sábado, 24 de outubro de 2026

Hospital diz que Bolsonaro terá de fazer nova cirurgia; estado é grave

Notícias ao Minuto

 

Segundo o documento, o estado de saúde do candidato à Presidência da República “ainda é grave”. (Foto:Reuters)

O hospital Albert Einstein divulgou na manhã desta segunda-feira (10) um novo boletim médico sobre as condições clínicas de Jair Bolsonaro. Segundo o documento, o estado de saúde do candidato à Presidência da República “ainda é grave”.

 

Os médicos afirmam que Bolsonaro precisa continuar “em terapia intensiva” e avisam que “será necessária nova cirurgia de grande porte posteriormente, a fim de reconstruir o trânsito intestinal e retirar a bolsa colostomia”.

 

Jair Bolsonaro foi esfaqueado na última quinta-feira (6), durante um ato de campanha na cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais. O ataque foi cometido por Adélio Bispo de Oliveira, que alegou ter “cumprido ordem de Deus”. O candidato teve a região do abdômen perfurada. Já o suspeito foi preso e encaminhado para um presídio no Mato Grosso do Sul.

 

Confira abaixo o boletim médico de Jair Bolsonaro, divulgado na manhã desta segunda pelo Hospital Albert Einstein:

 

“Passados quatro dias após o ferimento abdominal por arma branca, o estado do candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro, internado no Hospital Israelita Albert Einstein, ainda é grave e permanece em terapia intensiva.

 

O paciente tem uma colostomia, que foi feita em função de lesões graves do intestino grosso e delgado.

 

Será necessária nova cirurgia de grande porte posteriormente, a fim de reconstruir o trânsito intestinal e retirar a bolsa colostomia.

 

O paciente permanece ainda com sonda gástrica aberta e em íleo paralítico (paralisia intestinal), que ocorre habitualmente depois de grandes cirurgias e traumas abdominais.

 

Ontem, havia uma movimentação intestinal ainda incipiente e que persiste do mesmo modo hoje.

 

Permanece sem sinais de infecção, recebendo o suporte clínico, cuidado de fisioterapia respiratória e motora, e alimentação exclusivamente parenteral (endovenosa).

 

Dr. Antônio Luiz Macedo, cirurgião

 

Dr. Leandro Echenique, clínico e cardiologista

 

Dr. Miguel Cendoroglo, Diretor Superintendente do Hospital Israelita Albert Einstein

Candidatos têm de prestar contas à Justiça Eleitoral a partir de hoje

Campo Grande News

 

Sede do TRE-MS, no Parque dos Poderes, em Campo Grande. (Foto: Paulo Francis).

Os candidatos que disputam aos cargos nas eleições de 2018 devem, a partir deste domingo (dia 9), prestar contas à Justiça Eleitoral. Em Mato Grosso do Sul, 532 postulantes registraram candidatura.

 

Os dados devem ser enviados SPCE (Sistema de Prestação de Contas Eleitorais), do TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul) até 13 de setembro, próxima quinta-feira.

 

À Justiça, devem chegar informações pessoais dos candidatos, além de gastos, recursos dos partidos políticos, doações de campanha. Como ainda não acabou o período eleitoral, a prestação de agora é parcial e, a completa, deve ser entregue até 6 de novembro, no caso dos candidatos que não disputarem o segundo turno.

 

Quem for para uma eventual segunda etapa do pleito deve enviar as informações até 17 de novembro. Caso não entreguem as informações, os postulantes podem responder a processos.

 

No total, 535 pessoas em Mato Grosso do Sul pediram registro de candidatura. Conforme o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), 465 candidatos já foram considerados aptos a disputarem, enquanto 30 inaptos e 40 ainda aguardam julgamento.

Alckmin eleva tom contra Bolsonaro e aliados pedem mudança na campanha

Notícias ao Minuto

 

Geraldo Alckmin (Foto: Reuters)

 

 

A estagnação do candidato do PSDB à Presidência nas eleições 2018, Geraldo Alckmin, nas pesquisas de intenção de voto preocupa aliados, que começam a cobrar mudanças na campanha. Ao cumprir agenda nesta quarta-feira, 5, em Goiás, Estado onde enfrenta dificuldades para crescer, Alckmin assistiu à divisão dos partidos do Centrão – bloco que o apoia – e elevou o tom contra o adversário Jair Bolsonaro (PSL).

