sábado, 20 de junho de 2026

Cassino online Betsul: diversão, variedade e emoção

O que é Cassino Online

Definição e conceito — jogos de azar via internet vs cassino físico – Cassino online é uma plataforma na internet que oferece jogos de azar que historicamente existem nos cassinos físicos — como slots, roleta, blackjack, caça-níqueis, vídeo bingo, vídeo poker etc. A diferença principal está no ambiente digital: em vez de entrar em uma sala de cassino, você acessa pelo computador ou celular. As regras básicas dos jogos são similares, mas há vantagens de conveniência, variedade e acesso imediato.

Como funciona o cassino online na Betsul — categorias, interface, participação – No Cassino online da Betsul, você tem várias categorias de jogos: slots e caça-níqueis, jogos de mesa, jogos de explosão/crash games, vídeo poker, bingo e mais. A interface é desenhada para ser intuitiva tanto para quem está começando quanto para quem já joga há tempo: menus claros, filtros por tipo de jogo, temas, jackpots, RTP (retorno ao jogador). A participação é direta: basta criar conta, verificar identidade (KYC), fazer depósito e escolher o jogo que interessa.

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Modalidades de jogos disponíveis – Slots e caça-níqueis — temas, jackpots, bobinas, RTP – Slots são máquinas virtuais com bobinas (reels) que giram, símbolos, linhas de pagamento (paylines), e retorno ao jogador (RTP). Alguns slots têm jackpots progressivos, que acumulam prêmios enormes. Na Betsul, há slots com temas variados — fantasia, mitologia, filmes, aventura — e diferentes níveis de RTP, o que permite ao jogador escolher jogos mais voláteis ou mais estáveis.

Crash games e jogos de explosão — Aviator, Spaceman, Mines etc. – Crash games são jogos de alta emoção: você aposta, vê um multiplicador subir e precisa “sacar” antes que tudo “exploda”. Títulos como Aviator ou Spaceman são queridinhos pela dinâmica rápida. Segundo tendências recentes, esses jogos estão entre os mais jogados em 2025 dentro do segmento digital global e no Brasil.   SCCG Management+1

Jogos de mesa — roleta, blackjack, baccarat, dados – Jogos clássicos como roleta, blackjack e baccarat oferecem uma experiência mais tradicional de cassino, com regras fixas, estratégias possíveis e aquela tensão de cada rodada. Também há jogos de dados (craps ou variações digitais) que exigem sorte e, às vezes, habilidades de gestão de risco.

Vídeo bingo, vídeo poker, e jogos temáticos – Esta categoria mistura elementos de cassino clássico com temas criativos, bônus especiais e mecânicas inovadoras. O vídeo poker exige mais estratégia, enquanto os jogos temáticos muitas vezes trazem histórias, gráficos diferenciados e interação visual/sonora mais envolvente.

Começando a jogar no cassino Betsul – Cadastro, depósito e verificação de conta (KYC) – Para começar, você precisa criar uma conta na Betsul, confirmar dados pessoais (nome, CPF, documentos) conforme exigência legal (KYC). Depois, fazer depósito por meio dos métodos disponíveis: cartão, transferência ou outros que a plataforma aceita. Verificação é importante tanto pra segurança quanto pra saques futuros.

Escolher o jogo certo para seu perfil – Nem todo jogo combina com todo jogador. Se gosta de emoção rápida, crash games ou slots voláteis podem ser melhores. Se prefere estratégia ou jogo mais “devagar”, jogos de mesa ou vídeo poker são boas opções. Jogar no demo antes de apostar com dinheiro real ajuda a conhecer as regras.

Diferença entre modo demo / grátis vs apostar com dinheiro real – Modo demo permite experimentar o jogo sem risco, com “dinheiro virtual”. Ótimo pra aprender mecânicas, ver RTP, gráficos, ambiente. Apostar com dinheiro real traz risco, possibilidade de ganhos reais, mas exige responsabilidade: definir limites, saber quando parar.

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PERGUNTAS FREQUENTES

Posso jogar de graça? Como usar o modo demo? Sim — a maioria dos cassinos online oferece modo demo ou versão de demonstração, inclusive a Betsul. No demo, você não usa dinheiro real, então não há risco financeiro, mas também não há ganho real. É uma ótima opção para testar e aprender.

Como funcionam os saques? Requisitos e prazos – Geralmente, para sacar seu saldo, é preciso cumprir requisitos: verificação de identidade (KYC), valor mínimo de saque, tempo de processamento que pode variar de horas a alguns dias úteis, conforme método. Betsul segue políticas regulatórias brasileiras e prazos definidos em termos de serviço.

Quais são os riscos envolvidos? E como minimizá-los – Riscos: perdas financeiras, vícios de jogo, gasto além do planejado. Para minimizar: jogar com limites, não apostar mais do que pode perder, evitar perseguir perdas, fazer pausas, usar o modo demo, escolher jogos de RTP razoável, buscar jogos com regras claras.

