Aos 45 anos, Ivete Sangalo já é mãe de Marcelo Cady Sangalo, de 7 anos (Foto - Divulgação)
A cantora Ivete Sangalo anunciou que está grávida novamente, desta vez de gêmeos, e agradeceu a Deus pela benção de novamente ter o privilégio de levar uma gestação adiante.
Usando seu perfil no Instagram, a cantora baiana de 45 anos afirmou que ela e o marido, nutricionista Daniel Cady, estão felizes com a notícia da gravidez. O casal já tem um filho, Marcelo Sangalo Cady, de 7 anos de idade. “Gente! Não sei porque essa calça não fecha? Hahahaha! Ela tá GRÁVIDA! Eu, meu amor Daniel Cady e nosso amado filho estamos muito felizes com essa linda notícia. Deus é muito maravilhoso, e a Ele agradeço mais essa graca! A todos que torcem por essa cantorinha o meu doce beijo de amor e alegria. Mamãe puro suingue! Que Felicidade!”, escreveu a cantora.
Ivete Sangalo informou que se tratava de gêmos e afirmou estar aos prantos de alegria: “Ah! A foto já diz tudo: são 2! Uhuuuuu. Tô chorando e escrevendo pra vocês”. O marido da artista também usou as redes sociais para manifestar sua felicidade com a notícia: “Só posso dizer obrigado”.
A revelação da gravidez se tornou um dos assuntos mais comentados no Twitter na noite da última terça-feira, 12 de setembro, com diversos artistas enviando mensagens de felicitações. Daniela Mercury, Preta Gil, Scheila Carvalho, Ricardo Chaves, Xuxa e Sabrina Sato usaram a publicação feita por Ivete no Instagram para fazer comentários e parabenizá-la, segundo informações do G1.
“Ai, meu Jesus! Isso sim é uma notícia boa que só! Agora eu entendi tudo… Deus abençoe e proteja vocês! Esses bebês são um presente do Senhor! Beijo na família e outro na barriga!”, publicou Claudia Leitte.
O ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP), foi delatado pelo ex-governador do Mato Grosso Silval Barbosa (Foto:Nacho Doce/Reuters)
A Polícia Federal (PF) cumpre na manhã desta quinta-feira mandado de busca e apreensão no apartamento do ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP), em Brasília, como parte de investigação conduzida pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Também são realizadas diligências em endereços no Mato Grosso e em São Paulo.
Maggi é alvo de um inquérito aberto pelo Supremo Tribunal Federal (STF) sob a acusação de liderar uma organização criminosa responsável por um esquema de corrupção e desvio de recursos públicos nos dois mandatos em que esteve à frente do governo de Mato Grosso (2003-2010). As apurações têm como base a delação premiada feita por Silval Barbosa, também ex-governador do estado, que foi vice de Maggi entre 2007 e 2010.
O pedido de busca e apreensão no endereço do ministro foi apresentado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e autorizado pelo ministro do STF Luiz Fux. O magistrado também autorizou outras ações de busca e apreensão no âmbito da mesma investigação.
Em sua colaboração premiada, que foi homologada por Fux, o ex-governador Silval Barbosa declarou que houve uma série de irregularidades envolvendo Maggi, incluindo uma espécie de “mensalinho” pago a deputados da Assembleia Estadual de Mato Grosso, a fim de garantir apoio político para a votação de projetos do interesse do então governador.
Barbosa afirmou ter intermediado repasse de 4 milhões de reais, a pedido de Maggi e do ex-prefeito de Cuiabá Mauro Mendes, ao deputado federal Carlos Bezerra, em 2008, com a finalidade de comprar apoio do PMDB nas eleições municipais. À época, segundo Barbosa, o partido teria declarado apoio ao adversário do aliado de Blairo.
A delação também menciona que houve, em 2010, um acordo para que Barbosa disputasse o governo estadual, enquanto Maggi disputaria uma das cadeiras do Senado destinadas ao Mato Grosso. Para tanto, era preciso que Barbosa assumisse dívidas de campanha para ter o apoio de Maggi, o que, segundo o delator, teria ocorrido.