 

O tucano disse que fará de tudo para evitar a vitória do deputado, que é capitão reformado do Exército. “O Brasil retrocederia. Nós iríamos para o caos”, criticou o presidenciável, em Goiânia. “Em 28 anos como deputado, Bolsonaro não fez nada.”

 

Antes, a uma plateia de 158 prefeitos, Alckmin criticou a “brigalhada infernal” nas redes sociais e disse que se inspirava no ex-presidente Juscelino Kubitschek para pedir a pacificação. “Juscelino dizia que ia percorrer o Brasil de Norte a Sul, pregando a união nacional e deixando de lado os pesadelos do passado”, afirmou.

 

Apesar de ser do DEM – partido integrante do Centrão, que avaliza a candidatura de Alckmin – o senador Ronaldo Caiado não compareceu à reunião de Alckmin com os prefeitos nem acompanhou sua extensa agenda. Candidato ao governo de Goiás e líder nas pesquisas, Caiado foi contra o aval do bloco ao tucano. Ele é rival ferrenho do ex-governador Marconi Perillo (PSDB), que hoje concorre ao Senado e recentemente virou réu, acusado de receber vantagens indevidas da construtora Delta.

 

Caiado avisou à cúpula do DEM que não subirá no palanque de Alckmin e diz fazer uma campanha “solteira”, sem candidato a presidente. Nos bastidores, porém, seus seguidores pedem voto para Bolsonaro. Alckmin contemporizou a divergência. “O DEM é um grande partido e cada Estado tem sua realidade própria”, disse ele. “Não vamos nos importar com isso.”

 

Em Goiás, Bolsonaro aparece na frente em todos os levantamentos quando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que está preso em Curitiba e teve a candidatura impugnada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), fica fora da disputa. Alckmin continua estacionado no Estado, com porcentuais que variam de 1% a 4% das preferências, segundo o Ibope.

 

“A estratégia da campanha do Geraldo está completamente errada”, afirmou o deputado Jovair Arantes (GO), líder do PTB na Câmara. “Dedicar o programa eleitoral na TV para atacar Bolsonaro é uma burrice. Agora é hora de ele chamar os eleitores à razão para tentar ir ao segundo turno, e não de querer desconstruir Bolsonaro ou mesmo o PT. Isso é para outro momento.”

 

Candidata a vice-governadora de Goiás pelo PSDB, a professora Raquel Teixeira também admitiu preocupação com o cenário eleitoral. Raquel disse que Alckmin não deve adotar tom agressivo como o de Bolsonaro. Argumentou, no entanto, que talvez falte “paixão” e “emoção” no discurso tucano.

 

“Assim como às vezes faço com o governador José Eliton (candidato a novo mandato pelo PSDB), dá vontade também de dar uma sacudida nele (Alckmin)”, afirmou Raquel. “É o futuro do País que está em jogo. Não podemos deixar o discurso de ódio vencer. As pessoas estão a fim de um fato novo e o fato novo está sendo movido pelo fundamentalismo, que nem ele (Alckmin) nem o Zé Eliton têm. Talvez seja preciso um pouco de emoção, mostrar mais paixão”, completou.

 

O prefeito de Anápolis, Roberto Naves (PTB), também reconheceu dificuldades nas fileiras do PSDB. “Mas acho que a campanha vai pegar rumo à medida que a propaganda eleitoral avançar e a candidatura de Lula for de fato retirada”, apostou Naves.

 

Ao visitar o Centro de Reabilitação Dr. Henrique Santillo, em Goiânia, Alckmin foi recebido com curiosidade pelos pacientes. “Não sei não, mas estou pensando em votar nele. Estou gostando das propostas que ele está apresentando”, disse o aposentado Antônio Martins Neto, que estava na sala de espera.

 

A cabeleireira Lucinete Barbosa de Lemos, porém, não sabia quem era Alckmin. “Não sei nem me interessa saber”, respondeu ela, quando questionada pela reportagem se conhecia o candidato. “Os políticos só aparecem aqui na época de eleição e, depois que ganham, desaparecem. Está todo mundo grilado com esses políticos. De mim ninguém terá voto”, protestou Lucinete. Com informações do Estadão Conteúdo.

