Eles dividirão o palco com o cantor Criolo, considerado o poeta do rap. (Foto: Divulgação)
O grupo Brô MCs se apresentará na 14ª edição do Festival América do Sul Pantanal, nesta sexta-feira, dia 25 de maio. Eles dividirão o palco com o cantor Criolo, considerado o poeta do rap. Formado pelos jovens indígenas Bruno Veron, Clemersom Batista e os irmãos, Kelvin e Charlie Peixoto, eles completam 10 anos de carreira em 2018.
Para comemorar a passagem, eles compartilharam experiências de suas vivências em Mato Grosso do Sul com um show especial na Alemanha. No início deste mês, Veron e Batista representaram o grupo em uma apresentação no museu de antropologia “Weltkulturen” e participam de seminários, workshops com escolas e com a Universidade de Frankfurt, naquele país.
“Para nós foi muito massa, nossas ideologias sendo mostradas em um lugar totalmente diferente. Além de trocar ideias com vários músicos”, afirmou Veron. Ele lembra que a trajetória deles foi marcada por grandes apresentações e que a batalha do Brô deve continuar. “Nosso objetivo é conseguir gravar o segundo álbum ainda neste ano”, completou.
Ano esse que será também de Copa do Mundo, o último clipe divulgado pelos rappers traz uma referência ao futebol. Em “Manga Ñembosarái” (jogo de bola com os pés), eles mostram a origem indígena do movimento. Ainda, recentemente, eles tiveram uma participação especial na faixa “O Índio Invisível”, da banda douradense Dagata & Os Aluízios.
Não só mostrando a realidade, como a luta pela terra e situações de violência, mas também a cultura indígena. O Brô também registra as formas positivas das Reservas Jaguapiru e Bororó. Na letra da música “Não Julgue pela Aparência”, por exemplo, espalham a mensagem que “coisas boas” eles também têm e muitos dons para mostrar, como a própria música, cantada em guarani, na tentativa de preservar a língua tradicional.
Contato
O contato com o grupo, para quem puder apoiá-los ou contratá-los para shows, pode ser realizado por meio do telefone (067) 99907-8157. Para quem quiser conferir mais informações, eles divulgam a página no Facebook: “Brô MCs Rap Indígena”.
Um ato político também estava marcado para receber o pré-candidato, na Associação Nipo Brasileira, na Capital. (Foto: Tiago Queiroz/ AE)
Diante das interdições de caminhoneiros nas rodovias do país, os Diretórios Estadual e Nacional do PSDB, decidiram adiar a visita do pré-candidato a presidência da República, Geraldo Alckmin (PSDB), marcada para esta sábado (26).
Alckimin iria participar de reunião e conceder entrevista coletiva na sede da Fiems (Federação da Indústria de Mato Grosso do Sul).
Um ato político também estava marcado para receber o pré-candidato, na Associação Nipo Brasileira, antes dele seguir para Corumbá. Mas o partido informou que deve reagendar a visita em breve.
O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, que ficará preso na Papuda (Foto: Joel Soares/Folhapress)
O juiz federal Sergio Moro autorizou que o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares comece a cumprir na Penitenciária da Papuda sua pena de 6 anos de prisão por lavagem de dinheiro, na Operação Lava Jato. O petista se apresentou à Polícia Federal em São Paulo, na tarde desta quinta-feira, 24, e vai ser transferido para a capital federal.
Na decisão, Moro afirma que a continuidade de Delúbio na Papuda deve ser autorizada pela 12ª Vara Federal de Curitiba, responsável pela execução penal. A defesa do ex-tesoureiro do PT alega que seus familiares moram em Brasília.
O petista teve prisão decretada por Moro na quarta-feira, 23, pouco depois de o Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF4) negar os embargos de declaração do ex-tesoureiro e de outros réus – o operador Enivaldo Quadrado, o economista Luiz Carlos Casante e o empresário Natalino Bertin.
Ao final do voto, o desembargador João Pedro Gebran Neto, relator da Lava Jato no TRF4, determinou “o início do cumprimento das penas por estarem esgotados os recursos em segundo grau”.
Delúbio já havia sido condenado no escândalo no mensalão. O ex-tesoureiro pegou 6 anos e 8 meses de prisão no regime semiaberto por corrupção ativa e foi preso em novembro de 2013. Menos de um ano depois, em setembro de 2014, ele passou para o regime aberto.
Empréstimo polêmico
Esse processo contra Delúbio é um desdobramento do polêmico empréstimo de R$ 12 milhões tomado pelo pecuarista José Carlos Bumlai junto ao Banco Schahin, em outubro de 2004. O dinheiro era destinado ao PT, segundo a força-tarefa da Lava Jato.
Em março, o TRF4 julgou a apelação criminal de Ronan Maria Pinto, Natalino Bertin, Enivaldo Quadrado, Delúbio Soares e Luiz Carlos Casante. Eles tiveram as condenações por lavagem de dinheiro confirmadas pela 8ª Turma. A pena para de Delúbio subiu de cinco anos para seis.
