Os moradores foram beneficiados com os serviços de limpeza e sinalizações de trânsito (Foto - Divulgação)
A Prefeitura de Dourados atendeu, na última semana, solicitações de manutenção e limpeza na Vila Cachoeirinha, propostas pelo vereador Braz Melo (PSC). Os moradores da região reclamaram da situação que se encontrava o bairro e ainda sugeriram a realização de ações sociais que pudessem atender a população.
Os moradores foram beneficiados com limpeza, roçada, capina e pintura das sinalizações, meio-fio e o conserto da “boca de dragão” da Rua Eulália Pires. A ação foi realizada pela prefeitura, através da Semsur (Secretaria Municipal de Serviços Urbanos) e da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito de Dourados).
O vereador também mediou uma ação social no bairro, realizada na última sexta-feira (11), na quadra da Igreja Padre Pio. Na ocasião, os estudantes do Curso Técnico de Análise Clínicas da Escola Estadual Presidente Vargas fizeram aferição de pressão arterial e orientação sobre cuidados com a saúde. Ainda houve a participação do CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) que vacinou 65 cachorros e 13 gatos. “Pretendemos realizar esse tipo de ação em outros bairros de Dourados, em parceria com as secretarias do município, fazendo com que a cidade fique mais bonita e melhor para se viver”, disse Braz.
A Vila Cachoeirinha foi implantado por Braz Melo, enquanto prefeito na sua primeira gestão (1989-1992), sendo o primeiro loteamento social gratuito do município de Dourados.
Daniel Craig: se mirou no bolso dos produtores, acertou em cheio (Greg Williams/Eon Productions/Getty Images/Getty Images)
O ator britânico Daniel Craig, que chegou a dizer que preferia cortar os pulsos a voltar ao papel de James Bond, confirmou os rumores de que vai interpretar o espião outra vez — provavelmente, por um cachê muito maior que o anterior. Craig fez o anúncio durante uma participação no programa de TV americano The Late Show, nesta terça-feira. Ele se limitou a dizer “sim”, quando o apresentador Stephen Colbert perguntou se retornaria à franquia. A plateia aplaudiu.
Perguntado por Colbert se aparecerá em outros filmes da saga depois do próximo, Craig disse que não. “Eu acho que é isso. Eu só quero sair em um ponto alto e eu mal posso esperar”, disse.
Sessão plenária na Câmara dos Deputados. (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Menos de 24 horas após a comissão especial encerrar a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da reforma política, o texto que institui o chamado distritão e cria o fundo público para financiamento das campanhas será analisado nesta quarta pelo plenário da Câmara.
A pressa expõe o desejo dos parlamentares em alterar as regras eleitorais já para 2018, principalmente criando uma fonte de financiamento, já que as doações empresariais estão proibidas. Para ter validade no ano que vem, a nova regra precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado até o fim de setembro.
Apesar da decisão de antecipar a votação, definida em reunião de líderes de partidos, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que só iniciará se houver um quórum de 490 deputados, considerado elevado. Para aprovar a PEC, são necessários 308 votos. Se houver o quórum, Maia admite aprovar o texto-base e deixar os destaques para depois.
A previsão inicial era de que o tema, debatido por meio da PEC 77, fosse apreciado pelos parlamentares somente na semana que vem. Mas a avaliação nos bastidores é de que as críticas ao fundo público de R$ 3,6 bilhões ganham cada vez mais corpo e dificultariam sua aprovação na próxima semana.
Há ainda o receio de que o tempo não seja suficiente para a proposta ser aprovada até o fim de setembro. Por ser PEC, a medida precisa passar por duas votações no plenário da Câmara e outras duas no Senado. Além disso, caso os senadores modifiquem o texto, a PEC volta novamente para a Câmara.
Apesar das divergências em relação ao distritão, nenhum líder se opôs à proposta de levar o texto ao plenário hoje, a partir de 13h. Depois de uma frente de partidos, principalmente de oposição, ter feito campanha contra o distritão, siglas da bancada governista aderiram ao movimento.
