terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Delcídio confirma candidatura, mas não detalha base legal contra cassação

Humberto Marques

Campo Grande News

 

Delcídio foi confirmado pela direção do PTC como candidato a senador; base jurídica, não detalhada, envolve processo envolvendo Demóstenes Torres. (Foto: Humberto Marques)

Sem apresentar detalhes de sua base jurídica para se manter na disputa por uma vaga no Senado –Casa da qual foi cassado por unanimidade em 2016 e que lhe retirou os direitos políticos por oito anos–, Delcídio do Amaral confirmou, durante entrevista coletiva na presença de militantes, a candidatura a senador nas eleições deste ano. A única fundamentação apontada pelo ex-petista para o projeto foi a semelhança com o caso do também ex-senador Demóstenes Torres (GO), cassado por quebra de decoro ao negar relação com Carlinhos Cachoeira, então suspeito de chefiar esquema de corrupção relacionado ao jogo do bicho

 

Demóstenes recorreu ao STF (Supremo Tribunal Federal) para tentar reassumir o mandato e, no início deste ano, conseguiu validar liminar que não lhe permitiu o retorno ao Senado, mas restituiu seus direitos políticos –o goiano concorrerá a deputado federal pelo PTB neste ano. Ele fundamentou o pedido com decisão da Justiça que invalidou provas da Operação Monte Carlo, que sugeriu sua relação com Cachoeira.

 

Delcídio, durante a coletiva, afirmou primeiro que o registro de sua candidatura, já submetido ao TRE (Tribunal Regional Eleitoral), tem “todo o embasamento jurídico” para o projeto eleitoral. “Ele está bem fundamentado”, prosseguiu, prometendo dar detalhes do processo ao longo da campanha e reforçando que há candidatos que, mesmo com indeferimentos, mantiveram seus registros por meio de liminar. Depois, questionado por jornalistas, ele citou o caso de Demóstenes.

 

“Foi um caso exatamente igual. Ele foi declarado inelegível por um flagrante forjado. No meu caso, fui alvo de uma gravação armada”, destacou o candidato do PTC, afirmando que, no episódio, não cometeu ilícitos e agiu de boa fé.

 

Em 12 de julho deste ano, Delcídio foi absolvido da acusação de obstrução da Justiça, sustentada pelo MPF (Ministério Público Federal) durante a Operação Lava Jato. Ele era suspeito de tentar comprar o silêncio do ex-diretor da Petrobras e delator Nestor Cerveró, que apontou a existência de um esquema de corrupção na estatal de petróleo envolvendo agentes públicos. Por conta da acusação, ele chegou a ficar preso. A acusação lhe rendeu processo ético e, em 10 de maio de 2016, o Senado confirmou sua cassação e a retirada de seus direitos políticos por oito anos.

 

Senador cassado substitui Cezar Nicolatti (à esquerda) no projeto do PTC. (Foto: Humberto Marques)

 

Delcídio foi gravado em conversa com o filho de Cerveró, Bernardo, tratando de um suposto plano de fuga e pagamentos ao delator a fim de tentar comprar seu silêncio. Contudo, na sentença, o juiz Ricardo Augusto Soares Leite, da 10ª Vara Federal de Brasília, declarou o ex-senador inocente e apontou que a gravação de Bernardo só ocorreu depois de seu pai não conseguiu reverter judicialmente a prisão, colocando-os ainda como possíveis autores de “chantagem”.

 

Comunicado da decisão, Delcídio –que em abril figurava na lista de filiados ao PTC– seguiu para Brasília a fim de consultar advogados sobre uma estratégia para restituir os direitos políticos. O PTC já ventilava lançar o senador cassado como candidato nas eleições deste ano. Delcídio, porém, disse ter optado pelo projeto ao Senado por avaliar a eleição menos complexa do que para a Câmara Federal –o partido não lançou chapa ao governo, mas na proporcional integra o projeto do MDB no Estado.

9º FIT começa dia 20 de setembro em Dourados

Assessoria

 

O evento também trará apresentações nacionais e regionais gratuitas ao público (Foto - Divulgação)

 

O 9º Festival Internacional de Teatro (FIT) de Dourados começa na quinta-feira, 20 de setembro. O evento vai trazer onze espetáculos teatrais de grupos de várias partes do país, mobilizando os movimentos teatrais dos estados de São Paulo, Distrito Federal, Santa Catarina, Paraná, Goiás e Mato Grosso do Sul. O FIT é organizado pela Coordenadoria de Cultura (COC), vinculada à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEX/UFGD).

 

A abertura do evento será às 20h, no Teatro Municipal, e contará com o concerto da Orquestra da UFGD, com entrada gratuita. A apresentação das peças teatrais acontecerão de 21 a 30 de setembro. Quando acontecerem no Teatro Municipal terão ingressos de R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia) e que poderão ser adquiridos antecipadamente na COC (rua João Rosa Góes, 1761 – Vila Progresso – Unidade 1 da UFGD), das 8h às 11h e das 13h às 17h. As entradas também serão vendidas nos dias dos espetáculos, uma hora antes do início.