O Ministério da Agricultura ainda não respondeu de imediato a um pedido de comentário. Em nota divulgada após a abertura do inquérito, no mês passado, Maggi afirmou que lhe causou “estranheza e indignação” que acordos de colaboração premiada “coloquem em dúvida a credibilidade e a imagem de figuras públicas que tenham exercido com retidão cargos na administração pública”.
Elias Ishy durante visita das crianças na Câmara de Dourados (Foto: Divulgação)
Alunos da Escola Estadual Celso Muller do Amaral estiveram na Câmara de Dourados nesta terça-feira (12) para conhecer um pouco mais sobre os três poderes: executivo, judiciário e, principalmente, o legislativo. Uma atividade de iniciativa da professora Dalgiza Ribas promoveu a troca de experiências entre os estudantes e o vereador Elias Ishy (PT).
O vereador apresentou aos alunos os diversos setores, informando como cada um trabalha e é importante para o funcionamento da Casa, relatando ainda as atribuições de um vereador, fazendo-os refletir sobre a realidade do bairro e cidade onde moram, observando os problemas e as possíveis atividades do legislativo. “Para o exercício da cidadania, o conhecimento da legislação é fundamental, somente assim podemos fazer com que nossos direitos sejam respeitados”, diz o vereador.
A professora Dalgiza afirmou que essa foi a primeira vez que conseguiu este tipo de atividade com um legislador. Ela, que também esteve acompanhada pelo professor Flavio de Paula, relatou um pouco sobre os anos de experiência e como tem contribuído para o desenvolvimento de seus alunos. “É preciso descobrir novos conhecimentos e vivenciar na prática o que aprenderam em sala de aula”, enfatizou.
A aluna Amanda Beatriz Espínola Lopes deu uma verdadeira prova disso. Quando o vereador falou sobre a igualdade de direitos entre homens e mulheres, além de que elas necessitam de mais representatividade na política, Amanda pediu uma parte na fala. Para ela, tanto o homem como a mulher tem que ter um papel importante na sociedade. “É preciso que os adultos tenham a consciência disso”, destacou.
Para o vereador, a aprendizagem e a convivência são indispensáveis à formação de uma sociedade mais crítica e democrática, por isso a valorização pela visita na Casa de Leis. “Essa pluralidade de conhecimentos promovida além dos muros da escola só tem a contribuir na formação integral de alunas e alunos cidadãos”, afirma Ishy. Ele finalizou dizendo que é preciso incentivar essas ações, pois qualquer espaço público tem potencial educativo.
Diploma de Cinquentenário a Radio Clube será entregue pelo vereador Bebeto (Foto - Thiago Morais)
Em reconhecimento aos relevantes serviços prestados à comunidade, o vereador Bebeto (PR) apresentou na Câmara de Vereadores, por meio do Decreto Legislativo nº 895/2016, honraria que concede Diploma de Cinquentenário ao Rádio Clube de Dourados, fundado em 13 de setembro de 1957, pelo empresário e radialista Jorge Antonio Salomão.
A homenagem é alusiva aos 60 anos do Rádio Clube, comemorado hoje (13), e será entregue a empresária e comunicadora Elizabeth Rocha Salomão, extensivo ainda a todos os funcionários e ex-funcionários deste veículo de comunicação pioneiro em Dourados. “Para nós é um privilégio a oportunidade de homenagear esta profissional e empresária da comunicação, representando o Rádio Clube de Dourados, que hoje é considerado escola do rádio em nossa cidade e precursor de comunicação no Mato Grosso do Sul”, destaca Bebeto.
O Rádio Clube de Dourados entrou no ar em 13 de setembro de 1957 e funcionava em uma residência ao lado do Clube Social, na época localizado na Rua Paraná. Sua sintonia tinha como prefixo AM ZYX 23, na frequência 1460. Já o saudoso radialista Jorge Antonio Salomão, chegou a Dourados em 1963, assumindo a direção da rádio, onde fez a mudança dos estúdios para o edifício Santa Rita, localizado no centro da cidade. No ano de 1966 fez a mudança dos estúdios para Rua Ciro Melo.