Destino de Remy em ‘Segundo Sol’ vai ser surpreendente, diz Brichta

Notícias ao Minuto

 

Vladimir Brichta (Foto: TV Globo)

A novela “Segundo Sol” (Globo) chega ao seu aguardado centésimo capítulo nesta quinta-feira (6) com uma série de reviravoltas em andamento. O mais aguardado, no entanto, é a morte de Remy (Vladimir Brichta), que colocará Luzia (Giovanna Antonelli) novamente como suspeita de um crime que não cometeu.

 

“Aos poucos Remy foi se tornando uma pessoa cada vez mais incômoda em todos os ambientes que passava. Construir essa trajetória foi muito enriquecedor para o meu trabalho”, afirmou o ator Vladimir Brichta ao Gshow, destacando inclusive a torcida dos fãs para que o personagem não tenha morrido de fato.

 

“Para mim, qualquer coisa acerca dessa trama vai ser surpreendente. Se ele estiver mesmo morto, se aparecer vivo ou se voltar em ‘flashbacks’. Pessoalmente estou muito satisfeito por ter realizado meu trabalho da melhor forma possível”, completou ele.

 

A sequência que levará a morte de Remy começa já nesta quarta (5), com o vilão contando a Luzia que o filho que ela teve com Beto (Emilio Dantas) está vivo. Luzia vai, então, ameaçar Karola e ceder às chantagens de Remy: até cair em uma nova armação e ser encontrada ao lado do corpo dele esfaqueado.

 

“Remy… Remy tá coberto de sangue, tá todo esfaqueado… ele tá morto Luzia! Remy tá morto! Luzia, você matou Remy?”, afirmará Beto desesperado à Luzia, que acordará após ter sido dopada por Remy. Luzia decide não pagar para ver e foge da cena do crime, mesmo sob protestos de Beto.

 

“É muito bom quando os personagens não seguem por caminhos óbvios. Luzia chega ao seu limite e por isso vai enfrentar quem mexeu com ela. Os dias de tranquilidade de Karola e Laureta estão por um fio”, afirmou Giovanna Antonelli também ao Gshow. Segundo o autor, João Emanuel Carneiro, a personagem voltará com “sangue nos olhos”. Com informações da Folhapress.

Silvio Santos demite ao vivo bailarina que errou propaganda

Terra

 

Silvio Santos durante programa no SBT (Foto: Lourival Ribeiro/SBT/Divulgação / Estadão Conteúdo)

 

Durante a passagem de uma cena para outra, bailarinas dançam enquanto seguram placas com o nome “Jequiti”, empresa de cosméticos do grupo Silvio Santos.

 

Uma das bailarinas estava com o material de ponta-cabeça. Ao perceber a gafe, o apresentador indagou: “Qual é a que está com a placa virada? Deixa eu ver…Manda embora aquela aí! Meu bem, você não sabe ler? Mas será…vai embora, vai embora, vai embora! Pode ir embora! Rafaela, dispense ela!”. A coreógrafa Rafaela Viscardi é coordenadora do balé do SBT.

 

Apesar da orientação do patrão, a bailarina Camila Galindo continuou sorrindo e foi descendo as escadas do local onde estava dançando e saiu de cena. “Onde já se viu? Colocar “Jequiti” de cabeça para baixo! Vai embora, não fala mais!”, ordenou Silvio Santos. Apesar daquele momento de ‘demissão’ no ar, Camila publicou, no perfil dela no Instagram, que tudo não passou de uma brincadeira. “Silvio, pelo amor de Deus, to cheia de carnê pra pagar, não me manda embora”, escreveu.

 

Em um primeiro momento, os seguidores de Camila Galindo reagiram das mais variadas maneiras. “Eu pago seu carnê, deixa comigo”, disse um. “Processa ele”, “Ele foi muito grosso”, se revoltaram outros. Ao perceber a brincadeira, um deles escreveu: “Parabéns por ter levado na brincadeira, foi mega profissional”.

 

 

Garotinho é condenado por injúria contra desembargador do TJ/RJ

Migalhas

 

Decisão é da juíza de Direito Marta de Oliveira Cianni Marins, da 23ª vara Criminal do RJ (Foto - Divulgação)

 

A juíza de Direito Marta de Oliveira Cianni Marins, da 23ª vara Criminal do Rio de Janeiro/RJ, condenou o ex-governador Anthony Garotinho à pena de um mês e 10 dias de prestação de serviços comunitários.

 

A condenação por injúria cometida pelo ex-governador contra o desembargador Luiz Zveiter, do TJ/RJ.