 

O evento também trará apresentações nacionais e regionais gratuitas ao público, que acontecerão na Praça Antônio João e no Parque dos Ipês. Além disso, a coordenação oferecerá uma Oficina de Maquiagem Artística, com Beatriz Maciel, com vagas limitadas, e taxa de inscrição de R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia).

 

Para a coordenadora de Cultura da UFGD, professora Gicelma Chacarosqui, o FIT cria espaço de visibilidade para a cena teatral de Dourados e região que vai além da simples convivência dos grupos. “O evento também é um importante momento de intercâmbio artístico entre companhias e artistas nacionais e regionais, mediado pela possibilidade de assistirem uns aos outros que dá concretude e profundidade a essas trocas”, enfatizou.

 

Para os artistas é um momento extremamente saudável, na medida em que se pode vir a conhecer o trabalho e a pesquisa teatral de diversos estados e regiões, suas interlocuções com a cultura e as artes desses lugares, suas provocações específicas e suas soluções.

 

O FIT busca, a cada ano, inovação de linguagens e experimentações, atualizando e capacitando artistas e públicos, fortalecendo a inserção social dos indivíduos como cidadãos críticos e participantes, possibilitando, através da arte, novos olhares sobre o mundo e o exercício pleno da cidadania.

 

O evento tem parceria da Secretaria de Cultura de Dourados e da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul. Informações na COC, pelo telefone: 67-3410-2872 / 2874, das 7h às 19h.

‘Esse Mourão está escalando o golpe no Brasil’, diz Ciro sobre vice de Bolsonaro

O Globo

 

Ciro Gomes dá entrevista a Renata Lo Prete, do "Jornal da Globo" (Foto - Reprodução / Agência O Globo )

 

O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, acusou na noite desta segunda-feira o general Hamilton Mourão, candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), de pretender dar um golpe de Estado no Brasil. A afirmação foi feita durante entrevista do pedetista ao “Jornal da Globo”. Na mesma entrevista, Ciro afirmou duvidar de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nada soubesse sobre os desvios na Petrobras, no escândalo conhecido como “petrolão”.

 

Ciro foi questionado sobre uma frase dita durante a sabatina do GLOBO, na semana passada. Ele afirmou que o comandante do Exército, general Villas-Boas, tem feito comentários políticos para “tentar calar a voz das cadelas no cio que embaixo dele estão se animando”. Ao explicar a frase, revelou um encontro com Villas-Boas e acusou o vice de Bolsonaro de tentar um golpe no país.

 

– O General Villas Boas me convidou a conversar lá no quartel-general, durante esse processo eleitoral, eu respondi que não achava próprio. Ele perguntou se aceitaria conversar na casa dele. Aceitei. Tivemos uma conversa muito franca em que eu claramente anunciei para ele que esse general Mourão está escalando o golpe no Brasil e que eu ia enfrentá-lo. E o general Mourão considera o general Villas-Boas amigo-irmão.

 

Também na sabatina do GLOBO, Ciro afirmou que Villas-Boas poderia “pegar uma cana” num governo seu por dar declarações políticas, e manteve a opiniião.

 

– Eu sou um brasileiro que conhece a lei. Está proibido comandante militar dar opinião sobre política. Simples assim, está na lei. No dia seguinte, o presidente do Uruguai mandou prender o comandante do Exército, que deu opinião sobre assunto político. É próprio, num país que tem a tradição que nós temos, que um comandante militar fique tutelando um processo eleitoral, coagindo as pessoas a votar por medo? Medo de quê? Eu não tenho medo deles, não.

 

O presidenciável também foi questionado sobre o ex-presidente Lula, a quem tem poupado dos ataques mais diretos que reserva ao candidato Fernando Haddad e ao PT. Ciro declarou duvidar que Lula não soubesse dos esquemas de corrupção na Petrobras e que ele próprio alertou o líder petista sobre o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado.

 

– No mensalão eu estava lá. Ele (Lula) de fato não sabia. Acredito que ele falou a verdade quando disse que não sabia. No petrolão não dá. Simplesmente nao dá. Nao é que ele sabia que as pessoas estavam roubando, mas sabia que as pessoas estavam procurando essas indicações (de cargos na Petrobras) para roubar. Falei para ele, por exemplo, de Sérgio Machado.

 

Ainda sobre Lula, Ciro disse que evita atacá-lo porque se sentiria “um covarde”, pelo fato de o petista estar preso.

 

– (Ataco o PT) Porque o PT e o Haddad estão soltos e podem reagir. E o Lula está na cadeia. Eu me sinto um covarde. Gostaria que o Lula estivesse solto, e eu pudesse debater e refletir com ele. Sou amigo do Lula há 30 anos. Ele não é satanás como querem os coxinhas nem Deus como parte do PT quer.

 

 

 

Deputados devem analisar dois pedidos de impeachment contra Reinaldo Azambuja

Maisse Cunha

Do MidiaMax

 

Presidente da Assembleia Legislativa do MS, deputado Junior Mochi (Foto - João Pires)

Foram lidos, durante a sessão desta plenária terça-feira (18), dois pedidos de impeachment protocolados contra o governador Reinaldo Azambuja (PSDB), por suposto crime de responsabilidade. Entretanto, o presidente da Casa, deputado Junior Mochi (MDB) afirmou que os fatos que subsidiaram ambos pedidos já foram objeto de apuração quando convertidos em CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito), em maio de 2017, logo após a divulgação de trechos da delação dos executivos da JBS.

