Uma jovem de 20 anos foi morta com pelo menos 5 tiros, segundo boletim de ocorrência, após revidar uma cantada com um tapa. O caso aconteceu em Rio Brilhante, no sul de Mato Grosso do Sul, na noite de sexta-feira (18).
De acordo com o registro policial, a vítima tinha ido a um bar com o namorado quando um homem de 41 anos deu em cima dela. Insatisfeita, a mulher revidou com um tapa no rosto do suspeito. Ele prometeu buscar uma arma e voltar.
O homem retornou e foi até a casa da jovem – que fica em frente ao bar. A vítima morreu no local. O suspeito já foi identificado. O caso foi registrado como homicídio qualificado por motivo fútil.
Jovem foi sequestrado ontem pela manhã (Foto: Divulgação)
O delegado do SIG (Serviço de Investigações Gerais) da Polícia Civil de Ponta Porã, Rodolfo Daltro, afirmou ao Dourados News que não houve pagamento pela liberação de Pedro Urbieta de Souza, 12, sequestrado por trio encapuzado na manhã de quinta-feira (17) na região central de Ponta Porã e liberado no final da noite do mesmo dia.
Conforme o delegado, existiram pelo menos dois contatos dos autores com familiares, porém, nada foi entregue.
O menino é de família influente na região, filho de Alexandre Reichardt de Souza, dono de uma loja de materiais de construção em Pedro Juan Caballero, sobrinho do ex-prefeito da cidade, Bruno Reichardt, e do ex-ministro do Paraguai, Paulo Reichardt.
De acordo om Daltro, houve uma grande mobilização das forças policiais para que o menor fosse solto, o que pode ter feito os sequestradores recuarem diante das pedidas.
Além dos órgãos de segurança da fronteira, agentes do Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco e Resgate) de Campo Grande e da Polícia Nacional do Paraguai, onde informações apontavam a estadia do grupo após o rapto, atuaram na ocorrência.
Urbieta foi deixado em matagal no território paraguaio, porém, os criminosos conseguiram escapar.
Apesar do final feliz para a família do adolescente, a polícia continua trabalhando no caso na tentativa de localizar e prender os suspeitos.
Fernando foi esquartejado e deixado em rua do Los Angeles. (Foto: Reprodução do vídeo)
Fernando do Nascimento dos Santos, 22 anos, encontrado, nesta quarta-feira (16), em Campo Grande, morto e enrolado em um cobertor, mãos amarradas para trás, cabeça e as pernas separadas do corpo, gravou um vídeo pedindo desculpas para a facção do PCC (Primeiro Comando da Capital).
Com gravação de 14 segundos, ele aparece no vídeo em uma cadeira onde pede desculpas. “Ao Primeiro Comando da Capital, esse recado aqui vai pra todos os lixo que se encontra aí no nosso Estado, aí aonde for aí, nóis vai mata tudo, entendeu? esse daqui vai um recado, entendeu? Nosso, o Primeiro Comando da Capital, família 1533, entendeu?” , disse nas imagens.
Em seguida ele tem a camiseta rasgada. O assassino usa um faca para decepar a cabeça. As imagens foram editadas para não mostrar a violência.
Fernando é nascido em Deodápolis, mas morava em Nova Alvorada do Sul. Mais detalhes da investigação ainda não foram reveladas.
Musicista Mayara Amaral foi encontrada morta e teve o corpo carbonizado em Campo Grande (Foto: Reprodução/Facebook)
O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MP-MS) ajuizou ação penal contra Luiz Alberto Bastos Barbosa pelos crimes de latrocínio, ocultação e destruição parcial de cadáver da musicista Mayara Amaral e Anderson Sanches Pereira por receptação.
O promotor de Justiça Clóvis Amauri Smaniotto afirmou que o crime de latrocínio agravado, pelo qual o suspeito foi denunciado, é o mais grave das leis penais brasileiras e descartou nesse caso o crime de feminicídio, conforme especulações.
Segundo as investigações, Barbosa e Mayara se encontraram em um motel de Campo Grande no último dia 24 de julho e alí ele teria matado a vítima a marteladas. O exame necroscópico comprovou que a causa da morte foi traumatismo craniano.
Depois o suspeito deixou o corpo à beira da rodovia que vai para Rochedo e colocou fogo na vegetação. No dia da prisão, ele disse que a intenção era roubar os bens da musicista que foi calculado em R$ 17,3 mil.
