quinta-feira, 19 de março de 2026

Tem início a campanha de vacinação contra a gripe

Portal Brasil

 

Cerca de 2,3 milhões de professores em todo o País poderão se vacinar contra a gripe nos dias 2 e 3 de maio (Foto - Divulgação)

Começa ontem (17) a Campanha Nacional de Vacinação Contra a Influenza, em que serão vacinadas mais de 54 milhões de pessoas que integram os grupos prioritários. O Ministério da Saúde adquiriu 60 milhões de doses para a imunização.

 

A partir desta edição da campanha, professores das redes pública e privada passam a fazer parte do público-alvo. Cerca de 2,3 milhões desses profissionais em todo o País poderão se vacinar contra a gripe nos dias 2 e 3 de maio.

 

“Pela primeira vez, o Brasil está vacinando os professores contra a influenza. São profissionais que têm contato com dezenas de alunos diariamente, ficando expostos à contaminação”, ressalta o ministro da Saúde, Ricardo Barros. Ele explica que a ação ocorrerá no âmbito do Programa Saúde na Escola, que prevê o acompanhamento e regularização das coberturas vacinais da população.

 

A coordenadora do Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde, Carla Domingues, fez um alerta à população para que não se vacine em cima da hora. “É importante que todos os grupos definidos busquem esta proteção dentro do prazo preconizado pelo Ministério da Saúde. É preciso que todos estejam devidamente protegidos antes do inverno chegar, já que a vacina precisa de 15 dias para garantir o efeito”, observa.

 

O objetivo do ministério é vacinar 90% da população considerada de risco para complicações por gripe. A meta de vacinação deste ano aumentou devido aos índices alcançados nos últimos anos, que ultrapassaram 80%. O ano de 2016 foi o primeiro em que este índice ultrapassou 90% e atingiu 93,5% de cobertura vacinal.

 

Grupo prioritário

 

O público-alvo da campanha é formado por pessoas a partir de 60 anos, crianças de seis meses a menores de cinco anos (quatro anos, 11 meses e 29 dias), trabalhadores de saúde, professores das redes pública e privada, povos indígenas, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), pessoas privadas de liberdade – o que inclui adolescentes e jovens de 12 a 21 anos em medidas socioeducativas – e os funcionários do sistema prisional.

 

Portadores de doenças crônicas não transmissíveis, que inclui pessoas com deficiências específicas, também devem se vacinar.

Aberta 1ª Jornada de Pediatria da Santa Casa de Campo Grande

Assessoria

 

Na manhã desta sexta-feira (7), aconteceu, no auditório da OAB/MS (Ordem dos Advogados de Mato Grosso do Sul), a abertura da primeira Jornada de Pediatria, realizada pela Santa Casa de Campo Grande, evento voltado para pediatras em geral e demais profissionais da saúde que lidam com a população infantil. O encontro faz parte dos eventos alusivos aos 100 anos do hospital, celebrado em agosto deste ano. A Jornada segue até amanhã (8).

 

O presidente da Santa Casa, Dr. Esacheu Nascimento, fez a abertura oficial do evento e aproveitou a oportunidade para anunciar aos presentes que a próxima conquista do hospital será a renovação no setor de pediatria. “Este evento faz parte de uma programação das comemorações dos 100 anos da Santa Casa. Fizemos uma renovação do prédio para as comemorações deste ano. Na semana passada, lançamos o selo dos correios, alusivo ao centenário, e agora o Brasil todo sabe da nossa existência. A próxima ação é uma reforma no setor de pediatria da Santa Casa. Vamos modernizar todo o setor, como fizemos em outros andares do hospital, e vamos ter ali mais 20 leitos de UTI’s e todas as enfermarias renovadas”, disse.

 

Em continuidade a programação do evento, o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria, Dr. Clóvis Francisco Constantino, cumprimentou os presentes. “É uma satisfação muito grande participar deste evento. O trabalho do médico é cada vez mais multiprofissional. A assistência à saúde é cada vez mais multiprofissional e multidisciplinar. Esta jornada é extremamente importante para nós que somos profissionais da saúde, mas também para nossos pacientes que terão uma assistência muito melhor”, afirma.

