terça-feira, 17 de março de 2026

Tempo seco é sinal de alerta para doenças respiratórias

Essa semana já começou com alerta amarelo do  Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) , um aviso para a umidade relativa do ar, que pode variar entre 30% e 20%, o que pode trazer consequências para a saúde humana. Isso porque sempre que as temperaturas aumentam e o ar fica mais seco, os problemas adversos se tornam mais recorrentes.

O clima seco afeta as defesas do corpo humano, como explica o médico otorrino da TOTUM Saúde, Dr. “Nesse período do ano, as mucosas perdem parte da capacidade de proteger o organismo de invasores como a poeira, fungos, os vírus e as bactérias porque ficam mais ressecadas, assim, a parede do sistema respiratório fica mais suscetível às infecções virais, bacterianas e fúngicas, e processos alérgicos ou ao agravamento de quadros de doenças crônicas preexistentes como a asma e a bronquite”, diz o especialista.

A boa notícia é que assim como é possível proteger a pele da exposição solar, nessa época do ano, também existe a possibilidade de amenizar os danos que o clima causa às vias aéreas. “A principal dica é sempre estimular a hidratação, mas, além disso, é indicado realizar a lavagem das narinas com soro fisiológico, recorrendo a vaporizadores e outros umidificadores para melhorar a umidade do ar e, se a ideia é não gastar, o velho truque da toalha molhada no quarto também costuma ajudar”, orienta o otorrino.  

Outro cuidado importante é com relação à prática de atividades físicas. É recomendado evitar fazer exercício físico nos horários mais quentes do dia e, se a umidade estiver muito baixa, é melhor deixar para o dia seguinte. Além disso, se houver algum desconforto constante, é preciso procurar ajuda médica. Afinal, pode haver alguma doença agravada pelas condições climáticas que merece acompanhamento especializado.

André Siqueira, médico otorrino da TOTUM Saúde, alerta para os cuidados que devem ser tomados para minimizar os impactos do clima seco. Seguem suas principais dicas:

1. Reforçar a hidratação:

  – Beber bastante água para manter o corpo hidratado.

2. Lavagem das narinas:

  – Utilização de soro fisiológico para limpar e umedecer as vias aéreas.

3. Uso de vaporizadores e umidificadores:

  – Melhorar a umidade do ar em ambientes internos.

4. Toalha molhada no quarto:

  – Coloque uma toalha molhada no quarto para ajudar a umidificar o ar.

5. Cuidado com atividades físicas:

  – Evitar exercício físico nos horários mais quentes do dia.

  – Se a umidade estiver muito baixa, considere adiar a atividade física para outro dia.

6. Procure ajuda médica:

  – Consulte um médico se houver desconforto constante ou sintomas agravados pelas condições climáticas.

 Fonte: Assessoria

A importância das vacinas na prevenção a doenças e preservação de vidas

Um estudo recente publicado na revista científica The Lancet revelou que, nos últimos 50 anos, as vacinas salvaram aproximadamente 154 milhões de vidas, o que representa uma média de seis pessoas por minuto. Os números reafirmam a importância dos imunizantes na prevenção de doenças e na proteção da saúde pública. Contudo, apesar desses avanços significativos, ainda há muitos desafios a serem enfrentados.

No Brasil, por exemplo, as taxas de cobertura vacinal estão abaixo do mínimo recomendado de 70% e do ideal de 90% para várias doenças. É o caso da febre amarela, que alcançou apenas 60,67% de cobertura em 2022, dado mais recente disponível. A doença, se não tratada, pode ser fatal.

Nesse contexto, o Dia Nacional da Imunização, celebrado em 9 de junho, serve para reforçar a necessidade de valorizar e aumentar a adesão às vacinas, que estão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) e também na rede privada.

Consultor do Sabin Diagnóstico e Saúde, o médico infectologista Marcelo Cordeiro explica que as vacinas são criadas por meio de processos científicos rigorosos.

“Inicialmente, os cientistas identificam o agente infeccioso causador de uma doença, seja um vírus ou uma bactéria. Em seguida, determinam qual parte desse agente é capaz de estimular uma resposta imunológica eficaz sem provocar a doença. Essas partes podem ser proteínas, fragmentos de DNA/RNA ou formas atenuadas ou inativadas do agente infeccioso.”

No Brasil, a imunização é acessível através do SUS, que oferece 19 vacinas recomendadas, e também na rede privada, onde a disponibilidade dos imunizantes varia conforme cada estabelecimento de saúde e pode incluir vantagens como atendimento móvel e a possibilidade de adquirir o serviço pela internet.

Na rede privada, existem imunizantes que não estão disponíveis no serviço público de saúde, como a vacina quadrivalente, que oferece proteção contra dois subtipos da Influenza A e dois da Influenza B. Em contraste, o imunizante disponível na rede pública é a trivalente, que protege contra dois subtipos da Influenza A e um da Influenza B.