Apenas Ronan teve a condenação em 5 anos mantida pela Corte – os demais tiveram a pena aumentada “com base na culpabilidade negativa, ou seja, no fato de os réus terem condições sociais e intelectuais de reconhecer e resistir à prática do ilícito e, ainda assim, praticá-lo”.
A turma manteve a absolvição do jornalista Breno Altman e do executivo Sandro Tordin também denunciados neste processo por lavagem de dinheiro.
Como ficaram as penas na apelação:
Luiz Carlos Casante
lavagem de dinheiro. A pena passou de 4 anos e 6 meses para 5 anos de reclusão, em regime inicial fechado;
Ronan Maria Pinto
lavagem de dinheiro. A pena foi mantida em 5 anos de reclusão em regime inicial fechado;
Enivaldo Quadrado
lavagem de dinheiro. A pena passou de 5 anos para 6 anos de reclusão em regime inicial fechado;
Delúbio Soares
lavagem de dinheiro. A pena passou de 5 anos para 6 anos de reclusão, em regime inicial fechado;
Natalino Bertin
lavagem de dinheiro. A pena passou de 4 anos para 4 anos e dois meses de reclusão, em regime inicial semiaberto.
Defesas
Em nota, o advogado Pedro Paulo de Medeiros, que defende Delúbio, afirmou: “A defesa de Delúbio Soares reafirma que ele nunca pediu ou anuiu que fosse feito qualquer empréstimo pelo Banco Schain ao PT ou a qualquer outra pessoa. Até poderia ter feito em nome do PT, sem qualquer impedimento, mas não o fez. Os próprios donos do banco afirmaram isso em Juízo. Provará que é inocente perante os Tribunais Superiores, onde espera ser julgado com isenção e imparcialidade, o que infelizmente não tem ocorrido. É um risco para toda a sociedade se condenar por presunção. Em nenhum momento se indicou no processo algum ato de Delúbio para ‘lavar dinheiro’, apenas se presumiu que ele ‘deveria saber’ que houve lavagem de dinheiro. A Constituição prevê que, na dúvida, a presunção é em favor do cidadão, mas os tempos atuais são outros, infelizmente há uma absurda inversão dessa regra. Até mesmo considerá-lo reincidente por um fato acontecido antes do processo do mensalão se fez, para prejudicá-lo. Apesar de tudo isso, segue confiante na Justiça brasileira, que há de reparar essas injustiças o quanto antes, não permitindo que se submeta a uma pena ilegal em regime fechado”.
A defesa de Ronan Maria Pinto afirmou que vai “analisar a íntegra da decisão do TRF4 e, somente então, poderão ser decididos os próximos passos da defesa que, de qualquer forma, continuará buscando provar o não envolvimento de Ronan Maria Pinto.”
Daniela Hall convidou Moka para prestar contar do seu mandato (Foto: Divulgação)
A vereadora Daniela Hall (PSD) usou a tribuna nesta segunda-feira (21), durante sessão ordinária, para parabenizar o senador Waldemir Moka (PMDB) por ter sido indicado como relator geral na Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização no Senado Federal e convidar o parlamentar a prestar contas de seu mandato em Dourados.
A Comissão será instalada nesta terça-feira, mas o projeto deve chegar somente em agosto ao Congresso, onde determinará as despesas e receitas do primeiro ano de governo do próximo presidente da República, que será eleito em outubro pelo povo brasileiro, além de exercer o acompanhamento e a fiscalização do Orçamento da União.
“É muito importante para a classe política de Dourados, ter um senador do Mato Grosso do Sul em um dos cargos mais importantes do país. A Câmara de Dourados está de portas abertas ao Moka, para prestar contas do seu mandato e falar sobre as emendas destinadas ao nosso Município”, disse a vereadora Daniela Hall.
E, em razão desta função, a presidente da Casa de Leis, convidou o Senador para estar em Dourados no próximo dia 29 de junho.
“A proposta é reunir pré-candidatos e autoridades em um encontro que fala sobre o papel do nosso município no cenário político, já que Dourados vem perdendo peso político ao longo das últimas eleições. Precisamos que as lideranças regionais reajam, pois só assim, vamos aumentar a representatividade no Governo, na Assembleia e na Câmara Federal”, ressaltou a presidente da Câmara Municipal de Vereadores. (Da assessoria parlamentar)
A assessoria de imprensa da Câmara Municipal de Caarapó enviou nota no e-mail da Rapidinhas!, hoje (24) pela manhã, para esclarecer que não existe articulação política no Legislativo caarapoense, visando a escolha de um nome para sucessão do prefeito Mario Valério (PR).
Não procede II
Em nota, a assessoria afirma que também “não procede a informação de que o prefeito Mario Valério (PR) teria fraca articulação dentro do Poder Legislativo, haja vista que hoje os 11 vereadores fazem parte de sua base, fato esse praticamente inédito nos municípios do Estado”.
