A equipe do pré-candidato à Presidência disse que a presença dele seria impossível (Foto - Adriano Machado / Reuters)
O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ) alegou problemas de agenda e formalizou nesta quarta-feira (6), via assessoria, sua recusa em participar da sabatina promovida por Folha de S.Paulo, UOL e SBT.
A equipe do pré-candidato à Presidência disse que a presença dele seria impossível porque ele está com uma grande quantidade de compromissos programados e sua agenda “se encontra totalmente comprometida”.
A organização havia oferecido ao deputado a possibilidade de fazer a sabatina em Brasília, em vez de São Paulo, caso considerasse mais fácil. Bolsonaro também tinha liberdade para escolher o dia.
Os pré-candidatos mais bem situados na pesquisa Datafolha foram chamados para a série de entrevistas. Geraldo Alckmin (PSDB), Marina Silva (Rede), Ciro Gomes (PDT) e Alvaro Dias (Pode) já participaram.
Folha de S.Paulo, UOL e SBT estão entrevistando também candidatos aos governos em São Paulo e no Rio de Janeiro. Com informações da Folhapress.
Cena de 'Oito Mulheres e Um Segredo' (Foto: Barry Wetcher/Warner Bros)
Em uma era de feminismo forte e de reboots e spin-offs em profusão, vide Star Wars e o incansável universo Marvel, nada parece mais natural que uma franquia famosa por seu numeroso elenco masculino ganhar uma versão feminina. Mais feminina que feminista, de fato. Em cartaz a partir desta quinta-feira, Oito Mulheres e um Segredo, episódio derivado da série iniciada em 2001 por Onze Homens e um Segredo, longa de Steven Soderbergh com George Clooney e Brad Pitt à frente, traz uma provocação ou outra, mas, de modo geral, é um filme engraçadinho que se conforma à fórmula criada e consolidada pelos que vieram antes. No chavão dos críticos de cinema americanos, que agora curtem o calor, é um filme de verão.
Aqui, a dupla estelar no comando do elenco é formada por Cate Blachett e Sandra Bullock, de quem partiu a ideia do projeto – ela foi bater na porta de George Clooney para pedir a bênção do ator para viver a versão de saias de seu personagem, o vigarista Danny Ocean. Mais que versão: Sandra faz a irmã de Danny, Debbie, que surge já na primeira cena do filme, bem maquiadinha na prisão, enquanto tenta convencer um oficial de que merece a liberdade convencional porque, transformada pela experiência do cárcere, deseja ter uma “vida simples”.
Simples é o adjetivo que Debbie deixa para trás, com a roupa laranja de detenta, ao sair da penitenciária Nichols – nome de uma das mais carismáticas personagens da série Orange Is the New Black, da Netflix. A primeira coisa que ela faz, antes de encontrar a parceria de crimes Lou (Cate Blanchet), é tomar um banho de loja – e de espuma, na banheira de uma luxuosa suíte de hotel. De golpe em golpe, o roteiro flui em um ritmo de novela de João Emanuel Carneiro e faz pensar que roubar e aplicar golpes é a maior moleza.
Nada dá errado até o clímax do longa, quando já se contam mais ou menos 70% do filme, regra formulaica da construção de roteiros: Debbie e Lou vão estruturando o plano de roubar um colar de diamantes avaliado em 150 milhões de dólares durante o tradicional baile de gala do Met, o clássico museu nova-iorquino, e para isso vão recrutando outras parceiras. Entram na jogada a decadente estilista Rose Weil (Helena Bonham Carter, repisando o estereótipo de si mesma), a hacker Nine Ball (Rihanna), a dona de casa e gatuna Tammy (Sarah Paulson), a ladra de dedos ágeis (Constance / Awkwafina) e a ourives Amita (Mindy Kaling).
A quadrilha é completada pela atriz (e clichê de celebridade hollywoodiana) Daphne Kluger (Anne Hathaway), que embarca no plano quase sem querer. Vestida “como uma Barbie” – referência ao filme que Anne fará – por Rose Weil para o baile do Met, ela é o veículo para o grupo colocar as mãos no super colar da Cartier. Merchandising, aliás, é o que não falta no filme, que exibe de marca de cerveja a achocolatado. Afinal, é Daphne quem estará com as joias ao pescoço no momento do roubo.
As cutucadas do roteiro na questão diversidade – que são poucas, mas ao menos não são panfletárias – se dão nessa videoclípica estruturação do plano, que conta ainda com uma vingança de Debbie contra um ex-namorado, Claude Becker (Richard Armitage), o dedo-duro que a pôs na cadeia. Em certo momento, as parcerias Lou e Debbie sentem falta de alguém que roube sem se fazer notar. Lou sugere um homem, e Debbie rebate: precisamos ser discretas, maneira de dizer que a mulher é insignificante, ou que a sociedade é indiferente a ela.