Jorge Antônio criou o programa chamado “A Bronca” e fez muito sucesso pelo seu modo sério e crítico de fazer jornalismo. Em junho de 1981, através dos órgãos competentes, mudou a frequência da rádio para 720 khz, aumentando sua potência e alcance. Ele permaneceu no comando da emissora até seus últimos dias de vida, em maio de 2004, apresentando seu programa favorito “Falando Sério”. Após seu falecimento, sua filha Elizabeth Rocha Salomão assumiu a direção da emissora.
Deputado Carlos Marun (PMDB-MS) será relator da CPI da JBS (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
O deputado Carlos Marun (PMDB-MS) foi escolhido relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da JBS, instalada na semana passada no Congresso para apurar supostas irregularidades em empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ao grupo J&F – que controla a JBS.
A escolha foi feita pelo senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO), presidente da CPI, que já havia declarado que o PMDB teria preferência para indicar um relator, por formar as maiores bancadas na Câmara e no Senado.
Nos bastidores, houve pressão do PMDB e do governo para que Marun, que faz parte da “tropa de choque” de Temer, fosse escolhido relator. Para tentar diminuir a influência do peemedebista na relatoria, Ataídes Oliveira nomeou dois sub-relatores.
O deputado delegado Francischini (SD-PR) assumirá a sub-relatoria de contratos da JBS, que também tratará da delação do grupo, e o deputado Hugo Leal (PSB-RJ) ficará com a sub-relatoria de assuntos fiscais, previdenciários e agropecuários.
No fim de semana, Ataídes de Oliveira se encontrou com Temer e com o ministro da Secretaria de Governo, Antonio Imbassay, que afirmou que o PMDB não abriria mão da nomeação de Marun como relator.
Líderes peemedebistas também disseram que não deixariam os trabalhos da CPI andarem se Marun não fosse o relator, pela questão da proporcionalidade.
Criada em maio, a comissão só foi instalada depois que a Procuradoria Geral da República anunciou que revisaria as delações da JBS por suspeita de omissão de informações.
Os depoimentos de Joesley Batista, um dos donos do grupo, e de executivos da empresa embasaram a denúncia contra o presidente Temer por corrupção passiva, que foi barrada pela Câmara em agosto.
O ex-BBB Laércio de Moura foi condenado a doze anos de prisão por estupro de vulnerável e armazenamento de material (foto ou vídeo) contendo cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente pela Vara de Infrações Penais contra Crianças, Adolescentes e Idosos do Foro Central da Comarca da Região Metropolitana de Curitiba. A decisão é do final de agosto e foi divulgada pelo Ministério Público do Paraná nesta terça-feira.
A decisão é em primeira instância, ou seja, cabe recurso. Procurado por VEJA, o advogado de Laércio, Ronaldo Manoel Santiago, afirmou que vai recorrer. De acordo com o advogado, o designer de tatuagem recebeu a notícia da condenação “com muito pesar, afinal foi condenado por uma coisa que não fez”.
Laércio está preso preventivamente desde maio de 2016, após operação do Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria), ligado à Polícia Civil do Paraná. Ele foi acusado de dois crimes: de ter oferecido bebidas alcoólicas e de ter estuprado uma menor, à época com 13 anos. A vítima confirmou as acusações à polícia e forneceu prints (cópias) de conversas mantidas com Laércio pela internet.
No mês seguinte, em junho do ano passado, o ex-BBB foi denunciado pelo MPPR por estupro de vulnerável, armazenamento de conteúdo de pornografia infantil e tráfico de drogas, sendo condenado pelos dois primeiros crimes e absolvido do último.
As investigações sobre Laércio tiveram início em 2016, a pedido do MPPR, que acolheu denúncias feitas por espectadores do Big Brother Brasil. No programa da Rede Globo, o designer de tatuagem afirmou gostar de se relacionar com garotas mais novas.