Informações plantadas
O texto afirma ainda que as informações repassadas à coluna teriam sido “plantadas por pessoas que tenham interesse pessoal no desgaste da boa relação que existe entre o prefeito municipal Mario Valério e o presidente do legislativo André Nezzi, o vereador Cido Santos e outros, por puro interesse político de outras partes”. Que fase!!!
Sem combustível
Temendo a falta de combustíveis por conta da greve dos caminhoneiros, os douradenses tomaram os postos desde as primeiras horas da tarde ontem (23). Resultado, hoje pela manhã somente um posto na região central ainda estava abastecendo os veículos, com etanol. Confira o vídeo na fanpage do Estado Notícias: https://www.facebook.com/estadonoticias/
Incoerência
Diante da situação de alarde, alguns empresários não pensaram duas vezes para subirem o valor dos combustíveis nas bombas. Tinha posto vendendo gasolina na noite de ontem, por R$ 4.90. Fica a pergunta, como cobrar lisura do poder público se o mesmo que vai às ruas é o primeiro a se corromper?
Juiz Odilon
O pré-candidato ao Governo do Estado, juiz Odilon recebe plano de governo de mulheres do PDT neste sábado às 9 horas. Ele irá ouvir as propostas de governo das mulheres do PDT/MS, por intermédio da Ação Mulher Trabalhista do Estado – AMT/MS, durante Convenção Estadual de Mulheres, que será realizado em Campo Grande.
DEMOCRATAS
Já os Democratas (DEM) realizam encontro estadual também no sábado em Três Lagoas o seu terceiro encontro estadual nessa fase que antecede as convenções partidárias que se iniciam no mês de julho. Para o encontro são esperadas lideranças de toda a região do bolsão, além dos dirigentes partidários de todo o Estado.
Veja na íntegra a nota da Câmara de Caarapó:
Nota a imprensa
Em relação a nota assinada e divulgada pelo jornalista João Pires na coluna “Rapidinhas”- bastidores da política – no portal Estado Noticias, onde diz que 11 vereadores de Caarapó estariam articulando um blocão para a escolha de um nome para disputar a sucessão do prefeito Mário Valério (PR), cuja a coluna afirma que o presidente do legislativo André Nezzi (PDT) e o vereador Cido Santos (PSDB) seriam os articuladores desse projeto e que o prefeito teria uma fraca articulação dentro do Legislativo, deixamos claro que:
1- Tal informação é inverídica e em momento algum os vereadores sentaram ou se reuniram para debater ou discutir a sucessão municipal em 2020, até por conta da distância – quase 2 anos e meio – para o próximo pleito.
2- Também não procede a informação de que o prefeito Mario Valério (PR) teria fraca articulação dentro do Poder Legislativo, haja vista que hoje os 11 vereadores fazem parte de sua base, fato esse praticamente inédito nos municípios do Estado.
3- Deixamos claro que mesmo pertencendo à base do prefeito, é normal que por diversas vezes exista a divergência de opinião entre as partes, pois tratam-se de poderes independentes, porém os debates sempre foram feitos com diálogo e respeito.
4- Ressaltamos que qualquer articulação política, visando o pleito de 2020, passa sim pelo prefeito Mário Valério, maior liderança política local e que goza de muito prestigio perante a sociedade caarapoense, bem como por todos os vereadores, pela sua maneira simples, humilde e honesta de tratar as pessoas e a classe política em geral.
5 – Acreditamos que as informações inverídicas repassadas ao jornalista tenham sido “plantadas” por pessoas que tenham interesse pessoal no desgaste da boa relação que existe entre o prefeito municipal Mario Valério e o presidente do legislativo André Nezzi, o vereador Cido Santos e outros, por puro interesse político de outras partes.
6 – Reafirmamos nosso compromisso em trabalhar e defender os interesses da população caarapoense, mantendo a harmonia com o Poder Executivo, claro, discutindo, debatendo e até discordando em algumas questões, mas sempre de maneira cordial e respeitosa.
"Quero ficar sábado e domingo na praia", disse Bolsonaro a prefeitos sobre seus planos para reduzir burocracia (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
Pré-candidato do PSL à Presidência da República nas eleições de 2018, o deputado federal Jair Bolsonaro (RJ) foi vaiado nesta quarta-feira 23, duas vezes durante sabatina na Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, organizada pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM). Ele foi o primeiro dos pré-candidatos a ser hostilizado pela plateia, por ter dado respostas consideradas curtas e não se aprofundado no tema em debate.
Após a primeira vaia, ele perguntou: “É para mim ou pelo tempo?”, em referência ao fato de não ter usado os quatro minutos disponíveis para resposta. “Já estou satisfeito. Vamos para a próxima”, disse ao encerrar sua fala antes da hora.
Bolsonaro respondeu a questões da pauta municipalista – como repasses de verbas para saúde, educação e saneamento básico – e também se firmaria o compromisso de receber os representantes dos municípios a cada três meses.