Outra crítica está embutida nos papéis que as personagens da caribenha negra Rihanna, da americana de origem oriental Awkwafina e da indo-americana Mindy Kaling assumem no Met. Rihanna em um momento surge vestida de faxineira. Awkwafina é a moça que cuida do banheiro durante a festa e Mindy Kaling lava pratos na cozinha do museu. Já Cate Blachett é uma nutricionista, Sarah Paulson, uma funcionária da glamourosa revista Vogue e Sandra Bullock, uma convidada do evento que troca palavras em alemão com Heidi Klum.
Afora isso, o filme nada acrescenta ao debate. Por outro lado, ao mostrar que substituir homens por mulheres, e brancos por minorias, em um roteiro pré-definido dá no mesmo, Oito Mulheres e um Segredo prova que diversidade não é empecilho para o entretenimento e a bilheteria. Como demonstraram Mulher Maravilha e Pantera Negra. Com a alta expectativa nas redes sociais pelo filme, já se fala em continuação em Hollywood. Pode ser a chance de ir além – das convenções, das poucas provocações – e fazer mais que um filme de verão.
XI Arraiá Universitário da UFGD (Foto: Divulgação)
Neste final de semana acontece o XI Arraiá Universitário da UFGD, nos dias 08 e 09 de junho, em frente ao prédio da reitoria. Nas duas noites haverá atrações culturais, dança de quadrilhas da UFGD, brinquedos para crianças, e muita comida típica.
Os acadêmicos da UFGD vão organizar 20 barraquinhas, a maioria oferecendo alimentos. A variedade promete agradar todos os gostos, indo desde comidas tradicionais de festa junina como pastel e milho cozido, dentre outros pratos típicos da região.
Quadrilhas
Foram inscritas duas quadrilhas para se apresentarem na festa, as quais se apresentarão no sábado. Às 20h do dia 09, a Quadrilha das Artes Cênicas se apresentará seguida da Quadrilha Aquicultura no Reino das Águas Claras – Monteiro Lobato, do curso de Engenharia de Aquicultura.
Atrações Musicais
Nos dois dias de festa haverá apresentação do músico Sidnei Alves e banda, que foi o ganhador do concurso do Projeto de Extensão Celebração, o qual seleciona atrações musicais para os eventos de extensão e cultura da UFGD. O grupo animará a festa com chamamés, vaneras, guaranias, forró, xote, etc.
No dia 08 (sexta-feira) o Grupo 4ª Estação, composto pelos músicos Odair Vilela, Osmar Medina e Junior do Acordion, fará uma participação especial, com músicas no estilo de forró, sertanejo universitário, dentre outros.
Pesquisa do Procon em Dourados, constatou alta de 14,3% no preço da gasolina na cidade. O menor preço encontrado na gasolina comum foi de R$ 4,400; no diesel comum foi de R$ 3,599; e diesel S10 R$ 3,649; e no etanol o menor preço praticado é de R$ 3,200.
Empregos
Obra de implantação de uma linha de transmissão de energia elétrica, prevista para começar em janeiro de 2019 deverá gerar mais de mil vagas de empregos em Dourados. O custo dos serviços deve chegar em R$ 323 milhões e a linha de transmissão deverá passar pelos municípios de Campo Grande, Dourados, Nova Alvorada do Sul, Rio Brilhante e Terenos.
Audiência pública
Com o objetivo de apresentar estudos realizados sobre os impactos ambientais e sociais deste novo empreendimento na região, o Imasul (Instituto do Meio ambiente de Mato Grosso do Sul) realiza audiência pública em Dourados nesta quinta-feira (7), às 19h, no Centro de Eventos do Gales Park Hotel.
Recordações
Em entrevista na manhã de hoje (6) à rádio CBN, em Campo Grande, o pré-candidato ao Governo do Estado, o juiz aposentado Odilon de Oliveira fez criticas ao ‘Aquário do Pantanal’, obra inacabada na capital do Estado e que vem se arrastando há pelo menos cinco anos. Para ele, a construção lembra dois governadores, o ex André Puccinelli (MDB) e Reinaldo Azambuja (PSDB).
Odilon disse
Na avaliação do pré-candidato, o valor final dos gastos no Aquário do Pantanal, daria para construir novas unidades de ensino no Estado, com capacidade de atendimento a pelo menos 27 mil alunos. Ou ainda 4.722 casas populares, com 64 metros quadrados. Segundo ele, a conclusão da obra deve chegar em R$ 350 milhões.
Odilon disse mais
Odilon frisou a má aplicação do dinheiro público, considerando que os investimentos poderiam ser aplicados, por exemplo, na implantação de 800 leitos de internação, descentralizando os atendimentos em Campo Grande, com a criação oito polos no Estado.