 

Mochi esclareceu que, ainda, que os fatos investigados pela Casa seguiram o rito normal e foram encaminhados ao MPF (Ministério Público Federal). “Os fatos foram investigados pela Assembleia Legislativa. Todas as denúncias contra as pessoas e os atos daqueles que tinham responsabilidade de tomar decisão foram encaminhados para Ministério Público Federal”, afirmou.

 

O emedebista disse que agora lidos, os pedidos de impeachment contra o tucano devem passar pela CCJr (Comissão de Constituição, Justiça e Redação) e, assegurada a admissibilidade, uma Comissão Especial poderá ser criada pelos parlamentares.

 

Mochi ainda afirmou que essa comissão deve tentar conseguir no STJ (Superior Tribunal de Justiça) cópia do processo para subsidiar as investigações. “A comissão terá a responsabilidade de analisar pedidos, documentação, provas, solicitar ao Superior Tribunal de Justiça, se for possível, o encaminhamento de cópia do processo, para que essas investigações da Polícia Federal possam subsidiar a decisão da comissão que, por sua vez, será submetido ao Plenário”, disse.

 

Um dos pedidos lidos na sessão de hoje foi protocolado ainda em 2017, à época da divulgação de trechos das delações, pelo vereador Vinicius Siqueira (DEM), que pediu nova apuração, e outro, apresentado na quinta-feira (13) pelos advogados Danny Fabrício Cabral, Soraya Thronicke (PSL).

 

Reinaldo foge de debate e Mocchi vira alvo de ataques

Candidatos participaram de debate realizado na noite de ontem (17) em Dourados (Foto - João Pires)

 

Nem Reinaldo e nem Murilo

 

Debate promovido pela Grande FM 92,1, realizado na noite de segunda-feira (17) em Dourados, frustrou as expectativas de quem esperava a participação do governador e candidato a reeleição, Reinaldo Azambuja (PSDB). Nem ele e nem o seu vice Murilo Zauith (DEM) compareceram para apresentarem suas propostas aos ouvintes de pelo menos 32 municípios que abrange audiência da rádio.

 

Alvo de ataques

 

Com crescimento considerável nas pesquisas após a operação Vostok, deflagrada na semana passada pela PF, resultado de investigação contra Reinaldo, o medebista Junior Mochi foi o principal alvo de ataques pelos candidatos Marcelo Bluma (PV) e João Alfredo (PSol).

 

Escondeu o partido

 

A artilharia contra Mochi foi iniciada por João Alfredo que considerou que o candidato indicado por André Puccinelli tem ‘escondido’ o partido em que representa, em seus discursos. “Ele esconde que é do MDB de Marun e tantos outros”, disse ao responder pergunta do Marcelo Bluma, sobre o altos valores na emissão de CNH no Estado.

 

Improbidade administrativa

 

O candidato João Alfredo ainda mencionou as acusações relacionadas a improbidade administrativa contra Mochi, bem como a aplicação de multa de R$ 310 mil pelo TRF da 3ª Região e cobrou respostas com relação ao impeachment contra o governador Reinaldo, protocolado na Asssembleia Legislativa.

 

Mochi responde

 

Já no seu tempo de réplica, Junior Mochi lembrou que é filiado no então PMDB desde 1978 e rebateu as criticas. “Não me confunda com partido. Em todos os lugares tem pessoas boas e ruins e sou Junior Mochi”. Quanto as acusações de improbidade administrativa, disse; “A denúncia foi rejeitada, portanto isto é ‘café requentado’”.

 

Odilon questionado

 

Se por um lado Junior Mochi foi confrontado, o juiz aposentado Juiz Odilon (PDT) também teve que explicar aos seus adversários com relação as denúncias encaminhadas ao MPF, feitas pelo seu ex-assessor Jedeão de Oliveira. Ele acusa o candidato sobre uma suposta ‘venda de sentenças’.

 

Odilon esclarece

 

Por sua vez, Odilon fez questão de enfatizar que ele mesmo pediu a Polícia Federal que o investigue quanto a algum ato ilícito cometido enquanto magistrado e ressaltou que as delações de Jedão (demitido por ele) não foi respaldada pela Procuradoria da República. “O que existe ali é uma vingança e uma armação política. O meu passado de 40 anos de trabalho é um documentário da minha honestidade e vou administrar o nosso Estado com lisura”, disse.

 

Reinaldo criticado

 

A ausência de Reinaldo Azambuja e seu vice Murilo Zauith foi bastante criticada por todos os candidatos, principalmente por Odilon de Oliveira. Logo no início do debate o juiz considerou o governador um ‘fujão’ por ter faltado ao terceiro debate desde o início da campanha eleitoral. “Eu ia perguntar ao Reinaldo onde fica a moralidade na administração pública?”, disse ao mencionar os R$ 70 milhões que teriam sido repassados em propinas pelo grupo JBS ao Governo do Estado.