O veículo da vítima Barbosa vendeu para Anderson Sanches, denunciado por receptação. Um terceiro suspeito foi preso, mas não foi indiciado por crimes ligados à morte de Mayara.
A denúncia contra Luiz Alberto foi pelo crime de latrocínio, agravado pelo motivo torpe, ou seja, por ódio da vítima e contra pessoa com envolvimento amoroso – violência doméstica. Ele também é acusado pela ocultação e destruição parcial de cadáver, agravado para assegurar a impunidade e vantagem do crime de latrocínio, com uso de fogo e que podia resultar em crime comum.
De acordo com a ação penal ajuizada, o promotor de Justiça pede que seja mantida a prisão preventiva dos suspeitos, além disso Sanches é reincidente e foi condenado anteriormente pela prática do crime de roubo majorado, tendo cumprido a pena e beneficiado com indulto no dia 21 de março de 2016.
Smaniotto pede ainda que os suspeitos sejam condenados à reparação de danos morais e materiais aos seus herdeiros da vítima.
De acordo com a acusação, o promotor explicou que Luiz Alberto pode ser condenado a pensa de 21 a 33 anos de prisão e Anderson a uma pena de 1 a 3 anos de prisão.
Kauan, de 9 anos, está desaparecido há 50 dias (Foto: Reprodução/ TV Morena)
Os exames para comparar o DNA do sangue encontrado na casa do suspeito de matar e desaparecer Kauan Andrade Soares do Santos, de 9 anos, em Campo Grande, foram inconclusivos porque, segundo o delegado Paulo Sérgio Lauretto, o local foi lavado. O que dificulta o trabalho dos peritos. A única certeza é de que trata de sangue humano.
“Se nós já tivéssemos o próprio corpo para fazer os exames periciais, se esse material coletado no local reagisse positivamente, esse período e possível degradação pelo tempo, com certeza o resultado seria mais fácil e teríamos até mesmo concluído este caso”, afirmou o titular da Delegacia Especializada de Atendimento à Criança e ao Adolescente (Depca).
O desaparecimento de Kauan completa 50 dias. O corpo ainda não foi encontrado e o suspeito que está preso desde o dia 21 de julho. A princípio a prisão foi mantida por causa de materiais de pedofilia encontrados na casa dele e a acusação de oito casos de estupro de vulnerável.
Mesmo negando os fatos, a Justiça concedeu prisão temporária por 30 dias por causa da morte e desaparecimento do garoto que foi visto pela última vez no dia 25 de junho.
Um adolescente de 14 anos apreendido por suspeita de participar do crime contou à polícia como tudo teria acontecido. De acordo com o depoimento, Kauan foi estuprado e morto dentro da casa do professor e o corpo teria sido jogado no rio Anhanduí.
As buscas já percorreram mais de 20 quilômetros de rio, mas nada foi encontrado. Por enquanto, a polícia suspendeu as buscas pelo corpo até surgimento de novas pistas.
“Diante do quadro que hoje se apresenta não tem nenhuma dúvida [da culpa do professor]”, afirmou o delegado.
Autor do crime foi encaminhado ao 1º Distrito Policial (Foto: Osvaldo Duarte)
Marcelo Prenda Albernaz Elia, 42, conhecido como ‘Carioca’ e com várias passagens pela polícia, é o autor do roubo a uma joalheria no final da manhã de ontem (8) no Shopping Avenida Center, em Dourados. Ele foi preso por equipe da Força Tática da Polícia Militar logo após o crime.
O rapaz responderá por tentativa de homicídio, já que na ação esfaqueou um funcionário do local e também assalto.
De acordo com o boletim de ocorrência, o rapaz deixou cair a mochila onde colocou as peças e o dinheiro na tentativa de fuga. Nela havia também uma blusa, provavelmente produto de furto de outra loja no shopping.
Carioca foi preso ao tentar se esconder num conjunto de quitinetes localizado na rua Oliveira Marques, próximo ao local.
Após o flagrante, ele acabou encaminhado para uma das celas do 1º Distrito Policial de Dourados.
O animal abatido seria um javaporco, animal com caça permitida, porém, sem permissão de transporte da carne, por questões sanitárias.(Foto: Divulgação)
Policiais Militares Ambientais de Batayporã realizavam patrulhamento terrestre na rodovia MS 145, nas proximidades do Distrito de Ipezal, no município de Angélica, ontem (6) às 14h30 e abordaram um veiculo Chevrolet S10, com placas de Deodápolis, onde foram encontradas armas, munições, três cachorros de caça e 12,5 kg de carne de um animal abatido.