…um idealizou
O Aquário do Pantanal foi lançado em abril de 2011, pelo ex-governador André Puccinelli e instalado no Parque das Nações Indígenas, com a promessa de ser o maior viveiro de água doce do mundo e que serviria como principal ponto turístico da Capital, porém as obras foram paralisadas por decisões judiciais.
… e outro não terminou
Já o governador Reinaldo prometeu terminar a obra a partir de um acordo firmado entre o Estado, Ministério Público e o Tribunal de Contas. O comunicado foi feito em janeiro deste ano, porém pelo jeito nada aconteceu de concreto ainda. Resta aguardar…
Vai terminar
Ainda na radio CBN, o juiz Odilon ressaltou que apesar do montante de recursos desnecessários aplicados no Aquário do Pantanal, caso eleito e a obra ainda estiver inacabada, ele pretende concluir, sob pena de cair em desacordo com a Justiça. “Se o Azambuja não terminar ele pode cair em improbidade administrativa. É a lei que diz”, enfatizou.
Após acidente acontecido há 10 anos, Lars Grael se tornou um exemplo de superação e ministra palestra sobre o tema em todos o país (Foto - Divulgação)
O Clube Indaiá vai receber, no próximo dia 19, o velejador e superintendente de Relações Institucionais do (CBC) Comitê Brasileiro de Clubes Lars Grael, que vem a Dourados ministrar a palestra “A trajetória de um guerreiro”. O evento vai acontecer às 19h, no Salão Nobre do clube.
Devido a sua trajetória olímpica, o acidente que sofreu, sua superação e sua visão política, Lars Grael desperta o interesse de muitas organizações públicas, privadas e não-governamentais para ouvi-lo falar sobre sua vida e seus valores, superação, garra, preparação, espírito de equipe, coragem e outros temas.
A vida de um esportista é sempre marcada pelo desafio. A vida de Lars Grael além de ter todos os ingredientes de superação, disciplina, força de vontade, planejamento e garra que marcam as carreiras vitoriosas dos campeões olímpicos e grandes ícones do esporte, trouxe ainda um novo obstáculo: um acidente que quase lhe tirou a vida e o deixou sem uma perna.
A maneira como o homem Lars Grael enfrentou a luta pela vida, a aceitação de sua nova condição, os novos paradigmas e desafios, as mudanças de planos e novos objetivos, a luta contra o preconceito, as novas vitórias no esporte e na gestão pública tem uma carga muito forte de mensagens que servem de exemplo para os mais variados públicos. Por isso, Lars tem sido chamado pelas mais diversas organizações para compartilhar um pouco das suas experiências.
Em sua palestra motivacional, Lars Grael aborda os temas, Dedicação, Superação, Mudança e Adaptação, Treinamento, Liderança, Trabalho em equipe e Planejamento.
A palestra é gratuita para os sócios do Indaiá e os convites podem ser retirados na secretaria do clube. Já os não-sócios interessados em participar podem entrar em contato com o clube no telefone 3426 4777 para maiores informações.
Sobre Lars Grael
Dono de duas medalhas olímpicas, dez títulos nacionais e cinco sul-americanos, Lars Grael é um dos maiores nomes do esporte nacional de todos os tempos. Com uma vasta coleção de títulos e medalhas, Lars sempre pautou sua carreira com muita dedicação, suor e treinamento, visando enfrentar os desafios impostos por competições profissionais de alto nível.
Mas Lars Grael teve que provar que podia ir além, pois se deparou com o maior desafio imposto a um atleta de ponta: a possibilidade de nunca mais poder competir.
Em 1998, Lars sofreu um acidente. Uma lancha desgovernada o atingiu, o que o fez perder uma perna e o deixou entre a vida e morte. Após vencer a batalha pela vida, faltava ainda voltar à sua grande paixão: a vela. Lars foi além. Não contente em competir entre os para-atletas, voltou aos campeonatos profissionais mais difíceis do mundo, com ótimos resultados.
Em virtude dessa reviravolta em sua vida, tornou-se um símbolo de superação e vitória, o transformando em uma figura única no esporte brasileiro.
Foi após o acidente que Lars embarcou em outra paixão, a política, convidado pelo presidente Fernando Henrique Cardoso a integrar os quadros dirigentes do Instituto de Desenvolvimento do Desporto. De lá, por sua postura sempre firme, correta e apaixonada na defesa do esporte nacional, Lars galgou vários postos chegando a ser Secretário Nacional de Esportes.
Ao final do governo, foi convidado pelo Governador de São Paulo Geraldo Alckmin para assumir a Secretaria Estadual da Juventude, Esporte e Lazer, cargo que ocupou até março de 2006. É, atualmente, presidente da Federação Brasileira de Vela e Motor.