As indicações e requerimentos foram feitas pelos vereadores ao usarem a tribuna livre na sessão desta segunda-feira (11) (Foto: Eder Gonçalves)
Durante a sessão ordinária desta segunda-feira (11), ao usar a tribuna livre os vereadores de Dourados solicitaram diversas melhorias para o município, dentre elas informações sobre o atendimento realizado no UPA (Unidade de Pronto Atendimento), manutenção, limpeza, sinalização, recapeamento entre outras.
O vereador Cido Medeiros (DEM), solicitou a administração municipal o recapeamento da rua Antônio Elias no Jardim Márcia e manutenção na rede de esgoto do Jardim São Cristóvão. Já Sérgio Nogueira (PSDB), indicou que seja realizado o calçamento do Ceper do BNH I Plano e também manutenção no meio fio da Rua Eulália Pires iniciando na Rua Ponta Porã.
Bebeto (PR) solicitou com urgência construção de uma ponte de concreto no Córrego Laranja Doce localizado no Barro Preto, divisa entre Dourados e Douradina e ainda a abertura da Avenida Vilso Gabiatti interligando o Grande Água Boa ao Canaã II.
Idenor Machado (PSDB) indicou estudos para a colocação de tendas na feira localizada ao lado Escola Municipal Aurora Pedroso de Camargo no Parque Alvorada e também que seja feita a instalação de iluminação no Ponto de Táxi 4 localizado na Rua Quintino Bocaiúva com a Avenida Marcelino Pires.
Alan Guedes (DEM) solicitou para que seja cumprido o determinado no parágrafo 3º do artigo 47 da Lei brasileira da inclusão da pessoa com deficiência (Lei nº 13.146/15) estabelece ‘em todas as áreas de estacionamento aberto ao público, de uso público ou privado de uso coletivo e em vias públicas, devem ser reservadas vagas próximas aos acessos de circulação de pedestres, devidamente sinalizadas, para veículos que transportem pessoa com deficiência com comprometimento de mobilidade, desde que devidamente identificados”.
Marçal Filho (PSDB) requereu informações sobre o atendimento no UPA (Unidade de Pronto Atendimento) quantos profissionais atendem por turno, quantidade de pacientes atendidos no mês entre outras informações e também um relatório detalhado sobre a aplicação dos recursos destinados pelo Ministério da Educação através do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação – Fundeb ao município de Dourados.
Ramim (PDT) solicitou limpeza, manutenção e troca de lâmpadas queimadas no Jardim Guaicurus e ainda estudos para a retirada da rotatória localizada na Avenida Weimar Gonçalves Torres com a Rua Firmino Vieira de Matos no Centro de Dourados.
Silas Zanata (PPS) requereu serviços de patrolamento e cascalhamento e a limpeza de caixa da linha do Barreirinho e Travessão do Laranja Lima em Dourados e ainda indicou ao Governador Reinaldo Azambuja (PSDB) e ao secretário de Segurança Pública José Carlos Barbosa e as demais secretárias competentes providências visando disponibilizar veículos e efetivo permanente da Polícia Militar no Posto de Polícia do Distrito de Indápolis.
Jânio Miguel (PR) indicou estudo para que seja retomada a Pesca Amadora para a terceira idade e também um redutor de velocidade na frente da Escola Municipal Prefeito Luiz Antônio Alves Gonçalves, localizada no Jardim Novo Horizonte.
Cirilo Ramão (PMDB) solicitou ao deputado estadual Renato Câmara (PMDB) que faça gestão junto a Sanesul para a viabilidade de instalação de água encanada na Sitioca Bela Vista. E ainda paisagismo e também asfalto em frente ao novo Conselho Tutelar.
Olavo Sul (PEN) indicou com urgência que seja realizado patrolamento e cascalhamento no Travessão Paraíso localizado no sentido Dourados a Caarapó depois do Posto da Capela, na Zona Rural e manutenção nas tampas das galerias de água e esgoto da Rua Demenciano Pereira de Mattos no Parque do Lago II.
