Maria Ildonei Lima foi morta aos 70 anos (Foto: Arquivo Pessoal)
Um crucifixo foi usado para matar a professora e ex-diretora da Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul) Maria Ildonei Lima, de 70 anos – encontrada na casa em que morava no Jardim Leblon, em Campo Grande, na noite deste sábado (1º).
Segundo a polícia, a vítima tinha duas perfurações no corpo, uma no pescoço e outra no tórax. Foi justamente a espessura de cada ferimento que apontou a arma usado no crime. De acordo com o delegado, o crucifixo tem de 20 a 25 centímetros e estava com a ponta quebrada.
Segundo o delegado Danilo Mansur, plantonista da Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Piratininga, Ildonei foi encontrada morta no chão da cozinha, de bruços e com o crucifixo nas costas.
“Depois do crime, o autor trancou a casa e fugiu”, detalhou Mansur.
Conforme a perícia, o assassinato ocorreu de 12 a 24 horas antes do corpo ser encontrado. Ainda segundo o delegado, a casa não estava revirada como divulgado inicialmente, e os únicos objetos fora do lugar eram algumas peças de roupa, encontradas jogada no chão do quarto.
O delegado relatou ainda que nenhuma movimentação foi vista por vizinhos na casa da vítima. “A família também não tinha conhecimento se a vítima tinha qualquer tipo de desavença”. Apesar de não descartar latrocínio – roubo seguido de morte – a polícia constatou que nada de valor foi levado do local.
Mulher de 53 anos teve a casa furtada na madrugada de ontem (30) pelo vizinho, Reginaldo Afonso do Nascimento, 35. Na ação o homem arrombou a grade da janela e levou televisão e rádio da vítima.
O caso aconteceu na Rua João Paulo Garcete, região da Vila Rosa. Segundo a polícia, a vítima teria comentado com o autor que faria uma viagem para visitar uma pessoa doente.
Com a ausência da proprietária, Reginaldo aproveitou para invadir a casa e tomar os pertences da mulher.
Ainda durante a madrugada o autor foi preso em flagrante pela prática de furto. Ele foi levado para a (Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) de Dourados.
Luís Alberto Bastos Barbosa (Foto: Marcos Miatelo)
O exame de sanidade mental apontou que Luís Alberto Bastos Barbosa, o assassino confesso da musicista Mayara Amaral, é semi-imputável, ou seja, tem limitações mentais.
Com isso, ele poderá ter a pena reduzida no julgamento. A defesa, inclusive, já estuda pedir a liberdade condicional dele com base no resultado do exame. O réu está preso no sistema penal de Campo Grande desde julho do ano passado. “Entendo que já cabe a liberdade condicional dele. Vamos reunir a família dele para discutir providência neste sentido”, disse o advogado do réu Conrado Passos durante entrevista à TV MS Record nesta terça-feira, 21 de agosto. O exame foi realizado com autorização judicial a pedido da defesa.
A conclusão da médica perita aponta um caso de semi-imputabilidade, onde, de acordo com o art. 26, parágrafo único, do Código Penal, é possível que a pena seja reduzida, em virtude de perturbação de saúde mental ou por desenvolvimento mental incompleto, ou retardado, não era inteiramente capaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento. Embora o laudo aponte que Luis era totalmente capaz de entender o caráter criminoso do fato, a possibilidade de redução penal deve-se ao fato de que ele tinha sua determinação diminuída em função de sua personalidade e uso abusivo de drogas ilícitas. Em outras palavras, o laudo explica que, no tempo da ação, o réu tinha total capacidade de entender o caráter ilícito do ato, no entanto, a capacidade de determinar-se de acordo com este entendimento estava reduzida tanto pelas características de sua personalidade como pelo uso de drogas.
A médica concluiu que o réu é portador de uma personalidade psicótica, caracterizada por desprezo das obrigações sociais e falta de empatia para com os outros, havendo um desvio considerável entre seu comportamento e as normas sociais estabelecidas. Existe também baixa tolerância à frustração e um baixo limiar de descarga de agressividade, inclusive de violência. Ainda segundo o laudo, a personalidade psicótica do réu caracteriza-se por pessoas afáveis, mas que não toleram qualquer contrariedade e, assim, a reação é sempre violenta, embora não lhe traga sentimentos de culpa. Outro ponto apontando pela perita sobre a personalidade psicótica do réu: o comportamento destas pessoas não é facilmente modificado pelas experiências adversas, inclusive pelas punições.