Os deputados estaduais aprovaram o projeto por unanimidade, em regime de urgência urgentíssima (Foto - Divulgação)
Por solicitação do setor produtivo de Mato Grosso do Sul, a Assembleia Legislativa aprovou, nesta terça-feira (05/06), o Projeto de Lei nº 110/2018, apresentado pelo Governo do Estado, para reduzir de 17% para 12% a alíquota do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre o óleo diesel, por período indeterminado. Somada às medidas aplicadas pelo Governo Federal, a estimativa é de que o preço do litro diesel seja reduzido em até R$ 0,60 nos postos de combustíveis sul-mato-grossenses.
Os deputados estaduais aprovaram o projeto por unanimidade, em regime de urgência urgentíssima, e, ainda nesta tarde, irão devolver o texto ao Governo, que publicará a lei no Diário Oficial do Estado e, então, a nova alíquota entra em vigor. A redução é uma reivindicação apresentada pelo CMC (Comitê de Monitoramento de Crise), que, convocado no dia 28 de abril pela Fiems, Famasul, Faems, Fecomércio/MS, Sebrae/MS e FCDL, apresentou esta e outras propostas para amenizar as perdas da sociedade em razão da greve dos caminhoneiros.
Antes de votar o texto, a Assembleia Legislativa recebeu os membros do CMC, que mostraram os impactos positivos da redução dos cinco percentuais do ICMS sobre o diesel, e o governador Reinaldo Azambuja, que foi pessoalmente entregar o projeto estabelecendo a medida. “O diesel representa cerca de 50% do custo da produção agropecuária. Reduzindo os custos com diesel, toda a cadeia produtiva é beneficiada, porque se reduz também os gastos da produção, com frete, a indústria fabrica mais, e comércio também”, pontuou o presidente da Famasul, Mauricio Saito, que representou o CMC durante a reunião na Casa de Leis.
Já o presidente da Fiems, Sérgio Longen, que por motivo de viagem não participou da reunião, reforçou a importância da medida para todo o setor produtivo. “Os deputados têm seu compromisso com o desenvolvimento do Estado e com suas bases, mas sabem que essa medida beneficiará todo o setor produtivo e, consequentemente, toda a sociedade. Entendo que o Governo do Estado, ainda que em um momento de dificuldade, também mostrou um compromisso com o desenvolvimento, contribuindo para a melhoria da competitividade na logística de produtos do Estado inteiro”, avaliou.
“O que o governador faz ao baixar esta alíquota corrige uma distorção que há tempos vem sendo praticada, porque o empresário é penalizado com impostos para suprir demandas orçamentárias, o que vem resultando em sucessivas perdas e que, agora, podem ser compensadas”, completou o vice-presidente regional da Fiems, Luiz Cláudio Sabedotti Fornari, que também esteve na reunião. O diretor-corporativo do Sistema Fiems, Cláudio Jacinto Alves, também elencou os benefícios da medida. “Para a indústria, especificamente, a redução da alíquota vai representar um fôlego principalmente para os segmentos da mineração, sucroenergético e papel e celulose”, disse.
O presidente da Assembleia Legislativa, Junior Mochi, intermediou com os deputados estaduais o acordo para que o projeto de redução da alíquota do diesel fosse aprovado de forma tão rápida. “Normalmente, um projeto de lei leva, em média, 60 dias para ser aprovado. Hoje asseguramos a otimização de todos os prazos regimentais e chegamos a um acordo com todas as lideranças partidárias para que o texto fosse aprovado no mesmo dia, em regime de urgência urgentíssima”, pontuou.
Antes de votar o texto, a Assembleia Legislativa recebeu os membros do CMC (Foto - Divulgação)
Radar Industrial
Levantamento realizado pelo Radar Industrial da Fiems aponta que o impacto médio estimado no preço final do litro do óleo diesel com a redução da alíquota do ICMS de 17% para 12% será de R$ 0,20 a menos no valor final do produto. Esse valor leva em consideração o fato de o consumo total de óleo diesel em Mato Grosso do Sul ser de 1,24 bilhão de litros e que o preço médio do litro do combustível estava em R$ 4,05 nas cidades de Campo Grande, Corumbá, Coxim, Dourados, Nova Andradina, Ponta Porã e Três Lagoas na semana de 20 a 26 de maio.
Assim, caso o consumo total de diesel se mantenha no patamar de 1,24 bilhão de litros, a economia total para os consumidores do combustível no Estado, ao longo de um ano, seria de aproximadamente R$ 250 milhões. Entre os segmentos industriais que fazem uso intensivo do diesel em suas operações produtivas podem ser destacados o sucroenergético, a celulose e o extrativo mineral. As atividades de corte, carregamento e transporte de cana e eucalipto demandam permanente uso de máquinas e equipamentos com elevado consumo de óleo diesel para seu funcionamento. O mesmo ocorre com a atividade de escavação, carregamento e transporte no segmento extrativo mineral.
