Luan Santana, que deixou de ser seguido por Neymar no Instagram, afirmou que falaria com o craque numa boa caso ele o procurasse para uma conversa.
O suposto desentendimento ocorreu na semana passada, quando o cantor revelou que já ficou com Bruna Marquezine, ex do jogador.
“Ele é meu amigão. Ainda sigo ele”, disse Luan, nos bastidores do “Troféu Domingão – Melhores do Ano”, que aconteceu na noite deste domingo (9) nos estúdios da Globo, no Rio.
Sem polemizar, o vencedor da categoria de melhor cantor disse que “não achou nada” sobre o unfollow de Neymar.
“Ele deixou de me seguir mesmo. Não achei nada. Isso é uma coisa muito pequena. Pode ser uma coisa de momento mesmo. Sou muito sincero, fui sincero na minha afirmação [sobre ter ficado com Marquezine] e vou continuar respondendo tudo o que vocês [jornalistas] me perguntarem.”
Em seguida, ele foi questionado se ficaria com Anitta de novo. “Eu estou namorando com a Jade”, disse ele. “Rolou uma vez com a Anitta. A gente estava solteiro e rolou.”
Santana afirmou ainda que vai gravar um novo DVD em maio de 2019, e que adoraria ter a participação da funkeira no novo trabalho.
“Para mim, é muito marcante a gravação de um DVD, porque cada um deles sempre marcam uma fase da minha vida. É sempre um novo Luan. Estou escolhendo repertório. Seria incrível gravar com Anitta por exemplo. Vai ser um DVD gigantesco. O Alok já está meio confirmado. A Ivete [Sangalo] é um caso sério. Sempre que vamos gravar um projeto, pensamos um no outro automaticamente. Mas já gravamos cinco ou seis vezes juntos (risos). De qualquer maneira, sempre vale de novo.”
Numa retrospectiva sobre 2018, o ator citou o programa Só Toca Top (Globo), do qual é apresentador ao lado de Fernanda Souza, como uma de suas grandes conquistas do ano.
“Foi um desafio, porque nunca tinha apresentado um programa antes […] O mais legal é dar voz e oportunidade para aquelas pessoas que as vezes você escuta o dia inteiro mas não sabe quem é.” Com informações da Folhapress.
Após protocolar pedido de posse, na quinta-feira (6), na Câmara de Dourados, o suplente Maurício Lemes (PSB) que ocupa a vaga do vereador Idenor Machado (DEM), tomou posse por liminar da Justiça, expedida pelo juiz plantonista Zaloar Murat Martins de Souza, na tarde deste domingo (9), durante a sessão elegeria o novo presidente do Legislativo.
Em seu discurso de posse, após o juramento, Maurício lamentou a forma como foi conduzido ao cargo e prometeu ‘restaurar a credibilidade da Casa’. “Foi necessário a Justiça intervir para a cidade voltasse ao normal. Hoje a minha presença aqui acontece por este motivo. Queremos de agora em diante enquanto vereador, lutar em todos os momentos por Dourados e esta será a minha função juntos com os meus colegas vereadores. Precisamos restaurar a credibilidade da Câmara e eu quero fazer parte disto”, disse.
Após ser oficialmente empossado, Maurício agradeceu a Deus, aos seus familiares e fez menção ao conselho de sua mãe. “Desde o momento que perdi a eleição por 120 votos, ela me disse, meu filho fica tranquilo, entrega na mão de Deus, que tudo se resolve”, concluiu.
A posse do vereador ocorreu em meio a protestos de sindicalistas da Educação que acompanharam a sessão onde elegeria a nova Mesa Diretora – Biênio 2019/2020, que acabou sendo encerrada pela presidente Daniela Hall (PSD).
Vereador Bebeto substitui o candidato Pedro Pepa ao cargo de presidente da Câmara de Dourados (Foto - João Pires)
Está tramitando na Procuradoria da Câmara de Dourados, documento protocolado na quinta-feira (6), às 8h47, que substitui o candidato vereador Pedro Pepa (DEM) à presidência do Legislativo, pelo vereador Alberto Alves dos Santos (PR), o Bebeto, e ainda o candidato ao cargo de 2º Secretário Ramão Cirilo (MDB), pelo vereador Janio Miguel (PR).
Os dois substituídos (Pepa e Cirilo) compõe a chapa Legislativo Forte e estão detidos em função da operação do MPE (Ministério Público Estadual) e Polícia Civil, sendo assim, impossibilitados de disputar a eleição da Mesa Diretora – Biênio 2019/2020.
