também vai investigá-lo para saber se ele fazia parte da quadrilha de contrabando.
Pessoa 1: “Quem abordou mesmo o menino foi o PM, deixaram o trator na estradinha vicinal, pegaram ele e levaram para outro canto. O caminhão ficou lá. Depois eles foram lá e buscaram o caminhão, aí onde eu entrei em contato com o motorista e dois caras veio entrar em contato comigo, num Civic prata, um cara ruivo, de barba ruiva e quem está na jogada lá é os pé preto, Polícia Militar”.
Os policiais pareciam ter pressa para finalizar o acordo e entregar o caminhoneiro.
Pessoa 1: “Ele falou daqui uma hora você me passa o dinheiro. Aí eu falei você é louco? Como é que em uma hora eu vou arrumar R$ 150 mil, vem mais debaixo esse dinheiro aí, você me dá três, quatro horas. Aí eu falei que até cinco horas eu entregava o dinheiro para eles aqui. Sabe o que ele falou para mim cara? Que se até cinco horas eu não entregar o dinheiro, que eu não preciso entregar o dinheiro mais não. Mano os caras vão roubar nossa mercadoria”.
Mas que estava negociando não conseguiu todo o montante exigido e revelou em uma mensagem.
Pessoa 1: “Aí eu não falo para os caras que só tô com R$ 30 [mil] eu falo que tô com tudo né?”
Avenida Afonso Pena, em Campo Grande (Foto: Osvaldo Nóbrega/TV Morena)
Dois motoristas de serviços por aplicativo foram assaltados entre a noite de terça-feira (16) e a madrugada de quarta (17), em Campo Grande. Nenhum suspeito pelos crimes foi preso.
Segundo informações do boletim de ocorrência, o primeiro roubo foi por volta das 22h30 (de MS). A vítima, de 40 anos, foi encontrada pela Polícia Militar (PM) “fora de si”, “aparentemente sob efeito de alguma substância” e não sabia dizer o nome nem o que tinha acontecido.
O motorista retomou consciência, disse o nome, o trabalho, porém não se lembrava do porque do ferimento a facadas na barriga. Ele foi levado pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para a Santa Casa, fez cirurgia e irá para enfermaria.
Testemunhas disseram à polícia que viram a vítima com mais dois homens dentro do carro brigando e trocando socos. Em seguida, viram o motorista caindo no chão e os demais saindo com o veículo.
O carro foi encontrado na madrugada, na avenida Guaicurus, abandonado.
Outro caso
Por volta das 3 horas, outro motorista assaltado, dessa vez no Centro de Campo Grande, na avenida Afonso Pena.
O homem de 37 anos falou à polícia que tinha acabado de deixar um cliente e após andar alguns metros, o suspeito entrou no carro, pegou o celular que estava no painel, obrigou a vítima a entregar dinheiro e fugiu.
Moradores da região não relataram sobre o assunto (Foto - Luciano Muta)
Na noite deste domingo, 14 de janeiro, em mais uma acidente com um motorista supostamente embriagado, deixou cerca de quatro pessoas feridas na noite deste ontem (14) próximo ao bar Fly na Capital.
Segundo informações preliminares, um veículo em alta velocidade atropelou cerca de três pessoas, ainda não identificadas, deixando uma em estado grave e sendo encaminhada para a Santa Casa de Campo Grande.
O motorista conseguiu fugir e até o momento não foi localizado. Moradores da região não relataram sobre o assunto.
Outro caso
Nessa madrugada Welison Torres, 26 anos, acabou sendo preso por dirigir de forma perigosa, ameaçando populares da via e tentar fugir da polícia.
O suspeito assumiu que teria ingerido bebida alcoólica, mas o exame clínico deu negativo. Ninguém ficou ferido.
Polícia abate drone que sobrevoava penitenciária em Dourados, MS (Foto: Polícia Militar/Divulgação)
Um drone que sobrevoava a Penitenciária Estadual de Dourados, , foi abatido a tiros por policiais militares e agentes penitenciários. O caso aconteceu neste domingo (14).
