Vereador Bebeto fez diversos encaminhamentos na Câmara de Dourados (Foto: Thiago Morais)
O vereador Bebeto (PR) reforçou indicação na Câmara de Dourados, solicitando recursos visando à implantação de novas moradias populares nos distritos de Vila Vargas, Vila Formosa, Macaúba, Indápolis, Panambi, Picadinha, Itahum e Vila São Pedro.
Ele justifica o pedido, tendo em vista contato com os moradores dos distritos citados, onde cobram projetos de novos conjuntos habitacionais. Bebeto também sugere que seja feito um levantamento apontando o real déficit habitacional nestas localidades, incluindo as áreas para implantação das moradias a serem definidas pelo município.
O documento foi encaminhado durante sessão ordinária, endereçado a prefeita Délia Razuk, com cópias ao secretário municipal de Planejamento, Carlos Francisco Dobes Viera, ao diretor da Agehab, Sergio Henrique Martins, aos deputados federais Geraldo Resende (PSDB) e Dagoberto Nogueira (PDT) e ao senador Pedro Chaves (PRB).
Idosos
Em outra indicação encaminhada à prefeita Délia, com cópias ao diretor da Agetran Carlos Fábio e ao diretor de relações institucionais da EXP Parking, Sérgio Iran Soares, o vereador solicitou estudos visando à ampliação do número de vagas de estacionamento de veículos destinadas exclusivamente às pessoas idosas e portadoras de necessidades especiais.
Bebeto justifica o pedido, considerando que atualmente o número de vagas tanto aos idosos, como as pessoas com deficiência são insuficientes para atender a demanda de veículos conduzidos por estas pessoas na cidade. “Muitas vezes os idosos não encontram vagas disponíveis para estacionar seus veículos em um simples compra de um remédio em uma farmácia ou ainda um serviço bancário”, comentou durante sessão, na Câmara.
Aliado apenas com o nanico Avante, o candidato à Presidência da República pelo PDT, Ciro Gomes, disse nesta segunda-feira (6) que adversários que o isolaram na disputa eleitoral querem decidir o pleito de dentro de gabinetes e celas, limitando seu tem de televisão a apenas 33 segundos.
“Querem resolver a eleição nos gabinetes ou em celas, o que é até pior em certos aspectos”, afirmou, em crítica velada à aliança do centrão (DEM, PP, PR, PRB e SD) com Geraldo Alckmin (PSDB) e às articulações promovidas pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para que PSB e PC do B não aderissem à sua campanha.
Após mais de uma hora de sabatina com empresários ligados à Coalizão pela Construção, coletivo de entidades que representam o setor, Ciro fez críticas nominais a seus adversários.
Aos jornalistas, disse que o PT fez aliança de neutralidade do PSB por medo e acusou Lula de agir diretamente para levar o centrão para Alckmin.
“O Lula trabalhou para o Valdemar Costa Neto [comandante do PR] ir para o Alckmin. O Lula trabalhou para o PR ir para o Alckmin. E eu me recusei a conversar com o Valdemar por razões antigas. Tá tudo certo. Eu só acho que é um erro grave. E não é nobre, mas ninguém precisa ser nobre. E pegou mal pra cacete. O que é, afinal de contas? É tirar o meu direito de falar uns segundinhos a mais”, afirmou.
O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) também foi alvo de críticas por se esquivar de perguntas sobre economia. O candidato de direita foi convidado, porém não participou do evento.
“No Brasil, iniciou-se de um tempo para cá, a apologia da ignorância. Porque isso dá uma certa afinidade com o nosso povo. Virou um atributo. ‘Sei de nada não, vou chamar o posto Ipiranga'”, ironizou Ciro Gomes.
Ciro também justificou sua aliança com a senadora Kátia Abreu (PDT), oficializada como sua vice, que, aliás, ele chamou de vice-presidenta. Ela foi ministra da Agricultura do governo Dilma Rousseff e era ligada a pautas conservadoras.
“Duvido que tenha um petista que tenha sido mais heroico e mais sacrificado do que a Kátia Abreu foi, com decência e fidelidade à democracia, ao Brasil e a [ex-presidente] Dilma [Rousseff], ao PT. Ela foi expulsa do partido [MDB] pelos quadrilheiros golpistas porque foi fiel [na época do impeachment]”, disse Ciro Gomes.
Aos empresários da construção, falou de quatro pontos que pretende atacar caso seja eleito: os colapsos do crescimento e fiscal, o endividamento do empresariado e o desequilíbrio da balança comercial brasileira.
O presidenciável criticou a concentração de bancos no país, comparando com o número em países como os Estados Unidos.
“No Brasil, de forma absolutamente irresponsável, permitimos ao longo dos últimos 15 anos que 85% das transações financeiras do país se concentrem em cinco bancos, dois dos quais estatais [Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal], que participam do cartel”, afirmou.
O candidato disse também que Banco do Brasil e Caixa têm que ser forçados a competir com outras instituições financeiras e criticou qualquer possibilidade de privatizar os bancos estatais.
Ao contrário do que aconteceu em sabatina da CNI (Confederação Nacional da Indústria), quando foi vaiado, há pouco mais de um mês, desta vez Ciro foi aplaudido pelos empresários.
O candidato criticou o que considera abusos regulatórios e, para exemplificar, disse que um “garoto do Ministério Público” dita as regras e que órgãos de fiscalização como o TCU (Tribunal de Contas da União) “tem mais engenheiro que os órgãos de execução, só para botar defeito no trabalho dos outros”.
Afirmou que, eleito, fará uma série de mudanças nas leis de improbidade, das licitações, de desapropriações e na estrutura de órgãos de controle.
Ciro prometeu “passar uma lupa” nas despesas de estado e nos R$ 354 bilhões de renúncia fiscal. Se comprometeu também a levar a taxa de câmbio a um patamar estimulante.
