Patrick da Rosa Andrade foi preso em flagrante. (Foto: Osvaldo Duarte)
Agentes da Policia Civil SIG (Setor de Investigações Gerais) prenderam na tarde da sexta-feira (20), em Dourados, um homem que portava um revolver Magnun calibre 44, arma de uso restrito. O suspeito foi preso na Rua José Garcia Pires, no Jardim Água na Boca.
O jovem de 21 anos é suspeito de participação em assalto a uma joalheria em Caarapó. Após o planejamento da ação, supostamente teria guardado as armas usadas no crime em casa.
De acordo com o boletim de ocorrência, os policiais tentavam localizar os autores do crime quando foram informados sobre a localização do rapaz. Durante as rondas, o homem foi encontrada e preso com o revolver em mãos.
Para a equipe policial, ele negou ter algum tipo de participação no roubo e diz que a arma foi comprada por R$ 1,4 mil, apenas para defesa pessoal. O jovem foi preso em flagrante, por porte de arma de uso restrito.
PRF faz apreensão de 50 armas de fogo e mais de 2 mil munições (Foto: Reprodução)
A polícia rodoviária federal (PRF), apreendeu na tarde desta quarta-feira (18), 50 armas de fogo, 2.542 munições e 15 carregadores. O flagrante foi na BR-267, em Bataguassu (MS), cidade a 335 quilômetros de Campo Grande. De acordo com a PRF, o material estava no fundo falso de um carro.
Segundo a PRF, o motorista do carro, de 21 anos, e mais uma passageira de 23, disseram que levaria as armas e munições até São Paulo (SP). Eles receberiam R$ 5 mil pelo transporte. O motorista não informou a origem do armamento.
Ainda de acordo com a PRF, os militares deram ordem de parada para o veículo com placas de Belo Horizonte (MG). Durante verificação veicular, os policiais localizaram em um fundo falso no encosto do banco traseiro 29 pistolas, 18 revólveres e 3 armas longas, 1.313 munições de revólver, sendo 747 de pistola, 403 de rifle, 75 de espingarda que totalizaram em 2.542 munições.
Os militares ainda encontraram 15 carregadores de calibre .45, 8 carregadores calibre .9mm, 3 carregadores calibre .40, 6 carregadores calibre. 9mm e 6 carregadores calibre .9mm diversos.
A fiscalização faz parte da Operação Égide, que ocorre desde junho de 2017. A ocorrência foi encaminhada à delegacia de polícia federal de Três Lagos (MS).
Ação conjunta entre delegacias de dois municípios e o Garras (Delegacia de Repressão de Roubo a Banco, Assalto e Sequestros) resultou na prisão de quadrilha especializada em arrombar agências bancárias em Mato Grosso do Sul. Pelo menos sete pessoas foram presas no domingo (15) após invadirem agência em Miranda. Porém, o caso só foi divulgado hoje (18) pela polícia.
Além do Garras, a ação envolveu policiais civis de Miranda e Jardim. Os suspeitos foram identificados como Daniel Marinho Rocha, 22 anos, Justo de Almeida Guilhen, 31 anos, Krysttyano Espindola Campos, 29 anos, Patrícia Souza Neto, 32 anos, Paulo Vitor Lopes Dias, 23 anos, Vinicius Roberto Rodrigues de Oliveira, 19 anos e Welington Gomes de Almeida, 27 anos.
Conforme divulgado pela Polícia Civil, durante as investigações foi apurado que Welington – morador de Miranda -, foi responsável, dentre outras coisas, pela indicação da instituição alvo, pela captação de fotografias do estabelecimento e a “campana” durante a ação.
Já os presos Paulo Vitor e Daniel eram os responsáveis pelo arrombamento no interior da agência, desativação do alarme e o furto do dinheiro.
Krystiyano era o responsável pela condução do veículo e também pela vigilância do banco, avisando os demais integrantes sobre eventual aproximação da polícia.