 

João Grandão na plateia

 

Em meio ao público que acompanhou o debate no anfiteatro da unidade 2 da UFGD, o deputado estadual João Grandão (PT) e candidato a reeleição, ficou entusiasmado quando o companheiro Humberto Amaducci (PT) criticou a aprovação da reforma da Previdência, na Assembleia Legislativa. “Eu votei contra!”, comentou a dos um dos assessores do também candidato a deputado estadual Elias Ishy (PT), sentado ao seu lado.

 

Tetila presente

 

O ex-prefeito Laerte Tetila (PT) suplente do candidato ao Senado, Zeca do PT, também acompanhou atentamente ao debate e foi lembrado por Amaducci, que elogiou sua atuação enquanto prefeito de Dourados.

 

Delcídio de novo

 

No início da noite de ontem (17) já circulava as informações sobre o registro de candidatura do ex-senador Delcídio do Amaral (PTC) ao Senado por Mato Grosso do Sul. Ele vai substituir o médico Cesar Nicolatti (PTC), que de certa forma garantiu o lugar o na disputa ao ao ex-petista, cassado em 2016 por suposta ‘compra de silêncio’ na operação Lava Jato.

 

Púlpito que seria ocupado pelo candidato Reinaldo Azambuja durante o debate (Foto - João Pires)

 

João Pires

ESTADO NOTÍCIAS 

Orquestra UFGD abre 9º Festival de Teatro de Dourados na quinta-feira

Assessoria

 

Na próxima quinta-feira, 20 de setembro, a Orquestra UFGD se apresenta na abertura oficial do 9º Festival Internacional de Teatro de Dourados (FIT). O concerto tem início às 20h, no Teatro Municipal, e a entrada é gratuita.

 

Mais uma vez, a regente Thais Costa preparou um repertório especial para o Festival, e a Orquestra vai estrear um concerto que inclui clássicos do teatro brasileiro como Roda Viva, O Grande Circo Místico e Ópera do Malandro, de Chico Buarque, além de outros sucessos da Música Popular Brasileira.

 

A programação do FIT segue até o dia 30 de setembro, com 11 apresentações de 6 estados diferentes, incluindo espetáculos de palco e de rua, para todas as idades. O público também poderá se divertir em dois saraus, que acontecerão nos dias 22 e 29, na ADUF-Dourados, com programação musical variada. Acompanhe as novidades pelo site oficial do Festival: https://www.fitdourados.com/.

 

FIT-Dourados

 

O Festival Internacional de Teatro de Dourados é realizado pela Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) e, em sua nona edição, já se consolidou no calendário cultural da cidade.

 

Este ano, os ingressos têm o valor de R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia entrada) e podem ser adquiridos antecipadamente na Coordenadoria de Cultura da UFGD (Rua João Rosa Góes, 1761 – Vila Progresso), das 08h às 11h e das 13h às 17h. Também serão vendidos nos dias de cada espetáculo, uma hora antes do início. As apresentações que acontecem na Praça Antônio João e no Parque dos Ipês são gratuitas.

 

A coordenação do Festival oferece, ainda, Oficina de Maquiagem Artística, com Beatriz Maciel, com vagas limitadas. A taxa de inscrição é de R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia).

 

O FIT tem apoio da Prefeitura Municipal de Dourados e da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul.

TSE concede liminar autorizando candidatura de Garotinho

VEJA

 

No último dia 6, o TRE-RJ indeferiu o registro atendendo a pedido do Ministério Público Eleitoral (Foto: MPE (YouTube/Reprodução)

O ministro Og Fernandes, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), concedeu liminar neste domingo, 16, suspendendo a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) que indeferiu o registro de candidatura de Anthony Garotinho (PRP), que concorre ao governo do estado. A decisão, válida até que o mérito seja julgado, garante que o nome de Garotinho esteja nas urnas e que seus votos sejam considerados válidos.

 

No último dia 6, o TRE-RJ indeferiu o registro atendendo a pedido do Ministério Público Eleitoral (MPE). O órgão considera que Garotinho é inelegível em função de uma condenação do Tribunal de Justiça. A suspeita recai sobre desvios de R$ 234,4 milhões na área da Saúde nos anos de 2005 e 2006, quando o atual candidato era secretário de Estado. Ele nega envolvimento no caso.

 

No recurso apresentado ao TSE, a defesa de Anthony Garotinho argumentou que houve falhas no processo que levou a sua condenação. Na peça, também pediu efeito suspensivo da decisão do TRE, “uma vez que a execução do acórdão regional lhe trará (a Garotinho) irreparáveis prejuízos, pois lhe impedirá de efetuar todos os atos relativos à campanha eleitoral, inclusive utilizar o horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão e ter seu nome na urna eletrônica”.

 

Nas pesquisas de intenção de voto, o ex-governador aparece na terceira colocação, atrás de Eduardo Paes (DEM) e Romário (Podemos). Segundo o Datafolha, divulgada nesta sexta-feira 14, Garotinho tem 10% dos votos. Paes lidera com 24%, enquanto Romário tem 14%.