O presidenciável criticou o pensamento de estimular a economia através do consumo. “Não podemos mais acreditar que o consumo vai fazer o país crescer.”
Ciro também criticou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), afirmando que ele “jogou no lixo” a oportunidade de reformar o país. Com informações da Folhapress.
Campanha eleitoral não deve aumentar faturamento da Gráficas, como nos anos anteriores (Foto: Divulgação)
As eleições para presidente da República, governador, senadores e deputados federais e estaduais não animam as indústrias gráficas de Mato Grosso do Sul. De acordo com o presidente do Sindigraf/MS (Sindicato das Indústrias Gráficas de Mato Grosso do Sul) e Abigraf/MS (Associação Brasileira da Indústria Gráfica no Estado), Julião Flaves Gaúna, as propagandas dos candidatos por meio de produtos gráficos devem apresentar redução de até 30% em relação aos pleitos anteriores.
Ele aponta como responsáveis para essa projeção de queda no uso de produtos gráficos nas eleições deste ano ao fato de a campanha durar apenas 45 dias, ao intenso uso das mídias sociais por parte dos candidatos e às restrições impostas pela atual legislação brasileira. “Apesar disso, ainda teremos algum lucro, pois, mesmo em volume inferior, os candidatos não deixarão de fazer materiais impressos, como folders, praguinhas (adesivos de papel), santinhos, cartazes e informativos com os currículos”, detalhou. Julião Gaúna acrescenta que a atual legislação impede o uso de cavaletes contendo fotos e números dos candidatos para serem colocados nos canteiros de ruas e avenidas, bem como as bandeirolas tão comuns em eleições do passado.
“Essa proibição aliada ao uso das mídias sociais afeta em cheio o nosso faturamento, mas não podemos reclamar, pois se trata de um reflexo dos tempos modernos. O avanço da Internet limitou um pouco o uso de materiais impressos nas eleições, mas estamos nos adaptando a essa nova realidade”, reforçou.
O presidente do Sindigraf/MS e Abigraf/MS destaca que o segmento ainda passa por um momento de grandes dificuldades e, em outros tempos, o ano período eleitoral sempre trazia algum refresco no orçamento das gráficas. “Infelizmente, eleição após eleição, o uso de material impresso vem diminuindo e a indústria gráfica tem de se adaptar. Agora, só esperamos que os gastos com a campanha, em especial, com os produtos impressos sejam ampliados para que possamos reverter a situação financeira atual”, explicou.
No entanto, Julião Gaúna pontua que o material impresso ainda é a forma mais produtiva e direta para os candidatos se comunicarem com as grandes massas. “Por isso, esperamos que isso possa nos trazer uma grande oportunidade de trabalho. O certo é que haja mais equilíbrio entre o uso das mídias sociais e os materiais impressos para que possamos continuar fazendo o nosso papel, quanto industrial gráfico, que é o de facilitar a comunicação entre as pessoas”, finalizou.
O Filme estreia no Brasil no dia 1º de novembro.(Foto: Divulgação)
Pelas poucas cenas do trailer, parece que o longa “Bohemian Rhapsody”, de Bryan Jay Singer, não decepcionará. O drama, que conta a história da formação da banda Queen e da vida do vocalista Freddie Mercury, estreia no Brasil no dia 1º de novembro.
Interpretar uma lenda do rock que está há gerações de distância foi o que fez Rami Malek, de 38 anos, tremer as pernas. Quando Mercury morreu, o protagonista do longa tinha apenas 10 anos.
“Quando me escalaram, pensei: pode ser o papel que definirá a minha carreira. Dois minutos depois, percebi: meu Deus, também pode arruinar minha carreira para sempre”, disse o ator nascido em Los Angeles, de família egípcia. Além disso, para Malek, tratou-se de seu primeiro papel como protagonista – e só chegou a ele depois de uma produção muito confusa. Sacha Baron Cohen, renomado ator britânico, era quem deveria ser Mercury nas telonas, mas ele renunciou ao papel, aparentemente por desavenças com a banda Queen.
Depois, outro britânico, Ben Whishaw, foi escalado para o papel, mas também desistiu. E então, em dezembro de 2017, a Fox disse que o diretor do longa, Bryan Singer, tinha sido demitido por ausências injustificadas. Logo depois, voltaram atrás e confirmaram Singer na direção.
Em meio a essa tempestuosa produção, há ainda o retrato de uma história realista da vida selvagem do astro Freddie Mercury, dividido entre as drogas e a homossexualidade.
O filme percorre 15 anos da banda britânica, desde a década de 70, com a união de Mercury, Brian May e Roger Taylor (Gwilym Lee e Ben Hardy no longa), até o icônico Live Aid, festival de música de 1985, seis anos antes da morte do vocalista. (ANSA)
Fernando Haddad (Foto:Antonio Cruz/Agência Brasil)
Com aval do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o PT decidiu oficializar neste domingo (5) o nome do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad como vice na chapa do partido ao Planalto.
Com a decisão, o PT deflagrou o chamado plano B, admitindo, mesmo que nos bastidores, que Lula deve ser impugnado antes do primeiro turno, e então poderá ser substituído na cabeça de chapa pelo próprio Haddad.
Após uma negociação que consumiu todo o dia, os petistas conseguiram firmar ainda uma aliança com o PCdoB, que garantirá a vaga de vice ao partido quando o ex-presidente for impedido de concorrer e o ex-prefeito assumir seu lugar.
O martelo foi batido depois de horas de reuniões e divergências, e contrariando o plano inicial do próprio Lula, que queria indicar um vice apenas em 15 de agosto, data limite para o registro das candidaturas.