O juiz federal Sérgio Moro fala durante um seminário em São Paulo (Foto: Paulo Whitaker/Reuters)
G1
O juiz Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância, afirmou na manhã desta terça-feira (15), em São Paulo, que a reforma política “como está sendo pensada não é uma verdadeira reforma política”.
Moro falou sobre a importância do Supremo Tribunal Federal (STF) ter aprovado a ação direta de constitucionalidade que proibiu o financiamento eleitoral de empresas. O juiz afirmou que tem simpatia ao financiamento público, mas não exclusivo, e se mostrou preocupado com a renovação dos mandatos.
“Há uma tendência de quem está dentro do sistema, quem tem um cargo político, queira continuar dentro e queria deixar fora quem está fora, então, um financiamento público, por bem intencionado que seja, tem que ser muito bem pensado para evitar esse tipo de problema.
Essa decisão foi extremamente importante do STF porque o sistema anterior realmente não era adequado, mas acho e aqui vai uma crítica, com todo respeito ao parlamento, que essa reforma política como está sendo pensada, não é uma verdadeira reforma política, tem que ser pensada de maneira diferente para se enfrentar esse problema”, disse.
O magistrado finalizou seu discurso “lamentando” que “ações de combate a corrupção tenham quase sido exclusivamente da justiça criminal. “Penso que nossos representantes eleitos deveriam despertar uma maneira mais incisiva nesse tema da corrupção”, afirmou.
A comissão especial da Câmara que analisa uma Proposta de Emenda à Constituição relacionada à reforma política poderá concluir, nesta terça-feira, a votação do relatório que estabelece o “distritão” para as eleições de 2018 e cria um fundo para bancar as campanhas com dinheiro público.
Na semana passada, os deputados quase concluíram a votação do projeto, mas a sessão foi adiada após a oposição esvaziar a reunião. Resta, agora, a votação de dois destaques, sugestões de mudanças à redação original da proposta.
Concluída essa fase, o projeto seguirá para análise do plenário da Câmara, onde será submetido a duas votações e, para ser votado no Senado, precisará do apoio mínimo de 308 dos 513 deputados.
Presidência
Moro descartou, mais uma vez, sua candidatura à Presidência da República nas eleições de 2018. “Penso que é preciso ter um certo perfil e sinceramente não me vejo com esse perfil”, afirmou.
“Já disse mais de uma vez e reitero quantas vezes forem necessárias que não sou e não serei candidato”, completou.
Foro privilegiado
O juiz Moro também falou sobre a questão do foro privilegiado. Segundo ele, “tem presente a necessidade da redução do rol de pessoas que tem direito a esse privilégio”.
Para ele, ocupar o STF com casos criminais é uma “distorção do papel” da Suprema Corte. “Os tribunais superiores não estão preparados, estruturados, para esse tipo de processo. Eles estão estruturados principalmente para decidir questões jurídicas e, no caso do STF, processos de revisão de constitucionalidade”, justificou.
De acordo com o magistrado, o foro privilegiado ainda traz consigo outro problema: “Via de regra, esses processos são conduzidos muito lentamente, o que pode levar a uma percepção ou um efeito prático de impunidade por não serem julgados ao seu tempo”.
“Acima de tudo existe a questão da igualdade. Democracia pressupõe que todas as pessoas são livres e iguais. E esse tratamento diferenciado para pessoas que tem mais poder me parece um pouco inconsistente”, completou o juiz.
Polícia Federal
Moro ainda defendeu durante o evento que o efetivo da Polícia Federal seja reforçado. Segundo ele, as contratações são “um investimento barato”, já que grandes montantes são restituídos aos cofres públicos a partir do trabalho dos agentes.
“Eu entendo realmente que era apropriado um aumento de efetivo. Não no sentido de que há uma intenção deliberada de enfraquecer a operação, mas eu acho que não é o momento de vacilações. É preciso investir pra chegar com esse caso até o final. Valeria a pena ter um efetivo maior da Polícia Federal”, afirmou.