Para Bebeto, os oito vereadores ausentes à sessão que elegeria a nova Mesa Diretora foram prejudicados pela procrastinação da atual presidente Daniela Hall (PSD) que não se posicionou oficialmente quanto ao pedido de substituição dos nomes citados. “Até o momento do início da sessão desta tarde, a presidente Daniela não havia deferido o nosso pedido e, em função disto nós ficamos impossibilitados de votar de forma democrática, como consta no próprio documento”, justifica o vereador.
VEREADORES AUSENTES
Ainda quanto a ausência dos vereadores na sessão desta sexta-feira (7) referente a eleição da Mesa Diretora, o vereador ressalta que a decisão tem amparo regimental. “Em função disto, regimentalmente tivemos que nos ausentar para que não houvesse sessão, pois queremos uma disputa onde prevaleça os direitos democráticos”, enfatiza Bebeto.
O vereador também ressalta que até o momento do registro da chapa Legislativo Forte, encabeçada pelos vereadores Pedro Pepa e Cirilo Ramão, não existia nenhuma informação que prejudicasse os dois vereadores e ao decorrer da operação do MPE foi recorrido o documento a presidente Daniela, pedindo a substituição dos nomes dos vereadores detidos. “Até o momento que foi registrado o documento na Casa, não havia nenhuma informação quanto a qualquer ilícito na Chapa Legislativo Forte”, reforça.
SUPLENTE
Bebeto cita ainda a morosidade na posse do suplente Maurício Lemes, que se apresentou à Casa por volta do meio de quinta-feira (6) e até o momento aguarda ser empossado no lugar do vereador Idenor Machado (DEM), que pediu afastamento por 32 dias. “Ao contrário da vereadora Lia Nogueira (PR) que tomou posse dentro de poucas horas”, lembrou.
Michelle Bolsonaro (Foto: José Cruz/Agência Brasil)
MÔNICA BERGAMO – SÃO PAULO, SP – Os deputados Paulo Pimenta (PT-RS) e Paulo Teixeira (PT-SP) propuseram nesta quinta (6) à PGR (Procuradoria-Geral da República) uma representação criminal contra o deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho de Jair Bolsonaro que foi eleito senador, e Michelle Bolsonaro, mulher do presidente eleito e futura primeira-dama do país.
Eles pedem que a procuradora-geral Raquel Dodge aprofunde investigações “acerca da origem e destinação” de R$ 1,2 milhão que foram movimentados por um ex-assessor e motorista de Flávio Bolsonaro, o PM Fabrício José Carlos de Queiroz.
As atividades financeiras do ex-funcionário foram relatadas pelo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), que as considerou atípicas e incompatíveis com os rendimentos oficiais e as atividades profissionais do policial.
Uma das transações de Queiroz citadas pelo Coaf é um cheque de R$ 24 mil destinado a Michelle Bolsonaro.
O motorista do filho de Bolsonaro fez ainda saques em dinheiro que chegaram a R$ 320 mil no período de um ano. Do total, R$ 159 mil foram sacados de uma agência bancária que fica no prédio da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro).
O caso foi revelado nesta quinta (6) pelo jornal O Estado de S. Paulo.
O documento do Coaf foi anexado a uma investigação que deu origem à Operação Furna da Onça, realizada no mês passado e que levou dez deputados estaduais e seis funcionários da Alerj à prisão, acusados de receber um “mensalinho” num esquema de corrupção.
“Esses valores [que passaram pela conta do ex-motorista de Flávio Bolsonaro] não era um mensalinho? Era o quê?”, questiona o deputado Paulo Pimenta. Na representação, ele pede que seja apurada a participação de Flávio Bolsonaro e de Michelle Bolsonaro “em possíveis ilícitos criminais”. Com informações da Folhapress.
Com documento que pede convocação nas mãos, Mauricio Lemes Soares faz plantão na Câmara (Foto: Campo Grande News)
O suplente de vereador Mauricio Lemes Soares faz plantão na Câmara de Dourados, esperando ser empossado na vaga do vereador Idenor Machado (PSDB).
Preso ontem (5) acusado de corrupção, o vereador tucano pediu afastamento de 32 dias nesta quinta-feira. Por volta de meio-dia, Mauricio protocolou documento requerendo a imediata convocação para tomar posse na vaga de Idenor.
Como a presidente da Casa Daniela Hall (PSD) não estava mais na sede do Legislativo, Mauricio ficou um tempo na sala de espera do gabinete da presidência. Por volta de 13h, quando o expediente foi encerrado, Mauricio deixou a sala, mas permanece nas dependências da Câmara.
No documento ao qual o Campo Grande News teve acesso, Mauricio Lemes Soares cita o artigo 211 do Regimento Interno da Câmara, que determina a convocação do primeiro suplente em caso de afastamento do titular por mais de 30 dias.