Em mensagem ao partido neste domingo, o ex-presidente disse que Haddad é a melhor opção para assumir a vaga agora e enfrentar o debate eleitoral pela sigla, mas pediu que o partido não desistisse de um acordo com o PCdoB. E assim foi feito. Durante todo o dia, o PT articulou à espera da aliança.Petistas queriam que o PCdoB abrisse mão de sua candidatura presidencial agora, coligasse com o PT, e esperasse, “na reserva”, para assumir a vice de Lula quando ele fosse declarado inelegível.
Nesse caso, Haddad ficaria com a cabeça de chapa.De início, integrantes do PCdoB não aceitaram a proposta -feita desde o fim da semana passada- e disseram que petistas chegaram a ameaçar romper acordos regionais no Rio e em outros estados caso a sigla não se aliasse ao PT nacionalmente.
Ainda durante o domingo, o PCdoB avaliava três possibilidades: manter a candidatura de Manuela D’Ávila, se aliar a Ciro Gomes (PDT) ou mesmo ao PT. E então, dizem dirigentes do PCdoB, a pressão petista ficou mais forte. O PCdoB chegou a anunciar a manutenção de Manuela na disputa, com Adilson Araújo, também do partido, como seu vice.
Por volta das 22h, uma comitiva petista foi para a sede do PCdoB em São Paulo, para a última tentativa de acordo, que deu certo. A ata do acordo foi registrada pouco antes da meia-noite deste domingo, limite para que o documento fosse fechado.
A partir de agora, Haddad falará em nome de Lula e do partido, com credenciais para defender o programa de governo, do qual foi coordenador, enquanto o ex-presidente não for barrado com base na Lei da Ficha Limpa -ele está preso em Curitiba por corrupção e lavagem de dinheiro desde o início de abril.
A negociação dos últimos dias foi marcada por muita tensão e incertezas mesmo dentro do partido. Com a negativa de Jaques Wagner, cotado como plano B caso o ex-presidente seja impugnado, de assumir o posto de vice, o ex-presidente deu aval para que Haddad ficasse com a vaga. Ele também é apontado como opção quando o ex-presidente for declarado inelegível.O nome do ex-prefeito, porém, sofria resistências internas no PT.
Até os últimos momentos das tratativas, ainda havia dirigentes da sigla que defendiam que a presidente do partido, Gleisi Hoffmann (PR), assumisse a vice de Lula. Gleisi não fazia autopropaganda abertamente e, inclusive, conversou com Wagner por telefone, na sexta-feira (3), insistindo para que ele aceitasse a missão e fosse declarado vice de Lula.
O argumento do grupo que resistia ao ex-prefeito era o de que lançar Haddad seria como antecipar o plano B do partido, expondo precocemente o nome a desgates e admitindo, mesmo que informalmente, que o PT já não conta com Lula na disputa.
Em contraponto, os defensores de Haddad -que entrou na CNB, corrente majoritária petista, para tentar vencer resistências- diziam que ele poderia representar o ex-presidente nos debates, entrevistas e eventos dos quais Lula não pode participar, inclusive, nacionalizando seu nome e fortalecendo a imagem do partido. Além disso, afirmam, o ex-prefeito tem o apoio da juventude petista.
Seu desafio, porém, é melhorar o discurso -considerado empolado e bastante frio- e crescer entre os eleitores do Nordeste, principal reduto da sigla.De acordo com advogados do PT especializados em direito eleitoral, com Haddad sacramentado, seria possível indicar um novo nome como vice quando o ex-presidente for declarado inelegível.
O calendário causa divergência dentro do próprio TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Há quem avalie que a oficialização das chapas deve ser feita até o dia final para o registro das candidaturas, como foi até a eleição passada -este ano, a data é 15 de agosto. Mas uma manifestação da corte sobre o fim do prazo das convenções, em 5 de agosto, abriu margem para dúvidas e fez com que os partidos corressem com os prazos para este domingo. Com informações da Folhapress.
André Puccinelli foi preso em 20 de julho pela PF (Polícia Federal). (Foto: Reprodução)
O ex-governador André Puccinelli (MDB) está preso há 17 dias e o pedido de liberdade, encaminhado em 31 de julho ao STF (Supremo Tribunal Federal), depende da escolha da presidente do Supremo, Cármen Lúcia, de quem será o relator.
Primeiro, o pedido de habeas corpus foi distribuído ao ministro Dias Toffoli por prevenção – quando um ministro se torna competente para avaliar qualquer processo referente a um caso concreto, no caso, a operação Lama Asfáltica, que já teve um recurso distribuído a Toffoli.
Na sequência, a Secretaria Judiciária da Corte apontou um equívoco e que a ação deveria ter sido encaminhada ao ministro Alexandre de Moraes. Já a defesa de Puccinelli quer que o pedido seja distribuído para o ministro Marco Aurélio Mello, o primeiro magistrado do Supremo a julgar ações referentes à Lama Asfáltica.
Desta forma, o habeas corpus só vai caminhar depois da escolha do relator, que pode tanto decidir sozinho, numa decisão monocrática, ou repassar para o colegiado. No dia 20 de julho, num desdobramento da fase Papiros de Lama, a quinta da Lama Asfáltica, a PF (Polícia Federal) prendeu o ex-governador, o seu filho André Puccinelli Júnior e o advogado João Paulo Calves.
As prisões estão relacionadas à lavagem de dinheiro por meio do Instituto Ícone, cujo dono oficial é Calves, apontado como testa de ferro de Puccinelli Júnior. Além de ocultação de provas numa quitinete, onde foram encontrados documentos do ex-governador.
A defesa de Calves informa que gostaria de mais celeridade, mas avalia a tramitação no Supremo como normal, apesar de se tratar de réu preso. “Nós gostaríamos que fosse dado maior celeridade. Estamos acompanhando e tem um advogado em Brasília cuidando do assunto. Estamos torcendo muito para decisão nesta semana”, afirma o advogado André Borges.
Pedidos de liberdade já foram negados pelo TRF 3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região) e STJ (Superior Tribunal de Justiça). A reportagem não conseguiu contato com a defesa do ex-governador e o filho.