 

Em texto publicado em seu blog, Garotinho acusou Zveiter de ter enviado um intermediário para coagir e ameaçar o ex-governador do RJ para que ele não protocolasse denúncia contra o magistrado por recebimento de propina de uma empresa. Garotinho ainda acusou o desembargador de crimes como constrangimento ilegal e de ameaçar, através de terceiros, autoridades do Poder Judiciário.

 

Ao analisar o caso, a juíza Marta de Oliveira Cianni Martins considerou que o conjunto probatório é seguro e aponta a autoria e a materialidade do delito, assim como do dolo com o qual o ex-governador agiu, “razão pela qual a condenação deve prevalecer inexistindo circunstâncias excludentes”.

 

A magistrada ressaltou que, de acordo com as provas juntadas aos autos, ficou demonstrado que a publicação foi ofensiva à integridade moral do desembargador, já que se tratam de fatos relevantes.

 

Com isso, a juíza entendeu que Garotinho cometeu crime de injúria contra o desembargador e condenou-o à pena restritiva de direito de prestação de serviços à comunidade pelo período de um mês e 10 dias.

Bebeto reforça pedido de área para construção do Museu Histórico de Dourados

Assessoria 

 

Bebeto sugere construção de Museu, em área próxima a Usina Velha (Foto: Thiago Morais)

O vereador Bebeto (PR) usou a tribuna da Câmara Municipal, durante a sessão desta terça-feira (04), para reforçar a necessidade de uma área específica para a construção do Museu Histórico de Dourados.

 

Ele justificou o pedido, considerando que o acervo disponível à visitação do público atualmente se encontra em uma sala anexo no piso superior do Terminal Rodoviário.

 

O local foi definido na administração passada, sendo que o Museu Histórico antes funcionava no antigo prédio Prefeitura, localizada na rua João Rosa Goes, centro da cidade. “Neste sentido, solicitamos a prefeita Délia e secretarias competentes, que se façam estudos visando destinar uma área pública para construção do Museu Histórico de Dourados, com todos os detalhes necessários para visitação do público e conservação do acervo”.

 

Bebeto ainda sugere que a construção do referido museu, possa ser feita em área próxima à Usina Velha, um dos principais cartões postais da cidade.

 

A indicação foi encaminhada a prefeita Délia Razuk (PR) e aos secretários Carlos Francisco Dobes (Planejamento) e Jorge Augusto Ramos (Cultura). O mesmo pedido foi feito no dia 18 de setembro de 2017.

 

MARUN

 

O vereador ainda lamentou as declarações do ministro de Estado, Carlos Marun, em entrevista à imprensa, em que ele tenta minimizar o incêndio do Museu Nacional, no Rio de Janeiro, onde diz: “’Agora que aconteceu tem muita viúva chorando”.

 

Bebeto classificou a fala do ministro como ‘infeliz’ e ‘inoportuna’. “O ministro quando diz que existem viúvas apaixonadas chorando, foi uma fala totalmente desproporcional ao cargo que ocupa no Governo Federal, desqualificando o clamor nacional pela perda de mais de 20 milhões de peças históricas da nação brasileira”, lamentou o vereador.

 

 

Campanha do PT no rádio inicia transição e diz ‘Haddad é Lula’

Notícias ao Minuto

 

Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: DR)

O segundo programa da campanha do PT à Presidência no rádio nesta terça-feira (4) continuou a defender a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva, mas começou a sinalizar a substituição do ex-presidente por Fernando Haddad, atual vice-presidente na chapa.

 

Como mostrou a reportagem, o PT já se prepara para retirar a candidatura de Lula na próxima terça-feira (11), prazo fixado pela Justiça para sua substituição.

 

Assim como no sábado (1º), a propaganda foi aberta com a leitura da decisão do Comitê dos Direitos Humanos da ONU que defende o direito de Lula de ser candidato. Dessa vez, porém, acrescentou a informação de que a candidatura do petista foi barrada pelo TSE.

 

Na sequência, o petista aparece defendendo os feitos de seus governos e prometendo um país melhor.

 

“O povo sabe o que aconteceu no período em que governamos esse país. Esse povo sorria. Esse povo comia. Esse povo trabalhava. Esse povo recebia salário. Esse povo estudava. Ele sabe disso, que nós fizemos um Brasil melhor nesses 12 anos e isso é possível a gente devolver para o povo”, afirma Lula.