Já Vinicius monitorou a Delegacia de Polícia e o Justo guardou as ferramentas usadas no crime. Por fim, Patrícia foi a responsável por reunir os envolvidos, cedendo inclusive seu veículo para que o grupo cometesse o crime.
Mais detalhes sobre valores levados ou o dia em que o crime foi cometido ainda não foram divulgados pela polícia.
Cartões da vítima que estavam com a suspeita. (Foto: Em Pauta/Divulgação)
Thais Errobidart da Silva, de 19 anos, suspeita de esfaquear e colocar o corpo de Wanderley de Souza, de 72 anos, em um freezer, pagou a conta de luz da casa por três meses para que energia não fosse cortada. A quantia foi sacada da conta da vítima.
Além disso, a jovem levou os cartões, ventilador e televisor da casa e, por isso, pode responder por latrocínio. O crime ocorreu em Cipolândia – distrito de Aquidauana – no último dia 30 de março e o corpo foi localizado no dia 1º de julho.
Suspeita foi presa em Campo Grande e levada para Anastácio, cidade ao lado de Aquidauana e única com cela para mulheres. Na chegada, preferiu cobrir o rosto. A jovem é ouvida na manhã desta quinta-feira (5) em Aquidauana pelo delegado Eder Oliveira Moraes.
À polícia, Thaís assumiu a autoria do crime e disse que agiu sozinha, na noite do dia 30 de março. Disse também que realizou saques da conta bancária do idoso, para o pagamento da energia da casa.
“Ela contou que os primeiros golpes foram feitos com a vítima ainda na cama. Depois ele teria levantado e levado outras facadas. O corpo foi jogado no freezer e ela voltou para Campo Grande. A população começou a perguntar sobre a vítima e ela dizia que ele estava recebendo tratamento médico na Capital. Ela também confessou que levou da casa um televisor, um ventilador e cartões de banco para os saques”, disse um dos investigadores à FM América.
Ainda conforme depoimento, a suspeita disse que retornou à casa do idoso, se arrependeu e se preparava para confessar o crime. No entanto, o caso foi descoberto e ela identificada como principal suspeita do assassinato.
“Durante as investigações descobrimos o pagamento de contas de telefone e energia e entendemos que a ação ocorreu para o corpo não exalar mal cheiro. Ela confessou que praticou o crime sozinha por volta das 22h do dia 30 de março”, finalizou o investigador.
Conforme apurado pela reportagem, a jovem relatou à polícia que na infância teria sido abusada pelo idoso. Apesar do porte e altura da suspeita, a Polícia Civil não descarta a participação de comparsa.
Outros golpes – Sitiantes, vendedores de queijo ou moradores de área rural. Esse seria um perfil de vítima da jovem. Ao Campo Grande News, um empresário morador de Dourados, a 233 a km de Campo Grande, disse que ele e a família perderam cerca de R$ 9 mil com a venda de uma fábrica de mini congelados à jovem, em setembro de 2016.
Outras pessoas teriam sido vítimas de Thaís e os golpes de estelionato aplicados na segunda maior cidade do Estado podem chegar a R$ 55 mil. No entanto, apesar dos relatos, nenhuma das vítimas registrou o golpe na Polícia Civil.
Prefeito de Paranhos, Dirceu Bettoni (Foto: Reprodução/ TV Morena)
O prefeito Dirceu Bettoni (PSDB), da cidade de Paranhos, a 450 km de Campo Grande (MS), na fronteira com o Paraguai, foi atingido por três tiros na noite desta quinta-feira (14). As polícias Militar e Civil tratam o caso como atentado.
Bettoni chegava em sua residência quando foi surpreendido por um homem armado que estava em uma motocicleta e entrou na garagem do imóvel. O atirador fugiu sem roubar nada.
Bettoni sobreviveu e foi levado ao hospital da cidade. De lá foi transferido para um hospital de Dourados onde passou por cirurgias, uma delas no fígado, durante a madrugada.