 

Em nota, Anthony Garotinho afirmou que já “previa” a decisão favorável do TSE, e aproveitou para cutucar dois de seus adversários na disputa ao governo. “Não temos dúvida de que essa confusão criada favoreceu o candidato Eduardo Paes, mas os eleitores saberão, agora, que há uma opção além da corrupção de Eduardo Paes e o despreparo de Romário”, declarou.

 

(com Estadão Conteúdo)

TSE divulga arrecadação dos candidatos à Presidência da República

Agência Brasil

 

Meirelles declarou doações próprias de R$ 45 milhões à sua campanha. (Foto: Jonas Valério/Divulgação)

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) divulgou hoje nova parcial da prestação de contas dos candidatos à Presidência da República.

 

Entre os candidatos, o com maior arrecadação, até o momento, foi Geraldo Alckmin (PSDB). O tucano levantou R$ 46,4 milhões. Do montante, R$ 46,26 milhões (97,8%) foram oriundos do Fundo Eleitoral. O financiamento coletivo do candidato representou 0,08% das verbas arrecadadas.

 

A segunda maior arrecadação foi a do candidato Henrique Meirelles (MDB), que declarou R$ 45 milhões em receitas até o momento. Todo o recurso veio de fontes próprias, ou seja, do próprio candidato.

 

A terceira maior declaração foi a do PT, cuja candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva foi substituída por Fernando Haddad. Foram movimentados R$ 20,6 milhões em receitas. A quase totalidade, R$ 20 milhões (97,1%), veio do Fundo Eleitoral. Por meio de financiamento coletivo foram arrecadados R$ 598 mil.

 

Ciro Gomes (PDT) vem na quarta posição, com R$ 16,1 milhões recebidos, todo do Fundo Eleitoral.

 

Marina Silva arrecadou R$ 7,2 milhões. Da soma de verbas, R$ 6,1 milhões vieram de doações do Fundo Eleitoral; R$ 260 mil foram de financiamento coletivo e o restante de 21 doadores.

 

Álvaro Dias (Podemos) declarou ter recebido R$ 5,2 milhões. Deste total, R$ 3,2 milhões (62,5%) foram oriundos do Fundo Eleitoral e 37,9% de doações diversas. A iniciativa de financiamento coletivo do candidato representou apenas 0,63% do total.

 

Com pouco mais de R$ 46 milhões, a maior parte vinda do Fundo Eleitoral, Alckmin teve a maior arrecadação até aqui. (Foto: Site do candidato/Reprodução)

Guilherme Boulos (Psol) recebeu até agora R$ 5,99 milhões, sendo R$ 5,97 milhões provenientes do Fundo Eleitoral. O restante foi arrecadado por meio de financiamento coletivo.

 

João Amoêdo (Novo) recebeu até o momento R$, 2,6 milhões. Deste total, R$ 1,2 milhão foi recebido do Fundo Eleitoral; R$ 308 mil de financiamento coletivo e o restante de doadores.

 

José Maria Eymael (PSDC) levantou R$ 849 mil do Fundo Eleitoral.

 

Jair Bolsonaro (PSL) arrecadou R$ 688,7 mil. Desse total, quase a metade foi proveniente do Fundo Eleitoral (R$ 334,75 mil). Outra parcela de R$ 332,8 mil foi obtida por meio de financiamento coletivo.

 

Vera Lúcia (PSTU) declarou receitas no valor de R$ 401 mil, praticamente toda oriunda do Fundo Eleitoral. A candidatura levantou apenas R$ 1,8 mil por meio de financiamento coletivo. João Goulart Filho (PPL) levantou R$ 231,8 mil, sendo R$ 230 mil do Fundo Eleitoral e o restante R$ 1,8 mil de financiamento coletivo.

 

As informações podem ser obtidas por meio do sistema do Tribunal “Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais”.

Na UTI, Bolsonaro reinicia fisioterapia nesta sexta, diz novo boletim

Notícias ao Minuto

 

Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo (Foto:REUTERS)

O Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, divulgou na manhã desta sexta-feira (14) um novo boletim médico sobre Jair Bolsonaro.

 

De acordo com o documento, o candidato do PSL à Presidência da República “permance na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em condições estáveis e sem complicações no período pós-operatório”. Ele continua em “jejum oral” (alimentação por sonda) e reiniciará fisioterapia (caminhada e exercícios respiratórios) ainda hoje.

 

O capitão reformado também não apresenta outros sinais de infecção. Ele continuará recebendo analgésicos para controle da dor e febre.

 

Bolsonaro foi esfaqueado no último dia 6 de setembro, durante um ato de campanha pelas ruas da cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais. Com perfurações nos órgãos abdominais, ele foi operado no dia do ataque e passou por um segundo procedimento cirúrgico na terça-feira (11).

Empresário que impulsionou post favorável a Bolsonaro no Facebook é multado

Migalhas

 

Pela lei das eleições, impulsionamento pode ser feito apenas por partidos, coligações e candidatos e seus representantes (Foto - Divulgação)

 

O TSE aplicou multa de R$ 10 mil a um empresário por contratação irregular de impulsionamento de propaganda eleitoral na internet após ter impulsionado conteúdo favorável a Jair Bolsonaro no Facebook. Pela lei das eleições, o impulsionamento de conteúdo pode ser feito apenas por partidos, coligações, candidatos e seus representantes.