Além disso, existe uma tendência a culpar os outros ou a fornecer racionalizações plausíveis para explicar um comportamento que leva o sujeito a entrar em conflito com a sociedade. Entre os esclarecimentos finais, o laudo reforça que o periciado é portador de uma personalidade psicótica com reações violentas quando contrariado e o uso de drogas apenas aumenta estas reações, tratando-se assim, de um indivíduo de alta periculosidade. Com a conclusão do laudo, o juiz vai abrir prazo agora para as alegações finais da acusação e defesa e depois decidirá se o réu será levado a júri popular ou não.
Caso pronunciado a ir a júri popular, os jurados irão apreciar a semi-imputabilidade do réu, pondendo manter a conclusão médica ou afastá-la. Na última audiência judicial sobre o caso, realizada em 16 de agosto, no Fórum da Capital, o réu prestou depoimento e confessou o crime diante do juiz e disse que cometeu o assassinato a marteladas em um “momento de insanidade.” O crime – Em 24 de julho de 2017, Luis matou Mayara em um motel de Campo Grande e depois deixou o corpo dela em uma estrada vicinal na saída para Rochedo. Ele foi preso no dia seguinte ao assassinato.
Adolescente Wesner Moreira da Silva morreu após ser machucado com mangueira em lava-jato (Foto: Reprodução/Facebook)
Trechos do depoimento de testemunhas e inclusive da vítima, Wesner Moreira da Silva, de 17 anos, que morreu após ser violentado com um mangueira de ar, em um lava-jato de Campo Grande, mostram que a vítima não estava participando de uma brincadeira, conforme disseram os acusados Thiago Giovanni Demarco Sena e William Enrique Larrea.
O G1 teve acesso as oitivas e apontam que a vítima não consentiu e, inclusive, pedia para o patrão e colega pararem, sem ser atendido.
Consta na denúncia que, no dia 3 de fevereiro de 2017, por volta das 10h (de MS), a vítima estava no estabelecimento comercial, localizado na avenida Interlagos. Na ocasião, ele pediu para William comprar um refrigerante, para que juntos consumissem, quando o colega respondeu: “De novo? Agora toda hora Coca-cola!”. Em seguida, o homem pegou um pano utilizado para limpar carros e passou a bater no adolescente.
Em dado momento, o laudo policial fala que o adolescente pedia para William parar. Sem atender ao pedido, o adolescente corre e é perseguido, imobilizado e agarrado. Sem ter como escapar, Thiago chega ao seu encontro. William, ainda conforme o documento do Ministério Público, chega com a mangueira de ar, utilizada para limpeza de veículos no lava-jato, ligando o equipamento e introduzindo no ânus. A vítima então passou mal e vomitou.
O adolescente recebeu atendimento médico em dois hospitais e realizou procedimentos cirúrgicos. Ele não resistiu e faleceu no dia 14 daquele mês. Foram feitas inúmeras diligências no decorrer do inquérito, com apreensões, fotografias, laudos, exames em roupas e objetos, entre outros.
Questionado pela Delegacia Especializada de Proteção à Criança e o Adolescente (Depca), ainda internado, Wesner falou: “Isso não é brincadeira! Não era brincadeira. Eu não ia querer esta brincadeira nunca….pegaram eu de supresa (…) E o Thiago agarrou minhas duas pernas, segurou. Eu gritei. Mandei para, mas não pararam. O Thiago que ligou o compressor e colocou a mangueira ni mim…”
Declarações coerentes
As sete declarações, segundo os laudos, são coerentes com os depoimentos a seguir. Umas das testemunhas ressalta que, antes da entubação, o menino fez gestos do que aconteceu, inclusive mostrando onde colocaram a mangeira nele. Já o médico perito legista ouvido em juízo, comentou, ao confeccionar o laudo, que a pressão foi tamanha, sendo maior e passível de estourar um tímpano, arrancar um globo ocular e causar sério danos cerebrais.
“Tanto é que existe uma recomendação do Ministério do Trabalho, com relação ao manuseio desses equipamentos. Então, compressor de ar não é brinquedo. Compressor de ar é um instrumento de trabalho e, como tal, deve ser respeitado. Então eles orientam a nunca, nunca limpar vestes com o compressor de ar, aproximar da face, do corpo, sem a devida proteção…”
Doloso ou culposo?
