Marisvaldo Zeuli, Lúcio Damália, Alan Guedes, Angelo Ximenes e Dr. Guto Monteiro (Foto - Divulgação)
O Sindicato Rural de Dourados elegeu o novo presidente neste domingo (18). O engenheiro agrônomo Ângelo Cesar Ajala Ximenes foi eleito para o próximo triênio, tendo Gino Ferreira como vice. Ângelo, aliás, é o vice-presidente na gestão atual, presidida por Lúcio Damália. No pleito, o candidato a prefeito de Dourados pela coligação “Respeito por Dourados”, Alan Guedes (PP) este presente para cumprimentar o eleito e reafirmar o compromisso com a classe do agronegócio. A posse da nova diretoria deve acontecer no dia 27 de novembro e a gestão inicia a partir de 1º de dezembro deste ano e vai até 30 de novembro de 2023.
Alan esteve acompanhado do seu vice, Dr. Guto (PL), e afirmou que o apoio ao Sindicato não é novidade para ele. “Nós já temos essa parceria com o Sindicato Rural de Dourados como vereador, presidente da Câmara e temos certeza que teremos parcerias futuras”, afirmou o candidato.
Segundo Alan, a presença para acompanhar o resultado da eleição e ter esse primeiro contato com o futuro presidente Ângelo Ximenes, mostra a importância do setor para o desenvolvimento e crescimento de Dourados. “O agronegócio é a locomotiva da cidade, sem dúvida. Inclusive a industrialização daqui passa por entender que a agroindústria e seus fornecedores são os que melhores fomentam nossa atividade empresarial”, completou.
A nova diretoria do Sindicato Rural é formada por Gino José Ferreira, (vice-presidente), Gilberto Kiyoharo Nishioka (primeiro tesoureiro), Paulo Cesar Barbosa Vieira (segundo tesoureiro), Michael Araújo de Oliveira (primeiro secretário) e Pedro Luiz da Costa (segundo secretário). Além da presidência, Ximenes acumula ainda o cargo de representante da entidade junto à Federação da Agricultura e Pecuária de MS (Famasul).
Neste ano, MS registrou queda na imunização de criança, alerta Marçal (Foto: Arquivo)
Começou a tramitar nesta terça-feira (20) na Assembleia Legislativa, Projeto de Lei 198/2020, que institui, no âmbito do Estado de Mato Grosso do Sul, a Campanha Permanente de Sensibilização, Informação e Incentivo à Vacinação. De autoria do deputado Marçal Filho (PSDB), a proposta segue para análise do aspecto legal e constitucional.
A ideia do projeto é incentivar campanhas informativas, com materiais impressos e/ou digitais para ampliar o conhecimento da população, promovendo a disseminação das informações corretas e fidedignas quanto à importância, eficiência e eficácia da vacinação para o controle e a erradicação de doenças.
Além disso, o objetivo é promover a realização de atividades educativas, no âmbito das redes públicas de saúde e de ensino, para combater de forma contínua a propagação de dados falsos e contrários ao sucesso das campanhas de vacinação e dos programas de imunizações.
O projeto estabelece ainda a finalidade de formalizar parcerias com a iniciativa privada, ONG’s, OSCIP’s, Clubes de Mães e Associações de Bairros, visando propiciar a soma de esforços do Poder Público e da sociedade para a divulgação do Programa Nacional de Imunizações e suas Vacinas.
Neste ano, Mato Grosso do Sul registrou preocupante queda na imunização de crianças, não alcançando os índices esperados e ficando abaixo das metas previstas pelo Programa Nacional de Imunizações, do Ministério da Saúde.
“Tal fato pode ser explicado pela situação atípica que o mundo está vivenciando, em razão da pandemia do novo coronavírus. Além disso, outros fatores complexos, como religião e socioeconômico, podem contribuir para a recusa vacinal. Ocorre que isso pode fazer com que as crianças e a população em geral fiquem expostas a outras patologias, gerando, inclusive, o risco de novos surtos de doenças contagiosas”, justificou o deputado.