O presidente da Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal, Carlos Eduardo Sobral, “ficou feliz com as palavras” de Moro.
“O reconhecimento da importância de investimento na Polícia Federal. Nós temos um cenário de escassez de recursos. O orçamento vem diminuindo ano após ano, o que dificulta inclusive a abertura de novas unidades e a continuidade de operações policiais”.
“Evidentemente isso atrapalha. Nós somos obrigados a priorizar operações que já estão em andamento. Poderíamos começar várias outras. Várias outras Lava-Jato, Zelotes, Acrônimo, e não conseguimos porque somos obrigados a canalizar os recursos para as que estão em andamento e isso gera um prejuízo a longo prazo que é importante já revertermos desde agora”.
Délia pontuou que apesar de toda dificuldade, há muitas coisas positivas (Foto - Divulgação)
As dificuldades econômicas pelas quais passa a prefeitura de Dourados e a tomada de medidas de contenção como forma de buscar o equilíbrio financeiro têm motivado visitas de membros da administração municipal a entidades e instituições do município para esclarecimentos e explanações sobre as ações, do presente e para o futuro.
Nesta segunda-feira, por exemplo, a prefeita Délia Razuk e o assessor especial Alexandre Mantovani falaram para cerca de 60 membros de uma loja maçônica da cidade. No encontro, que contou com a presença da maioria dos secretários municipais, a prefeita citou que a iniciativa de expor a situação do município tem como foco a transparência nas ações e o zelo que a administração tem com as contas da prefeitura.
Délia disse que a administração tem sob seus cuidados 36 praças, quatro parques, oito cemitérios, 45 escolas (com 27 mil alunos), 36 Ceim’s (3 mil crianças), 35 postos de saúde, a Policlínica de Atendimento Infantil (PAI), o Clínica de Atendimento à Mulher (CAM) e o Hospital da Vida, entre outros. “O custo da administração é muito grande e a arrecadação não acompanha”, disse a prefeita, lembrando que com só com o ICMS, em queda, o Município vai deixar de receber em torno de R$ 10 milhões este ano.
Também disse que nesses oito meses a administração tem trabalhado na recuperação de prédios públicos, inclusive nos distritos; e prédios alugados foram entregues, proporcionando economia substancial. Só a mudança da secretaria de Educação para o pavilhão de eventos, ao lado da prefeitura, gera uma economia de R$ 20 mil mensais.
Délia pontuou que apesar de toda dificuldade, há muitas coisas positivas, “pois trabalhamos para agregar, buscando parcerias com as universidades, com empresas públicas e privadas, acreditando sempre no potencial de Dourados. Somos uma cidade educadora e prestadora de serviços, que muito tem a contribuir com o Estado”.
Por sua vez, Alexandre Mantovani explicou que a iniciativa das visitas a instituições busca também contrapor distorções colocadas a esmo nas redes sociais e que têm tomado proporções exageradas. “A ideia é levar informação concreta à sociedade, mostrar, de forma didática e transparente, as despesas da administração, que também estão no Portal da Transparência, no site oficial da prefeitura”.
Com 215 mil habitantes, Dourados é hoje polo de 33 municípios, “mas polo de fato, não de direito, considerando os índices de repasses da Saúde a outros polos, como Três Lagoas, por exemplo. O que Dourados recebe está muito aquém da sua realidade. Precisamos melhorar isso”.
Mantovani mostrou o “fenômeno” dos impactos financeiros que os PCCRs (Planos de Cargos, Carreira e Remuneração) dos servidores da Educação, Guarda Municipal e Procuradoria-Geral do Município causaram na folha de pagamento da prefeitura, hoje com déficit de R$ 59,6 milhões. Somente na Educação, são R$ 2,794 milhões. Do orçamento total hoje, 50% são direcionados à Educação, 30% à Saúde e os 20% restantes aos demais setores.
