terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Por abuso de poder, Bolsonaro pode ter candidatura impugnada

Terra

 

Cada pacote de disparos em massa custaria cerca de 12 milhões de reais, para o envio de centenas de milhões de mensagens (Foto - Divulgação)

 

Especialistas ouvidos pela Reuters avaliam que, confirmadas as informações reveladas pelo jornal Folha de S.Paulo, a campanha de Jair Bolsonaro pode ser acusada de abuso de poder econômico, abuso do uso de meios de comunicação e omissão de doações de campanha, o que poderia levar à impugnação da chapa, mesmo que Bolsonaro não soubesse da ação de empresários a seu favor.

 

“Se confirmada, a prática pode configurar abuso de poder econômico, levando à inelegibilidade nessa própria eleição. A jurisprudência diz que, mesmo que não tenha sido ele ou a campanha, a candidatura pode responder pelo ilícito”, disse Daniel Falcão, coordenador do curso de pós-graduação em Direito Eleitoral do Instituto Brasiliense de Direito Público.

 

O advogado especialista em legislação eleitoral Francisco Emerenciano acrescenta que o caso pode ainda configurar omissão de despesas, o popular caixa 2, além do abuso de poder econômico, se as acusações forem verdadeiras.

 

“Em se configurando isso, no mínimo, se houver o conhecimento prévio da campanha –e não tem como o beneficiário não ficar sabendo em valores como esse– eu poderia ter um questionamento de que houve omissão de despesa de campanha”, disse Emerenciano.

 

Segundo reportagem publicada nesta quinta pela Folha, empresários têm bancado a compra de distribuição de mensagens contra o PT por WhatsApp, em uma prática que se chama pacote de disparos em massa de mensagens, e estariam preparando uma ação para a próxima semana, antes do segundo turno.

 

O jornal relata que cada pacote de disparos em massa custaria cerca de 12 milhões de reais, para o envio de centenas de milhões de mensagens. Ao menos quatro empresas podem ter usado essa prática, segundo a reportagem.

 

Quatro especialistas ouvidos pela Reuters concordam que, em tese, mesmo a campanha alegando que não tem relação com a decisão de empresários que agiram em prol de Bolsonaro, o candidato poderá ser responsabilizado por crime eleitoral, já que o resultado da eleição pode ser alterado por ações em seu benefício.

 

“A responsabilização é objetiva. Não está sendo avaliado a conduta pessoal de Bolsonaro. A responsabilidade do abuso de poder é objetiva, não importa se a campanha agiu com culpa (sem intenção) ou dolo (propositalmente). Vai ser avaliado se conduta teve ou não influência na campanha”, diz Guilherme Salles Gonçalves, especialista em Direito Eleitoral e membro fundador da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político.

 

Os advogados explicam que a suposta ação de empresários a favor do candidato do PSL infringe diversos pontos da lei eleitoral. Se a ação foi feita pelas empresas, configura doação ilegal, já que uma decisão do Supremo Tribunal Federal proibiu empresas de doarem a partidos, campanhas ou candidatos a qualquer tempo, não apenas em período eleitoral.

 

Se tiverem sido feitas em nome dos empresários, as doações não apenas tem limites que podem ter sido ultrapassados, como teriam sido feitas por meio do pagamento de serviço de terceiros, o que também é proibido.

 

A ação ainda infringe outra norma, a de que o impulsionamento de propagandas em mídias sociais só pode ser feito pelo candidato, a campanha ou a coligação e deve ser identificado como propaganda. Apoiadores ou eleitores são proibidos de agir em benefício de seu candidato.

 

“É um caso clássico de caixa 2 duplamente qualificado. Primeiro é um caso de gasto a favor da candidatura vindo fora do orçamento da campanha. Depois, é feito por fonte vedada. A decisão do Supremo Tribunal Federal proibiu doação de empresa a partidos e candidatos em qualquer momento, sobretudo em campanha eleitoral”, explicou Guilherme Salles Gonçalves. “A punição não tem gradação. Ou caça ou não pune.”

 

No início da tarde, sem mencionar a reportagem da Folha, Bolsonaro afirmou no Twitter que “apoio voluntário é algo que o PT desconhece e não aceita”.

 

Único deputado eleito pelo PT, Vander Loubet diz estar mais próximo de Reinaldo

Evelin Cáceres

Do Midiamax

 

Vander espera que o PT, eleita maior bancada, com 57 deputados (Foto - Divulgação)

 

Único deputado federal do PT eleito por Mato Grosso do Sul e com 55.970 votos, Vander Loubet foi entrevistado pelo Jornal Midiamax nesta quinta-feira (18) O deputado afirmou que suas bases de votação estão mais próximas de apoiar o candidato a reeleição ao governo, Reinaldo Azambuja (PSDB).

 

“Minha base está muito mais neste apoio ao Reinaldo. São vários prefeitos, vices, que me apoiaram. Tento trazê-los para que apoiem a eleição do Haddad para presidente, mas respeitando o apoio deles ao Reinaldo”.