O vice-prefeito de Paranhos e também médico, Luciano Rodrigues, acompanha Bettoni e disse que ele perdeu muito sangue durante a transferência para Dourados, mas ficou consciente e foi estabilizado.
O prefeito foi atingido na barriga, queixo, ombro e de raspão na cabeça. Não há informações sobre suspeitos.
Policiais civis no Presídio de Segurança Máxima onde presos são alvos da operação (Foto: Saul Schramm)
A Operação Echelon, que significa “atacar em ondas”, deflagrada pela Polícia Civil de São Paulo contra o PCC (Primeiro Comando da Capital) vai prender 75 integrantes da facção em 14 Estados, entre eles Mato Grosso do Sul. Após 12 meses de investigação, foi descoberto como a cúpula do grupo mantinha contato com bandidos em outros Estados, atuando nos tráficos de armas e drogas.
A Polícia de São Paulo foi acionada quando pedaços de manuscritos foram encontrados nos esgotos do Presídio de Segurança Máxima de Presidente Venceslau (SP) por agentes penitenciários. Após a identificação de sete líderes da organização, a equipe policial descobriu a existência da célula “Sintonia de Outros Estados e Países”.
Os trabalhos, então, revelaram até o momento o envolvimento de 103 integrantes, sendo que 75 serão presos nesta quinta-feira (14). Alguns são presidiários e terão os mandados cumpridos nas respectivas cadeias.
O grupo investigado, segundo a polícia, é responsável por acirrar a disputa de facções no País, além de envolvimento em homicídios e desaparecimentos de pessoas. No primeiro semestre deste ano, pelo menos seis pessoas foram julgadas pelo “tribunal do crime” do PCC e condenadas à morte em Mato Grosso do Sul.
No Estado, são alvos da operação: detento da Penitenciária Federal de Campo Grande, do Presídio de Segurança Máxima Jair Ferreira de Carvalho, do Centro Penal Agroindustrial da Gameleira, na PED (Penitenciária Estadual) em Dourados e da cadeia de Naviraí. Também há mandados de busca e apreensão em Coronel Sapucaia e Nova Andradina.
De acordo com reportagem do jornal O Estado de São Paulo, publicada no começo deste mês, o PCC tem faturamento estimado de, no mínimo, R$ 400 milhões por ano. Alguns policiais acreditam que esse número pode chegar a cerca de R$ 800 milhões, o que colocaria a facção entre as 500 maiores empresas do País.
Ioneide foi presa no Bairro Dom Antônio Barbosa com drogas, arma e dinheiro (Foto: divulgação/Garras)
Operação denominada Echelon da Polícia Civil de São Paulo contra o PCC (Primeiro Comando da Capital), deflagrada nesta manhã (14), cumpre 75 mandados de prisão e 59 de busca e apreensão em 14 Estados, entre eles Mato Grosso do Sul.
Em Campo Grande, Ioneide Benites Pontes, 37 anos, foi presa pelo Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco e Resgate) com dinheiro, arma e drogas no Bairro Dom Antônio Barbosa, região sul da cidade.
Segundo a Polícia Civil de São Paulo, as investigações começaram a partir de manuscritos encontrados nos esgotos do Presídio de Segurança Máxima de Presidente Venceslau por agentes penitenciários. A polícia identificou sete líderes e confirmou a existência de uma célula chamada “sintonia de outros estados e países”.
Os criminosos teriam assumido as funções da “sintonia” quando os líderes da organização criminosa ficaram isoladas no RDD (Regime Disciplinar Diferenciado) em 2016, em decorrência da operação Ethos, que revelou esquema envolvendo advogados da facção. Fazem parte dessa célula 103 membros.