 

Ao analisar a representação ajuizada pela coligação do candidato Geraldo Alckmin, os ministros do TSE destacaram que a lei das eleições proíbe expressamente qualquer tipo de veiculação de propaganda eleitoral paga na internet, excetuado o impulsionamento de conteúdo, desde que identificado de forma inequívoca como tal e contratado exclusivamente por partidos, coligações e candidatos e seus representantes.

 

Na decisão, o TSE isentou de punição o candidato Jair Bolsonaro e o Facebook. O primeiro, por entender que não há prova de sua ciência ou participação na contratação feita pelo empresário. O segundo, por ter cumprido a liminar, deferida em agosto, de remover em 24 horas os conteúdos relacionados ao impulsionamento das publicações do empresário.

 

O ministro Luis Felipe Salomão, ao proferir seu voto, explicou: “A lei estabelece que pessoa física não pode fazê-lo, por um motivo muito simples: é que seria absolutamente impossível avaliar, na prestação de contas [do candidato], as inúmeras pessoas que contratariam diretamente o impulsionamento”.

Marina Silva diz que queda em pesquisas se dá por não fazer “do púlpito palanque”

Gospel + 

 

No entendimento da ex-senadora, a oscilação faz parte do jogo (Foto - Divulgação)

 

A queda nas pesquisas de intenção de voto foi tema de comentários da candidata Marina Silva (Rede) durante uma entrevista na última quinta-feira, 13 de setembro. No entendimento da ex-senadora, a oscilação faz parte do jogo e a participação no segundo turno ainda é possível.

 

A entrevista concedida à Rede Gênesis, fundada pela Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra, foi pontuada, principalmente, pela insatisfação dos telespectadores com a postura de Marina Silva a respeito do aborto.

 

Questionada sobre o tema, Marina voltou a dizer que é pessoalmente contra, mas insistiu que uma eventual mudança na lei vigente precisa passar por um plebiscito: “Como sou contra o aborto, tenho defendido que essa questão não seja decidida só pelos 513 deputados. Mas o presidente da República não convoca plebiscito, quem convoca é o Congresso. Pelas minhas convicções éticas, filosóficas e religiosas sou contra o aborto. Que se trabalhe os meios para que a mulher não lance mão de uma medida extrema, como o planejamento familiar. Sou a favor da vida, da vida em abundância”, declarou a candidata.

 

Sobre sua queda nas pesquisas de intenção de voto junto aos evangélicos, Marina destacou que esse fator talvez seja impulsionado por sua conduta: “Não uso o palanque como púlpito, nem o púlpito como palanque”, afirmou.

 

“Há nove meses venho mantendo uma posição de segundo lugar. Agora, porque teve uma pequena oscilação, as pessoas já tratam como o dado definitivo? Todo mundo fica falando sobre isso? Se Deus quiser, estaremos no segundo turno”, acrescentou a candidata, de acordo com informações do jornal O Globo.

 

A entrevista, que será levada ao ar pela Rede Gênesis na próxima segunda-feira, 17 de setembro, às 13h30, teve perguntas também sobre a situação de seca no Nordeste brasileiro, e Marina propôs seguir os projetos em andamento: “É preciso concluir a transposição. Vamos fazer uma auditoria e punir todos os culpados pelos casos de corrupção, para garantir a conclusão da transposição. Vamos fechar o dreno da corrupção das obras não concluídas”.

 

Bolsonaro

 

Após a entrevista, Marina participou de uma caminhada com eleitores no centro de Brasília, no calçadão da rodoviária, e ao final do corpo a corpo com eleitores, fez críticas ao adversário na disputa eleitoral, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL), líder das pesquisas de intenção de votos.

 

“A melhor forma de combater a violência e o ódio, é não deixando que tomem conta da gente. Estou viajando o país inteiro e muito bem recebida”, declarou.

 

“O candidato Bolsonaro teve sua proposta desconstruída por aquilo que ele mesmo pregava, a distribuição de armas. Imagine se aquele homem tivesse uma arma na mão? Bolsonaro estava com um forte esquema de segurança da Polícia Federal, dos PMs, da sua segurança pessoal e mesmo assim um homem com uma faca se aproximou dele e cometeu aquela inaceitável atrocidade”, acrescentou, distorcendo a proposta de revogação do Estatuto do Desarmamento, que não prevê “distribuição de armas”.

 

Marina também estendeu suas críticas aos grupos políticos que comandam o país desde a volta das eleições diretas: “Vejo na sociedade brasileira uma mobilização enorme para que as velhas estruturas do dinheiro, das mentiras dos marqueteiros, não prevaleçam. O que vai prevalecer é a consciência dos brasileiros. Eu sei que há pressa de alguns para dizer que o projeto que não é da velha política, do PT, do PMDB, dos grupos que são contrários à Lava-jato, que os brasileiros não viabilizarão uma proposta altiva, alternativa à corrupção, à incompetência que levou o Brasil para o buraco”, finalizou.