 

Para o deputado, apesar do PT ser bancada de oposição, sempre houve respeito com o governo tucano no Estado. “Temos uma relação muito forte e próxima, mas institucional. O governador honrou conosco parceria para agricultura familiar, infraestrutura”, comentou.

 

Agora o único parlamentar com cinco mandatos consecutivos no Congresso por Mato Grosso do Sul, Vander espera que o PT, eleita maior bancada, com 57 deputados, faça uma oposição com responsabilidade.

 

“O Brasil passa por uma crise, independente de quem ganhar. Tem que ter uma agenda de reformas. Para mim, se o Bolsonaro ganhar, a dificuldade é esta bancada nova, que não tem muita experiência e vai assumir. Eu fui governo por 13 anos e oposição por três anos. Todos os lados têm seus ônus e bônus”.

UFGD – Final de semana será de muita música com o 5º FESDOM

Assessoria

 

Com entrada franca, a UFGD oferece ao público quatro atrações neste final de semana, com estilos musicais que vão do instrumental ao samba. O 5º Festival Douradense de Música terá os shows da Nomade Orquestra, do Pantanal Group e da Quinta Essentia Quarteto, no Teatro Municipal, e do Clube de Samba Saudosa Clotilde, na ADUF Dourados.

 

Para abrir o final de semana, na sexta-feira (19), às 20h, acontecerá a apresentação da Nomade Orquestra, grupo de São Paulo em crescente visibilidade no atual cenário da música instrumental brasileira. A orquestra desenvolve um trabalho autoral com influências do funk70, jazz, dub, rock, afrobeat, ethiogrooves e outras expressões musicais. A Nomade Orquestra originou-se em 2012 e sua identidade musical é resultado da miscigenação cultural do Brasil.

 

No sábado (20), a primeira atração será às 17h, com o Pantanal Group, no Teatro Municipal. O grupo sul-mato-grossense é constituído por profissionais que há muito tempo se dedicam à difusão da música de concerto. O repertório inclui obras clássicas, populares e músicas regionais proporcionando aos expectadores um tipo de espetáculo inédito para muitos, com a utilização de instrumentos como o violoncelo, violino, viola sinfônica e flauta.

 

Ainda no sábado (20), às 20h, será o show do Clube de Samba Saudosa Clotilde, na ADUF Dourados (Rua Arthur Frantz, 290, Parque Alvorada). O grupo de São Paulo surgiu em 2008 do encontro fortuito entre jovens apaixonados pela noite, pelo sorriso largo e pelo samba. O repertório é composto por composições autorais e de grandes bambas do samba nacional, tais como Noel, Dorival, Adoniran, Clara Nunes, Dona Ivone Lara e outros.

 

Para encerrar o final de semana, no domingo (21), às 20h, será realizada a apresentação do Quinta Essentia Quarteto, no Teatro Municipal. O grupo também é de São Paulo e um dos principais de música de câmara do Brasil. Com instrumentos inusitados e uma qualidade musical artística de encantar o público, o grupo mantém seu objetivo primeiro de divulgar as infinitas possibilidades da flauta doce.

 

O FESDOM é uma realização da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) e a programação conta com apresentações de diversos estilos musicais transitando pela música clássica de concerto ao choro, samba, maracatu e jazz. O Festival conta com as parcerias do Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, Secretaria de Cultura do Município de Dourados, Banco Sicredi e ADUF.

 

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

 

Dia 19 – às 20h – NOMADE ORQUESTRA / SP, no Teatro Municipal de Dourados

 

Dia 20 – às 17h – PANTANAL GROUP / MS, no Teatro Municipal de Dourados

 

Dia 20 – às 20h – CLUBE DE SAMBA SAUDOSA CLOTILDE / SP, na ADUF Dourados (Rua Arthur Frantz, 290, Parque Alvorada)

 

Dia 21 – às 20h – QUINTA ESSENTIA / SP, no Teatro Municipal de Dourados

 

Dia 24 – às 20h – VILLELA E OSMAR MEDINA / MS, no Teatro Municipal de Dourados

 

Dia 25 – às 20h – QUARTETO TOCCATA / MS, no Teatro Municipal de Dourados

 

Dia 26 – às 20h – GIBÃO ALAKÁ / SP, no Teatro Municipal de Dourados

 

Dia 26 – às 22h – SARAU DO FESDOM | SHOW CATARSE RETRÔ, na ADUF Dourados (Rua Arthur Frantz, 290, Parque Alvorada)

 

Dia 27 – às 20h – MARCELO LOUREIRO / MS, no Teatro Municipal de Dourados

Daciolo diz que Feliciano tem “pomba-gira” e pastor retruca: “Calça-curta”

Gospel +

 

Deputados mostrou um segundo round da troca de farpas entre ambos, iniciada logo após o final do primeiro turno das eleições (Foto - Divulgação)

 

Uma discussão acalorada entre os deputados federais Cabo Daciolo (PATRI-RJ) e pastor Marco Feliciano (PODE-SP) no Plenário da Câmara dos Deputados mostrou um segundo round da troca de farpas entre ambos, iniciada logo após o final do primeiro turno das eleições.