Imagem mostra o senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) (Foto: Geraldo Magela/Agência Senado)
O senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) deixou nesta terça-feira (12) a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito da JBS após o deputado Carlos Marun (PMDB-MS) ser escolhido relator dos trabalhos da CPMI.
Marun integra a chamada “tropa de choque” do presidente Michel Temer no Congresso Nacional e, na avaliação de Ferraço, a escolha de um aliado de Temer para a relatoria mostra ser “evidente” que a CPI terá investigação “parcial”.
“As evidências são de que essa CPI não quer investigar coisa alguma. Essa CPI quer fazer acerto de contas. Existem crimes gravíssimos que precisam ser investigados com firmeza, rigor, mas com imparcialidade e isenção. Na medida que você coloca chefe de tropa de choque para fazer isso ou aquilo, fica evidente que essa será uma investigação parcial e eu não participo disse, por isso pedi o afastamento”, disse Ferraço ao explicar a decisão.
A CPMI foi instalada na semana passada e terá como foco investigações sobre empréstimos obtidos pelo grupo J&F, que controla a JBS, junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
O que diz Marun
Marun disse não se sentir constrangido em ser o relator da CPMI pelo fato de ser aliado de Michel Temer. O presidente passou a ser investigado no Supremo Tribunal Federal após os delatores da J&F entregarem informações sobre ele ao Ministério Público Federal – Temer nega todas as acusações.
A jornalistas, Marun afirmou não querer a “espetacularização” da CPI nem a transformação dos trabalhos da comissão em “palanque eleitoral”.
“Se a minha nomeação como relator gerou descontentamento, espero que minha atuação não produza descontentamento. A atitude do senador Ferraço é uma atitude tão baixa. O senador Ferraço não me conhece como eu não o conheço. Eu gostaria de saber qual é a atitude que eu tomei fora da legalidade, fora da retidão […] Se for por questão de honestidade, eu posso dar aula ao senador Ferraço”, disse.
“Ele [Ferraço] pode ser no máximo tão honesto quanto eu. Mais honesto que eu ele não é. Sua atitude é indigna de quem se diz democrata […]. Esse tipo de gente acaba não fazendo falta em uma CPI na qual é exigida coragem”, acrescentou.
O senador Otto Alencar (PSD-BA) discursa na sessão da votação do processo de impeachment da presidente Dilma no Senado, em Brasília (Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado)
Outro senador deve deixar CPI
Em meio à sessão desta da CPI, o senador Otto Alencar (PSD-BA) deixou o plenário criticando o encontro do presidente do colegiado, Ataídes Oliveira (PSDB-TO), com Michel Temer no último sábado (9), no palácio do Jaburu.
Ao deixar a sala da reunião, Otto Alencar bateu a porta da sala com força. Ataídes lamentou a atitude do colega e afirmou que, na reunião que teve com Temer, não tratou de CPMI da JBS, somente de obras de uma estrada no estado de Tocantins.
Depois de deixar a sala da reunião, Otto Alencar afirmou que, assim como Ferraço, vai pedir desligamento da CPI, alegando que a comissão é uma “farsa”, um “jogo combinado” para “absolver amigos e penalizar adversários”.
O pedido faz parte dos argumentos contra a condenação do petista por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em razão do triplex no Guarujá, que chegaram à corte nesta segunda-feira (11)(Foto: Andre Penner)
A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu que ele seja ouvido pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), com sede em Porto Alegre. O pedido faz parte dos argumentos contra a condenação do petista por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em razão do triplex no Guarujá, que chegaram à corte nesta segunda-feira (11). Os advogados pedem ainda que ele seja inocentado no processo.
Lula foi condenado a 9 anos e 6 meses de prisão, com direito a recorrer em liberdade, conforme decisão proferida no dia 12 de junho pelo juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba. Os advogados de Lula ingressaram com recurso na Justiça Federal no Paraná, no dia 31 de junho, para entregar nesta segunda os argumentos que vão basear a apelação.