No veículo estavam três indivíduos, de 24, 44 e 54 anos, que retornavam de uma caçada, segundo eles, em uma fazenda no município de Rio Brilhante e que o animal abatido seria um javaporco, animal com caça permitida, porém, sem permissão de transporte da carne, por questões sanitárias.
Com os infratores, residentes em Deodápolis, foram apreendidas: uma espingarda calibre 12 e uma espingarda calibre 20, além de 7 munições calibre 12 e três munições calibre 20. As armas e munições não possuíam documentação.
Os infratores receberam voz de prisão e foram encaminhados, juntamente com o material apreendido, à delegacia de Polícia Civil de Angélica, onde foram autuados em flagrante por porte ilegal de arma e saíram depois de pagar fiança. A pena pelo porte ilegal de arma é de dois a quatro anos de detenção.
A carne será periciada. Caso se comprove que seja de animal silvestre, os três presos também responderão por crime ambiental de caça ilegal. A pena para a caça é de seis meses a um ano de prisão, aumentada de meio ano, se for animal silvestre constante na lista de espécies em extinção.
Os infratores também poderão ser autuados administrativamente e multados em R$ 5.000,00 se for animal silvestre em extinção e R$ 500,00 se não constar da lista de espécie em extinção.
Mãe de Kauan, desaparecido há um mês em Campo Grande (Foto: Reprodução/ TV Morena)
No meu coração, ele está vivo. Meu filho vai chegar… Você fica naquela espera e nada, nada dele”, diz Janete dos Santos Andrade, mãe de Kauan Andrade, que está desaparecido desde o dia 25 de junho, em Campo Grande.
A polícia acredita que o garoto foi estuprado e morto, mas o corpo ainda não foi encontrado e não existe evidências materiais que comprovem a morte de Kauan.
Um homem de 38 anos é suspeito dos crimes. Ele está preso desde o dia 21 de julho quando foram encontrados materiais pornográficos infantis na casa dele. Segundo o advogado de defesa, ele já foi indiciado por pedofilia, exploração sexual de menores e abuso sexual.
A polícia aguarda resultado de cinco laudos, sendo dois da perícia técnica e três de exames de DNA. A expectativa é que os exames fiquem prontos na sexta-feira (4).
Dias antes de ser preso, o suspeito ligou para a família e ofereceu ajuda, segundo a mãe.
“Ele ligou para a minha menina e falou que se achasse o Kauan, ia trazer aqui. Eu não conhecia ele”, contou Janete.
O delegado Paulo Sérgio Lauretto, titular da Delegacia Especializado de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), o suspeito nega todos os crimes.
“Os relatos que nós temo sé que ele teria ido nessa casa dno domingo a noite, e nós temos já a informação de que segunda-feira de manhã essa casa estava com forte cheiro de material de limpeza […] Tem o quarto, a sala e a garagem, então, tem essa trajetória de sangue, trazendo do quarto, passando pela sala e indo para a porta da frente, onde estaria o carro estacionado, no qual teria sido colocado [o garoto]”, afirmou o delegado.
A perícia esteve na casa do suspeito e recolheu material de manchas de sangue que pode ser da vítima, conforme foi indicado pelo adolescente de 14 anos. A polícia aguarda o resultado dos exames. Também foi verificada uma fossa séptica, mas nada foi encontrado.
O Corpo de Bombeiros realizou buscas por cinco dias no rio Anhanduí, cerca de 20 quilômetros do local onde o corpo teria sido jogado.
Abordagem
Relatos de crianças no bairro apontaram que o suspeito se apresentava como professor e atraia os pequenos para a casa dele, onde oferecia dinheiro em troca de sexo, segundo relatos das vítimas à polícia. “Ele abordava as crianças e se dizia professor. Quem não confia em um professor? Um cidadão acima de qualquer suspeita”, disse o delegado.
Os valores que o suspeito pagava aos pequenos variavam de R$ 5 a 30 e todas tinham o mesmo perfil: eram meninos e alguns cuidavam carros ou vendiam balas para ajudar a família. A polícia investiga ainda se outras três crianças foram vítimas de abuso sexual do suspeito.