 

Feliciano procurou o Conselho de Ética da Câmara e abriu uma representação contra Daciolo após ter sido acusado pelo colega de fazer parte da maçonaria. A afirmação do candidato derrotado à presidência da República foi feita num vídeo publicado nas redes sociais.

 

Na última quarta-feira, 17 de outubro, os dois se encontraram na Câmara e bateram boca. O encontro foi filmado por diversas pessoas que cercavam a dupla, e os vídeos circulam nas redes sociais

 

Durante o bate-boca, Feliciano provocou: “Deus não falou que você ia ser presidente da República? O mesmo Deus que disse que ele ia ser presidente da República disse a ele que eu sou maçom. Estou pedindo pra ele provar. Ele é tão menino, é tão calça curta que não presta nem para conversar”, disse Feliciano.

 

“Tem envolvimento. O tempo vai mostrar. Ainda tem pomba-gira também. Se liga. Vigia e ora. E vamos esperar para ver o que Deus vai fazer”, rebateu Cabo Daciolo, que acrescentou dizendo que seu vídeo fala sobre “as pessoas que estão comercializando a palavra de Deus”.

 

“Citei ele (Feliciano) e Silas Malafaia como exemplo do envolvimento deles com a maçonaria. Maçonaria essa que está no poder desde sempre no nosso país. Vamos esperar o tempo, Deus vai revelar. Eu só pedi para eles se arrependerem e virem para Jesus e ficarem no primeiro amor, no caminho do Senhor Jesus que é amor, não comercializar a palavra de Deus”, argumentou o ex-candidato a presidente.

 

Ao longo da discussão, os dois se ofenderam com termos como “falso profeta”. Para Daciolo, “o povo não vai ser mais enganado” por líderes religiosos como Feliciano, que retrucou: “Criança, maluco, demente, neurótico e desequilibrado”.

 

“Se é demônio, expulsa”, acrescentou Feliciano, em referência à acusação feita por Daciolo de estar sob opressão demoníaca. “Eu não sou maçom, mas se eu fosse, qual o demérito? Qual o problema?”, indagou.

 

Daciolo, nitidamente querendo por fim à discussão, disse ao colega: “Volte para o primeiro amor”.

 

“Ainda bem que o Parlamento se livrou de você”, encerrou Feliciano.

 

Assista:

 

Roger Waters faz show ‘da paz’ na Bahia, homenageia capoeirista e chora

Notícias ao Minuto

 

O astro do rock britânico Roger Waters (Foto:Reuters)

O astro do rock britânico Roger Waters levou ao palco da Arena Fonte Nova, em Salvador, 12 crianças em situação de vulnerabilidades social do Projeto Axé para se apresentarem durante The Wall parte 2.

 

Vestidos como presidiários estadunidenses, de macacão laranja, com capuzes pretos na cabeça, as crianças vestiam uma camisa com o escrito “resist”.

 

Logo em seguida, o público presente no show desta quarta-feira (17), emendou um estrondoso “Ele não” – grito que endossou atos de rua contra o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL).

 

Roger Waters apresentou as crianças do projeto e saiu para um intervalo. “São crianças excelentes, daqui mesmo de Salvador. Vamos fazer um intervalo e voltar com a resistência”, disse.

 

Durante o intervalo, o telão exibiu a mensagem para resistir a Mark Zuckerberg. “Resista ao anti-semitismo de Israel”.

 

O capoeirista baiano Moa do Katendê, que foi morto após uma discussão política em um bar da capital baiana, também foi homenageado, segundo informações do portal G1. Um telão de 70 metros de largura integrado ao palco exibiu uma foto do capoeirista de braços abertos. Em seguida, Roger Waters pediu paz e chorou no palco. O momento levou o público à loucura e a reação foi instantânea.

 

Ao contrário da polarização demonstrada nos shows anteriores pelo Brasil, Rogers Waters se sentiu em casa para manifestar-se politicamente na Bahia, onde o petista Fernando Haddad ganhou em 411 dos 417 municípios, com 60% dos votos.

 

Se houve manifestações em favor do candidato do PSL, Jair Bolsonaro – que foi o mais votado em apenas seis municípios baianos -, os gritos foram abafados pela catarse que sintonizava com os ideais do roqueiro britânico, em sua primeira passam pelo nordeste.

 

Waters tornou a exibir no telão a frase “ponto de vista censurado”, retribuído pelo público com o coro “ele não”.

 

Depois de o telão exibir a frase “resista a volta da tortura, resista a forças policiais militarizadas”, seguiu-se novamente o coro de “ele não”.

 

Mas um grupo de cerca de 5 pessoas ensaiou rebater com gritos de “mito”, “ele sim”, que foram rapidamente cessados.

 

Um casal que estava no grupo, ao ser questionado sobre a decisão de ir ao espetáculo, mesmo ciente do posicionamento político de Roger Waters, respondeu que “foi pela música”.

 

A mulher, que não quis se identificar, se referiu aos partidários do “ele não” como “comunistas de shopping center” e criticou Roger Waters.