A apelação havia chegado à segunda instância no dia 23 de agosto, data na qual o desembargador federal João Pedro Gebran Neto – responsável pela relatoria dos processos da Lava Jato em segunda instância – assinou um despacho no qual intimou os advogados a apresentarem as alegações, que foram apresentadas agora. O documento de 491 páginas chegou ao sistema às 21h05 de segunda, conforme a assessoria de imprensa do tribunal.
Os advogados do ex-presidente pedem que Lula seja ouvido no TRF4 por considerarem que Moro não teve interesse em apurar os fatos. “O pedido foi baseado na demonstração de que o juiz de primeiro grau jamais teve interesse em apurar a realidade dos fatos e atuou como verdadeiro acusador: enquanto o MPF fez 138 perguntas a Lula durante o seu interrogatório, o juiz formulou 347 questões ao ex-Presidente, a maior parte delas sem qualquer relação com o processo”, diz nota encaminhada pela defesa.
Ainda de acordo com a nota da defesa do ex-presidente, o documento registrado no TRF4 destaca que o próprio juiz Sérgio Moro reconheceu que não há valores de contratos firmados pela Petrobras usados em benefício de Lula. Além disso, diz o texto, o magistrado indeferiu o uso de provas da inocência do político.
A programação do mês de setembro do Cineclube está em ritmo de Vestibular! Neste próximo sábado (16/09) será exibido o filme nacional “Em nome da Lei”, às 17 horas no Cineauditório da Unidade 1 (Rua João Rosa Góes, 1761 – Vila Progresso). A sessão é aberta ao público.
Sinopse
Vitor (Mateus Solano) é um jovem juiz federal recém-chegado na cidade de Fronteira, disposto a desmontar um esquema de contrabando e tráfico de drogas na região. Para prender Gomez (Chico Diaz), ele vai contar com a ajuda da procuradora Alice (Paolla oliveira), por quem se apaixona, e da equipe do policial federal Elton (Eduardo Galvão).
Confira o trailer:
INSCRIÇÕES
O prazo para inscrições com certificação encerrou-se no dia 1º de setembro, no entanto, todas as sessões do Cineclube UFGD são abertas ao público, que pode conferir qualquer dos filmes de seu interesse, sem precisar estar inscrito no projeto.
CINECLUBE NO CAMPUS (UNIDADE 2)
Por meio da parceria com o Grupo de Estudos InterArtes, os inscritos no Cineclube UFGD podem participar também das sessões realizadas às quintas-feiras, às 16h, na sala 07 da FACALE (Faculdade de Comunicação, Artes e Letras) e somar horas para o certificado de atividade de extensão.
Atriz estuda filosofia há doze anos (Foto: Revista JP/ Mauricio Nahas)
Capa da edição de setembro da revista Joyce Pascowitch, Isis Valverde confessou que está escrevendo um livro. Nele, vai reunir textos que escreveu aos 20 anos. “Eu não estou querendo mostrar nada para ninguém. Não é um livro para ser ‘a’ escritora top. Não tenho essa prepotência”.
A atriz contou também que há doze anos faz aulas particulares de filosofia. “Meu professor de filosofia fala que são duas Isis: a mulher sábia e a mulher jovem. Ele diz que na minha vida eu não tenho a maturidade que meus textos têm”. Ela também contou ser fã da filosofia do momento oportuno, e que acredita que tudo na vida tem um momento certo. “Tem hora que dá aquela vontade de fazer ou dizer alguma coisa, mas não é o momento oportuno, e a gente faz e dá errado. Isso eu levo para a minha vida”.
Morando no Rio de Janeiro, ela relembrou o período de seis meses que passou estudando em Nova York, nos Estados Unidos, e disse que não aguentou morar lá. “Não quis mais ficar lá, juro. Eu não via a hora de sair, é uma bolha onde todo mundo tem uma bolha em volta de si”.