O garoto sumiu no dia 25 de junho, depois de sair de casa para brincar no bairro Aero Rancho. O caso começou a ser investigado depois que a família registrou um boletim de ocorrência.
Operação movimenta policiais em 19 estados (Foto: Arquivo Diário Digital)
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira, 02/08/2017, a Operação EQUIPOS, que busca desarticular uma organização criminosa dedicada ao contrabando de equipamentos de diagnóstico médico através da Aduana de Controle Integrado (ACI) em Dionísio Cerqueira/SC.
Estão sendo cumpridos 62 Mandados de Busca e Apreensão e 19 de Condução Coercitiva em Mato Grosso do Sul e em 44 municípios de mais 18 Estados da Federação (SC, AL, BA, CE, DF, ES, GO, MA, MS, MG, PA, PB, PR, PI, RJ, RS, RO, SP, SE), expedidos pela Justiça Federal de São Miguel do Oeste/SC, além de um interrogatório em Fort Myers, na Flórida – Estados Unidos, com o apoio de autoridades americanas, em ação de cooperação internacional. Os principais integrantes do grupo criminoso também foram investigados na Operação Shylock, desencadeada em setembro de 2015, e respondem a ação penal perante a Justiça Federal.
A investigação iniciou a partir de apreensão de carga de equipamentos médicos em outubro de 2013, na ACI em Dionísio Cerqueira. Na ocasião, foram apreendidos tomógrafos, mamógrafos, dentre outros equipamentos de alto valor comercial, em uma carga avaliada em aproximadamente R$ 3 milhões, sendo R$ 2 milhões os tributos sonegados. Na documentação constava descrição genérica da mercadoria e valor declarado de US$ 180 mil (apenas 10% do valor real). No âmbito do inquérito policial instaurado para apuração do caso, verificou-se que, entre 2011 e 2015, o grupo criminoso investigado introduziu de forma irregular no Brasil outras 12 cargas de equipamentos médicos, remetidas dos Estados Unidos ao nosso país, via trânsito aduaneiro através do Chile e da Argentina.
Após a liberação pelas autoridades argentinas, as cargas desapareciam. Porém, notas fiscais emitidas pelo grupo comprovam que tais equipamentos ingressaram no Brasil e foram revendidos para clínicas, hospitais e intermediários de diversas regiões do país. Após a apreensão da carga (em outubro de 2013), o grupo passou a registrar as importações de equipamentos médicos no SISCOMEX, porém, como “EQUIPAMENTOS TIPOGRÁFICOS” – e com declaração subfaturada de apenas 10% do valor real, o que permitiu obter isenção dos impostos de importação e do IPI, além da redução de outros tributos, causando prejuízos milionários à União.
A descrição incorreta da mercadoria também liberava fraudulentamente o grupo da necessidade de Licença Prévia de importação e de fiscalização pela ANVISA. Estima-se que, apenas em tributos diretos, a sonegação pode chegar a R$ 20 milhões. São investigados empresários e pessoas jurídicas do ramo de exportação e importação, revendedores, clínicas, hospitais, despachante aduaneiro, além de um doleiro responsável pelo repasse de recursos ilícitos ao grupo.
Também é apontado como integrante do grupo criminoso um servidor da Receita Federal com lotação em Dionísio Cerqueira/SC, que teria recebido valores ilícitos em troca de facilitação da ação da quadrilha. Estão sendo sequestrados judicialmente 09 veículos e 21 imóveis dos principais investigados. No total, 250 policiais estão atuando no cumprimento das medidas.
Armas, munições, tocas e demais objetos apreendidos com suspeitos em Dourados, MS (Foto: PM/ Divulgação)
Dois rapazes de 23 anos, um de 24 e outro de 39 anos foram presos na noite de domingo (30), em Dourados, a 214 quilômetros de Campo Grande, suspeitos de sequestraram um jovem de 25 anos. Eles foram flagrados com armas de fogo, carregadores, corda, toucas, celulares e dinheiro. A polícia suspeita que eles integram um grupo de pistolagem.
De acordo com a Polícia Militar (PM), a prisão foi após denúncia anônima sobre o sequestro do jovem, que foi tirado de dentro de casa e levado em uma caminhonete. O veículo foi abordado no Jardim Universitário e dentro dele estavam os quatro suspeitos e a vítima.
Na versão do jovem à polícia, os suspeitos o questionaram sobre um duplo homicídio ocorrido a cerca de 20 dias no município. Crime este que deixou o pai de um dos mortos ferido. No veículo foi encontrado o endereço do homem em um controle remoto.