 

Em seguida, o Dr. Daniel Becker, do Rio de Janeiro, ministrou a palestra “Nossos filhos do século XXI” que teve como presidente a Dra. Tânia Hildebrand, da Sociedade Brasileira de Pediatria do Mato Grosso do Sul. Após a palestra, o coral infantil da Santa Casa de Campo Grande fez uma belíssima apresentação em conjunto com o corpo musical da Polícia Militar, sob a regência do maestro, Teófilo Rafael.

 

Na sequência, aconteceu a mesa redonda “Infectologia Pediátrica – Uso racional de ATB”, com a presidente, Dra. Lucylea Pompeu Muller Braga. Entre os temas da mesa estavam, “Protocolo de ITU”, com o Dr. Oreste Ferra Neto, “Protocolo de infecções de partes moles”, com a Dra. Yvone Maia Brustoloni, e “Protocolo de Meningites”, com a Dra. Carolina Neder dos Santos Pereira.

 

Das 11h ás 11h30, aconteceu a mini conferência “Dermatologia pediátrica – Dermatoses na infância” com a presidente, Dra. Patrícia Otto, e a conferencista, Dra. Adriana Prazeres. Das 11h30 ás 12h30, teve a segunda mesa redonda “Pediatria do desenvolvimento – Autismo”, com a presidente, Dra. Andrea Weinmann. Os temas foram: “Diagnóstico”, com a Dra. Karina Weinmann e “Abordagem Multidisciplinar”, com a Dra. Cláudia Dantas.

 

No período da tarde, a partir das 14h, a programação segue com mais palestras, mesas redondas e mini conferências com temas que estão presentes no dia a dia de quem trata de criança.

 

Banco de Leite da Santa Casa de Campo Grande está com estoque baixo

Assessoria

 

O banco tem capacidade de pasteurizar mais de 100 litros por mês (Foto - Divulgação)

O Banco de Leite Humano da Santa Casa de Campo Grande, Irmã Maria José Machado, está com estoque baixo e necessita de doações urgentes. Hoje, no estoque contêm apenas 50 litros de leite, que segundo os funcionários do setor, amamenta os bebês por penas um mês. Em 2016, nasceram no hospital cerca de 324 bebês prematuros. De janeiro até o presente momento de 2017, já são 112 prematuros que necessitam do alimento. Localizado no terceiro andar do prédio, o Banco de Leite tem como principal objetivo apoiar, incentivar e promover o aleitamento materno, desde a sua produção até a sua distribuição aos recém-nascidos prematuros de baixo peso e a todos aqueles que por algum outro motivo não puderam ser alimentados pela mãe.

 

O médico responsável pelo Banco de Leite, Dr. Walter Peres, afirma que desde o final do ano passado, o estoque vem reduzindo e já está próximo de entrar em estado crítico. “Em pouco tempo pode impactar no fornecimento de alimento para os nossos recém-nascidos prematuros. O leite humano é o melhor alimento para o prematuro. Auxilia na prevenção de infecções e ajuda no ganho de peso adequado. O leite ajuda na sobrevivência do bebê”.

 

Além da coleta interna, o banco de leite realiza a coleta externa, com a colaboração de um militar bombeiro, que, junto com uma funcionária do setor, vai até o domicílio da mãe que deseja ser doadora. Na visita, previamente agendada, a mãe recebe todas as orientações necessárias para a higienização correta, retirada e armazenamento do leite.

 

Dr. Walter lembra que qualquer volume de doação é de suma importância para os bebês que necessitam. “Se a mãe doar 20ml de leite essa pequena quantidade alimenta um bebê por dois dias. Então qualquer doação é importante para o hospital e para os bebês que são os que mais precisam”.

 

O leite coletado nessas visitas passa pelo processo de pasteurização (aquecimento a uma temperatura de 62.5º C por 30 minutos) e análise microbiológica. Esses processos têm o intuito de conferir a qualidade físico-química e manter a qualidade do produto em relação aos seus nutrientes.

 

O banco tem capacidade de pasteurizar mais de 100 litros por mês, porém, devido ao reduzido número de doações, são pasteurizados apenas 40 litros (volume que varia de acordo com a quantidade de doações). A demanda interna é de, aproximadamente, cinco litros por dia, sendo que apenas de dois a três litros são distribuídos diariamente e o restante é complementado com fórmulas infantis.