O juiz da 1° Vara do Tribunal do Juri de Mato Grosso do Sul, Carlos Alberto Garcete de Almeida, desclassificou o crime de homicídio doloso imputado a Thiago e Willian. Na decisão, o juiz delibera para que os acusados “respondam por outro crime não doloso contra a vida”, entendendo que os acusados não tiveram intenção de matar.
Pensão para os pais
Nessa segunda-feira (13), a Justiça determinou que os acusados paguem indenização aos pais da vítima. Conforme movimentação no processo, Willian e Thiago devem pagar, juntos, o valor de 2/3 de salário mínimo, que corresponde a R$ 636 mensais. O valor é estendido até o ano em que ele completaria 25 anos. Após este período, o valor é de 1/3 do salário mínimo, até o momento em que ele completaria 65 anos.
O menino teria atualmente 18 anos, sendo que o pagamento será pelos próximos 47 anos. O advogado de defesa, Francisco Martins Guedes Neto, comentou que protocolou recurso e aguarda posicionamento do Tribunal de Justiça (TJ), que vai decidir o caso.
Entenda o caso
Wesner perdeu parte do intestino ao ser agredido com uma mangueira de ar comprimido pelo ânus. Segundo a polícia, não houve introdução, mas a força do ar devastou os órgãos. Depois de 11 dias internado na Santa Casa de Campo Grande, o adolescente morreu em consequência de uma complicação no esôfago que ocasionou perda de líquido e sangue.
Na época, o dono do lava-jato Thiago Demarco Sena e o colega William Henrique Larrea disseram que tudo foi uma “brincadeira” e a polícia entendeu que não houve conotação sexual, por isso, o caso foi registrado como lesão corporal. Antes de morrer, Wesner negou que tratou de brincadeira.
Maconha e o haxixe estavam espalhados pelos bancos e fundos falsos do veículo. (Foto: Divulgação)
A Polícia Militar apreendeu quase uma tonelada de maconha e haxixe, nesta terça-feira (14), em Figueirão, a 226 km de Campo Grande. A droga estava em um Ford Fusion abandonado na MS-436, próximo ao cemitério da cidade.
A maconha e o haxixe estavam espalhados pelos bancos e fundos falsos do veículo, que estava com o pneu furado. Nenhum suspeito foi preso e o caso é investigado.
PM foi acionada por moradores de uma fazenda sobre o carro abandonado. Toda a droga foi apreendida, assim como o veículo. O caso será investigado pela Polícia Civil.
Promotora de Justiça Cristiane Mourão durante coletiva de imprensa, hoje a tarde na Capital (Foto - Reprodução)
Dois fiscais do Estado foram presos hoje (8) durante a operação ‘Grãos de Ouro’, deflagrada hoje (8), pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), no Mato Grosso do Sul.
O fato foi confirmado pela promotora de Justiça Cristiane Mourão Leal Santos, durante coletiva de imprensa, na sede do MP/MS (Ministério Público), em Campo Grande. Segundo ela, os mandados foram cumpridos na Agencia Fazendária (Agenfa) e nas residências dos envolvidos.
Segundo os promotores, os dois facilitavam a organização criminosa que atuava na sonegação de impostos na comercialização de soja, em 7 estados, incluindo o Mato Grosso do Sul.
De acordo com o MP, eles forneciam informação e às vezes interferiam diretamente para que a organização criminosa atuasse, além do fornecimento de outras facilidades, como, benefícios fiscais em troca de propina e redução de imposto a ser cobrado.
Os nomes dos servidores não foram divulgados pelo MP/MS.
MANDADOS
Ao todo, foram cumpridos 32 mandados de prisão, sendo 13 em Campo Grande, 9 em Chapadão do Sul, 2 em Costa Rica, 1 em Itaporã, 1 Rio Verde (GO), 1 Mineiros (GO), 2 Cuiaba (MT, 2 Presidente Prudente (SP) e um 1 Rodeio Bonito (RS).
Também foram cumpridos 104 mandados de Busca e Apreensão. Somente na Capital foram 33 mandados. Foram apreendidos, documentos, celulares mais de R$ 500 mil em espécie.