Conforme o Ministério da Saúde, as baixas coberturas vacinais registradas, sobretudo daquelas que fazem parte do calendário nacional de vacinação, representam uma ameaça para o retorno de doenças comuns no passado e que de certa forma tiveram sua circulação freada pelo trabalho de imunização.
A DC Comics anunciou em seu site oficial várias mudanças no futuro dos principais heróis da editora, incluindo uma nova versão da Mulher-Maravilha, que passará a ser representada por Yara Flor, uma indígena brasileira de uma tribo da floresta amazônica.
O anúncio da DC não revela muito sobre a nova personagem, apenas que ela é “escolhida” para ser a nova Mulher-Maravilha, e que viverá uma aventura ao lado do novo Superman — identidade assumida por Jon, filho de Clark Kent.
Os novos personagens farão parte de uma saga prevista para 2021, que será passada no futuro do universo DC. A publicação tem o nome de “DC Future State” (o estado futuro da DC).
“DC Future State” vai se passar muitos anos depois da morte de Bruce Wayne, assassinado pela maligna organização Magistrate, que agora controla Gotham City. Mas também incluirá um novo Batman.
O time criativo responsável pela trama inclui John Ridley, roteirista que venceu o Oscar por “12 Anos de Escravidão”, e Meghan Fitzmartin, que escreve a série “Supernatural”, além de velhos favoritos dos fãs dos quadrinhos, como Brian Michael Bendis e Joëlle Jones.
Veja abaixo uma imagem que reúne todos os novos personagens:
Projeto é de autoria do deputado estadual Marçal Filho (Foto: Arquivo)
Emenda de autoria do deputado Marçal Filho (PSDB), que dispõe sobre a inclusão na Cédula de Identidade de informação sobre a condição de pessoa com Transtorno do Espectro Autista no âmbito do Estado de Mato Grosso do Sul, teve parecer aprovado pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Assembleia Legislativa e agora vai a plenário para votação.
A iniciativa é fundamentada no Decreto Federal nº 9.278/2018, que trata sobre identificação das condições específicas de pessoas com deficiência. Nem toda deficiência é visível, com evidência física ou alteração na aparência, e as pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) enfrentam dificuldades em serem reconhecidas e terem seus direitos respeitados.
O TEA é uma disfunção neurológica e engloba diferentes características como dificuldade de comunicação por deficiência no domínio da linguagem, dificuldade de formar o raciocínio lógico, dificuldade de socialização, desenvolvimento de comportamentos restritivos e repetitivos.
Conforme o projeto, a informação “pessoa com transtorno de espectro autista” na carteira de identidade será incluída sem qualquer custo. Para isso, o titular ou o seu representante legal vão poder requerer essa classificação de autista mediante relatório médico, atestando o diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista, firmado por médico especialista em Neurologia ou Psiquiatria.
Constando na Carteira de Identidade a condição de autista, conforme o projeto de Marçal Filho, fica assegurado para a pessoa identificada nos termos da Lei, atendimento prioritário em todas as áreas e segmentos dos serviços públicos e privados, em especial na área de saúde, educação e assistência social. “Será possível agilizar atendimentos, diminuindo a burocracia, o constrangimento, a demora no atendimento e o desgaste psicológico” explica o deputado.
Pessoas com autismo enfrentam muitas dificuldades em serem reconhecidas e terem seus direitos respeitados. Dessa forma, o Projeto de Lei tem como objetivo avalizar o reconhecimento em documento oficial como garantia de direitos básicos. Embora haja informações e campanhas nacionais sobre o espectro de autismo, muitos pais ainda enfrentam situações como preconceito e desconforto quando buscam atendimento nas redes públicas e privadas.
Ecofood pretende é, sobretudo, incentivar o consumo consciente e sustentável (Foto - Divulgação)
Lançado em 2019 e em Londrina (PR), o aplicativo Ecofood procura mediar uma relação entre estabelecimentos do ramo alimentício e consumidores, a fim de viabilizar refeições excedentes, em perfeitas condições, a preços bastante atrativos.
