Junior Rodrigues acompanhado por ministros, prefeita e vereadores de Dourados (Foto: Divulgação)
Em viagem a Brasília, acompanhando a prefeita Délia Razuk (PR), o vereador Junior Rodrigues (PR) cumpriu agenda ontem (30), onde se reuniu com os ministros do Planejamento Desenvolvimento e Gestão, Esteves Colnago Junior, e da Educação, Rossieli Soares da Silva.
Durante o encontro, discutiram sobre a liberação de verbas para escolas e CEIMs, e de recursos para investimentos na área da saúde.
Já para pauta dessa quarta-feira (31), Junior, acompanhado pelos vereadores Cirilo Ramão (MDB) e Pedro Pepa (DEM), tem agenda marcada com o secretário de Governo da presidência da república, ministro Carlos Marun.
Ainda está previsto um encontro com a deputada federal Tereza Cristina (DEM), onde solicitarão emendas para pavimentação de bairros em Dourados.
Em vídeo divulgado ontem (29), nas redes sociais o juiz aposentado Odilon de Oliveira (PDT) agradeceu os 616 mil eleitores sul-mato-grossenses que lhe confiaram o voto ao cargo de governo do Estado. Ele perdeu a eleição contra o atual governador reeleito, por 60.888 votos, que equivale à 4.7% de diferença. Reinaldo Azambuja (PSDB) ficou com 677.310 votos e Odilon com 616.422 votos.
Fortalecimento
No vídeo de quase 2 minutos, o ex-candidato se considera fortalecido com o resultado da eleição e atribuiu sua derrota nas notícias falsas que circularam durante a campanha eleitoral e na força política do governador reeleito. “Perdemos não para o adversário, mas para o peso da máquina administrativa e para o fake news”, afirmou.
Futuro
Encerrando os agradecimentos, Odilon não descartou sua participação direta nas próximas eleições nos próximos quatro anos. “Voltaremos em 2020 e 2022, com aquela mesma bandeira, a bandeira da lisura, a bandeira da transparência e a bandeira da honestidade”, disse.
Balanço
Dos 79 municípios do Mato Grosso do Sul, o juiz Odilon venceu em 16 localidades, incluindo Dourados e Três Lagoas, considerados dois principais colégios eleitorais do Estado, segundo e terceiro respectivamente. O maior é Campo Grande, onde vitória ficou com Azambuja, que obteve 243.742 votos, contra 215.193 de Odilon.
Mais balanço
Além de Dourados e Três Lagoas, Odilon de Oliveira também venceu nos seguintes municípios: Anastácio, Anaurilândia, Aparecida do Taboado, Batayporã, Camapuã, Costa Rica, Deodápolis, Guia Lopes da Laguna, Itaquiraí, Ivinhema, Jardim, Naviraí, Nova Andradina e Novo Horizonte do Sul.
Dourados e Três Lagoas
Em Dourados, segunda maior cidade do MS, o juiz Odilon venceu com 55.231 (50.54%) votos. Já Reinaldo obteve 54.55 (49.46%). A diferença entre os dois candidatos foi de 1.176 votos. Já em Três Lagoas, Odilon venceu com 27.122 votos (56.44%). Reinaldo conquistou 20.934, que equivale a 43.56%.
Audiência pública
Acontece hoje (31), às 19h, na Câmara de Dourados, a audiência pública “A vida está em suas mãos”, em alusão ao Outubro Rosa e Novembro Azul, meses de combate ao câncer de mama e próstata. O evento, de proposição dos vereadores Juarez de Oliveira (MDB) e Daniela Hall (PSD), tem o objetivo de promover a consciência sobre a importância da prevenção.
Prefeitura esclarece
A Prefeitura de Dourados emitiu nota de esclarecimento à imprensa, com relação a “Operação Pregão”, deflagrada nesta manhã, na Secretaria Municipal de Fazenda e no Departamento de Licitação do Município de Dourados. Veja na íntegra:
Nota de Esclarecimento
Hoje foi deflagrada na Secretaria Municipal de Fazenda e no Departamento de Licitação do Município de Dourados, bem como em diversos outros locais do Estado, procedimentos de busca e apreensão que buscam instituir investigação sobre eventuais fraudes. A administração pública municipal, sempre comprometida com a lisura e transparência em sua gestão, se colocou à inteira disposição do Ministério Público para que os trabalhos possam ocorrer na máxima tranquilidade, certos de que a obediência às normas legais deverão sempre prevalecer, sendo este o compromisso da prefeita municipal.
