Mesmo com as eleições a todo vapor, Luan Santana evita falar sobre e se envolver com política. Em entrevista ao UOL, o sertanejo de 27 anos acabou revelando que os seus compromissos profissionais nunca permitiram que ele votasse, tendo sempre que justificar a ausência.
“Eu não gosto muito [de política], não. Não gosto de tomar partido”, confessa Luan. “Leio notícias, mas não entendo a parte mais profunda da coisa, me atrapalha a cabeça. Gosto de ver as notícias que são mais para todo mundo”.
Na entrevista, Luan declarou, ainda, que já decidiu sobre o seu candidato, mas prefere não revelar o nome do escolhido (a).
Na reta final da campanha, Jair Bolsonaro (PSL) vai ser apresentado ao eleitor como “o anti-PT raiz”. A campanha quer atrair a fatia do eleitorado que diz que não vota em Fernando Haddad (PT), mas hoje opta -sem muita convicção- por candidatos como Geraldo Alckmin (PSDB).
Aliados vão adotar um discurso de que, embora o tucano tenha discurso contrário ao PT, ele cometeu os mesmos erros que políticos como o ex-presidente Lula ao se envolver com esquemas de corrupção.
“Ele [Alckmin] não tem moral para se colocar como anti-PT porque age igual”, afirma o coordenador da campanha em São Paulo, deputado Major Olímpio (PSL), dizendo que Alckmin também é alvo de investigações.
A primeira ofensiva foi feita pelo próprio Bolsonaro na noite de domingo (16), quando ele falou por 20 minutos do leito do hospital Albert Einstein, onde se recupera de uma cirurgia após ter sido esfaqueado.”O que está em jogo no momento é o futuro de todos vocês. Até o futuro de você que apoia o PT -você é um ser humano também”, afirmou o presidenciável em transmissão ao vivo feita por meio de rede social.
Sem qualquer evidência ou prova, Bolsonaro aproveitou o vídeo para lançar novamente suspeitas contra o sistema eleitoral e sobre a confiabilidade da urna eletrônica. Ele diz que o PT seria o autor de uma trama para fraudar as eleições.
A campanha do PSL avalia que Haddad é o melhor adversário para ser enfrentado no segundo turno. Além de o capitão reformado já ter um discurso pronto contra ele, o apoio de setores que defendem uma agenda econômica mais liberal fica mais consolidado.
De acordo com pesquisa Datafolha divulgada na última sexta (14), nas simulações de segundo turno, Haddad é o candidato do qual Bolsonaro aparece à frente, embora dentro da margem de erro.
Se os dois se enfrentarem na segunda etapa da corrida eleitoral, o cenário apurado é de que o candidato do PSL teria 41% e o petista, 40%. Em todos os outros, Bolsonaro está numericamente abaixo de seus adversários -Alckmin, Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede).”Se formos para o segundo turno com qualquer um nós vamos ganhar, mas é claro que seria um gostinho especial uma luta final com o PT”, diz Olímpio.
Em paralelo a essa estratégia, o PSL também prepara uma vacina contra ataques da campanha de Alckmin, que tem criticado a inexperiência de Bolsonaro em cargos do Executivo e o fato de ele ter poucos projetos aprovados como deputado federal.
“Se aprovar leis fosse importante, o Brasil seria um paraíso. O que não faltam aqui são leis, muitas delas inúteis. Fazemos nossa parte propondo penas mais duras para estupradores, redução da maioridade penal, etc, mas também impedindo que leis ruins sejam passadas adiante”, publicou Bolsonaro em sua conta do Twitter.
Seus filhos passaram a replicar um texto que apresenta “os mais de 630 projetos de Bolsonaro”. Como deputado federal, o presidenciável é autor de 642 proposições, das quais, apenas duas foram aprovadas. A justificativa dada pelo candidato é de que ele seria alvo de boicote ou de que a Câmara seja composta por uma maioria de ideologia contrária à sua. Com informações da Folhapress.
Geraldo Alckmin (PSDB)(Foto:Alexssandro Loyola/PSDB na Câmara)
Preocupados com a estagnação de Geraldo Alckmin (PSDB) nas pesquisas para a Presidência, oito grandes empresários se reuniram com o candidato tucano para oferecer apoio e dar um aviso: se o segundo turno for entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT), o PIB tenderá a apoiar o polêmico deputado.
O encontro ocorreu em um escritório do Itaim, zona sul de São Paulo, no fim da manhã desta terça (18). O tucano tirou parte do dia para acalmar seus apoiadores, repetindo os argumentos apresentados aos empresários a um grupo de líderes do Centrão no período da tarde.