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CONCLUSÃO

Em 2025, o mercado de cassinos online no Brasil está em plena expansão — regulamentado, inovador e com audiência cada vez maior. A Betsul se posiciona como uma opção robusta para quem busca diversão digital de qualidade, variedade de jogos e, ao mesmo tempo, segurança e responsabilidade.

Seja você fã de slots, jogos de mesa, crash games ou quer apenas experimentar de graça, o cassino da Betsul reúne tudo isso em um único lugar. Divirta-se, jogue com consciência, e aproveite emoção, sem comprometer o que importa.

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O melhor horário para comer banana para emagrecer, ter energia ou ajudar na digestão

A banana é um dos frutos mais consumidos no mundo: prática, acessível e nutritiva, está presente no café da manhã, nos lanches e até nas receitas mais elaboradas.

Rica em carboidratos, fibras, potássio e vitaminas, ela pode ajudar a manter a energia, melhorar a digestão e até apoiar o controle de peso.

Para energia: antes do treino ou como lanche rápido – Segundo especialistas do National Institutes of Health (NIH), o horário certo de consumo pode potencializar os efeitos da banana.

A fruta é composta por cerca de 80% de carboidratos, que se transformam rapidamente em glicose, fornecendo combustível imediato ao organismo.

De acordo com o NIH, comer uma banana 15 a 30 minutos antes do exercício ajuda a abastecer os músculos, aumenta a resistência e contribui para treinos mais intensos e duradouros.

Além disso, a fruta é uma ótima opção de lanche rápido durante a tarde, quando os níveis de energia costumam cair. Nesse horário, fornece açúcares naturais que combatem a fadiga sem recorrer a alimentos ultraprocessados.

Para digestão: junto das refeições principais – Uma banana média contém cerca de 3 g de fibras, fundamentais para regular o trânsito intestinal. Quando consumida junto ao café da manhã ou ao almoço, contribui para que o restante da refeição seja digerido com mais facilidade, além de melhorar a saúde da flora intestinal.

Outro ponto de destaque está nos bananas verdes ou pouco maduras, que concentram amido resistente — um tipo de carboidrato que atua como prebiótico, alimentando as boas bactérias do intestino. Esse efeito fortalece o microbioma intestinal e pode prevenir problemas digestivos.

Para emagrecimento: antes das refeições e como substituto do doce – Com cerca de 105 calorias por unidade e alto teor de fibras, a banana ajuda a prolongar a sensação de saciedade. Especialistas recomendam comer a fruta 30 minutos antes das refeições para reduzir a fome e, consequentemente, o consumo de calorias totais.

Além disso, quando a vontade de doce aparece, a banana funciona como alternativa natural e menos calórica, evitando o excesso de açúcar refinado. Se associada a exercícios físicos — em especial consumida antes do treino — ainda contribui para maior queima calórica, já que garante energia para prolongar a atividade.

Quem deve ter cautela

Apesar dos benefícios, o consumo de banana deve ser moderado em casos específicos. Pessoas com diabetes, doenças renais, alergia à fruta ou sensibilidade a crises de enxaqueca precisam conversar com um médico ou nutricionista antes de incluir a banana em grandes quantidades na dieta.

Como destacam os especialistas, pequenas mudanças no hábito de quando comer a fruta podem maximizar seus efeitos e tornar a dieta mais equilibrada.

Fonte: Portal MSN

Ansiedade e vida agitada: o impacto silencioso em dentes e boca

Vivemos em um mundo acelerado, com rotinas cheias de compromissos, prazos e preocupações. Essa correria constante tem afetado não apenas a mente, mas também o corpo e a saúde bucal não fica de fora. A ansiedade e o estresse do dia a dia estão diretamente ligados a diversos problemas nos dentes e gengivas, muitas vezes sem que o paciente perceba.

Um dos sinais mais comuns é o bruxismo, hábito involuntário de apertar ou ranger os dentes, principalmente durante o sono. Essa tensão pode causar desgaste dental, dores na mandíbula, cefaleias frequentes e até fraturas nos dentes. Em muitos casos, o paciente acorda cansado, com sensação de peso na face, sem imaginar que o motivo está na tensão emocional acumulada.

Além do bruxismo, a ansiedade pode contribuir para a retração gengival, o aumento de aftas e até alterações na saliva, deixando a boca mais seca e suscetível a cáries e mau hálito. O estresse também pode diminuir a imunidade, facilitando inflamações e dificultando a cicatrização após tratamentos odontológicos.

O estilo de vida moderno, com pouca pausa para descanso, alimentação apressada e sono irregular, reforça esse quadro. E, muitas vezes, a saúde bucal acaba ficando em segundo plano o que agrava ainda mais os problemas.

Para quebrar esse ciclo, é essencial adotar alguns cuidados simples. O uso de placas de proteção noturnas, orientadas pelo dentista, ajuda a proteger os dentes do desgaste causado pelo bruxismo. Manter uma boa higiene oral, evitar o consumo excessivo de cafeína, álcool e cigarro, e realizar consultas regulares com o cirurgião-dentista são medidas fundamentais.