“Medidas difíceis foram adotadas para que o Município se mantenha nos limites da Lei de Responsabilidade Fiscal e possa dar cumprimento ao plano de metas estabelecido pela administração”, disse ele, revelando que, pela Lei, o índice permitido de endividamento do município é de até 51,3% e, no entanto, já alcançou 55%.
Citou a demissão de comissionados, lembrando que 20% destes cargos de confiança, por lei, são preenchidos por servidores do quadro efetivo. E lembrou também que havia 850 estagiários na Educação, que acresciam a folha salarial em R$ 572 mil. Houve uma redistribuição e o número de estagiários diminuiu para aproximadamente 600, reduzindo-se também a carga horária da maioria.
Sobre a negociação salarial com servidores da Educação, que ameaçam deflagrar greve a partir desta quarta-feira, os gestores explicaram que “se houver greve não será por falta de negociação e clareza nas exposições da administração”. Reconheceram a insurgência dos educadores como legítima, porém, inoportuna, diante da realidade econômica do município, que não permite atender, nesse momento, as reivindicações da categoria.
A audiência acontece no dia 25 de agosto no plenário da Casa de Leis (Foto - Divulgação)
De proposição do vereador Junior Rodrigues (PR), acontece no dia 25 de agosto, na Câmara de Dourados, a audiência pública com o tema “Drogas: Quem não Previne Trata”, com o objetivo de discutir a legalidade de inserção a dependência química como disciplina curricular. O evento será realizado às 19h no plenário da Casa de Leis e terá como palestrante o juiz federal Odilon de Oliveira.
Para Junior Rodrigues, a audiência é fundamental para discutir junto à população e educadores sobre as políticas para prevenção e combate às drogas no município, visando atingir adolescente e jovens. “O intuito também é chamar a atenção das autoridades para o assunto já que os usos de entorpecentes levam a ações como a prática de crimes”, falou.
Segundo o vereador, o propósito da audiência é fazer um diagnóstico sobre esta situação e propor melhorias e alternativas de enfrentamento.
“Em Dourados houve um aumento no consumo de drogas, porém, infelizmente, não teve mudança correspondente no vigor das políticas públicas que pudessem, minimamente, atenuar o impacto. Buscamos nesta audiência trazer e debater o assunto para que todos se conscientizem e assim, juntos desenvolveremos políticas de combate e prevenção a esse mal”, pontuou.
Promover a discussão junto à comunidade, otimizar a gestão, o monitoramento, a prevenção e o combate aos incêndios urbanos em Campo Grande. Este é o objetivo do projeto de lei aprovado nesta terça-feira, 15, pelos vereadores que institui o ‘Agosto Alaranjado’, de autoria do parlamentar Eduardo Romero (Rede).
Eduardo Romero destaca que seu mandato faz ao longo do ano conscientização de questões ambientais como uso racional da água, resíduos sólidos e combate aos incêndios, temas que já foram temas de audiências públicas promovidas pelo vereador. A escolha do mês de agosto para a campanha sobre incêndios urbanos é por conta do período caracterizado por estiagem e aumento de registros de focos de calor.
O vereador destaca que o Código Florestal Brasileiro, que tem quatro artigos que tratam diretamente do problema do fogo, seria uma medida extremamente útil na prevenção de incêndios no País, no entanto, a quantidade de focos de calor monitorada pelo Instituto Nacional de Pesquisas (INPE) está acima do registrado no ano passado.
Antes mesmo de o projeto ser aprovado nesta terça, está em andamento a campanha denominada Agosto Alaranjado, que é promovida pela Planurb em parceria com diversas instituições como o Corpo de Bombeiros e a Câmara Municipal, por meio do mandato Eduardo Romero. ‘Existe legislação forte e bem atualizada sobre esta questão, mas e necessário um trabalho de educação ambiental eficiente e constante para que essa legislação seja conhecida e implementada em toda sua extensão, por isso apresentamos o projeto de lei’, explica.
Pelo projeto aprovado nesta terça, que segue para o executivo, fica instituído no calendário oficial de Campo Grande, o Agosto Alaranjado. A prefeitura fica encarregada, inclusive com possibilidade de parcerias com a iniciativa privada, de organizar atividades educativas e informativas visando a redução dos índices de incêndios urbanos.