Ainda de acordo com o MP/MS, foram indetificadas 14 empresas que atuam emitiram notas fiscais falsas.
Um homem de 35 anos ficou ferido durante briga com outro que conversava com a namorada dele, na madrugada desta terça-feira (7), em Campo Grande.
De acordo com informações do boletim de ocorrência, o homem chegava na casa da namorada, na Vila Piratininga, pouco antes da 1h (de MS) e a viu conversando com outra pessoa. Ele então passou a agredir quem ela conversava e acabou esfaqueado.
O homem foi socorrido por um irmão até a unidade de saúde da região e de lá transferido para a Santa Casa. Ele está com ferimento grave no olho direito e a informaação inicial é de que pode perder a visão deste lado.
O caso foi registrado como lesão corporal grave. Até a publicação desta reportagem nenhum suspeito havia sido identificado.
Momento em que trio é colocado em viatura, cercada por moradores. (Foto: Porã News)
Nestor Amarilla Alejandro, um dos três bandidos presos após tentarem assaltar uma conveniência de Pedro Juan Caballero, no Paraguai, na tarde de ontem(24) tinha passagem por terrorismo e já havia até sido preso em Assunção, Capital do país vizinho.
Os outros dois suspeitos foram identificados como Ramon Vargas Riquelme e Ceferino Ramon Zarate. O trio estava com uma submetralhadora e um revólver e em duas motos, quando tentaram assaltar a conveniência La Fortaleza 24 Horas, na Avenida Mariscal Lopez, a poucos metros do território brasileiro.
Eles tentaram fugir mas foram alcançados pela polícia e presos em flagrante. Para apoiar o trabalho da polícia, centenas de moradores se aglomeraram no local e cercaram as duas viaturas. A polícia suspeita que o trio também tenha roubado uma lotérica, horas antes. O assalto foi gravado pelo sistema de segurança.
Uma jovem de 19 anos procurou a polícia na tarde desta segunda-feira (23), em Mundo Novo, após ser ameaçada de morte pelo próprio irmão por não querer cuidar o filho dele.
Ainda de acordo com a ocorrência, o homem de 30 anos, é usuário de droga e fica muito agressivo quando consome bebida alcoólica. Aos policiais, a jovem disse que o irmão iria colocar fogo na casa. A mãe de 54 anos, também é vítima de ameaça do filho.
Segundo o boletim de ocorrência, a duas mulheres solicitaram medidas protetivas. Até a publicação desta notícia, ninguém havia sido preso. O homem poderá responder pelo crime de violência doméstica.
Preso chegando à 1ª Delegacia de Polícia Civil de Nova Andradina (Foto: Jornal da Nova)
A Operação Mudra, desencadeada na manhã desta segunda-feira (23) pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado), cumpre 24 mandados – 18 de busca e 6 de prisão – em cinco cidades de Mato Grosso do Sul e uma no Paraná. Os alvos pertencem ao PCC (Primeiro Comando da Capital).
De acordo com o Gaeco, provas colhidas em investigações do braço do MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) e também da Polícia Civil apontam que líderes da facção estão trabalhando na expansão do domínio da organização criminosa nos presídio do Estado, além de continuarem ordenando a execução de crimes do lado de fora das grades.
Para ampliar o poder, o PCC estaria reforçando o caixa. “Apurou-se que a organização criminosa desenvolve ações voltadas ao seu fortalecimento e domínio dos presídios e das áreas de interesse para o tráfico de drogas. Os meios de obtenção de recursos para seu autofinanciamento são os crimes contra o patrimônio, especialmente de roubos”, informou o Gaeco por meio de nota.
As investigações levantaram ainda mais provas de que os chamados “tribunais do crime” provocaram execuções em Mato Grosso do Sul.
A operação – O Gaeco espalhou equipes em Campo Grande, Terenos, Dourados, Caarapó, Nova Andradina e Porecatu (PR).
Os mandados foram expedidos pela 2ª Vara Criminal de Dourados e da Vara Criminal de Nova Andradina a pedido da 3ª Promotoria de Justiça de Nova Andradina. A Polícia Civil de Nova Andradina, além de policiais militares da mesma cidade e de Dourados dão apoio aos promotores da força-tarefa.