Armas
Toucas, uma pistola 380mm carregador municiado, duas pistolas 9mm, corda, fita adesiva, um rádio comunicador e diversos celulares foram apreendidos na caminhonete dos suspeitos.
Na casa do homem ferido no atentado que matou o filho dele, foi encontrada mais uma pistola calibre 380mm com dois carreadores municiados e diversas anotações.
Os quatro foram presos por sequestro, associação criminosa e porte ilegal de arma.
O produto perigoso e o veículo foram apreendidos e encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Mundo Novo.(Foto:Divulgação)
Durante fiscalização no município, em bloqueio na BR 163, na altura do km 21, Policiais Militares Ambientais de Mundo Novo apreenderam no final da tarde de ontem (30) um caminhão do tipo baú, com carga de agrotóxicos transportada ilegalmente. O veículo pertencente a uma empresa com domicílio jurídico na cidade de São Lourenço do Oeste (SC) transportava 7.160 kg de agrotóxicos (raticida, herbicida e inseticida) sem a licença ambiental necessária para o transporte do produto.
A carga seguia para a cidade de Cuiabá (MT). O produto perigoso e o veículo foram apreendidos e encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Mundo Novo. O motorista e os responsáveis pela empresa responderão por crime ambiental e poderão pegar pena de um a quatro anos meses de reclusão. A empresa também foi autuada administrativamente e multada em R$ 21.400,00.
As prisões ocorreram durante abordagens do bloqueio policial para fiscalização na rodovia MS 166. (Foto:Assecom DOF/Divulgação)
Policiais do Departamento de Operações de Fronteira (DOF) prenderam na manhã de sábado (29), por volta das 7h, três homens transportando 513 quilos de uma substância aparentando ser maconha, distribuídos em vários tabletes prensados.
As prisões ocorreram durante abordagens do bloqueio policial para fiscalização na rodovia MS 166. Inicialmente os policiais abordaram um veículo Fiat Uno com dois ocupantes, que divergiram nas informações levantando suspeitas sobre o crime de Tráfico de Drogas. Durante a abordagem outro veículo, uma camionete Chevrolet Brasinca foi abandona às margens da rodovia e o condutor tentou fugir ao perceber o bloqueio policial, sendo detido.
Na camionete estava o entorpecente. O condutor disse que foi contratado para levar a droga de Antônio João, MS até Campo Grande e contava com o apoio dos dois abordados no Fiat Uno. Os homens abordados são comparsas em outros crimes, conforme registros no Sistema Criminal.
Os veículos, o entorpecente e os três homens presos foram entregues na Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira (Defron) para os procedimentos legais.
Bombeiros utilizam bote também nas buscas por Kauan no rio Anhanduí (Foto: Graziela Rezende/ TV Morena)
Equipes do Corpo de Bombeiros retomaram por volta das 9h30 desta sexta-feira (28), as buscas no rio Anhanduí, em Campo Grande, a Kauan Andrade Soares do Santos, de 9 anos, que teria sido abusado, morto e depois teria tido o corpo jogado no local. Policiais civis acompanham os trabalhos.
Kauan está desaparecido desde 25 de junho. No dia 21 de julho, foi feita a primeira busca no rio Anhanduí. Buscas foram feitas no decorrer da semana e na quarta-feira (26), suspensas, sendo retomadas no final da tarde de quinta-feira (27), na avenida Tyrson de Almeida, início do Parque Ayrton Sena, bairro Aero Rancho.
As buscas são feitas no local porque, na versão do adolescente de 14 anos apreendido por suposta participação no abuso sexual e morte do menino, o professor de 38 anos preso suspeito do crime, teria jogado o corpo do garoto naquela região.
Desaparecimento
Segundo a tia do menino, a família recebeu várias informações sobre possíveis localizações do menino, mas, nenhuma se concretizou. A dona de casa Janete dos Santos Andrade, mãe do menino, disse que o suspeito ligou para a família durante o período em que não se tinha notícias do paradeiro do garoto.
“Ele foi tão cretino que ele ligou aqui quando a gente estava procurando aí. Ele ligou aqui e disse que se visse o Kauan, ele ia mandar o Kauan vir para casa”, contou a mãe.
A suspeita é de que o menino tenha sido atraído pelo adolescente, até a casa do suspeito, em troca de dinheiro.