Estima-se que, em média, o consumo de diesel represente de 12% a 17% de todo custo das operações industriais nestes segmentos. Assim, considerando os valores indicados na PIA (Pesquisa Industrial Anual do IBGE) para o custo total das operações industriais, temos que o extrativo mineral tem como custo operacional o valor de R$ 365,7 milhões, sendo que, em média, o custo com consumo de diesel seria de R$ 53 milhões. Dessa forma, considerando o impacto obtido com a redução do ICMS de 17% para 12%, a economia potencial seria de R$ 3 milhões.
Já o segmento sucroenergético o custo operacional é de R$ 2,75 bilhões, sendo que, em média, o custo com consumo de diesel seria de R$ 399 milhões. Assim, considerando o impacto obtido com a redução do ICMS de 17% para 12%, a economia potencial seria de R$ 20 milhões. No caso da celulose, o custo operacional é de R$ 839,9 milhões, sendo que, em média, o custo com consumo de diesel seria de R$ 122 milhões. Assim, considerando o impacto obtido com a redução do ICMS de 17% para 12%, a economia potencial seria de R$ 6 milhões.
Sérgio Moro está mesmo atravessando fronteiras carregado o nome do país. Depois de levar o título de “Personalidade do Ano” em Nova Iorque, o juiz da Lava Jato foi homenageado, no último fim de semana, na quarta edição do Brasil Mônaco Project.
O magistrado foi recebido com verdadeiras honrarias no principado: assistiu a um concerto no camarote real, participou de jantar com o príncipe Albert II e prestigiou um leilão beneficente. Tudo como um verdadeiro membro da realeza!
O personagem saci, interpretado pelo ator Isak Dahora em 'Sítio do Picapau Amarelo' (2007 (Foto: Márcio de Souza/TV Globo)
A lenda do saci-pererê ganhará uma versão para o cinema — e não será brasileira. A produtora britânica Hindsight Media, de O Discurso do Rei, comprou os direitos de um roteiro baseado no personagem do folclore brasileiro, segundo anunciou o site Deadline nesta segunda-feira.
A trama será escrita por Nate Atkin — que assina o filme da Netflix Um Príncipe de Natal e S. Darko – Um Conto de Donnie Darko —, em parceria com o brasileiro Rodrigo Brandão. Ainda de acordo com o site, o filme dará um toque de terror ao mito do menino de uma perna só.
O saci é um dos principais personagens da mitologia brasileira. Segundo a lenda, o espírito era, em vida, um menino negro que cortou a própria perna para fugir da escravidão. Ele usa um capuz vermelho que o permite aparecer e desaparecer de qualquer lugar, e gosta de pregar peças e assustar os outros. Diversas produções brasileiras incorporaram a lenda, como Sítio do Picapau Amarelo, baseada no livro de Monteiro Lobato, e o seriado infantil Castelo Rá-Tim-Bum.
Associação dos Advogados Trabalhistas e Previdenciários de Dourados e Itaporã – AATP/DOU/MS, em conjunto com a Associação dos Novos Advogados de Dourados – ANA Dourados, Instituto dos Advogados de Dourados – IAD, União das Advogadas do Brasil Subseção Dourados – UAB Dourados, CAAMS Dourados, ESA e OAB MS, realiza hoje (05/06) a partir das 19h, na Câmara Municipal de Dourados, o “II ENCONTRO DA ADVOCACIA TRABALHISTA E PREVIDENCIÁRIA DA GRANDE DOURADOS”, que tem como objetivo reunir essa classe de Advogados e para discutirem temas importantes de sua atuação profissional.
Serão duas palestras envolvendo as áreas de direito previdenciário e direito do trabalho, a Dra. Juliane Penteado Santana, Advogada com 18 anos de atuação na área previdenciária, professora de graduação e cursos de extensão da ESA/MS, pós-graduada em Direito Civil e Processo Civil e especializada em Direito Previdenciário, falará sobre tema “Questões Práticas sobre o Limbo Previdenciário e Trabalhista.”
O Dr. Marco Antônio Miranda Mendes, Juiz do Trabalho Titular da 2ª Vara do Trabalho de Dourados, e que foi professor de Processo do Trabalho e Processo Civil na UNOESTE-SP, e também professor da Escola da Magistratura do Trabalho do Mato Grosso do Sul (EMATRA-MS), falará sobre tema “O lado Desumano da Reforma Trabalhista”.