 

Na conta, o ex-presidente exclui o tempo do segundo mandato de Dilma Rousseff, que foi afastada do cargo em maio de 2016 e teve seu processo de impeachment concluído em agosto do mesmo ano.

 

Haddad é então apresentado após uma música que diz que na “seca a esperança vive” e que “Haddad é Lula”. O ex-prefeito faz um juramento de lealdade ao ex-presidente e promete aos brasileiros devolver o país deixado pelo petista.

 

“Os que perseguem Lula perseguem o povo brasileiro. Ele está preso, enquanto o governo Temer bagunça o país, corta os direitos do povo, entrega nossas riquezas aos estrangeiros. Aqui, faço um juramento de lealdade ao ex-presidente Lula. Não vamos descansar. Vamos libertar os brasileiros de toda essa injustiça”, diz.

 

O TSE determinou nesta segunda (3) que o PT não poderia utilizar o mesmo material transmitido no sábado, em que Lula continuava como candidato da chapa, apesar do veto da corte.

 

No material transmitido nesta terça, o trecho do jingle da campanha do PT, que antes dizia “chama que o homem dá jeito”, foi alterado para “chama que o 13 dá jeito” e “Lula é Haddad, é o povo”. A peça é encerrada com a fala de um rapaz, que diz que Haddad representa o sonho de milhares de jovens.

 

Os programas das demais campanhas tiveram poucas alterações. Geraldo Alckmin (PSDB) seguiu fazendo críticas a Jair Bolsonaro (PSL), que sem tempo apenas diz o nome da coligação que o apoia. O programa do tucano destacou a rede de tratamento ao câncer em São Paulo, ouvindo relatos de pacientes e prometendo estender a ação para o restante do país.

 

Marina Silva (Rede) citou a morte do menino Marcos Vinícius, 14 anos, baleado a caminho da escola na favela da Maré, no Rio de Janeiro. A candidata eleva o tom de voz para dizer que não dá mais para aceitar políticos que se escondem em palácios e no Congresso.

 

Ciro Gomes (PDT) voltou a falar de seu programa de refinanciamento de dívidas e Henrique Meirelles (MDB) repetiu seu programa, em que diz ter sido chamado por Lula e para limpar a bagunça deixada por Dilma. Na propaganda do PSOL, o ator Wagner Moura pede votos para Guilherme Boulos, o candidato que segundo ele é capaz de acabar com a esculhambação. Com informações da Folhapress.

Alckmin faz ofensiva para mudar imagem e virar candidato dos pobres

Notícias ao Minuto

 

Geraldo Alckmin (PSDB) (Foto:Adriano Machado / Reuters)

O candidato Geraldo Alckmin (PSDB) deu início nesta segunda-feira (3) a uma operação para modelar a sua imagem, reforçando a preocupação social.

 

Rejeitado por 26% da população, considerado um político frio, o tucano quer mostrar que está atento ao povo e aos mais pobres.

 

A estratégia é a espinha dorsal da campanha, segundo integrantes do núcleo duro, sintetizada pelo jingle, “Geraldo é cabeça e coração”.

 

Sempre desfiando números e estatísticas, Alckmin se esforça para construir uma imagem de gestor com responsabilidade fiscal que também é comprometido com a população carente. A avaliação da equipe é que não adianta focar o aprofundamento técnico do plano de governo -que, até agora, resume-se a um documento genérico de 15 páginas.

 

Será necessário demonstrar sensibilidade social e, para isso, a campanha planeja anunciar uma medida de impacto e fácil compreensão para cada uma das quatro principais áreas do programa: emprego, segurança, saúde e educação.

 

Dentro desse roteiro, nesta segunda, na capital paulista, o tucano prometeu subsidiar metade da tarifa de gás de botijão às famílias carentes.

 

O vale-gás, como Alckmin chamou o programa, teria custo estimado em menos de R$ 2 bilhões por ano para beneficiar 8,3 milhões de famílias, já cadastradas na tarifa social de energia elétrica.

 

São aquelas de renda per capta inferior a meio salário mínimo, estão no BPC (benefício de prestação continuada) ou têm membro com doença ou deficiência grave. O tucano afirmou que os recursos adviriam de “um ajuste fiscal muito forte”, mas não detalhou a fonte. “O que tem de espaço no governo para reduzir gastos é enorme”, declarou.