A defesa do ex-presidente Lula deve usar o convite feito por Jair Bolsonaro a Sergio Moro para o governo para reforçar em órgãos internacionais a tese de parcialidade do juiz contra o petista, segundo a colunista Mônica Bergamo, do jornal “Folha de S. Paulo”.
Nesta terça-feira (30), Moro disse que se sentiu “honrado” com o convite para comandar o Ministério da Justiça ou compor o Supremo Tribunal Federal (STF) na gestão de Bolsonaro.
Segundo o jornal, na próxima semana, Moro ouvirá mais testemunhas contra Lula no caso do sítio de Atibaia. No dia 7 de novembro, Emílio Odebrecht presta depoimento. Já em 9 de novembro, ouvirá Léo Pinheiro, da OAS. No dia 14, será a vez do ex-presidente Lula.
De acordo com a coluna Painel, da “Folha”, a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, defendeu que Sergio Moro se dê por impedido de atuar nos casos de Lula. “Só de considerar já mostra que ele sempre teve lado. Isso deveria ser fato primordial para Moro se considerar impedido”, afirmou Gleisi ao jornal.
A atriz Fernanda Montenegro, de 89 anos (Foto:AgNews/Francisco Cepeda)
A atriz Fernanda Montenegro, de 89 anos, que foi ameaçada de morte durante a ditadura militar, falou ao UOL pela primeira vez sobre Jair Bolsonaro, eleito presidente do Brasil em segundo turno no último domingo (28).
“Eu não posso falar sobre o futuro. Eu posso falar sobre o presente. Ele não está lá por um milagre. Os brasileiros votaram mais nele do que no outro candidato. A pergunta é: corresponderá este homem a este voto de credibilidade que a maioria deu a ele?”, disse a atriz ao UOL.
Para Fernanda, quem votou no candidato do PSL não quer exatamente a volta do autoritarismo, mas, sim, que a sociedade melhore.
“Não acredito que quem deu um voto a ele exija que ele vire um fascista enlouquecido, porque se isso acontecer, haverá uma reação. Senão estaríamos em um regime militar até hoje. Demorou muito para acabar [a ditadura], mas acabou.”
“Eu não quero falar de Bolsonaro, eu quero falar sobre este voto de credibilidade para que todo um atendimento social exista. Que a saúde exista, o saneamento básico, a creche, os empregos existam. [Ele] Está chegando ao poder porque existem milhões de desempregados”, afirmou.
Fernanda continuou: “Eu sei que, se não houver uma correspondência, uma harmonia e um atendimento nas necessidades sociais, [a credibilidade] pode parar no meio do caminho.”
O presidente Michel Temer participa em São Paulo da 18ª Conferência Internacional Datagro (Foto: Reprodução/TV Globo)
Um dia após o segundo turno das eleições presidenciais e para governador, realizadas no domingo (28), o presidente da República, Michel Temer, defendeu que o governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), seja de continuidade e que faça as reformas que ainda precisam ser feitas para o crescimento do país.
Temer defendeu ainda que a Constituição brasileira deve ser “rigorosamente” cumprida em busca da harmonização das relações sociais e que a oposição tenha um papel de fiscalização, e não “político”.
“Vamos entrar agora em num momento de transição. Estamos com tudo formatado para que o próximo governo receba tudo o que nós realizamos e vamos insistir pra que não haja descontinuidade, pelo contrário, para que haja continuidade, e ainda há aquilo que há de ser feito”, disse Temer a empresários em São Paulo, ao participar da abertura de um evento do setor agrícola e energético.
“Vejo com muita alegria que vários setores do governo eleito já dizem que certas coisas tem que continuar. Mais do que nunca, estamos cientes de que, para ter estabilidade social, política, pacificação é preciso cumprir rigorosamente a Constituição . E quando você abre a Constituição e vê o seu contexto, você verifica que ela existe para regular as relações sociais e para harmoniza-las, nunca para desarmoniza-las”, afirmou o presidente.
Papel da oposição
Ao falar sobre o resultado das urnas, durante o discurso, Temer afirmou que o país, após o período eleitoral, entra em um período político-administrativo, “em que a obrigação que a Constituição impõe aos eleitos e não eleitos” é de respeito.