A seguir haverá um debate entre os palestrantes, debatedores e o público presente acerca dos temas tratados nas palestras, assim como um painel especial de debates com o tema “A Paralisação dos Caminhoneiros e a relação entre a Lei 13.103/15 e a Reforma Trabalhista”.
A inscrição para o evento é gratuita, serão emitidos certificados de 4h pela ESA MS, e as últimas inscrições podem ser feitas pelo site no link a seguir:
Na entrada do evento serão recolhidos durante o credenciamento 01 Kg de alimento não perecível ou 01 agasalho/cobertor em bom estado de conservação, para serem revertidos à entidades beneficentes. Após o evento haverá uma confraternização, por adesão, no restaurante Kikão, na av. Weimar Gonçalves Torres, 2176A – Centro, Dourados.
Doutor em antropologia da religião ministrará palestra (Foto - Assessoria)
Nesses primeiros meses de 2018, o número de denúncias à Justiça de casos de intolerância religiosa aumentou 800% em comparação a todo o ano de 2017, segundo dados da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos e Coordenadoria de Igualdade Racial. No Brasil, há uma denúncia de intolerância religiosa a cada 15h. Desde agressões verbais, destruição de símbolos religiosos e até ataques incendiários ou tentativas de homicídio.
Em Dourados, apesar de ser uma região composta por diferentes crenças, não temos notícias de iniciativas de combate a essa violência e a promoção do respeito, do diálogo e da convivência. Devido à falta de informação ou divulgação é possível dizer que é ainda maior o número de silenciamentos. Devido a esses fatores, a audiência pública traz o debate com o tema: “Diálogo e Pluralidades: desafios frente à intolerância religiosa”. O evento será no dia 7 de junho, às 19h, na Câmara de Dourados.
Proposta pelo vereador Elias Ishy (PT), a ideia surgiu por meio de uma demanda do Centro de Estudos Bíblicos de Dourados (Cebi). O vereador lembra que ninguém pode ser discriminado em razão de seu credo religioso e que existe a Lei 9.459/1997 que considera crime a discriminação ou preconceito contra manifestações religiosas e seus adeptos.
A organização é realizada por meio de indivíduos de diversas religiões, que aproveitaram a oportunidade para encontrar um nome comum a todos, trazendo para a atividade, então, o doutor em Antropologia da Religião, Felipe Káyòdé. O palestrante é um jovem teólogo, pesquisador independente, artista interdisciplinar e psicanalista envolvido nos estudos pós-coloniais e interseccionais, como no caso da religião, espiritualidade, violência, traumas, raça e subjetividades, além de trabalhar ativamente na luta antirracista.
Além do Cebi, Ishy destaca o apoio da Aduf Dourados, do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) e da Universidade Federal da Grande Dourados, do Ilê Axé Angola Megemulebaonã, do Instituto Cultural Malungo, do Marista, da Rede Ecumênica da Juventude (Reju), do Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação (Simted) e da Rede de Relações Institucionais e Saúde Mental, “À Flor da Pele”.
Cena da série "3%" da Netflix (Foto: Netflix/Divulgação)
A Netflix divulgou na manhã desta segunda-feira que o seriado 3% ganhará uma terceira temporada. Depois da estreia da segunda temporada em abril deste ano, a primeira série original do serviço de streaming no Brasil receberá novos episódios em 2019.
No vídeo que anuncia a novidade, é possível ver três dos protagonistas reunidos: Michele (Bianca Comparato), Rafael (Rodolfo Valente) e Joana (Vaneza Oliveira). De acordo com o comunicado da plataforma, a nova temporada acompanhará os acontecimentos dos útimos episódios, em que o processo que escolhe apenas 3% da população para viver em um lugar paradisíaco está entrando em colapso, enquanto o grupo de rebeldes Causa fica com mais sede de vingança.
Reinaldo Azambuja em reunião com representantes de diversos segmentos para definição da redução da alíquota do ICMS (Foto - Chico Ribeiro)
Acompanhado de representantes de entidades produtivas, o governador Reinaldo Azambuja entrega à Assembleia Legislativa nesta terça-feira (5.6), às 8h30, o projeto que reduz a alíquota do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do diesel de 17% para 12%.
“Mato Grosso do Sul já tem a menor alíquota do País em relação à gasolina e passa ter agora em relação ao diesel. Entendemos como legítimas as reivindicações dos caminhoneiros. É um setor essencial para o País e trabalhamos incansavelmente para construir essa solução e garantir o direito de ir e vir do cidadão, que é uma cláusula pétrea da Constituição”, disse.
O presidente da Assembleia Legislativa, Junior Mochi, explicou que a proposta será votada no mesmo dia, em duas votações. “O projeto vai entrar na sessão de amanhã [5.6]. Vamos votar em primeira e abrir uma sessão extraordinária para aprovar em segunda. É uma proposta que afeta a vida de todos e que conta com o apoio dos deputados. Vai tornar o preço do diesel mais competitivo e aumentar a renda do comércio”, disse.