Zezé se declarou para Luciano (Foto: Reprodução/Instagram)
Zezé Di Camargo fez uma declaração de amor para o irmão, Luciano, por meio das redes sociais, nesta segunda-feira (14), após Luciano criar climão durante a gravação do Lady Night.
— Mano, comparo nós dois a uma árvore. Por ser o mais velho, acho que sou a raiz e o caule. E você as folhas e flores. Juntos, somos uma árvore frondosa, onde os corações apaixonados vêm com seus devaneios, alegrias e decepções descansarem em nossas sombras de letras e melodias. Sem você, jamais seria sombra pra alguém. Te amo!!!!! @camargoluciano by Zezé Di Camargo.
De acordo com o jornal Extra, Luciano reclamou que o programa comandado por Tatá Werneck deveria ter chamado apenas Zezé, já que as perguntas estavam sendo direcionadas todas para ele. A publicação ainda afirmou que os irmãos foram gravar em carros separados, ficaram em camarins distintos e não se falaram enquanto estiveram fora do palco. Os seguidores aprovaram a declaração de Zezé.
— Gostei, Zezé! Tem que valorizar o Luciano! Os dois se completam!!!
João Grandão é presidente da Comissão de Assistência Social e Seguridade Social (Foto:Victor Chileno/ALMS)
O deputado estadual João Grandão (PT), líder do partido na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, propôs a realização de uma reunião nesta terça-feira (15/8), a partir das 14h, no Plenarinho Deputado Nelito Câmara, para discutir os problemas de atendimento aos pacientes de oncologia nos hospitais de Dourados.
A realização da reunião atende ao ofício da Associação de Combate ao Câncer da Grande Dourados (ACCGD), que solicita um debate sobre a oncologia em Dourados devido a uma licitação realizada pela Secretaria de Saúde do município, onde o Centro de Tratamento de Câncer de Dourados (CTCD) venceu.
O suporte para o CTCD é a Caixa de Assistência dos Servidores do Estado de Mato Grosso do Sul (Cassems). Segundo a ACCGD, uma polêmica está instalada, pois pacientes em tratamento estão sendo encaminhados para outros centros. Há reclamações sobre o assunto na imprensa local, redes sociais e na própria Associação.
João Grandão, presidente da Comissão de Assistência Social e Seguridade Social na Casa de Leis, relatou sua opinião. “É preciso discutir problemas que estão ocorrendo com pacientes que vem sendo atendidos em Dourados, pois recebemos denúncias de que há pessoas sendo transferidas para centros que não o licitado pela Prefeitura de Dourados, que recebe recursos para o tratamento oncológico”, explicou.
O elenco conta com 12 atores. Destes, nove são estudantes da UEMS e três são convidados externos (Foto - Divulgação)
Nos próximos dias 19 e 20 de agosto, a Câmara Municipal de Nova Andradina será o palco da peça ‘O Pequeno Príncipe’, encenada pelo grupo do curso de Artes Cênicas da UEMS e atores externos. Sob a direção do ator e professor Fernandes Ferreira, o espetáculo traz uma adaptação do clássico de Saint-Exupéry que, assim como a obra original, agrega os públicos adulto e infantil. Duas sessões estão previstas – sábado às 20h e domingo às 14h30.
O elenco conta com 12 atores. Destes, nove são estudantes da UEMS e três são convidados externos: Felipe Araújo (protagonista), e os ex-moradores de Nova Andradina, Carlo Fabrizio e Gustavo França. “Nosso protagonista é uma criança. Outro diferencial está no fato de, apesar de o espetáculo não ser musical, termos incluído duas canções originais do musical homônimo em francês versionadas para o português”, explica o diretor.
A montagem não prevê cenários. Além dos diálogos, as transições são marcadas pelo figurino. “Pesquisamos muito e o resultado ficou bastante interessante. Privilegiamos diálogos originais do livro, com algumas adaptações e atualizações, é claro. Vale lembrar se trata de um texto que, como disse o próprio autor, é “urgentíssimo para adultos””.