“E, dentro do momento político administrativo, a obrigação que a Constituição nos impõe, aos eleitos e aos não eleitos, porque os não eleitos também foram votados, os vencedores e os que não ganharam foram objeto de manifestação da soberania popular. E a Constituição toda diz: você que é a maioria governa respeitando o direito da minoria, e a minoria não pode atrapalhar a maioria. Então, em um sistema democrático, é fundamental que haja oposição, a oposição ajuda a fiscalizar”, defendeu Temer.
Segundo ele, “a oposição não pode ter um significado político, e no Brasil ela tem um significado político. Ou seja, se eu perder a eleição, o meu dever é destruir o governo que foi eleito. Este não é o significado jurídico de situação e de oposição na democracia. Na democracia, você tem atos de governo, que podem ser contestados, mas tem os atos de estado”. Segundo Temer, não deve haver oposição política.
“Isso não pode mais acontecer no Brasil. Estamos em um momento que temos que recuperar esse fenômeno, no momento de todos saberem que estamos num mesmo time, e o time se chama Brasil”, afirmou o presidente.
Desenho viralizou nas redes sociais após as eleições. (Foto: Thereza Nardelli/Arquivo pessoal)
Após o resultado do pleito que elegeu Jair Bolsonaro (PSL) o presidente do país neste domingo (29), um desenho que retrata uma rosa e mãos dadas, com a frase “Ninguém Solta a Mão de Ninguém”, tomou conta das redes sociais
A frase foi dita pela mãe de Thereza anos atrás. “A gente atravessava um momento difícil na nossa vida pessoal, mas o país também passava por dificuldades. Aí ela virou para mim e disse, ‘ninguém solta a mão de ninguém’”, contou Thereza.
O desenho, que já havia sido divulgado na internet semanas antes, foi publicado novamente por Thereza às 17h deste domingo (28), quando a votação foi concluída em grande parte do país. “Horas depois, eu comecei a ver que um monte de gente famosa tinha publicado. A ideia do desenho é que seja compartilhado mesmo. Que chegue a muita gente”, disse a artista.
Bruna Marquezine, Pablo Vittar, Enrique Diaz, Bruno Gagliasso e Monica Iozzi foram alguns dos famosos que compartilharam o desenho. “Acho que viralizou porque o desenho representa conforto, sabe? Que não estamos sós. Que tem gente perto e que a gente pode contar sim um com o outro”, disse Thereza.
Thereza Nardelli, criadora da imagem que viralizou após as eleições deste domingo. (Foto: Kimberly Rennó/Reprodução)
Em MS, TRE apontou que votação ocorreu sem problemas; foram pelo menos 108 urnas com problemas, sendo que metade foram trocadas. (Foto: Paulo Francis)
O segundo turno das eleições deste ano terminou com um total de 4.658 urnas que apresentaram mau funcionamento e tiveram que ser substituídas. O número é maior do que o registrado no primeiro turno (2.400) e também do que no segundo turno de 2014 (3.480).
De acordo com o balanço final divulgado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o número de equipamentos defeituosos representa 0,9% das 454.493 urnas disponíveis neste segundo turno. Em quatro localidades –Cordislândia (MG), Apuí (AM), Saubara (BA) e Magé (RJ)– foi necessária a adoção da votação manual.
Os Estados que tiveram o maior número de urnas com defeito foram São Paulo (860), Rio de Janeiro (613), Minas Gerais (543), Paraná (476), Rio Grande do Sul (366), Ceará (258), Santa Catarina (198), Bahia (195), Goiás (164), Pernambuco (149) e Sergipe (115).
O TSE também registrou 236 prisões de pessoas que praticaram irregularidades neste domingo, como, por exemplo, a propaganda eleitoral, que é proibida no dia da eleição.
O maior número de prisões foi registrado em Minas Gerais (44). No total, 480 ocorrências foram registradas durante a votação em todo o país.
Até a quinta parcial do dia, divulgada às 16h30, o TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul) anunciou que 108 urnas tiveram problemas no Estado, sendo que 54 foram trocadas. Houve, ainda, 11 ocorrências diversas pelo Estado.