Candidata do partido do Bolsonaro reforça pedido de impeachment de Reinaldo Azambuja

O Jacaré

 

Apesar do PSL se coligar com o PSDB na proporcional, Danny e Soraya não aceitaram apoiar reeleição de Reinaldo e voltaram a pedir o impeachment do tucano nesta quinta-feira (Foto: Divulgação)

 

Com base nas denúncias da Operação Vostok, da Polícia Federal, a candidata a senadora e seu suplente, os advogados Soraya Thronicke e Danny Fabrício Cabral Gomes, do PSL, voltaram a pedir o impeachment do governador Reinaldo Azambuja (PSDB) . Eles haviam feito o pedido no ano passado, quando estourou o escândalo da JBS,mas a Assembleia Legislativa arquivou os cinco pedidos.

 

Na chapa proporcional, o PSL se coligou com o PSDB. No entanto, Soraya e Danny e o presidenciável Jair Bolsonaro descartaram apoiar a reeleição de Azambuja. Tanto que o tucano apoia outros candidatos a senador, o ex-prefeito da Capital, Nelsinho Trad (PTB) e o ex-secretário Marcelo Miglioli (PSDB).

 

No pedido de cassação do mandato de Reinaldo, os advogados citam trecho do despacho do ministro Felix Fischer, do Superior Tribunal de Justiça, que aponta o tucano como “vértice de organização criminosa que praticava corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro”.

 

A base do novo pedido é a Operação Vostok, que levou à cadeia o filho do governador, o advogado Rodrigo Souza e Silva, o primeiro secretário da Assembleia, deputado estadual Zé Teixeira (DEM) e o ex-secretário estadual de Fazenda e conselheiro do Tribunal de Contas, Márcio Monteiro. Outras 11 pessoas tiveram a prisão temporária decretada, sendo que três devem se apresentar nesta quinta-feira.

 

Danny e Soraya destacam que não há dúvidas de que o governador cometeu improbidade administrativa. Eles anexaram reportagens dos jornais Correio do Estado (pagamento de R$ 52 milhões para Reinaldo), da Folha de São Paulo (R$ 70 milhões em propinas ao tucano) e de O Jacaré (da acusação de que o filho cogitou matar integrante para evitar delação premiada).

 

No pedido, eles destacam que a lei prevê condenação de dois a 12 anos de prisão por recebimento de vantagens indevidas. “É notório que atentou contra a probidade, devendo o mesmo imediatamente suspenso”, apelam.

 

O ritual do impeachment prevê a abertura de comissão processante e o julgamento ser conduzido por cinco deputados e cinco desembargadores. No caso da renúncia ser recebida pelo legislativo, aprovada por dois terços dos deputados (16 dos 24), o governador é afastado para ser julgado. O pedido foi protocolado na manhã desta quinta-feira.

 

No ano passado, após a homologação da delação premiada da JBS pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, a Assembleia Legislativa recebeu cinco pedidos de impeachment de Reinaldo.

 

Os deputados criaram a CPI para investigar a denúncia. Presidida pelo deputado Paulo Corrêa (PSDB), candidato à reeleição, e relatada por Flávio Kayaht (PSDB), a comissão confirmou que a JBS não cumpriu os termos de incentivos. No entanto, não investigou Reinaldo e os antecessores, citados na delação.

 

Após os trabalhos da CPI, o presidente da Assembleia Legislativa, Junior Mochi (MDB), candidato a governador nas eleições deste ano, arquivou os cinco pedidos de impeachment.

 

Agora, o emedebista voltará a se deparar com o novo pedido de investigação e com novos argumentos. Os deputados estaduais vão sofrer o desgaste de blindar o governador em plena campanha eleitoral?

 

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Cirilo Ramão solicita recursos para construção de museu indígena de Dourados

Assessoria

 

Cirilo Ramão requereu a construção de um museu indígena em Dourados (Foto: Thiago Morais)

O vereador Cirilo Ramão (MDB) requereu, durante a sessão ordinária desta terça-feira (11), a recursos para a construção de um museu indígena em Dourados. O pedido foi encaminhado à secretaria de Governo do município, ao senador Waldemir Moka (MDB) e ao deputado estadual Renato Câmara (MDB).

 

A intenção, de acordo com o vereador, é fortalecer e divulgar a cultura indígena de Dourados, sendo que o município possui a maior aldeia urbana do país, com 16 mil habitantes. “A cultura que envolve os terenas, kaiowas e guaranis é muito forte”, comentou Cirilo, que ainda sugeriu que o museu seja construído na entrada da cidade, para que seja de fácil acesso aos turistas.

 

Cirilo acredita que temos o dever de enobrecer e enaltecer a cultura do índio, já que eles estão em Dourados desde antes de sua criação, passando por várias lutas. “Faz parte da memória da nossa cidade. Este seria um lugar que mostraria tudo o que envolve a cultura, o ensino, a luta por terras dos indígenas, num lugar onde todos pudessem ver e entender, que além de ser um ponto turístico, também serviria para a pesquisa”, completou.

 

O vereador ainda propôs que um centro de comercialização, com artigos feitos pelos próprios indígenas de Dourados, seja construído anexo ao museu. “Isso pode ser feito para gerar ou incrementar a renda de muitas famílias que vivem nas aldeias”, explicou.