A adaptação manteve o objetivo da obra original, que é refletir sobre dilemas filosóficos através de uma linguagem sutil. “Muitas metáforas só serão assimiladas imediatamente por adultos e um pouco mais tarde pelas crianças, o que não as impede de fruir o espetáculo e grande parte dos diálogos”, analisa Fernandes. “Por outro lado, também acreditamos que a simplicidade infantil possa ajudar no entendimento dessas metáforas…E um adulto possa, talvez devido a sua pressa diária, a rapidez de ações, etc, ter dificuldades em compreendê-las”, acrescenta.
Diretor técnico do Hospital Evangélico durante reunião com vereadores (Foto: Tiago Morais)
Os vereadores da Câmara de Dourados receberam, na manhã desta segunda-feira (14), o diretor técnico do Hospital Evangélico, Antônio Humberto Guimarães Moreira, para falar sobre a situação da oncologia no município. O tema tem sido debatido durante as ultimas sessões ordinárias.
A reunião aconteceu no Plenarinho, onde os vereadores puderam debater sobre problemas, ocorridos após a licitação, e as soluções que podem ajudar a reverter a situação na cidade.
O presidente da Comissão de Higiene de Saúde, Pedro Pepa (DEM), ressaltou a importância da visita do diretor técnico do hospital, já que eles ouviram vários lados da situação e, a partir disso, podem concluir um parecer. “O diretor pode passar um pouco sobre a situação do hospital para nós, assim conseguimos tem uma visão melhor sobre a oncologia e seu futuro no município”, comentou.
Os vereadores têm buscado resolver o problema, sendo que se reuniram, na última semana, com o secretário da Saúde, Renato Vidigal, para buscar um posicionamento sobre a situação.
Pedro Pepa ainda participará de uma reunião na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, com sede em Campo Grande, para discutir sobre o atendimento aos pacientes de oncologia nos hospital de Dourados. A reunião acontece no Plenarinho Nelito Câmara, às 14h.
Os vereadores Sergio Nogueira (PSDB), Alan Guedes (DEM), Cirilo Ramão (PMDB), Elias Ishy (PT), Idenor Machado (PSDB), Braz Melo (PSC), Olavo Sul (PEN), Ramin (PDT), Jânio Miguel (PR) e o vice-presidente da comissão de saúde, Junior Rodrigues (PR) também participaram da reunião com o diretor técnico com o hospital.
Alok se desculpou pelo incidente em Presidente Prudente (Foto: Divulgação)
Parte da estrutura do palco do show que Alok faria em Presidente Prudente, no interior de São Paulo, desabou minutos antes do DJ se apresentar.
Por conta disso, o evento teve que ser cancelado. Segundo informações da organização, 20 pessoas ficaram feridas após a queda do palco.
No Facebook, Alok se desculpou pelo problema. “Deixei o local há pouco e gostaria que todas as vítimas e pessoas que foram feridas ou lesadas recebam o suporte e atendimento necessário. Queria deixar bem claro que não tenho participação na organização do evento e fico à disposição para quaisquer informações. Estou triste, não deveria acabar assim. Fiquem bem”, comentou.
Segundo a TV Tem, as vítimas foram encaminhadas para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Conjunto Habitacional Ana Jacinta, para o Hospital Regional e à Santa Casa.
O Ministério Público Estadual (MPE) se manifestou e contou que vai investigar os fatos. A situação do consumidor que comprou o ingresso e não viu o show também será resolvida.
Zveiter diz que punição imposta pelo comando do PMDB a dissidentes do partido é “ridícula e covarde” ( Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
O deputado Sergio Zveiter (RJ), relator da denúncia apresentada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra o presidente Michel Temer na Câmara dos Deputados, pediu sua desfiliação do PMDB. O documento foi entregue na sexta-feira à tarde na presidência do diretório do partido no Rio de Janeiro.