Calves está preso em uma sala especial no Presídio Militar de Campo Grande, que tem essa prerrogativa prevista em lei por ser advogado. Já o advogado Puccinelli Júnior abriu mão da sala para ficar ao lado do pai numa cela especial no Centro de Triagem Anísio de Lima, destinada a presos com ensino superior.
Escritório – Na semana passada, a cela de Puccinelli virou ponto de visitação de parlamentares e ministro para discutir o processo eleitoral com o ex-governador, que era pré-candidato ao governo e desistiu após a prisão. A situação foi mostrada pelo Campo Grande News e a romaria de políticos foi suspensa na última sexta-feira (dia 3).
O juiz Alexandre Antunes, corregedor do Centro de Triagem, determinou o veto às reuniões políticas no local. O magistrado pediu explicação sobre visitas fora dos horários pré-determinados e também determinou a proibição das reuniões políticas.
No último sábado (dia 4), ao lançar a candidatura ao governo do Estado, a senadora Simone Tebet (MDB) reclamou que Puccinelli está numa cela com mais de 20 pessoas e usa gordura para conservar a carne, pois não tem geladeira.
Candidaturaa estão colocadas pelos partidos (Foto: Arquivo DD)
A disputa pelo Governo do Estado em Mato Grosso do Sul terá seis candidatos já a as duas vagas para o Senado tem 10 concorrentes sendo que todos os nomes devem ser encaminhados para a Tribunal Regional eleitoral ainda hoje. Esse pedido de registro poderá ser aceito ou recusado até o dia 15 de agosto e o julgamento dos pedidos de impugnação das candidaturas devem ser concluídos até o dia 17 de setembro.
O PSDB foi a sigla que recebeu o apoio do maior número de partidos para apoiar a reeleição do atual Governador Reinaldo Azambuja PP, DEM, PSD, PMB, Patriota, PPS, Pros, SDD, PSB, PTB, Avante, PSL e PMN. Esses partidos estarão nas ruas e no palanque de Azambuja. O governador terá como vice o ex-prefeito de Dourados Murilo Zauith (DEM) candidatos ao Senado Marcelo Miglioli (PSDB) e Nelsinho Trad (PTB).
Já Simone, (MDB), terá o apoio do PSC, PRTB, PR, PTC, DC (antigo PSDC), PHS. Simone terá como vice o procurador Sérgio Harfouche (PSC) e como candidatos ao Senado Waldemir Moka (MDB) e Cesar Nicolati (PTC). O PDT que tem o juiz Odilon de Oliveira como candidato decidiu no sábado (4) a noite o nome do Bispo da Igreja Sara Nossa Terra em Dourados Marcos Antonio Camargo Vitor.
Pedro Chaves será o candidato ao Senado, ao lado da professora Leocádia Petry Lemes (PDT). O PT vai de chapa pura na disputa majoritária, e aposta no ex-prefeito de Mundo Novo, Humberto Amaducci, para encabeçar a chapa. A advogada Luciene Maria da Silva e Silva será a candidata ao cargo de vice-governadora, e o ex-governador e deputado federal Zeca do PT o candidato ao Senado. O Partido Verde lançou o ex-vereador Marcelo Bluma ao governo tendo Ana Maria Bernadelli como vice. Mário Fonseca (PCdoB) vai disputar o Senado na chapa.
O Psol – Partido Socialismo e Liberdade -,foi o último partido a anunciar seu candidato foi que escolheu o advogado João Alfredo de Ribas do Rio Pardo, que terá como vice Diná Freitas Anísio Guató (Psol) completa a chapa como candidato ao Senado Já o PSL não terá candidatura ao Governo do estado mas terá Soraya Tronicke concorrendo a uma vaga ao Senado.
Demi Lovato sempre contou sobre sua luta contra a depressão e a dependência química (Foto - AFP/Arquivos)
A estrela pop Demi Lovato disse neste domingo (5) estar agradecida por estar viva e que precisa de tempo para se recuperar nas primeiras declarações depois de ter sofrido uma overdose há quase duas semanas.
Escrevendo para seus mais de 70 milhões de seguidores no Instagram, Lovato deu poucos detalhes sobre sua hospitalização em 24 de julho, mas observou que sempre foi aberta sobre sua luta contra a dependência química.
“O que eu aprendi é que esta doença não é algo que desapareça com o tempo”, escreveu a jovem de 25 anos. “Isto é algo que preciso continuar a superar e ainda não superei”, acrescentou.
“Quero agradecer a Deus por me manter viva e bem”, afirmou ela, acrescentou que ela será “sempre grata” pelo apoio dos fãs e atribuiu o salvamento de sua vida à equipe do hospital Cedars-Sinai Medical em Los Angeles.
Lovato, que cancelou um show em Atlantic City, previsto dois dias após a hospitalização, sugeriu que pode não voltar a se apresentar em breve. “Agora eu preciso de tempo para me curar e focar na minha sobriedade e no caminho para me recuperar”, escreveu.
Lovato sempre falou sobre sua depressão, distúrbios alimentares e dependência.
O bispo da Igreja Sara Nossa Terra Marcos Antonio Camargo Vitor e o Juiz Odilon
Saiu no final da noite desse sábado a definição do PRB sobre o nome do vice na chapa do candidato a governador juiz Odilon de Oliveira. O bispo da Igreja Sara Nossa Terra Marcos Antonio Camargo Vitor, 53 anos, de Dourados foi o indicado em razão do belo trabalho que ele desenvolve na região sul do estado.
Sobre a escolha de seu nome para compor a chapa, Marcos Vitor diz acreditar que foi em conseqüência do trabalho realizado em Dourados e toda a região sul de Mato Grosso do Sul, que agrega várias lideranças da sociedade. “Creio que temos hoje o reconhecimento e o carinho da comunidade”, comentou ele, atribuindo também a contribuição da bispa Adriana Lagemann Camargo Vitor, sua esposa.