Na segunda onda de vaias, ele subiu o tom de voz: “Quem tiver ideias, por favor, me procure. Não vim aqui para dizer que sou melhor do que os outros. Não tem solução fácil. Não tem espaço aqui para gente que, na base do grito e do gogó, diz que vai resolver”, disse.
O presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, ponderou que Bolsonaro poderia virar presidente e que todos os partidos estavam representados no plenário — em referência aos prefeitos. “Vamos respeitar e evitar a intolerância”, disse.
Ao iniciar sua participação no palco, o deputado avisou que estava “segurando os ataques” que recebe desde que assumiu a pré-candidatura. Ele considera que a campanha será marcada por um “vale-tudo”. “Meu pavio foi curto no passado, cresceu agora”, disse o capitão da reserva do Exército.
Aos prefeitos, Bolsonaro sugeriu a extinção do Ministério das Cidades — “alvo de cobiças e luta fratricida dentro do Parlamento”, segundo ele. Ele propõe que o governo federal repasse os recursos diretamente para as prefeituras, sem intermediação da pasta. “Quero ficar sábado e domingo na praia. Se não desburocratizar e mandar o dinheiro direto para os senhores, isso não será possível”, disse o parlamentar.
Estado mínimo
O pré-candidato também disse que estuda com sua equipe econômica a hipótese de reduzir impostos, mesmo sabendo que os prefeitos vão “chiar”. “Aumentar impostos não passa pela minha cabeça”. Em seu discurso, o presidenciável foi enfático ao defender a criação de um “Estado enxuto”, o que, segundo ele, acarretaria em um país menos vulnerável à corrupção.
“O Brasil na questão da economia é um avião que está indo bater na montanha, algo tem que ser feito, não adianta querer salvar a União, o Estado ou o município quebrando o cidadão”, defendeu. O parlamentar também comentou que sua equipe trabalha em uma proposta de reforma da Previdência. Ele citou, por exemplo, maneiras de impedir que se incorpore ao salário remuneração por cargo em comissão, o que chamou de “indústria das incorporações”.
A atriz Fernanda Montenegro (Foto: Ivan Pacheco/VEJA.com)
Aos 88 anos de idade, a atriz Fernanda Montenegro coleciona prêmios, homenagens e aplausos – alguns, vindos de figuras emblemáticas da história cultural do Brasil. Carlos Drummond de Andrade, Clarice Lispector e dom Hélder Câmara estão entre os que já renderam louvores à estrela, considerada, quase unanimemente, um dos maiores ícones vivos da dramaturgia nacional. Estes e outros registros dos 75 anos de carreira de Fernanda, nome artístico de Arlette Pinheiro Esteves Torres, estão na fotobiografia que será lançada em julho, pela Editora SESC, trabalho que a atriz acompanhou de perto. De sua casa, no Rio de Janeiro, falou a VEJA sobre seu trabalho, suas memórias e inquietações com a política e o teatro brasileiro.
Sua vida e sua carreira são bem conhecidas. O que há de novo neste livro? Tudo o que estava nas minhas gavetas, malas, pastas e intramuros. Há cartas de Carlos Drummond de Andrade, comentários de Dom Helder Câmara, cartas do Jorge Andrade, muita coisa do Millôr Fernandes. Uma extensa documentação de prêmios, diplomas, cartazes e fotos que estavam guardadas e que o projeto me obrigou a revisitar. Recebi o convite do Danilo Miranda, diretor do Sesc São Paulo, há oito anos, e encarei como um trabalho de revirar o passado para trazer memórias no momento em que a idade vem chegando e uma geração inteira está indo embora.
Quem faz parte desta geração? Pense bem: num bloco de dez anos, foram o Paulo Autran, o Raul Cortez, Sérgio Britto, Ítalo Rossi… E Fernando Torres. A morte do Paulo Autran foi muito significativa para mim. Encarei como o início do fim de uma era, compreende? O livro traz a documentação de 75 anos de uma vida que não foi isolada.
Alguém muito especial ficou de fora? Do pessoal lá da pré-história, dos anos 1950 e 1960, muita coisa se perdeu. Mesmo porque, como eu e o Fernando também produzíamos, o melhor material que vinha a gente dava para a publicidade. Mas do que eu mais senti falta no livro foram os registros do meu amigo e irmão Ítalo Rossi, cuja família, não sei por que, não permitiu o uso das fotos. As três ou quatro publicadas só puderam sair porque eu também estou nelas. É uma grande falha dentro do livro. O Ítalo faz parte da minha história intrínseca. E quando eu digo intrínseca, é no que essa palavra tem de mais profundo.
A senhora sempre negou o papel de “gigante” do teatro. Por que? Esta entidade Fernanda Montenegro é uma esquizofrenia. Eu não sou isso na minha casa, não sou isso no meu convívio com as pessoas. Talvez a posição venha do volume de trabalho e dos personagens que eu fiz. Mas está nos personagens e não em mim, compreende? Ainda estou meio inteirinha, mas sei exatamente onde estão os meus limites. Sei que tive 1,66 metro e tenho 1,64. Estou diminuindo! Até onde posso me perceber, não sou uma ególatra. Como todo mundo, tenho momentos de “eu”, mas acho que não sou doente disso. Acho.