SEGURANÇA

Nas últimas décadas, surgiram movimentos antivacina que ignoram os processos científicos e se opõem à imunização, representando um risco para a saúde pública. Marcelo Cordeiro esclarece como a eficácia e segurança das vacinas são asseguradas por órgãos reguladores como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“Vacinas são seguras. Antes de serem liberadas para o público, passam por um processo rigoroso de testes e avaliações. Durante os ensaios clínicos, são testadas em milhares de pessoas para assegurar sua segurança e eficácia. Mesmo após a aprovação, a segurança das vacinas é continuamente monitorada por sistemas de vigilância”, enfatiza o especialista.

O infectologista reforça ainda que reações adversas às vacinas são raras e que, quando ocorrem, são geralmente leves, podendo incluir dor no local da aplicação e febre baixa. Efeitos colaterais graves são extremamente raros. “Os benefícios das vacinas superam em muito os riscos. Elas salvam milhões de vidas todos os anos e são uma das intervenções médicas mais seguras que temos”, destaca ele.

IMUNIZAÇÃO EM MASSA

Um aspecto crucial da imunização é que, quanto maior o número de pessoas vacinadas, melhor. Isso se deve ao fato de que uma alta cobertura vacinal possibilita a chamada imunidade coletiva, que pode até erradicar doenças, como foi o caso da varíola no Brasil.

“Quanto maior a porcentagem da população imunizada, menor a probabilidade de surtos. Isso ocorre porque a doença encontra menos hospedeiros suscetíveis para se propagar. A vacinação em massa tem o potencial de erradicar doenças, como aconteceu com a varíola, ou reduzir drasticamente a incidência de outras, como a poliomielite e o sarampo”, ressalta o consultor médico do Sabin.

Fonte: Assessoria

Ministério da Saúde amplia vacinação contra a gripe em Mato Grosso do Sul

A partir de agora, todas as pessoas com mais de 6 meses de idade já podem se vacinar contra a gripe. O Ministério da Saúde anunciou a ampliação da campanha para todas as faixas etárias. A ministra da Saúde, Nísia Trindade, destacou a importância dessa medida. “A vacinação é essencial para proteger a saúde da população e evitar a propagação, especialmente durante as estações mais frias, quando a incidência da gripe tende a aumentar”.

Vale lembrar que a Região Norte do país iniciou a vacinação contra a gripe em novembro do ano passado, tornando-se pioneira nessa antecipação. Por esse motivo, essa região não está incluída nesta nova etapa da campanha.

Início da campanha em públicos prioritários aconteceu em março

A campanha de vacinação contra a gripe em 2024 começou mais cedo nas Regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste, com as vacinas sendo distribuídas para as Unidades Federadas e seus respectivos municípios logo no início de março, focada em grupos prioritários.

Com a ampliação, o Ministério da Saúde busca garantir uma maior cobertura vacinal e, consequentemente, uma redução nas complicações e internações causadas pela gripe. A vacinação é uma das ferramentas mais eficazes para evitar surtos e garantir a saúde da população durante as estações do outono e inverno.

Mesmo com a ampliação para todas as pessoas acima de 6 meses, o Ministério da Saúde ressalta a importância de proteger os grupos mais vulneráveis a complicações da gripe, como gestantes, puérperas, idosos, crianças menores de cinco anos e pessoas com comorbidades ou condições clínicas especiais.

Estados e municípios 

Com a ampliação da campanha, os estados e municípios têm autonomia para definir os públicos, de acordo com seus estoques de vacina.

Fonte: Ministério da Saúde

População de 78 cidades do Mato Grosso do Sul vai receber vacina contra dengue

Desde 2023, o Ministério da Saúde está em constante monitoramento e alerta para o aumento de casos de dengue no Brasil. Nesse cenário, a pasta coordenou uma série de ações para o enfrentamento das arboviroses, intensificou os esforços e reforçou a conscientização sobre medidas de prevenção.

Uma das iniciativas foi a incorporação da vacina contra a dengue, que será aplicada na população de regiões endêmicas, em 521 municípios, a partir de fevereiro.

Em Mato Grosso do Sul, 78 cidades receberão o imunizante, elas fazem parte das regiões de saúde Campo Grande, Dourados, Três Lagoas e Corumbá.

As regiões de saúde selecionadas atendem a três critérios: possuem pelo menos um município de grande porte, ou seja, mais de 100 mil habitantes, com alta transmissão de dengue registrada em 2023 e 2024, e com maior predominância do sorotipo DENV-2. Com isso, 16 estados e o Distrito Federal têm municípios que preenchem os requisitos para o início da vacinação a partir de 2024.

Serão vacinadas as crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos, faixa etária que concentra maior número de hospitalização por dengue – 16,4 mil de janeiro de 2019 a novembro de 2023, depois das pessoas idosas, grupo para o qual a vacina não foi autorizada pela Anvisa.

Esse é um recorte que reúne o maior número de regiões de saúde. O esquema vacinal será composto por duas doses, com intervalo de três meses entre elas.

Fonte: Ministério da Saúde

DENGUE: Cuidados básicos evitam proliferação do mosquito

Combinadas às altas temperaturas, as chuvas de verão impactam diretamente nos casos de doenças virais transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Apesar de amenizar o calorão sul-mato-grossense, o fenômeno favorece o acúmulo de água parada, condição ideal para a proliferação do vetor, e exige, consequentemente, maior atenção no combate à dengue.