Nas eleições de 2016, o casal colaborou na eleição da atual prefeita de Dourados Délia Razuk com o apoio do PRB. “Tivemos o privilégio de agregar lideranças naquela ocasião. Agora, ao lado da Adriana, vamos trabalhar intensamente para garantir mais uma vitória, levar o nome do juiz Odilon para servir ao povo como governador de nosso estado”, afirmou Marcos após a definição de seu nome para ser o vice.
Para o presidente estadual do PRB, Wilton Acosta, o bispo foi o indicado por ser grande líder cristão na região de Dourados e estar mais bem preparado para encarar esse desafio. “O bispo Marcos exerce forte liderança junto ao segmento evangélico da região e cumprirá melhor essa função”, observou.
Marcos Vitor diz que o perfil do candidato ao governo juiz Odilon contribuiu muito para ele entrar no projeto. “O juiz tem uma história de vida fantástica, de coragem, de honestidade e justiça, e creio que ele vai levar esse perfil para o comando do Estado. Esse histórico é essencial. Se o justo governa o povo prospera”, lembrou o bispo, citando a Bíblia.
O candidato a governador, juiz Odilon, ficou feliz com a indicação do partido aliado. “Estamos contentes com o nome do bispo Marcos Vitor, que vai contribuir muito com nosso projeto para construir um Estado justo e comprometido com a dignidade das pessoas. Contamos com a sensibilidade e a vontade da população em escolher um projeto novo e diferente para Mato Grosso do Sul”, declarou.
Quem é o vice do juiz Odilon?
Nascido em Campo Grande, em outubro de 1964, Marcos Vitor, como ficou conhecido, foi criado em Bandeirantes, onde viveu com sua avó até os 18 anos, quando foi servir ao Exército. Chegou a sargento e em 1991 ele deixou o seu sonho na carreira militar para se dedicar exclusivamente à igreja.
A Igreja Sara Nossa Terra, ele conheceu em 1986, ao receber uma visita de um grupo de oração durante um período que esteve internado no Hospital Militar da Capital em decorrência de uma grave doença. “Deixei o sonho militar e tudo o que tinha construído para servir unicamente a Deus, que tinha me curado e me libertado”, relatou.
Em 1992 foi enviado a Jaciara, no Mato Grosso, como missionário, mesmo município que a família do juiz Odilon de Oliveira foi assentada nos anos 50 e ajudou a construir. Marcos abriu e trabalhou em igrejas na região até 1993. Voltou a Campo Grande para ajudar seu bispo na Igreja sede até 1996, ano em que se mudou pra Dourados para auxiliar na Igreja e comandar os jovens.
Em 1998 se casou com Adriana Lagemann, que era de Jaciara. Foram ungidos pastores e no mesmo ano assumiram a Igreja Sara Nossa Terra como pastores principais. Em Dourados já são seis unidades da Sara Nossa Terra.
Em 2009 foi ordenado Bispo da Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra. Atualmente é o presidente do Conped (Conselho de Pastores de Dourados). Marcos Vitor e Adriana Lagemann Camargo Vitor têm duas filhas, Luciana, de 21 anos, e Isabela, de 11 anos.
“É violência, sim. É absurdo, sim. É difícil de assistir, sim”. Foi assim que a atriz Deborah Secco, 38, definiu a cena de sexo entre sua personagem, Karola, e Remy, vivido por Vladimir Brichta, no capítulo desta quinta-feira (2) da novela “Segundo Sol” (Globo).
Apesar de serem amantes desde o início da trama, Karola passou a ser chantageada por Remy, que agora sabe a verdade sobre Valentim (Danilo Mesquita), roubado de Luzia (Giovanna Antonelli) logo depois do parto. O striptease e o sexo foram exigência do malandro, sob a ameaça de que revelaria tudo.
“Pra quem não viu, a cena foi a vilã sendo sexualmente violentada pelo amante. Pode até ter existido quem se divertiu com a dor dela, ter achado que ela merecia, mas a maioria me perguntou se eu tinha enxergado a violência da cena. Claro que enxerguei. Claro que sentimos isso na hora de gravar”, disse Secco em sua conta no Instagram.
A atriz também falou da importância de ter esse tipo de situação retratada na dramaturgia e questionou: “O que seria da arte se não fosse a provocação? Se não nos fizesse chorar, rir, nos indignar… ?”. “Que bom ver o papel provocador da arte se implementar em forma de indignação. Essa é a nossa função na sociedade”.
A mensagem da atriz foi seguida por uma série de comentários de elogio e indignação com a situação da personagem: “Eu fui uma das que fiquei angustiada. É violência, sim. A partir do momento que uma mulher não quer e não dá consentimento”, disse uma; “Que cena! O impacto, a angústia. Parabéns pelo grande talento, sou fã demais”, falou outra. Com informações da Folhapress.
O PDT que antes era o partido considerado isolado nestas eleições, agora chega à reta final fortalecido com a quase certa vinda do PRB do senador Pedro Chaves, na chapa do juiz Odilon. O assunto pautou os grupos políticos nas redes sociais ontem (3) no final da tarde e a aliança pode ser oficializada nas próximas horas.
Mais reviravolta
Outro fato que tem chamado atenção é o MDB de André Puccinelli, que segundo os mais próximos do ex-governador e também ex-candidato ao governo Estado, estaria nada satisfeito com ‘trairagens’ políticas de antigos aliados. Para se ter uma ideia até a senadora Simone Tebet que antes anunciou sua pré-candidatura estaria recuando da decisão. Eita!
Muita reviravolta
Com tudo isso, alguns apostam na ida do MDB ao PDT, considerando que Puccinelli não estaria nada de acordo com a possibilidade de aliança com os tucanos.