Para o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo e Lubrificantes, o governador Reinaldo Azambuja tomou uma atitude ousada, ao abrir mão de uma receita importante. “O Sinpetro considera como uma atitude corajosa por parte do governador a redução da alíquota do ICMS do diesel. Enquanto as contas dos estados estão com dificuldades, mesmo assim Reinaldo Azambuja teve a coragem de reduzir o imposto”, declarou o gerente executivo, Edson Lazarotto.
A solução para o problema foi construída por meio do diálogo com diversos setores. O presidente da Associação Sul-mato-grossense de Supermercados (Amas), Edmilson Verati, afirmou que um prolongamento da greve dos caminhoneiros poderia deixar a população impaciente e resultar em saques no comércio. “O governador Reinaldo Azambuja soube ter sensibilidade de entender a crise e ao baixar a alíquota do diesel ajuda outros estados a fazer a parte deles também”.
Para o caminhoneiro Giuliano Roberto de Souza, a redução da alíquota vai tornar a cobrança mais justa. “Vamos ter a mesma alíquota que São Paulo e Paraná e os postos serão fiscalizados para que essa redução chegue para nós”, concluiu.
Para os presidentes do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a margem de manobra orçamentária é muito pequena para o governo atuar na redução do patamar. (Foto: Ueslei Marcelino/Reuters)
Com o fim da greve dos caminhoneiros -que resultou em desconto de R$ 0,46 no litro do óleo diesel- e a normalização do abastecimento de combustíveis, o comando do Congresso não vislumbra um cenário de queda de preços de gasolina, etanol e gás de cozinha. Em Brasília, o litro da gasolina é vendido à população por aproximadamente R$ 5 nos postos. O botijão de gás chega a R$ 80.
Para os presidentes do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a margem de manobra orçamentária é muito pequena para o governo atuar na redução do patamar.
Maia destaca ainda que o governo se depara com travas da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e da emenda à Constituição que estabeleceu um teto para os gastos.
O deputado acredita que a única política a ser feita no momento é o uso de impostos flutuantes, que seriam reduzidos no caso de alta do valor do petróleo. A providência, porém, não reduz o patamar de preço dos combustíveis, apenas suaviza as oscilações.
Essa medida ganha força desde de semana passada no Ministério de Minas e Energia como forma de amortecer o impacto da volatilidade do preço na bomba.
Está prevista para esta segunda-feira (4) uma reunião de representantes da pasta com técnicos do Ministério da Fazenda e da ANP (Agência Nacional de Petróleo) para tentar aprofundar a discussão.
Na sexta, ao anunciar Ivan Monteiro como seu escolhido para comandar a Petrobras, o presidente Michel Temer disse em pronunciamento que não haveria mudança na política de preços da empresa.
No caso do gás, Maia, que é pré-candidato à Presidência, defende que o governo crie um mecanismo que beneficie os mais pobres. Uma solução seria ampliar o benefício do Bolsa Família, direcionando o recurso para a compra do botijão. Mas, reconhece que a proposta tem limitações.
“Agora tem que ter paciência, entender que não tem mágica, que a Petrobras já foi usada de forma equivocada. Há um problema grave, o orçamento público está esgotado. Não há mais espaço para grande interferência no Orçamento”, disse à reportagem.
SENADORA
A líder do MDB no Senado, Simone Tebet (MS), afirma que a Petrobras é uma empresa estatal e, por isso, precisa dar uma parcela de contribuição para que a população não seja penalizada. Para ela, o atual patamar dos combustíveis e do gás de cozinha é “irracional, absurdo e precisa ser reduzido”.
Tebet afirma que o estabelecimento de um colchão que evite variações bruscas nos preços não é suficiente. Defende que a solução do problema passe necessariamente por cortes no ICMS, imposto arrecadado pelos estados.
Em média, 28% do preço da gasolina na bomba corresponde à cobrança de ICMS. A emedebista argumenta que a alta dos combustíveis levou a um aumento da arrecadação do tributo, o que engordou os cofres estaduais: “Não há como negar que quem mais está ganhando com a alta dos combustíveis são os estados.”
Os governos estaduais, no entanto, dizem não poder abrir mão do que arrecadam.
Em Pernambuco, por exemplo, o secretário de Planejamento, Márcio Stefanni, diz que o combustível representa 20% da arrecadação do estado.
“Estamos executando o orçamento com a previsão de receita. O ICMS paga saúde e educação. Reduzir este tributo seria mais um ataque ao pacto federativo”, disse Stefanni.