Além de Mato Grosso do Sul e São Paulo, os mandados estão sendo cumpridos no Paraná, Rio Grande do Sul, Pará, Alagoas, Minas Gerais, Goiás, Tocantins, Roraima, Rio Grande do Norte, Acre, Amapá e Maranhão. Na Capital Paulista, os presos estão sendo levados para o Palácio da Polícia, na Rua Brigadeiro Tobias.
O nome da operação quer dizer “atacar em ondas”.
Na última terça-feira (12), o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) também deflagrou operação para prender integrantes do PCC no Estado. Na ocasião foram cumpridos 27, sendo 16 em presídios. Um dos alvos foi José Cláudio Arantes, o Tio Arantes, apontado como um dos principais líderes da facção criminosa em Mato Grosso do Sul.
Um rapaz de 20 anos foi preso na madrugada deste domingo (10), em Ponta Porã, com droga que levaria para Recife.
De acordo com informações do boletim de ocorrência, o suspeito era passageiro de um ônibus que foi parado pelo Departamento de Operações da Fronteira (DOF) na MS-164.
Segundo o registro policial, o rapaz estava sentado em uma das últimas poltronas do ônibus e ficou nervoso com a abordagem. Os militares suspeitaram dele e revistaram a mochila que ele levava, sendo encontrado nove tabletes de haxixe, que pesaram 6,1 quilos.
O jovem disse à polícia que pegou o entorpecente em Ponta Porã. Ele foi autuado em flagrante por tráfico de drogas.
Caminhonetes lotadas com maconha apreendida em MS (Foto: PF/Divulgação)
A Polícia Federal (PF) e a Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai, apreenderam sábado (9) em Ponta Porã, 800 quilos de maconha embalados para serem distribuídos para outros traficantes.
Conforme divulgado pela PF neste domingo (10), os fardos com a droga estavam em uma casa que servia como depósito de entorpecentes para posterior distribuição. Uma balança de precisão também foi apreendida. Um brasileiro que estava no local foi preso.
As embalagens do entorpcente lotaram duas caminhonetes. O caso será investigado pela PF.
Com um trabalho voltado e focado na prevenção, policiais militares do 3º BPM fizeram a recaptura de três indivíduos que estariam foragidos da justiça nas últimas 24 horas.
As prisões foram realizadas durante abordagens preventivas em toda a cidade de Dourados, sendo localizados os foragidos um jovem de 18 anos conhecido como “Di Menor” durante abordagens no conjunto Habitacional Dioclecio Artuzi, de uma adolescente de 17 anos em abordagens no jardim Santo André e de outro jovem de 18 anos também durante abordagens no conjunto Habitacional Dioclecio Artuzi.
Os foragidos foram encaminhados para a DEPAC, para as medidas pertinentes ao caso.
De janeiro a junho de 2018, foram cumpridos 200 mandados de prisão na cidade de Dourados, e em sua grande maioria durante abordagens preventivas na área urbana da cidade.
Segundo delegado (em pé, à direita), Comando Vermelho foi buscar nova rota no Acre. Na foto, Polícia faz prisões
A execução do narcotraficante Jorge Rafaat Toumani, em 15 de junho de 2016, na fronteira do Paraguai com Mato Grosso do Sul, mudou a geopolítica do crime e refletiu no Acre. Sem Rafaat, a fação criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) avançou seu domínios sobre Pedro Juan Caballero, vizinha a Ponta Porã , forçando a migração do Comando Vermelho para o Estado da região Norte, cujo atrativo é um labirinto fluvial que permite buscar drogas no Peru e Bolívia.
“A partir da execução do Jorge Rafaat, a gente acredita que houve racha entre as principais facções e o PCC tenha dominado a maior parte da rota do tráfico no Paraguai. Na tentativa do Comando Vermelho, de buscar novas alternativas, entrou no cenário a Amazônia e, consequentemente, o Acre”, afirma o delegado Elton Futigami, coordenador do núcleo de combate ao crime organizado da delegacia de Polícia Civil de Cruzeiro do Sul, segundo maior município do Acre.