Assim, os estabelecimentos cadastrados disponibilizam os vouchers dos alimentos que seriam descartados porque não foram consumidos no dia corrente e os usuários, que pagam mais barato justamente pela boa causa, salvam a refeição no horário estipulado.
A iniciativa é fruto do insight de dois engenheiros civis, Rafael Moreno e Raphael Koyama. Os amigos de profissão e hoje fundadores da Ecofood observaram o desperdício no restaurante e na petiscaria da família e constataram que se tratava do reflexo de um problema grave no Brasil. Então, renunciaram às carreiras para delinear o desenvolvimento do aplicativo no final do ano passado. “Eu sempre tive um pensamento que me fazia achar que eu ia mudar o mundo, aquele sentimento de que você pode fazer algo maior. Eu não sabia o que era, mas sabia que seria algo nesse sentido”, revela Rafael Moreno.
E Koyama reflete: “Imagine uma pessoa que fez um bolo artesanal ver aquilo na bancada, sem ninguém pegar. Ela perdeu parte do tempo dela e o alimento não serviu quem ia servir”.
Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), cerca de um terço dos alimentos produzidos no mundo é descartado anualmente. Estima-se que, apenas no Brasil, 26 milhões de toneladas sejam jogadas fora por ano – cenário ligeiramente relacionado à rigidez da legislação brasileira para a doação de refeições.
Nesse sentido, além de ferir a existência de mais de 800 milhões de pessoas que, de acordo com os dados da FAO, passam fome no planeta, o desperdício de alimentos contribui com a emissão de gases de efeito estufa e despreza o investimento e a energia dos trabalhadores.
Por isso, o que a Ecofood pretende é, sobretudo, incentivar o consumo consciente e sustentável para a construção de um mundo melhor. E tem conseguido, já que em pouco mais de um ano, os usuários salvaram mais de 40 mil refeições e evitaram 80 toneladas de CO2.
Hoje, além de Londrina e Maringá, no Paraná, a ecofood conta também com parceiros em Dourados. Estabelecimentos como Utida Sushi Bar, Doce Presença e Kanoa estão na plataforma para reduzir o desperdício de alimentos. O aplicativo já está disponível para download em sistemas Android e IOS.
A peça orçamentária foi entrega na Câmara Municipal (Foto: Assessoria)
A Câmara de Dourados recebeu, na manhã desta quinta-feira (15), a peça orçamentária fiscal para o ano de 2021. Entregue pelo secretário Municipal de Fazenda, Carlos Augusto Pimentel, o projeto prevê orçamento de R$ 1.164 bilhão.
De acordo com o secretário, o orçamento para 2021 teve aumento de 5%, se comparado com o de 2020, que foi de R$ 1.110 bilhão. Ele explicou que houve implemento em duas áreas importantes para Dourados, que é a Guarda Municipal e a Saúde.
“O aumento foi em relação ao efetivo da Guarda Municipal, que colocamos na previsão orçamentária para podermos convocar mais no próximo ano, e também para o orçamento da Saúde, que será repassado para a Funsaud (Fundação de Serviços de Saúde de Dourados)”, comentou Pimentel.
Segundo o documento, o valor orçado para a área da Saúde é de R$ 309 milhões e para a Educação é de R$ 266.930 milhões.
“A peça orçamentária é a principal lei que tramita na Câmara. Ela é fundamental para que possamos executar as atividades do município, para podermos preparar a cidade para o futuro”, comentou o presidente da Casa de Leis, Alan Guedes (Progressistas). Ele ainda destacou a inclusão das emendas impositivas no orçamento. “A inclusão das emendas impositivas na peça orçamentária facilita muito o trabalho, tanto da prefeitura quanto dos vereadores”, completou.
O orçamento será analisado e colocado na pauta da sessão ordinária, sendo necessário três votações para ser aprovado.
Os vereadores Bebeto (PTB) e Carlito do Gás (MDB) também participaram da entrega do documento.