 

Em seguida, o candidato visitou uma unidade do Bom Prato, rede de restaurantes populares lançado em 2001 pelo então governador Mario Covas (PSDB), de quem ele era vice à época. “Temos ainda uma população muito pobre, que precisa do apoio, e a melhor maneira de fazê-lo é garantindo alimentação de qualidade”, disse.

 

Ele enfatizou que o custo da refeição, de R$ 1, nunca mudou. “Um belo projeto, que deu certo e vale a pena a gente expandir para o Brasil.”

 

Alckmin desistiu de almoçar no Bom Prato, como constava em sua agenda pública. A passagem pela unidade da avenida Rangel Pestana foi abreviada depois de auxiliares detectarem risco de hostilidade.

 

O candidato entrou no restaurante para gravar imagens, deu uma breve entrevista e caminhou por cinco minutos pela rua. Ouviu algumas provocações sobre a máfia da merenda e recebeu cumprimentos de simpatizantes.

 

O tucano se mostrou mais disponível do que de costume, indo até automóveis parados no congestionamento para tirar fotografias e cumprimentar passageiros.

 

Sua terceira agenda do dia, uma visita ao hospital Santa Marcelina, foi adiada, sem explicações da assessoria. Na fila do Bom Prato, o recifense desempregado José Ailton da Silva, 51, comentava em voz alta que cogitava votar “no Geraldo, porque no PT não dá mais”.

 

“Cansei de comer mamão no Parque Dom Pedro porque não tinha dinheiro para almoçar. Isso aqui é uma fortaleza, esse R$ 1 aqui.”

 

O homem à sua frente, sem voz, fazia gestos para negar que Alckmin fosse o criador do Bom Prato.

 

Segundo o Datafolha, o tucano tem a terceira maior rejeição entre os presidenciáveis, atrás de Jair Bolsonaro (PSL), de 39%, e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de 34%, cuja candidatura foi barrada.

 

Para aliados, o ônus já está precificado. A aposta para dribá-lo vem sendo burilada no posicionamento político da campanha, que reforça a associação entre o impopular presidente Michel Temer (MDB) à antecessora Dilma Rousseff (PT), de quem era vice.

 

A narrativa é uma resposta ao discurso do PT, que coloca Alckmin como o candidato do governo Temer, baseando-se no apoio do PSDB ao impeachment de Dilma. Com informações da Folhapress.

STF abre inquérito para investigar Marun por corrupção e associação criminosa

O Jacaré

 

Marun passa a ser oficialmente investigado por corrupção (Foto: Arquivo/Sérgio Lima/Poder 360)

 

O Supremo Tribunal Federal determinou a abertura de inquérito contra o ministro Carlos Marun, da Secretaria de Governo. A Polícia Federal vai apurar o seu envolvimento com corrupção e associação criminosa na liberação de registros sindicais pelo Ministério do Trabalho.

 

De acordo com o jornal O Globo, a investigação foi determinada nesta segunda-feira pelo ministro Edson Fachin, do STF. Ele acatou pedido feito pelo procuradora-geral da República, Raquel Dodge, na Operação Registro Espúrio.

 

Marun e a chefe de gabinete, Viviane Lorenna Vieira, são acusados de recorrer a manifestações fraudulentas para viabilizar registro de entidades sindicais de Mato Grosso do Sul.

 

Nesta operação, o Ministério Público Federal já denunciou 26 pessoas, entre as quais estão o ex-ministro do Trabalho, Helton Yomura, o presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, e os deputados federais Cristiane Brasil, Jovair Arantes e Nelson Marquezelli.

 

A abertura de inquérito acaba com um dos principais argumentos de Marun, o de que não era alvo de nenhuma investigação por corrupção. Desde a posse como deputado federal em 2014, ele se notabilizou em condenar os desvios cometidos pelos integrantes do PT.

 

O ministro se notabilizou por defender o ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (MDB), notório corrupto preso e condenado a 14 anos de corrupção pelo juiz Sérgio Moro.

 

Principal articulador político, Marun defende o presidente Michel Temer (MDB), denunciado por corrupção, obstrução de Justiça e chefiar organização criminosa. O presidente ainda é investigado pelo suposto recebimento de propinas de empresas do setor portuário.

 

O gaúcho sul-mato-grossense ainda é ferrenho defensor do ex-governador André Puccinelli (MDB), preso na Operação Lama Asfáltica desde 20 de julho deste ano. Ele considera o emedebista vítima de articulação política para tirá-lo da disputa do Governo estadual nas eleições deste ano.