Haddad fez pronunciamento no qual comentou derrota para Bolsonaro. (Foto: Fernando Haddad/Arquivo pessoal)
Recebido entre palmas de correligionários, lideranças do PT, Pros, PC do B, Psol e movimentos sociais, o candidato derrotado à presidente da República, Fernando Haddad, agradeceu na noite deste domingo (28) os 46 milhões de votos no segundo turno das eleições.
Em tom firme, Haddad discursou por cerca de dez minutos e garantiu que se manterá na oposição parafraseando o hino nacional. “Verás que um professor não foge à luta. Nem teme quem adora a liberdade a própria morte”, afirmou, ao lado da esposa, Ana Estela Haddad, seus filhos Bernardo e Ana Carolina, sua mãe, e irmãs.
Haddad ressaltou que há um longo período as “instituições são colocadas à prova a todo instante” e que soberania nacional e a democracia são valores que estão “acima de todos nós”.
“Temos uma tarefa enorme no país, que é em nome da democracia, defender o pensamento, as liberdades desses 45 milhões de brasileiros”, argumentou. “Parte expressiva do povo brasileiro precisa ser respeitada nesse momento”, completou.
Haddad subiu ao palco acompanhado da vice, Manoela d’Ávila, que carregava sua filha Laura no colo, do ex-candidato à presidência pelo Psol, Guilherme Boulos, da ex-presidente Dilma Rousseff e de outros políticos de esquerda.
Coragem – Haddad afirmou que tem um compromisso com os brasileiros e pediu para que seus eleitores não aceitem provocações e ameaças. “Não vamos deixar esse país para trás. Vamos colocar o nosso ponto de vista”, assegurou. “Coloco a minha vida à disposição desse país. Não tenham medo, nós estaremos aqui. A vida é feita de coragem”, garantiu.
Antes de discursar, houve um minuto de silêncio em homenagem às mortes de Marielle Franco (vereadora do Rio de Janeiro), Moa do Catendê (mestre de capoeira de Salvador assassinado em discussão política) e Charlione Albuquerque (morto em carreata pró-Haddad em Fortaleza).
Derrota – O candidato do PT foi derrotado por Jair Bolsonaro por uma diferença de cerca de 11 milhões de votos. Por meio do Twitter, a candidata à vice na chapa de Haddad, Manoela d’Ávila, disse que “a tristeza tem que se transformar rapidamente em resistência”.
“O espírito desses últimos dias, nos quais milhares foram para as ruas pra virar votos de um modo tão bonito precisa se manter e se multiplicar. Eles venceram, mas a luta vai continuar. Vamos permanecer juntos, resistir e defender a democracia e a liberdade”, afirmou.
O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS) contabilizou um total de 13 crimes eleitorais neste domingo (28) de segundo turno no estado.
Conforme balanço apresentado pelo presidente em exercício do órgão, desembargador João Maria Lós, cinco eleitores foram flagrados filmando a votação. Eles foram detidos e conduzidos pelas autoridades policiais. Os casos ocorreram em: Campo Grande (1), Bataguassu (1) e Ribas do Rio Pardo (3).
Em Ribas do Rio Pardo houve também prisão do ex-prefeito, Zé Cabelo, por transporte ilegal de eleitores.
Em Maracaju, uma mesária foi detida por deixar os trabalhos para almoçar e não retornar. No registro da ocorrência ainda consta que a mesma pegou, sem autorização, na pasta da presidente de seção, o certificado de participação no segundo turno das eleições.
Em Bonito, um eleitor foi detido por crime de desobediência. Além disso, mais quatro foram detidos na cidade por ingestão de bebida alcoólica em local público.
Em Coxim, houve uma prisão por divulgação de vídeo pelo whatsApp.
Candidato do PSL votou às 9h17 e estava acompanhado da mulher, Michele (Foto: Reuters)
Usando um colete à prova de balas, o candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, votou neste domingo (28), às 9h17, na Escola Municipal Rosa da Fonseca, na Vila Militar, em Deodoro, na Zona Oeste do Rio.
O capitão do exército estava acompanhado da mulher, Michele. Depois de votar, o candidato fez uma breve aparição na frente do local e acenou para apoiadores que esperavam desde cedo por sua chegada, gerando correria e breve tumulto. Ele não deu declarações aos jornalistas.
O esquema de segurança na zona eleitoral da Vila Militar foi reforçado com grades e uma maior presença da Polícia do Exército.