PPS na estrada
E ainda hoje, o vereador Silas Zanatta, vice-presidente da executiva estadual do PPS chega a Campo Grande. por volta das 15 horas, para definir enfim o rumo do partido nestas eleições. Vamos aguardar!
Egressa de Publicidade e Propaganda Unigran, Thaíse Paré Dias, 27 anos, se formou em 2016 e reside e trabalha na cidade Maracaju. Amante da fotografia, foi agraciada com o prêmio de primeira colocada no concurso fotográfico ‘Simples Cidade’, promovido pelo Sicredi em âmbito nacional. As 12 imagens selecionadas irão compor o calendário de 2019 da cooperativa de crédito. E Mato Grosso do Sul ficou bem representado no concurso, pois além da foto de Thaíse (clicada em Maracaju), também terá uma registrada em Bodoquena por outro competidor.
Thaíse Paré Dias, 27 anos, se formou em 2016 e reside e trabalha na cidade Maracaju (Foto - Divulgação)
A temática do concurso foi ‘Seu olhar sobre sua cidade’ e a comissão julgadora, composta por cinco fotógrafos profissionais, avaliou cada imagem sob o prisma de quatro critérios, sendo eles: aderência ao tema (peso 1), criatividade (peso 3), originalidade (peso 3) e inusitado (peso 3). Também foi exigido que tivessem pessoas nas fotos, porém, de uma forma que não pudessem ser identificadas. Os organizadores do pleito dividiram o Brasil em quatro sub-regiões, sendo que o Mato Grosso do Sul fez parte da ‘Brasil Central’, juntamente com Goiás, Bahia e Tocantins.
Thaíse conta que o prêmio, uma Canon T6i com lente 18-55mm, vem a calhar em um momento no qual ela realmente precisava de uma segunda câmera, para auxiliar nos trabalhos que realiza na área de fotografia publicitária e corporativa, como também nos momentos no qual se diverte com a arte de fotografar.
O concurso
Com relação ao concurso, a ganhadora diz que ficou sabendo ao acessar o site da cooperativa, logo, como amante da fotografia se interessou e foi ler o regulamento, foi quando descobriu que faltavam apenas três dias para o término das inscrições. Em virtude da temática, Thaíse imaginou que seria impossível concorrer com pessoas que moram em cidades onde a natureza é mais generosa e oferecem a seus moradores verdadeiros cartões postais a poucos quilômetros de casa.
Contrariando a própria expectativa ela resolveu participar e usou como cenário da imagem vencedora uma plantação de milho no anel viário de Maracaju, onde é possível ver uma ciclista no centro da foto. A publicitária disse que ficou surpresa com a foto escolhida, pois segundo ela, entre as imagens que enviou havia outras que julgava mais bonitas, contudo, foi esta que melhor atendeu os critérios da comissão avaliadora.
A ganhadora
Mas contando um pouco da história da ganhadora, ela revelou que a comunicação social nunca foi algo que esteve nos seus planos profissionais, contudo, começou a se interessar pela área quando surgiu a oportunidade de trabalhar na assessoria de comunicação da Prefeitura de Maracaju. Enquanto exerceu funções neste setor acabou por descobrir uma ainda inexplorada habilidade e paixão pela fotografia. Anos depois, indo ao encontro desta descoberta, em 2013 ingressou no curso de Publicidade e Propaganda da Unigran, o qual concluiu ao final de 2016.
Conforme a coordenadora do curso da Unigran, Lana Guedes, o resultado é motivo de comemoração para todo o corpo docente, pois torna público o potencial daqueles que se formam em um curso com a nota máxima nas avaliações do MEC (Ministério da Educação). “Compartilhamos com muito carinho a alegria esse prêmio e sentimos orgulho de nossos egressos. Essa premiação nacional é mais uma constatação de que o curso e a Instituição proporcionam experiências e oferecem subsídios para que os alunos façam a diferença e continuem a buscar crescimento pessoal e profissional por toda a carreira”, comentou.
: Imagem vendedora foi registrada em uma plantação de milho no anel viário de Maracaju
De acordo com Emerson Perosa, presidente da Sicredi Pantanal MS, a cooperativa é formada por pessoas que desejam um novo olhar para a gestão das suas finanças e por este motivo os gestores da cooperativa estão muito satisfeitos com o resultado obtido pela Thaíse, que através de um olhar apurado soube captar a beleza e as potencialidades da região para dividi-la com todo o Brasil. “Thaíse foi muito feliz no clique dela, um retrato da diversidade e riqueza do município de Maracaju. Ela foi feliz na foto e estamos contentes por termos ela como nossa associada”, complementou.
Por último e não menos importante, Thaíse acrescenta que a conquista do primeiro lugar é um estímulo para continuar a investir na fotografia e também a participar de outros concursos que estão por vir.
A pré-candidata à Presidência pela Rede, Marina Silva, conseguiu levar nesta quinta-feira, 2, um partido para seu palanque, o PV, mas ainda está distante de outros candidatos no tempo de TV e recursos para campanha. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, ela afirmou que foram justamente essas alianças com outros partidos, sem um olhar “programático”, que levaram o País ao “fundo do poço”.
Questionada se não seria utópico governar sem uma base aliada no Congresso, Marina disse que utópico é achar que essas alianças, como a de Geraldo Alckmin (PSDB) com o Centrão, vão salvar o País. A presidenciável defendeu ainda as reformas administrativa e da Previdência, com “reduções necessárias” nos ministérios e fim de privilégios na aposentadoria, mas não especificou propostas.
Por que foi tão difícil conseguir alianças?
Estamos buscando composições que sejam coerentes com um princípio de uma composição democrática e programática. Mas a composição do governo não será apenas com lideranças partidárias. Existem muitas pessoas boas na iniciativa privada, nos movimentos sociais, dentro da academia, em muitos setores. No entanto, o foco fica nos partidos. Vamos trabalhar a partir do programa com uma composição diversificada, além dos partidos.