Os empresários, de setores grandes como construção civil e celulose, disseram ter horror à figura pública de Bolsonaro e temer pela estabilidade em uma eventual gestão do militar reformado. A ojeriza ao PT, contudo, é ainda maior devido à lembrança da crise econômica abissal deixada pela gestão Dilma Rousseff (2011-2016). Além disso, afirmaram temer pela relação de um governo petista com o Parlamento.
Alckmin argumentou que, do ponto de vista de governabilidade, um governo Haddad teria menos problemas para compor com uma fatia expressiva do Congresso, a começar pelo MDB -cuja seção de caciques nordestinos, destaque para Renan Calheiros (AL) e Eunício Oliveira (CE), já está aliada aos petistas.
A avaliação, foi deixado claro, não significa que o tucano concorda com a insinuação de acordo com Haddad feita pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que de tempos em tempos defende uma união programática entre PT e PSDB e depois renega ter dito isso. Alckmin afirmou que está concentrado em chegar ao segundo turno.
Ouviu dos empresários o mesmo que lhe foi dito mais tarde: a campanha precisa de maior agressividade. Esse roteiro já estava acertado, como a Folha de S.Paulo mostrou no sábado (15), mas Alckmin seguia em marcha lenta -não menos porque não gosta de sentir-se pressionado. Após o encontro com os líderes do Centrão, ficou acertado a subida de tom tanto contra Haddad como contra o PT.
Os representantes do PIB saíram, segundo relato ouvido de um deles e de dois interlocutores tucanos, satisfeitos com a conversa. A campanha de Alckmin não tem registrado, nos seus levantamentos telefônicos, nenhuma mudança significativa no quadro eleitoral nesta semana.
O tucano acredita que, se chegar em torno de 15% na semana da eleição, daqui a 12 dias, terá condições de arrancar para tirar Bolsonaro ou Haddad da disputa devido à capilaridade de última hora. A questão é que ela depende de aliados como o Centrão, e abundam relatos de debandada regional de aliados do tucano. Com informações da Folhapress.
Deputado Maurício Picarelli (PSDB) é o corregedor da Assembleia (Foto: Victor Chileno/ALMS)
O corregedor da Assembleia, Maurício Picarelli (PSDB), avisou que só vai emitir parecer sobre a situação do deputado Zé Teixeira (DEM), sobre possível quebra do decoro, depois que houver resultados na investigação do STJ (Superior Tribunal de Justiça). “Não tem como adiantar ou fazer julgamento precipitado”, disse o parlamentar.
Picarelli explicou que já está analisando o caso, começando por conferir as denúncias que já foram apresentadas pelo MPF (Ministério Público Federal), que serviram de base para as prisões da Operação Vostok, da Polícia Federal. “Já tive acesso a documentos da investigação, assim como os motivos que justificaram as prisões. O momento é de analisar com calma”.
Ele adiantou que não vai colher um depoimento de Zé Teixeira (DEM), já que o mesmo vai apresentar suas justificativas no plenário da Assembleia, assim como já fez na oportunidade que foi divulgada a delação da JBS. “Não precisa de novas declarações, até porque vamos buscar informações com os órgãos oficiais”, explicou.
O corregedor ainda revelou que já recebeu a informação que os documentos apreendidos no gabinete de Teixeira, se tratam de questões pessoais do deputado, não sendo nenhum relacionado à Assembleia. “O caso é uma questão pessoal do parlamentar, não tem haver com seu mandato de deputado ou sua atuação como 1° secretário”.
O presidente da Assembleia, o deputado Junior Mochi (MDB), já explicou que caberá a Corregedoria emitir um parecer sobre a situação de Zé Teixeira, que pode ser pedindo a advertência, suspensão, afastamento, abertura de processo de quebra de decoro parlamentar ou arquivamento do procedimento.
Declaração – Zé Teixeira compareceu a sessão desta terça-feira (18), depois de ser solto no último domingo (16), após ser preso pela Polícia Federal, por ser um dos alvos da Operação Vostok, que investiga eventual pagamento de propina por parte do Grupo J&F – controlador da JBS – para obtenção de benefícios fiscais.
O deputado disse que em quatro anos, vendeu mais de 6 mil cabeças de gado para JBS. “Apresentei toda as notas fiscais, atestados sanitários e extratos bancários, além de responder tudo que me foi perguntado. Minha vida é um livro aberto e não é um delator que vai apagar a história de 50 anos de trabalho”
Delcídio foi confirmado pela direção do PTC como candidato a senador; base jurídica, não detalhada, envolve processo envolvendo Demóstenes Torres. (Foto: Humberto Marques)
Sem apresentar detalhes de sua base jurídica para se manter na disputa por uma vaga no Senado –Casa da qual foi cassado por unanimidade em 2016 e que lhe retirou os direitos políticos por oito anos–, Delcídio do Amaral confirmou, durante entrevista coletiva na presença de militantes, a candidatura a senador nas eleições deste ano. A única fundamentação apontada pelo ex-petista para o projeto foi a semelhança com o caso do também ex-senador Demóstenes Torres (GO), cassado por quebra de decoro ao negar relação com Carlinhos Cachoeira, então suspeito de chefiar esquema de corrupção relacionado ao jogo do bicho
Demóstenes recorreu ao STF (Supremo Tribunal Federal) para tentar reassumir o mandato e, no início deste ano, conseguiu validar liminar que não lhe permitiu o retorno ao Senado, mas restituiu seus direitos políticos –o goiano concorrerá a deputado federal pelo PTB neste ano. Ele fundamentou o pedido com decisão da Justiça que invalidou provas da Operação Monte Carlo, que sugeriu sua relação com Cachoeira.