A suspeita da polícia é que o equipamento fazia o voo na intenção de jogar alguma coisa dentro da unidade de segurança. O susposto controlador fugiu levando um embrulho. Já o aparelho foi apreendido.
A polícia quer saber agora o que o drone realmente fazia sobrevoando a PED. A possibilidade de entregar drogas dentro da penitenciária não está descartada, de acordo com os investigadores que acompanham o caso.
Computadores de duas mesas foram furtados em MS (Foto: Osvaldo Nóbrega/TV Morena)
Os assaltantes que entraram em no Conselho Tutelar do bairro Monte Líbano, em Campo Grande, na madrugada desta quinta-feira (11), se aproveitaram de alimentos que havia no local. Eles comeram o que tinha e ainda tomaram sorvete.
Além disso, fizeram um limpa no prédio: furtaram computadores, seis caixas de brinquedos e até luminárias. Os suspeitos reviraram documentos e arrancaram uma cortina. Uma funcionária que chegou para trabalhar foi quem viu o que tinha acontecido.
Os ladrões entraram aqui no conselho pulando o muro da casa ao lado, que está vazia para alugar. Eles subiram pelo telhado, desceram pela goiabeira e tiveram acesso ao prédio pela janela após quebrarem o vidro.
Segundo funcionários, alguém muito magro entrou pelo buraco feito na janela e abriu a porta com a chave reserva que fica nos armários. Depois do furto, os conselheiros decidiram pedir a troca das chaves e segurança 24 horas.
Avó foi a quarta suspeita presa de torturar menino de 4 anos em Campo Grande (MS) (Foto: Divulgação/ Polícia Civil de MS/Arquivo)
A avó do menino de 4 anos torturado em rituais de magia negra, em Campo Grande, até fevereiro de 2016 foi condenada a 16 anos e quatro meses de prisão por tortura, associação criminosa com envolvimento de adolescentes e por dar bebida alcoólica à criança. A decisão foi publicada no Diário Oficial da Justiça desta terça-feira (9).
O caso chegou ao conhecimento da polícia quando o menino foi internado na Santa Casa de Campo Grande com queimaduras no rosto, fratura em um dos braços, ferimentos nos olhos e saco escrotal, além de quadro de desnutrição e anemia importante.
A condenada ficou presa durante seis meses quando as agressões foram descobertas. Na época, ela negou que soubesse das agressões e tortura durante rituais de magia negra. Ela conseguiu liberdade condicional e, em fevereiro de 2017, a Justiça cassou o habeas corpus obrigando-a a retornar ao presídio.
Outros três familiares do menino envolvidos nas sessões de tortura foram julgados e condenados no ano passado. Os tios-avós confessaram a tortura em rituais de magia negra. Eles tinham a guarda-provisória da criança e afirmaram que as agressões ocorriam também fora dos rituais de magia negra.
A tia da criança foi condenada a 18 anos, 6 meses e 20 dias de reclusão e ao pagamento de 16 dias-multa. O marido dela foi condenado a 17 anos e 5 meses e 10 dias de reclusão e ao pagamento de 16 dias-multa em regime fechado.
Além deles, o irmão da avó paterna biológica do menino também foi condenado. Ele e a esposa teriam sido os familiares mais próximos interessados na guarda da criança, depois que a avó paterna devolveu a criança à Justiça alegando que não tinha condições de cuidá-la.
O irmão da avó paterna, que morava na residência do casal e participava dos rituais, foi condenado a 15 anos, 2 meses e 20 dias de reclusão e ao pagamento de 16 dias-multa.
Segundo a polícia, os pais biológicos do menino são usuários de droga e o abandonaram. Em depoimento, a tia-avó contou que quis adotar a criança com intenção de utilizá-la em rituais de sacrifício.
O menino foi adotado por uma nova família e está bem, mas continua fazendo acompanhamento psicológico para tratar o trauma.
Dupla estava com 12 sacos de alho importado do Paraguai (Foto: PRF/Divulgação)
Dois homens, de 53 e 56 anos, foram presos por contrabando de mercadorias na BR-463, em Ponta Porã, nesta segunda-feira (8). A dupla foi flagrada com maços de cigarros e sacos de alho. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), essa foi a segunda vez que os suspeitos são presos pelo mesmo motivo.