Dentre os presos, está um empresário de Nova Andradina, identificado como Ademir Naide de 46 anos, o “Gago”, foi preso. Outro homem teria sido preso na cidade, mas não há detalhes.
O nome – Mudras são gestos que, segundo a yoga – prática indiana milenar – e ayurveda – sabedoria medicinal que também surgiu na Índia –, “nos permitem sintonizar com frequências específicas de energia do Universo”. Também não foi divulgado o porquê do nome de batismo da operação.
Patrick da Rosa Andrade foi preso em flagrante. (Foto: Osvaldo Duarte)
Agentes da Policia Civil SIG (Setor de Investigações Gerais) prenderam na tarde da sexta-feira (20), em Dourados, um homem que portava um revolver Magnun calibre 44, arma de uso restrito. O suspeito foi preso na Rua José Garcia Pires, no Jardim Água na Boca.
O jovem de 21 anos é suspeito de participação em assalto a uma joalheria em Caarapó. Após o planejamento da ação, supostamente teria guardado as armas usadas no crime em casa.
De acordo com o boletim de ocorrência, os policiais tentavam localizar os autores do crime quando foram informados sobre a localização do rapaz. Durante as rondas, o homem foi encontrada e preso com o revolver em mãos.
Para a equipe policial, ele negou ter algum tipo de participação no roubo e diz que a arma foi comprada por R$ 1,4 mil, apenas para defesa pessoal. O jovem foi preso em flagrante, por porte de arma de uso restrito.
PRF faz apreensão de 50 armas de fogo e mais de 2 mil munições (Foto: Reprodução)
A polícia rodoviária federal (PRF), apreendeu na tarde desta quarta-feira (18), 50 armas de fogo, 2.542 munições e 15 carregadores. O flagrante foi na BR-267, em Bataguassu (MS), cidade a 335 quilômetros de Campo Grande. De acordo com a PRF, o material estava no fundo falso de um carro.
Segundo a PRF, o motorista do carro, de 21 anos, e mais uma passageira de 23, disseram que levaria as armas e munições até São Paulo (SP). Eles receberiam R$ 5 mil pelo transporte. O motorista não informou a origem do armamento.
Ainda de acordo com a PRF, os militares deram ordem de parada para o veículo com placas de Belo Horizonte (MG). Durante verificação veicular, os policiais localizaram em um fundo falso no encosto do banco traseiro 29 pistolas, 18 revólveres e 3 armas longas, 1.313 munições de revólver, sendo 747 de pistola, 403 de rifle, 75 de espingarda que totalizaram em 2.542 munições.
Os militares ainda encontraram 15 carregadores de calibre .45, 8 carregadores calibre .9mm, 3 carregadores calibre .40, 6 carregadores calibre. 9mm e 6 carregadores calibre .9mm diversos.
A fiscalização faz parte da Operação Égide, que ocorre desde junho de 2017. A ocorrência foi encaminhada à delegacia de polícia federal de Três Lagos (MS).
Ação conjunta entre delegacias de dois municípios e o Garras (Delegacia de Repressão de Roubo a Banco, Assalto e Sequestros) resultou na prisão de quadrilha especializada em arrombar agências bancárias em Mato Grosso do Sul. Pelo menos sete pessoas foram presas no domingo (15) após invadirem agência em Miranda. Porém, o caso só foi divulgado hoje (18) pela polícia.
Além do Garras, a ação envolveu policiais civis de Miranda e Jardim. Os suspeitos foram identificados como Daniel Marinho Rocha, 22 anos, Justo de Almeida Guilhen, 31 anos, Krysttyano Espindola Campos, 29 anos, Patrícia Souza Neto, 32 anos, Paulo Vitor Lopes Dias, 23 anos, Vinicius Roberto Rodrigues de Oliveira, 19 anos e Welington Gomes de Almeida, 27 anos.
Conforme divulgado pela Polícia Civil, durante as investigações foi apurado que Welington – morador de Miranda -, foi responsável, dentre outras coisas, pela indicação da instituição alvo, pela captação de fotografias do estabelecimento e a “campana” durante a ação.
Já os presos Paulo Vitor e Daniel eram os responsáveis pelo arrombamento no interior da agência, desativação do alarme e o furto do dinheiro.
Krystiyano era o responsável pela condução do veículo e também pela vigilância do banco, avisando os demais integrantes sobre eventual aproximação da polícia.