Delcídio, durante a coletiva, afirmou primeiro que o registro de sua candidatura, já submetido ao TRE (Tribunal Regional Eleitoral), tem “todo o embasamento jurídico” para o projeto eleitoral. “Ele está bem fundamentado”, prosseguiu, prometendo dar detalhes do processo ao longo da campanha e reforçando que há candidatos que, mesmo com indeferimentos, mantiveram seus registros por meio de liminar. Depois, questionado por jornalistas, ele citou o caso de Demóstenes.
“Foi um caso exatamente igual. Ele foi declarado inelegível por um flagrante forjado. No meu caso, fui alvo de uma gravação armada”, destacou o candidato do PTC, afirmando que, no episódio, não cometeu ilícitos e agiu de boa fé.
Em 12 de julho deste ano, Delcídio foi absolvido da acusação de obstrução da Justiça, sustentada pelo MPF (Ministério Público Federal) durante a Operação Lava Jato. Ele era suspeito de tentar comprar o silêncio do ex-diretor da Petrobras e delator Nestor Cerveró, que apontou a existência de um esquema de corrupção na estatal de petróleo envolvendo agentes públicos. Por conta da acusação, ele chegou a ficar preso. A acusação lhe rendeu processo ético e, em 10 de maio de 2016, o Senado confirmou sua cassação e a retirada de seus direitos políticos por oito anos.
Senador cassado substitui Cezar Nicolatti (à esquerda) no projeto do PTC. (Foto: Humberto Marques)
Delcídio foi gravado em conversa com o filho de Cerveró, Bernardo, tratando de um suposto plano de fuga e pagamentos ao delator a fim de tentar comprar seu silêncio. Contudo, na sentença, o juiz Ricardo Augusto Soares Leite, da 10ª Vara Federal de Brasília, declarou o ex-senador inocente e apontou que a gravação de Bernardo só ocorreu depois de seu pai não conseguiu reverter judicialmente a prisão, colocando-os ainda como possíveis autores de “chantagem”.
Comunicado da decisão, Delcídio –que em abril figurava na lista de filiados ao PTC– seguiu para Brasília a fim de consultar advogados sobre uma estratégia para restituir os direitos políticos. O PTC já ventilava lançar o senador cassado como candidato nas eleições deste ano. Delcídio, porém, disse ter optado pelo projeto ao Senado por avaliar a eleição menos complexa do que para a Câmara Federal –o partido não lançou chapa ao governo, mas na proporcional integra o projeto do MDB no Estado.
O evento também trará apresentações nacionais e regionais gratuitas ao público (Foto - Divulgação)
O 9º Festival Internacional de Teatro (FIT) de Dourados começa na quinta-feira, 20 de setembro. O evento vai trazer onze espetáculos teatrais de grupos de várias partes do país, mobilizando os movimentos teatrais dos estados de São Paulo, Distrito Federal, Santa Catarina, Paraná, Goiás e Mato Grosso do Sul. O FIT é organizado pela Coordenadoria de Cultura (COC), vinculada à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEX/UFGD).
A abertura do evento será às 20h, no Teatro Municipal, e contará com o concerto da Orquestra da UFGD, com entrada gratuita. A apresentação das peças teatrais acontecerão de 21 a 30 de setembro. Quando acontecerem no Teatro Municipal terão ingressos de R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia) e que poderão ser adquiridos antecipadamente na COC (rua João Rosa Góes, 1761 – Vila Progresso – Unidade 1 da UFGD), das 8h às 11h e das 13h às 17h. As entradas também serão vendidas nos dias dos espetáculos, uma hora antes do início.
O evento também trará apresentações nacionais e regionais gratuitas ao público, que acontecerão na Praça Antônio João e no Parque dos Ipês. Além disso, a coordenação oferecerá uma Oficina de Maquiagem Artística, com Beatriz Maciel, com vagas limitadas, e taxa de inscrição de R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia).