 

Para ser doadora de leite a mãe precisa estar bem de saúde, possuir todos os exames do pré-natal em ordem e leite em excesso, ou seja, sobrar leite após amamentar seu bebê. Para doar basta ligar para o 3322-4174. O Banco de Leite funciona 24 horas por dia.

 

 

 

Carreta do Hospital do Câncer inicia atendimento em Dourados

Assecom

 

Unidade Móvel já está preparada para os atendimentos em Dourados (Foto: A.Frota)

 

Já está na Praça Antônio João em Dourados a Unidade Móvel do Hospital de Câncer de Barretos em Mato Grosso do Sul, com atividades organizadas pela Secretaria Municipal de Saúde. O atendimento começa nesta quinta-feira (02) e vai até dia 17, no horário das 7 às 17 horas.

 

De acordo com informações da Secretaria, nesse período serão atendidas as usuárias cadastradas nas unidades de saúde do Município, em número de 450 com exames de mamografia e outras 100 com o preventivo. As pessoas que ainda não são cadastradas poderão procurar as unidades de saúde e se inscreverem para futuro atendimento com a equipe do Hospital de Câncer de Barretos.

 

Segundo o coordenador regional do Hospital de Câncer de Barretos, Ademar Capuci, a carreta que atende o Mato Grosso do Sul leva o nome de Aldegonda Capuci, em homenagem à mãe dele, uma das vítimas da doença que agora conta com esse programa de conscientização e prevenção entre as mulheres. Ademar é um dos pioneiros nas atividades em prol do Hospital de Câncer de Barretos no Estado.

 

Recomendações

 

Para realizar os exames de mamografia as mulheres previamente cadastradas devem ter entre 40 a 69 anos de idade, não estar grávida nem amamentando, ter realizado o último há, pelo menos, mais de 1 ano, e evitar produtos cosméticos, como talco ou hidratantes, no dia do exame. As mulheres que já realizaram exames na Carreta devem ter, no mínimo, dois anos da última mamografia, para se submeterem ao novo exame.

 

Já para o preventivo, a idade mínima é de 25 e a máxima de 65 anos; as inscritas não devem ter tido relação sexual nos dois dias anteriores às datas dos exames; não estar gestante; não ter feito uso de nenhum tipo de pomada ginecológica dois dias antes do exame; e, na suspeita de gravidez e menstruação atrasada, abster-se de realizar o exame. A mulher não pode estar menstruada no dia desse procedimento.

 

Todas as mulheres previamente cadastradas nas unidades de saúde devem apresentar documentos pessoais de identificação (RG, CPF, Cartão SUS e um comprovante de residência) no dia do exame. As unidades estão comunicando as pacientes das datas designadas para os exames, de acordo com a ordem do cadastramento.

 

Idosos também precisam de imunização; Veja as principais vacinas

Assessoria

 

Todos devem estar atentos ao Calendário Nacional de Vacinação (Foto - Divulgação)

Dia 27 de fevereiro é comemorado o Dia do Idoso, essa faixa etária também precisa de cuidados como a vacinação, que está diretamente relacionada com a melhor qualidade e expectativa de vida. Pessoas imunocompetentes têm mais condições de enfrentar adversidades associadas à ação de vírus e bactérias, portanto, é um grande equívoco negligenciar a prevenção de danos à saúde por meio de imunobiológicos, independentemente da faixa etária.

 

As alterações imunológicas associadas ao envelhecimento ou imunossenescência fazem aumentar o risco de infecções que, em idosos, podem ser associadas com declínio funcional inespecífico e comorbidades, com manifestações clínicas diversificadas, promovendo nesse grupo populacional maiores taxas de hospitalizações e morbimortalidade. Esses são alguns dos aspectos que justificam a imunização como parte fundamental dos programas de prevenção e promoção da saúde do idoso.

 

Além disso, muitos indivíduos com mais de 60 anos encontram-se ainda em franca atividade profissional, com responsabilidades e contribuindo na renda familiar. Portanto, seu adoecimento pode acarretar, além de absenteísmo e prejuízo financeiro, a transmissão de doenças infecciosas à sua família, situação que pode prejudicá-lo ainda mais no trabalho, devido à necessidade, muitas vezes, de acompanhar o familiar doente. Outros aspectos importantes são: a proximidade entre avós e netos, sendo as crianças importantes agentes transmissores de doenças infecciosas; e as mudanças nos padrões da sexualidade, com o consequente aumento da incidência de doenças sexualmente transmissíveis entre os maiores de 60 anos.