O convite para a senhora e sua filha, Fernanda Torres, fazerem uma campanha de Dia das Mães da loja Riachuelo não foi aceito. O motivo foi a possível candidatura do dono, Flávio Rocha, a presidente? Foi. Eu e minha filha não queremos estar a serviço de ninguém relacionado à política neste momento em que todo mundo se locupletou, com raríssimas exceções. Arruinaram o Brasil e eu não faço distinção. O problema não é ele ser dono de empresa. É ser candidato à presidência de um país por um modelo em que eu não acredito. Agradeço o convite, não estou sendo malcriada, não. Mas no meu entender, como acho que no da Fernanda, não há clareza no processo político. Fizeram de Brasília um condomínio particular e eu não quero me associar a quem quer que esteja lá.
O teatro vai mal no Brasil? Me preocupa que o país não tenha uma cultura teatral respeitada. Minha geração fez uma dramaturgia extraordinária, de diversos gêneros, com investimentos maiores ou menores, mas sempre de vida ou morte. Isso está acabando. Nosso teatro alternativo está nas catacumbas. Fica um mês, dois meses em cartaz. Como se precisássemos implorar por espaço. É claro que tem gente fazendo coisas muito boas. Mas ficam quase na clandestinidade. Estou falando do teatro batalhado, lutado. As peças importadas da Broadway também são um campo de trabalho e de emprego. Mas os musicais viraram os blockbusters do teatro, geralmente patrocinados por verbas de publicidade das estatais.
Eduardo Azeredo chega ao Instituto Médico Legal (IML) de Belo Horizonte após ser preso (Foto: Reprodução/TV Globo)
O ex-senador e ex-governador de Minas Gerais Eduardo Azeredo (PSDB) se entregou às 14h45 desta quarta-feira (23) em uma delegacia de Belo Horizonte. Ele é o primeiro político a ser detido no mensalão tucano.
Os cinco desembargadores da 5ª Câmara Criminal rejeitaram, nesta terça-feira (22), o recurso da defesa do ex-senador e ex-governador de Minas Gerais Eduardo Azeredo (PSDB) no processo do mensalão tucano e determinaram a execução imediatada da prisão.
Azeredo foi condenado em segunda instância a 20 anos e um mês de prisão pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro, no mensalão tucano, em agosto passado. A condenação em primeira instância foi em 2015.
Na tarde desta quarta-feira (23), o ministro Jorge Mussi, do Superior Tribunal de Justiça, rejeitou pedido apresentado pela defesa do ex-governador de Minas Gerais Eduardo Azeredo, do PSDB, que tentava impedir a prisão dele após condenação confirmada em segunda instância.
Eduardo Azeredo chegou à 1ª Delegacia de Polícia Civil Sul, no bairro Santo Antônio, Região Centro-Sul de Belo Horizonte, acompanhado de um dos filhos e de um dos advogados. Eles entraram na delegacia em um carro seguido de uma viatura da Polícia Civil.
Pouco mais de 90 minutos depois, ele deixou a delegacia e foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML), onde foi submetido a exame de corpo delito antes de seguir para o quartel do Corpo de Bombeiros. Cumprida esta etapa, Azeredo chegou à Academia de Bombeiros Militar, no bairro Funcionários, Região Centro-Sul de Belo Horizonte, por volta das 17h.
De acordo com a Secretaria de Administração Prisional (Seap), a sala onde Azeredo vai cumprir a pena é uma sala de Estado Maior, uma vez que ele é ex-governador de Minas Gerais. O cômodo tem 27 metros quadrados, uma cama, uma mesa de apoio e um banheiro com chuveiro elétrico.
Apesar de estar dentro de um batalhão do Corpo de Bombeiros, o político está sob custódia da Seap, com escolta de agentes penitenciários. Azeredo terá direito a quatro refeiçoes diárias – café da manhã, almoço, café da tarde e jantar. O cardápio é supervisionado por nutricionistas do sistema prisional, assim como as refeições dos demais presos no estado, segundo a secretaria.
Eduardo Azeredo poderá receber visitas, desde que cadastradas pela Superintendência de Atendimento ao Indivíduo Privado de Liberdade da Seap, procedimento padrão adotado para todos os presos.
O ex-governador de MG Eduardo Azeredo em imagem de dezembro de 2017 (Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo)
Mensalão tucano
De acordo com a denúncia, o mensalão tucano teria desviado recursos para a campanha eleitoral de Azeredo, que concorria à reeleição ao governo do estado, em 1998.
O esquema envolveria a Companhia Mineradora de Minas Gerais (Comig), a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) e o Banco do Estado de Minas Gerais (Bemge) e teria desviado ao menos R$ 3,5 milhões por meio de supostos patrocínios a três eventos esportivos: o Iron Biker, o Supercross e o Enduro da Independência. Todos os réus negam envolvimento nos crimes.