Para a coordenadora de Cultura da UFGD, professora Gicelma Chacarosqui, o FIT cria espaço de visibilidade para a cena teatral de Dourados e região que vai além da simples convivência dos grupos. “O evento também é um importante momento de intercâmbio artístico entre companhias e artistas nacionais e regionais, mediado pela possibilidade de assistirem uns aos outros que dá concretude e profundidade a essas trocas”, enfatizou.
Para os artistas é um momento extremamente saudável, na medida em que se pode vir a conhecer o trabalho e a pesquisa teatral de diversos estados e regiões, suas interlocuções com a cultura e as artes desses lugares, suas provocações específicas e suas soluções.
O FIT busca, a cada ano, inovação de linguagens e experimentações, atualizando e capacitando artistas e públicos, fortalecendo a inserção social dos indivíduos como cidadãos críticos e participantes, possibilitando, através da arte, novos olhares sobre o mundo e o exercício pleno da cidadania.
O evento tem parceria da Secretaria de Cultura de Dourados e da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul. Informações na COC, pelo telefone: 67-3410-2872 / 2874, das 7h às 19h.
Ciro Gomes dá entrevista a Renata Lo Prete, do "Jornal da Globo" (Foto - Reprodução / Agência O Globo )
O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, acusou na noite desta segunda-feira o general Hamilton Mourão, candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), de pretender dar um golpe de Estado no Brasil. A afirmação foi feita durante entrevista do pedetista ao “Jornal da Globo”. Na mesma entrevista, Ciro afirmou duvidar de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nada soubesse sobre os desvios na Petrobras, no escândalo conhecido como “petrolão”.
Ciro foi questionado sobre uma frase dita durante a sabatina do GLOBO, na semana passada. Ele afirmou que o comandante do Exército, general Villas-Boas, tem feito comentários políticos para “tentar calar a voz das cadelas no cio que embaixo dele estão se animando”. Ao explicar a frase, revelou um encontro com Villas-Boas e acusou o vice de Bolsonaro de tentar um golpe no país.
– O General Villas Boas me convidou a conversar lá no quartel-general, durante esse processo eleitoral, eu respondi que não achava próprio. Ele perguntou se aceitaria conversar na casa dele. Aceitei. Tivemos uma conversa muito franca em que eu claramente anunciei para ele que esse general Mourão está escalando o golpe no Brasil e que eu ia enfrentá-lo. E o general Mourão considera o general Villas-Boas amigo-irmão.
Também na sabatina do GLOBO, Ciro afirmou que Villas-Boas poderia “pegar uma cana” num governo seu por dar declarações políticas, e manteve a opiniião.
– Eu sou um brasileiro que conhece a lei. Está proibido comandante militar dar opinião sobre política. Simples assim, está na lei. No dia seguinte, o presidente do Uruguai mandou prender o comandante do Exército, que deu opinião sobre assunto político. É próprio, num país que tem a tradição que nós temos, que um comandante militar fique tutelando um processo eleitoral, coagindo as pessoas a votar por medo? Medo de quê? Eu não tenho medo deles, não.
O presidenciável também foi questionado sobre o ex-presidente Lula, a quem tem poupado dos ataques mais diretos que reserva ao candidato Fernando Haddad e ao PT. Ciro declarou duvidar que Lula não soubesse dos esquemas de corrupção na Petrobras e que ele próprio alertou o líder petista sobre o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado.
– No mensalão eu estava lá. Ele (Lula) de fato não sabia. Acredito que ele falou a verdade quando disse que não sabia. No petrolão não dá. Simplesmente nao dá. Nao é que ele sabia que as pessoas estavam roubando, mas sabia que as pessoas estavam procurando essas indicações (de cargos na Petrobras) para roubar. Falei para ele, por exemplo, de Sérgio Machado.
Ainda sobre Lula, Ciro disse que evita atacá-lo porque se sentiria “um covarde”, pelo fato de o petista estar preso.
– (Ataco o PT) Porque o PT e o Haddad estão soltos e podem reagir. E o Lula está na cadeia. Eu me sinto um covarde. Gostaria que o Lula estivesse solto, e eu pudesse debater e refletir com ele. Sou amigo do Lula há 30 anos. Ele não é satanás como querem os coxinhas nem Deus como parte do PT quer.
Presidente da Assembleia Legislativa do MS, deputado Junior Mochi (Foto - João Pires)
Foram lidos, durante a sessão desta plenária terça-feira (18), dois pedidos de impeachment protocolados contra o governador Reinaldo Azambuja (PSDB), por suposto crime de responsabilidade. Entretanto, o presidente da Casa, deputado Junior Mochi (MDB) afirmou que os fatos que subsidiaram ambos pedidos já foram objeto de apuração quando convertidos em CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito), em maio de 2017, logo após a divulgação de trechos da delação dos executivos da JBS.