Além disso, buscar equilíbrio emocional é parte do tratamento. Praticar atividades físicas, dormir bem, meditar e reservar momentos de lazer ajudam a reduzir o estresse e a preservar a saúde como um todo.

A boca reflete o que acontece no corpo e na mente. Cuidar do bem-estar emocional é também cuidar do sorriso  e o autocuidado, hoje, é mais necessário do que nunca.

Fonte: Portal IG

Entenda se cervejas podem ser contaminadas por metanol

Nos últimos dias, o Brasil registrou novos casos de intoxicação e mortes relacionadas à ingestão de bebidas alcoólicas adulteradas com metanol. A substância, altamente tóxica, vem preocupando autoridades de saúde e consumidores. Diante do cenário, cresce uma dúvida na população: é possível que a contaminação por metanol também ocorra em cervejas e outras bebidas fermentadas?

Segundo Luís Andrade, professor do curso de Enfermagem da Estácio, os riscos são muito mais frequentes em destilados, devido ao processo de fabricação.

“É mais comum que casos de intoxicação por metanol ocorram em destilados, e há uma explicação técnica para isso. Nos fermentados, como a cerveja, o processo de fermentação com leveduras gera naturalmente o teor alcoólico, que costuma ser menor. Já nos destilados, há a necessidade de separar diferentes frações, chamadas de ‘cabeça, coração e cauda’. Essa etapa é essencial porque é justamente no descarte da última fração que se eliminam substâncias tóxicas, como o metanol. Quando esse processo não é feito corretamente, ou quando há adulteração criminosa com adição de metanol, o risco de intoxicação aumenta. Por isso, bebidas fermentadas como a cerveja dificilmente estão associadas a esse problema”, explica.

Porém, o professor afirma que há algumas exceções. “Existem, no entanto, bebidas que passam por processos mistos, como o vinho do Porto, que envolve fermentação e destilação. Nesse caso, o risco de presença de metanol não pode ser descartado”, completa.

Os sintomas da intoxicação por metanol costumam aparecer, em média, 12 horas após o consumo, mas o tempo pode variar de acordo com a quantidade ingerida.

“No organismo, o metanol e o etanol competem pelos mesmos receptores. Essa disputa explica por que a administração de etanol é utilizada como antídoto em casos de intoxicação, já que o etanol ocupa os receptores, reduzindo a ação do metanol”, diz Luís.

De acordo com o especialista, o tratamento rápido é fundamental para a recuperação. Pacientes que buscam ajuda médica logo nos primeiros sinais, como visão turva, dor abdominal, náuseas e confusão mental, têm maiores chances de sucesso. Além do uso de antídotos, pode ser necessária hidratação intravenosa e, em casos graves, até hemodiálise para filtrar o sangue. A literatura médica mostra que os melhores desfechos ocorrem quando o atendimento acontece nas primeiras 12 a 24 horas após a intoxicação.

Fonte: Assessoria

Paracetamol na gravidez causa autismo em crianças?

O uso de paracetamol na gravidez se tornou tema de debates por uma suposta associação com o transtorno do espectro autista (TEA) — que afeta cerca de uma em cada cem crianças no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Entretanto, até o momento, não há evidências científicas sobre isso. Os estudos mostram que o autismo resulta de uma complexa interação entre genes e fatores ambientais, e não de um único fator.

Segundo o neuropediatra Antonio Carlos de Farias, do Hospital Pequeno Príncipe — que é o maior e mais completo pediátrico do país — esse tipo de abordagem costuma apresentar soluções simples para questões complexas. “Sugere-se que um único fator possa ser responsável pelo autismo ou que exista um tratamento milagroso capaz de resolvê-lo. Isso desvia a atenção do que realmente é eficaz: terapias, educação, inclusão e acolhimento”, salienta.

Amplamente utilizado no Brasil, o paracetamol é registrado e aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O medicamento possui segurança e eficácia comprovadas quando usado de forma adequada e com orientação médica ou farmacêutica. Por isso, o mais importante é que gestantes sempre usem medicamentos sob orientação médica.

O que a ciência já descobriu sobre paracetamol e autismo?

O neuropediatra explica que estudos observacionais iniciais sugeriram que crianças expostas ao medicamento no útero poderiam ter até 1,25 vez mais risco de desenvolver autismo.

No entanto, esses resultados foram influenciados por fatores de confusão, já que o paracetamol geralmente é usado para tratar febre e infecções. Ou seja, são condições que também podem impactar o desenvolvimento neurológico.

Um estudo realizado na Suécia com 2,5 milhões de crianças não encontrou associação significativa entre o uso de paracetamol na gravidez e o risco de autismo, após ajuste para fatores ambientais e familiares.

Além dos fatores de confusão, existe o viés de recordação, em que a informação sobre exposições passadas é coletada por meio de relatos dos participantes, que podem não recordar com precisão eventos passados.

“Por exemplo, indivíduos que desenvolveram uma enfermidade podem ter uma tendência maior a exagerar ou minimizar suas exposições anteriores em comparação a indivíduos saudáveis, o que pode afetar a validade das estimativas de associação entre exposição e desfecho“, esclarece o neuropediatra.