De acordo com o Boletim Epidemiológico Dengue, divulgado pela SES (Secretaria de Estado de Saúde) na última quarta-feira (24), em 2024 foram registrados 1.019 casos prováveis da doença. Do total, apenas 146 foram confirmados.

Entre os 79 municípios do estado, Aral Moreira, Sete Quedas, Paranhos e Costa Rica classificam-se com alta incidência de casos prováveis até o momento. Além disso, 5 municípios apresentam incidência média, enquanto 48 atingem baixa incidência. 22 cidades ainda não registraram ocorrências de dengue.

Quando comparado ao mesmo período no ano anterior, Mato Grosso do Sul apresentou queda no índice de casos prováveis. Apesar da melhoria, é indispensável a sensibilidade de todos para evitar a proliferação do mosquito em prol da saúde e bem-estar social.

De acordo com Mauro Lúcio Rosário, coordenador de Controle de Vetores da SES (Secretaria de Estado de Saúde), a mobilização da população deve ser constantemente incentivada, visto que as residências são os principais locais de criadouro pelo acúmulo de água parada.

“Mais de 80% dos focos positivos do mosquito Aedes aegypti estão nas residências, em ralos, calhas, caixa-d’água destampadas, plantas com água, e a maior concentração dos problemas encontrados pelos agentes de combate às endemias são resíduos sólidos (lixo) desprezados conscientemente pela população dentro de suas casas”.

CUIDADOS

Além da dengue, o Aedes aegypti também é o mosquito transmissor de doenças como a Chikungunya e o Zika Vírus. Entre as medidas para controlar sua proliferação e evitar a contaminação, recomenda-se:

Evitar água parada, em qualquer época do ano, mantendo bem tampado tonéis, caixas e barris d’ água ou caixas d’água; Acondicionar pneus em locais cobertos; Remover galhos e folhas de calhas; Não deixar água acumulada sobre a laje; Encher pratinhos de vasos com areia até a borda ou lavá-los uma vez por semana; Fazer sempre a manutenção de piscinas.

Ainda, é importante ficar atento aos sintomas da dengue, que incluem febre alta, dor de cabeça intensa, dor nas articulações e erupção cutânea. Em casos mais graves, o paciente pode apresentar também dor abdominal, vômitos persistentes, diarréia, desânimo e sangramento de mucosa. Diante de dois ou mais desses sintomas, o indivíduo deve procurar a unidade de saúde mais próxima.

Em caso de dúvidas, entre em contato com o Plantão CIEVS Estadual através do disque-notifica pelos telefones: (67) 9 8477-3435, 0800-647-1650 ou (67) 3318-1823.

Fonte: Portal do MS

Anvisa concede registro definitivo à sexta vacina contra covid-19

A nova vacina contra covid-19 registrada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nesta segunda-feira (8), é fabricada pelo Instituto Serum, da Índia, e teve registro solicitado pela empresa brasileira Zalika Farmacêutica.

O imunizante poderá ser usado em pessoas a partir de 12 anos de idade, e será administrado em duas doses, com intervalo de 21 dias, e reforço após 6 meses, para maiores de 18 anos de idade.

A tecnologia empregada na vacina Zalika é chamada recombinante, por ter suas moléculas formadas pela combinação de duas fontes diferentes.

Nesse caso, o antígeno de proteína S (spike), uma substância capaz de promover resposta do sistema imunológico, e o adjuvante à base de saponina, que permite a mistura que potencializa a produção dos anticorpos. Essa forma de produção traz mais segurança para dentro da indústria farmacêutica, explica a Anvisa.

Segundo nota divulgada pela Anvisa, para ser registrada, a vacina apresentou eficácia na fase 3 de estudo, a última etapa antes da aprovação, com variação entre 79,5%, para estudo conduzido nos Estados Unidos na população entre 12 e 17 anos de idade, a 90,4%, em estudo nos Estados Unidos e México, na população adulta.

O novo imunizante é o sexto a receber o registro individual definitivo da Anvisa. Além dele, têm esse tipo de autorização as vacinas Comirnty Ipfizer/Wyeth, Comirnaty bivalente (Pfizer), Jansses Vaccine (Janssen-Cila), Oxford/Covishield (Fiocruz e Astrazeneca) e Spikevax bivalente. Também têm registro definitivo na forma do consórcio Covax Facility, as vacinas Pfizer/Biontech, Astrazeneca, Janssen, Moderna, Sinopharm, Sinovac.

A CoronaVac (Butantan) também é autorizada para uso no país, mas apenas para modalidade emergencial. Outra forma de autorização existente é a de importação excepcional concedida atualmente apenas à vacina Sputnik, já que a Covaxin chegou a ter essa modalidade de autorização, mas foi suspensa em julho de 2021.

De acordo com a Anvisa, a vacina recombinante Zalika é monovalente para o vírus SarsCov-2 original e ainda não é capaz de imunizar contra a variante XBB 1.5, conforme a atual recomendação feita pela Organização Mundial da Saúde (OMS), por isso ainda passará por atualização este ano, para cumprir um termo firmado entre o órgão regulador brasileiro e a farmacêutica.