 

Segundo o Dr. Alberto Jorge Félix Costa CRM-MS 1266, médico e diretor técnico responsável da Imunitá Centro de Imunização envelhecer não significa necessariamente adoecer. “Um indivíduo pode envelhecer de forma natural, convivendo bem com o passar dos anos e mantendo-se ativo em todas as fases da vida. Todos devem estar atentos ao Calendário Nacional de Vacinação, não só para as crianças, mas para a população idosa também, que corresponde ao conjunto de vacinas consideradas de interesse prioritário à saúde pública do país”, explica.

 

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, até 2020 o número de pessoas com mais de 60 anos vai superar o de crianças menores de 5 anos pela primeira vez na história. No Brasil, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD 2013), realizada pelo IBGE, a população idosa alcançou 26,1 milhões, o que equivale a 13% da população total do país.

 

Uma das principais vacinas para essa faixa etária é a pneumo 13 que imuniza contra a pneumonia, uma das doenças que mais atingem os idosos. Também há outras como hepatite A e B, febre amarela, Herpes Zooster e etc.

Em 2016, captações de órgãos aumentaram 117% na Santa Casa

Assessoria

 

Em 2017 inicia-se um novo trabalho, onde a Santa Casa de Campo Grande passa a ser sede da OPO (Organização de Procura de Órgãos) - Foto: Divulgação

 

Em 2016 as captações de órgãos feitas pela CIHDOTT (Comissão Intra-Hospitalar de Doação de órgãos e Tecidos para Transplantes) da Santa Casa de Campo Grande tiveram um aumento de 117% se comparados ao ano de 2015. No ano passado, de 125 notificações de morte encefálica, 64 famílias foram entrevistadas quanto a doação de órgãos, 39 recusaram e destas apenas 25 doaram. O número que parece pequeno torna-se maior em vista do ano anterior, onde de 95 notificados apenas 9 foram doadores.

 

De acordo com a coordenadora chefe da CIHDOTT, enfermeira Ana Paula Silva das Neves, foram captados na Santa Casa 44 rins, 12 fígados e 6 corações em 2016. “Esse aumento das captações se dá a todo o trabalho desenvolvido pela equipe multidisciplinar, e em especial pela equipe da CIHDOTT que incansavelmente presta serviço de qualidade e humanizado aos familiares destes pacientes dentro do hospital Santa Casa”.

 

No ano passado houve um aumento de 11% no número de famílias que recusaram a doação, mas é consequência de uma maior abordagem a estas famílias. Esse aumento está relacionado diretamente à qualificação e envolvimento da equipe multidisciplinar para o atendimento a esses potenciais doadores e ao acolhimento familiar. “Nas entrevistas, as negativas ocorrem com a justificativa apontada pelos familiares da vontade do “corpo íntegro” e em seguida de por “desconhecimento da vontade do familiar”, explica a coordenadora.

 

O objetivo da CIHDOTT da Santa Casa é acolher os familiares de pacientes notificados e lhes informar sobre os direitos que eles têm diante da possibilidade da doação de órgãos. Essas informações são todas repassadas por meio de formulários próprios e/ou previstos em portaria, e estarão à disposição das equipes de remoção quando solicitados. “Com a qualificação profissional no decorrer do ano de 2015 e 2016 conseguimos um número maior de doadores efetivos, e assim, ajudando os pacientes que aguardam por um órgão para sua melhora na qualidade de vida ou até mesmo uma “nova vida”, afirma.

 

Em 2017 inicia-se um novo trabalho, onde a Santa Casa de Campo Grande passa a ser sede da OPO (Organização de Procura de Órgãos), desenvolvendo em outros hospitais da Capital e interior o modelo de trabalho que está dando certo na Santa Casa por meio da CIHDOTT. “Este ano será marcado pela nova fase do hospital. Como sede da OPO, buscaremos uma maior oferta de órgãos para atender aos nossos pacientes através dos programas de transplantes, ao quais estão sendo pleiteados pelo nosso hospital junto ao Sistema Nacional de Transplantes”, conclui a enfermeira.