Os diagnósticos de autismo aumentaram?

O aumento da prevalência de transtorno do espectro autista (TEA) não significa que mais crianças estão necessariamente desenvolvendo o transtorno. Segundo o especialista, uma compreensão mais profunda dos sintomas e alterações nos critérios de diagnóstico possibilitaram a identificação de casos mais leves.

“Além disso, houve um aumento na conscientização entre profissionais de saúde, instituições e a sociedade em geral. Isso resultou em uma maior busca por serviços de saúde mental e diagnósticos mais precisos e precoces”, complementa.

 O que realmente está por trás do autismo?

Pesquisas apontam que o TEA envolve uma combinação de fatores genéticos e ambientais. De acordo com o especialista, aproximadamente mil genes têm sido relacionados ao transtorno, mas a sua influência não ocorre de maneira isolada. Ou seja, é a interação entre esses genes que pode aumentar a suscetibilidade de um indivíduo.

“Ademais, aspectos ambientais, como a idade avançada dos pais, o uso de determinados medicamentos durante a gravidez (como o ácido valproico) e o estresse vivido durante a gestação, podem ter papel significativo no aumento da incidência de casos”, finaliza.

Fonte: Assessoria

Por que você não deve espremer espinhas e cravos

Espremer espinhas é algo tentador, principalmente quando surge aquela pontinha branca. Mas este hábito deve ser deixado de lado em qualquer circunstância. Isso porque as espinhas são repletas de bactérias e, ao espremer, o risco de infecção, marcas e cicatrizes é maior.

Também não é aconselhável espremer cravos por conta própria, pelo mesmo risco de infecção. “A unha possui bactérias e causa marcas na pele”, alerta a presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia do Rio de Janeiro (SBDRJ), Regina Schechtman.

Cicatrizes e manchas são mais difíceis de tratar do que a própria acne, acrescenta a dermatologista Beatriz Bottura.

O que fazer então? Produtos com agentes secativos podem acelerar a cicatrização, mas se a lesão estiver muito inflamada, o ideal é procurar um médico.

Misturas caseiras divulgadas na internet, podem queimar a pele e agravar o quadro.

Limpeza de pele é diferente de espremer espinhas

A limpeza de pele feita por um profissional qualificado é liberada pelos médicos porque utiliza técnicas apropriadas, como higienização, uso de material esterilizado, pressão controlada sobre as lesões e aplicação de antissépticos, após o procedimento.

⚠️ Nem toda acne, no entanto, deve ser extraída durante a limpeza. Lesões muito inflamadas exigem outros tratamentos prévios, alerta Bottura.

“Na limpeza de pele, profissionais treinados executam o que chamamos de cirurgia da acne ou extração dos comedões (cravos). Eles possuem a técnica adequada, responsável por evitar o acúmulo de material queratinizado (sebo) dentro dos poros. Isso reduz muito o risco de infecção”, explica Schechtman.

Mas, se o paciente não resistir e acabar espremendo uma espinha, é essencial limpar bem a região e aplicar protetor solar para não piorar o aspecto da mancha.

Espremer espinhas pode levar até à meningite?

Em casos raríssimos, espremer espinhas pode levar à meningite, porque existe a possibilidade de bactérias caírem na corrente sanguínea. Esse risco é maior em pessoas com o sistema imunológico enfraquecido.

“A anatomia venosa da face tem comunicação com vasos intracranianos. Infecções profundas nessa região podem, em casos excepcionais, evoluir para complicações como trombose do seio cavernoso ou disseminação intracraniana”, alerta Bottura.

Schechtman acrescenta que já atendeu diversos casos de celulite da face. “Esse problema pode ser grave e exige internação para antibiótico venoso. Há situações que podem levar a sequelas e até à morte por infecção generalizada”, explica.

Também há registros de micobacteriose na face e abscessos por estafilococos (bactéria que habita a pele).

Fonte: Portal G1

Você sabe o que é uma Mezuzá?

Presente em muitas casas judaicas ao redor do mundo, a mezuzá é um pequeno pergaminho escrito à mão que contém trechos da Torá. Guardado em um estojinho fixado no batente das portas, o objeto cumpre uma das mais antigas tradições do judaísmo: lembrar diariamente da fé e da presença de Deus no lar.

Além do valor religioso, a mezuzá também carrega significados culturais e até místicos. Escrita com o nome divino Shaddai, é considerada um símbolo de proteção espiritual, sendo comum o gesto de tocá-la ao entrar ou sair de casa. Curiosamente, há diferenças na forma de fixação: comunidades sefarditas a colocam na vertical, enquanto entre os ashkenazitas ela costuma aparecer levemente inclinada — reflexo de um antigo debate rabínico.

Mais do que um objeto decorativo, a mezuzá é um elo entre tradição, identidade e cotidiano, atravessando séculos de história e mantendo viva uma prática que conecta fé e lar.

Como deve ser fixada?