Investigação
Durante declarações, o adolescente narrou a brutalidade do crime, que chocou os policiais que atuam na investigação. Conforme a polícia, a vítima sofreu hemorragias e desmaiou. Foi neste momento em que os envolvidos programaram o descarte do corpo.
O professor preso suspeito do crime nega envolvimento. Segundo a defesa dele, ele chorou durante o interrogatório e não respondeu a nenhuma pergunta.
Pai lamenta morte da musicista em Campo Grande (Foto: Reprodução/ TV Morena)
Sem entender a brutalidade do assassinato da musicista Mayara Amaral, 27 anos, a família se despediu da jovem na noite de quarta-feira (27). Ela foi morta a materladas em um motel antes de ser encontrada com o corpo carbonizado em uma estrada de Campo Grande. Três pessoas foram presas pelo crime.
“A Mayara era meiga, era uma pessoa tranquila, sabe? Então, não dá pra entender isso aí. Quero que os responsáveis por esse crime bárbaro paguem na Justiça”, lamenta o pai da musicista, Alziro Amaral.
O corpo foi encontrado na terça-feira (25), próximo a MS-080. Mayara estava desaparecida desde o dia anterior. Inicialmente, a polícia suspeitava que o sumiço tinha sido após suposta briga com o namorado, mas o rapaz foi ouvido e liberado, segundo o delegado Tiago Macedo.
“O suspeito manipulou a família com informações falsas fazendo recair uma suspeita falsa sobre um inocente, mas, para contornar essa situação, a investigação conseguiu levantar os álibis que favoreciam e inocentavam esse investigado, tanto é que ele foi liberado depois da detenção dele”, explicou o delegado Tiago Macedo.
Investigações da Polícia Civil apontaram que o crime foi planejado por Luís Alberto bastos Barbosa, de 29 anos, e Ronaldo da Silva Onedo, de 30, com intenção de roubar a vítima. Luís também é músico e tocava com Mayara. Ele teria atraído a vítima, com a promessa de um encontro, e levou Ronaldo junto. Após terem se relacionado com a ela, a dupla cometeu o assassinato com golpes de martelo.
Em seguida, os homens colocaram a musicista no próprio carro e a levaram para a casa de um terceiro homem, identificado como Anderson Sanches Pereira, de 31 anos. Na residência, os três suspeitos, que estão presos, fizeram a repartição dos objetos da vítima, e, de 6 a 8 horas depois, decidiram abandonar o corpo na estrada onde foi encontrado.
Musicista Mayara Amaral foi encontrada morta com corpo carbonizado em Campo Grande (Foto: Reprodução/Facebook)
Depois de ocultar o corpo, Luis ainda usou o celular da vítima para mandar mensagens de socorro para a família, na tentativa de incriminar outra pessoa.
Segundo a polícia, os suspeitos ainda atearam fogo em um matagal com a intenção de que as chamas queimassem a mulher. Mas de acordo com a perícia, que esteve no local na quarta-feira, o incêndio atingiu apenas parte do corpo.
Ronaldo da Silva Onedo diz que Luís Alberto Bastos Barbosa é o responsável pelo crime e que foi ele quem planejou o assassinato. Anderson Sanches Pereira disse durante entrevista à imprensa que Luís agiu de má fé. Luís Alberto Barbosa afirmou que não sabia o que estava fazendo. Ele foi o único a confessar a execução da musicista.
Eles responderão por latrocínio e ocultação de cadáver, cujas penas podem chegar a 30 anos.
Armas, droga e dinheiro foram apreendidos durante operação Thanos em Dourados (Foto: Martim Andrada/ TV Morena)
Onze pessoas foram detidas durante operação Thanos, deflagrada pela Polícia Civil nesta quarta-feira (26) em Dourados, a 214 km de Campo Grande.
Os presos são suspeitos de ligação com cinco assassinatos relacionados a briga de gangues e disputa pelo tráfico de drogas, segundo apurado nas investigações.
O nome da operação faz referência ao Deus da morte. As investigações duraram cinco meses e cerca de 60 policiais participaram da ação nesta manhã. Além das prisões, 14 mandados de busca e apreensão também foram cumpridos.
Ainda foram apreendidas armas, que podem ter sido usadas nos assassinatos, segundo a polícia, além de maconha, celulares, dinheiro, toucas ninja e equipamentos eletrônicos, possivelmente produto de roubos.
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