Na carta, Zveiter relata que passou a sofrer represália do partido depois que emitiu parecer favorável ao prosseguimento da acusação pelo crime de corrupção passiva. Zveiter argumentou que a denúncia era grave e deveria ser investigada pelo STF (Supremo Tribunal Federal).
Seu relatório não foi aprovado pela maioria dos membros da CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania). Na votação no plenário da Câmara no dia 2 de agosto, que também teve o pedido negado, Zveiter manteve seu voto pelo deferimento da autorização da denúncia.
“Após a divulgação do parecer de minha relatoria, passei a sofrer ameaças de represálias e ameaças de expulsão oriundas da direção do partido e de outros membros do PMDB que atuaram em prol do arquivamento sumário das denúncias. Tudo registrado por diversos meios de comunicação, daí meu pedido de desfiliação”, diz trecho do documento.
A assessoria do deputado afirmou que ele está sem partido, por enquanto.
Seminário que discutiu políticas públicas para os idosos aconteceu na última sexta-feira na Câmara Municipal (Foto: Eder Gonçalves)
O seminário “Direito dos Idosos: novos olhares” aconteceu durante a sexta-feira, no Plenário da Câmara de Dourados. O evento, proposto pela vereadora e presidente da Casa, Daniela Hall (PSD), reuniu autoridades para discutir políticas públicas de assistência para os idosos.
Exaltando a importância de ações como esta, a deputada estadual Antonieta Amorim (PMDB) ressaltou a importância do seminário no sentido de atender à demanda da população idosa, já que eles representam cerca de 18 milhões de brasileiros. “Este é um momento de reflexão, de debate, de conversa, de chamar a sociedade para este encontro, para investir, trazer acesso, promover saúde para esta faixa etária. Este debate é uma conquista para a cidade”, complementou a deputada.
O deputado federal Geraldo Resende (PSDB) lembrou-se da disposição da vereadora Daniela Hall ao receber a proposta de junto ao público alvo da discussão. “A partir desde evento podemos criar a Frente Parlamentar e, com isso, continuar discutindo isso. Temos que trabalhar para que o idoso tenha uma vida melhor”.
Representante da Frente Parlamentar, o deputado estadual Renato Câmara (PMDB) discursou sobre as ações que a comissão tem realizado no Estado, salientando a iniciativa da Câmara em ativar o assunto. “Já fizemos várias propostas e projetos de lei, como a curadoria judicial, que agora está na mão do judiciário. Também fizemos o fundo estadual do idoso, que há 20 anos é uma luta dos conselhos e entidades organizadas”, apontou.
Após o debate, Daniela Hall criou a Frente Parlamentar de Defesa dos Direitos dos Idosos. “Nós faremos a composição na próxima semana. Essa comissão discutirá, com conselhos e órgãos responsáveis, os problemas que idosos passam no município e as soluções que podem ser empregadas a partir disso”.
Palestrantes
A coordenadora nacional da Pastoral da Pessoa Idosa, irmã Terezinha Tortelli, falou sobre “Situação atual do idoso – Direitos, violência e visibilidade”. “Nosso foco é a dignidade da pessoa, não importa quem seja, por isso vamos ao encontro de todos”.
Outra palestrante foi a coordenadora do Conselho Nacional do Idoso, Ana Lúcia da Silva, cuja palestra abordou o tema: “Maior longevidade – Como o Poder Público pode se preparar para novo idoso brasileiro”. “O meu desafio hoje é envelhecer. Em países desenvolvidos, eles preparados para envelhecer, mas no Brasil estamos envelhecendo de forma célere, sem que tenhamos políticas públicas estruturais para recebermos esta população”, afirmou.
Com o tema “Legislação em defesa do idoso”, a deputada Leandre Dal Ponte falou sobre o trabalho dos políticos em defesa dos idosos e a importância de discuti-la diretamente com eles. “São os idosos os especialistas em envelhecimento, muito mais do que qualquer deputado que estuda, porque são eles que estão vivendo isso na prática”, comentou.
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