Para ser incorporada ao Programa Nacional de Imunizações (PNI), mantido pelo governo federal, a vacina recombinante Zalika ainda precisará passar por uma avaliação do Ministério da Saúde.

Fonte: Agência Brasil

Mato Grosso do Sul registra aumento de cobertura vacinal em 2023

Mato Grosso do Sul aumentou a cobertura da vacina contra a DTP (difteria, tétano e coqueluche), com números que saltaram de 76% no ano passado para 79,2% neste ano.

Também houve crescimento nas aplicações da poliomielite que, em 2023, registraram 80,3% frente a 77,2% em 2022; e da 1ª dose da tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), que saltou de 91,8% no ano passado para 95,1% neste ano.

A vacina contra a febre amarela, indicada aos nove meses de idade, registrou avanço passando de 71,3% para 73,5%. Os dados divulgados pelo Ministério da Saúde são preliminares e correspondem ao período de janeiro a outubro de 2023, comparados com todo o ano de 2022.

 

Aumento foi registrado em todo o Brasil

 

A nível nacional, oito vacinas recomendadas do calendário infantil apresentaram aumento nas coberturas vacinais. Para as crianças com um ano de idade, os imunizantes contra hepatite A, poliomielite, pneumocócica, meningocócica, DTP (difteria, tétano e coqueluche) e tríplice viral 1ª dose e 2ª dose (sarampo, caxumba e rubéola) registraram crescimento. Também houve aumento na cobertura da vacina contra a febre amarela, indicada aos nove meses de idade.

Fonte: Ministério da Saúde

Quinta onda de calor no país acende alerta para prática de exercícios

Pela quinta vez no ano, parte do Brasil se depara com uma onda de calor prevista para atingir marcas próximas a 40 °C entre 14 e 20 de dezembro, próximo da chegada do verão que acontecerá no dia 22 de dezembro.

Estados como Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins estão sob alerta devido à presença de uma massa de ar extremamente quente, capaz de reduzir drasticamente a umidade do ar.

Este fenômeno, já registrado em agosto, setembro, outubro e novembro deste ano, levanta novamente preocupações quanto à prática de exercícios físicos durante o período. Afinal, o calor intenso e a baixa umidade do ar conseguem geram desconforto nas vias aéreas, pele e mucosas, o que podem aumentar a incidência de doenças pulmonares, dores de cabeça, rinites alérgicas, sangramento nasal, garganta seca e irritada, sensação de areia nos olhos, ressecamento da pele e inflamações na mucosa nasal, afetando especialmente pessoas com doenças crônicas pulmonares ou alérgicas.

Além disso, o calor intenso e a baixa umidade do ar também impactam os músculos e o desempenho durante a prática de exercícios. Vinícius Ribeiro, professor de educação física e diretor nacional de operações da Bluefit, destaca a importância de adaptar a rotina de treino, buscar ambientes climatizados, manter a hidratação constante, realizar lavagem nasal, optar por bebidas isotônicas e assegurar a limpeza e umidade adequada nos locais de prática física.

“Enfrentamos esse momento desafiador várias vezes neste ano, com isso nosso corpo, especialmente para aqueles que mantêm uma rotina de treino, desenvolve certa resistência. Ainda assim, é essencial adotar medidas preventivas e ajustar a intensidade dos exercícios, além de incorporar novos hábitos à rotina. Tudo isso é necessário para ficar longe de doenças pulmonares, alérgicas e crônicas”, enfatiza Ribeiro, diretor nacional de operações da Bluefit e professor de educação física.

Cuidados para prática de exercícios durante onda de calor:

1. Hidratação inteligente:

Aumente o consumo de água e isotônicos para garantir a saúde das vias aéreas, pele e mucosas, evitando a desidratação e potencializando os resultados do treino.

2. Adapte-se ao calor:

Respeite seu corpo, diminua a intensidade do treino e considere mudanças para amenizar o desconforto causado pelo calor e baixa umidade do ar. Se necessário, busque orientação médica.

3. Ambiente livre de impurezas:

Priorize locais limpos e livres de poeira, ácaros e sujeira para evitar problemas respiratórios causados pela concentração de poluentes no ar devido à baixa umidade.

4. Climatização e umidificação:

Opte por ambientes climatizados ou umidificados, como nas academias Bluefit, para manter uma temperatura ideal e evitar desconfortos durante o exercício. A climatização contribui para a produtividade e o conforto do corpo.

Fonte: Assessoria

UBS Vila Vargas tem ação especial de vacinação neste sábado

O Núcleo de Imunização da Sems (Secretaria Municipal de Saúde) leva para a Vila Vargas mais uma etapa da ação MS Vacina Mais. Neste sábado (2), a equipe da Unidade Básica de Saúde de Vila Vargas vai fazer atendimento das comunidades urbana e rural.

O objetivo da ação é manter atualizada a carteira de vacinação de todas as vacinas disponibilizadas pelo PNI (Plano Nacional de Imunizações), incluindo influenza e covid-19, que entra no calendário anual.