A sra. acha que essa dificuldade de fechar aliança neste momento eleitoral possa comprometer a governabilidade depois?
Fui ministra e consegui dialogar com pessoas dentro do Congresso de diferentes partidos e graças a essa capacidade de diálogo aprovamos todas as leis importantes e necessárias para as grandes questões da agenda ambiental do período que fui ministra. Dialogando com pessoas de todos os partidos.
Governar sem uma base consolidada e com apenas dois parlamentares é utópico?
Acho mais utópico achar que esses que já formaram aliança vão resolver os problemas do Brasil. Porque foram exatamente essas alianças que tanto apostam como a solução da lavoura que levaram o Brasil parra o fundo do poço. O que está sendo dito, na verdade, é que ou cada candidato tem um Centrão para chamar de seu ou esse País não tem solução. É preciso que se crie uma descontinuidade produtiva na política brasileira. Quem é que dá tanto poder a alguns atravessadores dos sonhos e dos interesses do Brasil? Está sendo dito que, como nem todo mundo fechou aliança como Alckmin, então esquece, você não tem condição de ser candidato, governar. Estão subtraindo a população brasileira, que está dizendo exatamente o contrário, que não quer mais isso. Será que ninguém está percebendo que quase metade (da população) não quer votar? Será que não quer pelos erros que foram cometidos, alianças que foram feitas? Em 2014, um bloco semelhante foi constituído, ganhou as eleições com todos esses requintes de governabilidade, e levou o País para o fundo do poço.
A sra. concorda com a avaliação do ministro Luiz Fux (TSE) de que Lula é inelegível? Como vê a estratégia do PT de insistir no nome do ex-presidente?
A Lei da Ficha Limpa diz que não pode (a candidatura do ex-presidente) e é isso que eu digo o tempo todo. Não se pode ter dois pesos e duas medidas. A lei já foi aplicada para outras circunstâncias, e não é em função da popularidade, tem de ser em função da legalidade. A gente fala de estabilidade jurídica para tanta coisa. É preciso que essa estabilidade também se coloque no processo eleitoral. Num País com a crise que estamos vivendo é fundamental que o processo político não fique sendo o tempo todo interditado porque esquecemos que a lei deve obedecer o princípio da legalidade e não ficar sujeita à personalidade que está sendo julgada.
A lei hoje está sendo aplicada com dois pesos e duas medidas?
Os que não têm foro privilegiado estão pagando por seus erros. Os que têm foro estão impunes, escondidos dentro dos cargos públicos. Não tem um peso e uma medida. Por isso que a prisão em segunda instância deve ser combinada ao fim do foro privilegiado.
A sua visão do agronegócio mudou desde que era militante ambientalista até hoje?
Não mudou, sempre defendi que a economia e a ecologia não são antagônicas. Sempre defendi que o agronegócio brasileiro é importante, estratégico para a geração de novos empregos. Sempre defendi que nossa balança comercial pode ser próspera, ter grande produtividade sem precisar destruir floresta, nascentes, acabar com as bases do seu próprio desenvolvimento.
Sobre a reforma da Previdência, quais termos a sra. Defende?
Temos de ter, sim, uma reforma da Previdência, mas queremos fazer o debate, ouvir a sociedade e especialistas.
No período eleitoral já não devia ser apresentada uma proposta mais concreta?
Será que você vai mesmo resolver durante a eleição uma proposta de começo, meio, fim? Você coloca com transparência quais são as diretrizes e a partir delas o povo vai saber que caminho vai tomar na hora da efetivação.
O economista Eduardo Giannetti disse que “temos uma aberração na Previdência, que o corporativismo está asfixiando o Brasil”. Qual sua avaliação?
Existem muitas distorções no setor público e privado. Quando você pensa no setor privado e vai para o público, há distorções enormes e obviamente que elas precisam ser corrigidas. Mas é bom que o Giannetti falou isso no contexto da Previdência, mas combate os privilégios em todos os níveis. Fala também dos privilégios das isenções fiscais, do Refis, que acabam criando problemas igualmente graves para os cofres públicos. Quando você isola apenas um setor, aparece que os demais podem continuar imunes e impunes a qualquer tipo de correção e crítica. O nosso olhar é para que se tenha uma ação criteriosa no combate aos privilégios, não somente usando alguns como bode expiatório. É preciso, sim, combater privilégios dentro da reforma da Previdência, debatendo de forma transparente.
Como fundadora da CUT no Acre, o que acha do fim do imposto sindical?
O que eu acho é que se fez uma mudança em um ponto no sistema sindical, retirando a obrigatoriedade, mas não se cuidou para ver como daqui para frente os sindicatos não serão completamente fragilizados. Modernizou, mas deixou no vácuo como pode ser efetivo daqui para frente.
A sra. pretende fazer uma reforma administrativa?
Estamos apostando muito na avaliação de desempenho. E falo isso com muita tranquilidade porque, quando fui ministra, iniciamos a avaliação de desempenho de determinados projetos que muitas vezes são gerenciados por pessoas normais. Tem de ter, sim, um olhar para a gestão pública, no quesito não permitir que a máquina seja tão inchada no fisiologismo. Mas não é uma brincadeira de mamãe mandou dizer que eu corte aqui, você tem que ter um olhar sobre o conjunto.
A sra. pretende cortar ministérios?
Pretendo fazer redução necessária para o tamanho necessário do Estado com eficiência.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
A primeira palestra foi ministrada pela vice-prefeita de Campo Grande, Adriane Barbosa Nogueira Lopes (Foto - Filipe Prado)
Durante a manhã desta quinta-feira (02) teve início, na Câmara de Dourados, o Seminário dos Vereadores 2018, em parceria com a UCV (União das Câmaras de Vereadores) de Mato Grosso do Sul, com o tema “O papel do poder legislativo no combate à violência contra a mulher”.