Além de Azeredo, o ex-senador Clésio Andrade foi também condenado há 5 anos de prisão por envolvimento no esquema. O político recorreu da decisão. Sua defesa sempre alegou que Clésio é inocente. “Confiamos na independência e na qualidade do Poder Judiciário mineiro. A douta juíza já demonstrou isso quando o absolveu do crime mais grave, após aprofundado exame da prova. A condenação pelo delito menos grave deveu-se a equívoco de interpretação, que temos certeza que será corrigido no Tribunal”, afirmou o defensor de Andrade por meio de nota no dia que apresentou o recurso.
O jornalista Eduardo Guedes, que atuou como secretário adjunto de Comunicação Social na gestão de Azeredo, foi recentemente condenado por envolvimento no esquema. No início deste mês, a juíza Lucimeire Rocha, titular da 9ª Vara Criminal de Belo Horizonte, determinou que ele cumpra 17 anos e cinco meses de prisão.
O MPMG informou que a promotora Patrícia Varotto, da 17ª Promotoria de Justiça de Belo Horizonte, pediu o aumento da pena. O advogado Sânzio Baioneta, que defende Guedes, disse que recorreu da decisão. “Entrei com embargos declaratórios em decorrência das omissões da sentença, que não apreciou as teses de defesa”, afirmou.
Os ex-diretores da Comig Renato Caporali e Lauro Wilson foram julgados em um mesmo processo.
Em outubro do ano passado, Caporali foi condenado a 4 meses e 15 dias de detenção em regime aberto por desvio de dinheiro público. Na ocasião, o advogado Hermes Guerrero, que representa Caporali, negou que o seu cliente tenha desviado recursos públicos. Guerrero recorreu da sentença.
Em relação a Lauro Wilson, a Justiça considerou extinta a punibilidade. O prazo prescreveu porque o réu completou 70 anos em 2017.
As penas em relação a Cláudio Mourão e Walfrido dos Mares Guia também prescreveram ao completarem 70 anos. O réu Fernando Moreira Soares morreu em 2015.
A 54ª Expoagro terminou no domingo passado, mas o que está demorando para chegar ao fim é a polêmica envolvendo o sumiço da placa em homenagem ao falecido jornalista Cláudio Xavier. Prova disto é a postagem na página oficial do Facebook do Sindicato Rural de Dourados, onde repercute a matéria do jornalista Antonio Carlos Ferrari, desmentindo calunias que vem sendo aplicadas ao Sindicato por alguns “jornalistas”. Isso mesmo, jornalistas (entre aspas). Que piada de mau gosto!
Pela culatra
Pelo jeito a estratégia da assessoria do Sindicato Rural não deu muito certo, tendo em vista que na mesma postagem em sua fanpage, até o fechamento da coluna, dos 20 comentários dos seguidores, 100% ‘desceram a lenha’ na organização da feira agropecuária, que definitivamente precisa repensar suas ações, principalmente com relação à imprensa.
Blocão
Os 11 vereadores de Caarapó estão articulando um verdadeiro blocão para a escolha de um nome para disputar a sucessão do prefeito Mário Valério (PR). Os edis devem chegar num consenso nos próximos dias, com o propósito de eleger um representante do Legislativo, independente de sigla partidária.
Articulação
Sem oposição e ao mesmo tempo sem base de apoio, Mário Valério estaria indiferente às discussões na Câmara. Passarinho cantador piou ontem à tarde à Rapidinhas! e afirmou que o presidente da Casa, André Nezzi (PDT) e Cido Santos (PR) são os dois articuladores do blocão e garantiu que o sucessor do atual prefeito será escolhido com debate e sem imposição.
Sem nome
O mesmo pássaro cantador afirma ainda que o prefeito Mário Valério não pretende colocar em prática nenhuma estratégia política na escolha de seu sucessor e muito menos indicar um nome dentro do Legislativo. Enquanto isso os 11 vereadores nadam de braçada, fruto do desgaste e perseguição política que acabou resultando na brecha, onde os nobres edis souberam aproveitar.
Sem base
As discussões a revelia da atual administração evidencia a fraca articulação política de Mário Valério dentro do Legislativo caarapoense, considerando que passados uma ano e meio de mandato ele ainda não conseguiu sequer uma base forte de apoio, limitando-se apenas aos discursos amistosos da bancada do Democratas, Luiz Macarrão, Pipoca e Manezinho.
Audiência Pública
Acontece amanhã (24) na Câmara Municipal de Dourados, uma audiência pública com o tema: “Reordenamento dos Bairros de Dourados”. Com isso, a Prefeitura, por meio da Secretaria de Planejamento, busca debater formatos de traçar melhorias visando à geração de CEP e também conflitos de localização/endereços existentes atualmente no município.
Os fora da Lei
E por falar em Câmara de Dourados, recentemente foi inaugurado um bar bem frente ao portão de estacionamento dos vereadores e funcionários. A casa tem como slogan: “Divirta-se como uma fora da lei”. Irônico não?