Jair Bolsonaro e Sergio Moro — Foto: Jornal Nacional
Parlamentares de diferentes partidos ouvidos pelo blog enxergam a fala do presidente Jair Bolsonaro sobre a Lava Jato como uma operação para, entre outros objetivos, “apagar” a imagem do ex-ministro Sergio Moro para a eleição de 2022. Durante pronunciamento no Palácio do Planalto, nesta quarta-feira (7) o presidente afirmou que “acabou” com a Lava Jato porque, no governo atual, não há corrupção a ser investigada.
Moro, ainda dentro do governo, virou alvo do presidente e de seus filhos, uma vez que a família Bolsonaro acreditava que o ex-ministro da Justiça estava de olho na eleição presidencial.
Começou ali, então, um processo de fritura do então ministro — que repetia não ter pretensões eleitorais. Fora do cargo, Moro não convenceu o governo de que está fora da sucessão presidencial. Por isso, o ex-juiz e seu legado continuam na mira do Planalto.
Senadores e deputados ouvidos pelo blog acreditam que parte da estratégia do governo em “minar” a Lava Jato tenha como pano de fundo uma operação para esvaziar a candidatura de Moro. Nas palavras de um cacique do Congresso, o imaginário popular a respeito do ex-juiz tem relação com a “força da caneta” que ele tinha na Lava Jato: “Se Bolsonaro bate na tecla de que acabou a operação, tenta apagar o seu maior símbolo, trabalha para reforçar isso na cabeça da população”.
O sonho do Planalto é a reprodução de uma polarização entre PT e Bolsonaro — e Moro, se candidato, atrapalha os planos, pois racha a base bolsonarista.
Essa é apenas uma das avaliações feitas sobre a frase de Bolsonaro ontem. Apesar da estratégia de Bolsonaro, analistas acreditam que a fala do presidente pode ter efeito colateral reverso. Ao invés de “apagar” o ex-juiz, acabe oferecendo uma bandeira para Moro.
Como caciques do Centrão gostam de repetir, Bolsonaro pode deixar como legado o “desmonte de operações” que prejudicam políticos, uma vez que investigadores cometeriam “excessos”. Até ministros da ala militar do governo, sempre defensores da Lava Jato, agora já passaram a dizer que reconhecem o legado da operação — mas que houve, sim, excessos.
Ou seja: o governo que fez campanha com um candidato que tentou se identificar com o combate à corrupção e com a defesa total da Lava Jato, adota, agora, um discurso de questionamentos a respeito de seus métodos — na mesma linha do que fizeram a oposição e políticos tradicionais quando Lula passou a ser alvo da operação.
Para investigadores ouvidos pelo blog, há uma tentativa de nomear e indicar aliados e personagens alinhados ao governo Bolsonaro para postos-chave com o objetivo de controlar apurações que possam prejudicar familiares e amigos do presidente — na linha do que Bolsonaro, segundo acusou Moro, reclamou na reunião ministerial do dia 22 de abril.
Nas palavras de um ex-investigador da Lava Jato ouvido pelo blog, está em curso uma nova bandeira de expoentes da classe política nos bastidores: “Sem investigação, não há corrupção”.
A mudança no comportamento do presidente no discurso de apoio à Lava Jato e na aproximação com o Centrão — que desagrada à sua base ideológica — coincide com o avanço de investigações no STF que podem atingir familiares do presidente. Ou seja: foi um movimento de busca de apoio em troca de sobrevivência política.
Um líder do MDB, que acompanha e participa da cena política há décadas, explica por que, para ele, Bolsonaro recorreu à velha política no auge da crise do governo: “Nós, do Centrão, podemos até estar no Titanic que vai afundar. Mas a gente sabe nadar”.
Médicos na linha de frente no combate à pandemia: mais visibilidade para os profissionais de saúde nas urnas (Foto - Amanda Perobelli/Reuters)
A preocupação do eleitor com a pandemia está se refletindo na política. Este ano há 22% mais candidatos ligados às profissões da saúde ou correlatas ou que utilizam palavras em alusão a área da saúde. É o que mostra um levantamento da EXAME feito com dados do TSE. São 26.286 agora, ante 21.590 em 2016.