“Temos essa preocupação em relação à vacinação contra gripe e covid-19, mas estaremos com doses de outros imunizantes para que as pessoas possam seguir protegidas contra diversas doenças, principalmente para estudantes e gestantes”, explica o gerente do Núcleo de Imunização, Edvan Marcelo Marques.

O atendimento na UBS de Vila Vargas começa às 7h e segue até 17h.

Fonte: Assecom

Vacina contra Covid-19 será incluída no Programa Nacional de Imunizações

No período mais crítico da pandemia da Covid-19, o número de mortes diárias no país chegou a passar de 4 mil. Com o início da vacinação, em janeiro de 2021, a média diária de óbitos foi caindo gradualmente conforme o avanço na imunização e hoje está em torno de 40 mortes.

As vacinas monovalentes e a bivalente estão disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde de Dourados e também nas campanhas promovidas pelo Núcleo de Imunização da Sems (Secretaria Municipal de Saúde).

A partir de 2024, a dose da vacina contra a covid-19 passará a fazer parte do Programa Nacional de Imunizações (PNI). A recomendação do Ministério da Saúde é que estados e municípios priorizem crianças de 6 meses a menores de 5 anos e grupos com maior risco de desenvolver formas graves da doença: idosos; imunocomprometidos; gestantes e puérperas; trabalhadores da saúde; pessoas com comorbidades; indígenas, ribeirinhos e quilombolas; pessoas em instituições de longa permanência e trabalhadores; pessoas com deficiência permanente; pessoas privadas de liberdade; adolescentes e jovens cumprindo medidas socioeducativas; funcionários do sistema de privação de liberdade; e pessoas em situação de rua.

“É uma mudança importante, alinhada com a Organização Mundial da Saúde [OMS], em que a vacina contra a covid-19 passa a incorporar o nosso Programa Nacional de Imunizações. A vacina passa a ser recomendada no calendário de crianças. Para todas as crianças nascidas ou que estejam no Brasil, com idade entre 6 meses e menores de 5 anos, a vacina passa a ser obrigatória no calendário vacinal”, destacou a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do ministério, Ethel Maciel.

“Além disso, alinhados com a recomendação da Organização Mundial da Saúde recente, a gente passa a incorporar a dose no calendário anual de vacinação para grupos prioritários”. A secretária lembrou ainda que a vacina bivalente segue disponível em todo o país, e recomendou que quem ainda não recebeu a dose este ano busque a imunização. “A vacina vai ser anual. Se a pessoa tomou a dose deste ano, já está com a dose em dia. Essa é a recomendação da Organização Mundial da Saúde agora, dose anual”.

Vacina bivalente contra covid-19 (Foto: Pfizer Canadá)

VACINA SEGURA

“Como sempre fazemos em outras campanhas, abrimos para grupos prioritários e, depois, havendo sobra de vacina, a gente abre para os demais. Essa tem sido sempre a recomendação do Ministério da Saúde. A gente vai focar nos prioritários porque o principal foco da doença agora, no mundo inteiro, é diminuição de gravidade, hospitalização e óbito”, destacou Ethel.

“Temos já elementos muito robustos e contundentes que indicam a segurança e a efetividade da vacina. No Brasil, tínhamos 4 mil pessoas morrendo todos os dias por covid. Hoje, temos 42. Essa é a maior prova da efetividade da vacina”.

“Para os adultos em geral, pessoas que são imunocompetentes, como nós falamos quando não há uma doença de base, as doses que você tomou ainda te protegem. Você ainda tem proteção contra a gravidade da doença”, conclui.

Fonte: Assecom

Com informações da Agência Brasil

Hipertrofia muscular previne doenças cardiovasculares, câncer, diabetes e doenças respiratórias crônicas

Um estudo inovador, liderado por um cientista da Universidade de Auburn nos Estados Unidos, publicado na revista científica Physiological Reviews, mostra que a hipertrofia e a diminuição da perda de massa muscular, são a chave para a longevidade e prevenção de doenças graves como, por exemplo, problemas de cardiovasculares, câncer, diabetes e enfermidades respiratórias crônicas, que fazem parte das chamadas Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT).

O estudo desvendou que o treinamento com pesos, seja por meio de equipamentos especializados ou uso da própria carga corporal, estimula uma série de mecanismos fisiológicos no organismo, que geram o crescimento de músculos (hipertrofia) e previnem a perda de massa muscular.

Esses estímulos, são capazes de gerar síntese proteica elevada, o que colabora para melhorar a qualidade de vida e bem-estar, também aumentando a longevidade e prevenindo contra as doenças que mais afetam a população.

“A pesquisa mostra que é essencial compreender os métodos que influenciam a hipertrofia muscular, resultante do treinamento com sobrecarga. Esse conhecimento contribui para indicar os tratamentos mais eficazes, visando preservar ou aumentar a massa muscular, além de indicar a nutrição que requer para hipertrofia. Além disso, o estudo demonstra que os benefícios da hipertrofia muscular e a diminuição da perda de massa muscular vão além da estética, uma vez que são aliados na promoção da longevidade e prevenção das doenças que mais afetam a população”, explica Nozelmar Junior, professor universitário da disciplina de Anatomia e Fisiologia Humana, Fisiologia do Exercício e Treinamento Resistido.