 

Ao se tornar alvo de inquérito por corrupção, Carlos Marun se junta a outros integrantes do núcleo de Temer investigados pela PF, como os ministros Eliseu Padilha, da Casa Civil, e Moreira Franco, das Minas e Energia.

 

Até o momento, o ministro sul-mato-grossense não se manifestou sobre a abertura de inquérito. Quando foi citado pela primeira vez, ele negou a denúncia e pediu a abertura de investigação contra a PF pelo vazamento de trechos do inquérito.

Sem Lula, Ciro Gomes vai para 2º turno com Bolsonaro, diz pesquisa da BTG Pactual

Exame 

 

Candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes: segundo turno, segundo pesquisa eleitoral do BTG (Foto - Adriano Machado/Reuters)

 

Sem Lula concorrendo e com Fernando Haddad como candidato do PT, Ciro Gomes (PDT) iria para o segundo turno contra Jair Bolsonaro nas eleições 2018, mostra a nova pesquisa eleitoral do BTG Pactual, divulgada hoje (3). Bolsonaro teria 26% dos votos, enquanto Ciro teria 12%. Logo depois, viria Marina Silva (Rede), com 11%.

 

A pesquisa não trouxe simulações de intenção de voto para as prováveis disputas do segundo turno.

 

A pesquisa do BTG Pactual, registrada no Tribunal Superior Eleitoral como TSE: BR-01057/2018 foi feita com dois mil entrevistados, por telefone, entre 1 e 2 de setembro. A margem de erro é de dois erros percentuais, para mais ou para menos.

 

Cenários da pesquisa eleitoral – Ciro Gomes em 3º ou 2º

 

Com Lula

 

Lula – 37%

 

Jair Bolsonaro – 26%

 

Ciro Gomes – 7%

 

Geraldo Alckmin – 6%

 

Marina Silva – 5%

 

João Amoêdo – 4%

 

Com Haddad

 

Jair Bolsonaro – 26%

 

Ciro Gomes – 12%

 

Marina Silva – 11%

 

Geraldo Alckmin – 8%

 

Fernando Haddad – 6%

 

João Amoêdo – 4%

 

Lula e Haddad

 

O PT consegue apenas 6% de intenção de voto com Haddad, enquanto com Lula ficaria em primeiro lugar, com 37%. Isso mostra a dificuldade em transferir os votos de um candidato para outro.

 

Segundo a pesquisa, Haddad, Marina e Ciro dividem os votos “herdados” de Lula, com 15% cada um. Ou seja, eleitores do PT migram para Rede e PDT em vez de ficarem no PT. Até mesmo Bolsonaro e Alckmin herdam votos dos eleitores órfãos de Lula, com 8% deles cada um.

 

Além disso, dobra o número de eleitores que dizem que não vão votar em ninguém (o que é diferente das respostas de intenção de voto nulo ou branco).

 

Com Lula, apenas 9% dos eleitores dizem votar em “ninguém”. Sem Lula e com Haddad, esse índice sobe para 18%.

 

A pesquisa também mostra que, perguntados se votariam em Haddad caso este fosse o candidato e Lula o apoiasse, apenas 19% responderam “com certeza”, enquanto 14% responderam “poderia votar” e 61% responderam “não votaria de jeito nenhum”.

Diretor causa polêmica ao cobrir decote de atriz de ’50 Tons de Cinza’

Notícias ao Minuto

 

A atriz se mostrou desconfortável com a ação do cineasta.(Foto:REUTERS/Tony Gentile)

 

O diretor do filme, Luca Guadagnino, de 47 anos, causou polêmica ao colocar a mão próxima ao peito da atriz Dakota Johnson, de 28 anos, no tapete vermelho do novo filme ‘Suspiria’, no sábado (1º).

De acordo com a revista Monet, pessoas falaram que o objetivo dele era proteger o decote de Dakota, já que o vestido dela estaria “escorregando”. A atriz no entanto se mostrou desconfortável com a ação do cineasta. Veja a imagem aqui.

Câmara de Dourados recebe homenagem da Guarda Municipal durante formatura

Assessoria CMD

 

Sergio Nogueira recebendo homenagem do comandante e do formando (Foto: Thiago Morais)

 

A Câmara de Dourados recebeu, na manhã desta sexta-feira (31), homenagem da 4ª Turma da Guarda Municipal, durante formatura realizada no Complexo Esportivo Jorge Antônio Salomão.