As eleições 2020 trazem um recorde no número de candidaturas de prefeitos e vereadores, com um aumento de 10% em relação a 2016. Mas o avanço de candidatos entre os profissionais de saúde foi mais acentuado. Se consideradas somente as profissões ligadas à área da saúde, o aumento foi de 16% em relação a 2016. Se levados em conta somente os casos em que houve uso de apelidos, prefixos e títulos no nome de urna, ligados à saúde, o aumento foi de 39%. Assim como no caso dos militares e policiais, a simbologia da saúde avançou mais que o interesse dos candidatos em se declarar da área.
Eles usam alcunhas como “do Posto de Saúde”, “do Samu”, “do Hospital” e títulos como Doutor, Doutora e suas abreviações. Para aumentar a precisão do levantamento, EXAME descartou as ocorrências de advogado. O uso de apelidos acontece por várias razões, seja porque eles não são da área mas têm uma atuação política nela, seja porque já não exercem mais a profissão, mas enxergam no setor da saúde uma possibilidade de aumentar suas chances eleitorais.
As eleições deste ano ocorrem num cenário marcado por uma pandemia, que já infectou quase 5 milhões de brasileiros e vitimou 147 mil pessoas no Brasil. E os profissionais de saúde, que estão na linha de frente do combate ao coronavírus, acabaram ganhando ainda mais visibilidade nas disputas eleitorais.
Um estudo do Instituto Locomotiva em parceria com o Renova Brasil feito em agosto apontou que 67% dos entrevistados planeja votar em candidatos focados em resolver problema, independentemente do espectro ideológico. A pesquisa foi feita com 2.500 pessoas em 72 municípios.
Em ano de pandemia, a saúde ganhou especial destaque e deve ser um dos focos nas discussões de política pública na campanha, ainda mais do que nos outros anos. Uma mostra aconteceu durante o debate da Band em São Paulo — o primeiro da série de debates das eleições municipais —, no qual covid-19 e saúde foram os temas mais buscados na internet pelos eleitores, segundo levantamento do Google. Esses dois temas lideraram as buscas relativas ao debate durante todo o programa, ficando à frente de tópicos como educação, desemprego e corrupção.
O aumento de profissionais da saúde na política foi mais brusco em Rondônia, 58%, Sergipe, 50% e Santa Catarina, 45%. A profissão dominante são os técnicos de enfermagem, que representam 16% das candidaturas de saúde, em seguida vem os enfermeiros, agentes de saúde e médicos. Os técnicos também tiveram aumento em relação a 2016, 44%.
São considerados no levantamento aqueles que se declararam como enfermeiros, técnicos de enfermagem, médicos, farmacêuticos, fisioterapeutas, psicólogos, agentes de saúde, dentistas, biólogos, paramédicos e outras ligadas ao ramo.
Pouca gente percebeu, mas ainda ninguém viu nenhum material da campanha do candidato Barbosinha (DEM) que disputa eleição a prefeito de Dourados. O motivo seria o atraso na entrega por conta de um erro no CNPJ que acabou sendo impressos, mesmo errados, pelo menos 5 mil adesivos e milhares de santinhos.
MAIS ATRASO
Segundo passarinho que andou piando por ai, o erro ocorreu por conta da troca do CNPJ entre os candidatos Barbosinha, que disputa eleição em Dourados e Hélio Peluffo (PSDB) que tenta ser reeleito em Ponta Porã.
RECICLAGEM
O material, que foi impresso em Campo Grande, agora deve ter como destino final uma das empresas de reciclagem da capital do Estado, ou caso contrário, pode ser cortado um por um, com ajuda de uma tesoura a numeração errada dos santinhos, como alguém sugeriu à coluna De Olho, do colega Alfredo Barbara Neto. Eita pega!
100% DOURADENSE
Por outro lado, a chapa ‘Respeito por Dourados”, parece mesmo estar fazendo justiça ao slogan de campanha. Tendo como candidato na majoritária o vereador Alan Guedes (PP), todo o seu material, desde impressos à ferramentas on-line estão sendo confeccionados por empresas e mão de obra douradense.