Ela é fixada diagonalmente, com a parte de cima inclinada para dentro da casa. Esta prática é um compromisso entre duas opiniões antigas de sábios: um defendia a fixação vertical e outro a horizontal.

A fixação diagonal, com o topo para dentro, tornou-se a norma para que as duas tradições sejam respeitadas e a paz prevaleça no lar judeu.
 
Redação

Você vive gripando? Talvez seu sistema imunológico esteja pedindo ajuda

Gripes recorrentes, resfriados que parecem não ter fim e infecções frequentes podem ser sinais de que o corpo está em alerta. De acordo com o Dr. Carlos Alberto Reyes Medina, Diretor Médico da Carnot Laboratórios, o enfraquecimento do sistema imunológico pode estar por trás desses episódios, e merece atenção.

Segundo o National Institute for Health and Care Excellence (NICE), adultos têm, em média, de 2 a 4 resfriados por ano, principalmente durante os períodos mais frios. Crianças, especialmente aquelas em idade escolar, podem apresentar de 6 a 10 episódios anuais .

“É comum que as pessoas acreditem que gripar muitas vezes no ano seja normal, mas quando isso acontece com frequência, pode ser um indicativo de que as defesas naturais do organismo não estão funcionando como deveriam”, explica o médico.

Entre os principais fatores que contribuem para a baixa imunidade, o especialista destaca má alimentação, estresse, falta de sono, uso indiscriminado de medicamentos e doenças crônicas, como diabetes e hipertensão. Além disso, a mudança de estações, especialmente no inverno, costuma sobrecarregar o sistema imunológico.

O Dr. Carlos alerta ainda para os riscos de negligenciar esse quadro.

“Quando a imunidade está baixa, o corpo não consegue reagir adequadamente a vírus e bactérias, aumentando não apenas a frequência das infecções, mas também a intensidade e o tempo de recuperação”, ressalta.

Para fortalecer as defesas naturais do organismo, o médico recomenda investir em hábitos saudáveis. Uma alimentação equilibrada, rica em frutas, verduras e proteínas de qualidade, é fundamental para fornecer vitaminas e minerais essenciais.

Praticar exercícios físicos, manter uma boa rotina de sono e controlar o estresse também são atitudes que ajudam a reforçar a imunidade.

Outro ponto importante é o uso responsável de medicamentos. “O autotratamento é perigoso, porque pode mascarar sintomas e até agravar a fragilidade do sistema imunológico. Sempre que os episódios de gripe forem frequentes, é essencial procurar um médico para investigar as causas e indicar a melhor conduta”, orienta o Dr. Carlos.

A mensagem, segundo o especialista, é clara: viver gripando não deve ser encarado como normal. Com atenção aos sinais do corpo e acompanhamento médico adequado, é possível identificar desequilíbrios e recuperar a força do sistema imunológico, garantindo mais qualidade de vida e proteção contra doenças.

Fonte: Assessoria

O que acontece com seu corpo quando você dorme mal por 1 semana

Sabe aquele ditado popular “nada como uma noite bem dormida”? Ele não é à toa. Uma boa noite de sono é tão essencial para a nossa saúde e bem-estar quanto qualquer outro hábito saudável.

Segundo os especialistas , enquanto dormimos, o nosso corpo trabalha para manter o cérebro e o restante do corpo funcionando. Por isso, dormir mal, a longo prazo, pode causar impactos significativos.

Segundo o médico neurologista e professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), João Brainer, enquanto dormimos, o cérebro diminui a pressão arterial e ativa o sistema glinfático, responsável pela limpeza de substâncias tóxicas do organismo. No entanto, quando dormimos mal, isso não acontece.

“O nosso cérebro não só não consegue fazer a limpeza dessas substâncias que são nocivas e que, em contato persistente com o neurônio, estressam o funcionamento. Portanto, não permite que o neurônio funcione da forma adequada, deixando o raciocínio mais lento. Literalmente, você perde neurônios, diminui as conexões sinápticas e a velocidade de processamento. O que deixa o indivíduo lento, com dificuldade de interpretação do que está acontecendo”, explica Brainer. 

Além do cansaço, da sonolência e da deterioração das funções cerebrais, há também um prejuízo de humor, dando mais chances de irritabilidade e depressão. De acordo com Luciana Palombini, pneumologista e pesquisadora do Instituto do Sono, os impactos são diferentes conforme a idade.

“Hoje, sabemos que existe um perfil individual para os efeitos do sono inadequado em diferentes pessoas, independentemente da idade. Agora, uma das coisas que acontece naturalmente com o aumento da idade é um prejuízo nos dois ciclos. Ou seja, existe uma maior chance de despertares noturnos e, durante o dia, uma maior chance de cochilos. Então, na faixa etária dos idosos, fica mais importante manter os hábitos de sono adequados porque existe uma maior tendência para essa desregulação”, diz a especialista.

Quais sinais o corpo dá quando o sono está ruim?