Mochi esclareceu que, ainda, que os fatos investigados pela Casa seguiram o rito normal e foram encaminhados ao MPF (Ministério Público Federal). “Os fatos foram investigados pela Assembleia Legislativa. Todas as denúncias contra as pessoas e os atos daqueles que tinham responsabilidade de tomar decisão foram encaminhados para Ministério Público Federal”, afirmou.
O emedebista disse que agora lidos, os pedidos de impeachment contra o tucano devem passar pela CCJr (Comissão de Constituição, Justiça e Redação) e, assegurada a admissibilidade, uma Comissão Especial poderá ser criada pelos parlamentares.
Mochi ainda afirmou que essa comissão deve tentar conseguir no STJ (Superior Tribunal de Justiça) cópia do processo para subsidiar as investigações. “A comissão terá a responsabilidade de analisar pedidos, documentação, provas, solicitar ao Superior Tribunal de Justiça, se for possível, o encaminhamento de cópia do processo, para que essas investigações da Polícia Federal possam subsidiar a decisão da comissão que, por sua vez, será submetido ao Plenário”, disse.
Um dos pedidos lidos na sessão de hoje foi protocolado ainda em 2017, à época da divulgação de trechos das delações, pelo vereador Vinicius Siqueira (DEM), que pediu nova apuração, e outro, apresentado na quinta-feira (13) pelos advogados Danny Fabrício Cabral, Soraya Thronicke (PSL).
Candidatos participaram de debate realizado na noite de ontem (17) em Dourados (Foto - João Pires)
Nem Reinaldo e nem Murilo
Debate promovido pela Grande FM 92,1, realizado na noite de segunda-feira (17) em Dourados, frustrou as expectativas de quem esperava a participação do governador e candidato a reeleição, Reinaldo Azambuja (PSDB). Nem ele e nem o seu vice Murilo Zauith (DEM) compareceram para apresentarem suas propostas aos ouvintes de pelo menos 32 municípios que abrange audiência da rádio.
Alvo de ataques
Com crescimento considerável nas pesquisas após a operação Vostok, deflagrada na semana passada pela PF, resultado de investigação contra Reinaldo, o medebista Junior Mochi foi o principal alvo de ataques pelos candidatos Marcelo Bluma (PV) e João Alfredo (PSol).
Escondeu o partido
A artilharia contra Mochi foi iniciada por João Alfredo que considerou que o candidato indicado por André Puccinelli tem ‘escondido’ o partido em que representa, em seus discursos. “Ele esconde que é do MDB de Marun e tantos outros”, disse ao responder pergunta do Marcelo Bluma, sobre o altos valores na emissão de CNH no Estado.
Improbidade administrativa
O candidato João Alfredo ainda mencionou as acusações relacionadas a improbidade administrativa contra Mochi, bem como a aplicação de multa de R$ 310 mil pelo TRF da 3ª Região e cobrou respostas com relação ao impeachment contra o governador Reinaldo, protocolado na Asssembleia Legislativa.
Mochi responde
Já no seu tempo de réplica, Junior Mochi lembrou que é filiado no então PMDB desde 1978 e rebateu as criticas. “Não me confunda com partido. Em todos os lugares tem pessoas boas e ruins e sou Junior Mochi”. Quanto as acusações de improbidade administrativa, disse; “A denúncia foi rejeitada, portanto isto é ‘café requentado’”.
Odilon questionado
Se por um lado Junior Mochi foi confrontado, o juiz aposentado Juiz Odilon (PDT) também teve que explicar aos seus adversários com relação as denúncias encaminhadas ao MPF, feitas pelo seu ex-assessor Jedeão de Oliveira. Ele acusa o candidato sobre uma suposta ‘venda de sentenças’.
Odilon esclarece
Por sua vez, Odilon fez questão de enfatizar que ele mesmo pediu a Polícia Federal que o investigue quanto a algum ato ilícito cometido enquanto magistrado e ressaltou que as delações de Jedão (demitido por ele) não foi respaldada pela Procuradoria da República. “O que existe ali é uma vingança e uma armação política. O meu passado de 40 anos de trabalho é um documentário da minha honestidade e vou administrar o nosso Estado com lisura”, disse.
Reinaldo criticado
A ausência de Reinaldo Azambuja e seu vice Murilo Zauith foi bastante criticada por todos os candidatos, principalmente por Odilon de Oliveira. Logo no início do debate o juiz considerou o governador um ‘fujão’ por ter faltado ao terceiro debate desde o início da campanha eleitoral. “Eu ia perguntar ao Reinaldo onde fica a moralidade na administração pública?”, disse ao mencionar os R$ 70 milhões que teriam sido repassados em propinas pelo grupo JBS ao Governo do Estado.