Junior sugeriu aos grevistas que revejam o movimento e retornem às salas de aula (Foto - Divulgação)
A greve de professores e administrativos da Educação, que entra na terceira semana, continua repercutindo negativamente em alguns setores da comunidade, principalmente entre pais e alunos do 9º ano do ensino fundamental. Eles temem não concluir o ano letivo a tempo de efetivar matrícula na rede estadual ou escola técnica para iniciar o ensino médio.
Esta situação foi tema de pronunciamento do vereador Junior Rodrigues (PR) na sessão desta segunda-feira da Câmara Municipal. Líder da prefeita no legislativo, Junior Rodrigues falou da tribuna, “em nome de vários pais que têm nos procurado”, para alertar os educadores grevistas que eles podem estar prejudicando centenas de adolescentes que estão concluindo o ensino fundamental e correm o risco de perder o ano por conta da greve.
“Não que eu seja contra a greve. É um direito constitucional dos trabalhadores. No entanto, é preciso que haja coerência e bom senso. Os educadores não podem, por conta de um movimento político – sim, esta greve já se tornou política -, prejudicar os estudantes e seus pais”, cobrou o vereador.
Junior sugeriu aos grevistas que revejam o movimento e retornem às salas de aula. Se não todos, pelo menos os professores das turmas do nono ano. “Esses adolescentes, com um futuro pela frente, não podem ser prejudicados. O ingresso deles e o sucesso no ensino médio dependem de um ensino fundamental bem feito, sem atropelos. E para isso contam com os a dedicação dos professores, cuja missão é ensinar”, ponderou.
Por fim, o vereador afirmou que as crianças não estão tendo garantido o seu direito à aprendizagem, enquanto que aos professores, mesmo sem o reajuste reivindicado, estão com seus salários em dia. “Aí está a incoerência. Eles reclamam um reajuste que já foi comprovado ser inviável neste momento; estão entre a categoria mais bem paga. Aliás, recebem mais que a média nacional. Então, acho que é chegado o momento de colocarem as mãos na consciência e retomarem suas funções, para o bem dos alunos, seus pais e da sociedade em maneira geral”, concluiu o vereador.
De acordo com a PF, a cúpula do PMDB mantinha “estrutura organizacional com o objetivo de obter, direta e indiretamente, vantagens indevidas em órgãos da administração pública direta e indireta” (Foto: Marcelo Camargo/Arquivo/Agência Brasil)
Inquérito da Polícia Federal (PF) concluído nesta segunda-feira (11) apresenta indícios da prática de crimes por parte do presidente Michel Temer e demais integrantes do chamado “grupo do PMDB da Câmara”, segundo nota divulgada nesta segunda-feira pela PF. De acordo com as investigações, o grupo seria composto pelos ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, e da Secretaria de Governo, Moreira Franco, além dos ex-ministros Geddel Vieira Lima e Henrique Eduardo Alves, e do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha.
De acordo com a PF, a cúpula do PMDB mantinha “estrutura organizacional com o objetivo de obter, direta e indiretamente, vantagens indevidas em órgãos da administração pública direta e indireta”. Ainda segundo o inquérito, que será enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), o grupo praticou os crimes de corrupção ativa, passiva, lavagem de dinheiro, fraude em licitação e evasão de divisas.
Outro lado
Em nota, a Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República informou que Temer “não participou e nem participa de nenhuma quadrilha”. “O presidente tampouco fez parte de qualquer estrutura com o objetivo de obter, direta ou indiretamente, vantagens indevidas em órgãos da administração pública. O presidente Temer lamenta que insinuações descabidas, com intuito de tentar denegrir a honra e a imagem pública, sejam vazadas à imprensa antes da devida apreciação pela Justiça”, diz a nota.
A assessoria de imprensa do ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, informou que ele só irá se pronunciar “quando e se houver acusação formal contra ele que mereça resposta”
Também por meio da assessoria de imprensa, o ministro Moreira Franco afirmou que jamais participou de qualquer grupo para a prática de ato ilícito. “Repudio a suspeita. Responderei de forma conclusiva quando tiver acesso ao relatório do inquérito. Lamento que tenha que falar sobre o que ainda não conheço. Isto não é democrático”, diz a nota.