Audiência Pública vai discutir a necessidade de novos Códigos de Endereçamento Postal em Dourados (Foto - A.Frota)
O escritor norte-americano Philip Roth (Foto: Reuters/Arquivo/Direitos Reservados)
Morreu hoje (23), aos 85 anos, o escritor norte-americano Philip Roth, informou o jornal The New York Times. Roth era considerado um dos maiores escritores dos Estados Unidos da segunda metade do século XIX, ao lado de John Updike e Saul Bellow.
Ele ficou conhecido após a publicação de Adeus Columbus, em 1959, e escreveu mais de 30 livros. Entre suas maiores obras estão Pastoral Americana, Complexo de Portnoy e Complô contra a América.
O escritor foi ganhador do Prêmio Pulitzer em 1998 e do Man Booker International Prize em 2011.
Os presidentes da República, Michel Temer, e do Congresso Nacional, Eunício Oliveira, durante evento (Foto: Marcos Brandão/Agência Senado)
Não surtiram efeito as ameaças do presidente Michel Temer (MDB) de que, se alguém não quiser apoiar a pré-candidatura de Henrique Meirelles, é melhor que “saia do partido”. Presidente do Congresso Nacional, o senador Eunício Oliveira (MDB-CE) disse que Temer é “um filiado como qualquer” e que não deve estar no palanque do ex-ministro da Fazenda, que tem entre 1 e 2% nas pesquisas mais recentes de intenção de voto.
“Não vou sair e ninguém me tira. Tenho 45 anos de partido e uma única filiação”, afirmou.
As declarações foram feitas em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo, publicada nesta quarta-feira, 23. “Dentro do MDB ninguém é maior do que ninguém. Esse é o MDB que eu nasci nele e vou morrer nele. Não vou aceitar que ninguém me faça cobrança e me ameace”, completou.
Eunício Oliveira afirmou que a direção nacional do MDB não “construiu uma candidatura viável dentro do partido” e ressaltou que Meirelles, que ingressou na legenda há pouco mais de um mês, não é um quadro histórico do partido. “Ele nunca exerceu nenhum mandato pelo MDB. Não sei nem por quais partidos ele passou. Sei que do MDB ele não é”.
A candidatura do ex-ministro da Fazenda ganhou força pelo fato de que ele tem condições financeiras para custear a própria campanha, permitindo que os deputados e senadores pudessem dispor dos recursos do fundo partidário para as disputas pelo Legislativo. No entanto, há questionamentos sobre o grau de envolvimento que os diretórios do partido terão com a candidatura nacional, dadas as ainda baixas intenções de voto de Meirelles e a rejeição ao presidente Temer.
O presidente do Senado diz estar conversando com a sua coligação no Ceará sobre a eleição para a Presidência da República. Se for por esse lado, Eunício deve abraçar um nome da esquerda: no estado, ele está acertado com a reeleição do governador Camilo Santana (PT) e aliado ao grupo do ex-ministro Ciro Gomes, pré-candidato ao Planalto pelo PDT.
Pedro Parente
O distanciamento e as críticas do presidente do Senado às posições do Governo Temer respingaram também no presidente da Petrobras, Pedro Parente. Criticado pela política de aumento dos preços dos combustíveis, que passaram a oscilar diariamente de acordo com fatores econômicos de mercado, sem controle político.
“Entre os ‘Parentes’ e os consumidores, eu vou ficar com os consumidores. É abusivo o que aconteceu no Brasil”, disse o senador. “São 11 aumentos em 16 dias. E que ninguém venha me dizer que foi em função do dólar. Essa explicação não me convence”.
Pastor Hernandes Dias Lopes, que além da função pastoral é um renomado escritor e conferencista (Foto - Divulgação)
A família é um dos temas mais discutidos na atualidade, em quase todos os setores da sociedade. Alvo de críticas e ataques dos movimentos progressistas que visam relativizar os papeis atribuídos aos membros da família, como as funções paterna e materna, esse foi o tema do Congresso em Família, na Igreja Batista da Lagoinha, na semana passada.
Quem esteve para ministrar no evento no último dia 16 foi o Pastor Hernandes Dias Lopes, que além da função pastoral é um renomado escritor e conferencista, com mais de 130 obras publicadas. Na ocasião, o pastor contextualizou a história de Jó, descria na Bíblia, com a postura que muitos de nós temos diante da vida.
“Hoje eu quero tratar com vocês sobre a saga de uma família”, disse o Pastor, antes de fazer a leitura do capítulo 1 do livro de Jó, começando no verso 6. Hernandes exemplificou como Jó foi um homem rico, repleto de posses, mas que apesar da sua condição não se deixou dominar pela riqueza, permanecendo um homem íntegro e reto aos olhos de Deus.
“O problema é o amor ao dinheiro”, disse o Pastor, referindo-se a dificuldade que algumas pessoas possuem de servir ao Senhor independentemente da sua condição. A história de Jó, nesse caso, ilustra para todas às gerações como é possível se manter fiel a Deus, mesmo na pior das circunstâncias, uma vez reconhecida a soberania do Criador.