“O sono inadequado, os distúrbios de sono e a falta de sono impactam a saúde como um todo. […] Quando a pessoa não dorme de maneira adequada, muitas vezes, ela não se dá conta inicialmente. Essas queixas que falei, de sonolência, irritabilidade, de prejuízo de concentração e de memória, isso pode ir aumentando conforme a pessoa fica mais tempo com o sono inadequado”, afirma Palombini.

Como recuperar o sono?

A resposta, segundo João Brainer, é direta: o paciente deve procurar, primeiramente, dormir. O próximo passo é buscar regularizar o sono.

“Não adianta simplesmente [deixar de] dormir fora do horário habitual que o paciente costuma dormir. O ideal é que o paciente tenha uma rotina de sono para que ele comece a dormir bem”, destaca. 

“Por exemplo, a diminuição da exposição a telas antes do período para dormir porque isso pode perturbar a forma como você vai dormir. Não adianta ter horas de sono, tem que ser horas bem produtivas de sono. Ter um ambiente confortável, em termos de temperatura e luminosidade. O ideal é dormir num breu completo. […] Que o paciente acorde e, de fato, tenha a sensação de que ele conseguiu descansar e que o cérebro dele vai ficar mais produtivo dali para frente”, pontua.

Fonte: Portal Terra

Esposa de Faustão, quebra silêncio sobre internação do apresentador

A jornalista Luciana Cardoso, que é esposa do Fausto Silva, mais conhecido nacionalmente como Faustão, quebrou o silêncio na noite desta quarta-feira, 13 de agosto, sobre internação do apresentador, que passou por dois transplantes (fígado e rim) na semana passada. A comunicadora atualizou o estado de saúde do amado ao público.

De acordo com Luciana Cardoso, tudo em relação a saúde e pós operatório do Faustão está indo bem. Ela ainda fez um agradecimento divino e mandou um recado aos admiradores da família.

“Tudo indo bem!”, informou Luciana Cardoso. Ela fez o agradecimento e citou o público também: “Obrigada, Deus. Obrigada pelas mensagens de carinho”, completou a esposa de Faustão, inserindo dois emojis de coração e glorificação no Story do Instagram.

Na semana passada, o hospital no qual Faustão está internado desde maio, em São Paulo, enviou uma nota à imprensa informando o quadro de saúde do apresentador após um novo transplante de fígado e um retransplante de rim:

“São Paulo, 7 de agosto de 2025 – Fausto Silva está internado no Einstein Hospital Israelita desde o dia 21 de maio de 2025 devido a uma infecção bacteriana aguda com sepse. Durante o período, passou por controle infeccioso e reabilitação clínica e nutricional, para estabilização do quadro de saúde”, iniciou.

“O paciente foi submetido a um transplante de fígado nesta quarta-feira, 6 de agosto, combinado a um retransplante renal, planejado há um ano, e realizado hoje, 7 de agosto. Os procedimentos ocorreram após o Einstein ser acionado pela Central de Transplantes do Estado de São Paulo e confirmar a compatibilidade dos órgãos doados por doador único”, completou o hospital que está cuidando de Faustão.

Fonte: Portal MSN

 

Flor do Cerrado promove roda de conversa sobre cannabis com foco terapêutico

A Associação Flor do Cerrado realiza, no próximo sábado, 16 de agosto de 2025, às 16h20, sua primeira roda de conversa do projeto “Plantando as Sementes da Mudança”, com o tema “Cannabis: da ancestralidade às aplicações terapêuticas contemporâneas”. O encontro acontecerá na Estação Cultural Teatro do Mundo, localizada na Rua Barão de Melgaço, 177 – Centro.

O evento gratuito tem como objetivo promover um espaço de escuta, troca de saberes e diálogo aberto sobre os múltiplos usos da planta Cannabis, desde suas raízes ancestrais até as práticas terapêuticas atuais. A iniciativa busca ainda combater estigmas e desinformações sobre a planta, reconhecendo seu potencial terapêutico e seu papel histórico e cultural.

Entre os destaques da programação estão:

  • Discussões sobre os usos medicinais e tradicionais da Cannabis
  • Compartilhamento de histórias e experiências pessoais
  • Indicações terapêuticas baseadas em evidências contemporâneas
  • Espaço acolhedor para esclarecimento de dúvidas do público

O projeto “Plantando as Sementes da Mudança” nasceu com a missão de difundir conhecimento acessível e responsável sobre o uso da Cannabis e do cânhamo, fortalecendo o direito à informação, à saúde e ao uso consciente.

Fonte: Assessoria

Workshop de Fotografia chega à 10ª edição em Dourados

A Associação Comercial e Empresarial de Dourados (ACED) realiza nos dias 15 e 16 de agosto o 10º Workshop de Fotografia, com o tema “Composição em Fotografia”. O curso será ministrado por Rodrigo Cesco e as inscrições estão abertas até o dia 14, com vagas limitadas.

A programação tem início na sexta-feira (15), a partir das 19h, com o credenciamento e recepção dos participantes, seguido pelo workshop teórico, abordando os principais conceitos e técnicas de composição fotográfica. A atividade será realizada no auditório da ACED, que fica na Rua João Rosa Góes, 355, no centro.