 

A CIHDOTT da Santa Casa foi criada no ano de 2000, e atualmente é composta por uma enfermeira coordenadora, uma médica e quatro agentes de captação.

 

 

 

“Agora ele tem um pedacinho meu dentro de si”, diz esposa doadora de rim ao marido

Assessoria

 

O transplante aconteceu entre o casal Lino Omar e sua esposa Nídia Maria (Foto - Assessoria)

Na manhã de terça-feira (10), a Santa Casa realizou o primeiro transplante renal de 2017 com doador vivo. O transplante aconteceu entre o casal Lino Omar Castilho Mendes, 53, e sua esposa Nídia Maria Narde Castilho Mendes, 51. Há mais de quatro anos que Lino era renal crônico e sofria de outras doenças que agravavam ainda mais o seu quadro. Lino sofria de uma doença renal em estado final e fazia hemodiálise desde de 2013.

 

A esposa conta que foi uma surpresa quando os exames começaram a ser compatíveis, ela era a única opção, pois os filhos são jovens e não é indicado para o transplante. “Eu fiz várias vezes os exames, e não imaginava o que isso resultaria por eu ser apenas esposa. E nós não perdemos a esperança de uma vida melhor. Até que no final do ano passado em um retorno ambulatorial veio a surpresa com as notícias da compatibilidade entre nós”, disse.

 

Casados há 20 anos, o casal que tem quatro filhos, não imaginava que o elo que os ligavam passaria de uma simbologia e aliança. “Após a confirmação de que eu podia ser a doadora, nós ficamos muitos felizes. Foi o nosso presente de 2017, e agora ele tem um pedacinho meu dentro si”. Em resposta, Lino retribuiu o carinho da esposa. “Nossa união é ainda maior a partir de agora e tudo será diferente”, finaliza.

 

A cirurgia dos dois teve início por volta das 7h30 da manhã. Nídia foi a primeira a entrar na sala cirúrgica e sua cirurgia demorou aproximadamente uma hora. Em seguida, a equipe médica realizou os procedimentos de implante do órgão em Lino, mantendo no lugar seus dois rins, ou seja, o implante é realizado um pouco abaixo de um dos rins originais. Os procedimentos foram realizado sem intercorrência e sendo concluído as 12h. Após o procedimento, os pacientes foram encaminhados à recuperação.

 

Estado Atual

 

Na manhã de quarta-feira (11), os médicos atualizaram o estado de saúde dos pacientes que, segundo a nefrologista, Rafaela Campanholo Grandinete, ambos estão bem e conscientes. A doadora, Nídia Castilho, está bem e com previsão de alta pra amanhã (12). O receptor, Lino Castilho, está respondendo dentro das expectativas esperadas com o novo rim já trabalhando e urinando via sonda.

 

A equipe médica responsável pelo transplante foi composta pelos médicos urologistas Dr. José Carlos Martins, Dr. Waldemar Abe, Dr. Tiago Frainer, Dr. Guilherme Stangarlin, e residentes em urologia, além da médica nefrologista Dra. Rafaella Campanholo Grandinete e o anestesista Luiz Gustavo Orlandi e seus residentes.

 

 

Servidores da enfermagem de Dourados se reúnem amanhã no Simted

Redação

 

Servidores da área de enfermagem do município de Dourados, se reúnem amanhã (12) no Simted (Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação em Dourados) .

 

Em pauta será discutido a revisão do PCCR (Plano de Cargos e Carreiras).

 

O Sindenf (Sindicato da Enfermagem da Grande Dourados) não descarta a possibilidade de um dia de paralisação na próxima sexta-feira.

 

Paciente transplantado de rim recebe alta em Campo Grande

Assessoria

 

, Evanildo Aranda Huranhabi,35, que recebeu o rim de seu irmão (Foto - Divulgação)

Recebeu alta na manhã desta quarta-feira (7), na ABCG-Santa Casa de Campo Grande, Evanildo Aranda Huranhabi,35, que recebeu o rim de seu irmão, Franciso Aranda Huranhabi, 40. O doador iniciou o procedimento cirúrgico às 7h da última terça-feira (29), com termino ás 11h e o implante do rim em Evanildo prosseguiu até as 13h. O paciente recebeu alta hospitalar no tempo estimado pela equipe médica e sem intercorrência.