A assessoria de imprensa da Câmara informou que o pedido de afastamento de Idenor foi protocolado no fim do expediente e só nesta sexta-feira (7) será analisado pelo setor jurídico. Após o afastamento for confirmado, a presidente deve fazer a convocação do suplente.
Ed Sheeran foi alvo de uma série de críticas por conta da roupa que escolheu durante uma performance ao lado de Beyoncé, no Global Citizen Performance, realizado no último sábado (1º).
Após o show, várias pessoas censuraram o artista por ter usado uma camiseta básica e tênis no palco, contrastando com o visual mais extravagante da cantora.
Nas redes sociais, Ed decidiu brincar sobre o assunto e disse onde as pessoas podem encontrar “mais opções fantásticas”.
Após esta resposta, vários fãs saíram em defesa do artista, que costuma se vestir de forma parecida em todas as suas apresentações.
Em entrevista exclusiva à jornalista Roseann Kennedy, que vai ao ar hoje (5) às 21h15 na TV Brasil, o presidente Michel Temer defendeu que o novo governo adote o multilateralismo em sua política externa.
“Nunca nos pautamos por ideologia. Nossa relações são de país para país. Acho que o presidente Jair Bolsonaro vai acabar adotando essa política universalista”, opinou.
Temer afirmou ainda que o multilateralismo é uma das exigências da globalização. Para ele, o isolacionismo pode até funcionar para países como os Estados Unidos, que detêm força política e econômica. “Não somos os Estados Unidos; e não temos o mesmo poder”, observou.
Sobre qual conselho daria para o futuro ocupante do Palácio do Planalto, Temer citou três palavras: humildade, temperança e equilíbrio. “Não que ele não os tenha, acredito que tenha esses atributos, e irá exercê-los. É preciso serenidade para conduzir o país”, afirmou.
Na avaliação do presidente, o Congresso não criará obstáculos para o novo governo. “O Congresso tem consciência da necessidade do país. Não vai atrapalhar; vai aprovar o que for importante”, disse. Ele destacou que Bolsonaro já está conversando com as bancadas partidárias. Para Temer, mesmo os novos eleitos, que nunca foram políticos, “logo se aclimatarão e votarão positivamente ao que interessar ao povo brasileiro.”
Temer aponta como legado de seu governo a queda da inflação e dos juros, a valorização das estatais, além da reforma trabalhista. Na área de meio ambiente, destacou a criação de reserva marinha e da ampliação dos parques nacionais. Na área social, ressaltou os dois reajustes concedidos, acima da inflação, para o Bolsa Família e o lançamento do programa Progredir, que já ofereceu contratos de trabalho para mais de 200 mil jovens. Temer lembrou da liberação para os trabalhadores das contas inativas do FGTS, PIS/Pasep, que somaram R$ 64 bilhões.
Temer disse que as medidas econômicas adotadas, como o Teto de Gastos para o governo, ajudaram o cumprimento das metas sociais, rebatendo as críticas de que a área social sofreria prejuízos com o ajuste fiscal. Ele citou que o defícit das contas públicas caiu este ano mais de R$ 25 bilhões. “Isso na verdade ajudou no cumprimento das metas sociais. Quando gastamos menos, a dívida pública cai e a inflação também. E a queda da inflação valoriza o poder de compra dos salários”, disse.
O presidente disse que “erraram profundamente” os que apostaram numa crise cambial no Brasil. “Não pode ter dados falsos, alarmismo só em função das eleições”, reclamou. Segundo ele, as reformas feitas em seu governo trouxeram credibilidade para a economia e para o país. Ele citou o fato da Bolsa de Valores ter chegado a quase 88 mil pontos, máxima histórica.
Na entrevista, Michel Temer disse que a impopularidade não o incomoda e chegou a brincar com o fato. “Aumentou 100% a popularidade, de 4% para 8%”, disse, bem humorado. O presidente voltou a repetir que não tomou medidas populistas para buscar melhor avaliação dos brasileiros. “Fiz política de Estado”, disse. Na avaliação de Temer, um bom sinal de sua gestão é o fato de que 13 ministros do seu governo foram chamados para integrar a nova gestão federal e governos estaduais. “Tenho expectativa de que [ainda] serei bem avaliado”, acrescentou.
Sobre o movimento nas redes sociais, #FicaTemer, para sua permanência na Presidência, o presidente considerou “muito simpático”. “Curioso, o reconhecimento vem vindo. É uma brincadeira, mas me impressionou o número de visualizações”.
“Não tenho, porque tive pouco tempo, pouco mais de dois anos, e pouco, uma oposição feroz e sofri tentativas de desmoralização que quiseram derrubar o governo”, afirmou.