João Grandão na plateia
Em meio ao público que acompanhou o debate no anfiteatro da unidade 2 da UFGD, o deputado estadual João Grandão (PT) e candidato a reeleição, ficou entusiasmado quando o companheiro Humberto Amaducci (PT) criticou a aprovação da reforma da Previdência, na Assembleia Legislativa. “Eu votei contra!”, comentou a dos um dos assessores do também candidato a deputado estadual Elias Ishy (PT), sentado ao seu lado.
Tetila presente
O ex-prefeito Laerte Tetila (PT) suplente do candidato ao Senado, Zeca do PT, também acompanhou atentamente ao debate e foi lembrado por Amaducci, que elogiou sua atuação enquanto prefeito de Dourados.
Delcídio de novo
No início da noite de ontem (17) já circulava as informações sobre o registro de candidatura do ex-senador Delcídio do Amaral (PTC) ao Senado por Mato Grosso do Sul. Ele vai substituir o médico Cesar Nicolatti (PTC), que de certa forma garantiu o lugar o na disputa ao ao ex-petista, cassado em 2016 por suposta ‘compra de silêncio’ na operação Lava Jato.
Púlpito que seria ocupado pelo candidato Reinaldo Azambuja durante o debate (Foto - João Pires)
Na próxima quinta-feira, 20 de setembro, a Orquestra UFGD se apresenta na abertura oficial do 9º Festival Internacional de Teatro de Dourados (FIT). O concerto tem início às 20h, no Teatro Municipal, e a entrada é gratuita.
Mais uma vez, a regente Thais Costa preparou um repertório especial para o Festival, e a Orquestra vai estrear um concerto que inclui clássicos do teatro brasileiro como Roda Viva, O Grande Circo Místico e Ópera do Malandro, de Chico Buarque, além de outros sucessos da Música Popular Brasileira.
A programação do FIT segue até o dia 30 de setembro, com 11 apresentações de 6 estados diferentes, incluindo espetáculos de palco e de rua, para todas as idades. O público também poderá se divertir em dois saraus, que acontecerão nos dias 22 e 29, na ADUF-Dourados, com programação musical variada. Acompanhe as novidades pelo site oficial do Festival: https://www.fitdourados.com/.
FIT-Dourados
O Festival Internacional de Teatro de Dourados é realizado pela Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) e, em sua nona edição, já se consolidou no calendário cultural da cidade.
Este ano, os ingressos têm o valor de R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia entrada) e podem ser adquiridos antecipadamente na Coordenadoria de Cultura da UFGD (Rua João Rosa Góes, 1761 – Vila Progresso), das 08h às 11h e das 13h às 17h. Também serão vendidos nos dias de cada espetáculo, uma hora antes do início. As apresentações que acontecem na Praça Antônio João e no Parque dos Ipês são gratuitas.
A coordenação do Festival oferece, ainda, Oficina de Maquiagem Artística, com Beatriz Maciel, com vagas limitadas. A taxa de inscrição é de R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia).
O FIT tem apoio da Prefeitura Municipal de Dourados e da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul.
No último dia 6, o TRE-RJ indeferiu o registro atendendo a pedido do Ministério Público Eleitoral (Foto: MPE (YouTube/Reprodução)
O ministro Og Fernandes, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), concedeu liminar neste domingo, 16, suspendendo a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) que indeferiu o registro de candidatura de Anthony Garotinho (PRP), que concorre ao governo do estado. A decisão, válida até que o mérito seja julgado, garante que o nome de Garotinho esteja nas urnas e que seus votos sejam considerados válidos.
No último dia 6, o TRE-RJ indeferiu o registro atendendo a pedido do Ministério Público Eleitoral (MPE). O órgão considera que Garotinho é inelegível em função de uma condenação do Tribunal de Justiça. A suspeita recai sobre desvios de R$ 234,4 milhões na área da Saúde nos anos de 2005 e 2006, quando o atual candidato era secretário de Estado. Ele nega envolvimento no caso.
No recurso apresentado ao TSE, a defesa de Anthony Garotinho argumentou que houve falhas no processo que levou a sua condenação. Na peça, também pediu efeito suspensivo da decisão do TRE, “uma vez que a execução do acórdão regional lhe trará (a Garotinho) irreparáveis prejuízos, pois lhe impedirá de efetuar todos os atos relativos à campanha eleitoral, inclusive utilizar o horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão e ter seu nome na urna eletrônica”.
Nas pesquisas de intenção de voto, o ex-governador aparece na terceira colocação, atrás de Eduardo Paes (DEM) e Romário (Podemos). Segundo o Datafolha, divulgada nesta sexta-feira 14, Garotinho tem 10% dos votos. Paes lidera com 24%, enquanto Romário tem 14%.
Em nota, Anthony Garotinho afirmou que já “previa” a decisão favorável do TSE, e aproveitou para cutucar dois de seus adversários na disputa ao governo. “Não temos dúvida de que essa confusão criada favoreceu o candidato Eduardo Paes, mas os eleitores saberão, agora, que há uma opção além da corrupção de Eduardo Paes e o despreparo de Romário”, declarou.