Já Vinicius monitorou a Delegacia de Polícia e o Justo guardou as ferramentas usadas no crime. Por fim, Patrícia foi a responsável por reunir os envolvidos, cedendo inclusive seu veículo para que o grupo cometesse o crime.
Mais detalhes sobre valores levados ou o dia em que o crime foi cometido ainda não foram divulgados pela polícia.
Cartões da vítima que estavam com a suspeita. (Foto: Em Pauta/Divulgação)
Thais Errobidart da Silva, de 19 anos, suspeita de esfaquear e colocar o corpo de Wanderley de Souza, de 72 anos, em um freezer, pagou a conta de luz da casa por três meses para que energia não fosse cortada. A quantia foi sacada da conta da vítima.
Além disso, a jovem levou os cartões, ventilador e televisor da casa e, por isso, pode responder por latrocínio. O crime ocorreu em Cipolândia – distrito de Aquidauana – no último dia 30 de março e o corpo foi localizado no dia 1º de julho.
Suspeita foi presa em Campo Grande e levada para Anastácio, cidade ao lado de Aquidauana e única com cela para mulheres. Na chegada, preferiu cobrir o rosto. A jovem é ouvida na manhã desta quinta-feira (5) em Aquidauana pelo delegado Eder Oliveira Moraes.
À polícia, Thaís assumiu a autoria do crime e disse que agiu sozinha, na noite do dia 30 de março. Disse também que realizou saques da conta bancária do idoso, para o pagamento da energia da casa.
“Ela contou que os primeiros golpes foram feitos com a vítima ainda na cama. Depois ele teria levantado e levado outras facadas. O corpo foi jogado no freezer e ela voltou para Campo Grande. A população começou a perguntar sobre a vítima e ela dizia que ele estava recebendo tratamento médico na Capital. Ela também confessou que levou da casa um televisor, um ventilador e cartões de banco para os saques”, disse um dos investigadores à FM América.
Ainda conforme depoimento, a suspeita disse que retornou à casa do idoso, se arrependeu e se preparava para confessar o crime. No entanto, o caso foi descoberto e ela identificada como principal suspeita do assassinato.
“Durante as investigações descobrimos o pagamento de contas de telefone e energia e entendemos que a ação ocorreu para o corpo não exalar mal cheiro. Ela confessou que praticou o crime sozinha por volta das 22h do dia 30 de março”, finalizou o investigador.
Conforme apurado pela reportagem, a jovem relatou à polícia que na infância teria sido abusada pelo idoso. Apesar do porte e altura da suspeita, a Polícia Civil não descarta a participação de comparsa.
Outros golpes – Sitiantes, vendedores de queijo ou moradores de área rural. Esse seria um perfil de vítima da jovem. Ao Campo Grande News, um empresário morador de Dourados, a 233 a km de Campo Grande, disse que ele e a família perderam cerca de R$ 9 mil com a venda de uma fábrica de mini congelados à jovem, em setembro de 2016.
Outras pessoas teriam sido vítimas de Thaís e os golpes de estelionato aplicados na segunda maior cidade do Estado podem chegar a R$ 55 mil. No entanto, apesar dos relatos, nenhuma das vítimas registrou o golpe na Polícia Civil.
Prefeito de Paranhos, Dirceu Bettoni (Foto: Reprodução/ TV Morena)
O prefeito Dirceu Bettoni (PSDB), da cidade de Paranhos, a 450 km de Campo Grande (MS), na fronteira com o Paraguai, foi atingido por três tiros na noite desta quinta-feira (14). As polícias Militar e Civil tratam o caso como atentado.
Bettoni chegava em sua residência quando foi surpreendido por um homem armado que estava em uma motocicleta e entrou na garagem do imóvel. O atirador fugiu sem roubar nada.
Bettoni sobreviveu e foi levado ao hospital da cidade. De lá foi transferido para um hospital de Dourados onde passou por cirurgias, uma delas no fígado, durante a madrugada.
O vice-prefeito de Paranhos e também médico, Luciano Rodrigues, acompanha Bettoni e disse que ele perdeu muito sangue durante a transferência para Dourados, mas ficou consciente e foi estabilizado.
O prefeito foi atingido na barriga, queixo, ombro e de raspão na cabeça. Não há informações sobre suspeitos.
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