O aumento da presença do CV na fronteira do Acre e Peru fomentou a disputa com o Bonde dos 13, uma ramificação local do PCC. A briga pelo tráfico de armas e drogas traz as marcas bem conhecidas em Mato Grosso do Sul, como execuções e aumento da violência.
“Depois de 2016 houve uma crescente na curva da violência. Uma guerra acirrada entre as facções pelas rotas do tráfico e armas. O Acre é um Estado com baixa densidade demográfica, quem matava e quem morria era conhecido. Eram brigas de bar, crimes conjugais. Os casos agora são de execução, com requintes de crueldade. As duas facções estão muito equilibradas”, afirma Elton, que é natural de Fátima do Sul (MS) e há dez anos trabalha em Cruzeiro do Sul.
No Peru, o quilo da cocaína pura é cotado a 2.800 dólares, enquanto que maconha custa R$ 200, já incluído o pagamento do “mula”. Ainda de acordo com o delegado, o Peru ganha projeção na produção de maconha, antes marca registrada do Paraguai.
“Até poucos anos atrás, não tínhamos grandes apreensões de maconha. Segundo informações, decorrente de interrogatórios, a maconha do Peru não era de qualidade, mas o cenário mudou. E o preço é muito favorável”, afirma o delegado.
Além de tráfico e o rastro de violência deixado pelo embate entre as facções, Mato Grosso do Sul e o Acre também compartilham as fronteiras escancaradas. “Vejo as facções como um vírus, que encontrou na região o hospedeiro ideal. A fronteira aberta, vulnerável é um dos atrativos que as facções enxergaram”, compara o delegado. Segundo ele, é preciso fortalecer a atuação do Exército e a PF (Polícia Federal) na fronteira.
O crime não leva à toa o nome de organizado. O chefe do CV no Acre, por exemplo, mora no Peru e comanda as ações a 150 km de Cruzeiro do Sul. Já um dos “conselheiros” do Bonde dos 13 tinha contato direto com o PCC de Mato Grosso do Sul.
Crimes de fronteira – A rota entre Paraguai e Mato Grosso do Sul primeiro serviu ao contrabando de café e whisky. Para sonegar imposto, o produto brasileiro, até hoje um dos mais importantes da balança comercial, viajava ao Paraguai. Enquanto a bebida de alto teor alcoólico fazia o caminho inverso.
Entre o fim da década de 1970 e começo dos anos 80, quando o contrabando de café deixa de ser atrativo, entra em cena a maconha, já cultivada no Paraguai. Depois, a cocaína, o produto com maior valor agregado entre a origem e a venda. O mercado rentável atraiu o Comando Vermelho e o PCC.
As ações durante este período resultaram na prisão de 1.975 foragidos da Justiça (Foto - Edemir Rodrigues)
Com objetivo de prevenir a prática de crimes e proporcionar maior segurança à população sul-mato-grossense, a Polícia Militar de Mato Grosso do Sul (PMMS) por meio de suas unidades, tem intensificado o policiamento ostensivo e preventivo nos 79 municípios do Estado. De acordo com levantamento divulgado pela instituição nessa terça-feira (5.5) os de 1 de janeiro a 3 de junho de 2018, foram realizadas mais de cinco mil operações, totalizando na abordagem de 258.183 pessoas e 233.355 veículos.
As ações durante este período resultaram na prisão de 1.975 foragidos da Justiça e recuperação de 958 veículos que estavam com registros de ocorrências de roubo ou furto, sendo recuperados e encaminhados à delegacia para que fossem entregues aos seus respectivos proprietários. A Polícia Militar ainda obteve sucesso em apreender 419 armas de fogo, devido atuação de forma preventiva e de repressão imediata, ou seja, também agindo imediatamente ao tomar conhecimento de um delito.