DOURADENSE MESMO
A Rapidinhas! apurou que parte dos materiais impressos do candidato a preifeito de Dourados Alan Guedes, estão sendo feitos na gráfica Stilus, localizada na rua Mato Grosso e na gráfica Akatsuca, localizada na Rua dos Missionários. Já na Emplac, localizada no Jardim Santo André, estão sendo feitos os adesivos perfurados. Ai sim!
CONSELHO
Fora da disputa por um novo mandato, a prefeita Delia Razuk (sem partido) procura manter postura isenta diante da eleição do sucessor, mas tem orientado candidatos a vereador de seu grupo político, caso eleito ou reeleito, que nunca vote contra os servidores público municipal.
PCCR
Segundo pássaro que voa em lugares altos, chegou à chefe do executivo municipal a informação de que determinado candidato a prefeito de Dourados estaria disposto a rever o PCCR (Plano de Cargos, Carreira e Remuneração) do funcionalismo municipal. Que coisa heim!
RECORDAÇÃO
Vale lembrar que o atual PCCR dos servidores municipais de Dourados foi aprovado no apagar das luzes do mandato anterior (Murilo) e passou a valer no início do atual mandato. Ou seja, Delia assumiu a prefeitura com o impacto do novo plano de cargos e teve que se desdobrar para pagar os salários dos servidores, que resultou em um forte impacto na folha salarial do funcionalismo público.
Projeto é de autoria do deputado estadual Marçal Filho (Foto: Arquivo)
A Assembleia Legislativa aprovou o Projeto de Lei nº 084/2020, de autoria do Deputado Marçal Filho (PSDB), que institui a “Semana de Conscientização e Combate ao Relacionamento Abusivo”, no âmbito do Estado de Mato Grosso do Sul. A proposta será encaminhada à sanção do governador Reinaldo Azambuja.
Promover reflexão e ampliar o debate sobre os relacionamentos abusivos e seus reflexos para os envolvidos, suas famílias e para a sociedade, são propostas que o deputado propõe por meio de ações que sejam realizadas anualmente na semana que antecede o dia 12 de junho.
Conforme o projeto, durante a semana poderá ser desenvolvido ações de conscientização da população, com procedimentos informativos, educativos, palestras, audiências públicas, seminários, conferências e a produção de material online ou impresso.
Há formas de opressão que silenciam principalmente as mulheres em relacionamentos abusivos. E existe um enorme silêncio sobre este tema. Como junho é o mês dos namorados e o mercado exalta o lado romântico através do apelo por parte da mídia, ações de conscientização do governo e de instituições neste período terão como objetivo alertar as famílias sobre o combate à violência.
O deputado lembra que violência física e verbal, com tortura psicológica, fazem parte dessa realidade e muitas dessas vítimas não têm acionado os canais de denúncia da polícia. A subnotificação preocupa as autoridades. “E é justamente preocupado com a gravidade e o pouco debate do tema que proponho o Projeto de Lei, com o objetivo de promover a reflexão e estimular o debate sobre os relacionamentos abusivos e seus reflexos para os envolvidos, suas famílias e para a sociedade”, justifica Marçal Filho.
Coordenador da Frente Parlamentar em Defesa da Mulher, da Criança e do Adolescente, o deputado tem promovido na Assembleia Legislativa importantes debates e criado leis que combatem o ciclo de violência e auxiliem as vítimas. Entre elas estão às leis que restringe o porte de arma aos indivíduos que praticarem violência doméstica e familiar e o da prioridade de matrícula em escolas do Estado para os filhos de mulheres vítimas de violência doméstica.
Deputado Marçal sugeriu ao governador Reinaldo estudo para implantação de anel viário em Itaporã (Foto - Divulgação)
Os estudos para a implantação de um anel viário na cidade de Itaporã já iniciaram. O projeto, que é um pedido do deputado estadual Marçal Filho (PSDB), está sendo conduzido pela Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimento). “Precisamos desviar o tráfego pesado de veículos da cidade”, argumenta o deputado.