Meirelles declarou doações próprias de R$ 45 milhões à sua campanha. (Foto: Jonas Valério/Divulgação)
O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) divulgou hoje nova parcial da prestação de contas dos candidatos à Presidência da República.
Entre os candidatos, o com maior arrecadação, até o momento, foi Geraldo Alckmin (PSDB). O tucano levantou R$ 46,4 milhões. Do montante, R$ 46,26 milhões (97,8%) foram oriundos do Fundo Eleitoral. O financiamento coletivo do candidato representou 0,08% das verbas arrecadadas.
A segunda maior arrecadação foi a do candidato Henrique Meirelles (MDB), que declarou R$ 45 milhões em receitas até o momento. Todo o recurso veio de fontes próprias, ou seja, do próprio candidato.
A terceira maior declaração foi a do PT, cuja candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva foi substituída por Fernando Haddad. Foram movimentados R$ 20,6 milhões em receitas. A quase totalidade, R$ 20 milhões (97,1%), veio do Fundo Eleitoral. Por meio de financiamento coletivo foram arrecadados R$ 598 mil.
Ciro Gomes (PDT) vem na quarta posição, com R$ 16,1 milhões recebidos, todo do Fundo Eleitoral.
Marina Silva arrecadou R$ 7,2 milhões. Da soma de verbas, R$ 6,1 milhões vieram de doações do Fundo Eleitoral; R$ 260 mil foram de financiamento coletivo e o restante de 21 doadores.
Álvaro Dias (Podemos) declarou ter recebido R$ 5,2 milhões. Deste total, R$ 3,2 milhões (62,5%) foram oriundos do Fundo Eleitoral e 37,9% de doações diversas. A iniciativa de financiamento coletivo do candidato representou apenas 0,63% do total.
Com pouco mais de R$ 46 milhões, a maior parte vinda do Fundo Eleitoral, Alckmin teve a maior arrecadação até aqui. (Foto: Site do candidato/Reprodução)
Guilherme Boulos (Psol) recebeu até agora R$ 5,99 milhões, sendo R$ 5,97 milhões provenientes do Fundo Eleitoral. O restante foi arrecadado por meio de financiamento coletivo.
João Amoêdo (Novo) recebeu até o momento R$, 2,6 milhões. Deste total, R$ 1,2 milhão foi recebido do Fundo Eleitoral; R$ 308 mil de financiamento coletivo e o restante de doadores.
José Maria Eymael (PSDC) levantou R$ 849 mil do Fundo Eleitoral.
Jair Bolsonaro (PSL) arrecadou R$ 688,7 mil. Desse total, quase a metade foi proveniente do Fundo Eleitoral (R$ 334,75 mil). Outra parcela de R$ 332,8 mil foi obtida por meio de financiamento coletivo.
Vera Lúcia (PSTU) declarou receitas no valor de R$ 401 mil, praticamente toda oriunda do Fundo Eleitoral. A candidatura levantou apenas R$ 1,8 mil por meio de financiamento coletivo. João Goulart Filho (PPL) levantou R$ 231,8 mil, sendo R$ 230 mil do Fundo Eleitoral e o restante R$ 1,8 mil de financiamento coletivo.
As informações podem ser obtidas por meio do sistema do Tribunal “Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais”.
Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo (Foto:REUTERS)
O Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, divulgou na manhã desta sexta-feira (14) um novo boletim médico sobre Jair Bolsonaro.
De acordo com o documento, o candidato do PSL à Presidência da República “permance na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em condições estáveis e sem complicações no período pós-operatório”. Ele continua em “jejum oral” (alimentação por sonda) e reiniciará fisioterapia (caminhada e exercícios respiratórios) ainda hoje.
O capitão reformado também não apresenta outros sinais de infecção. Ele continuará recebendo analgésicos para controle da dor e febre.
Bolsonaro foi esfaqueado no último dia 6 de setembro, durante um ato de campanha pelas ruas da cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais. Com perfurações nos órgãos abdominais, ele foi operado no dia do ataque e passou por um segundo procedimento cirúrgico na terça-feira (11).
Pela lei das eleições, impulsionamento pode ser feito apenas por partidos, coligações e candidatos e seus representantes (Foto - Divulgação)
O TSE aplicou multa de R$ 10 mil a um empresário por contratação irregular de impulsionamento de propaganda eleitoral na internet após ter impulsionado conteúdo favorável a Jair Bolsonaro no Facebook. Pela lei das eleições, o impulsionamento de conteúdo pode ser feito apenas por partidos, coligações, candidatos e seus representantes.