 

“Pra ele, que mora fora, é fácil vir falar ele não. Ele que venha morar aqui pra ver”, disse.

 

“Aqui no Nordeste, nós estamos sintonizados com o que é o certo a fazer, sobretudo no que diz respeito aos direitos humanos. Nossa cultura é da paz”, cravou.

 

Outra que comunga com as ideias de Waters, a bióloga Adriana Bispo, 43 anos, avaliou que o momento não é de divisão.

 

 

“O Brasil já tem mortes demais. Precisamos estar sintonizados com a preservação do bem maior, que é a vida. Não precisamos de mais violência”. Com informações da Folhapress.

Médicos voltam a avaliar Bolsonaro hoje e podem liberá-lo para debates

Notícias ao Minuto

 

A partir desses exames, o candidato do PSL disse que decidirá sobre sua participação em debates e viagens para fora do Rio de Janeiro.(Foto: Reuters)

O dia hoje (18) deve ser de definições para os dois candidatos à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). É esperada para a tarde a avaliação de uma junta médica sobre o estado de saúde de Bolsonaro. A partir desses exames, o candidato do PSL disse que decidirá sobre sua participação em debates e viagens para fora do Rio de Janeiro.

 

Depois do ataque que sofreu em 6 de setembro, quando levou uma facada na barriga, Bolsonaro está com uma colostomia, o que exige cuidados e mais atenção em situações de aglomeração de pessoas e eventual tumulto. Nos últimos dias, o candidato indicou que pode participar de dois debates até o segundo turno das eleições.

 

Haddad tem cobrado a participação do adversário nos debates. Segundo ele, quer “olhar olho no olho” de Bolsonaro. A junta médica deve ir ao Rio, na casa do candidato do PSL, como fez na semana passada. São médicos que o acompanharam no Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

 

O candidato do PT tem encontro, em São Paulo, com o grupo denominado Juristas pela Democracia, que reúne magistrados que apoiam seu nome neste segundo turno. Ao longo do dia, ele ainda tem conversas com grupos de defesa dos animais e concede entrevistas exclusivas para emissoras de rádio e televisão.

 

Haddad deve ir amanhã (19) ao Rio e no fim de semana ao Nordeste. Os locais do Nordeste ainda vão ser definidos, mas ele deve escolher o Piauí, a Bahia e o Maranhão, onde os governadores são aliados do PT.

Chapa de Haddad entra com ação e pede inelegibilidade de Bolsonaro

Notícias ao Minuto

 

 

A defesa do petista aponta colocação "de forma ilegal" de dezenas de outdoors pelo Brasil. (Foto: Ricardo Stuckert / Divulgação)

A coligação do presidenciável do PT, Fernando Haddad, entrou nesta quarta-feira (17), com uma nova ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para apurar suposto abuso de poder econômico por parte do candidato do PSL, Jair Bolsonaro, à Presidência da República. A defesa do petista aponta colocação “de forma ilegal” de dezenas de outdoors pelo Brasil. O vice de Bolsonaro, general Hamilton Mourão (PRTB), também é alvo da ação.

 

A coligação de Haddad pede, ao fim das investigações, que seja declarada a inelegibilidade de Bolsonaro para os próximos oito anos seguintes à eleição de 2018.

 

No início do mês, a campanha do petista já havia entrado com uma outra ação similar, contestando o apoio de uma empresa de ar condicionado à candidatura de Bolsonaro.

 

A defesa do candidato do PT aponta levantamento da Procuradoria-Geral Eleitoral que identificou em 33 municípios a presença de outdoors com padrões e mensagens semelhantes, distribuídos em 13 Estados, “comprometendo de forma clara o próprio processo eleitoral”, alega a campanha, que anexou na ação fotos de alguns dos outdoors.

 

Para os advogados de Haddad, a uniformidade das peças publicitárias estampadas nos painéis releva a existência de uma “ação orquestrada”, não sendo uma “singela manifestação de apoiadores desavisados”.

 

Eles também alegam que a campanha do oponente tem “total conhecimento das práticas”. “O caráter eleitoral do conteúdo dos outdoors é evidente, além de demonstrar potencial suficiente a comprometer o equilíbrio do pleito eleitoral de 2018”, afirmam.

 

Segundo a campanha do petista, a ausência do CNPJ nas peças indicam que os custos para sua produção e locação do espaço publicitário não estarão nas prestações de contas eleitorais de qualquer candidato, violando, na visão da defesa, a transparência necessária das contas eleitorais.

 

“Resta claro o abuso de poder econômico na medida que a campanha do candidato representado ganha reforço financeiro que não está compatibilizado nos gastos da campanha, todavia os resultados da propaganda serão por ele usufruídos”, concluem. A ação também destaca que a Lei das Eleições veda a propaganda eleitoral feita em outdoors.

 

O relator do processo apresentado pela coligação de Haddad é o Corregedor-Geral da Justiça Eleitoral, Ministro Jorge Mussi, que decidirá pela abertura ou não da ação.