Lamentou não ter feito a reforma da Previdência e a simplificação tributária porque não houve tempo e condições, mas os temas fazem hoje parte da pauta política do país.
Segundo Temer, houve uma trama exatamente para inviabilizar a votação da reforma da Previdência. “Foi tudo preparado. Inventaram uma frase que nunca existiu. Ela pegou e ela é falsa. O tempo é o senhor da razão. Meu detrator foi preso. Fruto de gravação feita por ele mesmo. O procurador que trabalhou para ele foi denunciado pelo próprio Ministério Público”.
Na avaliação do presidente, o Congresso tem consciência da necessidade do país. “Não vai atrapalhar; vai aprovar o que for importante para o Brasil”, disse. Destacou que Bolsonaro já está conversando com as bancadas partidárias. Mesmo os novos, que nunca foram políticos, “logo se aclimatarão e votarão positivamente ao que interessa ao povo brasileiro”.
“Tive uma vida de muita tranquilidade, como professor, como promotor, como político. Mas na Presidência, não. Em face daqueles fatos [o grampo de Joesley Batista], tentaram desgraçar a minha vida. Isso me decepcionou muito. Tenho orgulho de ter saído de uma pequena cidade do interior de São Paulo e ter chegado à Presidência da República.”
Temer disse que, a partir de 1º janeiro, voltará para São Paulo. “Vou ficar comigo mesmo. Escrever. [Na Presidência] não sobra espaço mental para elaborar textos técnicos ou de ficção.” O presidente disse ainda que se sente realizado, mas que não terá saudades. “Intimamente, sinto que desempenhei um bom papel. Não vou sentir saudade. Cada momento é um momento. Não se pode ficar preso ao passado”, finalizou. Com informações da Agência Brasil.
O presidente eleito, Jair Bolsonaro (Foto: Reuters)
O presidente eleito, Jair Bolsonaro, sugeriu que poderá demitir o futuro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, se houver denúncia robusta contra ele.
“Olha só, havendo qualquer comprovação obviamente ou uma denúncia robusta contra quem quer que seja do meu governo que esteja ao alcance da minha caneta bic, ela será usada”, afirmou.
A declaração é uma resposta a questionamento feito sobre uma fala de seu vice, general Hamilton Mourão. Em Belo Horizonte, Mourão disse que Onyx terá de deixar o governo se for provado que ele cometeu ato ilícito.
O futuro chefe da Casa Civil se tornou alvo de uma investigação aberta no STF (Supremo Tribunal Federal) a pedido da Procuradoria-Geral da República, na terça-feira (4) por suspeita de caixa dois.
Ele foi apontado em acordos de delação da JBS como beneficiário de dois repasses na Onyx não declarados como doações de campanha. Um deles de R$ 100 mil em 2014, e outro de R$ 100 mil em 2012.
Onyx já admitiu em entrevista ter recebido R$ 100 mil da JBS em 2014 e pediu desculpas. Ele, contudo, nega a segunda acusação, revelada pela Folha de S.Paulo em novembro.
Na reta final da formação de sua equipe de governo, Bolsonaro afirmou nesta quarta que ainda não escolheu o futuro ministro de Direitos Humanos. Ele diz que Damares Alves, advogada e assessora do senador Magno Malta (PR-ES), é apenas um nome, mas que não há definição.
O presidente eleito negou que haja qualquer animosidade com o fato de Malta não ter sido escolhido para ocupar nenhum de seus ministérios. Logo depois do segundo turno, o senador se apresentava como nome que seria escalado para compor o primeiro escalão do próximo governo.
“As portas estão abertas para ele. A questão de possível ministério, não achamos adequado no momento. Ele pode estar ao meu lado e as portas nunca foram fechadas para ele. Se para todos amigos de campanha eu fosse dar ministério seria difícil da minha parte. Eu ofereci ser meu vice e ele achou melhor concorrer ao Senado e não se elegeu. Eu sou grato a ele. As portas da transição estão abertas para ele”, afirmou. Com informações da Folhapress.
Bebeto apresentou indicações encaminhadas esta semana na Câmara (Foto - João Pires)
Atendendo revindicações dos competidores douradenses de atletismo, os vereadores Bebeto (PR) e Olavo Sul (Patriotas) encaminharam na manhã desta quarta-feira (5) diversas solicitações da categoria à prefeita Délia Razuk (PR).
Os atletas foram recebidos na sala de reuniões da Prefeitura, onde solicitaram providências na manutenção da pista de caminhada do Parque Arnulpho Fioravante, como drenagem, nivelamento, balizamento e reposição do pó de brita. Também pedem a reforma do banheiro e melhorias no campo de futebol.