O evento contou com a presença da presidente da Câmara de Dourados, Daniela Hall (PSD), o vice-presidente da Casa e da UCV, Sérgio Nogueira (PSDB), a secretária da UCV, Maria de Lourdes Pimentel, o presidente da 4ª Subseção da OAB/MS (Ordem dos Advogados do Brasil) que representa Dourados e Itaporã, Fernando Duque Estrada, e a vice-prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes, e o deputado federal Geraldo Rezende (PSDB).
Durante a abertura, a presidente da Casa deu as boas-vindas aos participantes e salientou a necessidade de não apenas discutir o tema, mas em criar ações preventivas para combater o a violência contra as mulheres. “É importante essa discussão, pois apesar dos esforços para combater essa situação, os índices em Mato Grosso do Sul são alarmante. Precisamos continuar lutando para garantir os direitos das mulheres”, destaca.
O vereador Sergio Nogueira justificou a necessidade de realizar seminários nas demais câmaras do Estado para discutir o tema e propor soluções para diminuir os altos índices registrados em MS. “Em 2017 foram registrados 27 casos de feminicídio. Nos primeiros sete meses de 2018, já foram cadastrados 28 crimes dessa natureza. É preciso levar esse debate para as 78 câmaras de Mato Grosso do Sul, pois não podemos permitir que esses índices aumentem”, esclarece.
Ele lembrou ainda que Dourados instituiu, em 2017, o projeto Agosto Lilás, apresentado pela vereadora Daniela Hall, cujo objetivo é sensibilizar a sociedade sobre a violência doméstica e familiar contra a mulher e divulgar a Lei Maria da Penha. “Vamos incentivar a todos os participantes desse evento a levar esse projeto para ser debatido em seus municípios”, relatou.
Já o presidente da OAB afirmou que a iniciativa da Câmara de Dourados, em sediar esse evento, demonstra a preocupação do poder legislativo em dar voz às mulheres. “Hoje vemos a situação de violência e enfraquecimento das mulheres e cabe a nós, fazermos a mudança desses paradigmas. Dourados é um exemplo, pois temos mulheres representando os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário”, afirma.
Programação
A primeira palestra foi ministrada pela vice-prefeita de Campo Grande, Adriane Barbosa Nogueira Lopes, que falou sobre a importância do poder legislativo em criar ações preventivas no combate à violência.
A programação segue nesta quinta-feira, a partir das 14h, com duas palestras, sendo a primeira da delegada Paula Ribeiro Oruê, sobre “políticas públicas para mulheres”, seguida pela policial militar Gleice Aguiar dos Santos, que falará sobre o “Projeto Mulher Segura para o Legislativo Municipal”.
Na sexta-feira (3), a ex-vereadora de Campo Grande e advogada, Carla Stephanini, falará sobre “O empoderamento da mulher na participação das políticas públicas”, a partir das 9h.
A edição 2018 do “Arraiá UEMS” será realizada em nova data. O evento será nos dias 17 e 18 de agosto, na Praça Antônio João, localizada na região central de Dourados. A festa, que seria realizada neste fim de semana, foi adiada devido à instabilidade climática prevista para o período na cidade.
O Arraiá UEMS contará com shows, quadrilha, parquinho para crianças, além de barracas com delícias típicas. O evento será a partir das 17h, com entrada gratuita.
A festa, que é promovida todos os anos pela Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), contará com a participação de alunos, servidores e colaboradores da Instituição, além da população da cidade e da região.
Programação
Na sexta-feira (17), a animação do Arraiá UEMS será garantida pela apresentação da Bateria do curso de Direito da UEMS, pela Quadrilha “Arrasta Chinela” e pelo show de “André Pantera e Banda”, com o melhor da Música Brasileira. Já no sábado (18), o a festa contará com show dos Irmãos Lucca, com a Quadrilha dos Acadêmicos da UEMS, e com o show da banda “Terra Seca”, com o melhor do Forró e do Xote.
Concurso de Barracas e Comidas
O evento contará com mais de 15 barracas de comidas e bebidas típicas, que serão organizadas pelos alunos dos cursos de graduação da UEMS de Dourados, pelo Sindicato dos Técnicos Administrativos da UEMS (Sintauems), pela Associação dos Docentes da UEMS (Aduems) e pelo Diretório Central dos Estudantes da UEMS (DCE).
Neste ano será realizado o Concurso de Barracas e Comidas. A ação, que vai premiar a melhor barraca e o melhor prato do Arraiá, tem o objetivo de promover o talento, a cultura, a criatividade e incentivar a participação da comunidade acadêmica no evento.
No concurso de Barracas, serão avaliados quesitos como decoração, originalidade, criatividade e limpeza. Já no concurso de Comidas, serão avaliados aspectos como aroma, apresentação do prato e criatividade e originalidade na forma de servir.
Arraiá UEMS
Esta será a quarta edição do Arraiá UEMS. Em 2015, o evento contou com a participação de aproximadamente 450 pessoas por dia. Já ém 2016, mais de duas mil pessoas participaram da festa e, em 2017, cerca de três mil pessoas passaram pelo evento.
Nesta edição de 2018, o Arraiá UEMS conta com o patrocínio da Armazém Door, Auto Peças e Acessórios Modelo, Baruk Artesanatos, BR Tubos e Conexões, Byte Informática, Catiane’s & CIA, Cantina Mato Grosso, DouraFios, DZM Eventos, Extincêndio, Hotel Bahamas, Móveis JB, Marmoraria Campos, Maurão Materiais para Construção, Paraíso das Tintas, Posto Top7, Publiaço Publicidade, Quimisul, São Bento Incorporadora, SintaUEMS, Tuca Transportes e Vidraçaria Douravidros. O evento conta também com o apoio do DCE e da Aduems.
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