 

Evanildo, o receptor, sofria de uma doença renal em estado final e fazia tratamento de hemodiálise há alguns anos no hospital. Em conversa com os irmãos um dia antes da cirurgia, os mesmos relataram ter ido até o Estado de São Paulo em busca de transplante, mas não tiveram sucesso na sua jornada.

 

De volta a Capital, os irmãos aguardavam na fila para o transplante que traria alívio ao sofrimento de Evanildo. Com um telefonema feito pelo hospital, eles receberam a notícia de que retornaria a Santa Casa retornaria com a atividade, sendo eles os primeiros por conta do estado avançado da doença de Evanilo. Todo o procedimento cirúrgico durou seis horas.

 

“Ganhei uma nova chance na vida. Quero aproveitar cada segundo dos meus dias daqui para frente. O meu maior desejo agora é poder tomar um tereré gelado que antes da doença tomava todos os dias e por dois anos não sei mais o que é isso. São coisas pequenas que não damos valor, mas quando passamos por uma situação difícil vemos o quanto pequenas coisas fazem falta. Foram dois anos em tratamento, dois anos passando mal. Agora, só quero voltar a trabalhar e levar uma vida normal daqui para frente”, fala emocionado Evanildo.

 

Questionado sobre o seu sentimento com a atitude do irmão, Evanildo com lágrimas nos olhos afirma que será grato a ele o resto de sua vida. “Ele me devolveu a vida. Serei grato ao meu irmão o resto da minha vida”.

 

A equipe médica responsável pelo transplante foi composta pelos médicos urologistas Dr. Adriano Lyrio, Dr. Waldemar Abe, Dr. Guilherme Stangarlin, pelos residentes de urologia Celso Afonso Tscha, Gustavo Vieira Dutra, e Eduardo Arruda, além da médica nefrologista Dra. Rafaella Campanholo Grandinete. Também participaram dos procedimentos os anestesistas e Ana Claudia Valente e Luiz Gustavo Orlandi e a todos os envolvidos a família Santa Casa parabeniza pelo sucesso no procedimento.

 

 

Vacina contra a dengue chega em Campo Grande

Assessoria

 

Chegou ao Brasil a primeira vacina contra dengue, a produção é de responsabilidade do laboratório Sanofi Pasteur. A dengue é uma doença séria e quase metade da população mundial vive atualmente em áreas endêmicas.

 

O Brasil é o país responsável pelo maior número de casos de dengue no mundo. Somente em 2015, foram confirmados mais de 1,6 milhões de casos, com mais de 800 óbitos no país. A dengue cresceu mais de 30 vezes nos últimos 50 anos no mundo.

 

Segundo o Dr. Alberto Jorge Félix Costa CRM-MS 1266, médico e diretor técnico responsável da Imunitá Centro de Imunização, a clínica trabalhará com agendamento da vacinação e custará R$ 330,00 a dose. “A Imunização contra a dengue é muito importante, pois reduz drasticamente os casos graves da doença e também o número de internações”, explica.

 

A Dengvaxia – primeira vacina contra dengue 1,2,3 e 4 (recombinante e atenuada) atenderá:

 

Homens e Mulheres com idade de 9 a 45 anos, mas não poderá ser administrada em gestantes

 

Protegerá contra os quatro sorotipos da dengue

 

93% de redução de casos graves da doença

 

81% de redução de hospitalizações

 

66% de redução de casos de dengue

 

Eficácia comprovada contra os 4 sorotipos

 

Doses da vacina: Serão três doses com intervalo de seis meses entre elas.

“Estado precisa ser mais presente”, diz secretário em entrega de leitos de UTI no Hospital da Vida

João Pires

 

Autoridades inauguraram ontem de manhã aos dez novos leitos de UTI do Hospital da Vida (Foto - A.Frota)

 

Em solenidade realizada na manhã de ontem em Dourados, foram entregues oficialmente dez novos leitos de UTI para o atendimento no Hospital da Vida. Eles somam com outros dez já existentes na unidade e será gerenciada pela Intensicare, empresa terceirizada pelo governo do Estado, por meio dos recursos de R$ 510 mil, repassados mensalmente para a Funsaud (Fundação de Serviços de Saúde de Dourados).