Segundo o Ministério da Saúde (MS), as chamadas Doenças e Agravos Não Transmissíveis (DANT), que abrangem problemas cardiovasculares, câncer, diabetes e doenças respiratórias crônicas, juntamente com acidentes e violências, estão lançando uma sombra sobre o cenário da saúde.

Em um sombrio retrato de 2019 no Brasil, constatou-se que 54,7% dos óbitos registrados no país foram resultado de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), enquanto 11,5% foram causados por agravos. Alarmantemente, o Brasil testemunhou mais de 730 mil falecimentos devido a DCNT no mesmo ano. Desses, expressivos 308.511 (41,8%) ocorreram prematuramente, alertando para a urgência de ações eficazes na prevenção e no controle dessas enfermidades silenciosas que assolam nossa população.

“No mundo todo, as Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) representam as principais causas de mortalidade. A pesquisa aponta o treinamento com pesos como aliado no combate a essas enfermidades e no auxílio à longevidade da população, além de ser um recurso potencial para as políticas públicas de prevenção das doenças que mais afetam a população”, completa Nozelmar Junior, Gerente de Musculação e Produtos da Bluefit.

BRASIL E DCNT

De acordo com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), desde o ano de 2021, o Brasil participa do “Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas e Agravos Não Transmissíveis (DANT) no Brasil, 2021-2030 (Plano de DANT).

O Plano é uma ferramenta norteadora das ações e políticas de saúde, além de representar o reforço e renovação do compromisso do governo até o final da próxima década, com objetivo de combater e prevenir as doenças graves que mais afetam a população.

Ao todo, são 226 ações estratégicas a serem realizadas pelo Ministério da Saúde, os Estados, o Distrito Federal e os municípios, juntamente com 23 metas e indicadores de resultados para o monitoramento do impacto das ações.

Apresenta-se como diretriz para a prevenção dos fatores de risco das DANT e para a promoção da saúde da população, visando impedir desigualdades em saúde.

  Fonte: Assessoria

Governo Federal libera cerca de R$27 milhões para viabilizar pagamento do piso da enfermagem no MS

Ministério da Saúde efetuou, em agosto, o primeiro repasse do recurso complementar para estados e municípios efetivarem o pagamento do piso nacional da enfermagem. O Governo Federal garantiu R$ 7,3 bilhões para viabilizar o piso aos profissionais da categoria. O primeiro pagamento é referente a quatro parcelas – maio, junho, julho e agosto – transferido fundo a fundo aos gestores estaduais e municipais. Ao todo, são nove etapas em 2023, incluindo o 13º salário. Para o Mato Grosso do Sul, já foram repassados R$26.978.116,00, sendo R$4,6 milhões para a gestão estadual e o restante para 74 municípios.

O repasse de recursos da União para o pagamento do Piso Nacional de Enfermagem em todo o país é resultado da construção coletiva conduzida pelo Governo Federal. Ministério da Saúde, Casa Civil e as Secretarias Geral e de Relações Institucionais da Presidência da República mantiveram diálogo constante com a categoria e suas entidades representativas, em especial o Fórum Brasileiro da Enfermagem. Gestores estaduais e municipais foram vozes ativas nas decisões quanto ao levantamento de dados, critérios para o repasse dos recursos e metodologia adotada.

Mais de 97% das prefeituras foram contempladas a partir do cadastro realizado na plataforma InvestSUS. Dos 5.570 municípios do país, apenas 117 não informaram profissionais que necessitam de auxílio federal para complementação do piso. A tabela com valores a serem repassados a cada um dos estabelecimentos públicos e privados que dedicam ao menos 60% dos seus serviços ao SUS pode ser consultada no portal do Fundo Nacional de Saúde (FNS) pelo número do CNES. Também está disponível aos gestores, pela plataforma InvestSUS, os registros dos profissionais que fazem jus ao complemento do piso e os respectivos valores.

Cartilha produzida pelo Governo Federal detalha o histórico de aprovação do piso, contando as decisões do STF, e responde as principais dúvidas sobre o pagamento do valor complementar.

O documento está disponível no site do Ministério da Saúde.

Fonte: Gov.br

Vacinação brasileira é modelo para o mundo, mas enfrenta desafios

Prevenir contra o sarampo uma criança da Terra Indígena Bacurizinho, no Maranhão. Vacinar contra a pneumonia um idoso acamado em casa, no Complexo da Penha, no Rio de Janeiro. Proteger da raiva um adolescente ferido por um morcego silvestre na zona da mata mineira. Imunizar um bebê contra o tétano ainda na barriga da mãe.

Aplicar centenas de milhões de doses de vacinas por ano em mais de 5 mil municípios. Fazer tudo isso de forma gratuita e segura foi o que tornou o Programa Nacional de Imunizações [PNI] do Brasil o maior do mundo e uma referência até mesmo para países desenvolvidos.