O evento é gratuito, entretanto, é necessário fazer inscrição através do link:  bit.ly/4ouGF9K .

Já no sábado (16), das 8h30 às 12h, acontece a aula prática, onde os participantes irão à campo exercer os conhecimentos adquiridos, com uma atividade voltada à prática fotográfica.

Ao meio-dia será servido o almoço e encerrado o evento. A participação no sábado custa R$ 55,00, as vagas são limitadas. Para esse dia é necessário fazer a inscrição on-line através da Plataforma Sympla bit.ly/4mAZYwl .

O workshop é voltado para fotógrafos iniciantes, amadores e profissionais que queiram aperfeiçoar a forma como compõem suas imagens. A iniciativa da ACED conta com o apoio da Açotelha, Anhanguera, Sicoob, Cis Sports Estamparia e Unigran.

Fonte: Assessoria

Equipe se pronuncia após estado de saúde do apresentador Faustão preocupar fãs

Faustão segue internado em recuperação após realizar dois transplantes na última semana. Em nota divulgada à imprensa, a assessoria confirmou que o apresentador foi extubado neste sábado (09). A informação foi revelada em primeira mão pelo colunista Flávio Ricco.

Também de acordo com o jornalista, Faustão se recupera muito bem e as expectativas sobre o quadro são boas. Os filhos do ex-global passaram o domingo (10) no hospital ao lado do pai, em comemoração ao Dia dos Pais. A esposa, Luciana Cardoso, não esteve presente por conta de uma gripe.

Faustão está internado há quase três meses em decorrência de uma infecção bacteriana aguda com sepse. Desde então, ele recebe atenção especial de controle infeccioso e reabilitação clínica e nutricional.

A assessoria se manifestou sobre a saúde do apresentador horas depois de o jornalista Ricardo Feltrin afirmar que Faustão estaria “em coma, entubado e desenganado” e com “falência dos órgãos causada por uma septicemia”.

Entre os dias 7 e 8, Faustão passou por um transplante de fígado e um novo transplante de rim, que já estava programado há um ano. Não há previsão de alta.

DOIS TRANSPLANTES NOS ÚLTIMOS ANOS

Faustão passou por um transplante de coração em 2023, devido a uma insuficiência cardíaca grave. No ano seguinte, o apresentador precisou de um transplante de rim por conta do agravamento de uma insuficiência renal crônica. O problema coronário também contribuiu para este quadro.

O procedimento foi realizado com sucesso, mas o novo rim de Faustão apresentou dificuldades para funcionar. O veterano passou por uma embolização, que visa interromper o fluxo de sangue ou de linfa de um local do corpo de forma proposital, porque o órgão ainda não estava em funcionamento. No tempo em que ficou internado, o ex-global permaneceu consciente, conversava normalmente e respirava sem a ajuda de aparelhos.

Fonte: Portal MSN

Sono saudável depende mais da qualidade do que da quantidade

“Oito horas diárias de sono”: um mantra repetido por décadas e que agora é colocado em xeque. Desafiando crenças arraigadas sobre o descanso, novas pesquisas sugerem que a qualidade do sono, e não a quantidade de horas dormidas, pode desempenhar um papel mais importante na saúde.

A descoberta vem de um amplo estudo internacional publicado na revista científica Health Data Science, no qual cientistas da Universidade de Pequim e da Universidade Médica do Exército Chinês monitoraram os padrões de sono de 88.461 adultos por quase sete anos usando sofisticados sensores acoplados ao corpo dos participantes.

Regularidade, a chave para um sono saudável

A análise, que contou com dados do repositório de pesquisa Biobank do Reino Unido, examinou seis elementos-chave do sono (duração, início, ritmo, intensidade, eficiência e despertares noturnos), concluiu que, embora a duração adequada do sono continue sendo vital para a nossa saúde, a regularidade do sono – manter horários consistentes para dormir e acordar – tem um impacto mais decisivo na saúde do que as horas gastas para dormir.

Essa revelação sugere que ritmos previsíveis podem ser muito mais benéficos para o bem-estar do que a ciência havia considerado até então.

O estudo identificou ainda uma relação clara entre padrões de sono irregulares e um risco maior de desenvolver até 172 doenças. Curiosamente, ritmos irregulares de sono/vigília foram associados a quase metade dessas doenças, triplicando o número de condições relacionadas à duração do sono ou ao horário exato em que os participantes foram para a cama, conforme relatado pela plataforma online Science Alert.

Riscos associados a padrões irregulares de sono

Entre as descobertas de destaque está o fato de que dormir regularmente após às 00h30 aumenta o risco de cirrose hepática em 2,57 vezes em comparação com aqueles que vão para a cama antes das 23h30. Além disso, a baixa estabilidade nos ciclos diários de sono/vigília aumenta o risco de gangrena em até 2,6 vezes, conforme indicado no artigo original na Health Data Science.