 

De acordo com o secretário de Saúde, Sebastião Nogueira, até amanhã os pacientes internados na antiga UTI serão transferidos para os novos leitos, sendo que a ala antiga será totalmente reformada e disponibilizada entre 20 a 30 dias novamente para o atendimento. “Esses leitos vem trazer a nossa população e de toda a região uma melhor assistência médica, consolidando o Hospital da Vida como o maior hospital da região para atender a população nos traumas e urgência”, disse.

 

Durante a cerimônia, o secretário municipal de Saúde afirmou ao Diário MS, que apesar destes novos investimentos, o custeio visando os atendimentos nos hospitais públicos de Dourados, incluindo o próprio Hospital da Vida e a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) é muito alto e não descartou a entrega da gestão plena da Saúde, conforme tem anunciado nas semanas anteriores. “Os valores repassados ao município não são reajustados há muitos anos, as despesas aumentam, os custos aumentam e os serviços aumentam. Então precisamos que o governo do Estado esteja mais presente, pois embora a participação da atual gestão esteja aumentando ainda é muito pouco. Precisamos que Dourados faça valer a sua força”, ressaltou.

 

Já para o prefeito Murilo Zuith (PSB) os atendimentos na Saúde do município avançaram nos últimos anos, considerando que Dourados é responsável pela demanda de pelo menos 33 municípios. ‘”Desde o início de nossa administração não medimos esforços para que a população tenha um atendimento de alto padrão. Tenho certeza que avançamos muito”, disse.

 

DEMANDA

 

De acordo com o superintendente do Hospital da Vida, Genivaldo Dias da Silva, com os 20 leitos, incluindo os novos entregues, a demanda nos atendimentos irá amenizar, porém, não são suficientes para suprir a necessidade, considerando que dos 50 leitos oferecidos no Hospital Universitário, somente 14 são disponíveis aos pacientes adultos. “A falta de leitos nos hospitais públicos é uma dificuldade enfrentada em nível nacional, tendo em vista que o Governo Federal apesar de ter qualificado o atendimento em socorro no trânsito, como no SAMU por exemplo, ainda faltam muitos investimentos no infrahospitalar, incluindo na unidade de terapia intensiva”, considerou.

 

Também participaram da cerimônia de entrega de novos leitos ao Hospital da Vida o vice-prefeito Odilon Azambuja (PMDB) e o deputado estadual Zé Teixeira (DEM), representando o governo do Estado.

 

Dourados não tem nenhum registro de morte por H1N1, afirma Secretaria de Saúde

Assessoria

 

35 casos da doença foram notificados em Dourados (Divulgação)

O Núcleo de Vigilância Epidemiológica esclarece que a situação atual é de controle sobre essa doença que ocorre em todo período de outono e inverno, sendo, portanto sazonal.

 

Segundo dados recebidos por esse Núcleo, através das fichas de notificação e dos exames realizados para comprovação dos casos, no momento temos os seguintes números:

 

• Notificações de pacientes de Dourados internados: 35;

• Casos confirmados

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de H1N1: 14;

• Casos descartados: 05;

• Aguardam resultados: 16;

• Casos de óbitos: 01 ainda em investigação (mulher de 37 anos)

 

De acordo com o Gerente do Núcleo de Vigilância Epidemiológica Devanildo de Souza Santos, até o momento não nenhum óbito de paciente de Dourados confirmado. “Foi noticiado por esse Núcleo o óbito de um paciente de 59 anos, morador no Jd Água Boa de Dourados, porém logo depois a própria família (irmão) admitiu que o falecido havia omitido o verdadeiro endereço, dando então o endereço do irmão para facilitar seu atendimento em Dourados”, disse.

 

“Na realidade, o falecido era morador de um sítio localizado no Município de Douradina. Portanto, o caso é do Município onde o paciente era morador e não de Dourados. Essa correção se faz necessária e urgente, tendo em vista que o município de origem deve ter o conhecimento e adote as medidas necessárias de busca de sintomáticos respiratórios, comunicantes do caso e realize as medidas de controle, além de tornar mais segura a informação epidemiológica dando-lhe a credibilidade necessária”, completou.