Henrique Eduardo Alves divulgou nota em que diz que faz parte do PMDB há mais de 40 anos e não de uma organização criminosa. “A tentativa de criminalizar a atividade política enfraquece a democracia e a sua inocência será provada ao longo do processo”, disse.
Defesas de Geddel e Cunha foram procuradas e não responderam a reportagem até o fechamento desta edição
Presos
Eduardo Cunha, Henrique Eduardo Alves, Geddel Vieira Lima estão presos após investigações da Operação Lava Jato. Cunha está preso em Curitiba, por ordem do juiz Sérgio Moro, desde 19 de outubro de 2016. Em março de 2017 foi condenado a 15 anos e quatro meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas e, em 18 de maio de 2017, teve novo mandado de prisão expedido pela Justiça.
Eduardo Alves foi preso preventivamente no dia 6 de junho de 2017 pela Polícia Federal na Operação Manus, que investigava corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro na construção da Arena das Dunas, em Natal.
O ex-ministro Geddel Vieira Lima voltou a ser preso, na última sexta-feira (8), em Salvador, três dias após a Polícia Federal encontrar mais de R$ 51 milhões, atribuídos a ele, em um apartamento. Anteriormente, ele havia sido preso preventivamente no dia 3 de julho de 2017, na Operação Greenfield, que investiga desvio de fundos de pensão.
Caso estava com Fachin, mas procurador Janot pediu novo relator por não ver relação com Lava Jato (Foto - Divulgação)
O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, foi escolhido por sorteio relator do pedido de abertura de inquérito para investigar o presidente da República, Michel Temer, por suspeita de corrupção e lavagem de dinheiro na edição de um decreto no setor de portos.
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, fez o pedido de inquérito em junho a fim de apurar se o decreto foi editado com o objetivo de beneficiar a empresa Rodrimar, que atua no porto de Santos.
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu que o caso fosse sorteado para um novo relator por não ter relação com os fatos apurados na Operação Lava Jato.
Relator da Lava Jato e das delações da JBS no Supremo Tribunal Federal, Fachin enviou o caso para a presidente do STF, Cármen Lúcia, determinar o sorteio.
Quando em junho denunciou Michel Temer e o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures por corrupção passiva, pelo episódio do recebimento de uma mala de dinheiro da JBS, Janot pediu abertura de novo inquérito para investigar Temer e Rocha Loures em razão do decreto do setor de portos.
Na ocasião, Fachin pediu esclarecimentos a Janot, sobre se queria abrir uma nova investigação ou se preferia reabrir um inquérito antigo sobre o suposto envolvimento de Temer com irregularidade em portos, arquivado em 2011 pelo ministro Marco Aurélio Mello, do STF.
Na resposta enviada, Rodrigo Janot afirmou que não se trata dos mesmos fatos porque a apuração anterior abordava fraude em licitações na Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) e crimes contra a ordem tributária.
“Não há elementos que indiquem a existência de conexão entre as investigações. (…) Registre-se que entre os fatos (analisados nos autos 3105/STF e objeto do novo inquérito) há um lapso temporal de mais de 15 anos. Além disso, verifica-se que o contexto fático a ser investigado é distinto”, afirmou o procurador.
Casa de Shakira e Phil Collins está na rota do furacão (Foto: Montagem R7/Reprodução/Instagram)
O furacão Irma já atingiu várias regiões do Atlântico e foi registrado como o furacão mais forte que passou pelo local. O desastre natural tem como trajeto neste fim de semana alguns lugares dos Estados Unidos, sendo o estado da Flórida o principal deles.
De acordo com o TMZ, na cidade de Miami, que faz parte desse estado, vários celebridades possuem mansões e correm o risco de sofrer o impacto do fenômeno. Algumas delas são o rapper Diddy, a cantora Shakira e o também músico Phil Collins.
Além deles, a estrela do reality The Real Housewives of Miami, Lea Black, a cantora Gloria Estefan e o jogador de basquete Dwayne Wade têm casas na região.
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