Embora esteja em fase inicial, a sugestão de traçado do anel viário, preliminarmente, prevê que se inicie entre Itaporã e Maracaju, passe pelo distrito de Montese (Itaporã) e vai até o distrito de Panambi (Dourados).
Também há um estudo para que saia um “braço” entre Montese e Panambi, de forma que o anel viário possa contornar a Reserva Indígena e ligue as imediações do aeroporto de Dourados. Como está em fase de estudo poderão surgir novas indicações de traçado. Ainda não há previsão de custo da obra.
De acordo com o deputado Marçal Filho, com implantação de pedágio na BR-163, que liga Dourados a Campo Grande, aumentou consideravelmente o fluxo de caminhões, carretas e bitrens na cidade de Itaporã. “Os condutores passaram a utilizar rodovia estadual que dá acesso a Itaporã. E o problema é que ela passa por dentro da cidade, impactando o trânsito urbano e trazendo transtornos e riscos aos moradores”, explica o parlamentar.
O deputado solicitou o estudo de implantação de anel viário ao governador Reinaldo Azambuja e ao vice-governador e secretário de Estado de Infraestrutura, Murilo Zauith. “Uma obra deste porte seria fundamental para a economia da cidade, pois acarretaria em impactos significativos sobre os transportes, o meio ambiente e o desenvolvimento econômico e social”, ressalta Marçal Filho.
O projeto do anel viário ainda está em fase de estudo e depende de avaliação ambiental, estudo de engenharia e modelagem financeira, para que esteja conforme as normas dos órgãos reguladores.
Deputado Marçal Filho e o diretor Márcio, da escola Rosa Câmara (Foto - Divulgação)
A Escola Municipal Maria da Rosa Câmara, localizada na Vila Industrial, em Dourados, está prestes a reinaugurar o laboratório de informática. Com recursos de R$ 40 mil destinados pelo deputado estadual Marçal Filho (PSDB), a comunidade escolar pôde adquirir computadores e ares condicionados.
O laboratório de informática estava desativado devido à escola ser atingida por duas descargas elétricas, que danificaram os computadores. Embora as aulas estejam sendo realizadas de forma remota, em razão da pandemia do novo coronavírus, a sala de tecnologia educacional poderá ser utilizada pela comunidade.
“Esse laboratório vai proporcionar qualidade no ensino aos alunos e como estamos num momento onde o ensino está sendo feito a distância, com o uso da tecnologia, esse espaço vem somar, inclusive, na questão social para as famílias que têm dificuldade de realizar as atividades escolares com as crianças”, diz o diretor Márcio Marques Rosa.
Marçal Filho esteve na escola para acompanhar a instalação da sala de informática. O laboratório está praticamente montado e em breve estará disponível para a comunidade escolar.
Na área da educação, o deputado destinou emendas de R$ 40 mil que beneficiou outras escolas municipais – Sócrates Câmara e Aurora Pedroso Camargo, além da Associação Brasileira de Desenvolvimento da Educação e do Esporte-ABCD, responsável pelo Centro de Educação Infantil Esther Gomes Ergas.
Na Sócrates Câmara o recurso foi destinado para aquisição de materiais permanentes, como mobiliário, livros, computadores e ar condicionado, bem como na escola Aurora. Já na ABCD, o recurso foi investido principalmente para atender a área esportiva, com aquisição de bolas, bambolê, tatames, vestimentas para aulas de capoeira, entre outros materiais para atividades de educação física.
O dilema das redes": documentário lançado pela Netflix em 9 de setembro mostra como as redes sociais estão prejudicando nossas relações (Foto - Netflix/Divulgação)
Se você ainda não assistiu, muito provavelmente pelo menos já ouviu falar do documentário The Social Dilemma 2020 (“O Dilema das Redes”), lançado pela Netflix no dia 9 de setembro. No filme dirigido por Jeff Orlowski, especialistas em tecnologia e profissionais da área discutem sobre os impactos devastadores que o uso exacerbado das redes sociais pode ter sobre nossa vida, sociedade e democracia.