 

O comandante da GM, Silvio Reginaldo Peres, entregou a homenagem à Casa de Leis, através do vice-presidente Sergio Nogueira (PSDB), pelos esforços realizados para que os 92 novos agentes fossem convocados para os cargos.

 

“Nós ficamos muito honrados com esta homenagem, porque sempre lutamos para a convocação destes guardas municipais. Eles participaram de diversas sessões ordinárias e reuniões, onde pudemos ouvi-los e assim procurar a Prefeitura Municipal, para que o direito deles fosse garantido. Hoje estamos vendo a realização destes esforços”, ressaltou Sergio.

 

O vereador e Guarda Municipal, Olavo Sul (PEN), também recebeu homenagem da corporação. Ainda compareceram à formatura, os vereadores Junior Rodrigues (PR) e Alan Guedes (DEM).

 

A turma “Roberto Aparecido Ramos” formou 92 alunos, que passaram por curso de 700 horas, ministrado por 32 instituições durante cinco meses.

“Se fosse gay, não teria nenhum problema”, diz Sandy sobre filho

Terra

 

Sandy não acha um problema o filho brincar com bonecas (Imagem: Divulgação)

 

Recentemente, Sandy lançou uma websérie chamada “Nós Voz Eles”, e nela tem revelado detalhes de sua vida profissional e também pessoal, mostrando parte da rotina com o marido, Lucas Lima, e o filho do casal, Theo, de 4 anos.

 

Inclusive, há uma semana, Lucas postou uma foto que gerou polêmica nas redes sociais. Ao exibir a “bagunça” que o filho fez, uma boneca da personagem Elsa, do filme “Frozen – Uma Aventura Congelante”, chamou a atenção dos seguidores e muitos criticaram a atitude dos pais.

 

Ao blog de Amaury Jr, Sandy comentou a respeito. “Não imaginamos que pudessem ter tantas reações, como isso fosse uma grande coisa (a gente permitir que nosso filho brinque com uma boneca), sabe? E, se quiser saber mais a fundo, se ele fosse ou virasse gay, não teria nenhum problema com isso também. Somos todos iguais, todos irmãos”, disse.

 

A artista ainda afirmou que o casal busca educar o filho longe de preconceitos. “Ele brinca com bonecas, bonecos, carrinhos, bola. A gente não coloca nenhuma restrição. Na nossa concepção, não existe isso de brinquedo de menina e menino. A gente está criando ele para não ser uma pessoa machista, sexista e preconceituosa”, defendeu.

Ministro do TSE nega pedido para excluir Lula de pesquisas

Notícias ao Minuto

 

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Reuters)

Tarcísio Vieira, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), negou nesta quinta-feira (30) um pedido do Instituto Democracia e Liberdade (IDL) para impedir que as pesquisas eleitorais incluam o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em suas sondagens de intenção de voto.

 

O instituto havia pedido uma liminar (decisão provisória) para “proibir a divulgação direta ou indireta de pesquisas de opinião que incluam o nome do sr. Luiz Inácio Lula da Silva enquanto preso por acórdão unânime pela prática dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, e enquanto não suspensos ou extintos os efeitos de tal condenação”.

 

Ao negar o pedido, Tarcísio Vieira disse que ele foi feito em momento inadequado. O ministro escreveu que a resolução que prevê a presença nas pesquisas de todos os candidatos à Presidência foi aprovada em dezembro, e seu prazo de modificação se encerrou em março, motivo pelo qual não seria possível proferir decisão que excluísse Lula das pesquisas.

 

“Com efeito, conforme já decidiu este Tribunal, a alteração dos critérios exigidos pela resolução em fase avançada do processo eleitoral causaria insegurança jurídica às entidades e aos institutos de pesquisa”, escreveu o ministro.

 

“Mesmo que fosse possível alterar a norma a essa altura, no sentido de porventura impedir a presença do nome de Lula nas pesquisas, o Instituto Democracia e Liberdade não teria legitimidade para fazer tal solicitação, afirmou Tarcísio Vieira.

 

“Trata-se, portanto, de pedido formalizado por parte ilegítima, em instrumento processual inidôneo e fora do período estabelecido na legislação eleitoral”, concluiu o ministro. Com informações da Agência Brasil.