Ao analisar a representação ajuizada pela coligação do candidato Geraldo Alckmin, os ministros do TSE destacaram que a lei das eleições proíbe expressamente qualquer tipo de veiculação de propaganda eleitoral paga na internet, excetuado o impulsionamento de conteúdo, desde que identificado de forma inequívoca como tal e contratado exclusivamente por partidos, coligações e candidatos e seus representantes.
Na decisão, o TSE isentou de punição o candidato Jair Bolsonaro e o Facebook. O primeiro, por entender que não há prova de sua ciência ou participação na contratação feita pelo empresário. O segundo, por ter cumprido a liminar, deferida em agosto, de remover em 24 horas os conteúdos relacionados ao impulsionamento das publicações do empresário.
O ministro Luis Felipe Salomão, ao proferir seu voto, explicou: “A lei estabelece que pessoa física não pode fazê-lo, por um motivo muito simples: é que seria absolutamente impossível avaliar, na prestação de contas [do candidato], as inúmeras pessoas que contratariam diretamente o impulsionamento”.
No entendimento da ex-senadora, a oscilação faz parte do jogo (Foto - Divulgação)
A queda nas pesquisas de intenção de voto foi tema de comentários da candidata Marina Silva (Rede) durante uma entrevista na última quinta-feira, 13 de setembro. No entendimento da ex-senadora, a oscilação faz parte do jogo e a participação no segundo turno ainda é possível.
A entrevista concedida à Rede Gênesis, fundada pela Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra, foi pontuada, principalmente, pela insatisfação dos telespectadores com a postura de Marina Silva a respeito do aborto.
Questionada sobre o tema, Marina voltou a dizer que é pessoalmente contra, mas insistiu que uma eventual mudança na lei vigente precisa passar por um plebiscito: “Como sou contra o aborto, tenho defendido que essa questão não seja decidida só pelos 513 deputados. Mas o presidente da República não convoca plebiscito, quem convoca é o Congresso. Pelas minhas convicções éticas, filosóficas e religiosas sou contra o aborto. Que se trabalhe os meios para que a mulher não lance mão de uma medida extrema, como o planejamento familiar. Sou a favor da vida, da vida em abundância”, declarou a candidata.
Sobre sua queda nas pesquisas de intenção de voto junto aos evangélicos, Marina destacou que esse fator talvez seja impulsionado por sua conduta: “Não uso o palanque como púlpito, nem o púlpito como palanque”, afirmou.
“Há nove meses venho mantendo uma posição de segundo lugar. Agora, porque teve uma pequena oscilação, as pessoas já tratam como o dado definitivo? Todo mundo fica falando sobre isso? Se Deus quiser, estaremos no segundo turno”, acrescentou a candidata, de acordo com informações do jornal O Globo.
A entrevista, que será levada ao ar pela Rede Gênesis na próxima segunda-feira, 17 de setembro, às 13h30, teve perguntas também sobre a situação de seca no Nordeste brasileiro, e Marina propôs seguir os projetos em andamento: “É preciso concluir a transposição. Vamos fazer uma auditoria e punir todos os culpados pelos casos de corrupção, para garantir a conclusão da transposição. Vamos fechar o dreno da corrupção das obras não concluídas”.
Bolsonaro
Após a entrevista, Marina participou de uma caminhada com eleitores no centro de Brasília, no calçadão da rodoviária, e ao final do corpo a corpo com eleitores, fez críticas ao adversário na disputa eleitoral, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL), líder das pesquisas de intenção de votos.
“A melhor forma de combater a violência e o ódio, é não deixando que tomem conta da gente. Estou viajando o país inteiro e muito bem recebida”, declarou.
“O candidato Bolsonaro teve sua proposta desconstruída por aquilo que ele mesmo pregava, a distribuição de armas. Imagine se aquele homem tivesse uma arma na mão? Bolsonaro estava com um forte esquema de segurança da Polícia Federal, dos PMs, da sua segurança pessoal e mesmo assim um homem com uma faca se aproximou dele e cometeu aquela inaceitável atrocidade”, acrescentou, distorcendo a proposta de revogação do Estatuto do Desarmamento, que não prevê “distribuição de armas”.
Marina também estendeu suas críticas aos grupos políticos que comandam o país desde a volta das eleições diretas: “Vejo na sociedade brasileira uma mobilização enorme para que as velhas estruturas do dinheiro, das mentiras dos marqueteiros, não prevaleçam. O que vai prevalecer é a consciência dos brasileiros. Eu sei que há pressa de alguns para dizer que o projeto que não é da velha política, do PT, do PMDB, dos grupos que são contrários à Lava-jato, que os brasileiros não viabilizarão uma proposta altiva, alternativa à corrupção, à incompetência que levou o Brasil para o buraco”, finalizou.
Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao utilizar nossos serviços, você concorda com tal monitoramento.