 

O tipo de processo apresentado pelo PT, “ação de investigação Judicial Eleitoral” está previsto na Lei das Eleições. O texto prevê algumas sanções para quem é condenado por esse tipo de ação, como a declaração de inelegibilidade para as eleições a se realizarem nos oito anos seguintes ao pleito em que o fato investigado foi verificado.

 

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo e ao Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) publicada no último dia 6, Mussi disse a Justiça Eleitoral “atuará com serenidade e firmeza para coibir toda e qualquer conduta que puder atentar contra o regime democrático, a lisura e a normalidade do pleito e a igualdade de oportunidades entre os candidatos”.

 

A reportagem entrou em contato com a campanha e defesa de Bolsonaro, mas não teve retorno até a publicação deste texto.

 

 

Chorinho é uma das atrações do 5º Festival Douradense de Música

Assessoria

 

O Chorinho está entre as atrações que poderão ser conferidas em mais uma edição do Festival Douradense de Música (Fesdom). Na próxima quinta (18), às 20h, o grupo Barra Choro sobe ao palco do Teatro Municipal de Dourados para levar ao público o repertório tradicional do gênero musical urbano mais antigo do país. A entrada é gratuita.

 

Formado em Campo Grande, o Barra Choro mantém viva a tradição do Chorinho com o improviso característico e a interpretação de grandes clássicos de Pixinguinha, Waldir de Azevedo, Zequinha de Abreu, Chiquinha Gonzaga, Hermeto Pascoal, K. Ximbinho, entre outros compositores.

 

O grupo também dá uma nova roupagem ao gênero com o uso de instrumentos atípicos. Nas rodas de choro espalhadas pelo Brasil, geralmente estão presentes o violão, bandolim, flauta e pandeiro, mas o Barra Choro incorpora o vibrafone, trombone de pisto e o eufônio.

 

Para a apresentação no Fesdom, a novidade é a participação de músicos locais. “Iremos tocar grandes clássicos do choro, com essa formação especial, contando com a participação de músicos douradenses também. Além desses clássicos tocaremos algumas músicas autorais”, conta um dos integrantes, Lucas Rosa.

 

O Barra Choro surgiu em novembro de 2016, quando os colegas do curso de Música da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) Lucas Rosa e Evair Silva, ambos de 23 anos, se uniram pela vontade de tocar a música popular. Após diversas formações, hoje também fazem parte os músicos sul-mato-grossenses João Coelho, de 18 anos, Gilberto Rodrigues, de 25 anos e Rhuan Enciso, de 27 anos.

 

O grupo participa ativamente das atividades de choro da capital, tocando em concertos, bares, saraus, praças e feiras. Já se apresentou também no Teatral Grupo de Risco, na UFMS, e em Dourados nos espaços Casulo e Casa dos Ventos.

 

Fesdom – O Festival Douradense de Música é uma realização da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) e em 2018 está na sua quinta edição. Marco nas ações culturais do Estado, o evento traz novas bandas, grupos musicais e projetos para fortalecer o movimento musical instrumental e independente de grupos do Brasil e de Mato Grosso do Sul.

 

Nesta edição, o festival acontece entre os dias 17 a 27 de outubro, com a apresentação de bandas, orquestras, grupos de música de câmara e grupos de formação popular, incluindo Música Clássica, Jazz, Samba, Chamamé e Choro. Os shows e concertos acontecem no Teatro Municipal de Dourados e na sede do Sindicato dos Professores da UFGD (ADUF). A programação é gratuita e livre para todos os públicos.

 

 

Ex-líder da Ku Klux Klan elogia Bolsonaro; “Ele soa como nós”

Terra

 

Ku Klux Klan defende a superioridade dos descendentes de europeus sobre negros e judeus (Foto: Getty Images / BBC News Brasil)

 

O rosto mais conhecido da Ku Klux Klan (KKK) nos Estados Unidos, o historiador americano David Duke fez um raro comentário sobre a política brasileira no programa de rádio que comanda. “Ele soa como nós. E também é um candidato muito forte. É um nacionalista”, disse o ex-líder da KKK sobre Jair Bolsonaro.

 

“Ele é totalmente um descendente europeu. Ele se parece com qualquer homem branco nos EUA, em Portugal, Espanha ou Alemanha e França. E ele está falando sobre o desastre demográfico que existe no Brasil e a enorme criminalidade que existe ali, como por exemplo nos bairros negros do Rio de Janeiro”, afirmou Duke – que frequentemente classifica o prêmio Nobel da Paz sul-africano Nelson Mandela como um “terrorista”.

 

O historiador, conhecido por defender a supremacia branca e por até negar o Holocausto, também fez ressalvas à proximidade do candidato brasileiro com Israel, comparando o que classifica como “estratégia” de Bolsonaro à que teria sido adotada por Donald Trump, na visão dele.

 

Procurada por telefone e email na noite desta segunda-feira, a campanha de Jair Bolsonaro não comentou as declarações do ex-líder da KKK (a reportagem será atualizada caso a campanha se pronuncie sobre o caso). O candidato tem refutado acusações de que seja racista, homofóbico e misógino.