Durante o encontro com a prefeita, o vereador Bebeto entregou indicação protocolada na Câmara Municipal, na sessão passada, onde solicita além da revitalização da pista de atletismo, também a aquisição de bebedouro público no local. “O campo de futebol, por exemplo, é muito utilizado por uma equipe na modalidade Rugby, onde frequentemente estes atletas fazem seus treinamentos”, destacou Bebeto.
A prefeita Délia se comprometeu em solicitar ao secretário Joaquim Soares (Semsur) e ao diretor do Iman, Fabiano Costa, a reposição do pó de pedra brita na pista de atletismo e o início da reforma do banheiro ainda este mês.
De acordo com o secretário de Planejamento, Carlos Dobes, para o próximo ano, dependendo dos recursos oriundos do Governo Federal, deverá ter início a execução do projeto de revitalização do Parque Arnulpho Fiovarante, incluindo a abertura de uma via interligando o local até a rua Palmeiras.
Também participaram da reunião o diretor da Funed, Janio Amaro e os vereadores Junior Rodrigues (PR) e Cirilo Ramão (MDB).
Serão 40 homenagens entregues durante a sessão solene (Foto: Divulgação)
Acontece nesta quarta-feira (5), no Plenário da Câmara Municipal de Dourados, a sessão solene para entrega de títulos e honrarias. Na ocasião, 40 personalidades do município serão homenageadas com entrega de títulos de Cidadão Douradense, Cidadão Benemérito, Diploma de Cinquentenário, Diploma de Honra ao Mérito, Título de Amigo Honorário da Câmara Municipal e Diploma de Honra ao Mérito Legislativo.
Os homenageados são indicados pelos vereadores da Casa de Leis, sendo escolhidos conforme os relevantes trabalhos prestados por eles a comunidade douradense. De proposição do vereador Alan Guedes (DEM), receberão homenagens Leonardo Rodrigues Congro e Diógenes José de Carvalho. Bebeto (PR) indicou o pastor Josué Caetano de Souza e Lauro Monteiro Gomes para receber as honrarias.
O vereador Elias Ishy (PT) concede homenagem aos professores doutores Mario Teixeira de Sá Júnior e Mário Cezar Tompes da Silva. Já Idenor Machado (PSDB) indicou o contabilista Melchiades Prado e a empresa Auto Peças e Acessórios Modelo para a entrega dos títulos.
Junior Rodrigues (PR) confere a Clóvis Batagliotti e a Kim Araujo de Meneses honrarias. A vereadora e presidente da Casa de Leis, Daniela Hall (PSD), concede títulos a Antonio da Silva e a Joaquim Soares. O vereador Cirilo Ramão (MDB) indicou o professor Reginaldo José da Silva e a doutora Solange Denize Fernandes de Luna para a homenagem.
O vereador Olavo Sul (Patriota) concede títulos a Zilda Aparecida Rodrigues Ramires e Ruderson Mesquita Sobreira. De proposição de Romualdo Ramim (PDT), Antonio Pedro Lucas Bittencourt e Milton Carlos Luna receberão Título de Cidadão Honorário.
Silas Zanata (PPS) confere títulos a Rosélia Vera Barros e ao Edilson Antonio Lazzarini. O vereador Sergio Nogueira (PSDB) indicou a promotora de Justiça Fabrícia Barbosa Lima e Nei Elias Coinethe de Oliveira para o recebimento das honrarias.
O vereador Pedro Pepa (DEM) concede homenagens a Jorge Luis de Lúcia e a Moisés da Silva Araújo. Juarez de Oliveira (MDB) entre títulos ao padre Wili Brodus Paulus Wedho e ao médico pedriatra Takeshi Matsubara.
Pelos relevantes serviços prestados a comunidade, Jânio Miguel (PR) confere honrarias a Lenir Uhde e a Alex Lima Pereira. Marçal Filho (PSDB) concede títulos a Cristiano dos Santos e a Deumeires Batista de Souza Rodrigues de Morais.
Madson Valente (DEM) indicou Adão Ferreira de Souza e Nádia Sater Gebara para recebimento de títulos. A vereadora Lia Nogueira (PR) confere títulos a Wanda Regina Calabretta Staut e a Giselle Ferreira da Silva Tosta.
Cido Medeiros (DEM) concede honrarias a Joseildo Araújo dos Santos e Romeu Raimundo Garcia. O vereador Carlito do Gás (Patriota) entrega títulos ao padre Pedro Clair Wegmann e a José Morais de Almeida.
O poeta Marcos Coelho e Gleice Aguilar dos Santos também serão homenageados, por proposição dos vereadores Infra-assinados.