O estudo também aponta riscos significativos associados a padrões irregulares de sono, incluindo um risco 2,8 vezes maior de desenvolver a Doença de Parkinson e uma chance 60% maior de desenvolver diabetes tipo 2, de acordo com resultados destacados pela Science Alert.

Outras doenças associadas a esses padrões irregulares incluem hipertensão primária, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), insuficiência renal aguda e depressão.

Desconstruindo mitos sobre sono excessivo

A pesquisa também desafia um dos mitos mais difundidos sobre o sono: o de que dormir demais (9 horas ou mais) é prejudicial à saúde. Dados objetivos coletados por meio de dispositivos conectados ao corpo revelaram que esse hábito apresenta associação significativa apenas com uma única doença.

A origem desse mal-entendido parece estar em uma estatística reveladora: 21,67% dos participantes que relataram dormir mais de nove horas, na verdade, dormiram menos de seis.

Portanto, o verdadeiro problema não estava no sono excessivo, mas na percepção equivocada de se estar dormindo quando, na realidade, não estavam tendo um descanso eficaz. Essa discrepância, observam os autores, provavelmente distorceu as conclusões de estudos anteriores baseados apenas em pesquisas subjetivas.

“Nossas descobertas ressaltam a importância frequentemente negligenciada da regularidade do sono”, disse o epidemiologista Shengfeng Wang, principal autor do estudo. “É hora de ampliar nossa definição de sono de qualidade para além da mera duração”, acrescentou.

Os cientistas também confirmaram a relevância dessas associações em uma amostra dos EUA, o banco de dados NHANES, reforçando a validade das descobertas em diferentes contextos culturais e sanitários.

Mas por que o sono irregular tem um impacto tão profundo? Embora os mecanismos ainda não estejam totalmente esclarecidos, pesquisadores apontam as vias inflamatórias do corpo como uma possível ligação biológica. O próximo passo será explorar se intervenções específicas para o sono — como programas para melhorar sua regularidade — podem reduzir efetivamente os riscos de doenças a longo prazo.

Fonte: Portal G1

Dez mitos e verdades sobre o DIU que você talvez não sabia

O DIU (Dispositivo Intrauterino) é um dos métodos contraceptivos mais eficazes e duradouros disponíveis atualmente. No entanto, apesar de sua popularidade crescente, ainda há muitas dúvidas e informações equivocadas circulando por aí.

Para esclarecer o que é fato e o que é mito, a médica ginecologista Carla Cooper, parceira da DKT South America, organização dedicada à promoção da saúde sexual e reprodutiva, responde às principais dúvidas sobre o tema:

1. O DIU é só para quem já teve filhos?
Mito. “O DIU pode ser utilizado por mulheres que nunca engravidaram. O mais importante é passar por uma avaliação médica para ver se o método é adequado ao perfil da paciente”, explica a ginecologista.

2. O DIU pode causar infertilidade?
Mito. Não há evidências científicas que relacionem o uso do DIU à infertilidade. “A fertilidade é retomada logo após a retirada do dispositivo”, afirma a médica.

3. Existem DIUs com e sem hormônio?
Verdade. Há dois principais tipos de DIU: o de cobre (sem hormônio) e o hormonal (libera progestagênio). Ambos são altamente eficazes.

4. O DIU aumenta o risco de infecções?
Mito. O risco de infecção é maior apenas nas primeiras semanas após a inserção, mas é muito baixo quando o procedimento é feito com higiene e por um profissional capacitado. Ao ser descartado sinais de infecção ginecológica durante o exame físico, imediatamente antes da inserção do DIU.

5. O DIU pode se deslocar dentro do útero?
Verdade. Isso pode acontecer em casos raros, especialmente nos primeiros meses. Por isso, o acompanhamento médico é importante.

6. Mulheres com fluxo intenso não podem usar DIU?
Parcialmente verdade. “O DIU de cobre pode aumentar o fluxo menstrual, então, nesses casos, o modelo hormonal pode ser mais indicado. O ginecologista deve avaliar”, recomenda a especialista.

7. O DIU pode ser usado como contraceptivo de emergência?
Verdade. “O DIU de cobre e cobre com prata pode ser inserido em até 5 dias após a relação desprotegida e tem mais de 99% de eficácia”, explica a médica.

8. O DIU interfere no prazer sexual.
Mito. O DIU fica dentro do útero, e não interfere nas sensações durante a relação sexual.

9. O DIU é um método permanente?
Mito. Ele é de longa duração, mas totalmente reversível. Pode ser retirado a qualquer momento, com retorno imediato da fertilidade.

10. O DIU está disponível gratuitamente pelo SUS?
Verdade. O DIU de cobre pode ser inserido gratuitamente em unidades básicas de saúde. “Esse acesso é um direito e deve ser mais divulgado”, finaliza Carla.

Falar sobre contracepção com clareza e responsabilidade é fundamental para que mais mulheres possam tomar decisões informadas sobre seu corpo e sua saúde reprodutiva.

Desmistificar o uso do DIU e ampliar o acesso a informações seguras é um passo importante para garantir mais autonomia, bem-estar e liberdade de escolha para todas.

Fonte: Assessoria