 

David Duke é conhecido por defender a supremacia branca e negar o Holocausto (Foto: Reprodução / BBC News Brasil)

 

A Ku Klux Klan está presente na história americana desde o século 19. Defende a superioridade dos descendentes de europeus sobre negros e judeus e foi responsável por atos de terrorismo e linchamentos em comunidades formadas por negros nos EUA.

 

Um dos organizadores dos protestos em defesa da supremacia branca em Charlottesville, no ano passado, e cabo eleitoral de Donald Trump entre membros da extrema-direita americana (o presidente diz que não o conhece pessoalmente e que rejeita o apoio), Duke apontou Bolsonaro como parte de um fenômeno nacionalista global, mas fez ressalvas sobre sua proximidade com judeus, a quem acusou de promoverem uma “lavagem cerebral no mundo”.

 

“Ele vai fazer coisas a favor de Israel, e acredito que ele esteja tentando adotar a mesma estratégia que Trump: acho que Trump sabe que o poder judaico está levando a América ao desastre, levando a Europa e o mundo ao desastre. Então, o que ele está tentando fazer é ser positivo em relação aos judeus nacionalistas em Israel como uma maneira de obter apoio”, disse o americano.

 

 

Rock in Rio anuncia Pink e Black Eyed Peas e confirma Anitta em 2019

VEJA

 

O grupo Black Eyed Peas e as cantoras Anitta e Pink (Foto: Kevork Djansezian/i.am.angel Foundation/Getty Images Mauricio Santana/Getty Images - Quinn Rooney/Getty Images)

O dia do pop no Rock in Rio terá Pink, Black Eyed Peas e Anitta. As cantoras e o grupo se apresentam no Palco Mundo no dia 5 de outubro de 2019, na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro. Segundo a organização do festival, mais uma atração do mesmo dia ainda será anunciada.

 

Esta será a primeira vinda ao Brasil da americana Pink, que fechará o dia como atração principal. A cantora é dona de hits como There You Go, Just Give Me a Reason e What About Us. Já o trio Black Eyed Peas, de canções como Where Is the Love e I Gotta Feeling, fará sua primeira apresentação no Rock in Rio.

 

Anitta foi a primeira atração a ser anunciada para a edição de 2019 do evento, ainda em dezembro de 2017. Naquele ano, muitos fãs da cantora reclamaram de sua ausência no festival, que incluiu outros nomes nacionais populares na programação, como Ivete Sangalo e Pabllo Vittar. Anitta também se apresentou no Rock in Rio Lisboa, em junho de 2018.

 

O Rock in Rio acontece nos dias 27, 28 e 29 de setembro, 3, 4, 5 e 6 de outubro. A venda do Rock in Rio Card será feita em 12 de novembro, a partir das 19 horas.

PF indicia Temer e mais dez no inquérito dos portos

VEJA

 

O presidente da República, Michel Temer, durante sessão solene em comemoração aos 30 anos da Constituição, no plenário do STF - 04/10/2018 (Foto: Evaristo Sá/AFP)

 

Em relatório conclusivo apresentado nesta terça-feira ao Supremo Tribunal Federal (STF), a Polícia Federal indiciou o presidente Michel Temer e outras dez pessoas pelos crimes de corrupção passiva, corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Todos são investigados no inquérito que apura se empresas pagaram propina em troca de um decreto sobre portos – que ampliou de 25 para 35 anos as concessões do setor, prorrogáveis por até 70 anos – assinado pelo presidente.

 

Os indiciamentos são contra Temer, o ex-assessor Rodrigo Rocha Loures, os empresários Antônio Celso Grecco, Ricardo Mesquita e Gonçalo Torrealba, além do coronel João Baptista Lima Filho, amigo pessoal de Temer, e da esposa do militar, Maria Rita Fratezi, do sócio do coronel, Carlos Alberto Costa, e do filho dele, Carlos Alberto Costa Filho, do contador Almir Martins Ferreira e da filha de Temer, Maristela de Toledo Temer Lulia.

 

Além dos indiciamentos, os investigadores solicitaram que os bens deles sejam bloqueados. A Polícia Federal também pediu a prisão preventiva do coronel Lima e de sua mulher, de Carlos Alberto Costa e do contador. Por ordem do ministro Luís Roberto Barroso, relator do inquérito dos portos no STF, todos os quatro estão proibidos de deixar o país.

 

Segundo a Polícia Federal, as investigações envolveram provas como colaborações premiadas, depoimentos, informações bancárias, fiscais, telemáticas e extratos de telefone, laudos periciais e informações do Tribunal de Contas da União (TCU). Os investigadores apuraram ainda o pagamento de propinas em espécie, propinas camufladas como doações eleitorais, pagamentos de despesas pessoais por interpostas pessoas e empresas, além da atuação de companhias de fachada e contratos fictícios de prestação de serviços.