Ironicamente, os usuários estão utilizando as próprias redes sociais para comentar o documentário que aconselha a redução do uso dessas tecnologias. três semanas após o lançamento do filme, um levantamento feito pela Decode, empresa de análise e pesquisa em big data, mostra que buscas por “Desativar / excluir Facebook” cresceram 250% no Google entre 9 e 29 de setembro.
Os termos “excluir Instagram“; “desativar notificações” e “desativar temporariamente” também estão sendo mais procurados pelos brasileiros: 100%, 110% e 120%, respectivamente.
Não é possível afirmar uma relação direta entre os termos pesquisados e o documentário, mas na semana seguinte ao seu lançamento, as buscas pelo filme no Google cresceram 200%, tendo o maior volume no domingo dia 20. Embora os números demonstrem que o filme chamou a atenção das pessoas, os comentários nas próprias redes sociais, também analisados pela Decode, revelam que o conteúdo não refletiu numa mudança prática.
“Tentamos levantar dados que possam indicar novas tendências de comportamento e há uma crescente procura por formas de desativar perfis nas redes. Se levarmos em conta que a própria Netflix se beneficia dos mesmos algoritmos sociais para investir em seus produtos, essa onda também pode estar tendo efeitos previsíveis e desejáveis”, diz Lucas Fontelles, analista da Decode.
Além das buscas no Google, no Twitter, 56% das pessoas comentaram que não vão reduzir o uso de redes sociais e 45% publicaram que têm vontade diminuir a frequência nessas plataformas.
Antônio Carlos Quequeto representou a secretaria municipal de Fazenda, durante a prestação de contas (Foto: Reprodução/Youtube)
A Câmara de Dourados, através da Comissão de Finanças e Orçamento, participou na manhã desta quarta-feira (30) de audiência pública de prestação de contas da Gestão Fiscal, referente ao 2º quadrimestre de 2020. Também foram apresentados, pela secretaria municipal de Fazenda, relatório resumido da Execução Orçamentária do 4º bimestre de 2020. A audiência foi realizada através de plataforma virtual, na modalidade videoconferência e transmitida pelo site e canal do YouTube do Poder Legislativo.
A Comissão é formada por Elias Ishy (PT) – presidente, Romualdo Ramin (DEM) – vice-presidente, e Carlito do Gás (MDB) – membro. O objetivo da prestação de contas é demonstrar a receitas arrecadadas no período, apresentar as despesas realizadas e o quadro geral da dívida do município, além de avaliar os índices legais de aplicação em Saúde e Educação.
Conforme o relatório, Dourados possui previsão anual de receita de R$ 1.110 bilhão, tendo arrecadado, até o momento, 61%, ou seja, R$ 677.834.652,26 milhões. Ainda foi apontado que o município possui total de despesas de R$ 585.895.687,43 milhões.
“Foi apresentada prestação de contas do 2º quadrimestre de 2020, sendo que todos os relatórios estão disponíveis na Câmara para aqueles que eventualmente querem se aprofundar nas discussões e fazer questionamentos. Também ressalto que estamos à disposição para quaisquer esclarecimentos”, apontou o presidente da Comissão.
Elias Ishy ainda afirmou que a prestação de contas visa adequar “o máximo possível as despesas públicas às determinações legais, cumprindo o papel do Poder Legislativo”.
Fátima Bernardes rebate comentário sobre aparência - Reprodução/Instagram
Fátima Bernardes, de 58 anos, desceu do salto e resolveu rebater uma seguidora que deixou um comentário desagradável em sua rede social.
Nesta segunda-feira (28), a jornalista e apresentadora postou uma selfie sorridente no Instagram e a internauta comentou: “Coitada! O rosto jovem já foi há muito tempo.”
Bernardes rebateu: “Cada fase tem sua beleza, né? Muita saúde e tudo de bom para você”.
Alguns admiradores e fãs da artista saíram em defesa dela e criticaram a usuária.
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