 

“Eles são seres humanos, são pessoas como nós, que tem os mesmos desejos, sentimentos que eu e você. Por isso estou pedindo para o vereador e para toda bancada do federal do MDB que viabilize este recurso, para que comecemos este projeto para a construção do museu”, Ressaltou Cirilo Ramão.

Festa das Patroas traz o melhor do sertanejo feminino para Dourados

Assessoria

 

As cantoras mais badaladas da música sertaneja têm data marcada para encantar Dourados (Foto - Divulgação)

As cantoras mais badaladas da música sertaneja têm data marcada para encantar Dourados. No dia 29 de setembro, Marília Mendonça e as gêmeas Maiara e Maraisa vão comandar a festa com sucessos próprios e também de outros sertanejos. Além delas, a DJ Larissa Lahw promete animar o espetáculo, que é mais uma realização da Santo Show – Artes e Entretenimento.

 

As gêmeas Maiara e Maraisa sempre compartilharam do mesmo sonho e talento. Mas foi apenas no ano de 2013, com o lançamento da música “No Dia do Seu Casamento” que as meninas alavancaram a carreira e se tornaram estrelas em todo o país.

 

Atualmente, elas fazem sucesso emplacando hits atrás de hits: “10%”, “Medo Bobo”, “Você faz falta aqui” e “Cruzando os dedos”. Elas prometem um show incrível em Dourados para ficar na memória da nossa cidade.

 

Já Marília Mendonça é a caçulinha do grupo. Com apenas 23 anos, a cantora estourou primeiramente como compositora com as musicas “É Com Ela Que Eu Estou” na voz de Cristiano Araújo, “Até você voltar” e “Cuida Bem Dela”, sucesso nas vozes de Henrique & Juliano.

 

Considerada uma das cantoras mais marcantes do sertanejo, Marília Mendonça é reconhecida por dar voz feminina às canções: “Infiel”, “Eu sei de cor”, “Alô porteiro” e “O que falta em você sou eu”. Seus maiores sucessos!

 

A DJ Larissa Lahw já comprovou seu talento e força à frente das pick-ups. A top DJ já conquistou o prêmio “Destaque DJ EDM Nacional Mulher” pela DJ Sound Awards, a maior premiação da música eletrônica na América Latina, ficou entre as “TOP 100 das Melhores DJs do Mundo”, divulgado pela conceituada revista inglesa Djane Mag.

 

A ‘Festa das Patroas’ é um projeto somente com mulheres e no show as cantoras levam para o palco os seus maiores sucessos, além de canções de outros artistas. A apresentação tem duração aproximada de duas horas.

 

Os ingressos estão à venda na Banca do Jaime e na www.fasttickets.com.br. Há entradas para pista (R$ 50,00), Área Vip (R$ 80,00), Camarote Open Bar (R$ 130,00), Camarote Empresarial (R$2,2 mil para 10 pessoas) e Bangalôs Open Bar (R$ 5 mil para 15 pessoas). Ingressos promocionais esgotados!

Bebeto pede iluminação pública com lâmpadas de LED nos distritos

Assessoria

 

Vereador Bebeto encaminhou solicitações a prefeita Delia e ao diretor da CCR MSVia (Foto: Thiago Morais)

O vereador Bebeto (PR) encaminhou indicação à prefeita Délia Razuk (PR) e ao secretário de Serviços Urbanos, Joaquim Soares, solicitando reposição de lâmpadas queimadas por LED (iluminação branca) nos distritos de Vila Vargas, Vila Formosa, Macaúba, Vila São Pedro, Picadinha, Panambí, Itahum e Indápolis.

 

O documento tem como justificativa a economia gerada pelo consumo das lâmpadas ao município, além do aspecto visual moderno. “A exemplo da via principal de Vila Vargas, onde foi trocada toda a iluminação antiga por lâmpadas LED, estendemos nossa solicitação aos demais distritos, contribuindo para melhor qualidade de vida da comunidade”, justificou o vereador.

 

Em outra indicação, Bebeto também solicita a manutenção e reposição de lâmpadas queimadas na região leste da Avenida Marcelino Pires. Ele justifica o pedido tendo em vista que empresários desta localidade informaram sobre alguns postes de iluminação pública necessitam de reparos.

 

Rotatórias

 

O vereador ainda apontou a necessidade de manutenção na iluminação das rotatórias da BR-163, no trajeto entre Dourados à Vila Vargas. Recentemente ele encaminhou solicitação a administração municipal e ao diretor da CCR MSVia, pedindo providências visando a iluminação das seguintes rotatórias: na 6ª linha, 5ª linha e 4ª linha (próximas a Vila Vargas), no acesso ao distrito de Panambi, no acesso à Fátima do Sul, no acesso ao Barrerinho (próximo à PRF, na rotatória entre a PRF e a BR, no acesso a antiga linha do Potrerito, próxima ao Parque das Nações), no acesso ao início do prolongamento da Avenida Marcelino Pires, na rotatória de acesso a Rua Coronel Ponciano, na rotatória de acesso a Avenida Hayel Bon Faker (Trevo da Bandeira) e no acesso a Laguna Caarapã.