 

 

O processo foi agora remetido à procuradoria-geral da República para que o Ministério Público decida se oferece ou não denúncia contra os suspeitos. Conforme revelou VEJA, o coronel Lima é investigado pela Polícia Federal como suspeito de captar dinheiro clandestinamente em nome do presidente Michel Temer. Em março, VEJA teve acesso a uma mensagem do empresário Celso Grecco em que ele confirma que foi, de fato, beneficiado com a edição do decreto dos portos – versão sempre desmentida pelo presidente Temer. Em e-mail enviado a funcionários e advogados da empresa em 16 de maio de 2017, seis dias depois da edição do texto sobre portos, Grecco comemora: “Consideramos que o novo decreto é valioso no que diz respeito à reivindicação de reequilíbrio econômico do Terminal Pérola”. A Rodrimar é uma das donas do Terminal Pérola, que apresentou um pedido de reequilíbrio contratual ao Ministério dos Transportes.

 

Em março deste ano, a Polícia Federal havia prendido, entre outros, o empresário Antonio Celso Grecco, dono da Rodrimar, empresa suspeita de distribuir propina a assessores presidenciais em retribuição à edição do decreto. Na ocasião, houve ainda ordem de prisão contra quatro acionistas do Grupo Libra, entre eles Gonçalo Torrealba, indiciado agora pelos investigadores.

Durante sessão, Câmara de Dourados aprova a criação do Fundeb

Assessoria CMD

 

Os vereadores votaram projetos e apresentaram indicações durante sessão (Foto: Divulgação)

 

A Câmara de Dourados aprovou, durante sessão ordinária desta terça-feira (16), o Projeto de Lei nº 107/2018(026), de autoria do Poder Executivo, que dispõe sobre a criação do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação).

 

“É importante a aprovação do Fundeb em Dourados, para que possamos investir cada vez mais na educação da nossa cidade, criando cidadãos melhores, mais conscientes e com um futuro maior a sua frente”, comentou a presidente da Casa de Leis, Daniela Hall (PSD).

 

Ainda foram aprovados os Projetos de Lei nº 097/2018(020), 095/2018(017), 096/2018(018), 100/2018(023), de autoria do Poder Executivo, que dispõe sobre a criação de dispositivos que tratam de permuta de bens, doação de bens, dação em pagamento e sobre doação de imóveis ao Sindicato dos Trabalhadores em Hotéis, Apart-hotéis.

 

De autoria do vereador Cirilo Ramão (MDB), foi aprovado o Projeto de Lei nº 101/2018, que institui o Programa Municipal de Agricultura Periurbana, mediante aproveitamento de terrenos públicos ociosos periféricos do município.

 

Também foi discutido e aprovado o Projeto de Lei nº 102/2018, de autoria do vereador Idenor Machado (PSDB), que denomina como “Rua Carmem Cabrera Água” o Corredor D, no Parque Residencial Pelicano, em toda sua extensão.

 

Indicações e requerimentos

 

Continuando com os trabalhos, o vereador Cido Medeiros (DEM) solicitou a recuperação das ruas do Jardim Guaicurus, assim como a pavimentação, e também a conclusão das obras do Ceim (Centro de Educação Infantil Municipal) do Jardim Vitória.

 

Bebeto (PR) requereu operação tapa-buracos no BNH 4º Plano e pediu a aquisição de um trator agrícola, para uso de pequenos produtores, na Agrovila Formosa.

 

A vereadora Denize Portolann (PR) solicitou a implantação de sinalização e realização de reparos nas lombadas existentes na Rua Ponta Porã. À Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito), ela requereu a instalação de semáforo no cruzamento da Rua Frei Antonio com a Avenida Marcelino Pires.

 

Cirilo Ramão (MDB) requereu a aplicação de verba extraorçamentária para a realização de pavimentação asfáltica na Rua Leônidas Além, no Jardim Adelina. Também pediu estudos para a implantação de piscinas públicas em Dourados.

 

Jânio Miguel (PR) solicitou estudos de viabilidade para a implantação de redutor de velocidade no cruzamento das ruas Demeciano de Matos Pereira com a Olga de Lima Melgarejo e também manutenção na boca de lobo localização na Rua José Roberto Teixeira.

 

O vereador Silas Zanata (PPS) requereu providências visando a execução de patrolamento e cascalhamento nos Travessões Paloma e Barbosa, no distrito de Guassú, e para a instalação de conjunto semafórico no cruzamento das ruas Ponta Porã e Albino Torraca.

 

Junior Rodrigues (PR) solicitou a instalação de iluminação na MS-156, entre Dourados e Itaporã, e também a limpeza e roçada no entorno da Delegacia da Mulher, localizada na Rua Francisco Feitosa Sobreira, na Vila Bela.

Vereador avalia que campanha de Reinaldo está ‘indo pro brejo’ em Dourados

 

Obras paradas

 

Pássaro vermelho enviou fotos à Rapidinhas! da situação que se encontra o cruzamento da ruas José de Alencar com a Weimar Gonçalves Torres, bem na esquina do Espaço Esperança. A imagem (abaixo) retrata o abandono do Governo do Estado com relação ao recapeamento das avenidas de Dourados. Neste local, por exemplo, o serviço foi interrompido há mais de 30 dias. Porque será?