Há 50 anos, o PNI cumpre a ambiciosa missão de vacinar uma enorme população dispersa num território continental chamado Brasil, profundamente marcado pela diversidade de culturas e cenários, e também pela desigualdade de condições de vida. Ao longo do mês de setembro,

Apesar de ser considerado o maior programa de vacinação público e gratuito do mundo, com 20 vacinas que eliminaram doenças importantes como a poliomielite, o tétano neonatal e a rubéola congênita, o programa completa meio século de vida lutando para reverter retrocessos que levaram as coberturas vacinais de volta aos níveis dos anos de 1980. Pesquisadores veem com otimismo o novo momento vivido pelo programa, mas apontam que há um longo caminho a ser percorrido.

SUS

Consultora da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e ex-coordenadora do PNI, Carla Domingues destaca que o programa se fortaleceu porque foi considerado uma política de Estado, tendo se estruturado desde a ditadura militar e passado por diferentes governos democráticos. A robustez conquistada, porém, veio principalmente na década de 1990, a partir da criação do Sistema Único de Saúde (SUS).

“O PNI foi um exemplo de sucesso porque todos os princípios do SUS foram efetivamente consolidados. Começando pela universalidade, que define que todas as vacinas cheguem a toda a população brasileira, seja ela dos grandes centros, cidades médias, população ribeirinha ou indígena”, afirma Carla Domingues, que esteve à frente do programa brasileiro por 13 anos.

“A história de sucesso vai até 2016. Hoje, infelizmente, nossos indicadores estão sendo comparados a países como Haiti e Venezuela. Infelizmente, deixamos de ser modelo. O grande desafio é voltar a estabelecer essa confiança que a gente teve por mais de quatro décadas, com a população brasileira sendo responsável e comparecendo aos postos de vacinação”.

Um ponto importante que o PNI introduziu no país, explica a especialista, foi a participação dos estados e municípios nas políticas de imunização, com atribuições definidas para cada uma das esferas do governo. A compra centralizada e em larga escala de vacinas para todo o país por parte do governo federal, também garantida a partir do programa, foi essencial para que todas as populações pudessem ser vacinadas, independentemente da saúde financeira ou prioridade orçamentária de seus estados.

“Até a década de 1970, os programas da varíola, da pólio e da rubéola faziam suas compras, e não havia uma política nacional de aquisição de vacinas. E para doenças como sarampo, difteria, tétano e coqueluche, os estados que tinham recursos faziam programas estaduais. Isso não tinha impacto para a eliminação das doenças. Com compras centralizadas, distribuição e aplicação descentralizadas, garantia de fornecimento e toda uma cadeia de transporte e logística, você conseguiu implementar essa política de vacinação”.

Calendários para todos

Toda essa estrutura permitiu que o programa saísse das quatro vacinas ofertadas na década de 1970 para 20 vacinas disponíveis hoje, com calendários para crianças, adolescentes, adultos, gestantes e campanhas de grande porte como a vacinação anual contra o Influenza.

Esses motivos fizeram com que o Brasil sempre fosse convidado a apresentar suas experiências nas reuniões da Organização Pan-Americana de Saúde, lembra Carla Domingues, que acrescenta que o país também implementou de forma célere as recomendações e os compromissos debatidos no organismo internacional.

“O Brasil serviu de modelo quando a organização mostrava os casos de sucesso e, principalmente, pelos desafios, sendo um país tão grande, com populações tão dispersas e em condições geográficas tão diferentes.”

A presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Monica Levi, concorda que, apesar de cada país ter suas características, o Brasil era um modelo. Ela destaca que, da mesma forma, outras experiências internacionais podem agregar estratégias no enfrentamento de desafios, como o antivacinismo.

“O Brasil é um país que serve de modelo por ter um êxito nas coberturas vacinais por vários e vários anos, o que não é mais uma realidade agora”, conta Mônica.

“É importante ver como outros países enfrentaram as crises de confiança e conseguiram contornar a situação. Mas o que acontece em um país em termos de hesitação vacinal nem sempre é o mesmo que em outros”, afirma a especialista apontado exemplos como o Japão e a Austrália, que enfrentaram fortes movimentos antivacina contra o imunização anti-HPV.

A SBIm, a Fundação Oswaldo Cruz e o Ministério da Saúde têm trabalhado juntos em um projeto de reversão das baixas coberturas vacinais que obteve bons resultados no Amapá e na Paraíba, envolvendo as comunidades e os líderes comunitários na mobilização pró-vacinas. Esses resultados têm norteado as campanhas de multivacinação que devem chegar a todos os estados até o fim do ano.

“Já vejo melhora, mas não para todas as vacinas. Sou otimista e acredito que vamos conseguir recuperar nossa cobertura vacinal e voltar a ser como éramos antes. Já tivemos uma melhora em 2022, mas ainda não estamos perto de atingir o que a gente precisa. Ainda tem muito trabalho pela frente”.