A exibição do filme mantém uma tradição no MIS: a união do esporte que mais cresceu no Brasil nas últimas décadas e o cinema (Foto - Divulgação)
Recentemente alçado à condição de esporte olímpico, o skate ganha mais uma vez espaço no Museu da Imagem e do Som (MIS) da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS). O documentário Duets é a atração da vez na tela do MIS. A exibição acontece nesta quarta-feira (5.), às 20 horas, no MIS, no Memorial da Cultura (avenida Fernando Correa da Costa, 559, 3º andar, Centro), em Campo Grande. A entrada é franca.
Trigésimo vídeo da revista e mídia digital Transworld Skateboard, Duets retrata ao longo de 48 minutos o vasto repertório de alguns dos melhores skatistas de todos cantos do mundo, inclusive, uma dupla brasileira: Tiago Lemos e Carlos Ribeiro.
Com mais de duas décadas de vídeos de skate na mochila, a Transworld Skateboarding apresenta neste filme uma abordagem diferente da fórmula padrão de vídeo de skate. Duets apresenta cinco partes compartilhadas destacando nomes do esporte com uma trilha sonora nostálgica.
A exibição do filme mantém uma tradição no MIS: a união do esporte que mais cresceu no Brasil nas últimas décadas e o cinema. O resultado são imagens marcantes. “A galera gosta bastante de assistir aos vídeos no Museu e é muito importante para nossa cena local esse tipo de movimento”, explica João Victor Moura, skatista e curador do evento.
O cantor e compositor, um dos principais nomes da música brasileira, tocará seus maiores sucessos (Foto: Divulgação)
A UFGD traz no dia 6 de dezembro, o show do músico e compositor de Renato Teixeira dentro do projeto de extensão Universidade Luz, vinculado à Coordenadoria de Cultura (COC/PROEX/UFGD).
O cantor e compositor, um dos principais nomes da música brasileira, tocará seus maiores sucessos e se apresentará na Unidade II (campus), a partir das 20h. A entrada é gratuita. Ele fará uma apresentação solo e resgatará alguns de seus maiores sucessos, como Romaria, Frete e Tocando em Frente, além de outros sucessos das músicas caipira e folk brasileira.
O Festival Universidade Luz da UFGD foi criado na atual gestão (2015-2019) e tem como proposta fomentar, divulgar e promover a arte e a cultura, como um movimento transformador da realidade social. O Festival propiciará a oportunidade de integração da comunidade universitária e toda comunidade douradense e de municípios vizinhos. Além disso, o Universidade Luz marca o encerramento das atividades de ensino, pesquisa e extensão do ano de 2018, inaugurando as luzes natalinas nos prédios da Instituição com a participação de uma programação de arte, música e cultura.
Considerando a grande influência que a UFGD tem no âmbito regional, uma vez que atende aproximadamente 8 mil alunos não só do Mato Grosso do sul, como de outros Estados, e considerando a experiência que adquiriu ao longo de sua criação em 2006 no desenvolvimento e realização de atividades culturais e projetos com os diferentes setores da comunidade, o projeto consolida a imagem da Universidade como uma Instituição inclusiva e participativa através do fortalecimento da integração com a comunidade.
Renato Teixeira
Renato Teixeira (1945) é um cantor e compositor brasileiro. É o autor da música Romaria, sucesso na gravação de Elis Regina, em 1977. Nasceu em Santos, São Paulo, no dia 20 de maio de 1945. Passou sua infância em Ubatuba, época em que a música, a poesia e a literatura já fazia parte de vida familiar. Com 14 anos mudou-se pra Taubaté, no interior do estado. No início dos anos 60 trabalhou como radialista na Rádio Difusora de Taubaté, onde entrou em contato com a música sertaneja.
Em 1967 mudou-se para São Paulo, quando uma fita com suas músicas chegaram às mãos de Renato Consorte, divulgador de novos artistas. Nesse mesmo ano, sua música “Dadá Maria” estava no festival da Record, defendida por Gal Costa. No disco do festival, Renato canta junto com Gal Costa. Em 1968, Roberto Carlos grava a música “Madrasta” (parceria de Renato Teixeira com Beto Ruschel).
Seu sucesso veio em 1977, quando Elis Regina gravou a música “Romaria”, que divulgou o estilo pelo qual o compositor continua sendo reverenciado com suas letras bucólicas e melodias que transitam entre o caipira brasileiro e o folk americano. No ano seguinte, Renato regravou a canção. Outra música de destaque do compositor foi “Frete”, composta especialmente para o seriado Carga Pesada da TV Globo.
Renato Teixeira fez parcerias de sucesso com grandes nomes da música, como Almir Sater e Pena Branca e Xavantinho. Em 2010 lançou, em parceria com Sérgio Reis, o disco “Amizade Sincera”, gravado ao vivo com músicas sertanejas de raiz, com a participação de Victor & Leo e Paula Fernandes.