A dupla transportava 4.500 maços de cigarros e 12 volumes com alho importados sem o pagamento do imposto de importação em uma caminhonete. De acordo com a polícia, as mercadorias foram contrabandeadas do Paraguai.
Os policiais encontraram as mercadorias ao fiscalizarem o veículo com placas de Nova Andradina (MS). Ao consultar os sistemas, a equipe da PRF constatou que o motorista e o passageiro tinham ocorrências registradas no dia 19 de maio de 2016. Os registros tinham as mesmas características em relação às mercadorias e argumentos.
Os suspeitos, o veículo e a carga foram encaminhados à sede da Polícia Federal em Ponta Porã.
Um casal foi amarrado por bandidos na noite de quarta-feira (3) e teve a caminhonete e diversos objetos roubados, no bairro Nova Lima, em Campo Grande. Três suspeitos, de 24, 25 e 29 anos foram presos. Outros dois conseguiram fugir.
Um serralheiro de 39 anos estava sentado em uma cadeira na calçada de casa quando foi rendido pelos assaltantes. Ele foi obrigado a entrar na residência e lá os bandidos renderam também a esposa dele, de 56 anos.
O casal foi amarrado com fio de extensão e obrigado a ficar de joelhos com a cabeça no sofá. Foram cerca de 20 minutos de momentos de tensão. Os bandidos pegaram televisor, ferro elétrico de passar roupas, aparelho de som, entre outros objetos, colocaram tudo na caminhonete do casal e fugiram.
As vítimas se soltaram e acionaram a Polícia Militar. A caminhonete tem rastreador e três dos cinco suspeitos acabaram presos na avenida Júlio de Castilho, região do bairro Santo Amaro. Dois fugiram.
O serralheiro disse à polícia que momentos antes do crime viu um grupo de rapazes passando em um carro azul na frente da casa dele obervando o local. O casal falou que suspeita que os bandidos sejam os mesmos que têm a rodado a casa deles a alguns dias.
Kauan 9 anos foi visto pela última vez no dia 25 de junho deste ano (Foto: Reprodução/ TV Morena/Arquivo)
Na primeira audiência sobre o caso de Kauan Andrade dos Santos, de 9 anos, que teria morrido enquanto era estuprado pelo professor de 38 anos, foram ouvidas sete crianças e um adolescente com idades entre 11 e 16 anos. Os depoimentos desta quarta-feira (13) foram realizados na sala especial, onde há o acompanhamento de uma psicóloga.
O garoto foi visto pela última vez no dia 25 de junho deste ano, em um bairro a cinco quilômetros de onde morava, em Campo Grande. O acusado foi preso quase um mês depois, no dia 21 de julho. Um adolescente de 14 anos apreendido pela polícia foi quem relatou como o crime teria ocorrido.
O advogado de defesa Alessandro Farias disse que o professor nega as acusações.
Para a Polícia Civil, Kauan morreu enquanto era estuprado pelo professor, que depois dos abusos forçou os adolescentes a ficarem na casa, esquartejou o corpo e o colocou em um saco preto no porta-malas de seu carro. Depois o acusado teria jogado o saco no rio Anhanduí.
Além das crianças e do adolescente, o juiz da 7ª Vara Criminal expediu ao todo 20 mandados para vítimas, testemunhas e o acusado. O laudo feito no carro e casa do professor, onde foram encontrados fios de cabelo e marcas de sangue ainda não ficaram prontos.
Apesar do corpo não ter sido encontrado, o juiz Marcelo Ivo de Oliveira disse que não se pode falar em ausência de materialidade do crime. O trâmite na Justiça segue normalmente e o processo vai depender do depoimento das outras nove vítimas e testemunhas do caso.
O professor é acusado de um estupro de vulnerável com resultado morte, destruição ou ocultação de cadáver e desprezar o cadáver. Também é acusado de outros dois estupros de vulnerável, quatro estupros, seis induzimentos à prostituição, além de uma contravenção penal de molestar adolescente.
A próxima audiência do caso deve ser realizada no fim de janeiro de 2018.
Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao utilizar nossos serviços, você concorda com tal monitoramento.