Fonte: Agência Brasil

Oficina regional do Programa de Equidade no SUS chega a Campo Grande nesta quarta

Campo Grande recebe, nesta quarta (30) e quinta-feira (31), a oficina regional do Programa Nacional de Equidade de Gênero, Raça, Etnia e Valorização das Trabalhadoras no SUS. A capital sul-mato-grossense é a segunda a receber a oficina, que teve a sua primeira edição realizada em São Paulo. O evento tem o objetivo de prospectar as prioridades – com gestores, trabalhadores, universidades e movimentos sociais –, para o desenvolvimento de ações estratégicas e políticas públicas relacionadas à equidade nos estados e municípios.

Além de mapear as necessidades e prioridades regionais, as oficinas buscam constituir e fortalecer redes multiplicadoras de promoção de equidade vinculadas ao trabalho no SUS e discutir conjuntamente conceitos, ações, fluxos, discussões e identificação de estruturas de gestão e ações de comunicação e educação voltadas para a equidade na rede pública de saúde. As próximas cidades a receberem o projeto são Salvador (BA), Manaus (AM) e Porto Alegre (RS).

A iniciativa do Ministério da Saúde é coordenada pela Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, em parceria com o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS). A realização das oficinas também possibilitará a implementação, o monitoramento e a avaliação das ações estratégicas do Programa Nacional de Equidade. As informações levantadas subsidiarão o desenvolvimento de pesquisas científicas e tecnológicas sobre a temática.

Lançado em março de 2023 pelo Governo Federal, o Programa Nacional de Equidade prevê o lançamento de chamadas públicas para seleção e execução de projetos; a criação de ofertas educacionais sobre o tema; formação de gestores e trabalhadores sobre equidade de gênero no âmbito do trabalho no SUS; disponibilização de aplicativo para 100% dos municípios brasileiros; e mostra nacional de experiências de enfrentamento das iniquidades na rede pública de saúde.

Fonte: Portal Gov.br

Ministério da Saúde une Xuxa e Zé Gotinha em campanha de multivacinação

Para reforçar a importância da vacinação, especialmente em crianças e adolescentes, o Ministério da Saúde lançou, na última semana, a campanha nacional de multivacinação. Para impulsionar os índices de imunização, a pasta uniu dois ícones no vídeo oficial que está sendo exibido em TV aberta, locais de grande circulação e nas redes sociais: a apresentadora Xuxa Meneghel e o Zé Gotinha.

A Rainha dos Baixinhos é uma das embaixadoras do Movimento Nacional pela Vacinação, mobilização nacional do Governo Federal pela retomada das altas coberturas vacinais do Brasil. A campanha reforça a segurança dos imunizantes e a importância de manter a carteirinha de vacinação atualizada.

No filme, o Zé Gotinha procura a Xuxa para juntos convocarem baixinhos e baixinhas para o Movimento Nacional pela Vacinação. Durante a viagem na nave recriada da apresentadora com efeitos especiais e animação em 3D, eles comentam que algumas doenças voltaram a atingir o público-alvo.

MOBILIZAÇÃO

A iniciativa é mais uma estratégia do Ministério da Saúde para aumentar os índices de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos em uma mobilização nacional que une entidades civis, científicas, influenciadores, artistas e instituições ligadas ao tema. A vacinação é o principal caminho para manter o Brasil livre do risco do retorno de doenças já eliminadas, como a poliomielite.

“O nosso país era o mais respeitado do mundo quando se falava em vacinação, mas com a queda das coberturas vacinais nos últimos anos, nós temos, infelizmente, o risco de reintrodução de doenças que estavam eliminadas no Brasil. Por isso, precisamos proteger as nossas crianças e os nossos adolescentes. Temos uma responsabilidade fundamental, algo definido no estatuto da criança e do adolescente como um direito. O direito à vacina é o direito à proteção, é o direito à vida que não pode ser negado”, destaca a ministra da Saúde, Nísia Trindade.

Vídeo com Xuxa e Zé Gotinha está sendo vinculado na TV e redes sociais (Reprodução: Ministério da Saúde)

DOURADOS

Para melhorar a proteção pelas vacinas em crianças e adolescentes que residem no município, o Núcleo de Imunização da Sems (Secretaria Municipal de Saúde), tem buscado expandir os locais de vacinação e os horários de atendimento nas Unidades Básicas de Saúde.

De acordo com o gerente do NI, Edvan Marcelo Marques, apesar dos postos itinerantes, a orientação é para que pais e responsáveis, sempre que possível, levem seus filhos às UBSs, onde são ofertadas todas as vacinas do PNI (Plano Nacional de Imunizações). “Sabemos da importância das crianças e adolescentes estarem com o calendário de vacinação atualizado e a maneira mais eficaz de acompanharmos isso é nas Unidades de Saúde, por isso essa recomendação. Nos postos itinerantes, aplicamos vacinas contra a covid-19 e influenza nestas faixas etárias, mas as vacinas de rotina o melhor é ir aos postos de saúde”, explica.

Em Dourados, as Unidades de Saúde funcionam de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17h.

Nesta semana, estão programadas ações de vacinação nas feiras livres do Parque dos Ipês, nesta terça-feira (22), no Ceper 1º Plano, na quarta (23), as duas entre 16h e 19h. Também no sábado (26), na Feira Central, entre 10h e 14h.

Fonte: Assecom