“Os estados e municípios estão com orçamentos estrangulados. Ajustar o equívoco da política de preços dos combustíveis no atual modelo de receitas públicas é gravíssimo, vai comprometer serviços”, ponderou André Horta, secretário de Tributação do Rio Grande do Norte e coordenador dos secretários estaduais no Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária).
Diante da crise, no entanto, dois projetos foram apresentados no Senado com o objetivo de estabelecer um teto para a cobrança de ICMS. Hoje, cada estado tem liberdade para definir sua alíquota.
Um dos textos, apresentado pelo líder do governo no Senado, Romero Jucá (MDB-RR), e pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) define que a alíquota de ICMS não poderá ultrapassar 7% no caso do diesel e 18% para gasolina e etanol.
O segundo projeto, de autoria do senador Ronaldo Caiado (DEM-GO), fixa em 12% a alíquota máxima de ICMS sobre o gás de cozinha. Hoje, a média nacional está em 14%.
Mas Eunício Oliveira, que comanda a pauta do Senado, diz não ter previsão de colocar estas propostas em votação na Casa. Ele também insiste que é preciso garantir a previsibilidade dos preços e inclui na discussão das mudanças tributárias os interessados em assumir a Presidência da República em 2019.
“Reforma tributária tem que ser debatida com os candidatos a presidente, assim, a população vai escolher sabendo o que pensa e o que fará o novo presidente que será eleito. É necessário este debate com aqueles que pensam em governar o país”, disse Eunício.
Desde 2016, quando a Petrobras adotou a nova política de preços, que leva em conta o valor do dólar e do barril de petróleo, o litro da gasolina teve alta de mais de 20%.
No caso do ICMS, o presidente da Câmara afirmou que é preciso dialogar com os governadores. “Está todo mundo quebrado”, disse, defendendo também reformas administrativa e tributária.
O hit ‘Havana’, de Camila Cabello, bateu um recorde no Spotify: com mais de 888 milhões de reproduções, o single se tornou o mais tocado na plataforma entre artistas mulheres. De acordo com a revista Billboard, a canção desbancou ‘Cheap Thrills’, de Sia.
Em entrevista recente à revista Rolling Stone, Camila Cabello relembra que a gravador não apostou inicialmente na música, que passou por diversas formulações antes do lançamento. “Ninguém queria lançá-lo em single. Eles disseram que o rádio nunca tocaria, que era muito lenta, muito fria”, conta.
O single, lançado em setembro do ano passado, chegou ao topo da parada norte-americana Billboard em janeiro.
A notícia que chegou aos petistas era de que o confinamento em um quarto adaptado como cela, no prédio da Polícia Federal, em Curitiba, estava afetando o humor do ex-presidente Lula. Acostumado a debater política e discursar para multidões, o petista está limitado a conversar com os poucos amigos e familiares que fazem visitas semanais -fora as consultas com os advogados.
Um visitante, porém, teve uma surpresa ao abrir a porta do aposento do quarto andar da Superintendência da PF. Lula, em pé, contava uma história a um policial que, sentado na beirada da cama do petista, ouvia com os olhos vidrados.
A história que retrata o ex-presidente falante, como era de costume, não desmente, porém, que ele esteja com o ânimo abalado. Pessoas do círculo de Lula e também policiais dizem que ele anda irritado.
Amigos aconselharam Lula a pedir transferência para o Complexo Médico Penal (CMP), em Pinhais (PR), que abriga outros presos da Lava Jato. A mudança foi inclusive sugerida pelo ex-ministro José Dirceu, em entrevista à Folha de S.Paulo. Dirceu, que já cumpriu pena no CMP, disse que lá o ex-presidente conviveria com outros presos, o que seria bom para ele.
+ Nos anos 90, Bolsonaro defendeu novo golpe militar e guerra
Lula refutou a possibilidade. Não por avaliar que o presídio fosse inadequado, mas porque, ao fazer qualquer solicitação, estaria admitindo a condenação imposta pelos juízes da Lava Jato.
Em outro gesto simbólico, o ex-presidente recusou-se a receber alimentos de fora da prisão, uma oferta dos familiares e dos advogados. O petista segue a mesma dieta dos outros presos da carceragem.
Com tempo sobrando, Lula dedica boa parte do dia a escrever cartas. Coloca no papel sua avaliação sobre o país e recado a familiares. Entrega a papelada para os advogados, que depois distribuem para os destinatários.
O quarto onde o petista vive não fica com a porta trancada. Mesmo assim, Lula só sai de lá para as duas horas de banho de sol, numa varanda do prédio. Os agentes entram sempre para levar a ele água gelada ou ouvir as histórias do ex-presidente. Com informações da Folhapress.
Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao utilizar nossos serviços, você concorda com tal monitoramento.