Conforme os dados divulgados, nestes cinco meses 57,2 toneladas de drogas foram apreendidas, grande parte destes entorpecentes seriam levados para outros estados. Já a Polícia Militar Ambiental (PMA) confeccionou 279 notificações ambientais, visto que fiscalizam e autuam qualquer cidadão que não esteja de acordo com a legislação. Em suas ações, além de cumprir a lei, a PMA garante a sustentabilidade do meio ambiente às gerações futuras.
O comandante-geral da PMMS, coronel Waldir Ribeiro Acosta, disse que tem conversado frequentemente com a tropa sobre as atividades de rotina, e orientado que as ações devem ser intensificadas. “Continuaremos atuando diuturnamente para manter a sensação de segurança em Mato Grosso do Sul, abordando pessoas e veículos em atitudes suspeitas com a finalidade de manter o nosso Estado no ranking dos mais seguros do país”, pontuou o coronel.
Maconha e celulares apreendidos com suspeito de receptação em MS (Foto: Polícia Civil/Divulgação)
Um rapaz foi preso na tarde de segunda-feira (4), em Dourados, a 214 quilômetros de Campo Grande, com carro e celular roubado de um casal no município. Com ele também foi apreendido 1,2 quilo de maconha, uma balança de precisão e ainda munições de calibre 38.
Conforme a polícia, o suspeito disse que um amigo deixou o carro na casa dele e lhe deu o telefone de presente.
De acordo com a Polícia Civil, o veículo encontrado com o suspeito foi roubado de um casal que teve a residência invadida por bandidos com luvas e toucas no sábado (2). As vítimas foram amarradas e os assaltantes vasculharam o imóvel. Eles fugiram levando o carro, R$ 3 mil e celulares.
Trabalho conjunto do Serviço de Investigações Gerais e do Núcleo Regional de Inteligência localizaram o carro roubado e o telefone. O rapaz foi preso em flagrante por receptação, tráfico de drogas e porte irregular de munição.
A polícia continua com investigações para identificar e prender os suspeitos do roubo.
Um policial civil aposentado de Mato Grosso do Sul, foi preso segunda-feira (21), na BR-463, em Dourados, por tráfico internacional de drogas.
Ele dirigia uma caminhonete e foi parado pela Polícia Federal (PF). Os policiais encontraram em uma mochila no capô do veículo, 4,3 quilos de cocaína e 2,1 quilos de pasta base.
Conforme a PF, o policial foi autuado em flagrante por tráfico internacional de drogas. A Polícia Civil não se manifestou sobre o caso.
Corpo foi encontrado na manhã desse sábado (19) em meio a lixo (Foto: Porã News)
Moradores da região da antiga estação ferroviária de Ponta Porã, encontraram na manhã desse sábado (19) o corpo de um homem, com idade entre 45 e 50 anos, que foi morto por três disparos de pistola 9 milímetros.
O homem, que ainda não foi identificado, foi localizado pelos moradores, que acionaram a polícia por volta das 8h. Essa é a sétima execução registrada na fronteira somente no mês de maio.
O corpo estava às margens de uma rua não asfaltada, próximo a um monte de lixo, vestindo calças jeans e uma camiseta azul, mas nenhum documento foi encontrado próximo a ele.
Para evitar que a população se aproximasse do local onde o corpo foi encontrado, a PM (Polícia Miliar) isolou o local e acionou a perícia. Segundo o Porã News, o corpo foi levado para o IML (Instituto Médico Legal) da cidade, onde irá esperar a identificação de algum familiar.
Outros casos – Nessa quinta-feira (17) um garagista também foi morto na cidade. Ele estava na frente da loja dele quando foi atingido por sete disparos, também de pistola 9mm.
Apesar de ter sido socorrido, o garagista não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital da cidade.
O corpo de Catalino Brites Martines, de 53 anos, foi encontrado carbonizado próximo à uma motocicleta, que também tinha sido incendiada, em Pedro Juan Caballero, no Paraguai. Segundo a esposa, há dias ele estava desaparecido.
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