Hernandes destacou que a providência de Deus na vida de Jó, após tudo o que passou ao perder esposa, filhos e todos os seus bens, foi porque ele continuou adorando ao Senhor pelo que Ele É e não pelo que pode oferecer.
Neste sentido, o que parecia miséria para alguns, na verdade, foi o momento de maior crescimento espiritual de Jó, uma vez que ele só estava voltado para Deus. “Quanto mais perto de Deus, mais quebrantado e humilde” Jó ficava, ressaltou o pastor.
Assista a pregação completa de Hernandes Dias Lopes abaixo:
Eva Maria, mãe de Nara Almeida, acatou o pedido da filha. As duas córneas da modelo e influenciadora digital foram retiradas para doação. São os únicos órgãos possíveis, uma vez que os outros estavam comprometidos pelo câncer. Eva Maria morou os últimos três meses dentro do hospital, para acompanhar o tratamento da filha. Nara morreu na madrugada desta segunda-feira, no Hospital Nove de Julho, em São Paulo. A modelo travou uma batalha pública contra um câncer de estômago, descoberto em meados de 2017. Ao compartilhar a sua luta pela vida pelo Instagram, hoje com 3,7 milhões de seguidores, ela ganhou força de fãs, amigos e celebridades. Adriane Galisteu, Lea T. e Tatá Werneck eram algumas das pessoas que trocavam mensagens com ela com frequência. Nara tinha 24 anos.
O jogador Alexandre Pato decidiu ajudar com um tratamento de imunoglobulina para ver se a doença seria debelada. Nara não postava nenhuma foto desde o dia 4 de maio. A doença avançou para outros órgãos, como fígado e pâncreas.
Ela foi internada há três meses. Desses, dois em um leito de UTI. Na última quarta, o quadro dela se agravou. Nara precisou ser sedada para conter as crises agudas de dor.
A menina nasceu em João Lisboa, cidade de 20.000 habitantes, localizada a 637 quilômetros de São Luís, no Maranhão. Sua mãe, Eva Maria, cabeleireira, vivia em Roraima. Eva abandonou sua vida (emprego, filhos e marido) para acompanhar o tratamento de Nara em São Paulo, onde dormiu nos últimos meses dentro do hospital.
Espetáculo no festival Boca de Cena. (Foto: Vaca Azul)
A companhia teatral Circo do Mato, em Campo Grande, está com inscrições abertas para oficinas gratuitas, ministradas pelos artistas Anderson Bosh e Anderson Lima. Interessados tem até quinta-feira (24) para realizar a inscrição.
As vagas são limitadas. A capacitação é voltada para pessoas interessadas em desenvolver habilidades de maquiagem artística, figurino, dramaturgia e o corpo do ator por meio de técnicas teatrais. Quem tiver interesse pode se inscrever em quantos módulos quiser, basta informar no ato da inscrição.
As oficinas fazem parte do projeto “Um Ciclo de Vida – Percursos e Percalços” que vem sendo realizado desde fevereiro e abrange intercâmbio, curtas-temporadas, montagem de espetáculo e oficina de formação. O projeto propõe ainda ações e oferece ao público sete diferentes espetáculos.
Para fazer a inscrição é necessário encaminhar um e-mail com nome completo, CPF, idade, telefone de contato e experiencias se houver.
As oficinas serão realizadas na sede do Circo do Mato que fica na Rua Tonico de Carvalho, 263, Bairro Amambaí. Inscrições pelo e-mail: oficinacircodomato@gmail.com
Presidenciável defendeu flexibilização das leis trabalhistas (Foto: Adriano Machado/Reuters)
O deputado federal e pré-candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL-RJ) defendeu nesta segunda-feira (21) a flexibilização das leis trabalhistas como forma de reduzir o desemprego.
“Aos poucos, a população vai entendendo que é melhor menos direitos e [mais] emprego do que todos os direitos e desemprego”, disse Bolsonaro, em uma palestra sobre a conjuntura política e econômica brasileira na Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ). Ele foi aplaudido ao falar da reforma trabalhista.
Diante de uma plateia de cerca de 300 empresários — que pagaram entre 180 reais (associados) e 220 reais (não associados) para ouvi-lo —, o deputado afirmou que pretende, se eleito, estimular o crescimento da economia por meio de privatizações “com critério” e de um processo de desburocratização que estimule investimentos.
“Quando eu disse que não entendia de economia, foi por humildade. Quem entende de economia é Dilma Rousseff, formada em economia. Olha a desgraça em que deixou o país”, ironizou. “Tem que desburocratizar, facilitar a vida de quem quer investir. Tem que partir para a privatização com critério, não botar tudo para o mercado.”
O deputado lidera as pesquisas de intenção de voto no cenário sem o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT), condenado em segunda instância na Operação Lava Jato e preso há 45 dias em Curitiba.
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