 

Quatro dos cinco pacientes com H1N1 recebem alta na Santa Casa de Campo Grande

Assessoria

 

Quatro dos cinco pacientes que estavam internados nas UTIs da Santa Casa com H1N1 confirmado, receberam alta neste final e início de semana. Eram três adultos e duas crianças na sexta-feira e o quadro se alterou drasticamente durante o final de semana. Uma jovem que estava entre os adultos recebeu alta médica e foi para casa, enquanto os outros dois adultos tiveram alta de UTI e foram para enfermarias.

 

Das duas crianças uma teve os tubos orotraqueais retirados no fim de semana e também recebeu alta da UTI na manhã de hoje (30). Dos cinco apenas a mais jovem, de um ano e nove meses, permanece em UTI e carece cuidados pela gravidade do caso. A paciente está entre os considerados de grupo de risco (menos de dois anos) e segue em tratamento padrão para a enfermidade.

 

A saída da UTI implica em considerável melhora do quadro clínico do paciente. Segundo os infectologistas responsáveis a alta da UTI significa que os parâmetros evoluíram em direção à normalidade, ou seja, clinicamente o paciente passa a contar com resultados de exames melhores e fisicamente evolui para, por exemplo, a independência de auxílio mecânico para respirar e fim da necessidade de tratamentos intensivos.

 

Os pacientes que recebem alta médica para irem embora é porque não apresentam mais nenhum risco que implique na necessidade de internação. Entre estes riscos está o da possibilidade da contaminação de terceiros, que não ocorre mais.

 

Dourados ganha Núcleo Regional de Análises Laboratoriais Forenses

Notícias MS

 

A Unidade Regional de Perícias e Identificação de Dourados ganha a partir de agora o Núcleo Regional de Análises Laboratoriais Forenses. A nova unidade de perícia científica foi instituída através de Portaria Normativa publicada na edição desta terça-feira (12), no Diário Oficial do Estado.

 

Com a nova unidade, perícias químicas e toxicológicas em drogas que antes eram feitas somente em Campo Grande, serão realizadas em Dourados, o que permitirá maior agilidade na expedição dos laudos e consequentemente a conclusão em menor tempo dos procedimentos policiais.

 

Cabe também ao Núcleo Regional de Análises Laboratoriais Forenses, promover intercâmbio com instituições de ensino superior, implementar projetos e desenvolver pesquisas no campo das ciências forenses, com o

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objetivo de aperfeiçoar as novas técnicas e criar novos métodos de trabalho.

 

De acordo com a portaria publicada na página 13 do DOE, o Núcleo será responsável pelo atendimento de outras unidades regionais que compõem a Coordenadoria Geral de Perícias, devendo executar as perícias e expedir laudos e pareceres técnicos conforme a disponibilidade, até que sejam instituídos os demais núcleos em cada regional.

Serviço de Psiquiatria da Santa Casa de Campo Grande está entre as melhores do país

Assessoria

 

O serviço de psiquiatria da Santa Casa, está entre os pontuados, classificando-se entre os três primeiros (Foto - Divulgação)

A ABP (Associação Brasileira http://cialis4dailyusedosage.com/ de Psiquiatria) realizou avaliação em todos viagra non prescription os serviços com residência em Psiquiatria no país e how long does viagra work apenas dez obtiveram pontuação. O serviço de psiquiatria da Santa Casa, está entre os pontuados, classificando-se entre os três primeiros.

 

O comunicado vem da Comissão Coordenadora de Provas Práticas para obtenção de título de especialista em cialisotc-norxcialis psiquiatria da Associação Brasileira de Psiquiatria, e credencia o serviço à viagranorx-canadianpharma.com titulação de especialista em psiquiatria da ABP, estando autorizado a emitir o Certificado de Proficiência Prática cheapest pharmacy na Especialidade.

 

A Comissão Coordenadora das provas práticas para obtenção cialis daily do título

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de Especialista em Psiquiatria da ABP informou que o serviço de Psiquiatria da Santa Casa foi vistoriado e está acreditado pela associação, mérito obtido com o percentual de 82.03, com classificação “A”. O serviço de psiquiatria é chefiado pela Dra. Eunice Rodrigues Garbeloti e o serviço de residência médica, na especialidade, tem como chefe Dr. Luiz Salvador de Miranda Sá.