Uma hora antes do início da votação, o local passou por uma varredura em busca de explosivos. Cães e equipamentos foram usados na vistoria de segurança. Os eleitores que votam na escola tiveram que passar por uma barreira para revista por oficiais das Forças Armadas.
Odilon interrompeu a visita ao Mercadão Municipal para atender a Rádio (Foto - Assessoria)
O candidato ao governo do Estado, juiz Odilon de Oliveira, disse na manhã desta sexta-feira, 26, que o ex-servidor da Justiça Federal, Jedeão de Oliveria, é um ratinho sendo usado por ratazanas de Mato Grosso do Sul para atacá-lo nas eleições. A declaração foi dada por telefone à rádio FM UCDB, que entrevistou minutos antes seu ex-assessor, que responde na própria Justiça Federal por desvio de dinheiro público.
Odilon interrompeu a visita ao Mercadão Municipal para atender a rádio, que queria ouvi-lo sobre as acusações feitas, sem provas, pelo ex-servidor, que continua repetindo as mesmas falas já repercutidas na imprensa e usadas pelo candidato governador nos debates eleitorais. “O desespero do nosso adversário é tanto que ele tenta repetir uma mentira várias vezes para ver se o povo acredita. O povo sabe quem fala a verdade. Estamos tranquilos em relação a isso e pedimos para a Polícia Federal investigar os fatos. Nunca fui chamado de ladrão ou corrupto nas ruas. Sempre mandei ladrão e corrupto para a cadeia e sendo governador vou continuar agindo para que essas pessoas sejam presas e paguem por seus delitos na justiça”, afirmou.
Para Odilon, ficou clara que a intenção do ex-servidor em fazer essas declarações durante a campanha eleitoral foi uma trama política do adversário para desgastá-lo, uma vez que ele tem um passado limpo e seria a única ameaça à reeleição do governador. “Neste segundo turno ficou ainda mais evidente a armação para me prejudicar. Estamos combatendo essa velha política e isso incomoda nosso adversário. Esse ex-servidor deve estar sendo usado, com certeza. É um ratinho sendo pago por ratazanas aqui do Estado, que não querem nosso projeto seja vitorioso. Estão desesperados”, declarou o pedetista.
Odilon reiterou também que está sendo acusado por um criminoso, que teve sua tentativa de delação recusada pelo Ministério Público Federal e até a OAB-MS se manifestou dizendo à imprensa que não havia qualquer credibilidade nas acusações contra o magistrado. “Pedi para ser investigado pelo Polícia Federal para apurar os fatos das acusações do ex-servidor. Ao final, vou processá-lo por denunciação caluniosa e também aos que me acusam usando ele. O governador que se diz inocente deveria fazer o mesmo e pedir para ser investigado pelos crimes que é acusado. Assim a população ficaria mais tranquila com a transparência.”
Bebeto pede pintura de sinalização de trânsito nas avenidas e ruas transversais (Foto: Thiago Morais)
O vereador Bebeto (PR) encaminhou indicação à prefeita Délia Razuk (PR), ao secretário Joaquim Soares (Semsur) e ao diretor da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito), Carlos Fábio, solicitando providências visando a pintura das faixas de rolamento nas avenidas Marcelino Pires, Weimar Gonçalves Torres e Joaquim Teixeira Alves.
Ele justifica o pedido, considerando que boa parte dos serviços de recapeamento já foram concluídos pelo Governo do Estado nas três principais vias da cidade. “Solicitamos a administração municipal que faça a pintura das faixas de rolamento, bem como a sinalização horizontal (pintura de PARE), principalmente na Avenida Marcelino Pires e ainda nas vias transversais na área central”, reforçou o vereador.
Bebeto ainda destacou que o pedido atende a solicitação dos motoristas que trafegam principalmente na Avenida Marcelino Pires, umas das vias de maior trânsito, ocasionando dificuldade aos motoristas que se sentem confusos pela falta de sinalização.
Limpeza no cemitério
Em outra indicação, o vereador solicita a prefeita Délia e ao secretário municipal de Serviços Urbanos, Joaquim Soares, que se faça um mutirão de limpeza no cemitério Santo Antônio de Pádua, localizado na rua Coronel Ponciano. Entre os serviços, cita a retirada de entulhos, roçada, poda de árvores, pintura de sarjetas, entre outros. Bebeto ressalta ainda a urgência do pedido, tendo em vista a proximidade do Dia de Finados, no dia 2 de novembro.