Em 2015, a Sony lançou um pacote com cinco CDs, gravados entre 1978 e 1982, são eles: “Romaria” (1978), “Garapa” (1980), “Uma Doce Canção” (1981), “Um Brasileiro Errante” (1982), e “Amora” (1979), com quatro canções inéditas.
O ex-presidente Lula (Foto: Paulo Whitaker / Reuters)
Preso desde abril na sede da Polícia Federal de Curitiba, o ex-presidente Lula estaria sendo pressionado por aliados a aceitar a possibilidade de cumprir pena em regime domiciliar. A Folha de S. Paulo informa que a opção nasceu a partir da entrega ao STF (Supremo Tribunal Federal), por parte do advogado Sepúlveda Pertence, de um memorial contendo o pedido.
O líder petista, por sua vez, estaria resistindo a ideia por querer ter sua inocência reconhecida. Além disso, não há garantia de que o benefício seria concedido.
Condenado no caso do tríplex de Guarujá, Lula responde ainda a uma série de outros processos, como o do sítio de Atibaia e o do apoio da Odebrecht ao instituto que leva seu nome.
O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), criticou neste sábado (1º) a forma como europeus defendem o meio ambiente e os indígenas. (Foto: Agência Brasil/Tomaz Silva)
O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), criticou neste sábado (1º) a forma como europeus defendem o meio ambiente e os indígenas. Segundo ele, sua preocupação é garantir apoio à ciência e à proteção ambiental, assim como à integração dos povos indígenas à sociedade, oferecendo as mesmas oportunidades dadas aos demais cidadãos.
“Eu acredito na ciência e ponto final. Mas o que a Europa fez para manter as suas florestas e as suas matas ciliares? E querem dar palpite aqui?”, afirmou Bolsonaro, em Resende (RJ), após cerimônia de formatura de aspirantes a oficial na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), que se formou na mesma instituição há 41 anos.
“Cada vez que um governo do passado saía para fora do Brasil, ele recebia de forma passiva e servil pressões por demarcações de terras indígenas. Eu quero o bem estar do índio. Quero integrá-lo à sociedade. O nosso projeto é fazê-lo igual a nós. Eles têm as mesmas necessidades. Ele quer médico, dentista, televisão, internet”, disse o futuro presidente.
Bolsonaro disse ainda que falta apoio concreto para as políticas em favor dos indígenas e do meio ambiente no país: “Eu fui, nas minhas andanças, ao Acre e à Rondônia. Em torno de 20% apenas dessas áreas podem ser usadas em benefício da população local. E 80% não. Isso está errado.”
Em Resende, o presidente eleito estava acompanhado do vice-presidente Hamilton Mourão; do general Fernando Azevedo e Silva, confirmado para o Ministério da Defesa; do general Augusto Heleno, que assumirá o Gabinete de Segurança Institucional; do ministro extraordinário da transição, Onyx Lorenzoni, que comandará a Casa Civil; e do governador eleito no Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC).
Meio Ambiente
Questionado sobre o nome que comandará o Ministério do Meio Meio Ambiente, Bolsonaro indicou que ainda está inclinado em favor do agrônomo Xico Graziano, que foi do governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e no passado pertenceu aos quadros do PSDB.
Graziano também foi secretário de Meio Ambiente de São Paulo. Ontem, Bolsonaro havia dito que há “meia dúzia” de nomes sendo avaliados para o Ministério do Meio Ambiente.
Multas
O presidente eleito reiterou que vai combater o que classifica como “indústria da multa ambiental”. Ele disse que não permitirá que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) fixem multas “a torto e a direito”.
“Eu mesmo fui multado. Se não me engano em 2012. Foram R$10 mil reais. O processo foi levando avante, foi arquivado no Supremo Tribunal Federal, mas o Ibama levou a multa para frente. Estou na iminência de entrar na dívida ativa. Vou pagar essa multa, mas sou a prova viva do descaso, da parcialidade e do péssimo trabalho prestado por alguns fiscais do Ibama e do ICMBio. Isso vai acabar.”
Direitos Humanos
Bolsonaro confirmou que o nome da pastora evangélica e advogada Damares Alves, assessora parlamentar do senador Magno Malta (PR-ES), está entre os cotados para o novo ministério que reunirá políticas relacionadas os direitos humanos, família e mulheres.
“Foi muito por alto conversado com ela. Não foi prometido nada. Mas é uma pessoas extremamente qualificada para desempenhar essa função”, disse Jair Bolsonaro.