 

Campanha fria

 

O vereador Silas Zanatta (PPS) considerou na tribuna da Câmara de Dourados, na sessão desta terça-feira (16), que a campanha eleitoral à reeleição do governador Reinaldo Azambuja (PSDB) está ‘fria’, na segunda maior cidade do Estado.

 

Telefonema

 

Em sua fala, o vereador afirmou que recebeu uma ligação de uma liderança do Governo, onde expressou sua opinião sobre a campanha. “Como não sou de mentir eu falei que Dourados está frio e só reuniãozinha e esse negócio de WhatsApp não funciona, disse.

 

A vaca vai pro brejo

 

Apesar de considerar a importância da reeleição do atual governador e reconhecer o seu trabalho, o vereador Silas Zanatta deixou um alerta a coordenação de campanha de Reinaldo. Para ele, é necessário ir para ruas, bairro a bairro pedir votos, ou, como ele finalizou seu discurso “a vaca vai pro brejo, E depois que a vaca for pro brejo não adianta chorar o leite derramado”.

 

Números

 

A preocupação do vereador Silas tem sentido, levando em consideração a votação do governador Reinaldo inferior aos votos de juiz Odilon. Ele, Reinaldo Azambuja, obteve 42.882 votos (40,36%) dos douradenses. Já o juiz Odilon obteve 45.564 (22,70%). A diferença entre os dois em Dourados foi de 2.682 votos a mais ao juiz.

 

Bispo na rua

 

E por falar em rua, quem não tem medido esforços para conquistar votos ao candidato ao governo juiz Odilon (PDT), é o seu vice bispo Marcos Vitor. Ele, que é douradense, desde o primeiro turno tem percorrido vários bairros da cidade, as vezes em caminhadas ou na carroceria de uma camionete, sempre junto com sua equipe, faça sol ou chuva. Fica o exemplo.

 

Valeta está aberta há mais de 30 dias na esquina da rua José de Alencar com a Weimar G. Torres (Foto: Leitor)

 

João Pires

ESTADO NOTÍCIAS

Haddad diz que pré-sal é ‘bênção’ e Bolsonaro defende redes sociais

Notícias ao Minuto

 

Em programa eleitoral, petista chamou adversário de entreguista, enquanto o candidato do PSL lembrou visitas do ex-prefeito de SP a Lula (Foto:Reuters)

No programa eleitoral no rádio desta terça-feira (16), a campanha de Fernando Haddad (PT) criticou o adversário Jair Bolsonaro (PSL), a quem acusou de ser entreguista. “Eles estão de olhos na Petrobras, na Embraer e na Amazônia”, disse a peça petista.

 

O programa pediu que eleitores parassem para pensar que votar no Bolsonaro pelo antipetismo pode ser uma armadilha, pois o capitão reformado tem um “pacote completo de maldade”.

 

Haddad disse que o adversário quer vender recursos brasileiros, como as reservas de petróleo pré-sal, que chamou de “bênção de Deus”. Ao final, o programa disse que a candidatura do ex-prefeito paulistano representava quem não defende “nem ditadura e nem tortura”. “Vamos nos unir acima de partidos e diferenças”, disse o candidato.

 

Bolsonaro, por sua vez, lembrou das visitas de Haddad ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na carceragem da Polícia Federal em Curitiba. “O PT quer fazer você esquecer o Lula por um tempo, até o vermelho está escondendo. Haddad é o PT e isso o Brasil não quer mais”, dizia o locutor, reforçando o antipetismo.

 

A peça também fez um elogio às mudanças nos meios de comunicação. Disse que a mudança parte das redes sociais, de onde “vêm os apoios mais importantes: os do nosso povo”. Com informações da Folhapress.

 

A campanha de Bolsonaro também defendeu que o eleitor quer mudança e quer votar em um candidato honesto, que dê esperança. Com informações da Folhapress.

Fernanda Lima sobre minorias: “precisam de voz”

Notícias ao Minuto

 

A apresentadora Fernanda Lima. (Foto: DR)

O programa Amor & Sexo, da Rede Globo, está entrando na 11ª temporada e, tal como nas temporadas anteriores, vai continuar tratando de temas polêmicos e tabus, de forma irreverente. A apresentadora Fernanda Lima, que também está por trás da produção, investe no diálogo para desconstruir preconceitos sobre sexualidade e comportamento. Em entrevista ao Gshow, a apresentadora fala sobre o papel do programa em defesa das minorias.

 

“Acho que as minorias precisam realmente de pessoas que deem voz a elas. Não adianta só eu pegar no microfone e apoiá-las, preciso que elas venham ao palco, porque, aí sim, estarão no lugar de fala e poderão existir. Fico feliz de ser uma porta para essas pessoas poderem frequentar o programa”, diz.

 

Casada há 15 anos com Rodrigo Hilbert, Fernanda diz ainda que sempre se considerou feminista e que em casa o casal não tem diferenças. “O Rodrigo nunca teve essa coisa do macho provedor, mesmo porque eu comecei a trabalhar antes dele. Sempre foi uma relação de muito respeito e muita equidade”, conta.