A atriz Rosi Campos (Foto: João Miguel Junior/Globo)
A atriz Rosi Campos sofreu um acidente doméstico e está internada em um centro de saúde no Rio de Janeiro.
De acordo com o colunista Ancelmo Gois, do jornal “O Globo”, Rosi sofreu uma queda dentro de casa. Ela está em observação e passa bem.
Assim que estiver recuperada, Rosi poderá voltar às gravações da novela “O tempo não para”, da TV Globo. Na trama, ela vive a personagem Dona Agustina.
Numa queixa às notícias falsas disseminadas pelas redes sociais para favorecer seu adversário na disputa do segundo turno da corrida ao Planalto, o ex-prefeito Fernando Haddad classificou a campanha deste ano como “a mais baixa de todos os tempos”. Segundo ele, Jair Bolsonaro, candidato do PSL, é o maior responsável pelo nível da disputa pela sucessão presidencial.
“É a campanha mais baixa de todos os tempos porque ele Bolsonaro quis criar esse clima. Esse clima favorece a campanha dele”, declarou o petista.
O candidato concedeu entrevista após se reunir com a ex-presidente da Costa Rica Laura Chinchilla, que chefia a missão da Organização dos Estados Americanos (OEA) que acompanha o processo eleitoral brasileiro.
Haddad disse que entregou a OEA um material sobre o uso ilegal de redes sociais, especialmente o WhatsApp, no primeiro turno. Segundo ele, os últimos três dias da campanha do primeiro turno foram marcados por uma “avalanche” de notícias falsas. O presidenciável pediu atenção da OEA para que o mesmo não se repita até domingo.
Haddad, que viaja hoje para o Nordeste, informou que voltará a São Paulo para, no sábado, encerrar sua campanha na favela de Heliópolis. Ele negou, contudo, que a decisão de fechar a campanha na periferia de São Paulo seja uma reposta ao discurso do rapper Mano Brown, que cobrou que o PT retomasse a comunicação com suas bases. “Já estava planejado”, afirmou o ex-prefeito.
Na busca por apoio à sua candidatura, Haddad confirmou que ligou ao presidente do PDT, Carlos Lupi, para alertá-lo sobre o que chamou de “onda da virada” e que aguarda um retorno do pedetista. Disse que, com o apoio de Ciro Gomes, candidato do PDT no primeiro turno, fica mais fácil reverter a desvantagem para Bolsonaro indicada pelas pesquisas de intenção de voto. Ele também aproveitou para destacar a importância das declarações de voto no petista feitas por Marina Silva (Rede) e Alberto Goldman (PSDB).
De acordo com Haddad, o apoio de Goldman, um adversário histórico do PT, reflete a preocupação de setores mais centristas da política com o significado da eleição de Bolsonaro. “Tem que ter grandeza para perceber os riscos que o País está correndo”, declarou o candidato. Com informações do Estadão Conteúdo.
Jair Bolsonaro fez uma transmissão ao vivo pelo Facebook na noite desta quarta-feira (24) e mostrou preocupação com a “mobilização da esquerda” neste segundo turno das eleições presidenciais.
O candidato do PSL ao Planalto fez um apelo aos parlamentares aliados que foram eleitos neste pleito para que eles trabalhem ainda mais em sua campanha.
“Eu apelo aos parlamentares que entrem nesta briga, não acabou a eleição ainda. Vocês sabem que se elegeram, são 52 do meu partido, em grande parte por causa do meu trabalho como candidato a presidente da República. Foram eleitos com seus méritos também, mas vamos deixar bem claro que ninguém acreditava que um partido com oito segundos de televisão, sem fundo partidário fizesse uma bancada de 52”, disse o capitão reformado.
“Com toda certeza, se vocês fossem candidatos, alguns seriam eleitos e outros não. E agora falta trabalhar com seriedade. O que tá em jogo é a cadeira presidencial”, acrescentou.
A cobrança de Bolsonaro vem à tona no dia seguinte à divulgação da pesquisa Ibope que o mostra oscilando dois pontos para baixo, dentro da margem de erro. O capitão reformado surgiu com 57% das intenções de votos válidos contra 43% do petista Haddad, que antes tinha 41%.
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