Questionado se pretendia colocar Magno Malta na Esplanada dos Ministérios, o presidente eleito foi vago. “Eu tenho amigos. Se quiserem que eu passe para 200 ministérios, eu passo agora. Magno Malta é uma boa pessoa. Me ajudou muito. Tenho um profundo respeito por ele. Não estava previsto [ser ministro], pois ele seria candidato a vice. Tinha tudo para ser senador e não sei por qual motivo não se elegeu. Nós temos que atender o Brasil como um todo. Magno Malta é uma boa pessoa, mas para estar do meu lado não é preciso ser ministro.”
Forças Armadas
Bolsonaro disse ainda que, apesar das dificuldades no Orçamento Geral da União, fará o possível para não contingenciar os recursos destinados às Forças Armadas. “Não é despesa. É investimento. E nós vamos prestigiar as forças armadas, que não são minhas, são do povo brasileiro.”
De Resende, Bolsonaro volta hoje para o Rio de Janeiro e amanhá (2) vai para para São Paulo onde acompanha a partida entre Palmeiras e Vitória, válida pela última rodada do campeonato brasileiro. Ele foi convidado para assistir ao jogo no camarote da diretoria do clube paulista. Perguntado sobre seu palpite, ele apostou em 2 x 0 para o Palmeiras.
Café da manhã: este foi o primeiro encontro de alto escalão entre os Estados Unidos e o presidente eleito (Assessoria/Divulgação)
O conselheiro para a Segurança Nacional da Casa Branca, John Bolton, reuniu-se na manhã desta quinta-feira no Rio de Janeiro com Jair Bolsonaro, no primeiro encontro de alto escalão entre os Estados Unidos e o presidente eleito.
Bolton, que chegou em um comboio às 7h, reuniu-se durante uma hora com Bolsonaro, que tomará posse em janeiro. O brasileiro recebeu seu convidado com uma continência. Para o café da manhã, como é possível ver na foto, o menu incluiu Danoninho.
Participaram da reunião representantes do futuro governo de Bolsonaro, como o próximo ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo, seu chefe de Gabinete para a Segurança Institucional, o general Augusto Heleno, o ministro da Defesa, o general Fernando Azevedo e Silva.
Bolton deixou a residência do presidente eleito sem fazer comentários à imprensa, mas uma hora depois divulgou no Twitter fotos e chamou a reunião de “produtiva”. “Desfrutei uma ampla e produtiva discussão com o presidente eleito do Brasil Bolsonaro e sua equipe de segurança”, escreveu. “Informei um convite do presidente Trump e Jair Bolsonaro para visitar os Estados Unidos. Esperamos uma dinâmica aliança com o Brasil”, acrescentou.
Bolsonaro também divulgou no Twitter uma foto do encontro e também chamou de “muito produtiva e grata” a reunião. O encontro aconteceu enquanto as duas partes esperam uma aproximação entre ambos os países com base numa verdadeira proximidade ideológica.
Na terça-feira, John Bolton lembrou que “o presidente (Donald) Trump foi o primeiro líder estrangeiro a parabenizar o presidente eleito” após sua vitória eleitoral em 28 de outubro, citando um “telefonema notável”.
Ele também falou de uma “oportunidade histórica para o Brasil e os Estados Unidos de trabalhar juntos em várias questões, econômica e segurança”, em particular. Trump ressaltou ainda a questão militar no Twitter. “Vou (ao Rio de Janeiro) para realmente preparar o terreno”, declarou Bolton na terça. “Estou ansioso para ouvir quais são as prioridades do presidente eleito, tentar passar para ele as visões do presidente Trump” para que “quando o presidente eleito assumir em 1º de janeiro, os dois líderes possam ter um bom começo”.
Jair Bolsonaro é um grande admirador de Donald Trump e não esconde sua intenção de conduzir uma mudança drástica na diplomacia brasileira, voltando-se para Washington.
Ele parece seguir os passos do americano, anunciando, por exemplo, sua intenção de transferir a embaixada do Brasil em Israel de Tel-Aviv para Jerusalém, antes de hesitar. Também acusou a China de estar “comprando” o país.
O Brasil indica que poderá ser um aliado regional de peso para Washington em sua vontade de isolar regimes como o de Cuba, Venezuela e Nicarágua, sobre o qual Bolton não escondeu que os Estados Unidos desejam a queda. Donald Trump é esperado em Buenos Aires para a cúpula do G20 que começa sexta-feira.
Eduardo Bolsonaro, filho do futuro presidente, está atualmente nos Estados Unidos estabelecendo contatos, apesar de não ter qualquer função oficial dentro do governo. mEle encontrou na terça-feira Jared Kushner, conselheiro e genro de Donald Trump, e vários membros influentes do Congresso americano.
Também se reuniu mais uma vez com Steve Bannon, ex-braço-direito de Donald Trump e importante voz da direita ultraconservadora do país.
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